N/A: Hi! Amores, obrigada pelos reviews lindos Como eu já disse anteriormente,não sou fã da Evans, então perdoem-me pelo que vou fazer com ela nesse cap. Ou não. Muahahahaah
Boa leitura!
Diga, parte 2
"Eu lembro dos lábios tremendo ao dizer
Eu não vivo sem você...
Fresno
Na enfermaria, Snape descobriu que a menina tinha mesmo torcido o tornozelo. Ele devolveu a varinha á ela e, para provocar ainda mais, Sirius Black, lhe beijou suavemente a testa, desejando as melhoras mais falsas que Hermione já tinha ouvido. A grifana balançou a cabeça negativamente com um sorriso de canto e sussurrou algo como "Garotos", antes de Snape girar nos calcanhares e deixá-la aos cuidados da enfermeira e companhia do amigo pulguento.
O resto do dia se passou da maneira mais tediosa possível. Snape não viu Lily pelos corredores e nem no almoço, ao qual James Potter também não compareceu, o que o levou á terrível conclusão de que o casal estava junto, enroscado em alguma parte do castelo.
A hora do jantar chegou, e outra vez, Lily não estava presente. O que o enervou além do limite.
Onde estava a ruiva? Ao menos o Potter estava ali, provando que eles não estavam juntos.
– Coma Severus. – cutucou Lucius ao seu lado.
– Estou sem fome. – disse, sem nem ao menos desviar os olhos negros da mesa da Grifinória.
– Está sem ela, você quer dizer.
– Por que você se importa tanto com isso, Lucius? – perguntou em tom baixo e frio.
– Você é meu melhor amigo, e está aí, caindo de amores por uma sangue-ruim!
– Não a chame assim. – pediu ao que parecia a milésima vez.
– Mas ela é! E você sabe que não pode ficar com ela. Não se pretende se tornar um comensal da morte. – disse sussurrando.
– Talvez eu não me torne um.
– Negaria o lord por ela? – perguntou Lucius incrédulo.
Snape apenas fez que sim com a cabeça. Lucius bufou sonoramente e desandou á falar sobre á honra que envolve a marca negra e os bruxos de puro-sangue, um discurso que Snape já conhecia e estava cansado de ouvir. Quando Lucius terminou de falar, ele se levantou e saiu para fora do salão.
A biblioteca de Hogwarts estava parcialmente escura e silenciosa, como era comum nesse horário, mas para a surpresa de Severus, ela não estava vazia. Sentiu o cheiro de Lily assim que pisou o primeiro pé sob o limiar de entrada, sorriu minimamente e se encaminhou para a mesa que a ruiva costumava ficar.
Lily fechou o livro assim que o viu.
– Que susto Snape!
– Snape? O que aconteceu com 'Sev'? – perguntou ele com tristeza fingida.
Sabia que Lily agiria assim. Ela sempre agia friamente depois de transarem, fingia-se de arrependida e puritana. Mas ele sabia que era só fingimento.
Já fazia quase três semanas desde que tinham se amado no lago, e já estava na hora de repetir a dose, na opinião dele.
– O "Sev" – Lily desenhou aspas com a mão. – Levou a novata para enfermaria no colo! No colo!
– Lily isso não foi nada...
– Nada? Sirius me contou da proximidade de vocês. Você... você á beijou na testa! – esbravejou a grifana enciumada.
– Olha, aquela menina torceu o tornozelo e eu a ajudei. Só isso. Juro. – defendeu-se Severus.
Lily pareceu ponderar por um momento, mas ainda estava com raiva quando disse:
– Já está na hora de encararmos a realidade, Snape. Nós não ficaremos juntos. Nunca.
– Nunca é muito tempo, Lily. – ele disse roucamente sentando-se de frente a bruxa e acariciando sua mão.
– Eu estou falando sério dessa vez, Snape. Eu pertenço ao James, e você...
– Pertenço á você. – interrompeu ele, antes que ela concluísse a frase. – Só a você.
– Não. Você sabe que isso não é verdade. – disse ela firme e levantou-se. – Seja lá o que nós tínhamos, Snape, acabou.
