Lições de Vassoura
Depois do jantar subi para o meu quarto para tomar banho, mas, com a cabeça no mundo da lua, não ouvia uma palavra que papai falava. Seria mesmo possível eu estar gostando do James? Bem, a dúvida foi o suficiente para eu começar um duelo Lily x Consciência .
E qual seria a dificuldade? - ela começou.
Bem, muitas. Eu vivo ignorando as cantadas dele... - catei meu pijama na gaveta e sentei na borda da cama. Pensar na vida cansa.
Ignorando???
Bem, de certa forma. Ele, pelo menos, acha isso. Eu espero. Não convivo com ele o suficiente...
Besteira, o que são seis anos!
Bem, mas não é da forma de colega de escola que eu estou falando! Nem colega de Casa!
Hmm...
Não temos nada a ver um com o outro...
Bem, isso lá temos que dar o braço a torcer, mas...
Mas?
Mas os opostos se atraem, e se completam!
Ta, esse foi o fino do brega! E, além de tudo, eu acabei de terminar um namoro, não posso simplesmente começar a sair com o James! Tenho que, pelo menos, fingir que estou levemente chateada...
Uhmm...
E... e...
E...?
E...
E...? Vai, assume você gosta dele! Tem, não um quedinha, mais um belo tombo!
Ei, alto lá! Eu apenas o acho bonito. Tem mãos grandes, ombros largos...
... peito másculo, braços fortes, um sorriso encantadoramente cafajeste...
Ah, o sorriso... Ahhhh!!!!!!!!! Vamos ver o que vai dar, certo??
Certo! Vai dar namoro.
- Ah, cala a boca. – Levantei, e fui tomar banho.
Dormir feito uma pedra é um dos meus Hobbes preferidos. Meu Deus, como é bom acordar ao meio-dia. O que não é agradável é ouvir sua mãe berrando que está servindo o almoço. Mas compensa. Para não perder a prática, acordei no outro dia quinze para meio-dia. Mamãe deu meia dúzia de berros, e eu consegui levantar para almoçar. Desci de pijama mesmo, afinal, dormir até tarde é bom, mas a fome ficar negra. Papai fez seu discurso diário de responsabilidade, "que esses jovens de hoje em dia não sabem mais aproveitar a vida! Na minha época..." e começou a me dar aquelas famosas lições de moral do tipo: "na minha época eu era muito mais trabalhador, ajudava minha mãe, era totalmente independente, não existiam essas porcarias, e não passava o dia inteiro...", etc. Coisa de pai e mãe.
Depois de me dar por satisfeita, subi para tomar banho. Fiquei um boa meia hora em baixo do chuveiro. Enfiei um short jeans, afinal o calor não tava brincadeira, um tênis velho e uma blusinha qualquer. Ah, e o meu boné preto.
- O Daniel e o seu amigo da escola tão te esperando lá no portão. - Mamãe enfiou a cara no meu quarto e avisou.
- Ok, já tô descendo. - Penteei meus cabelos, e desci. Avisei a mamãe que iria sair e não sabia que horas voltava. Pode ter certeza que ela não ficou preocupada, pois, coisa perigosa que acontece aqui, é desmoronar barranco, ou cair uma árvore. Ou ser atropelada por uma vaca.
- Bom... dia...! – cumprimentei, com um bocejo. – Então, o que vamos fazer hoje?
- Voar!! - Berrou Daniel e, correndo, abriu os braços, imitando um avião. - Vooooooooooooooooooon...
- Daniel, meu querido... Tudo bem que você é bruxo semi-oficial, mas nem tudo é na base da mágica. Algumas coisas nem mesmo...
- Não, Lily, de vassoura. - Explicou James. Ahhh... Fiz cara de compreensão, e ele piscou um dos olhos. - Comentei com ele sobre Quadribol...
Olhei incrédula. Até com um quase bruxo ele já falava de Quadribol... Balancei a cabeça, desistindo.
- Voooooooooooooooon...
