Torneio Tribruxo 1977-78

Capítulo 3 – Primeira prova

James POV

-O campeão de Hogwarts é – Dumbledore leu e fez uma pausa. Sempre soube que ele gostava de pausas dramáticas, mas isso não faz os meus nervos ficarem sob controle – James Potter!

Arregalei meus olhos e me levantei no meio da confusão de gritos de incentivos e palmas (na real, eu só me levantei porque Remus apertou meu braço forte para eu fazer isso). Caminhei até Dumbledore com um sorriso maroto no rosto para esconder meu nervosismo e apertei a mão do diretor. Dumbledore me indicou a porta atrás da mesa dos professores, onde a Profa. McGonagal estava sorrindo para mim:

-Meus parabéns, Sr. Potter – Mimi disse a mim com um sorriso e a porta se abriu – Já nos encontramos lá embaixo.

Assim que entrei, a porta se fechou. Vi que a escada que eu tinha que descer levava a Sala dos Troféus de Hogwarts. Muitas vezes já estive ali embaixo os limpando com Sirius em detenções, ganhadas por motivos idiotas que não iremos falar aqui. O caminho inteiro de descida da escada eu fiquei pensando em Lily, na minha Ruiva, mesmo que ela não admita ainda, pensando na expressão que ela fez quando ouviu meu nome: Uma expressão que parecia pedir a Merlin que qualquer outra pessoa fosse escolhida, menos eu. Talvez tenha sido apenas meu desejo, e não a realidade, mas não gosto de pensar muito nisso.

Assim que cheguei na Sala, vi Lazar, o búlgaro infeliz que ia levar um soco no meio daquele nariz estranho se eu não me controlasse, perto dos Troféus de antigos professores e diretores, e Chloe, a francesinha loirinha que Sirius tinha ficado de olho a semana inteira, parada em frente a lareira enquanto me via descer:

-Entaum você é o campeaum de Hogwarrts? – ela perguntou vindo até mim com um sorriso e o sotaque franceses dela

-James Potter ao seu dispor, Madame – eu disse com meu sorriso mais maroto e beijando a sua mão

Ela riu e então ouvi passos descendo as escadas. Dumbledore vinha a frente, seguido por Madame Maxime, Ivan Atanasoff, Mimi (para quem não sabe, é a Profa. Minerva McGonagal. Mimi é o apelido carinhoso que eu e Sirius demos à ela no nosso segundo ano. Ela não parece se importar muito com isso) e por último uma mulher alta e esguia, vestida com um conjunto amarelo claro e o cabelo castanhos comprido preso por uma tiara branca:

-Meus parabéns campeões - Dumbledore nos saudou alegre, enquanto Madame Maxime ia até o lado de Chloe, Ivan até o de Lazar e Mimi até o meu. A mulher desconhecida permaneceu atrás de Dumbledore – Estou muito feliz que não tivemos grandes problemas, aliás, nenhum problema! Vejo que todos aceitaram de bom agrado o seu posto e isso me deixa muito feliz. Agora, ao trabalho. Nossa primeira tarefa ocorrerá daqui a duas semanas, tempo suficiente para se prepararem física e psicologicamente. A primeira tarefa sempre é a mais fácil, mas quero que tenham em mente que o grau de dificuldade vai aumentar drasticamente a cada tarefa.

"Em qualquer que seja a situação, durante o procedimento de cada aluno em cada tarefa, nenhum dos diretores das três escolas, ou seja, eu, Madame Maxime, ou Ivan Atanasoff, poderá interferir na tarefa, o aluno estará sozinho assim que entrar no jogo. Mas como vocês colocaram seus nomes por livre e espontânea vontade, vejo que não terão problema em aceitar as condições existentes. Quero também lhes apresentar a Sra. Mary Anne Skeeter. A Sra. Skeeter é repórter do jornal The Daily Prophet, e estará cobrindo o Torneio Tribruxo, sua filha, Rita, se formou ano passado nessa escola, então, Mary Anne já é considerada de casa. Ela lhes fará perguntas e tirará foto para a edição do Daily Prophet de amanhã. A sessão não demorará mais do que algumas horas e depois vocês ficarão livres para irem dormir. Boa noite a todos."