Snape arqueou a sobrancelhas para ela, e colocou-se de pé também.
– Lily... – começou ele suavemente.
A ruiva girou nos calcanhares e começou a se afastar. Levou alguns segundos para que o sonserina percebesse que ela falava sério dessa vez. Mas ele não deixaria que ela simplesmente saísse da sua vida, não assim, não agora.
Com passos largos e firmes, ele á alcançou, agarrou-a pelos braços e encostou-a contra a estante de livros próxima á sessão restrita da biblioteca.
– Me solte! – sibilou a ruiva.
– Nunca.
Snape colou os lábios aos dela, golpeando-a com a língua para que ela entreabrisse os lábios, mas ela não cedeu. Não retribuiu ao beijo.
– Eu não vivo sem você. – ele sussurrou com os lábios trêmulos roçando aos dela.
Lily amoleceu com a frase, soltando um suspiro mínimo, que Snape aproveitou para beijar-lhe novamente, e dessa vez ela correspondeu.
O beijo era desesperado e faminto, cheio de coisas não verbalizadas, promessas e despedidas. E ele sabia disso. Sabia que dessa vez, estava perdendo-a.
Separaram-se em busca de ar e Lily, contrariando as palavras de antes, começou a arrancar a roupa de Snape. Ela arrancou a capa escolar e abriu os botões da camisa, que escorregou pelos ombros do bruxo e parou na altura dos cotovelos, sobre o peito pálido havia apenas a gravata verde e prata.
A ruiva desceu os lábios carnudos pelos tórax alvo, distribuindo mordidas leves e lambidas quentes, até que seus joelhos tocaram o chão. Snape acariciou os fios vermelhos, enquanto ela lutava com os botões da calça. Arfou quando ela finalmente abaixou a calça e a cueca, dando liberdade á ereção pulsante que despontou orgulhosamente em direção ao rosto da garota.
– Lily! – gemeu ele quando ela pousou os lábios na cabeça rosada.
Lily brincava com a língua pela extensão do pênis, e massageava as coxas do bruxo ao mesmo tempo. Snape mordeu o lábio inferior quando ela o engoliu quase inteiro. Os dedos, que antes acariciavam, agora puxavam os cabelos vermelhos, guiando-a ao ritmo que mais gostava.
Foi ao levantar o rosto para gemer, que ele viu, de relance, cabelos cacheados que pertenciam á Hermione, sumirem por trás de uma estante. A grifana deve de ter percebido que ele á tinha visto, pois no instante seguinte, ouviram vários livros caindo ao chão.
– Quem está ai?! – perguntou Lily assustada.
– Ninguém, Lily, continue. – ele disse roucamente.
E Lily continuou. Movimentava-se rapidamente, sugando Snape e o acariciando com a língua, fazendo o bruxo estremecer em cada movimento.
Ele viu Hermione tentar sair de detrás da estante, mas levou o dedo indicador aos lábios, pedindo a ela que ficasse em silêncio e se mantivesse ali. Se Lily á visse, sairia correndo, e ele estava muito longe de dispensar os carinhos da bruxa.
De todas as coisas que Hermione pensou que poderiam acontecer em uma viajem ao passado, essa, com certeza, não estava na lista. Ela voltou a se esconder atrás da estante.
Então Snape era amante de Lily Evans? Bom, isso era surpreendente.
Sempre imaginou a mãe de Harry como uma garota doce e meiga... Pura. Mas não havia nada de puro em estar ajoelhada com o membro de um homem na boca.
– Isso Lily... – gemeu Snape de maneira estrangulada.
É. Isso definitivamente não sairia de sua cabeça nunca!
Ouviu um gritinho e arriscou uma pequena espiada por entre os livros.
Snape tinha levantado a bruxa e lançado ela contra a estante, Lily tinha as pernas entrelaçadas á cintura de Snape, a saia levantada sobre a barriga, e ele, de maneira bruta e descontrolada, rasgou a calcinha preta, para então estocá-la abruptamente.
