N/A : YAY! Aqui estou eu mais uma vez. Minha vida foi uma loucura essa semana, assim como nas próximas 3, a única coisa boa foi ter ido ver Lembranças no cinema com a MrSouzaCullen, e ter tomado minha dose de Robertinol que acho que dura até Eclipse hauahauahua. Aproveitando essa nota, eu queria avisar as pessoas que leem Através dos seus olhos, que eu vou demorar um pouco a atualizar, porque estou sem tempo. Eu já comecei a escrever o próximo capítulo, mas não tenho nem prazo de quando vou poder atualizar =/ Espero que vocês gostem desse capítulo de hoje. ^^
Capítulo 3 - Bebê a bordo?
[EPOV]
Eu estava no trabalho, mas minha mente estava distante dali.
Eu não conseguia acreditar que já haviam se passado quatro anos desde que eu me casara com a Bella.
Nossa vida não era perfeita, mas chegava bem próximo.
Até os defeitos dela me faziam amá-la ainda mais.
Eu nunca imaginei que poderia realmente encontrar a felicidade, mas agora que eu tinha a encontrado, não a largaria nunca mais.
-Edward. - Angela me chamou da porta. Assim que a vi, revirei os olhos. Ela e Bella tinham algo em comum: eram extremamente teimosas.
-Eu já avisei para você usar o telefone. – Disse num tom entediado, que eu estava acostumado a usar nos últimos meses.
-Ele estava querendo passear. - Ela respondeu, passando a mão em sua barriga que estava bastante visível devido aos seus sete meses e meio de gravidez.
-Se o Ben passar e ver você em pé... - Avisei-a.
-Do Ben cuido eu. - Eu mal comecei a falar e ela me cortou. Angela sempre foi a pessoa mais calma da face da terra, mas definitivamente, os hormônios da gravidez a tinham mudado.
-A que devo sua ilustre visita? - Perguntei, de maneira sarcástica.
-Primeiro, vim perguntar se você já olhou o currículo das candidatas.
-Ainda não.
-Edward! - Ela ralhou.
-Ainda dá tempo... - Tentei me desculpar.
-Eu vou dar a luz em quatro semanas! - Ela se exaltou. Nessas horas eu tinha pena do Ben. Afinal, era ele quem passava quase que vinte quatro horas por dia aguentando-a.
-Tempo suficiente. – Ele revirou os olhos, e estava visivelmente irritada com a minha displicência, mas ela não reclamou.
-E a outra coisa, é que a Srta. Volturi está aqui. - Ela avisou como se fosse a coisa mais natural do mundo.
-Srta. Volturi? - Perguntei temeroso. Jane Volturi, também conhecida como a Rainha de Gelo, era a filha do meio de Aro Volturi. Ela era a pessoa mais intragável e prepotente que eu já conheci. Felizmente, nossos encontros haviam sido bem raros. Até agora.
-É, o Sr. Volturi não pôde vir, e mandou a filha.
-Mande-a entrar. - Angela assentiu, e eu fiquei esperando a figura loira e altiva da Jane aparecer, mas isso nunca aconteceu.
Ao contrário, uma garota morena, de olhos verdes, que devia ter seus dezoito anos, e que parecia estar extremamente desconfortável no terninho que usava, entrou na sala.
-Você não é a Jane. - Comentei assim que a vi. Quem era essa garota?
-Graças a Deus! - Ela disse por um impulso. - Quer dizer... - Ela ficou olhando ao redor procurando as palavras certas para amenizar as anteriores. - Prazer, sou Renata Volturi. - A garota veio andando até mim, e estendeu a mão, claro, sem deixar de tropeçar na cadeira.
-Edward Cullen. - Cumprimentei-a, aceitando a mão que ela me estendia, tentando não rir por ela ser tão desastrada. – Eu não estava esperando a senhorita.
-Eu também não estava esperando vir aqui, mas meu pai me ameaçou dizendo que mandaria uma carta para o reitor da UCLA e faria ele me recusar. -Ela fez uma pausa, e depois de um longo suspiro ela continuou. - Ele nunca me perdoou por ter rejeitado Princeton.
