Alice chega em um lugar estranho tudo parecia nuvem seria o céu até um rapaz aparece.
- Voce não morreu, Alice.
- Então aonde estou?
- Sonhando.
- Sonhando, que é você?
- Sou Nightmare, um incubus.
- Como volto para casa, quero ir embora deste mundo insano que fui levada.
Faz aparece o vidrinho que o coelho tinha feito ela tomar.
- Quando o vidro estiver cheio você poderá voltar para casa. E esse mundo foi feito para a antiga Alice que queria ser amada por todos, como você quer ser amada não é?
- Quando estiver cheio o vidrinho. Não sei o que diz, você está querendo confundir meus pensamentos.
- Ora Alice cada vez que conhecer este lugar vai entender seu sentimentos. Bem nosso tempo acabou.
- Espere….
Alice acorda olhando a janela o sol brilhando iluminado o quarto se senta olhando cada ponta do quarto olha sua roupa bem diferente das pessoas daquele mundo olha para a gaveta e abre olhando roupas de garota seria de sua bisa, tirando cada vestido que estava na gaveta para cima da cama achando estranho, até gostar de um que parecia mais um vestido com um terninho feminino e uma pequena gravata que chamou sua atenção tinha desenhos de números ponteiros engrenagem, então troca de roupa e colocando a fivela no cabelo. Olhando parecia um pouco com os que viu neste mundo, sai do quarto em direção a sala aonde havia visto Julius pela ultima vez.
- Bom dia Julius. Posso usar isso se não se importar?
- Bom dia Alice.
Olha a garota estava usando uma das roupas de Alice, ele via como só tive-se saindo para outro território por um tempo e voltado só um pouco menos ingênua que a antiga era.
- Claro, se servirem pode são todos seu.
- Obrigado Julius.
- Que café?
- Sim.
O homem se dirige para outro cômodo trazendo duas xícaras de cafe é pão e bolo para menina, coloca uma xícara na frente dela com o bolo e o pão e ele fica só com a xícara de café e sentando de volta na mesa aonde arrumava os relógios.
- Alice conseguiu o que queria ontem?
- Não nem consegui chegar perto do portão fui obrigada a correr para não ser pega por dois guardas.
- Hmm.
- Mas também quase morri, me perdi no caminho e quando vi estava no território da máfia.
Julius olha para a garota e volta a tomar mais um gole de café.
- Eu disse para não chegar perto do território da máfia.
-Eu sei, mas quem me salvou foi o chefe e quando vi empurrei e corri e quando vi estava na frente da torre.
Julius não fala nada e a garota começa a comer o bolo pela manhã, assim chega um visitante no lugar ao abrir a porta.
- Julius eu trouxe mais relógios para consertar.
- Ace!
O rapaz entra e olha Alice apreciando o café da manhã, olha bem para ela parecia, e não a antiga Alice.
- Alice, você voltou?
- Ace essa não é a Alice é outra Alice.
- Como assim Julius, se é Alice é Alice.
- Alice lembra de mim, sou eu Ace.
- Ace?
- Quando quise ir no castelo me avisa que vamos juntos. Hahaha!
- Claro…
Julius só vendo o comportamento dos dois até Alice se levantar e leva a louça para lavar como agradecimento pelo café da manhã e os dois falam dela para esclarecer sobre a antiga e nova Alice e sobre o jogo foi recomeçado mais uma vez. Quando ela termina os dois param a conversa e como não queria ser indelicada os atrapalhando.
- Julius vou sair andar um pouco pela redondeza. Foi bom conhece-lo Ace.
- Pode ir, tenho muito o que fazer. Volte antes de escurecer.
- Até Alice.
Sai os deixando, quando Alice anda pelos arredores por um tempo quando chega na floresta anda para o meio dela, ouve um barulho quando pensa em sair correndo encontra Ace saindo dos arbustos.
- Ue! não cheguei no castelo?
- Ace! Que susto. Vocês está no começo da floresta.
- Desculpa Alice não foi minha intenção. Eh! eu pensava que tinha chegado.
- O castelo é por aqui.
Alice apontando para direção contraria para Ace ir. Ele pega na mão dela.
- Alice não quer vir comigo para o castelo posso mostrar o lugar só para você.
A levando na direção contraria e Alice o seguia.
- Sim… Ace esse não é o caminho.
- Não esquenta, eu sei de um atalho.
Andando por lugares estranho fechado e estranho está quase anoitecendo até que encontram uma barraca e Ace parecia feliz como tive-se em casa.
- Estamos perdidos?
- Não, estamos certos. Eu estava procurando aonde estava minha barraca e aqui estava.
- Então corrigindo estamos perdidos. Eu disse para onde ir, você me ignorou.
