Feelings Immortals
Título: Feelings Immortals
Autora: Nymphia-chan
Censura: +18
Gênero: Romance, Lemon, Slash, Realidade Alternativa.
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Shotacon, Violência, Tortura.
Sinopse: O que todos esperavam dele? Que fosse capaz de salvar a todos? Ele também se sentia frustrado e triste pela morte de Ginny, mas ele havia feito o máximo que pode.
Durante seu segundo ano em Hogwarts, Harry não consegue chegar a Câmara Secreta a tempo, levando ao falecimento de Ginny. Mesmo que houvesse tentado salvá-la, todos o culpam por não ter conseguido. Em meio tudo isso, Voldemort retorna na bela aparência do jovem Tom Riddle, com planos mais precisos e novas ordens para seus seguidores. A Segunda Guerra bruxa está prestes a ser iniciada, mas dessa vez o fim não será mais o mesmo.
Notas: Harry Potter não me pertence. Essa fanfic contem cenas de violência e sexo entre dois homens. Você foi avisado!
Capítulo Três: Lembranças.
Tom havia decidido por deixar Harry sozinho, afinal o garoto precisava de tempo para analisar as lembranças e absorver o real significado que elas guardavam. Quando Harry estivesse pronto, ele voltaria e os dois poderiam continuar a conversar.
Mesmo estando sozinho, Harry ainda ficou algum tempo sentado a beira da cama, olhando para o pequeno frasco que tinha em mãos. Os pensamentos e as ideias mais absurdas passavam lentamente por sua mente, com sua suavidade e leveza que Harry até mesmo se surpreendia. Desde quanto conseguia pensar com aquela facilidade, sem sentir sua cabeça doer como se estivesse sendo esmagada por um trem inteiro? A resposta para essa pequena pergunta era realmente simples, desde que Voldemort – ou Tom Riddle, ele preferia esse nome – havia feito, ou desfeito algum tipo de feitiço em sua testa.
Olhou mais uma vez para o frasquinho em sua mão, para depois erguer os olhos até a bacia que flutuava um pouco acima da cômoda. Sabia que se ele desejava ter mais respostas, só às conseguiria se olhasse aquelas lembranças. Porém, mesmo que não gostasse de admitir, havia uma parte sua que estava com verdadeiro medo de encontrar as verdadeiras respostas. Será que era não mais fácil apenas ignorar aquilo e aceitar as histórias que os outros diziam? Sim, talvez fosse muito mais fácil fazer isso... Mas não era o melhor a se fazer, disso ele tinha certeza. Ele queria uma resposta de verdade. Queria ver, com seus próprios olhos, o que havia acontecido naquela noite... Naquele dia das bruxas há mais de onze anos... Ele precisava saber.
Mais decidido, Harry se levantou da cama e andou a passos firmes em direção a penseira. Olhou para dentro da bacia, podendo ver que ela continha um líquido muito semelhante à água, porém Harry tinha a certeza de que ele parecia ser mais consistente do que uma simples água. Retirou a tampa do frasco e derramou seu conteúdo dentro da penseira, vendo-o se misturar lentamente, enquanto assumia uma coloração preta. Em um movimento súbito, Harry se inclinou para dentro da penseira e adentrou a memoria.
No momento em que abriu os olhos, encontrava-se em um quarto de bebê com as paredes em um Tom azul claro, com vários enfeites e brinquedos espalhados pelo chão. Estava uma mulher de cabelos ruivos e olhos esmeraldas, ela segurava um bebê de forma protetora e Harry percebeu que aquela era ele mesmo. Na frente dela, encontrava-se um home de cabelos negros revoltos, usando um par de óculos circular muito semelhante aos que Harry usava.
Ele não precisava de apresentações. Não precisava pensar nem mesmo por um segundo para saber. Aquele era seu pai e aquela era sua mãe. Aqueles eram James e Lilly Potter.
Seus olhos verdes se ergueram para trás, no momento em que percebeu que seu pai estava segurando a varinha. Sua surpresa aumentou ao ver que a pessoa que seu pai encarava, era uma versão mais velha do Tom Riddle que havia visto a poucos momentos atrás. Os mesmo olhos vermelhos e os mesmo cabelos negros bem alinhados, porém com alguns fios grisalhos.
