Saint Seiya não me pertence e sim a Kurumada além dos respectivos meios... Como sabem é sem fins lucrativos e toda aquela história que estamos cansados de ler

Resumo: Após serem revividos por Atena, os cavaleiros passam a viver normalmente. Mas, o sumiço do cavaleiro de touro e o aparecimento de uma criança irão causar mais problemas do que o esperado.

Beta: Keiko Maxwell

Nem tudo é o que parece ser

Capítulo 3

Brasil

Entrou no quarto após tomar um banho para se livrar do suor por conta da atividade física que realizou a pouco tempo. Observou-a ressoar tranquilamente como se nada no mundo pudesse abalar os sonhos dela. Invejava a vida simples que ela levava. Sentou-se na cama sem fazer movimentos bruscos para não despertá-la. A coberta negra contrastava com a pele alva que encobriam a parte inferior daquele corpo. O cabelo vermelho espalhado pelo travesseiro e a cama, dava uma imagem belíssima aos seus olhos.

Pousou a mão onde a pele estava exposta, fez a linha da coluna suavemente até chegar ao pescoço e tirar uns fios que estavam por ali. Beijou a curva do pescoço, viu-a abraçar o travesseiro que tinha ao alcance de seus braços. Beijou um conjunto de sardas presentes no ombro, viu-a remexer mais um pouco e ao beijar novamente o pescoço, viu os olhos verdes dela se abrirem um pouco.

- Bom dia! – Viu-a analisá-lo. – Hora de trabalhar.

- Não. – A voz estava manhosa e fechou os olhos. – Só mais um pouco.

- É melhor acordar. – Viu-a alongar o corpo como um felino e o fitou. – Bom dia!

- Bom dia! – Virou um pouco o rosto para vê-lo melhor. – Que horas são?

- Sete.

- Acordou-me cedo demais. – Notou que ele estava com o cabelo úmido e havia uma roupa social separada. – Vai sair?

- Vou. – Percebeu que algo estava errado no olhar dela. – Eu...

- Acho que temos que conversar. – Interrompeu-o.

Ela se sentou na cama, mostrando seus seios que logo tratou de cobrir com o lençol. Ele sabia que em dado momento os dois teriam que ter aquela conversa. A qual estava demorando, e muito, para ocorrer.

- Você sabe que gosto de sua companhia.

- Claro minha ninfa.

- Mas não dá mais para vivemos assim.

- Concordo.

- Há quanto tempo esta aqui?

- Um ano.

- Namoramos por cinco meses...

- E estamos separados a dois. – Completou e prosseguiu. – Demoramos por três meses para oficializar o namoro e passamos dois meses nos conhecemos. Um ano.

- É.

- Sei que lhe incomoda o fato de não temos um relacionamento fixo. Mas você sabe os meus motivos para...

- Por causa do seu chefe. – Já tinha escutado aquela história há meses. – Ou o homem deve ser um velho safado ou o próprio capeta.

- Quase isso.

- Um velho safado?

- Não. – Sorriu. - O capeta.

- Certo. – Viu-a fazer uma cara de quem acreditava mesmo. – Só falta dizer que o nome dele é Lúcifer.

- Não. – Sorriu. - É Hades.

Ela gargalhou com gosto e acabou se deitando na cama assim que sentiu a barriga doer de tanto ri.

- É sério.

- Qual a mãe... - Respirou fundo para parar de ri. – Daria o nome do seu filho de Hades?

- A mãe dele.

- Só falta me dizer que você é um dos ajudantes dele ou que nas horas vagas é ajudante do Papai Noel.

- Quase isso.

- Você é ajudante do Papai Noel?

- Não. – Achava fascinante a ruiva. - Sou um dos empregados dele.

- Aiacos!

- Esse é meu nome. - Sorriu da cara dela. - Que pelo jeito esta virando mel na sua boca.

- Hoje você tirou a manhã para fazer piadinhas...

- Mais ou menos, mas esqueça essa história de ajudante. – Subiu por cima do corpo dela que continuava deitada. – Que tal fazermos outra coisa mais prazerosa?

