Um milhão e meio de desculpas pelo atraso!!Mas ultimamente eu tenho estudado feito uma louca para as provas,e o 3,0 que eu tirei em matemática não está ajudando muito na minha condição. Mas,apesar de tudo,aqui está o capítulo III dessa história. Agradecimentos especiais aqueles que deixaram reviews e aqueles que leram mas não deixaram reviews.

Enjoy and leave reviews!

Kisses and Bye :3:3:3


Real Dreams

Lost and insecure,you found me,you found me
(Perdido e inseguro,você me achou,você me achou)
You Found Me-The Fray

-Carlie?

O homem permanecia adormecido

-Carlisle?

Sem sinal de que ele iria acordar

-CARLISLE!!

Carlisle acordou enrolado em meio as cobertas de um jeito cômico,e acabou caindo da cama. Passou a mão pelo couro cabeludo contundido e esfregou os olhos para poder ver melhor quem o acordava. Era Bella.

-Bom dia Bella...
-Bom dia? Carlie,já passa da 13h e você ainda está ainda babando ai na cama!

Carlisle ficou surpreso. Raramente dormia até mais tarde e quando dormia,geralmente era só até as 10h. Nunca tinha dormido tanto tempo quando naquele dia de sábado.

-Mais um pouco e eu ia chamar o resgate para tentarem de ressucitar!!! Tudo bem que eu a Rosie te deixamos dormir até mais tarde,mas eu preciso da casa limpa e dos moradores dela apresentáveis para hoje a noite

Bella disse isso apontando para o cabelo dessarumado de Carlisle,a gola do pijama puxada para o ombro e as calças baixas,mostrando a cueca.

-Bellinha,relaxa. Você está ficando muito estressada.
-Eu sei Carlie,mas é que eu estou tão preocupada que a família do Eddie goste de mim.
-Deixa ver se eu entendi: nós vamos recepcionar uma família inteira de vampiros e você está preocupada se eles vão gostar de você?
-Não é bem a família dele que vai vir,e sim a irmã,o tio e uns amigos dele.
-Ele não tem pais?
-Tem,mas digamos... que eles achariam que eu não faço o tipo do Eddie

Carlisle sabia o que Bella queria dizer com "Não fazer o tipo". Significava que os pais de Edward não apoiavam a decisão de Eddie de se envolver com uma humana. Isso acontecia cada vez com menos frequencia a medida que os anos iam passando e a raça dos vampiros e dos humanos se entrosava cada vez mais,mas ainda acontecia,principalmente em famílias tradicionais,tanto de vampiros quando de humanos.

-E então posso saber o que o senhor está esperando para começar a se arrumar?
-Quem sabe um "Bom Dia querido irmão"?

Bella soltou um sorriso e deu um abraço e um beijo na bochecha de Carlisle

-Eu te adoro florzinha!
-Eu também te adoro Carlie!

Bella saiu do quarto e deixou Carlisle se arrumar. Ele se dirigiu para o banheiro,onde ligou a água para lavar o rosto. Quando se olhou no espelho,um súbito lampejo tomou conta de sua mente:não tinha sonhado com a moça essa noite. Mas se lembrava de ter sonhado com uma outra coisa

Carlisle estava em um cemitério,em frente a uma lápide com o nome John Leopold Stewart. Ele ficou por um tempo admirando o túmulo de marmore branco,coberto de neve e rosas vermelhas. Era realmente um túmulo muito bonito.

-Admirando?

Ele se virou e viu um homem muito parecido com ele,só que de cabelos negros. Ele usava roupas que pareciam datar do começo daquele século,mais ou menos do ano de 2003. Ele tinha um sorriso cativante no rosto.

-Quem é você?
-Por enquanto um amigo. Venha,vamos dar uma volta.

Carlisle aceitou a sugestão e começou a caminhar ao lado do misterioso homem

-Você se chama Carlisle não é? Carlisle Alexander?
-É sim.
-Alexander... significa defensor dos homens,sabia?
-Não sabia...
-O meu nome significa homem arrojado.
-Você não me pareçe o tipo arrojado.
-E não sou. Mas fiz uma coisa que era arrojada para o meu tempo.
-O que?
-Me apaixonei por alguém que era inalcansável para mim em muitos pontos.
-Mas ela amava de você também?