- Apenas entreguem a criança – mandou Tom, sua voz estava séria apesar de que mantinha certa calma.
- Não vamos lhe dar Harry! – exclamou James parecendo revoltado pelo pedido.
Harry não pode deixar de sorrir. Era bobo e imaturo, mas a certeza de que seus pais se negaram a lhe entregar era algo... Incrivelmente reconfortante. Eles o haviam amando a ponto de protegê-lo e arriscaram-se daquele jeito.
Harry viu quanto Tom separou levemente os lábios, provavelmente ele iria lançar a maldição assassina naquele instante. No entanto, antes que o bruxo nas trevas pudesse fazê-lo, Harry viu sua versão bebê erguer as mãozinhas pequenas em direção ao chão, onde estava um pequeno ursinho de pelúcia em força de grifo. Era óbvio que o bebê não poderia conseguir pegar o brinquedo, mas o que deveria ser surpreendendo aconteceu. O ursinho de pelúcia levitou no ar e voou em direção ao bebê Harry, que o pegou e esboçou um sorriso e uma pequena risada.
A cena pareceu congelar, com a exceção do bebe que ria e apertava o ursinho alheio ao perigo real que corria ali. Harry desviou o olhar para Tom, que havia parado de olhar seus pais e agora encarava sua versão bebê com uma expressão de puro espanto. Lilly abraçou o filho com mais força, em uma tentativa de protegê-lo do bruxo mais velho.
- Eu... Eu juro que Harry não será uma ameaça para você... Vamos levá-lo para longe... Bem longe da Inglaterra... – prometeu Lilly abraçando o bebê com quase desespero, enquanto olhava para o bruxo das trevas.
- Seu filho completou um ano a pouco tempo, não é mesmo? – indagou Tom parecendo se esquecer do seu objetivo naquele momento. – Há quanto tempo ele pode usar magia acidental?
Harry olhou para o rosto de sua mãe, foi então que viu um brilho de esperança no olhos verdes. Algo havia mudado isso era claro na postura da bruxa ruiva.
- Quatro semanas após ele nascer – respondeu ela solene. – Fez a mamadeira com chocolate que proibi James de lhe flutuar até ele, para que pudesse tomá-la.
Harry virou-se para ver a expressão de Tom. Ela exibia fascínio. Puro e simples fascínio. Foi então ele sentiu como se um peso fosse retirado de seus ombros. Tom estava abaixando a varinha, enquanto seus olhos vermelhos encaravam o menino inocente nos braços da bruxa. Tom não iria matar seus pais...
- Avada Kedavra.
O raio de luz verde atravessou o quarto, atingindo James Potter, que apenas caiu no chão sem vida.
- JAMES! – gritou Lilly correndo na direção do marido morto, deixando o bebê sentado ao seu lado no chão.
Harry virou-se para ver quem havia feito aquilo. Não pode acreditar ao ver Albus Dumbledore parado na porta, com a varinha erguida. Não conseguia acreditar que Albus Dumbledore, o homem que conhecia havia acabado de matar seu pai! Tom também encarava o velho diretor.
- Dumbledore.
- Olá Tom. Desculpe me intrometer assim, mas você estava demorando a matá-los e eu não sou muito paciente – comentou a voz plácida do diretor, que adentrava o quarto lentamente.
- Dumbledore o que significa isso?! Por que matou James?! – exclamou Lilly sem acreditar no que estava acontecendo.
- Tudo o que faço, é para um bem maior. Infelizmente, minha querida Lilly, seu filho se tornou um perigo para todos – declarou o diretor com a voz calma, quase como se estivesse falando sobre o tempo. – Um bruxo capaz de usar magia acidental pouco demais de nascer... Isso não é algo bom. Para o bem de todos, vocês terão de morrer.
- Você prometeu nos proteger! – exclamou a bruxa descrente com a traição.
- Eu estou protegendo o mundo do monstro que seu filho se tornará com esse poder – declarou firmemente.
- Você e seus ideias velho – rosnou Tom, parecendo realmente irritado. – Você sabia que o garoto tinha um potencial mágico superior, então estava contando que eu o matasse, não é mesmo?
- E mais uma vez, você me decepciona, não é mesmo Tom? – indagou o bruxo mais velho, encarando Tom como se repreendesse um aluno muito encrenqueiro.