Ele e os outros diretores foram embora nos deixando com Mary Anne e o fotógrafo. Eu conheci Rita, afinal, quem não conhecia Rita. Ela é apenas um ano mais velha que eu e era bem maluca aqui em Hogwarts, ela fora "namorada por três dias" de Sirius. Bem que eu estava conhecendo os olhinhos meio loucos de Rita em sua mãe:

-Ah! Mas como vocês estão adoráveis para tirar uma foto! – Mary Anne exclamou batendo uma palma estridente

Olhei para nós e não sei o que ela quis dizer com adoráveis. Estávamos usando vestes de cada escola, pelo menos era o que parecia. Eu estava com minhas vestes normais de Hogwarts, da casa de Gryffindor, todos os alunos de Hogwarts estavam com suas capas para jantar, não vi ninguém com apenas a camisa e a gravata de suas casas. Lazar estava vestido com um casaco de gola alta que continha o símbolo do Instituto Durmstrang em vermelho, o resto de sua roupa era preto. Aquele imbecil estava me imitando? Enquanto Chloe estava com sua saia xadrez azul e cinza, uma camisa branca e uma gravata toda azul com o símbolo da Escola de Magia de Beauxbatons na ponta. Essa mulher estava me parecendo cada vez mais maluca:

- Vamos tirar umas fotos! Primeiro dos três e depois separadamente – ela disse logo nos arrumando em volta de uma cadeira, onde pôs Chloe sentada como uma lady e eu e Lazar de pé ao seu lado.

E assim continuou. Eu não aguentava mais tirar foto. Ai veio as individuais, o que foi um inferno ainda maior. Eu juro que queria amarrar aquela mulher maluca e sair dali, ela me lembrava Rita mais do que eu queria me lembrar.

Lily POV

-Vamos Lils! Largue esse livro e nos ajude com a decoração!

Olhei para cima e vi Lene olhando suplicante para mim. Ela havia prendido seus cabelos em um rabo para não atrapalhar. Ela e Sirius estavam arrumando uma festa de parabenização para Potter quando ele voltasse dos assuntos de campeão. Nem sei por que eles estão comemorando. Eu não comemoraria se alguém com quem eu me importasse estivesse indo para morte. E era exatamente isso que eu estava fazendo, não comemorando:

-Ai deixa de ser fresca, Lene, e faz assim – Sirius disse chegando perto de Marlene e então fazendo algo que eu nunca esperaria. Pegou, ou melhor, arrancou o livro de minhas mãos e o jogou longe, fora do meu alcance

-Eu não sou fresca, Sirius! – Lene exclamou indignada, mas então viu minha expressão e arregalou os olhos. Enquanto isso, Sirius apontou a varinha para o meu livro e fez este ir até o andar de cima. Ouvi barulho de trancas e presumi que deveria ser da porta do dormitório masculino – Só sei qual vai ser reação dela.

-Sirius Orion Black! – eu berrei enlouquecida me levantando de um pulo do sofá e me virando em direção à escada

-Caramba Lily – Sirius disse com a testa enrugada e guardando a varinha no bolso interno se seu casaco – é só um livro! Assim você me lembra o Moony! E, aliás, não tente Alohomora ou Bombardia porque não vai adiantar. O feitiço só vai virar contra o feiticeiro.

