Sem mais avisos, se está lendo até agora é porque não tem nada contra a história, imagino xD
Disclaimer (só porque gosto de escrever besteira): Se Katekyo Hitman Reborn me pertencesse, eu já teria feito muito mais cenas de fanservice...
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Capítulo 03 – Isshoni Sugosu Jikan (O Tempo que Passamos Juntos)
Naquela manhã, Gokudera Hayato acordou decidido a agir normalmente, como se nada tivesse acontecido no dia anterior, apesar de ter até dormido mal pelo ocorrido. Ele só reagiria se o idiota do beisebol agisse primeiro. Como o dia estava extremamente quente, o italiano lembrou-se de amarrar o cabelo num pequeno rabo de cavalo como sempre para não incomodá-lo e rumou para passar na casa de seu adorado Décimo e depois a escola.
- Ah, que dia infernalmente quente. – O Guardião da Tempestade puxou a gola da camiseta para deixar um pouco de ar circular enquanto se recostava na cadeira da sala de aula. Ele olhou de canto de olho para um Yamamoto no outro lado da sala, conversando com alguns outros alunos, nenhum movimento, o moreno tinha cumprimentado-o como qualquer outro dia, tinha agido como se nada tivesse acontecido. Tudo bem, se era assim que ele agiria, o jovem italiano simplesmente faria o mesmo.
"Espera aí... Não foi você mesmo que disse que agiria normalmente?" Uma voz interior o alertou de quanta importância estava dando ao assunto. Sim, mas ele era um gênio, o idiota não deveria ser capaz de agir tão levianamente assim. Isso o irritava profundamente. Era como simplesmente não se importasse com todo o esforço que ele tivera para se declarar, afinal, quem ele pensava que Gokudera Hayato era? Ele fazia idéia de quanto o custara dizer aquelas palavras?
- Tche... – O garoto de cabelos prateados franziu a testa. Ótimo, era um dia horrivelmente quente, o idiota do beisebol era um idiota e ele se sentia idiota por se importar tanto com um idiota.
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Como todas as manhãs, Takeshi se espreguiçou ao acordar cedo para treinar, naquela manhã treinou a espada num bosque de um templo da cidade. Sim, agora ele dividia os treinos entre beisebol e espada, tinha paixão pelos dois, mas somente a espada lhe garantiria a proteção de sua família. Logo o sol da manhã mostrou que aquele seria um dia extremamente quente. O jovem japonês limpou o suor da face com uma toalha de rosto que trouxera.
O treino não estava bom. Squallo provavelmente gritaria com ele algo do tipo "Voooooooi, moleque, você chama essa merda de treino?", porém, não era como se não quisesse evitar pensar em certo italiano. Após parar durante a noite anterior para analisar, o mestiço era incrivelmente atraente, mesmo aos olhos de um homem. Seu corpo magro, seus traços suaves e até delicados, a pele pálida, cílios longos e olhos verde-água ou verde esmeralda ou verde acinzentado...? Os fios prateados que contornavam seu rosto, os lábios rosados... Ah, os lábios... Clang!
- Oops... Droga. – O espadachim reclamou da própria concentração por ter batido a parte sem fio contra uma árvore logo atrás um pouco ao lado.
"Uh... Imagino se vou conseguir me concentrar na aula..." Bom, de qualquer forma, não era como se antes ele se concentrasse. As aulas pareciam ter algo especial para que ele não conseguisse prender a atenção e, meia volta, olhar para o pianista não era raridade... Só que, agora, ele o veria com outros olhos.
O rosto do jovem japonês ganhou uma tonalidade suave de vermelho, era o calor e a atividade física, as pancadas aceleradas no peito também deveriam ser... Nada com que se preocupar, na verdade isso indicava que precisava voltar pra casa e se dirigir para a escola. Ele respirou fundo, acalmando o próprio coração e depois riu de si mesmo, não parecia ele pensando assim tão seriamente. Mas isso só podia indicar que, no fundo, ele só tivesse mudado um pouco também, talvez amadurecido.
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- Gokudera-kun, vamos almoçar? – O Decimo tirou seu amigo de cabelos prateados de seu transe com um sorriso desajeitado.