- Onde vocês pretendem voar? - perguntei.
- Voooooooooooooooon...
- Bem, ele me disse que havia uma encosta bem disfarçada mais abaixo da Fazenda...
- Voooooooooooooooooon...
- Hnn... Então, vocês pretende ir a que horas?
- Voooooooooooooooooooon...
- Bem, agora? - ele falou, olhando preocupado pra Daniel.
- Vooooooooooooooooooon...
- Vamos buscar a vassoura. - afirmei.
Passamos na Fazenda, buscamos a vassoura, escondemos com um pano, e pegamos o caminho da roça! Pela estrada afora eu vou bem sozinha... Bem, nem tão sozinha. Esquece a música. Enfiei o boné mais na cabeça, o sol estava sapecando os meus neurônios, os poucos que ainda funcionavam nas férias.
James ia assoviando, na frente, puxando nosso cortejo maluco, sendo seguido pelo Dan que - por acaso - ia imitando um avião. Ele deveria saber como uma vassoura é perigosa. Principalmente quando você é novata e cai na armadilha de um certo James Potter, que, definitivamente, não tinha ido com a sua cara no trem. Bem, ai não é muito legal. Nem simpático. Principalmente para o galo que fica na sua cabeça. Bem, a gente supera.
- Boné legal, heim? - James falou.
- Papai que me deu! – contei, toda orgulhosa. Era o meu boné predileto. Há anos eu o venho usando com mais freqüência do que deveria, então mamãe me proibiu de sair de casa com ele, pois, segundo ela: "está horroroso!Parece boné de menino de rua!". Claro que é escândalo. Está, no máximo, mal cuidado. E um pouquinho desbotado. Nada de mais, nem dá pra ver. Mas, por via das dúvidas, eu saio com ele escondido. - Quer provar?
- Passa pra cá! - Ele pegou o boné da minha mão estendida, e colocou na cabeça. Olhou para o outro lado e ajeitou na cabeça. Virou para mim, e piscou com um dos olhos. – Então, como estou?
- É... Ficou,... legal. - apenas me obriguei a falar. Tudo bem, sem comentários, senão eu o agarro. Adiantei meu passo, sem nem me preocupar com o boné.
Olha o namoroooo...
Shiiiiiiiiiiiu, quieta!
- Lily! - James berrou. Olhei para trás. - Seu boné, toma.
Balancei os ombros, e voltei a seguir meu caminho. Estaquei. Arregalei os olhos.
Uma cobra gigantescamente colorida estava na minha frente. Eu definitivamente odeio mais as cobras que os ratos. Desmaiei.
- Lily!
- Lílian! Acorda, menina! - Senti mãos no meu rosto, me batendo. Voltei aos poucos.
- Ai... - um ponto nas minhas costas doía.
- Lily!!!!! - duas criaturas sem sentimento berraram no meu ouvido.
Puta merda! Eu acabei de desmaiar, será que dá pra ter um pouquinho de compaixão?
Tudo bem, eu fui mais educada.
- Eu estou viva, agora me dêem espaço... CADÊ A COBRA? - arregalei os olhos e quase pulei no colo do James, que estava me segurando pelos ombros enquanto eu me sentava. Por um breve instante, esqueci a minha pseudo-paixão pelo James.
- Já foi embora. - James falou, mais aliviado, avaliando se eu realmente estaria bem.
- Como você sabe? Ela pode ter se escondido, estar esperando para dar o bote...
- Lily!- ele me cortou. - Ela foi embora, só estava de passagem.E deve ter se espantado mais do que você. Re-la-xa!
Ainda tremendo um pouco, levantei, tirei a poeira da roupa, e fui caminhando os últimos metros restantes até o nosso destino, mas sempre olhando ao redor, em busca de algum movimento suspeito. Afinal, cobras mordem, ratos não.
- Lily, você é estranha. - Daniel comentou, e eu fechei a cara pra ele.