-Você descartou Princeton? - Perguntei incrédulo. Eu também já havia descartado uma faculdade da Ivy League. Deixei de ir para Darthmouth para poder estudar perto de casa, e sinceramente, eu não me arrependia nenhum pouco.
-Estou tentando fugir do legado da família. –Ela respondeu, encolhendo os ombros.
-Mas então, a que devo a honra? - Perguntei, fazendo menção para que ela sentasse.
-Meu pai gostaria de te pedir um favor. – Ela disse meio receosa.
-Qual? – Arqueei uma sobrancelha. Era bom ser cauteloso quando o assunto envolvia Aro Volturi.
-Uma das funcionárias dele resolveu que quer morar aqui em Los Angeles, aí ele queria saber se não teria como ela ser empregada aqui ou alguma coisa do tipo.
-Nós temos vagas, mas antes de responder eu precisaria do currículo dela.
-Eu disse isso pro meu pai, mas aí ele falou que ele só trabalhava com os melhores, e que você sabia muito bem disso, e que o currículo seria desnecessário. – Ela repetiu as palavras do pai de maneira caricata.
-Você sabe o nome dela?- Perguntei, na esperança de conseguir ao menos alguma informação sobre ela na internet.
-Não. Eu a vi poucas vezes no escritório do meu pai. Mas eu não me lembro o nome, até por que não fui muito com a cara dela.-Ela parou assim que percebeu o que tinha dito. - Ops, isso é antiético, não é? – Ela disse, sem-graça.
-Um pouco.- Respondi com um sorriso.
-Certo. –Ela assentiu, e logo voltou a falar. -Mas eu realmente não gosto dela. Mas enfim, quem vai trabalhar com ela é o senhor.
-A senhorita vai ficar na cidade quanto tempo?
-Se tudo der certo, quatro anos.
-Ok, e quando você pretende dar a resposta para o seu pai?- Perguntei, imaginando quanto tempo eu teria para descobrir quem seria a tal funcionária misteriosa.
-Ele não me deu prazo. –Ela respondeu pensativa. -Tem prazo para esse tipo de coisa? Eu não sei para que ele me mandou para cá. Não seria mais fácil enviar a Jane ou o Caius? Argh!- Ela parecia extremamente irritada com aquilo.
-Acho que ele só está querendo treinar a senhorita.- Comentei.
-Ele está querendo me fazer mudar de idéia.
-Por quê?- Perguntei, curioso.
-Eu quero fazer literatura, e meu pai quer que eu faça Administração, Direito, Marketing...Ou qualquer coisa que me possibilite assumir a empresa.- Ela disse num tom triste. Deve ser horrível não ter o apoio dos pais numa decisão tão importante quanto aquela.
-Isso é uma coisa complicada.
-Nem me diga.- Ela revirou os olhos.
-A senhorita pode voltar na segunda feira, que lhe darei a resposta.
-Pode deixar. Obrigada, Sr. Cullen.- Ela apertou minha mão novamente.
-De nada.- Sorri amigavelmente para a garota.
[BPOV]
-E-me-gên-cia.- Matt leu o letreiro que ficava a entrada do hospital, enquanto passávamos pelo mesmo. Espera! Ele tinha lido?
-Matt você sabe ler?- Perguntei atônita.
-O tio Jazz que insinou.- Claro. Só mesmo o Jasper para ensinar uma criança de três anos a ler. Se bem que ele não podia ser o único culpado, cada um queria influenciar o pequeno de alguma maneira.
-Boa tarde. – Cumprimentei a recepcionista, que me encarou com um olhar nada amigável. – Eu preciso de um médico.
-É para você ou para o menino?- Ela perguntou mal-humorada, intercalado o olhar entre eu e o garotinho que agora estava sentado na bancada.
-Para mim.
-Ok. Preencha esse formulário e aguarde a sua vez.- Ela me entregou o formulário em questão.