- Oh, claro, Jyuudai...
- Gokudera-san. – Um colega de classe chamou-o da porta com certo receio da personalidade do usuário de dinamites. – É... Tem uma garota ali fora querendo falar com você.
Ah, é mesmo. Hayato era bem popular com as garotas, esses tempos tinha até se tornado algo bem frequente. Mas ele sempre as rejeitava sem pensar duas vezes, às vezes, ele nem se dava ao trabalho de ir falar com elas. O jovem italiano grunhiu, detestava aquilo.
- Ei, Gokudera-kun. – Tsuna cochichou para seu braço direito. – Converse com ela e seja gentil, ok?
-... Uh... Tudo bem, Jyuudaime. Farei isso por você. – Gokudera fez uma suave reverência. Ele e o Decimo Vongola já tinham conversado sobre isso, Sawada Tsunayoshi não se sentia muito confortável quando um de seus melhores amigos era tão rude com as meninas, sendo que ele sabia que seu braço direito era uma boa pessoa, o menor não desejava que as pessoas tivessem uma imagem pior de seu amigo.
"Como se agir normal depois daquilo fosse uma opção..." Yamamoto pensou ao sentir um aperto na garganta e seus olhos se estreitarem. Qual o problema? Era normal. Eles tinham 17 anos, Hayato era extremamente atraente e, com o tempo, tinha se tornado um pouco mais dócil para evitar problemas para Tsuna, era completamente normal... Até ontem ele nem daria importância ao assunto, no final das contas, o usuário de dinamites simplesmente rejeitaria a garota. Mesmo assim...
- Yamamoto! Vamos na frente? Gokudera-kun com certeza vai aparecer por lá depois. – O jovem Vongola sorriu para um atleta de cabelos negros, mas logo o sorriso se tornou uma expressão curiosa, ao vê-lo pensativo.
- Ah, claro. – O espadachim sorriu habitualmente ao ser tirado de seus pensamentos. – Hoje eu fiz um lanche bem grande! Vamos todos comer bastante!
- Hehe, afinal, hoje é sexta, não é mesmo? Yamamoto sempre faz lanches gigantes para comemorar os fins de semana. – O pupilo de Reborn sorriu, ignorando por agora sua hiper intuição.
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Ah, o som dos insetos no verão era irritante. As cigarras não paravam de cantar, o número de pequenos bichos a circundar o ambiente multiplicavam-se. Era até desconfortável usar uma camiseta por baixo da camisa da escola habitual, as calças escuras também eram de certa forma incômodas no calor, mas nada que o italiano não suportasse. Somente o cabelo era algo que precisava realmente dar um jeito, devido à altura que atingia, justamente no pescoço, era muito mais fresco prendê-lo, apesar de que o jovem não sabia como isso fazia as meninas (e talvez alguns garotos) que gostavam dele quase morrerem de ataque cardíaco ou, ao menos, desmaiar, pois isso o fazia extremamente sexy.
- G-Gokudera-kun... Eu... – A menina começou, extremamente nervosa. Suas pernas estavam bambas e sua face era visivelmente vermelha, talvez suas mãos também tremessem se não as segurassem firmemente diante do peito.
- Escute, pode terminar com isso lo... – Por um pequeno instante, o Guardião da Tempestade reparou como as mechas do cabelo curto da jovem cobriam seu rubor, como ela tomava ar e coragem para por aquele sentimento para fora e, num breve piscar de olhos, ele se viu nela quando se declarou para o idiota do beisebol. Será que ele parecia assim...? Uma existência pequena e frágil procurando coragem dentro de si...
- Eu... Gosto de você! – As palavras ecoaram dentro da mente de Hayato. Nada. Não sentia nada por ela. Um sentimento de compaixão o invadiu, até hoje toda vez que aquela cena se repetia, tudo que ele queria era se livrar o mais rápido possível, mas após ter sido ele a pessoa que já tinha passado por aquela situação, podia compreender como era estar ali, diante da pessoa que se gostava para dizer algo.