- Aiacos... – Sentiu o corpo esquentar. – Eu tenho que... – As mãos do juiz a deixava louca. – Me levantar...

Não conseguiu sair do local porque recebeu um beijo avassalador que a deixou sem ação. Já o juiz lembrou-se de algo e tateou um móvel ao lado da cama. Abandonou os lábios dela e distribuiu beijos pelo pescoço, aproveitando a posição para pegar o que tinha na gaveta.

Ela estava se deliciando com as preliminares quando notou que ele parou o que fazia. Reparou na expressão dele que não estava gostando de algo, fitou o local que ele olhava e ambos se encararam.

- O que foi?

- Droga! – Aproximou-se mais do móvel e não viu o que queria. – Acho que acabou. Usamos a última camisinha ontem a noite.

- Hum?

- Você não tem mais nenhuma?

- Não. Usei a última com você a duas semanas atrás. – Arqueou a sobrancelha achando estranho que os preservativos tinham acabado. - Mas...

- Mas...?

- Você não tinha comprado uma caixa. Não me diga que usamos todas.

- Não usamos todas. Dei umas para Minos, mas pelo visto ele apoderou-se de muito mais. Droga! – Voltou a se deitar por cima do corpo da ruiva, escondendo o rosto na curva do pescoço dela. – Eu deveria ter comprado mais antes de voltar.

- Foi correr? – Aiacos desde que passou a residir naquela casa começou a correr todas as manhãs.

- Sim. – A voz estava abafada. – Acho que vou ter que toma mais um banho frio antes de sair.

- Tudo bem. – Afagou o cabelo dele. – A noite podemos compensar.

-o0o-

O local estava agitado, pessoas entravam e saiam, alguns faziam escândalos enquanto outros pareciam conformados com a situação a qual se encontravam. Minos esperava pacientemente ela chegar, a nova dirigente do local.

Soube de Jeniffer, a secretária da recepção principal, que o capitão havia sido transferido a alguns dias e uma nova pessoa foi enviada para colocar ordem naquele distrito. O juiz voltou seu olhar para a secretária, que fazia seu trabalho perfeitamente, identificando as pessoas que entravam no prédio.

Quando recebeu um olhar da recepcionista, o sinal que havia combinado quando a nova encarregada chegasse. Analisou a mulher que se dirigia a recepção. A pele tão negra quando a noite sem luar, cabelo da mesma cor, liso, preso num rabo de cavalo baixo, estatura mediana. Trajava uma calça social preta da mesma cor do blazer e uma blusa por dentro, de cor branca. Carregava uma pasta perto do corpo e uma bolsa, falou com Jeniffer que lhe deu um cartão de identificação e um crachá.

- Tenha um bom dia, senhora Anne.

- Você também, Jeniffer.

Minos ao identificar a pessoa que deveria se dirigir, foi ao seu encontro, sem antes piscar para a secretária que ficou corada. O juiz a parou antes de inserir o cartão na catraca, pegou o braço delicadamente da mulher que o olhou interrogativo.

- Perdão! – Soltou a. – Bom dia!

- Bom dia!

- Desculpa. – Viu-a prestar atenção em si. – Sou Minos. Estou investigando um caso e estive fora por duas semanas em busca de pistas. Hoje, assim que cheguei aqui, soube das mudanças e gostaria de saber se ainda tenho acesso aos arquivos, Senhora Anne.

- Minos? – Analisou o homem a sua frente. – Recebi informações sobre você. Investiga mortes misteriosas e pelo que me informaram não recebi nenhum documento de identificação que o Senhor seja mesmo quem diz ser, segundo consta no relatório do capitão.

- Não?

- Não. Preciso de documentos e de informações sobre o Senhor. E após receber tudo, irei verificar os dados e lhe informarei se ainda terá acesso aos arquivos. – O juiz olhou incrédulo. – Além do mais, quero copias dos seus relatórios. O capitão cometeu falhas que eu nunca cometo e uma delas é a falta de identificação. Creio que, assim como eu, o Senhor também não cometa tais erro. Estou certa, Senhor Minos?