Hermione não precisava de um espelho para saber que estava corada até a raiz do cabelo.
Se escondeu outra vez e tapou os ouvidos na tentativa de livrar-se dos gemidos roucos dos dois. Mas não adiantou muita coisa, Lily era meio escandalosa.
– Oh! Se-ev mais fundo! –a ruiva gritou entrecortada.
A imagem de uma Lily pura tinha ido ralo abaixo para sempre. Hermione estava á ponto de se desilusionar para sair dali, mesmo não sendo muito boa em desilusão, o que ela não podia era ficar ali, ouvindo os dois transarem.
Ela tinha certeza absoluta que Snape tinha á visto deixar a biblioteca, mas não se importava o suficiente para verificar.
Ela não sabia o que a deixava mais perplexa; a descoberta de um romance entre Snape e Lily, ou a percepção do quão sensuais eram os gemidos do bruxo.
Dias depois...
Era cedo ainda, cerca de seis horas da manhã, quando Hermione ouviu Lily levantar-se e correr para o banheiro.
– Lily, você está bem? – ela perguntou, ao ouvir a bruxa vomitar.
– Eu... – começou a ruiva, mas voltou a vomitar.
Marlene e ela se levantaram e correram para o banheiro, onde se ajoelharam perto de Lily, que tinha o rosto inclinado sobre o bacio.
– Vou chamar a enfermeira! – anunciou Marlene apreensiva.
–Não!– gritou Lily. – Quer dizer... Não é preciso Lene, eu já estou bem. Sério.
Hermione olhou para Marlene e deu de ombros, as duas pareciam confusas e desconfiadas, mas não teceram qualquer comentário.
Ainda naquele dia, durante a aula de transfiguração, Hermione foi chamada ao escritório do diretor.
Dumbledore, sentado por trás da escrivania de carvalho, lhe enviava uma imagem nítida de seu velório. E assim como na primeira vez que o vira nesse tempo, a bruxa teve que segurar as lágrimas.
– Sente-se, Srta. Granger. – ele disse com um sorriso simpático. – Aceita umas balinhas de limão?
– Obrigada diretor. – ela aceitou as balinhas, mas não as colocou na boca.
– Sei que não posso saber o que acontece no futuro, pois seria demasiado perigoso, mas sua emoção em me ver, me intriga.
– Desculpe professor, é só que...
– Não explique-se, senhorita. Quanto menos eu souber, melhor. – Hermione aquiesceu com a cabeça e esperou que o diretor começasse a falar novamente. – Já faz um mês que a senhorita está entre nós. Eu não sei qual o objetivo da sua viajem ao tempo, mas temo que tenha que ser mais rápida. Não é seguro passar tempo demais no passado.
– Eu sei professor Dumbledore, mas eu tenho uma missão que está longe de ser cumprida, na verdade, estou confusa, as coisas não saíram bem como o planejado.
– Srta. Granger, estou aqui para ajudar-lhe no que for necessário. Mesmo que não possa fazer muito por não saber qual é a sua missão na integra. Me deixe saber se houver algo que precise.
– Claro diretor. – agradeceu Hermione.
A bruxinha deixou o escritório do diretor com um tremendo sentimento de culpa. Ela tinha uma missão á cumprir, tinha que se aproximar de Snape, mas tudo o que tinha feito no último mês foi observar ele se relacionar com Lily, sem, no entanto, interferir; e puxar conversas fúteis nas aulas de poções.
Mas aquele mês de observação tinha dado á grifana uma certeza: Snape era apaixonado por Lily Evans.
Várias vezes pegou o bruxo olhando com olhos sonhadores para a ruiva, ou conversas sussurradas pelos corredores escuros. Só que Lily não partilhava do mesmo amor. Não. Lily amava James, Hermione sentia isso, ela só não sabia o porquê dela manter um relacionamento com Snape, se era apaixonada pelo namorado.
Estava perdida nesses pensamentos, quando se chocou com alguém. O baque foi forte o suficiente para levá-la ao chão e um corpo forte cair sobre o dela.
– Maldição! – exclamou ao bater a cabeça com força no piso de pedra.