-... Foi mal. Eu não posso aceitar seus sentimentos. – Dito isso, o jovem de cabelos cinzas deu as costas e a deixou, podia ouvir soluços baixos e até parecia ser capaz de ver um rosto cheio de lágrimas.
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- Hey, Hayato! – O mesmo sorriso de sempre abriu-se diante dos olhos verdes do italiano.
- Que foi? – Gokudera fez questão de fingir que não se importava, enquanto amarrava os tênis para deixar a escola. O céu agora parecia um tanto nublado. Talvez, um pouco demais.
- Que bom te encontrar aqui. Vamos embora juntos? E onde foi o Tsuna? – O Guardião da Chuva sentou-se ao lado dele e calçou os próprios tênis.
- O idiota do Dino apareceu, Reborn-san mandou ele voltar. – O pianista levantou-se batendo a ponta do calçado esquerdo no chão, preparando-se para deixar a escola.
- Ah, sério? Hehe, vamos dar uma passada na casa do Tsuna? Ah? Ei, espera, Hayato! – O jovem nipônico se levantou apressado, alcançando o outro. Tinha algo muito estranho naquela conversa.
Ao caminharem algumas quadras, discutindo assuntos triviais como sempre, um vento mais úmido começou a soprar e os primeiros pingos da chuva marcaram o chão, logo tingindo-o por completo de uma cor cinza escura, fazendo os dois apressarem os passos até estarem correndo.
- Você não tem nenhum guarda chuva, idiota? – O jovem de olhos verdes certificou-se uma última vez, olhando para o mais alto que corria logo atrás dele.
- Hahaha. Eu não trouxe hoje. Tava tão quente, não achei que fosse chover. – Yamamoto riu uma risada gostosa de se ouvir como de costume. – Ei, não acha melhor a gente parar?
- Não. Agora já estamos perto da minha casa.
-... Eh?
Estivera tão entretido com a conversa e simplesmente com a presença do braço direito da Família que nem percebera que algumas quadras atrás tinham se desviado do curso da casa do Céu dos Vongola. Será que aquilo estava certo?... Ir para a casa da pessoa que havia se declarado para ele no dia anterior não parecia uma ideia muito boa, mas... O jovem de olhos castanhos engoliu seco, Hayato era, primeiramente, seu amigo. Apesar dos 3 anos de convivência, o espadachim nunca tinha ido para a casa dele sozinho, mas... Ele não iria simplesmente "atacar"... Provavelmente. Não, afinal, ele ainda era Gokudera Hayato, ele jamais faria isso... Ao menos, achava que não...
- Ei, idiota! Por que está diminuindo o passo? Vamos logo! – O mais novo tirou-o de seus pensamentos, já havia uma distância consideravelmente grande entre os dois.
- Ah! Foi mal!
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O barulho da chave a girar na fechadura e em seguida do botão da luz ao ser acendido parecia ecoar pela eternidade nos ouvidos do jovem jogador de beisebol. Sentia até um frio na espinha quando deu o primeiro passo para dentro do apartamento.
- Vou pegar uma toalha.
- A-Ah! Sim, ok. – Yamamoto teve um sobressalto ao ouvir seu companheiro.
- ? Algo de errado? – Os olhos verdes o observaram com uma expressão de questionamento irritadiço.
- N-Não. Hahaha. Eu só tava pensando como a chuva ficou forte... – O Guardião da Chuva se virou para a porta, olhando a forma intensa com que a chuva caía, disfarçando seu nervosismo.
A sensação seguinte foi uma toalha branca cobrindo sua visão e duas mãos empurrando sua cabeça atrás, de forma com que seus olhos se direcionaram para seus pés, Yamamoto imaginou que aquilo terminaria ali e estava preparado para agradecer e sorrir, quando as mãos, utilizando a toalha, bagunçaram seu cabelo, secando-o um pouco.
- U-Uwah...! – Um rubor cobriu sua face rapidamente, mas quando tirou o pano que cobria sua visão, tudo que viu foi o Guardião da Tempestade adentrar um outro aposento, sem olhar pra trás, enquanto tirava a camisa encharcada.