Harry não soube o que aconteceu a seguir, pois sentiu alguém lhe segurar pelo braços e lhe puxar para fora da penseira. A última cena que pode presenciar foi a de Tom e Dumbledore erguerem as varinhas e entoarem encantos.
Foi como ser puxado a força e subitamente de dentro de uma piscina após ficar várias horas submerso. O equilíbrio de seu corpo estava fora de lugar, o que o levou a cair no chão confuso e um tanto que ofegante. Precisou ajeitar seus óculos e retirar um pouco da água que haviam acumulado, antes de conseguir perceber que se encontrava mais uma vez no quarto de Tom Riddle, porém havia algo diferente no quarto – ele estava parcialmente destruído. Até mesmo bela e confortável cama dossel encontrava-se sem dois pés e com três das pilastras quebradas. Ergueu os olhos para ver quem o havia puxado daquele jeito da penseira, vendo o jovem e belo Tom Riddle com uma expressão nada agradável. Os olhos vermelhos estavam brilhando em clara irritação.
- O que você é? Um bebê de dois anos? – indagou Tom claramente irritado, sacando a própria varinha e começando a lançar feitiços de reparo por todo o quarto, fazendo com que aos poucos os moveis e objetos que estavam destruídos.
- O... O que aconteceu? – murmurou Harry sem entender nada, levantando-se com dificuldade do chão e encarando ao seu redor. – P-por que você me tirou da penseira?! Eu ainda não tinha terminado de ver a lembrança!
- Porque não estou desejando ter toda o meu castelo destruído, por um garoto que ainda sofre com magia acidental! – declarou o bruxo mais velho, lançando um olhar irritado para o menor. – O que estão ensinando em Hogwarts nos últimos anos?
- Er... O normal. Feitiços, transfigurações... – respondeu sem conseguir conter um arrepio ao ver o olhar que recebia.
- Aqueles idiotas não ensinam mais o controle dos sentimentos, ou ensinam? – rosnou o maior realmente irritado, finalmente terminando de concertar a cama e se virando para encarar o bruxo de olhos verdes.
- Controle dos sentimentos? – indagou surpreso ao escutar aquilo. Nunca havia escutado nada parecido sobre isso antes.
- Magia acidental acontecesse, muitas vezes, porque os bruxos tem um rompante muito grande de seus sentimentos mais fortes: felicidade e raiva. Você aprende a controlar isso em Hogwarts, assim evita de sair destruindo os castelos alheio – rosnou por fim, indicando o próprio quarto.
- Nunca me ensinaram isso – restas simples, porém que fez Tom olhá-lo de uma forma estranha.
- Aquele velho... – rosnou o mais velho por, fazendo outro movimento com a varinha, convocando a própria penseira e retirando dela as lembranças que Harry estava olhando. – Provavelmente Dumbledore deveria estar torcendo para que você tivesse um grande ataque de magia acidental, assim podendo destruir a você mesmo. Economizaria uma maldição.
Harry não respondeu, apenas ficou observando o Dark Lord guardar as memorias em outro frasquinho e colocá-lo dentro de algum bolso interno das vestes.
- Você não vai me deixar terminar de ver? – indagou, por um segundo, se amaldiçoando por falar tão infantilmente.
- Não até que você saiba controlar suas emoções – a resposta foi firme, quase como um pai que proibia o filho de assistir televisão, antes de terminar o dever de casa. – Apesar de que duvido muito que seja realmente necessário ver, para que você possa deduzir o final da lembrança.
Harry mordeu o lábio ansioso. Não era realmente necessário, dizia aquela pequena vozinha no fundo de sua cabeça. Ele havia visto mais do que o suficiente para compreender o que havia acontecido. Voldemort... Tom Riddle – ele preferia chamá-lo assim – havia ido à casa de seus pais para matá-lo, mas depois que o viu executando magia acidental pareceu mudar de ideia. Então Dumbledore apareceu e matou seu pai, provavelmente ele havia matado sua mãe da mesma forma. Mas... Então... Por que ele estava vivo? Se não havia sido Tom Riddle que atentou contra a sua vida naquela noite, então como continuava vivo?