- E você não é simpático. - ele riu. Senti um soco do mau-humor. Relaxa, respira, inspira... Continuei a andar sem nem olhar para trás, passei por uma cancela e vi, a uns poucos metros, uma grande árvore. Bem fresquinha, muito simpática nesse calor infernal. Papai do céu me ama! Até o meu mau-humor acabou.
- Eba! Uma árvore!!! - saltitei até o meu destino. Me sentei em um galho bem baixinho, a cerca de trinta centímetros do chão, um verdadeiro banquinho natural. Hnnn... Que beleza! Sorri comigo mesma.
- Já esqueceu a cobra, é? - James me espinhou. Fingi que não era comigo, mas olhando disfarçadamente para o chão.
- Já. - olhei para ele e depois desviei o olhara para o Dan, que desembrulhava a vassoura muito afobado.
- Ok, então segura aqui, que eu vou lá segurar aquele moleque antes que ele quebre a vassoura. - E foi jogando coisas no meu colo.
- Está bem, já que você insiste... – falei, sozinha, fazendo careta.
Vejamos... Uma carteira - será que é muito abuso eu futucar? -, uma chave, um papel de bala – Dedosdemel -, um barbante - ?? - e um espelho. O que diabos um espelho ta fazendo no bolso do James? Só mulheres têm espelho na bolsa, para retocar a maquiagem ou fazer charme... Meu Deus, ele é gay!
Não seja burra! - santa consciência salvadora das pseudo-paixões.
Ele deve ser metrossexual, ou que nome tenha isso.
Obrigada.
Enfim, um espelho. Preciso fazer a sobrancelha. E me livrar dessa pele de trasgo. Urgentemente. Olha, o meu olho está tão clarinho... Dá até pra ver as manchinhas mel que estão mais no centro quase formando um sol...
- ARREEEEEEEEE!!!! - Enquanto eu ia analisando o meu incrível olho verde, fui me aproximando do espelho, para ver melhor. Mas qual não foi a minha surpresa ao dar de cara com o rosto do Sirius, ao invés do meu. Resultado: caí do tronco, de costas na grama.
- Cacete! - ouvi uma voz de dentro do espelho.
- Sirius! Quer me matar de susto? - arenguei para ele, enquanto eu me levantava. Minhas costas gostariam de ficar inteiras até o fim do dia... Ai...
- Eu é que te pergunto. O que você está fazendo com o espelho??
- O James deixou comigo. - esfreguei o ponto, que agora doía mais. Dois tombos em menos de dez minutos não é pra qualquer um.
- E cadê ele?
- Tá ali. - virei o espelho para os dois, que nem sequer viram o meu tombo. Ingratos.
- Hm, sim... E o que, exatamente, você está fazendo com o James, nesse fim de mundo em que ele foi parar? - ele me perguntou, assim que eu virei o espelho de volta para mim.
- Xinga, mas não ofende. O fim de mundo em questão é o lugar o qual eu venho passar todas as minhas férias de verão.
- Ahh, sim... Você já comentou sobre isso.
- Pois é...
- Então... Posso falar com o James?
- Heim? - Me distraí, vendo o Daniel quase levar um tombo.
- O James? - Ele ergueu as sobrancelhas.
- Ah, sim. JAMES!! - ele virou, e me olhou. Fiz sinal com a mão para que ele chegasse mais perto.
- O Sirius. – falei, e entreguei o espelho a ele. Enxugando o suor do rosto, ele pegou-o, e foi conversando até chegar junto do Daniel. Tudo bem, eu e a árvore fazemos um belo par. Encostei no tronco, colocando as pernas esticadas em cima do galho.
Tra la la la la la... Êêêê! O Daniel finalmente conseguiu ficar em cima da vassoura sem nenhum movimento suspeito, apenas a alguns centímetros do chão. Bem, já é alguma coisa. Agora eu acho que o James pensa que ele já consegue sozinho, afinal, ta vindo para cá e abandonando o menino lá. Grande professor, esse.
- O Sirius tá vindo para cá. - ele falou, sentando-se na beira dos meus pés.