-A senhora sabe me dizer se o Dr. Cullen está atendendo?- Perguntei enquanto preenchia o papel.
-Desculpe, mas a senhora não pode escolher o médico que irá atendê-la.- Ela disse de maneira ríspida. Como uma pessoa daquelas trabalhava lidado com o público eu não fazia a menor idéia.
-Eu sei, mas eu sou nora dele e acho que ele gostaria de saber que estou aqui.- Respondi com o melhor sorriso que eu podia esboçar
-Qual o seu nome?- Ela perguntou visivelmente contrariada.
-Isabella Cullen.- Respondi, ainda simpática.
-Aguarde um momento.-Ela pegou o telefone, e ligou para o Carlisle. -A senhora pode entrar. É o consultório cinco.- Ela disse, instantes depois de desligar o telefone.
-Obrigada.
Assim que entramos o consultório, Carlisle já estava nele a nossa espera.
-Bella! Matt!- Carlisle os saudou assim que nos viu.
-Vovô!- Matt gritou e se soltou da minha mão, indo correndo para o colo do avô.
-O que fazem aqui?- Carlisle perguntou sorrindo.
-A tia Bella tá vomitando. Duas vezes já.- Matt respondeu. A sutileza era de família.
-Sério?- Carlisle me olhou preocupado.
-É.- Admiti, sem graça. Me sentei na cadeira, enquanto ele sentava na sua, com o Matt ainda em seu colo.
-E você tem sentido outro sintoma?- Ele perguntou, assumido o seu tom de médico.
-Dor de cabeça.- Respondi, após me lembrar das dores de cabeça que vinham me atormentado nos últimos dias.
-Tem tido tonturas?
-Não até o momento.
-Você comeu algo suspeito, que possa ter causado o mal estar? - Ele continuou o interrogatório.
-Não que eu saiba.
-Ok. E quando foi... -Carlisle pausou por um momento, como se estivesse escolhendo as palavras com cautela. - sua última?
-Minha última o quê?- Perguntei confusa. Do que ele estava falando afinal?
-Visita... mensal.
-Oh! - Eu podia sentir minhas bochechas ficarem vermelhas. Tudo bem que isso é uma coisa natural de se discutir com um médico, mas quando o médico é seu sogro é um tanto constrangedor - Acho que há mais de um mês.
-Que visita tia?- Matt perguntou curioso. Olhei para Carlisle suplicando por ajuda, mas ele parecia estar tão surpreso quanto eu, diante daquela pergunta.
-Do coelhinho da páscoa. - Respondi a primeira coisa, e também a mais idiota, que veio a minha cabeça
-Mas ele só não vem a páscoa?- Ele franziu o cenho, confuso.
-Lá em casa é todo mês. É que eu sou muito chocólatra. – Ele me olhou desconfiado, mas pareceu acreditar na minha resposta.
-Bella, - Carlisle me chamou, desviado a minha atenção do meu sobrinho. - você sabe o que isso pode significar, não é?- Ele disse, tentado controlar um sorriso que tentava aparecer em seu rosto.
-Sim. – Sorri amplamente.
-Então eu vou pedir um exame de sangue para termos certeza. - Ele disse, já pegando o papel onde ele anotaria a prescrição do exame.
-Exame de sangue? Não! -Falei prontamente. Eu tinha pavor, trauma, fobia de exames de sangue. - Carlisle você sabe do meu problema com agulhas e sangue... Você não pode só fazer um ultra-som não?
-Eu preciso saber se não há nada de errado com você. - Ele disse, anotando os dados no papel e ignorando meu protesto.
-E não dá para fazer isso sem tirar sangue do meu corpo, não? Com os avanços da medicina aposto que eles já criaram outra maneira. Até exame de DNA dá para fazer sem sangue. Eu juro que deixo você arrancar cinqueta fios do meu cabelo se for necessário.
-Você sabe que não tem outra maneira. Eu volto já.- Ele me deu aquele sorrisinho sacana, que todos os Cullens tinham, e saiu da sala.
Carlisle voltou minutos depois com todos instrumentos.
