CAPITULO 2
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O ar úmido e congelado enchia os seus pulmões. Era uma sensação gostosa e Lily achava que amenizava a larva que escorria por dentro dela...
Era exatamente sete horas da manhã e lá estava ela, sentada de olhos fechados ao pé de um antigo carvalho situado bem no começo da Floresta Proibida. Em cima das pernas estiradas um livro grosso sobre a história da arquitetura na Grã-bretanha, cheio de marcações coloridas. Em seu ouvido fones de ouvido.
Às vezes batia os dedos no livro dando ritmo a musica, outras vezes somente dedilhava - um costume que carregava desde criança. A melodia de uma bela canção a fazia esquecer de tudo, viajava em ondas calmantes, que deixavam o seu humor melhor. Resumindo: ficava em paz.
Inspirou mais uma vez profundamente sentindo o ar entrar completamente por suas narinas até quase estralar suas costelas e expirou lentamente pela boca, abrindo os olhos para ver a fumaça saindo de seus lábios.
Adorava aquilo, adorava ainda mais lembrar dela e Mary aos doze anos posicionando os dedos médio e indicador juntos e os levando a boca, fingindo ser um cigarro enquanto expiravam o ar quente no frio do ambiente. Fantasiavam ser parte integrante do filme Bonequinha de Luxo, onde todos fumavam com tanto glamour que a vontade de copiar era presumida. E elas eram em suas imaginações estrelas de um filme que contava a estória de uma garota de programa. Triste, não?
Sorriu um pouco e ficou a observar a fina camada restante de nevoa que ainda assolava a floresta, aquilo era tristemente lindo. A nevoa quase branca por entre os grandes carvalhos negros e suas sombras; do outro lado dava para ver o lago rodeado pela grama verde e ao fundo o gigante castelo de pedra.
Pegou o livro e o enfiou em sua mochila de qualquer jeito, colocando-a sobre um ombro só, pôs-se de pé a limpar a parte de trás de sua saia e meias.
- Ahhh eu sabia que ia te encontrar aqui! – falou Mary com as bochechas rosadas por ter corrido – E ai, já acabou a sessão deprê, porque querida se você estava escutando esse maldito cd denovo, serei forçada a fazer à mágica das cinzas.
- Você sempre foi tão dramática assim, ou só acontece porque hoje é quinta e tem prova?
Perguntei rindo da atuação dramática já tão costumeira dela, enquanto caminhávamos de volta.
- Querida Lily, não é só porque você é uma bombshell que você pode me tratar assim, o.k.? Sim, eu tenho uma veia artística muito boa, por isso faço aula de teatro com a Sprout todas as sextas, e você sabe o quanto é tedioso. Sim, to apavorada pela prova, como sabe não estou colocada no seleto grupo dos cdfs como você. E, por ultimo estou famélica, quase como uma...
- Não me diga uma somaliana porque já seria ridículo.
Disse cortando-a. Se você quer drama e com Mary que você terá. Com seu um metro e setenta e uns quilinhos a mais do considerado padrão, ela adorava exaltar a sua fome.
- Claro que não, a minha espessa camada de gordura adiposa não permite. Nada que um bom casaco Topshop não encubra, mas de qualquer forma estou com fome.
- Mas você sempre está com fome - Disse balançando a cabeça negativamente. - Ao menos estudou?
- Enquanto você ia para os corredores dos desesperados eu estava lá, enterrada nos livros. Não me restou nenhuma jujuba. Acredita?
Sorri enquanto subia os degraus para a entrada lateral do castelo. Pouquíssimos alunos estavam do lado de fora, apenas alguns jogadores de futebol da casa Sonserina estavam se aquecendo.
Ao me ver olhando os jogadores Mary disse:
- Sei, eles são meio que bonitinhos. Até gostosinhos poderia dizer. Mais tesudos mesmo só os nossos. Viva Grifinória, a casa do pecado. Tem treino hoje a tarde querida Lily flor e você virá com a sua queridíssima ilustríssima amiga.
- Não.
Não iria de jeito nenhum. Aquilo ia contra a minha natureza.
