Ois gente! Anciosos para o capítulo?
Espero que curtam...
CAPÍTULO DOIS
— Achei que você tinha decidido ir embora — disse Edward quando Isabella Swan finalmente voltou para a cozinha, carregando uma caixa de mantimentos.
Ela pousou a caixa na mesa, antes de responder, com o rosto levemente corado e mais fios ruivos soltos de sua trança.
— Eu me detive para admirar aquela linda casa enorme.
— Mulberry Hall?
Ela assentiu.
— É um hotel, ou coisa parecida?
— Coisa parecida — disse Edward sucintamente.
Ele havia se sentado junto à mesa e estendido a perna à sua frente para observar Isabella preparar os filés.
— Ou é um hotel, ou não — disse ela, detendo-se e franzindo levemente as sobrancelhas.
— Não é — respondeu Edward, embora aquilo também não tivesse sido de muita ajuda.
A visão de toda aquela comida fresca fez com que ele se lembrasse de quanto tempo fazia desde a última vez em que ele havia comido uma refeição decente.
Ele não tinha a menor intenção de conversar a respeito de Mulberry Hall, ou sua função, com uma mulher que partiria dentro de algumas horas.
— Jasper me disse que toda essa propriedade pertence à Cullen Corporation.
Edward franziu os lábios.
— Ele disse isso?
Ela arqueou as sobrancelhas.
— Se não quiser falar sobre isso, basta me dizer. Ele deu de ombros.
— Eu não quero falar sobre isso.
Bem, ela havia pedido aquela, reconheceu Isabella.
— Eu só estava tentando manter uma conversa educada. Edward a olhou com frieza.
— Eu concordei em deixar que você preparasse o jantar, não em conversar.
Isabella conteve a sua resposta raivosa e voltou a desempacotar os mantimentos.
Talvez ele ficasse mais tratável depois de ter comido. Talvez não!
Segundo o seu prontuário, os ossos quebrados em seu braço e costelas haviam calcificado bem, mas as linhas de expressão em torno de sua boca e olhos eram a prova da dor que ele ainda sentia no quadril e na perna, que haviam sofrido fraturas e que obviamente não haviam se recuperado tão bem. Os dedos de Isabella estavam coçando para explorar aquela perna e quadril danificados a fim de checar por conta própria o que poderia ser feito para recuperar a mobilidade total daquele homem.
Ou talvez ela só estivesse ansiosa por tocar todo aquele belo corpo másculo de Edward Masen...
Sua irmã ficara surpresa quando Isabella tentou lhe explicar o seu dilema, desfazendo de suas preocupações por ter aquele ator como seu mais novo paciente. Rosalie também a havia acalmado quanto ao seu envolvimento involuntário com o divórcio dos Newton. Na condição de sua advogada, ela havia lhe aconselhado a simplesmente investir no que sabia fazer melhor e deixar que ela cuidasse do processo.
— Pode pôr a mesa enquanto eu cozinho? — perguntou ela, de maneira direta.
O maxilar dele enrijeceu.
— Eu não sou um inválido completo — respondeu ele, cerrando os dentes ao se levantar, desajeitado, antes de agarrar a bengala a fim de se equilibrar.
— Perguntei se estava disposto a fazê-lo, e não se era capaz de tanto.
— É claro que sim — disse ele, sarcasticamente.
Isabella o observou enquanto ele mancava pela cozinha em direção a uma determinada gaveta, tentando manter um olhar profissional. Os músculos da perna dele estavam obviamente enfraquecidos devido a meses de falta de uso, mas aquilo não explicava a intensidade da dor que ele parecia estar sentindo. Talvez fosse melhor pedir que outra pessoa o examinasse...
— O que é que você tanto olha?
A expressão grave no rosto de Edward fez com que ela optasse por ser absolutamente sincera com ele.
— Estava me perguntando se você não deveria tirar mais algumas chapas da sua perna e quadril.
— Esqueça — disse ele, jogando os talheres de volta na gaveta, antes de fechá-la ruidosamente. — Pegue a sua comida e vá embora daqui! — exclamou ele, caminhando com dificuldade em direção à porta que conduzia ao corredor.