-Abra e feche a mão.- Ele disse depois de amarrar a borracha no meu braço. Eu olhei para o lado oposto, e fiz o que ele pediu.
-Tia, você tá com medo?- Matt perguntou.
-Esse troço dói.
-Dói não. Eu já fiz e nem doeu. - Ele disse, fazendo eu me sentir uma idiota.
-Tá vendo até o Matt é mais corajoso que você.-Carlisle brincou. Tudo bem que eu já tinha percebido isso, mas ele não precisava jogar na minha cara que o meu sobrinho de três anos e meio era mais corajoso que eu.
-Nessas horas eu vejo de quem o Emm herdou o senso de humor.- Disse, fuzilando-o com o olhar.
-Um deles tinha que me puxar.
-Graças a Deus que não foi o Edward.
Assim que Carlisle pegou a agulha, voltei a desviar meu olhar para a direção do Matt. Ele mandou que eu fechasse a mão, e instantes depois senti a picada no meu braço. Meu estômago começou a revirar, e eu podia sentir meu corpo suando frio.
-Você está bem?- Ele perguntou, depois que tirou a agulha e desamarrou o meu braço.
-Eu vou ficar quando o mudo parar de rodar tão rápido. – Respondi com uma voz estranha. Eu sentia que poderia desmaiar a qualquer momento.
-Vem. –Carlisle me levantou da cadeira, e me colocou deitada em cima da maca que tinha na sala. -Fique deitadinha, enquanto eu vou buscar algo para você comer.
-Ok.
Carlisle voltou pouco tempo depois com um sanduíche natural e um refrigerante de limão.
-Não tinha coca, não?- Reclamei. Eu não tinha ingerido nenhuma miligrama de cafeína o dia todo, e aquilo realmente estava fazendo falta no meu corpo.
-Coca tem cafeína, e se o seu estado for confirmado você não poderá mais ingeri-la. - Eu quase desmaiei ao ouvir aquilo.
-Isso é sério?- Perguntei ainda sem acreditar. Passar nove meses sem cafeína? Como isso era possível?
-Muito. –Ele respondeu sério, deixando claro que ele não estava nem um pouquinho de brincadeira sobre esse assunto - Eu volto daqui a uma hora com o resultado.
-Ok.- Eu respondi, antes dele sair novamente da sala.
-Tia, cê tá dodói?- Matt me olhou triste, enquanto eu comia.
-Acho que não pimpolho.- Respondi confiante para tranquilizá-lo.
-Cê tem certeza?- Ele insistiu com seus olhinhos azuis preocupados.
-Vamos ter quando seu avô voltar.- Resolvi responder honestamente.
-Eu não quero você dodói.- Ele disse com um biquinho, e eu achei aquilo a coisa mais linda do mundo.
-Eu não estou. Pode ficar tranquilo. - Disse, antes de beijar sua bochechinha rosada.
Uma hora nunca demorou tanto a passar. O tempo parecia se arrastar apenas para aumentar, ainda mais, a minha ansiedade.
Até o Matt resolveu cochilar ali na maca, aumentando ainda mais o meu ócio.
Depois do que pareceu ser uma eternidade, Carlisle voltou com um papel na mão.
Agora era a hora da verdade.
Meu coração acelerou, e eu sentia meu estômago dado um nó.
E se desse negativo? Aquela idéia me parecia tão assustadora quanto a de dar positivo.
Levantei meus olhos e vi um imenso sorriso o rosto do meu sogro.
Será que...
-Parabéns! – Ele me felicitou com lágrimas nos olhos
-E... eu- Gaguejei enquanto tentava confirmar o que já estava praticamente certo - Eu estou grávida?
-De acordo com esse exame sim!
-Ah meu Deus! – Comemorei, antes de abraçar Carlisle. Não pude impedir as lágrimas que começaram a cair.
Eu estava grávida.
Um pequeno ser estava crescendo dentro de mim. O meu filho com o Edward.
-Tia. - A voz sonolenta do Matt me chamou. - Cê tá tiste?