- Você vai.
Mary desafiou. Eu não cairia naquilo.
- Mary, primeiro eu não estava ouvindo musica deprê ali atrás, estava simplesmente relaxando. Tentei desenhar, mas não consegui e então por fim fiquei escutando musica – Mary revirou os olhos como se não estivesse comprando nada da minha conversa, eu sorri – E segundo, eu não sou wag, não sou alucinada por futebol como algumas pessoas que conheço e não tenho a mínima vontade de ficar vendo doze otários..
- Otários gostosos. _ Mary me corrigiu.
- O.k., otários gostosos correrem atrás de uma bola durante 90 minutos.
Disse adentrando o salão principal quase avistando a enorme mesa de mogno com estofados em vermelho e dourado, simbolismo puro de nossa casa. As mesas estavam quase cheias devido ao horário próximo as aulas. A frente na mesa dos professores professora Minerva com seus cabelos rigidamente postos em um coque banana, acenou para mim.
Um sorriso minúsculo como um ponto final aflorou em meu rosto. Aquilo não era bom.
Chegando ao ponto na mesa onde sempre comíamos, sentei-me escutando Mary tagarelar alguma coisa sobre "os gostosos do treino" com Emmeline, uma garota de grandes olhos azuis, lábios finos como um risco, cabelos que cheiravam água oxigenada e uma fama de pegadora que vinha desde o seu primeiro ano, ou seja, biscate desde a infância.
- Encontrou sua gata Lily?
Perguntou Alice do outro lado da mesa com um sorriso cordial.
- Não. Ela está sumida desde ontem de manhã, mas como já é usual vou esperar até a noite para começar a me apavorar.
- A prova de hoje já apavora o bastante, não é?
Falou Frank, namorado de Alice desde o jardim de infância.
- Não tanto, você sabe que quero fazer arquitetura, está no meu currículo então não é tão difícil para mim.
Respondi simplesmente, voltando a comer.
- Isso claro, porque você é CDF. Pessoas comuns não gostam de coisas velhas que o diga esse seu maldito cd do Gênesis. Gente ela estava hoje de manhã se entupindo compulsivamente dessa velharia pré-histórica com artrose.
Revirei os olhos.
- É verdade gente. Morte aos anos 80.
Foquei-me no meu prato e tentei não escutar as asneiras proferidas por Mary, todavia o mais difícil era força-me a não olhar de soslaio para confirmar a quentura que sentia no lado esquerdo do rosto. James Potter estava me encarado e pelo menos nesta manhã, ele não ganharia a minha atenção.
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As aulas de manhã passaram em um blur em tons de negro, cinza e branco – as cores das salas.
Aulas e mais aulas com oratórias tão longas que chegavam a dar sono. Quando a prova chegou, a fiz quase que mecanicamente, riscando rapidamente os parênteses e virando as três laudas seguintes descrevendo minuciosamente os estilos arquitetônicos Mourisco e Art Nouveau. Assim que acabou, me retirei da sala após o aceno com a cabeça e o sorriso tímido do professor Flitwick, caminhando lentamente pelo corredor de mármore creme e paredes negras como piche, como era proibido ficar próximo a sala devido ao barulho e a possível concentração dos alunos que ainda estavam fazendo a prova, decidi ir para sala comunal antes do almoço, procurar por Frida, a bola de pêlo perdida.
Caminhou em direção ao elevador, mas pensou que subir uns lances de escada não faria mal, poderia tonificar as pernas dessa forma. Um pouco sem fôlego adentrou a sala logo se arrependendo de tê-lo feito, James estava a encarando do outro lado da sala, ao lado da janela principal, braços cruzados no peito e um olhar serio que deixava sua íris escura como carvão.
Estranhamente notou que a sala estava vazia. Ele a estava esperando. Tudo planejado.
Fingiu não perceber seu olhar e tratou de ir andando em direção aos quartos femininos, estava prometendo a si mesmo que hoje ficaria calma, nada de brigas.
- Todd?
Ele falou um pouco alterado. Ela fingiu não escutar.