Isabella franziu a testa diante de sua evidente intenção de ir embora.
— E quanto ao jantar?
Aqueles olhos cor de Esmeralda brilhavam furiosamente ao olhar para ela.
— Acabo de perder o apetite.
— Só porque eu falei da sua perna?
— Porque você simplesmente falou — disse Edward, insultando-a. — As mulheres parecem sentir uma necessidade irrefreável de dissecar absolutamente tudo.
— E os homens preferem tamponar as suas ansiedades em vez de...
— Minha única ansiedade nesse momento é você! — interrompeu ele, sentindo um nervo pulsar em seu maxilar tenso. — Mas isso se resolverá assim que você sair por aquela porta.
— Eu não vou a lugar algum — disse ela, sem alterar o seu tom de voz.
Aqueles olhos brilhantes, cor de Esmeralda, ficaram gélidos ao olhá-la novamente de cima a baixo.
— Não?
— Não — insistiu ela. — E duvido muito que você seja capaz de me obrigar a fazê-lo.
O rosto de Edward voltou a ficar doentiamente pálido quando a sua boca se franziu num sorriso raivoso.
— Caia fora da minha casa!
Ele se virou e deixou a cozinha, sem olhar para trás, com o cabelo longo que chegava até a altura de seus ombros e as costas rígidas devido à fúria que ele não fazia o menor esforço para esconder.
Isabella afundou na cadeira que Edward havia acabado de vagar. Estava acostumada a pacientes difíceis; gostava do desafio de trabalhar com eles. Lidar com Edward Masen, porém, seria bem mais difícil do que ela poderia ter imaginado, uma semana atrás, quando havia, inadvertidamente, concordado em ajudar o irmão de Jasper Cullen...
— Mudou de ideia?
Ela ergueu o olhar, cheia de esperança, uma hora depois, quando o ouviu caminhando pelo corredor.
— Não.
Edward não podia negar que ficara tentado com o delicioso aroma que havia emanado da cozinha até o escritório, onde ele havia se instalado enquanto aquela mulher teimosa preparava o seu próprio jantar, e nem que a sua boca ficara cheia d'água ao pensar em cravar os seus dentes num filé mal passado e numa batata corada na manteiga, acompanhados, possivelmente, por uma bela salada. Mas ele jamais daria a Isabella Swan a satisfação de fazer uma refeição com ela.
— Acho que lhe disse para ir embora.
O aspecto imaculado da cozinha mostrava que ela havia terminado de limpar tudo antes mesmo de começar a cozinhar.
Isabella permaneceu confortavelmente sentada junto à mesa da cozinha, onde havia acabado de fazer a sua refeição, acompanhada de uma boa taça de vinho tinto, a julgar pela garrafa aberta, ainda sobre a mesa.
— Seu irmão quer que eu fique. Edward cerrou os dentes.
— Bem, talvez você não tenha percebido, mas Jasper não está aqui, no momento.
— Tenho certeza, porém, de que ele não teria a menor dificuldade de vir para cá em questão de horas se eu decidir chamá-lo — respondeu Isabella Swan, despreocupadamente.
Edward também não tinha nenhuma dúvida de que Jasper seria capaz de pegar o seu helicóptero particular e voar até, caso achasse necessário.
Edward pegou uma taça, serviu-se de um pouco de vinho e tomou um gole antes de responder àquela mulher cada vez mais irritante.
— Se isso foi uma ameaça, devo dizer que não fiquei nem um pouco impressionado.
— Não foi uma ameaça, e minha intenção não foi impressioná-lo — disse ela, com uma careta. — Você não deveria tomar bebida alcoólica, já que está fazendo uso de medicação para dor.
— Esta é a minha medicação para a dor!
Se havia alguma coisa que valia a pena em Mulberry Hall era a sua adega, e Edward tinha se servido livremente dela no último mês.
Isabella Swan franziu as sobrancelhas.
— O álcool causa depressão...
— Eu não estou deprimido! — exclamou ele, pousando a taça com força sobre a mesa e derramando parte de seu conteúdo.