- Dumbledore não conseguiu te matar – respondeu Tom calmamente, quase como se conseguisse ler perfeitamente os pensamentos do menor. – Não se engane, não foi por piedade, misericórdia, ou arrependimento. Você se mostrou mais forte, apenas isso. Talvez você tivesse consciência do que estava acontecendo naquela noite, e quando percebeu que seus pais estavam mortos, sua magia se descontrolou. Dumbledore lançou a maldição da morte em você, mas sua magia a refletiu em todos que estavam no quarto. Foi assim que você 'me derrotou'.
- Er... Sinto muito? – falou Harry um pouco nervoso. Havia matado o mais velho por acidente e isso era algo realmente desconcertante.
- Por algum milagre, Dumbledore sobreviveu – continuou sem se importar com o que Harry havia dito. – Aquele velho deve estar se borrando até hoje, por ter visto alguém tão poderoso ainda usando fraldas.
Harry tentou, mas não conseguiu conter uma risada ao escutar aquilo. Era realmente divertido pensar em Dumbledore com medo de um bebê.
- Ele não podia te matar, então tomou providencias para que você mesmo se matasse – continuou virando-se para encarar os olhos verdes, aproximando-se calmamente erguendo a mão direita e tocando de forma carinhosa a cicatriz. – Ele aproveitou essa pequena cicatriz, para usá-la como ponto de concentração, fazendo com que seu potencial mágico fosse bloqueado. Toda a vez que você se excedesse... Que você pensasse... Você sentiria uma forte dor e pouco a pouco sua mente seria destruída. O fato de ninguém ter te ensinado a controlar seus sentimentos, é apenas mais uma prova de que aquele velho estava ansioso para ver você se autodestruindo.
- Por quê...? – murmurou olhando fixamente para os olhos vermelhos, enquanto sentia o toque sobre sua cicatriz.
- Dumbledore tem mais ambição pelo poder, do que qualquer outro bruxo. No entanto, ele é do tipo que finge não desejá-lo, apenas para que os demais acreditem que ele é uma 'boa pessoa' e lhe entreguem o poder – respondeu enquanto seus dedos escorriam da testa do menor, indo em direção à bochecha e tocando-a com extremo carinho. – Durante a primeira guerra, ele quase se tornou Ministro da Magia. Infelizmente, eu 'morri' e ninguém mais insistiu para que isso acontecesse.
- Ainda não entendo... Por que ele me quer morto? – murmurou, fechando os olhos e deixando-se apreciar o carinho. Ninguém nunca lhe havia dado carinho, e agora ele descobria como era gostosa aquela sensação.
- Porque você é poderoso. Muito mais poderoso do que ele, e muito mais forte do que eu – a resposta era calma, sua voz não se alterava em nenhum momento, enquanto seus dedos brincavam sobre a pele clara.
- Você também me quer morto? – aquela hipótese o assustou um pouco, abrindo os olhos verdes mais uma vez, encarando os olhos vermelhos a sua frente.
- Diferente do velho, eu não temo aquilo que é mais poderoso do que eu. O que eu desprezo são os fracos – respondeu firme, não querendo deixar qualquer duvida na mente do menor. – O poder, para mim, é algo fabuloso. Atraí-me e me fascina. Seduz-me mais do que qualquer outra coisa.
Harry não soube o porquê, mas ao escutar aquilo sua face ardeu em vergonha e seu coração disparou. Por um segundo, sua mente pareceu borbulhar de alegria por, simplesmente, alguém lhe dirigir aquelas palavras. Era estranho, mas era incrivelmente bom ouvir aquilo.
- Harry, controle seus sentimentos – pediu Tom com um sorriso nos lábios, fazendo com que o menor percebesse que alguns objetos do quarto já haviam começado a flutuar.
- Desculpe... – murmurou respirando fundo para se acalmar, vendo que os objetos voltaram para seus devidos lugares sem dados maiores. – Se você gosta tanto do meu poder... Então você o quer?
- Sim, eu o desejo para mim – afirmou com um sorriso sedutor, no entanto a expressão lívida de medo no rosto do menino fez com que Tom o olhasse surpreso.
- Vai fazer comigo, o mesmo que fez com Ginny? – murmurou amedrontado, recuando um passo para longe do mais velho.
Tom tentou, mas não conseguiu conter uma risada ao escutar aquilo.