- Não finja que você não escutou – ele começou a caminhar em sua direção – Você vai mesmo sair com aquele retardado metido a bonzinho?
- E o que você tem haver com isso? Disse parando e o encarando.
Ele ficou a me encarar por alguns minutos, seus olhos brilhantes de raiva nunca deixando os meus.
- Nada, não é? - disse ficando cada vez mais próximo a mim - Mas você quer saber de uma coisa Evans querida, infelizmente esse encontro não vai acontecer porque o verme do Todd está na enfermaria cuidando das costelas e mais algumas coisas quebradas.
- Você não fez isso.
Perguntei negando com toda força que me restava e ele só ficou me encarando enquanto lutava para não sorrir.
Sim, ele tinha feito.
- Você é um imbecil, idiota, cretino.
Disse enquanto esmurrava seu peito com as minhas mãos com toda a força que tinha, mas a meu ver não fazia o menor efeito já que ele permanecia a me encarar como se meus pulsos fossem plumas.
Tentei ao máximo não chorar de raiva e ódio. Meu corpo inteiro tremia.
Depois de um tempo parei e me virei, não queria olhar, não queria vê-lo. Contudo, ao fazê-lo ele pegou meus pulsos e segurou com força, me virando e forçando-me a olhá-lo.
- Você me enoja! – exclamei – O que você quer?
Sua raiva estava controlada e me peguei apavorada percebendo seus olhos sobre meus lábios;
- Você.
Disse em um sussurro.
Fiquei parada onde estava, meus pés pareceram criar raízes e uma gargalhada nervosa saiu de meus lábios.
- Depois de tudo que vi nesses últimos meses e sem contar horas, essa é a resposta mais ridícula e menos criativa que você já teve.
Ele pareceu não se importar com o insulto.
- É o costume. – falou ainda baixo.
Olhei novamente para ele, sua feição havia se suavizado e quase surgiu uma ínfima vontade de acariciar seu rosto. Ínfima.
- Já que você prestou o seu serviço de pombo correio, pode me largar, por favor?
- E se eu não quiser? E se eu lhe imprensar contra a parede ali e lhe der um amasso que deixe você sem respirar por longos e deliciosos minutos, o que você vai fazer Lily flor? Vai gritar? Vai chamar a mamãezinha?
- Deixe de ser idiota e presunçoso, Potter. Supere esse seu ego podre.
- Sabia que você fica um tesão quando faz essa cara de brava indignada.
Falou lascivamente, aliviando ligeiramente a pressão sobre meus pulsos e me olhando dos pés a cabeça.
- Me solte. – pedi, daria a ele uma chance educada.
- Quero um beijo.
Neguei com a cabeça, rindo da insanidade vinda dele.
- Você bateu a cabeça? Ta usando drogas, Potter?
- Ahh Lily... – disse se encostando a mim. – Você sabe que a única droga em que sou viciado é você!
- Obrigada pela "droga". Estou lisonjeada, mas, por favor, me solta.
Ele não se moveu então forcei tentando me soltar, mas nada. Ele estava tão próximo que seu quadril estava colado ao meu enquanto nossas mãos pairavam ao lado de minha cabeça; E eu me perguntei como ele chegou tão próximo sem que eu percebesse.
- Eu quero um beijo apaixonado, de língua.
- Sua perversão chegou ao limite máximo. E não, eu não vou te beijar.
- Tudo bem. – disse ele calmamente soltando os meus pulsos – Eu te beijo. – falou inclinando sobre mim ao que dei um passo para trás. Ele me segurou pela cintura com força, machucando as minhas costelas.
- Você acha mesmo que eu vou permitir depois do que vi ontem à noite. Onde a sua boca foi parar Potter?
- Em lugar nenhum, aquilo são negócios. E eu não trabalho quando estou negociando, apenas aprecio. Mas por você e somente por você, a minha língua trabalharia feliz. Eu poderia lhe ensinar o alfabeto, bem lá embaixo. Que tal? – disse em minha clavícula, apertando seu quadril ao meu, forçando a indireta.