O homem perdeu seu sorriso e fez uma cara triste,ferida

-Amava... e esse amor causou tanta dor a ela...
-Por quê?
-Eu fui embora. Fui para um lugar onde ela não poderia me seguir mesmo se ela quisesse
-Isso não foi um pouco cruel da sua parte?
-Eu não tive escolha... eu tive que ir... mas daria a eternidade para não ter ido.
-E por que você não voltou?
-Já era tarde demais para voltar.

O homem parou de caminhar e ficou olhando para o céu,de onde caia suavemente flocos de neve branca que recobriam tudo que tocavam.

-Carlisle?
-O quê?
-A mulher de quem eu estou falando veio me visitar hoje e me pediu uma coisa.
-Mas você não disse que ela não podia ir aonde você está?
-Ela não poder ir é uma coisa. Eu não poder escuta-la é outra completamente diferente.

Carlisle olhou para o homem e automaticamente o ligou ao túmulo de marmore que tinha visto

-John. Seu nome é John,não é?
-John Leopold.
-Você não está...?
-Morto? De certa maneira sim,mas a morte Carlisle,é um conceito muito relativo,assim como a vida. Se formos analisar por todos os lados,você está tão morto quanto eu e eu tão vivo quanto você.

Carlisle ficou admirando o homem por alguns instantes. Ele falava com tanta naturalidade da morte como quem fala do tempo para uma pessoa

-Então a mulher por que você se apaixonou está viva?
-Está
-Mas você disse que ela não poderia te seguir. Significa que ela não poderia morrer?
-De certa forma Carlisle,ela já está morta,mas não pode vir para o mesmo lugar aonde eu estou.
-E por que está me contando tudo isso?
-Carlisle,a coisa que essa mulher pediu foi para que eu a ajudasse. E eu não vou conseguir descansar em paz até ela estar em paz.
-E o que eu tenho que fazer?
-Quero que você a ressucite,que a traga de volta a vida.
-Mas como?
-Vai entender quando chegar a hora.

O sonho acabava nessa hora. Carlisle ficou extremamente pensativo desta vez. De todos os sonhos que tinha tido,esse sem dúvida alguma pareceu o mais real. Mais real mesmo do que os sonhos que ele tinha com aquela mulher tão bonita e tão irreal que habitava os seus sonhos. Parecia que ele realmente tinha conversado com aquele homem. Como se ele estivesse sonhando com uma lembrança.

Ele entrou no chuveiro,deixando a água escorrer por suas madeixas douradas. A idéia de que ele talvez estivesse enlouquecendo o atingia cada vez mais. Talvez fosse a hora de tirar uma folga do trabalho e se consultar com o profissional. Mas como diria ao médico que ele estava tendo uma paixonite por uma mulher que ele só via em sonhos e que um morto tinha falado para ele encontrar uma mulher e ajuda-la a se recuperar. Sim,o médico diria que ele tinha embirutado de vez.

-Carlie!! Não demora muito!

Ele ouviu a doce voz de sua irmã Rosalie a lhe gritar

-Por que?
-A gente ainda tem que sair para fazer umas comprinhas extras! A Ally e o Emmy também vem para o jantar de hoje!

Comprinhas extras queria dizer a mesma coisa que comprar mais TrueBlood para "alimentar" os convidados. Carlisle saiu logo do banheiro,colocou um jeans,uma camisa,uma casaco e um cachecol e saiu com Rosie para fazer as compras. A chuva tinha parado,assim como a nevasca,fazendo com que o ambiente ficasse com um tom de branco misturado as cores das árvores e do céu azul acinzentado.

"Hoje pareçe ser um dia muito melhor"

Esme acordou com os raios de sol lhe banhando suavemente o rosto. Ela abriu os olhos e ficou olhando para o teto,deitada. Vampiros reais,apesar de não precisarem dormir,tinham essa capacidade,ao contrário de vampiros transformados. De vez em quando,principalmente em dias tristes como o que tinha sido o anterior,dormir era uma ótima coisa. A bela vampira se sentou na cama de casal do hotel em que tinha se hospedado. O espelho que ficava em frente a cama refletia a sua pele pálida como a neve,que com a luz do sol brilhava de um jeito que parecia que sua pele era incrustada de pequenos porém brilhantes diamantes. Era uma cena que muitos homens dariam a vida para ver.