- Perfeitamente. – Que mulher é essa? – Trarei amanhã todos os documentos que havia disponibilizado ao capitão.

- Assim espero. E se me dê licença, tenho uma reunião.

- Ah! – Deu passagem. – Claro e obrigado.

- Tenha um bom dia, Senhor Minos.

- A Senhora também. – Fitou-a passar o cartão na catraca eletrônica e entrar no elevador. – Quem é ela? – Murmurou ao ver as portas do elevador fechadas.

Voltou a recepção onde a secretária terminava de atender uma pessoa. Sorriu para ela que ficou meio sem jeito com aquele sorriso.

- Mais uma vez agradeço pela ajuda, Jeniffer.

- Não fiz nada de mais, Senhor.

- Minos. – Viu-a ficar sem jeito. – Acho lindo quando pronuncia o meu nome.

- Certo. – Estava ficando desconcertante aquela situação. – Senhor... Quero dizer, Minos.

O juiz saiu do prédio com um ódio daquela mulher de nome Anne, apesar de achar adorável a personalidade dela. O capitão que tomava conta do departamento de policia do centro era extremamente desleixado. E pelo visto alguém notou tal fato, não acreditou nessa história de transferências por motivos pessoais, mas sim em melhorias na administração. E que melhorias. Pegou o carro no estacionamento e o jeito era retornar para casa sem nenhuma informação.

-o0o-

Terminou de digitar o último documento, olhou rapidamente a estrutura do texto, salvou em uma pasta e fechou o laptop. Depois, com calma, corrigiria os erros porque no momento estava exausto de datilografar todos aqueles papéis. Olhou a sua frente e viu a enorme janela deixando o sol adentrar no cômodo, como queria dar um mergulho na piscina da mansão. Seus pensamentos foram interrompidos pela porta sendo aberta por um juiz.

- Bom dia, Valentine!

- Bom dia, Aiacos! – Viu-o fecha a porta, se dirigir ao sofá, sentar nele, cobrir o rosto com as mãos e apoiar os cotovelos nos joelhos. – Algum problema?

- Mulheres... Melhor mulher... Não. Melhor ainda. A mulher.

- Quer se decidir...?

- Ela. Aquela ruiva... Não. Aquela ninfa safadinha ainda vai me enlouquecer.

- Sinceramente, Aiacos. – O juiz levantou o rosto e fitou o espectro. – Eu não entendo a relação de vocês dois.

- Nem eu.

- Ela teve aquela conversa? – Quem nunca o escutou falar desse assunto a semana toda.

- Oh! Se tivemos.

- E você?

- Eu aceitei terminar. Mas o sexo com ela é maravilhoso. Até acho que abriram as portas dos Campos Elíseos e deixaram algumas ninfas, as mais safadinhas, escaparem.

O ruivo riu um pouco e parou assim que viu a porta se abrir novamente, os dois olharam um segundo juiz adentrar. Fechou a porta, dirigiu-se a outro sofá de dois lugares e sentou, estranhou o silêncio que se fez assim que sua presença fora notada. Olhou o ruivo que se levantou da cadeira detrás da mesa de escritório. Caminhou na direção do segundo juiz e sentou perto dele.

- Assunto particular? – Mirou o espectro nos olhos.

- Não. – O espectro pousou a mão na coxa dele. – Aiacos está enfeitiçado pela ninfa safadinha dele, Rada.

- E o que resolveram? – Voltou-se ao outro juiz.

- Eu terminei. – Falou sem convicção na voz e viu os dois o fitar. – Certo. Ela pós um ponto final no nosso relacionamento, se isso ainda é um. Vamos ser amigos e descarregar a tensão sexual às vezes, em noites de sexo selvagem. – Olhou os dois. – Pelo menos alguém de nos tem um relacionamento estável e duradouro. E põe duradouro.

- Fala de quem?

- De vocês dois, Radamanthy. – Viu Wyem arquear a sobrancelha. – É verdade. Quando os olhos tenho inveja. – Foi à vez do espectro arquear a sobrancelha. - Do amor dos dois. E parem de me olhar assim. – Estreitou os olhos o juiz de Grifon. – A cara de vocês dois me dá medo.