- Obrigada, mas sou alfabetizada. Agora, dá pra você me soltar, está me machucando.
Ele me encostou até a parede em uma velocidade e força descomunal. Eu era pequena em seus braços já que ele era quase vinte e cinco centímetros maior do que eu. Não podia fazer muita coisa. Estava presa a um troglodita.
- Eu só quero um beijo. – disse em minha orelha fazendo um arrepio fino perpassar o meu corpo e tenho certeza que ele sentiu porque sorriu e beliscou a junção de meu pescoço. – Seja minha.
Ele pediu, e aquele pronome possessivo revirou o meu estomago de tal forma que a bile surgiu em minha garganta. Eu tinha que pará-lo antes que as coisas saíssem do controle e então tudo estaria perdido. Tudo. Minha vida estaria perdida.
Então vamos lá, se tem que fazer faça! Já que um chute nas partes baixas não resolveria o caso, como já constatado anteriormente. Só lhe restara à realidade.
Tirando as mãos de seus tórax onde tentava afastá-lo de seu ataque vampirico, peguei seu rosto em minhas mãos e o encarei. Seus olhos castanhos estavam brilhando de excitação e algo a mais, que eu não gostaria de saber o que era. As frações verdes de sua íris estavam à vista, deixando-o ainda mais bonito. Droga. Ele era bonito.
Fechei os olhos e encostei os meus lábios nos dele, iria dar um beijo casto, essa era a minha intenção, mas não era a dele, assim que nossos lábios se encontraram a fome dele surgiu de forma avassaladora, devorando os meus. Seu abraço ficou mais intenso de uma forma que o fazia mergulhar em minha boca de forma mais profunda. Eu ainda tentava raciocinar enquanto sua língua brincava com a minha, não queria me entregar aquilo. Eu não resistiria.
Puxei para trás seus cabelos assim afastando nossos lábios um pouco, mordi uma vez levemente seu lábio inferior e olhei para cima. Seus olhos ainda estavam fechados, lacrados. Ele estava sentindo o momento. Sua boca procurou a minha novamente, mas eu não deixei. Malcriadamente mordi com um pouco mais de força seu lábio inferior. Não sangrara, mas o acordara do estupor.
Afastei-me de seus braços e sai andando indo em direção ao dormitório feminino, quando já estava na porta olhei para trás, ele ainda estava lá; sua cabeça encostada ao braço junto à parede, seus olhos ainda estavam fechados e ele sugava o lábio inferior como uma criança quando se retira o doce.
E aquela imagem fez Lily sentir dor. Muita dor.
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O quarto da monitoria feminina era grande, uma regalia que poucos tinham. Espaçoso, com uma grande janela, um guarda roupa regular e um pequeno banheiro. Tal como uma kitinet no centro de Londres.
Continha uma cama espaçosa, uma mesinha com abajur e uma penteadeira branca com um grande espelho - objeto de desejo e inveja das outras garotas da escola. Ao lado da cama havia um painel de fotos preto com pequenas estrelas douradas com fotos em toda parte. Na parede perto da porta, havia uma prateleira tripla cheia de livros, nenhum relacionado à escola, todos fantasias adolescentes sobre amor.
Começou então a procurar seu felino. Olhou em baixo da cama, no guarda roupa, em cada canto do quarto, mas nada de sua gata. Saiu e decidiu perguntar as outras meninas que estavam nesse horário no dormitório. Nada.
Voltou novamente ao salão comunal e começou a procurar pelo amplo espaço. James não estava mais ali apesar de seus lábios ainda estarem formigando devido o beijo. Olhou atrás das grossas cortinas de veludo, entre as almofadas, atrás e embaixo das poltronas, no sofá, enfim em cada canto daquela maldita sala. E nada.
Só faltava o dormitório masculino.
Sentou na poltrona que ficava defronte a porta de entrada e esperou por algum menino entrar.
Esperou e esperou quando por milagre Remus Lupin apareceu, com seus cabelos cor de baunilha e sorriso frouxo no rosto.