– Tinha que ser você. – ouviu Snape perto demais.
– Você podia ter desviado sabe? – ela se ergueu sobre os cotovelos e observou o bruxo que já se colocava de pé. Snape não usava a capa escolar, vestia apenas uma camisa branca sobre o tronco e, sem a gravata, os primeiros botões abertos, mostravam um pedaço de pele alva.
– Vou acabar me acostumando com essa imagem. – disse o sonserino com um sorriso torto. – Você fica linda aos meus pés, Granger.
– Você fica lindo sem capa. – Hermione murmurou.
Ruborizou quando percebeu que tinha dito em voz alta, ainda mais por Snape arquear as sobrancelhas para ela.
– Vai me ajudar á levantar, ou não? – questionou para quebrar o gelo.
Snape estendeu a mão para ela e a içou para cima, outra vez minimizando o espaço entre seus corpos.
– Ainda não tive a chance de agradecer pela sua... Descrição, naquela noite na biblioteca.
– Quem te garante que eu não contei á ninguém? – perguntou a grifana com tom de provocação.
– Lily continua namorando o veadinho. Então...
– Você a ama? – soltou Hermione sem querer.
Mesmo sabendo a resposta, queria ouvir aquilo da boca de Snape, precisava encaixar todas as peças daquele quebra-cabeça.
– Isso não é da sua conta, é?
Os olhos negros, cheios de calor, brilharam de forma curiosa para ela. Hermione soube o que Snape pretendia e bloqueou a mente antes que ele visse alguma coisa. Ou perlo menos ela achou que ele não tinha visto nada.
– Fique fora da minha mente, professor! – sibilou a grifana.
–Professor?
– E-eu, eu... – Hermione empalideceu subitamente.
Snape não podia saber nada sobre o futuro, era perigoso demais. Maldita língua!
– Tem alguma coisa estranha em você. Um dia eu vou descobrir o que é. – prometeu o bruxo e partiu pelo corredor.
Hermione, que ainda não acreditava na própria burrice, ficou parada no mesmo lugar, cada vez mais confusa.
Havia algo errado com Lily, e Snape sabia disso.
A ruiva o evitava há semanas, e parecia diferente das outras vezes. Algo sério realmente tinha acontecido, ele sentia que a perdia, e isso o torturava. Ele estava procurando-a quando esbarrou na Granger, a novata de olhos castanhos e cabelos encaracolados. Essa era uma pessoa que o intrigava de verdade.
O que mais o incomodava nela, era a falta de referências. Ele não sabia nada sobre ela, tudo era muito vago, como se ela não tivesse um passado. A menina nunca falava da família ou recebia corujas, e tinha a mania irritante de puxar assunto com ele toda santa aula de poções. E mais uma coisa, essa descoberta recente, ela sabia oclumência. O que ela poderia querer esconder, para proteger a mente de maneira tão firme? Nos poucos segundos em que esteve na mente da castanha, conseguiu ver apenas um vislumbre de um garoto de olhos verdes... Verdes como os de Lily. Exatamente iguais aos de Lily.
Mas antes que ele conseguisse descobrir de quem se tratava, ela fechou a mente de forma que não deixou sequer uma brecha. E por Merlin, ela o chamou de professor? Argh! Que garota confusa!
A irritante grifinória não saiu de seus pensamentos durante todo aquele dia, tornando a distância de Lily muito menos dolorosa.
Foi somente no domingo que conseguiu ficar á sós com a ruiva. Lily estava perto do lago, com os braços cruzados e o olhar distante.
Sorriu ao perceber que ela o esperava.
– Demorou. – ela disse quando o ouviu se aproximar.
– Foi você quem fugiu de mim por dias á fio. – retrucou.
Lily girou para encará-lo, mas manteve os braços cruzados e expressão séria.
– Nós precisamos conversar.
– Claro. Mas antes... – Snape se aproximou, almejando enlaçar à ruiva nos braços e tocar-lhe os lábios.
Mas Liy esticou os dois braços, espalmando as mãos no tórax do bruxo, para impedir que ele se aproximasse.