- Heim?? - Não é que o menino aprendeu a voar! Voltei a atenção para o menino ao meu lado
- O Sirius. Está vindo para cá. - ele repetiu.
- HEIM??? Ele não tava nas praias do sul da Itália?
- Sim , sim... - ele disse, distraidamente, dando de ombros. - Mas parece que ele foi a Londres, e tá voltando pra lá. Tem alguma coisa para me mostrar que não podia esperar. Ele esta a alguns quilômetros daqui, mas diz que consegue chegar em meia hora.
- Hnn... – respondi, com uma careta. - E você marcou com ele onde?
- Aqui. Eu não sei que diabos ele vai me mostrar! - sorri.
- Realmente, do Sirius pode-se esperar qualquer coisa.
Ficamos olhando Daniel pegar jeito com a vassoura. Aos poucos ele conseguia guiar melhor. Rimos quando ele quase caiu, ao contornar uma árvore.
Ficamos ali, olhando o nada, e fazendo comentários sobre a técnica e habilidade do Dan. O James se exibindo - nada fora do normal -, e eu esnobando ele - nada muito estranho-. Parecia que estávamos de novo na escola. Ele continuava com o meu boné. O qual eu não tive coragem de tirar, pois é melhor do que olhar a as árvores.
Num raio de cem quilômetros - ou mais - é a melhor coisa para ser vista, sem sombra de dúvidas.
Vou fingir que não ouvi.
Enfim, ficamos ali fazendo nada. Ou seja, batendo papo. Expliquei como eu descobri que o Dan era bruxo, e tal. Resumindo a história: pescaria, nada de peixes, Daniel com raiva, peixes voando na cabeça da Lily. Quer dizer, o Daniel não tem muito espírito esportivo. No meio das risadas do James, ouvimos um barulho muito estranho e alto.
- Pelo escândalo, só pode ser o Sirius. - ele falou, sorrindo. Olhei para os lados, perdida. De onde vem essa... Coisa?
Tudo bem que a moto é legal, e tal. Mas daí a sair da praia pra vir mostrar isso aqui pro James já é escândalo. Mas a cara do Sirius exultava felicidade enquanto nos mostrava sua moto voadora. Resumindo: ela é grande e barulhenta; ou seja, a cara do Sirius. Combinam perfeitamente.
Tááá, a moto é bem legal, se quer saber, mais é espalhafatosa. Enfim, tem gente que gosta.
- Então... Esse é o buraco no qual vocês se meteram? - perguntou Sirius, sempre simpático. Daniel e eu o olhamos com cara feia. Eu olhei para cima, mostrando meu intenso desapontamento. Já o Dan se virou, subiu na vassoura, e foi voar mais longe.
- Não ofende, Sirius. Ela fica brava. E o menino mora aqui. - James explicou. Sirius ergueu as sobrancelhas com um "Ahhh..." de compreensão.
- O buraco no qual agente se meteu é pra lá - apontei com o dedo para minha frente. - A cidadezinha é pequena mas charmosa, não é, James?
- Claro, claro. - ele respondeu depressa, e eu ri.. Creio que a minha cara no comentário do Sirius não foi muito bonita, não...
- Então, vai pra onde agora? - perguntei para o Sirius.
- Bem, estou pensando em Grécia. Ou, talvez, eu volte para a Itália... Não sei bem ao certo. - ele respondeu, evasivamente. Assenti, surpresa.
- Queria ser tão pratica quanto você. Ou, melhor: ter toda essa liberdade de escolha... - ele sorriu, simpático.
- Maioridade, minha cara, maioridade.
- Certo... – respondi, emburrada. - Então em breve eu também terei.
- Exatamente. Aí você pode até fugir de casa com o James, para casarem em algum lugar distante...
- Estamos à disposição! - James se pronunciou, rapidamente. Olhei irônica para ele.
- Claro, pode até encomendar o terno...
- Com certeza! - ele me respondeu, e deu um daqueles sorrisos bem safados.