-E o que você quer que eu faça já que vocês não me deixam dormir, estudar ou ler? – eu perguntei ainda muito irritada, meu rosto da cor do meu cabelo, sem duvida

-Nos ajudar com a decoração – Sirius sorriu e saiu em direção à mesa da bebida, me deixando cair no sofá com os braços cruzando sob o peito, a raiva ainda borbulhando

Acho que você não deve ser muito familiarizado com o termo que Black usou agora a pouco. Não os feitiços, o nome Moony. Aliás, Moony não é bem um nome, é um apelido, o apelido de Remus. Os Marauders se deram esses apelidos estranhos sem motivos aparentes, só para terem algum jeito de se chamarem, mais umas de suas piadinhas internas irritantes. Remus é Moony, Peter é Wormtail, Black é Padfoot e Potter é Prongs. Não me pergunte o porquê! Como eu já disse, não tenho a menor idéia.

Bem nessa hora o Potter chegou. Bem, eu presumo que ele tenha chegado, a não ser que tenha sido Alan King com mais uma caixa de Fire Whisky, pois todos começaram a gritar e a rir. Mas depois de ouvir vários "parabéns" e "Gryffindor tinha que ser escolhida. O orgulho de Hogwarts" soube definitivamente que havia sido Potter que chegara. Não fiquei muito feliz com isso. Aliás, eu também não ficaria se tivesse sido Alan com as bebidas, mas com Potter eu fiquei ainda menos feliz.

Olhei para cima de má vontade, só para ver o que estava acontecendo naquele minuto. Doe havia se separado de Potter com um baita sorriso no rosto, e agora Remus o abraçava apertado:

-Você é um imbecil sortudo, Prongs – ele disse sério para o Potter que ria – espero que essa sorte continue durante as tarefas.

-Eu nasci sortudo, Moony – Potter riu ainda mais. Argh! Maldito sorriso!

-Lily! Deixa de ser chata e vem dar parabéns, ou boa sorte, ao James! – Doe disse para mim quando me viu olhando a cena. Ela parecia minha mãe.

Me levantei ainda emburrada e fui até onde os Marauders e minhas amigas estavam. Potter me olhava com uma sobrancelha levantada e tentava segurar o sorriso, algo que não parecia dar muito certo:

-Vou parabenizá-lo pelo quê? – eu perguntei a Doe com uma sobrancelha levantada e a voz ácida. Eu realmente estava de mau humor hoje – Por conseguir uma passagem sem volta para os braços da Morte? Devo dar-lhe boa sorte a que? – me virei para encarar Potter, que agora estava com a testa enrugada – Boa sorte Potter. Boa sorte para o que quer que esteja te esperando antes da Morte aparecer!

-Ah Lily! Chega de drama e coisas mórbidas! – Lene falou cansada – Hoje você conseguiu ser mais doida e paranóica que eu!

-Isso é porque eu realmente sei como as coisas funcionam por aqui! Eu não vivo em um mundo de fantasias como você, Marlene – eu disse com a voz baixa

-Vamos fazer um acordo, Evans – A voz de Potter me fez encará-lo novamente. Lá estava ele, usando mais uma vez meu sobrenome. Por que ele não para de fazer isso? – Se esse Torneio acabar e eu voltar vivo, você me dá um beijo.

-Ah, certo. E se você não voltar? – eu perguntei com um pouco de medo de sua resposta, mas nunca iria admitir a Potter isso

-Aí, eu definitivamente não vou nunca mais pegar no teu pé – ele respondeu e eu pude ver a dor em seus olhos. O que eu fui falar? Eu e a minha paranóia! Eu devia passar menos tempo com Lene! Acho que vai ser meio impossível disso acontecer.

...

-Como está frio por aqui, não é mesmo? – Doe perguntou esfregando seus braços

-Frio até demais – Remus disse com a testa enrugada.

Dia da primeira tarefa. O dia em que eu menos queria que chegasse. Por que essa merda de torneio tinha que acontecer? Estávamos indo para o campo de Quadribol, mas ele não parecia mais o campo, estava coberto e... Como Doe havia colocado, estava bem frio dentro do estádio.

Então eu vi. Dezenas de gatos, fênix, raposas e outros bichos estavam em frente às arquibancadas. Mas não eram animais propriamente ditos, eram...