Curiosamente naquele dia,Esme não estava se sentindo como geralmente ficava após passar a noite pensando em John e chorando por ele. Nesses dias ela se sentia profundamente deprimida,sem nenhuma vontade de sair da cama,se arrumar ou se alimentar. Só gostava de ficar parada na cama,abraçada aos próprios joelhos em posição fetal,como se estivesse tentando se proteger da tristeza que a consumia. Mas naquele dia,ela não se sentiu triste. Sentia como se um peso tivesse sido tirado de seu coração. Era uma sensação esquisita depois de quase mil anos com aquele peso no coração,aquela ferida que John tinha deixado quando morreu.

Ela olhou para o relógio eletrônico que ficava na cabeçeira da cama. Seus olhos se arregalaram levemente em espanto ao perceber que já passava do meio dia. Ela nunca em toda a sua vida tinha dormido até além do meio dia. Nem mesmo quando era criança dormia tanto assim. Se levantou e foi se trocar. Não tinha comprado provisões quando chegou a Forks e agora seu estômago reclamava por essa decisão impensada. Ela duvidava que aquele hotel de cidade interiorana tivesse uma garrafa de TrueBlood para um hóspede hematófago.

Ela estava vestindo simplesmente uma calça,um pulover,um sobretudo,um cachecol e uma boina(N/A:imagina se isso não fosse se vestir simplesmente xD). Quando chegou no salão do hotel,imediatamente sentiu todos os olhares sendo atraídos para ela. Olhares masculinos de desejo e olhares femininos de inveja,ou seja,nada fora do normal. Iria a merceria mais próxima onde ela sabia que tinha algumas garrafas do sangue artificial. Tudo bem,quando ela ia a mercearias e saia de lá com geralmente dois engradados de TrueBlood gerava certo medo nas pessoas,mas sua beleza logo as deixava normais novamente.

Quando estava deixando a mercearia viu uma Mercedes estacionada na entrada. Isso a fez por um estranho motivo se lembrar de John. Não sabia o motivo,já que ele dirigia um Porsche. Disso pelo menos ela lembrava bem. Quantos beijos,abraços e carícias ousadas foram trocados no banco de trás daquele Porsche. Isso quando não era no banco de trás do Lamborghini dela que eles consumavam aquela paixão tão cheia de restrições.

Saiu do estacionamento e foi andando com passoas graciosos e equilibrados até o hotel

-Vocês viram a gracinha que se hospedou no Grant's?
-Vi!!! Meu Deus aquilo sim é uma mulher com M maiúsculo.
-Mas voês não viram que ela estava levando aquele sangue falso,qual é mesmo o nome..?
-Ha,pra mim não importa que ela seja uma vampira. Pensando bem até que seria muito agradável levar uma mordida dela... e quem sabe algumas outras coisinhas mais!

Carlisle estava escutando os empacotadores do mercado conversando sobre uma mulher que parecia ser recém chegada a cidade. Pelo visto ela era muito bonita.

-Carlie,seja um bom irmão e me ajude a levar as compras para o carro!
-"Ajudar a levar as compras para o carro" é um jeito mais delicado de dizer "Carlie,pegue as compras e bote tudo no carro" não é Rosie?
-Eu não ia te pedir isso mas já que insiste...

Carlisle pegou as compra e levou para o carro. Enquanto guardava as compras no porta malas,ele sentiu um doce aroma de jasmins no ambiente. Por algum motivo já se lembrava de ter sentido aquele cheiro em alguém antes,mas não sabia em quem. Só sabia que aquele cheiro era delicioso.

-Vamos Rosie! Não era você que estava com pressa para arrumarmos logo a casa?
-Vamos Carlie!

Quando estava saindo do estacionamente,teve a impressão de ver um conhecido caminhando com dois pacotes de compras em direção ao Hotel Grant's. Estava muito focado nela e quase acabou batendo a carro contra um outro que passava pela rua.