- Vou tomar um banho. – A voz não parecia estar alterada. Na verdade, aquilo era bem comum, o esportista pensou. Afinal, nesses três anos, era exatamente como Hayato agia, o fato de ter jogado a toalha contra sua cabeça, e o rápido e rude afago... Há quanto tempo será que ele nutria aqueles sentimentos...? Será que desde o início era seu jeito de demonstrar um certo carinho?
Não... Melhor não pensar assim. Era como procurar pistas em todas as ações e reações do mestiço, isso o deixaria muito bravo, os olhos castanhos se estreitaram numa expressão sorridente. O usuário de dinamites não era do tipo que demonstrava gentilezas e sinceridade para qualquer um, na verdade, Takeshi só o tinha visto agir assim diante de Tsuna. O jovem sentou-se no chão da sala, após ter se secado. Bom, era melhor tirar a camisa, pois ela estava encharcada. E eles eram dois homens, não havia nada de mal nisso.
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- Ei, idiota. Pode to-... – Os olhos verdes encararam um corpo jogado na sala, dormindo como uma criança... Sem camisa. – Tch... Quer tanto assim pegar um resfriado? – Ele escondeu a vergonha desviando o olhar.
Dentro de casa, o jovem italiano vestia um shorts cinza e largo de tactel e uma camisa vermelha com uma estampa preta de dragão no estilo tribal, a toalha branca ainda nos ombros porque tinha preguiça de secar o cabelo e, por isso, ainda pingava um pouco. Gokudera andou pela casa em passos silenciosos, indo até a cozinha fazer um chá. Após terminá-lo, deixou os copos sobre a mesinha da sala e chutou seu colega adormecido.
- Ouch! Doeu, Hayato... – Um Yamamoto sonolento sentou-se no chão, bocejando e olhando a volta, lembrando que estava na casa de seu amigo.
- Fiz um chá e quero tomá-lo aqui. Vá logo tomar banho, maníaco por beisebol. Não durma na minha sala.
- Oops, foi mal. Hehe. – O jovem nipônico abriu um sorriso ainda meio sonolento. De repente, toda a tensão parecia ter se esvaído, é no final das contas, acima de tudo, eles eram amigos.
- Vá logo, eu vou sair mais tarde. – O pianista se sentou diante da mesa, olhando para o próprio copo de chá e evitando aquela cara encantadora sorridente e sonolenta.
- Sair...? – Subitamente, a lembrança da garota que havia chamado-o para uma conversa particular veio a mente do jogador de beisebol.
- Sim, algo contra? – O Guardião da Tempestade ergueu uma sobrancelha.
- Com alguém...? – Yamamoto se arrependeu de não ter calado sua curiosidade, porque seu peito sentia um incômodo aperto. Tudo bem, até que ponto eles ainda eram "amigos"...?
- De onde você tirou essa curiosidade toda? O que eu faço da minha vida não te interessa. – Gokudera levou a bebida aos lábios, fechando os olhos como se ignorasse o outro. Por que, de repente, Yamamoto parecia tão insistente com um fato tão simples?
-... Tem razão. Valeu, vou tomar um banho então. – Sem olhar para trás, nem lembrar-se de sorrir, ele deixou a sala.
"... Qual o problema agora?" O jovem de cabelos prateados deitou-se, encarando o teto.
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"Tudo bem, tudo bem. Se ele vai sair, não quer dizer que vai sair com alguém... E muito menos com aquela garota que ele rejeitou... Bom, se bem que ele não disse nada sobre tê-la rejeitado... Na verdade, ele agiu muito estranho o dia todo depois daquilo... Será... que ele não a rejeitou...?" Fumaças de vapor subiam da banheira, enquanto o jovem de cabelos negros lavava seu corpo bem moldado. "Mas... Ele se declarou pra mim ontem. Não faria sentido algum..."
- Ei, Yamamoto. Você demora muito no banho, hein. – Uma voz abafada veio do outro lado da porta.
- Ah, foi mal. Já estou saindo. – "Por que tanta pressa?" Era aquela incômoda sensação de novo. Não adiantava, o nipônico detestava ficar rondando e enchendo a cabeça de suposições, se queria saber, era melhor perguntar. – E-Escuta, Hayato. Você vai sair pra quê?