-Patronos – Remus sussurrou

-Ah não – Lene disse baixinho

Isso mesmo, dezenas de dementadores estavam em todo campo, tentando ao máximo ficar longe dos patronos, o que os fazia ficar perto um do outro. Eram assustadores, eu não conseguia parar de olhar para eles e ofegava um pouco. Assim que chegamos às escadas das arquibancadas do lado de Gryffindor, o calor, bem, não calor, pois estávamos quase no inverno, mas a temperatura normal voltou, e eu pude voltar a respirar normalmente. A primeira tarefa eram dementadores. Dumbledore não havia dito que a primeira tarefa era sempre a mais fácil?

Os campeões teriam que passar pelos dementadores e pegar a moeda que eles estavam guardando. Uma moeda! Por que dementadores guardariam moedas? Eles deveriam é estar guardando assassinos em série desprezíveis e supostamente com sentenças de morte ou prisão perpétua.

A primeira a ir a campo foi a campeã de Beauxbatons. Chloe usava uma blusa e calça azul e cinza combinando, a varinha em punho, os cabelos loiros presos por um coque e as mãos protegidas por uma luva aberta nos dedos. Ela não parecia bem nervosa, na real parecia calma, e ela agiu tão rápido que eu nem vi seus lábios mexerem. Um panda patrono saiu de sua varinha e correu em direção dos dementadores, fazendo-os recuar, e a francesa não perdeu um segundo sequer e correu até o pedestal onde a moeda estava e a pegou. Então era isso. A questão dessa tarefa era ter habilidade com feitiço difícil e pensamento ágil e rápido. Palmas e gritos encheram o ar enquanto a menina era levada embora com um sorriso no rosto e a moeda na mão, a diretora, Madame Maxime, exibia um sorriso orgulhoso.

Então foi a vez de Lazar. Ele estava vestido com um conjunto preto e vermelho, com o símbolo de Durmstrang nas costas. Ele, diferente de Chloe, não carregava a varinha na mão. Ele apenas entrou e ficou parado por um momento, o silêncio parecia gritar em meus ouvidos. Então ele começou a correr, tentando passar entre os dementadores. O que estava acontecendo? Os dementadores o atacavam, mas ele continuava em pé, e correndo até o pedestal:

-Ele não sabe conjurar um patrono? – Sirius exclamou com o olhar indignado no búlgaro.

-Não é tão fácil assim, Black – eu disse tentando defender Lazar. Mas a quem eu queria enganar? Ele com certeza não sabia fazer a porcaria do feitiço!

Mas, por sorte ou sei lá o que, Lazar conseguiu pegar a moeda e parecia ileso mesmo com todas as investidas dos dementadores nele. Saiu do campo sério, com seu diretor, Ivan, ao lado com um sorriso presunçoso.

Era agora. A vez de Potter.

James POV

Dementadores! Eu pensei que a primeira tarefa seria fácil! Dumbledore me fez acreditar nisso! O que ele tinha na cabeça? Desde quando dementadores são fáceis?

Respirei fundo e sai de dentro da casinha dos campeões para o campo de quadribol totalmente irreconhecível. O silêncio lá fora me deixou nervoso. Então, assim que sai, os senti antes mesmo de vê-los. Os dementadores, eu quero dizer. Senti o frio congelante, e aquela sensação de que a felicidade deixou de existir, e que ela nunca mais voltaria.

Era isso. Eu tinha que ser rápido, conjurar um patrono e pegar a moeda. Totalmente fácinho. Mas antes que eu conseguisse respirar fundo, um dementador me atacou com ferocidade e arrancou um grito de minha garganta.

Vi meus pais. Mortos. Na sala de estar

Abri meus olhos ofegante. Não podia me lembrar disso agora. Não naquele momento:

-Expectum Patro... – eu comecei, mas fui atacado novamente. E mais uma. Três vezes seguidas

Via novamente meus pais mortos. Via Remus se transformando. Via Sirius todo machucado depois de fugir de casa.