-Não. Eu estou feliz. - Respondi, me sentando ao lado dele novamente.
-Poque cê tá cholando?- Ele perguntou, coçando os olhinhos, enquanto se sentava na maca.
-Porque as pessoas também choram de felicidade.- Expliquei.
-E poque cê tá feliz?
-Por que eu estou esperando um bebê.
-Um bebê?- Ele perguntou com os olhos arregalados, fazendo o avô dele rir da expressão que estava em seu rosto.
-É. E ele tá dentro da minha barriga, assim como você já ficou dentro da barriga da sua mãe. – Matt me olhava admirado, intercalando seu olhar entre o meu rosto e a minha barriga.
-Você quer fazer uma ultra?- Carlisle perguntou.
-Claro.
Acompanhei-o até a sala onde tinha o aparelho de ultrassom. Me deitei na maca, e Matt sentou-se na cadeira que ficava ao lado da maca que eu estava.
Carlisle pediu para eu levantar um pouco a blusa, e assim que eu obedeci, ele despejou algo gelado na minha barriga, que mais parecia um gel, e ficou passando o aparelho pela minha barriga.
-Tá vendo isso aqui?- Ele apontou para um pequeno círculo que aparecia na tela.
-Essa manchinha?- Perguntei com o cenho franzido
-É, essa manchinha é o seu bebê.
-Esse é o meu pimo? – Matt perguntou com uma careta.
-É.- Respondi, enquanto tentava controlar as lágrimas que queriam cair de novo.
-Ele é estanho. Não palece um bebê.- Ele dizia com os braços cruzados, enquanto olhava para a tela.
-Isso é por que ele ainda não cresceu. – Carlisle explicou.
-Tia, como ele entrou dento de você?- Se eu tinha quase engasgado com a pergunta sobre a visita, imagine com essa. Por que as crianças perguntam tanto afinal?
-Ah... o médico aqui é o seu avô, não eu.- Tratei de passar a bomba para o Carlisle. Eu não fazia a mínima idéia de como responder àquela pergunta.
-É... -Ele pausou por um momento, pensando na melhor maneira de dizer aquilo. -O seu tio Edward pegou uma sementinha e colocou dentro da barriga da sua tia. E essa sementinha virou um bebê.
-Igual as sementes que a vovó usa pras flores?- Meu sobrinho perguntou inocentemente.
-Mais ou menos.- Carlisle respondeu.
-Legal!
Depois de me entregar algumas cópias impressas do meu ultrassom, eu saí do hospital, claro que não sem antes o Carlisle me fazer marcar uma consulta com a obstetra do hospital.
-Tia a gente pode fazer um catão?- Matt perguntou, enquanto andávamos pelo estacionamento.
-Um cartão? Pra quê?
-Pro tio Edward. Ele vai ser papai né?
-É.
-Então a tia Ali fala que catão é legal. – Claro que ela acha cartões legais, principalmente os de crédito.
-Tudo bem, vamos passar em uma papelaria e vamos comprar o material para fazermos o cartão, ok?- O baixinho ao meu lado assentiu, e entramos no carro.
No caminho de volta para casa eu só conseguia pensar em uma coisa: Como Edward iria reagir?
N/A: Oh God, eu também não sei Bella :x Cada vez fica melhor betar os seus capítulos Re! *-* Eu amo dar risada à custa da Bella! Sério, fiquei tensa com as perguntas do Matt! :x Obrigada por todas as meninas que me deram boas-vindas, sim eu leio os seus comentários, como a Maarii disse, absolutos! Eu já lia antes de ser beta, nunca consegui controlar a minha curiosidade :x E quem gostou do capítulo levanta a mão! \o/ *beta levantando os braços* Estou curiosa, é óbvio que o Ed vai amaar ser pai, mais vocês acham que rola um desmaio quando ele souber da noticia? *curiosa* Eu acho que ele pode sim, talvez ele também chore, o que vai ser suuuper fofo! *-* E a nova empregada? Algo me diz que ela vai ser a Tanya, e mesmo se não for, acho que vai trazer problemas para o nosso casal perfeitinho!