-Carlisle! Preste atenção na rua! Eu quero chegar viva em casa!

Carlisle sabia que Rosie só ficava brava com a falta de atenção dele no transito por causa do acidente que os pais deles tiveram. Ela tinha medo que acontecesse novamente

-Tudo bem Rosie,eu presto mais atenção
-Acho bom!

Anoiteceu e com a noite veio uma leve nevasca. Bella estava acabando de organizar a casa,enquanto Rosie e Jasper faziam a comida dos anfitriões e preparavam as garrafas de TrueBlood para serem consumidas. Carlisle,infelizmente,tinha tido uma chamada de emergência no hospital e tivera que ir,mas voltaria em no máximo duas horas. Enquanto Bella acabava de ajeitar a sala,a campainha tocou. Eddie tinha chegado. Ela foi correndo abrir a porta para ele entrar. Tinha que admitir que estava com certa curiosidade em conhecer a família de seu namorado.
Mal ela abriu a porta,já sentiu os doces e gelados lábios de Edward contra os seus. Ele era mesmo um romântico incorrigível

-Olá meu cordeirinho!
-Oi Eddie!
-Eu queria te aprasentar os meu queridos familiares

Edward entrou na casa e colocou um braço ao redor do ombro de Bella. Quando ela olhou para o lado de fora viu sete vultos se eles se aproximaram da luz,viu que pertenciam a 4 homens e 3 mulheres. As mulheres eram incrivelmente bonitas,mais do que qualquer humana que ela já tivesse visto,bem como os homens,que também carregavam o mesmo fascínio que Edward carregava

-Oi! Meu nome é Katherine Succubu Romanov,mas pode me chamar de Kate
-O meu é Tanya Succubu Romanov,mas pode me chamar de Tany

As duas muleres que se apresentaram para Bella tinham cerca de 1,65 metro,longos e lisos cabelos loiros e olhos azul piscina. O corpo de ambas também não deixava nada a desejar. Pareciam ter o biotipo russo

-Me chamo Carmen Succubu Pelegrin,e esse é o meu marido Eleazar Pelegrin.

A terceira mulher tinha uma longa cabeleira negra e belos olhos verdes,ou seja,o biotipo espanhol. Seu marido também paracia ser espanhol,com o cabelo negro ondulado e curto e os olhos negros como ônix.

-Se nos vamos começar a apresentar os maridos deixa eu apresentar o meu também!

A loira mais enérgica,Kate,puxou pelo braço um bonito homem de cabelos castanhos,pele levemente amorenada e bem alto,com cerca de 1,75.

-Esse é o meu marido Garret Romanov,o meu "Garryzinho"!

Ela disse enquanto apertava as bochechas do constrangido seguido de um outro mais novo que ele se apresentou

-Eu sou Marcus Volturi e esse é o meu filho Fellipe Volturi,e é uma honra conhecer dama tão formosa.

Marcus disse enquando dava um suave beijo na mão de Bella. Dentre os homens ali presentes ele era o mais bonito,com cabelos negros batendo no ombro,porém presos em um rabo de cavalo,olhos azuis,1,80,corpo musculoso e definido. O filho era uma cópia do pai,só que um pouco menor,com os olhos castanhos e o cabelo caramelo ondulado.

-Não liga para os modos do meu tio Marcus. É a idade que deixou ele assim.

Todos entraram na casa e se sentaram na sala,onde ficaram conversando.

-E a Esme? Ela não vem?

Disse Marcus

-Vem,mas pareçe que ela vai se atrasar um pouco. No máximo em meia hora ela está aqui

Nessa hora a campainha tocou. Eram Emmet e Alice

-Demoramos muito?
-Lógico que não Ally! Entrem,a Rosie e o Jazz estão bem impacientes para ver vocês!

Disse Bella com um sorriso no parou no meio do caminho quando viu Kate.

-Alice?
-Katherine?

As duas deram um grito histérico e se abraçaram.

-A quanto tempo eu não te vejo minha pequena!
-Nem eu a você!

Bella olhava admirada aquela cena. Só depois Edward contou para ela que Kate era uma "expert" em moda,sendo uma das estilistas oficial da Channel, e Alice era sua mais fiel discípula na arte de comprar roupas.