Consegui finalmente abrir os olhos e olhar em volta, meus óculos obviamente tortos. Olhei para o lado da arquibancada de Gryffindor. Vi Lene com as mãos na boca e lágrimas rolando em seu rosto, o olhar aterrorizado. E ao seu lado Lily. Minha Lily. Ela não estava chorando como Lene, mas estava em pé, a única em pé, as mãos agarradas ao braço de Sirius ao seu lado, o olhar desesperado:

-James! Rápido! – ouvi seu berro cortar o silêncio monstruoso.

Me virei e vi os dementadores voando até mim. Era agora, ou nunca mais. Então eu mordi meu lábio tentando me lembrar da melhor memória que eu tinha: Eu e Lily sentados a beira do lago em nosso terceiro ano, quando ainda éramos amigos, antes de descobrir que a amava, e antes dela pensar que me odiava. Um beijo roubado. Seu rosto de anjo dormindo. Ela nunca soube que suspirou meu nome naquele dia. Nunca:

-Expectum Patronum! – berrei com todas as minhas forçar concentradas em meu pensamento. Um cervo prateado irrompe de minha varinha e corre contra os dementadores, enquanto eu corria até o pedestal de pedra e pegava a moeda de lá. Era isso, eu havia conseguido.

Levantei meu braço com a moeda presa em minha mão. A multidão foi à loucura. Mas tudo começou a escurecer:

-Não! Por favor! O Harry não! Por favor!

-James! – ouvi Lene berrar ao longe, mas tudo logo se apagou.

...

Abri meus olhos devagar. Minha cabeça rodava. Uma sensação de enjôo na boca do estomago. Eu estava na Área Hospitalar, isso eu pude deduzir depois de meu olhar entrar em foco, mas eu estava sem óculos, então as coisas ainda pareciam meio borradas. Olhei para o lado, onde ouvi o som de página de livro sendo virada. Consegui apenas distinguir cabelos ruivos e compridos:

-Lily? – perguntei ainda meio grogue enquanto me esticava e pegava os meus óculos da mesa de cabeceira.

Assim que os coloquei consegui enxergar tudo novamente. Lily estava sentada em uma cadeira ao lado de minha cama, um livro aberto no colo, os olhos verdes me olhavam um pouco aliviados e com mais alguma coisa que não consegui ler:

-Graças a Merlin você acordou Potter – ela falou depois de um suspiro fechando o livro em seu colo – Os outros estavam preocupados. Os Marauders, Lene e Doe foram comer alguma coisa, eu vim substituí-los.

-Substituí-los? – perguntei confuso

-É – ela concordou com a cabeça, um sorrisinho se formando em sua linda boca – Para cuidar de você. Estão todos bastante preocupados.

-Ruiva, posso te perguntar uma coisa? – falei enrugando a minha testa e me lembrando do que eu havia ouvido antes de apagar

-É Evans, Potter – ela respondeu cansada – Mas acho que você pode fazer outra pergunta

-Quem é Harry? – eu perguntei sentindo um calafrio por todo o meu corpo. Estava frio, não?

-Quem é... quem? – Lily perguntou com os olhos semi cerrados. Obviamente me achando maluco por perguntar aquilo. Mas eu me lembro de ela ter gritado esse nome. De ela ter implorado algo a alguém, protegendo esse tal de Harry. Senti um pouco de ciúmes. Certo, muitos ciúmes

-Quem é Harry, Lily?

...

Oiis! Desculpa a demora, é que estava viajando e essa merda de edifício não tem um WiFi sem uma porcaria de senha, mas tarde do que nunca, aqui estou eu e o capitulo!

Kaahl: Ai! Fico muito feliz de ler que tu compraria algo me se algum dia fosse publicado, o que será difícil. Obrigada! Teus Reviews sempre me deixam felizes. E quanto ao final não asseguro nada. Hahahaha

Lary Potter: Seja bem vinda e muito obrigada! Adorei que tu gostou da fic

Bem pessoas, o próximo capítulo já vai ser postado em alguns dias! Aguardem!

Beijos

Victoria Black Herondale