- Não seja bobo, Harry. Eu disse que desejo o seu poder, mas não quero matá-lo, lembra? – indagou rindo da inocência do garoto de olhos verdes.
- Se não o quer... Então... Eu... Eu não entendo como você possa tê-lo – a confusão era clara. Sua mente não conseguia encontrar uma resposta para aquilo.
Tom sorriu de forma predadora ao escutar aquilo. Pensou em simplesmente jogar o garoto na cama e lhe mostrar o que desejava, mas ainda não era o momento. Seus filhos viriam com o tempo, por enquanto, era necessário fazer algo mais importante.
- No devido tempo eu lhe explicarei sobre isso, por enquanto vamos cuidar de você – respondeu calmamente, afastando-se do garoto e indo em direção à porta. – Suponho que esteja com fome.
Como em uma concordância, o estomago de Harry roncou alto o bastante para que o mais velho escutasse, fazendo com que o menor corasse envergonhado.
Severus Snape estava em silêncio enquanto simplesmente observava os membros da nova Ordem da Fênix reunidos na sala do diretor. Já fazia muitos anos desde a última vez que isso havia acontecido. A última vez havia sido quando Voldemort ainda vivia e percorria seu próprio caminho para o poder. Severus sempre apoiou aqueles ideias, mas sua lealdade havia mudado quando soube que o Dark Lord estava atrás da mulher que amava. Lilly Pot... Não Lilly Evans, para ele sempre seria assim, não importando se ela havia ou não se casado. Quando ele soube disso... Não pode permanecer leal ao bruxo escuro. Traiu os ideias que tinha, para tentar salvar a mulher que amava, mas no final ela havia perecido.
Há alguns meses, desde o ano passado, ele havia percebido o retorno total da Marca Negra em seu braço. Aquilo era apenas a certeza de que Lord Voldemort havia retornado. Ele ainda não havia dito isso a Dumbledore, simplesmente porque não sabia se realmente poderia confiar no velho bruxo. No passado, havia traído suas crenças em uma tentativa de salvar a mulher que amava, mas isso só havia causado sua morte. Muitas vezes, havia pensado que se houvesse confiado no Dark Lord, talvez Lilly ainda estivesse viva.
A marca havia ardido apenas duas vezes desde que Voldemort havia renascido. Graças a Dumbledore, ele não pode ir nenhuma dessas vezes. Pensava em ir falar com Lúcius assim que conseguisse se livrar do velho mentecapto. No entanto, ao que parecia não seria algo tão simples, já que o filho de Potter havia sido sequestrado.
Sim, ele devia proteção ao menino devido a sua falha com Lilly, mas Severus não sabia se realmente o sequestro do garoto era algo bom ou ruim.
- Fudge não quer permitir que nós revistássemos todas as casas dos acusados – falou Arthur, parecendo realmente revoltado com isso. – Aquele medroso. Tem medo do que pode acontecer com o seu precioso posto, só porque na lista que pedidos consta o nome dos Malfoys.
- Era de se esperar Arthur. Cornélio teme que as pessoas que o colocaram no poder, possam tirá-lo com a mesma facilidade – declarou Dumbledore calmamente. – Se não pudermos vasculhar a casa dos Malfoys com uma ordem do ministério, então teremos de fazê-lo de forma mais... Indireta.
Nesse momento, Severus viu os olhos azuis cintilantes brilharem em sua direção. Não era necessário palavras, pois Severus já havia entendido o que Dumbledore queria. Um sorriso maldoso quis surgir em seus lábios, no entanto, conseguiu contê-lo a tempo. Ao que parecia, Dumbledore confiava demais nele a ponto de lhe permitir isso.
Oii xD
Aqui estou eu, mais uma vez xP
Quem aí está querendo matar o Dumblefuck? (apelidinho carinhoso para o velho gagá x])
No próximo capítulo, vocês verão o que o Tom deu de recompensa para Lúcius e Narcisa (alguns vão ficar meio que decepcionados xP).
Devo dizer uma coisa... Estou muito feliz com os comentário que tenho recebido xD Eles realmente deixaram feliz e me deu a certeza de que tem gente lendo a fic ^-^ Muito obrigadinha por todos eles gente =D
Beijinhos no coração de todos, até o próximo capítulo (que não vai demorar muito) e, por favor, review *-*