*PARTE OFF DA NOTA: Re, lembrei de você quando a Renata entrou na história! Algo me diz que você pegou a parte desastrada dela de você! UAHSUAHSUHAUSHUAH *-*
AMEEI! Team Renatas! \o/*
Beeijo gatonas, não se esqueçam das reviews da Re! [/Ops, nota grande de novo :x
N/A 2: Nah, eu nem esperei tanto assim pra você betar, até porque eu te mandei o arquivo ontem a noite hauahuaha. Confesso, que a Renata herdou a parte desastrada de mim, mas uma coisa que eu realmente inspirei em mim foi o ataque da Bella. É sério, eu praticamente desmaio toda vez que vou fazer exame de sangue. Tenho pavor. Eu saio do laboratório sendo-praticamente- carregada pela minha mãe hauhauaha É tenso!
Ellen Monteiro: Ok! Ok! Ok! Já chegou mais!
Camilinha EGO: Humm, será que ele promete confusão? Huahauahua Ela tá sim, agora ela tem certeza absoluta ^^
Maarii: HUhauahauahau Se não é fic é o quê? LOL Nhaaa, você é a leitora perturbada eabsoluta de JGF xD
TT Salvatore Potter Black Jett : Oieeee! Ah desculpa, mas eu avisei que ia demorar né? Ao menos dessa vez não demorei tanto =D
Deb: YAY! Eu tentarei fazer o máximo para elas serem freqüentes sim. Eu também amo lemons *_*
MrSouza Cullen: Eu não resisti, tinha que colocar ela. Eu vi sim (Mas isso eu já te falei, né?)huahauahhauahaahau Claro que você achou a Nah dez, duas pervas se entendem hauahuahauaha
LarissaSpunk: Onwww que bom!!! Viu, eu sou mais precisa do que a Alice hauahauhauahaua
Gibeluh: Já chegou mais! \o/
Cullen: Ai tadinha! Terminar JGF também foi meio deprê pra mim também, mas agora tô super feliz de voltar a escrever. Essa seria uma reunião que eu nunca reclamaria em participar. Eu chorei com o início, a voz dele pedindo ela em casamento. Muito lindo!!! *_*
Luna Stew: Aeeee! É *_*Meu, eu amo fics com a Bella grávida
Priis Cullen: Pronto, mais uma perva. Se já não bastasse a escritora hauhaua. Esse povo nem dá uma chance ao Alec. Não estou dizendo que ele mereça, ou não, mas...
Regina Swan Cullen: Oieeee! É bom te ver aqui também! Ah, e eu amei as reviews que você deixou em JGF no início da semana. Eu morri de rir com algumas ^^ Nhaaa, eu também quero ele!
Nah Weisz : Resumindo, você quer 99.9% dos homens criados pela tia Steph hauhauahaua Eu também quero o Matt, daqui há muitos anos hauahauahu Nha, mas pensa pelo lado positivo, você vai ler antes de todas hauahaua
Maraisa Oliveira: Ele me podia me seqüestrar pra um fim de semana em qualquer lugar que eu nem ligava. Mesmo que fosse pra ficar em casa trancada com ele hauahuaah (6) Não rói as unhas não senão vc fica sem u.u
Elen C. : *_* É claro que eu não lembro de todas as leitoras, mas das que eu lembro eu fico super feliz de ver aqui ^^
Karen Marie Cullen: Opa! Obsessão?! *Medo* Brincando. Eu amo o Edward tímido, mas ele pervo...OME! É meu fraco! hauahuaa
Beka Assis: Você respirou depois de fazer isso tudo, né? Eu também querooooo! Alguém me dá ele de presente? *_*
angel matos: Se serve de consolo, você também não é a única...hauhauaa
Bianca: Já começou bem, né? Edward é pervertido demais *_ * Amoooo! Owww, eu tb tava morrendo de saudades de escrever essa aqui!
Beijão para vocês, lindas! Até a próxima!