Olha para a árvoreee... tra-lá-lá...
Sirius gargalhou.
- E vocês, o que têm feito de bom?
- Ensinado ao James o que é uma padaria... – comecei, distraidamente, contando nos dedos.
- Você não sabia o que era uma padaria?? - Sirius estava perplexo.
- Até você!? - James estava inconformado. Gargalhei.
- Arrumamos a casa... - Sirius ergueu as sobrancelhas.
- A mãe dela é maluca. - olhei feio para James, e ele piscou pra mim. Acabei sorrindo. –Mentira, ela só não gosta de ratos.
- Terminei um namoro... – continuei.
- O quê????? Você se livrou daquele chato do Sean? - Sirius estava exultante. E pasmo.
- Uhum. – respondi, apreensiva. Ele olhou significativamente para o James.
Mas heim?
- E aí, já pegou? - ele perguntou sério para o menino. Ele ficou roxo, e eu caí na gargalhada.
- O que você acha? - James respondeu com uma pergunta, irônico, olhando para a minha figura, que se contorcia de rir.
- Tudo bem - ele, mesmo decepcionado, se conformou. - você está de parabéns, mesmo assim! Haaaaaaaaa!
Bem aí, em um ato de extrema emoção, ele me colocou de barriga para baixo sobre o ombro e saiu correndo pelo campo afora festejando. Ou melhor: gritando. Eu não mereço amigos tão malucos. E com ombros tão largos.
- Siriusssssss! Me soooooooooooooooooooooltaaaaaaaaaaa...
- Eu não! Você não pesa. - ele simplesmente respondeu, deu mais duas voltas comigo de cabeça para baixo, e, depois, voltou correndo para onde o James estava. Me colocou, finalmente, no chão.
- Opa... – me desequilibrei quando fui posta no chão. James, sempre o James para me socorrer. Olhei, agradecida.
- Então, será que dá pra eu dar uma volta nessa sua moto? - James perguntou, fazendo o sorriso de Sirius chegar às orelhas. Dava pra ver o quanto isso era importante para ele.
Bem, depois disso eu fui largada no meu banquinho/árvore, pra variar. Depois o Dan veio me fazer companhia, suado e nojento. Tudo bem, o que vale é a intenção. Passado mais um tempinho, os dois chegaram, rindo de alguma coisa. Sirius se despediu, e lamentou muito não poder ver os pais do James, já que eles estavam cavalgando com os pais do Dan e não seria legal aparecer com uma moto voadora numa hora dessas.
Quando voltamos para casa o sol já estava mais baixo, e James foi assoviando, distraído, mais leve do que nunca. Perguntei o porquê. Óbvio, a minha curiosidade não deixou passar.
Ele simplesmente respondeu que recebeu ótimos conselhos do Sirius. Bem, aí a minha boa educação e cautela me impediram de prosseguir. Enfim, foi mais interessante ver o sol, que estava se pondo, refletir no James.
demorei?
espero que não! odiei esse capitulo. sinceramente não gostei nem um pouco.mais, quem decide são vocês!
eu tinha um monte de coisas pra falar, mais a minha memória de passarinho fez questão de esquecer! então vamos enrolar com outra coisa...
propagandinha báásicaaaaa... qm não leu a 7 pecados favor dar uam pasadinha lá e dar uma olhadinha sim??e se estiver de boa vontade mandar uma review que tal?!
haaaaa, descobri um treco aqui na minha conta que mostra que um povinho ai recebe as notificações de alerta e tals da fic, mais nem comenta... feio isso viu?????
respondendo as reviews de quem não tem cadastro:
Thaty -não preciso de beta? oO e dispensar minha preciosa betinha? nã-nã-nã! bem brigada ai! continua comentando!
quem eu já respondi, brigada mesmo assim!
bem, creio ser só isso por hoje! entãos sem mais delongas: MANDEM REVIEWS! principalmnet aqueles que lêem e não mandam.
besos para todos!