- Lily. – abaixou um pouco a cabeça, em uma solicitação um pouco antiquada, mas Lily descobriu que gostava daquilo.
- Remus. – disse cruzando as pernas e olhando além da figura masculina à frente, com receio que o resto da gangue o acompanhasse.
- Ele não está comigo. Pode ficar relaxada.
- Como se eu pudesse.
Disse levantando e dando um abraço em seu querido amigo.
- Você sabe por que ele faz isso, não sabe?
- Remus, não acho que esse seja um assunto agradável antes do almoço. Não irá ajudar muito na digestão.
- O.k. Mas quando realmente decidir falar dele. Estarei aqui.
- Claro. – falei dando um beijo em seu rosto. – Bem, estava a te esperar...
- A mim? O que a grande Lily Evans quer com um simples maroto?
- Não seja ridículo!
- Se for pelo Todd, saiba que eu não pude fazer muita coisa. Ele soube por Emmeline hoje cedo.
- Aquela fofoqueira.
- Sim ela é fofoqueira. E, você demorou a chegar ao café da manhã e por incrível que pareça Todd também, então James pulou para conclusões não muito boas.
- Eu não estava com ele.
- Eu sei. Mas quando se gosta de alguém e tem ciúme. Pensar não é uma coisa muito comum.
- Entendo.
- Desculpe, não pude impedir.
- Certo, eu irei vê-lo na enfermaria.
- Ainda vai sair com ele? – disse indeciso.
- Com certeza meu amigo. Agora é com vontade.
- Ah Lily, não se chuta cachorro morto. Você vai se arrepender.
- Veremos. – disse calmamente me encostando as costas do sofá - Então iria te pedir um grande favor.
- Hum. – disse em tom pensativo, apoiando os punhos no queixo imitando parcialmente O pensador. – O que seria? Algo ilegal?
A ruiva sorriu, não seria dessa vez pensou.
- Não. Mas não seria de nada mal se de repente aparecesse algo diferente em minha porta. – sorriu encantadoramente dando a dica – O que eu quero é que você procure no dormitório masculino a Frida, ela está sumida desde ontem de manhã. E você sabe como ela ama testosterona.
Remus riu.
- Ela ama e você atrai Lily, por isso ela é sua.
Revirei os olhos;
- Remus se eu não te conhecesse bem, pensaria que estava me cantando. – disse provocando-o.
- Ah Lily, meu seguro de vida não cobre morte por tortura. E, desculpe lhe informar, mas prefiro as morenas.
- Não gosta de fogo? – disse beliscando-o a barriga.
- Com você é queimadura de terceiro grau, vai até o osso.
Disse dando-me um beijo e indo em direção ao dormitório masculino. Sentei-me na poltrona e fiquei a esperar, com sorte teria uma alegria nesse dia, com a minha querida e amada bolinha de pelo negro em meus braços.
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Obs: wag é o nome dado pela imprensa britânica as namoradas e esposas dos jogadores de futebol inglês.
E são por vocês e somente por vocês que este capítulo está aqui:
Jane L. Black: Obrigada pelos elogios e pela confiança.
Lyric T.: É sempre emocionante, né? Acompanhar uma fic desde começo. Comparo com um livro, a gente sempre imagina o que pode ou não acontecer. É sensacional. Beijos.
Alice Hills: Tá frio ai? Pq aki ta congelando amiga hahahaha Rainha, nem. Não sou e nem nunca serei!
Susaninha: Pois é, um dia o filho retorna a sua casa hahaha Te compreendo, também tinha largado as fics, só acompanho duas em inglês pq nenhuma outra me instiga. Feliz que tu tenhas voltado!
Thaty: Obrigada. E Thaty, odeio Carnaval!Estranha, né?
28 Lily: Ansiedade por novo capitulo? Menina deixa disso! As sagas que eu leio já me matam.. a Richelle Mead me matou o ano passado e vai me matar esse ano...
Obrigada também as garotas que deixaram reviews em Eat You Alive: Mariana, Aneleeh e Tati Black.
Um pouco triste.
N. Baudelaire.