-Eddie,a Esme vai chegar em dois minutos!

Alice,como todo o membro do Clã Lovett,tinha o dom da clarividência. Alguns membros desse clã conseguiam ver memórias impressas em objetos ou lembranças esquecidas na mente das pessoas. Outros,como Alice,tinham o poder de ver o futuro imediato,que aconteceria dali a no máximo dois dias. E alguns poucos tinham o poder de ver o futuro a longo prazo,ou seja,a pré-destinação de uma pessoa. O pré destino de uma pessoa era o caminho pré cursado que ela iria seguir. Eram rarrísmas as vezes em que o pré destino de uma pessoa se alterava.

-Onde está o meu amorzinho?

A pequena mulher olhava pela casa a procura de seu namorado.

-Aqui na cozinha!
-A Rosie está com você?
-Estou Emmy!

Emmet se dirigiu para a cozinha e quando viu sua namorada deu um abraço apertado nela. Emmet,como tomo membro do Clã McCarthy,tinha a força como habilidade especial. Os mais fracos era capazes de moverem pedras de 100 quilos ou mais. Os mais fortes eram capazes de mover montanhas no sentido literal da palavra.

-Emmy... você está... me sufucando!!!!
-Me desculpe Rosie!

Em alguns minutos a campainha da porta foi escutada. Bella se prontificou imediatamente a abrir. Desde que conhecera Edward,sem dúvida o membro da família de quem ele mais falava era a irmã,Esme. Sempre falava em como ela o havia praticamente criado,em como ela gentil e bonita. Algumas vezes,Bella até chegava a ficar com ciúmes da atenção que seu namorado dirigia para a irmã,mas isso logo passava. Se Edward gostava tanto assim de Esme,com certeza ela deveria ser uma boa pessoa,ou melhor,uma boa vampira. Quando abriu a porta ficou estasiada com o que viu.

-Você deve ser a Isabella não é? O Eddie me falou muito de você.

Bella não conseguia falar nada. Aquela era simplesmente a mulher mais bonita que ela já havia visto em toda a sua vida. Ganhava das três vampiras que estavam em sua sala,ganhava de Rosie,ganhava de qualquer Miss Universo que ela já tivesse visto,ganhava de Audrey Hepburn!

-Eu sou Esme. Esme Anne Succubu Volturi.
-Você é... muito bonita.

Subitamente Bella sentiu alguém encostar em seu ombro.

-Conheceu então a beldade da minha família?
-Eddie! A quanto tempo eu não te vejo!

Edward passou por Bella e deu um abraço bem apertado em sua irmã. Ele sussurou sutilmente no ouvido dela

-Obrigada por ter vindo...
-De nada...

Ela respondeu de volta com sua voz melodiosa.

-Então,essa na minha frente é a garota que fialmente vai levar esse moleque para o altar!

Esme disse enquanto bagunçava o cabelo de Edward com a mão. Bella continuava paralisada

-Bella?
-O que?
-Você está bem?
-Estou... mas entre Esme! É um prazer conhecer a irmã do Eddie!

Enquanto Esme entrava na casa,Bella se abraçou a Edward,que lhe disse ternamente no ouvido

-Surpresa?
-Sempre achei que você estivesse exagerando quando a história da sua irmã ser realmente bonita,mas puxa ela é...
-Bonita?
-É...
-Essa é a menor das qualidades da Esme. Quando a conhecer melhor vai ver que a beleza dela nem vai mais se destacar tanto.
-Duvido.

Eles entraram e viram Esme sendo praticamente sufocada por Kate,Tania,Carmen e Alice.

-Como é bom ver você aqui Es!
-Você é uma prima muito ausente!
-Não nos visita mais!
-Pareçe até que esqueçeu da família!

Esme,com muito esforço,foi se livrando de um por um dos abraços.

-Eu também senti saudades de vocês!