— Mas está com raiva, frustrado... E rude.
— E quem lhe garante que eu não era assim antes do acidente? — perguntou Edward.
— Você não era — disse Isabella, em voz baixa. — A imprensa certamente teria explorado isso, caso fosse verdade.
Em vez disso, porém, a mídia não se cansava em exaltar as idas do belo e charmoso ator às estreias de diversos filmes, sempre acompanhado de louras altas, ou a jantares nos restaurantes finos de Los Angeles, devastadoramente belo num smoking preto, ou numa roupa casual de grife, com seu cabelo escuro um pouco mais longo, mas muito bem cortado, todo estiloso, de modo a realçar ao máximo as linhas retas das maçãs de seu rosto e queixo, e o sorriso sexy que curvava aqueles lábios esculturais. Isso tudo, é claro, sem falar daqueles olhos verdes, simplesmente encantadores!
Um completo contraste com aquele homem selvagem à sua frente.
— Quando foi a última vez em que você foi ao barbeiro? Edward tomou mais um bom gole de vinho.
— Isso não é da sua conta.
— Cuidar da sua aparência...
— Não vai diminuir em nada a dor que sinto em minha perna.
— Temos que descobrir o porquê disso — pressionou ela.
— Não, Isabella, você tem que descobrir isso para manter o seu emprego, certamente muito bem pago — ressaltou Edward — mas como não pretendo deixar que você se aproxime de mim, acho que isso vai ser um pouco difícil.
Impossível, na verdade, admitiu Isabella, frustrada. Ela se levantou para recolher a louça.
— Gostaria que eu preparasse o seu filé agora?
— Diga-me, Bella, qual foi a parte do caia fora da minha casa que você não entendeu?
Ela respirou fundo, tentando se controlar.
— Eu não tive dificuldade alguma em compreender o que você disse, uma vez que não sou estúpida, nem surda. E por falar nisso, eu prefiro que meus... clientes me chamem de Isabella ou de srta. Swan.
Somente os seus familiares e os amigos mais íntimos a chamavam daquele jeito. Além do mais, a formalidade do seu nome completo soava mais profissional, e ela precisava admitir que estava tendo dificuldade de manter um distanciamento de Edward Masen.
Considerando a ameaça de um escândalo devido ao problema que estava enfrentando com os Newton, Isabella precisava manter o seu relacionamento com aquele homem, e com todos os seus pacientes, num nível estritamente profissional.
Edward olhou para ela com ironia enquanto voltava a encher a sua taça.
— Por que não aceita simplesmente que está perdendo o seu tempo comigo, Isabella? Que eu não a quero e nem preciso de você aqui?
Ela arqueou uma sobrancelha.
— Concordo apenas com a primeira parte da segunda afirmação!
Edward ficou tenso ao ver o desafio contido em seu queixo erguido e no brilho de seus olhos azuis, sendo obrigado a reconhecer, mais uma vez, que embora sua boca e seu cérebro estivessem tentando afastar aquela mulher, seu corpo ansiava por puxá-la para junto de si e beijá-la insanamente. Ele não havia sentido uma centelha de desejo, sequer, por mulher alguma, nos últimos seis meses, tendo chegado a se perguntar, nos momentos mais sombrios, se o acidente também havia lhe roubado aquela habilidade. A agitação entre as suas coxas só de olhar para aquela mulher, ao menos havia lhe assegurado que aquele não era o caso.
Edward se perguntou o que a sempre tão profissional Isabella Swan faria se ele seguisse o seu instinto e a beijasse alucinadamente. Provavelmente sairia correndo no meio da noite, e nunca mais se aproximaria de sua porta!
O que, pensando bem, era exatamente o que Edward queria que ela fizesse...
Ele apoiou a bengala cuidadosamente na mesa e caminhou até se deter a poucos centímetros de Isabella Swan, que, pressionada contra o armário da cozinha, o olhava com uma expressão apreensiva.
— Você não parece mais tão confiante, agora, Isabella? — disse Edward, aproximando-se ainda mais dela.