-... Pra que repetir isso?
- Ah, bom... Eu não sei, só queria saber...
-... Para comer, oras. Não tem nada aqui em casa.
O Guardião da Chuva não pôde evitar uma risada baixa, evitando que o outro o escutasse, porque ele provavelmente se irritaria muito com aquilo. Mas o som de um trovão lembrou-o da chuva que estava do lado de fora, dando uma ideia.
- Escuta, Hayato. Não quer comer algo aqui mesmo?
- Hah? Já não te disse que não tem nada aqui pra comer.
- Mas tem um supermercado aqui do lado, não tem? É melhor do que andar mais pra comer, ainda por cima nessa chuva. – O jovem de olhos castanhos argumentou enquanto se enxaguava.
-... Eu não sei cozinhar...
Desta vez, a risada alegre foi audível e aquilo irritou profundamente o temperamento forte do braço direito dos Vongola, ao mesmo tempo em que um suave rosado pôde colorir a face pálida do jovem que estava sentado encostado na parede ao lado da porta do banheiro.
- Ei, não ria, idiota!
- Foi mal, foi mal. – A porta se abriu e o espadachim com calças da escola, uma camiseta branca um suavemente justa em seu corpo, já que Gokudera não tinha uma roupa do tamanho certo para ele e aquela era uma de suas camisetas mais largas, e com uma toalha sobre os ombros apareceu. Ok, aquilo era muito estranho, mas o jovem de cabelos prateados não pode deixar de pensar que ele ficava sexy com uma roupa mais justa no corpo. – Mas, o que eu estava dizendo, Hayato. É que, como não vou poder sair agora por causa da chuva, eu podia cozinhar alguma coisa pra gente.
Era uma boa ideia, Yamamoto era um ótimo cozinheiro. Não era a toa que seus lanches da escola eram sempre deliciosos e, por isso, Gokudera sempre roubava um pouco. Mas... Os dois no apartamento dele, fazendo uma janta... O pianista corou levemente.
- Ok, mas eu quero comer algo realmente bom. E não quero sushi. – Os olhos verdes o encararam com certa exigência, olhando-o dali de baixo, ele lembrava um gato mimado.
- Haha, ok. Vou me esforçar. Então, que tal a gente sair pra fazer as compras? – O jovem esfregou a toalha em seus cabelos negros, secando-os mais um pouco e se direcionando para a sala.
-... Como recompensa. Se a chuva não parar até o horário de você ir embora. Você pode ficar.
Yamamoto congelou seus passos, sem se atrever a olhar para trás e encarar o garoto italiano sentado no chão ao lado da porta do banheiro. Ah, o que era aquela sensação...? Uma vontade de rir, com uma pitada de nervosismo, um calor preenchendo seu peito. Sentia-se alegre e leve, ao mesmo tempo em que embaraçado e sem reação. Era inegavelmente bom, ele sorriu aquele sorriso puro e ingênuo de felicidade e se virou, estendendo a mão para o menor.
- Haha! Valeu, Hayato!
Continua...
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D= Eu achei podre... Ficou muito meloso? Muito parado? Talvez OOC? Ngh...
Demorei muito, eu sei, me perdoem xD Eu tinha parte da ideia pronta quando terminar o cap 2, mas tudo me escapou quando eu fui dormir xDDDDD Mas, acho que ainda fluiu mais ou menos como eu esperava. Só ficou um pouquinho longo, eu acho... Me perdoem se foi cansativo.
Reviews, please XD Digam-me o que vocês esperam que aconteça, xinguem o quanto quiserem a autora e os personagens (Bem, os personagens não sei não, mas a autora pode xD), digam "Nunca mais vou ler isso" ou "Continue" XD Não precisa ser longo (se bem que comentários gerais são bem vindos ^^)
Bom, é isso. Espero que tenham apreciado e que continuem gostando...
Ai ai... Lá vou eu fazer a tradução disso pra postar em inglês D=
Enjoy~
Magami Yuuri~ Crazy Apple