Esme,Carmen,Tania e Kate eram as filhas das três herdeiras Succubu:Lilliana,mãe de Esme,Vivianna,mãe de Tania e de Kate, e Adrianna,mãe de Carmen. Com a morte de Lilliana e de Adrianna,que morreu ao dar a luz a Carmen,Vivianna passou a cuidar de suas sobrinhas e de sua filha com a ajuda de seu marido Andrey Romanov,do Clã Romanov,responsável por formar grandes guerreiros. Vivianna sempre observou que sua filha,Tania e Kate sempre pareceram ser muito unidas,mas que Esme se distanciava um pouco delas. Em compensação,ela tinha se apegado muito a Andrey,e o tratava como um pai. Quando ele morreu,na Primeira Grande Guerra Vampírica,Esme se fechou para todos durante um longo só voltou a estebelecer contato com a família depois de dois séculos.

Alice e Esme tinham se conhecido em uma das visitas de Esme a casa de sua tia,em Moscou,na Rússia. Kate estava ensinando uma menina que aparentava não ter mais do que 15 anos noções estilisticas. E Kate usou Esme como um "manequim" para demostrar a sua "aluna" a fina arte de se vestir bem. Desde então ela tinha feito amizade com a pequena e enérgica menina.
Quando Esme conseguiu se distanciar das primas e da amiga,Marcus a cumprimentou dando um suave beijo em sua mão.

-É muito bom reve-la mia signora.

Esme deu um sorriso e abraçou Marcus com muita força.

-De todos aqui você é o que precisa ter menos formalidades comigo. Você sabe disso Marcus
-É um hábito já...

Quando Esme o soltou,viu Felippe atrás do olhos dela brilharam de alegria e ela se jogou em cima do menino,o abraçando.

-Meu menino... como eu senti a sua falta.
-Também senti sua falta mãe...

Felippe chamava Esme de mãe já que ele era apenas um recém nascido quando sua mãe biológica tinha falecido. Quando ele não tinha mais do que alguns meses de vida quando Esme apareceu na vida dele e de seu pai. Inicialmente,ele chamava ela de mãe por causa de sua semelhança com Didyme. Mas depois,ele passou a chamar Esme de mãe porque era ela quem cuidava dele,que o acudia quando estava com medo e fazia ele rir quando estava triste. Para ele,apesar de não ter o mesmo sangue que ela,Esme seria eternamente a sua mãe.
Eles se sentaram na sala e ficaram conversando durante aproximadamente meia hora,quando Jasper e Rosalie chamaram os convidados para "comer".

"Droga de bêbado..."

Carlisle dirigia de volta para casa um pouco mais rápido do que costumava ir. Ele tinha sido chamado ao hospital por causa de um homem completamente alcolizado que tinha batido com o carro contra um poste. Ele acabou levando vários pontos na cabeça e teve 2 costelas fraturadas. Como Henry estava em cirurgia e o outro médico residente estava de férias,Carlisle teve que ser chamado.
Saiu tão apressado do hospital que tinha esquecido de deixar seu jaleco e sua maleta com os instrumentos no hospital. Teria que levar ambos para casa e na segunda levar de volta para o hospital.
Saiu do carro e tentou abrir a porta,mas se lembrou que tinha esquecido as chaves de casa dentro da casa. Não teve outra alternativa senão bater a porta.

Bella estava lavando a pouca louça que havia para ser limpa enquanto Edward a abraçava por trás,dando leves chupões em seu pescoço. O resto dos convidados estava na sala de jantar,conversando. Então se ouviu o som de uma batida na porta. Bella tentou ir atender,mas Edward parecia estar ocupado demais deixando pequenos hematomas no pescoço de ,a única que não estava distraída,vendo a cena,disse

-Deixa que eu atendo Bella.
Ela se levantou e foi atender a porta. Quando estava com a mão na maçaneta,Alice fez uma cara de dor e gritou

-ESME NÃO!
Era tarde demais. Esme já tinha aberto a porta. Ela estava paralizada em frenta a posta olhando para Carlisle. O mesmo jaleco,a mesma maleta,a mesma altura,os mesmo olhos,as mesma feições. Uma dor imensa se apoderou do peito de Esme... Ele era a imagem quase perfeita de ...

-John?


Tudo bem,eu não devia ter parado na melhor parte(mas parei assim mesmo xD)... Me digam o que acharam,se gostam do rumo que a história está tomando,se odiaram,se achã que eu devo botar fogo no meu computador e nunca mais escrever nada na vida...