A porta foi aberta brutalmente, Minos adentrou furioso e falando tudo de uma vez na sua língua mãe. Começou a gesticular, andar em círculos e reclamar, talvez até falar palavras de baixo escalão. Quando Aiacos pegou o seu braço o fazendo sentar ao seu lado.

- Hei! Para de falar na sua língua e fala em outra que eu compreenda.

- Vocês não sabem o que me ocorreu...

Contou tudo que acontecera no departamento e ao final do relato bufou, cruzando os braços feito uma criança pequena que não ganhava doce. Os três que ouviram a tudo calados, ficaram surpresos. Harpia foi o primeiro a se manifestar.

- Eu faço os documentos.

- Obrigado, Valentine. – Sorriu Grifo.

- Você me ajuda, Rada? – Voltou-se ao loiro.

- Claro.

- Eu os invejo. – Pronunciou Minos bem baixinho.

- Viu. – Apontou Aiacos para os dois. – Não é só eu que acho isso...

- E poderiam me dizer o porquê dessa inveja toda com a nossa relação?- Quis saber Wyem.

- Vocês estão casados a anos. – Começou Aiacos. – Usam aliança, não ficam por ai feito um casal de adolescentes se pegando...

- POR HADES! – Minos colocou a mão na boca do juiz de Garuda. – Acho que já chega. Temos documentos a aprontar.

-o0o-

A viagem da Grécia ao Brasil foi tranqüila, Shura não conseguiu dormir, mas tentou dar uns cochilos. Miro encontrou uma posição boa para dormir e nem percebeu a leve turbulência que passaram. Dohko ainda tentava entender as decisões de Shion, mas sua mente trabalhava na nova informação que tinha em mãos que era sobre o escorpiano.

Em terra firme, pegaram uma vã que o hotel cedia aos hospedes especiais, visto que eles não conheciam a cidade e a pessoa responsável por eles só iria aparecer no dia seguinte. Shura percebeu algo desde que saíram de Atenas, não que aquela cena fosse anormal, mas ver as mulheres se afastarem de Miro, bastante decepcionadas, era incomum.

Chegaram ao hotel e a mesma cena se repetiu, achou que deveria saber o que tanto deixava as mulheres daquele jeito. Será que o escorpiano havia mudado e parado de dar uma de mulherengo? Todos no Santuário sabiam que ele saia à noite para fazer suas farras. Quando estivesse sozinho ia questioná-lo sobre isso. Fizeram o check-in, o mensageiro os levou ao quarto, ou melhor, dizendo: ao apartamento. Assim que o jovem explicou tudo e foi dispensado, o capricorniano foi direto ao assunto.

- Miro?

- Eu...?

- Só querendo matar a minha curiosidade...

- Fala logo, Shu!

- O que você falou para as meninas que as deixou tão decepcionadas?

Dohko que tinha levado as suas malas para o seu quatro e ia à cozinha preparar algo para comer, parou ao ouvir aquela conversa. Miro já tinha guardado as suas malas, estava no sofá digitando algo no celular, parou o que fazia e viu o capricorniano apoiado em um móvel esperando a sua resposta.

- Só falei a verdade. – Miro começou.

- E qual seria?

- Que eu sou casado.

- COMO?

- Sabe a pessoa encontra aquela pessoa, vê que tem afinidades e se...

- EU QUERO SABER COMO ISSO É POSSÍVEL!

- Ah! Shu. – Não entendia porque o outro estava falando alto. - Não grita e fica calmo, por favor.

- Shion sabe disso?

- Não. – E por que Shion precisava saber da vida particular dele?, Miro pensou.

- E Atena?

- Ela sabe. – Notou a expressão interrogativa na face do amigo. - Foi ela quem me levou à França, onde me casei.

- Há quanto tempo você é casado?

- A mais ou menos... – Fez uma pausa. – Vai fazer quatro anos mais ou menos...

- QUATRO ANOS?

- Shu, quer parar de gritar? – Se toda vez que fizesse uma revelação importante ele desse um grito, ia ficar surto. - E sim, quase quatro anos.