Isabella entrou em pânico. Sentiu o calor do corpo de Edward e reagiu instantaneamente a ele, notando os seus seios incharem e seus bicos enrijecerem, despontando contra o tecido de sua camiseta, para sua consternação.
Mesmo barbado e despenteado, ele ainda era indubitavelmente atraente!
Isabella passou a ponta da língua pelos seus lábios secos, para logo em seguida perceber o erro que cometera ao ver o olhar sedutor dele seguir o seu movimento.
— Isso não tem graça, Edward...
— Não era para ser engraçado. — Ele cruzou a pequena distância que os separava. Seu membro rijo e excitado pressionou as coxas de Isabella, ateando fogo ao corpo dela. — É natural? — perguntou Edward, tocando de leve em seu cabelo de um belo ruivo intenso, junto à sua têmpora.
Isabella franziu a testa.
— Que mulher, em seu juízo perfeito, pintaria o cabelo dessa cor? zombou ela, tentando dissipar o seu desconforto com a proximidade dele.
— É lindo — murmurou ele, acariciando várias mechas sedosas com a ponta de seus dedos. — Diferente.
Isabella compreendeu que ele estava deliberadamente brincando com ela, como uma nova tática para forçá-la a ir embora. O fato de ter ciência daquilo, porém, não diminuiu em nada a intensidade de sua reação à proximidade dele e à leve carícia da ponta de seus dedos em seu cabelo. Ela mal conseguiu respirar quando os seus seios excitados roçaram a firmeza do peito de Edward, fazendo-a ansiar por um contato mais íntimo!
— É só um ruivo normal.
— Não — murmurou ele roucamente. — Eu nunca vi essa cor de cabelo antes. É um misto de castanho e canela, com mechas de vermelho.
A cor do cabelo de Isabella havia sido o tormento de sua infância, e, certamente, não era a sua característica ideal para ser mencionada naquele momento, caso ele realmente estivesse querendo seduzi-la.
— É ruivo — insistiu ela, sem alterar o tom de voz.
O olhar verde dele desceu lentamente pelos seus seios, demorando-se apreciativamente naqueles mamilos enrijecidos, antes de seguir para a sua barriga lisa e então, ainda mais abaixo, rumo às suas coxas, demorando-se lá, especulativamente. —A cor...?
— Não se atreva! — interrompeu Isabella, sentindo o seu rosto em brasa. — Afaste-se de mim, Edward — advertiu ela.
— Ou...?
Ela o encarou desafiadoramente.
— Ou eu serei obrigada a afastá-lo por minha própria conta.
Isabella havia feito aulas de defesa pessoal, há muitos anos. Não tinha dúvidas de que seria capaz de detê-lo, mas não gostaria de fazê-lo, especialmente com aquele homem.
O que havia começado como um jogo, a fim de irritar Isabella Swan a ponto de fazer com que ela quisesse ir embora, acabou assumindo outra dimensão para Edward, diante da reação dela. Ele sentiu a sua ereção literalmente latejar, a ponto de doer, ao se imaginar arrancando aquele jeans apertado das nádegas e coxas bem torneadas dela e baixar a sua calcinha por suas pernas, antes de libertar a si mesmo, pressioná-la contra os armários da cozinha e mergulhar em seu calor convidativo!
Edward desejou ouvir Isabella Swan gritar de êxtase, e não de pavor, sentindo o suor umedecer a sua testa ao lutar para não ceder aos seus impulsos.
Apenas a prolongada abstinência poderia explicar a sua reação física a ela, a segunda, na verdade, no espaço de apenas uma hora. Afinal, ela nem era o seu tipo!
O olhar de Edward foi deliberadamente irônico ao olhar para o rosto afogueado dela.
— Talvez tenha sido divertido tê-la por perto, afinal, Isabella.
Ela arqueou as sobrancelhas.
— Tenha sido?
— Humm.
Ele se afastou deliberadamente dela para mancar até o outro lado da cozinha e pegar a sua bengala.
— Apesar dos seus pequenos belos seios e de suas nádegas arredondadas, eu ainda a quero fora daqui!