– Eu disse é a você, Snape, isso já acabou. –falou firme e determinada.
– O que você quer falar comigo então? – perguntou o bruxo em tom ríspido.
Lily respirou fundo algumas vezes, a palidez no rosto era algo fora do normal. Demorou uma eternidade para que ele falasse:
– Eu, erm... Sev, eu estou grá-grávida. – gaguejou a jovem Lily com os olhos verdes fixos na grama.
Severus sabia que estava de queixo caído, a noticia o acertou como um balaço bem no meio da cabeça, deixando-o tonto e sem ar.
Então Lily estava gravida? Ele seria pai? Ele e Lily teriam um filho! Engoliu a saliva com dificuldade. Isso era algo totalmente inesperado, algo que ele não planejara e Snape gostava de planejar tudo. Absolutamente tudo. Gostava de ter controle sobre ás coisas, entretanto, não tinha o mínimo controle sobre isso. Não tinha condições, psicológicas ou financeiras, para ter um filho.
Lily o olhava apreensiva, esperando que ele assimilasse a notícia.
Sua mente trabalhou numa velocidade inumana, mostrando-lhe todos os motivos para não querer ser pai agora.
(a), eles eram muito novos, (b), estavam em tempos de guerra, (c), ele não seria um bom pai. Mas havia um motivo para ele querer esse bebê, e esse motivo subjugava todos os outros, ele seria pai de um filho de Lily. Parte dele crescia dentro do ventre da mulher que ele amava.
– Ai meu Deus, você não está em choque ou coisa assim está? – Lily perguntou e deu um tapinha na bochecha magra dele, fazendo com que Snape piscasse repetidas vezes e fechasse a boca, absurdamente, seca. – Por favor, Sev, eu preciso de você em suas plenas faculdades mentais para fazer a poção Mundus uterum!
– Eu não sei o que dizer. – sussurrou o bruxo com alguma emoção, sem ter prestado atenção nas palavras da ruiva.
– Diga que fará a poção o mais rápido possível! Você sempre foi excelente em poções e...
– Que poção?
– Mundus uterum. – repetiu.
Snape arregalou os olhos, não conseguia acreditar no que ouvia. Lily estava pedindo que ele fizesse uma poção abortiva? Ela queria matar o filho dele?
Pela primeira vez na vida, o bruxo sentiu nojo de Lily.
– Você não vai abortar! – sussurrou ele com raiva.
– Enlouqueceu? Não podemos ter um filho... O corpo é meu! Eu não quero ser mãe! Não agora e nunca de um filho seu! – cuspiu a ruiva. – Você tem que me ajudar, Sev...
– Ajudar a matar nosso filho?
– É um feto! Um nada!
– É parte de mim! Não se atreva á fazer mal á ele! Entendeu bem? – a voz do bruxo era fria e ameaçadora. Algo que nunca tinha dirigido á Lily.
– Se você não vai me ajudar, eu vou fazer isso sozinha! – os olhos verdes de Lily, de repente, eram frios. Não era a Lily Evans por quem Snape tinha se apaixonado.
– Que tipo de monstro é você? – murmurou Snape com asco.
Antes que ele pudesse dizer qualquer outra coisa, ouviram o zelador se aproximar aos berros.
– Vocês dois, já para dentro! Não é hora de estarem aqui fora! – exigiu o homem.
Lily num átimo se pôs á andar, deixando Snape para trás.
Severus não sabia o que fazer, mas uma coisa era certa; Lily teria essa criança. Ela querendo ou não!
N/A: Lily bitch!
Me digam o que acharam!
Amores, eu AMO OS COMENTS DE VOCÊS Então obrigada pelo estimulo õ/
Sobre Meu eu em você, eu vou atualizá-la logo, essa semana ainda, espero. Só pra vocês entenderem, eu estou com três fic em andamento. Te Amo, Diga e MEEV, então vou fazer assim: Te amo será a próxima a ser atualizada, depois MEEV e depois Diga. E depois sucessivamente õ/ Combinado? *u* Beijos