- Mas...

A risada do libriano fez o capricórnio o olhar, Miro não entendeu nada e voltou a mexer no celular. Shura já estava achando que os dois estavam fazendo uma piada da sua cara.

- Você também esta no jogo dele, mestre?

- Eu não sei de nada.

- Mas é verdade, Shu. – Os dois se voltaram ao grego. – Olha aqui a prova.

Levantou à mão onde se via a aliança, Dohko parou de rir e voltou-se para o outro cavaleiro. Shura chegou perto do outro e pegou a mão dele olhando bem o anel dourado na mão direita de Miro. Sim. Aquilo era mesmo uma aliança. O capricorniano se afastou e sentou no outro sofá, na frente do amigo.

- Como?

- Eu não vou ficar me explicando várias vezes não. Eu me casei e pronto. Gostando ou não estou muito feliz com...

- E por que eu nunca vi essa aliança ai?

- Porque eu só uso quando saio das dependências do Santuário. Não fico me exibindo por ai como se eu tivesse um dono.

- Mas você vive saindo...

- Ah! Eu estou casado mais não morto. Vivo a minha vida e faço o que gosto. Eu tenho um bom relacionamento com...

- Quem é ela?

- Ela? – A cara de espanto do escorpiano a pergunta do capricorniano confirmou a suspeita do libriano.

- Sim, a mulher com quem se casou.

- Não é ela.

- Não?

- É ele.

Um ataque de tosse se apoderou do defensor da décima casa, os dois estranharam e o libriano deu umas tapinhas nas costas dele. Miro pegou um copo de água na cozinha e deu ao amigo, que tomou tudo de uma vez. Assim que passou o ataque olhou primeiro o chinês que não estava impressionado e depois o grego que o analisava vendo se tudo estava bem.

- Quem... É o...? – Shura queria saber quem era, mas não sabia como questionar o amigo.

- Você quer saber com quem eu me casei?

- Lógico.

- Com o Kamus.

- Você é gay? – Voltou-se para o outro. – Você sabia que ele é casado e ainda por cima com o Kamus?

- Gay não, Shu. Sou um heteroflex.

- E eu só suspeitei, como todo mundo no Santuário. – Falou Dohko.

- Hetero o quê? – Nem prestou atenção ao que o chinês falou.

- Heteroflex. Heterossexual que tem um relacionamento com pessoas de sexo oposto e do mesmo sexo, a nível de conhecimento e descoberta. Mas acho que sou homossexual ou bissexual. Mas gay é feio.

Vendo que a cabeça do outro dava voltas, o chinês resolveu colocar um ponto final naquela conversa temporariamente. Não só pelo cansaço do capricorniano, mas por achar que não seria o melhor momento para os dois conversarem.

- Shura, por que não vai tomar um banho e descansar um pouco? A viagem foi longa. – O libriano sugeriu.

- Certo.

Levantou e rumou ao seu quarto, Miro olhou o outro e ia falar algo, entretanto o chinês fez um gesto pedindo que o deixasse ir. Assim que se virão à sós, Dohko deu um forte abraço no outro.

- Espero que seja feliz.

- Obrigado, mestre.

Shura entrou no quarto, tomou um banho e se jogou na cama, dormindo rapidamente pelo cansaço.

Continua...


Nota:

Olha eu aqui outra vez... Bem como eu já havia falado essa fic vai caminhar devagar. Apesar de que tenho uns capítulos escritos e outros revisados, mas estou dando prioridade as fics mais recentes e vou tentar nas férias colocar algumas na reta final, mas essa é uma fic que amo de paixão e tenho planos para ela. Pacienia povo e agradeço por ler e comentar.

Beijos e até...

Reviews...

Krika Haruno: Menina boa pergunta, eu também quero sabe onde esta Deba. Puxa! Porque eu tinha que saber onde esta Deba? Acho que é porque eu escrevo a fic. Ae! Muito mistério e não é nem a metade. Aioros revelou metade da historia e a outra parte? Miro é sortudo isso sim eu também queria um pingente igual ao dele. Somos duas... Beijos e agradeço pelos comentários.