Isabella olhou para ele, frustrada, embora tivesse que admitir que estava aliviada por Edward não estar mais tão perto dela, nem tocando-a, ou deixando-a completamente consciente da firmeza de sua excitação.
Ela passou as palmas úmidas pelo seu jeans.
— Ainda estou disposta a preparar o seu jantar, caso esteja com fome — disse ela, com a voz rouca.
— Isso seria simplesmente alimentar o apetite errado.
— Seu irmão está me pagando para cuidar da sua perna, não para ir para a cama com você! — exclamou ela.
Ele deu de ombros.
— É uma pena, já que neste exato momento, eu preciso bem mais de uma mulher na minha cama do que de uma fisioterapeuta.
Edward sabia que jamais precisara tanto satisfazer uma necessidade física quanto naquele instante!
— Você não tem ninguém para quem possa ligar? — perguntou Isabella, curiosa.
O rosto dele enrijeceu.
— Não mais.
Isabella olhou para ele especulativamente. Edward Masen jamais escondera a sua aversão ao casamento devido ao divórcio de seus pais quando ele ainda era muito pequeno, o que não o impedira, no entanto, de ter muitas e diferentes mulheres em sua vida. Belas, sofisticadas, completamente diferentes de Isabella, razão pela qual ela sabia que o interesse dele não era genuíno.
— Por que não? Deve haver muitas mulheres que viriam correndo atender ao seu chamado.
Ele sorriu sem humor.
— Olhe para mim, Isabella. De verdade — pressionou ele.
Isabella já havia olhado. Muitas vezes! Sim, era evidente que ele estava mais magro e abatido do que há seis meses, mas no que dizia respeito a ela, nada daquilo diminuía o seu poder de atração.
— O que quer que eu veja?
Edward resmungou, impaciente.
— Do que foi que me chamou antes? Aleijado? Ela arfou diante da amargura no seu tom de voz.
— Não, o que eu disse foi que você obviamente acreditava sê-lo — corrigiu ela com firmeza.
— Talvez porque seja isso o que eu realmente sou. Não quero que nenhuma mulher fique ao meu lado por pena.
— Isso é ridículo...
— Isso dito por uma mulher que acaba de me recusar... Isabella revirou os olhos.
— Nós dois sabemos que você não estava falando sério.
— Sabemos?
— Você só estava tentando fazer com que eu fosse embora.
— Funcionou?
— Não — disse ela, determinada a ignorar as reações traiçoeiras do seu próprio corpo àquela conversa, seus seios inchados e doloridos e o calor que ardia entre as suas coxas...
— Como acha que Jasper vai reagir se eu lhe contar que você estava me molestando sexualmente? — disse ela, com uma expressão desafiadora.
Edward deu um sorriso ferino.
— Ele provavelmente ficaria aliviado por saber que eu finalmente me animei com alguma coisa.
Isabella Swan era realmente muito bonita, concluiu ele, franzindo a testa. Seu rosto era perfeito, seu corpo feminino e bem torneado. Os dedos dele ansiavam por libertar aquele cabelo vermelho-canela-verde da trança que o confinava. Ele já podia imaginar todas aquelas madeixas espalhadas sobre o corpo desnudo dela enquanto ele se banqueteava nos seus seios fartos, antes de descer um pouco mais...
Ele não ia conseguir dormir de novo, aquela noite, se continuasse deixando sua imaginação correr desenfreadamente daquele jeito. Uma ducha fria poderia ser uma boa ideia!
— Vou lhe desejar uma boa noite, Isabella — disse ele, lançando-lhe um último sorriso lânguido antes de se virar e deixar a cozinha.
Ai, eu amo esses dois. E vc o que estao achando?
10 reviews e eu venho com o capítulo 3.
Mas antes vou deixar um pouquinho do que vem por ai...
Bjuss
Sophie Moore
SPOILER DO PROX. CAP.
— Quer dizer que você quer recuperar a sua perna?
— O que eu quero e o que eu posso são coisas bem diferentes — ressaltou ele.
Isabella colocou uma mão em seu braço.
— Então prove que eu estou errada e venha nadar comigo esta manhã.