- Que isso Alice, estamos no meio do caminho até o castelo. Vamos passar a noite aqui andar a noite é perigoso.
A puxando para entrar na barraca e ela forcando para não ir até ouvir um uivo da floresta entra sem pensar.
- Hahahahaha! Alice tudo isso foi medo.
- Claro, eu não queria passar a noite fora sozinha, Julius pode estar preocupado.
- Não está sozinha eu vou proteger Alice. Tudo bem ele nem vai perceber.
Os dois na barraca sentados um na frente do outro até que Ace pega e uma garrafa e enchia o copo e entrega para ela estava quente tinha cheiro de chá.
- Tome parece que está com frio, e por sorte tenho um saco de dormir a mais pode usar e pode ficar calma não farei nada que você não quiser.
Fazendo uma cara de safado.
- Obrigado, não vou dormir e não pense em nada safado se não eu vou enfrentar o que for neste escuro.
Alice Mostrando o punho para ele o ameaçando.
- Poxa não seja tão fria e má comigo estou só querendo protege-la.
- Hunf!
Vira o rosto então Ace deita no saco de dormir para dormir para levantar no amanhecer do outro dia Alice faz o mesmo no outro canto da barraca e fecha os olhos para dormir e quando amanhece percebe ter alguém em cima dela abrir os olhos era Ace.
- Alice não percebeu que estou apaixonado por você é por isso que quero te proteger.
- Do que está falando saia de cima de mim.
Tenta empurrar mas ele repousa sua cabeça no peito de Alice a ouvir o ritmo do coração. Apavorada força mais uma vez o empurrar para o lado saindo e sai da barraca toda bagunçada e em seguida ele.
- Calma Alice, eu não fiz nada. Não fique brava!
- Calma eu, está brincando comigo.
Começa arrumar o cabelo e a roupa e anda para longe da barraca até ouvir um barulho e algo a agarra e puxa para fora da floresta entre os arbustos, nem mais o rapaz de orelha de coelho. E logo em seguida Ace também sai por onde Alice havia sido levada era o jardim do castelo de copas.
- Alice, você veio me ver então se apaixonou por mim.
Abraçando-a não deixando nada que os separa-se se, a não ser a garota que o empurrava para soltar.
- Me solta seu pervertido.
- Eu já te disse que sou Peter White.
- Que seja, me solta não vim aqui por estar loucamente apaixonada por você e sim pagar pelo que fez.
Quando a ouve Alice consegue que ele se desgrude dela e começa a estralar os dedos para fazer o que tinha em mente até que Ace pegar e coloca o braço no ombro da garota e começa a levar a mostrar o lugar ignorando Peter e ela discutindo.
- Alice aqui é o jardim não é bonito, depois vou mostrar todo canto do palácio e por ultimo meu quarto ninguém vai nos atrapalhar fazendo uma cara bem safada.
- Ace!? Mas…
Peter não pensa em mais nada a não ser tirar Alice das garras daquele maldito que achava em roubar, atira no Ace que se abraça na Alice.
- Oi, Peter. Cuidado isso é perigoso poderia ter pego na Alice.
- Fique longe da Minha Alice.
- Sua? Alice que escolhe com quem ficar, neh?
- Ace!
Agarrada nele por causa dos tiro que Peter dava na direção dos dois.
- Alice, não faca isso. Ace vou ter que te matar para ter Alice para mim.
- Desista Peter, ela nem quer chegar perto de você agora que está fazendo.
- Estou fazendo para o bem dela tirando você do nosso caminho. Alice, querida legue esse lixo e venha para meus braços.
- Não quero nenhum dos dois. Já chega quero ir para casa!
Os gritos dela ecoaram como as balas naquele jardim para todo palácio. Pouco depois a Rainha com seus subordinados chegam aonde estava aquela bagunça.
- O que isso no meu jardim Ace e Peter?
- Olá Rainha vou voltar ao trabalho.
Ace querendo fugir na hora.
- Paradinho ai! O que os dois estavam fazendo sem minha ordem atirando no jardim e quem é essa garota?
- Alteza, Ace fugiu mais uma vez de seu trabalho e veio com Alice.
- Alice?
Olhando a garota que estava ali naquela confusão da manhã.
- Sim alteza, Sou Alice Círdan.
Se apresentando e curvando a alteza daquele lugar. A rainha faz o sinal para chegar mais perto para olhar melhor Alice.
- Não é a mesma Alice. Peter você pegou a Alice errada.
- Não, alteza. É a herança de Alice não vê?
- Vejo traços de Liddell, mas achava que traria a própria e não essa.
Alice farta de ser Alice e não Alice.
- Liddell não está mais viva a muito tempo. Minha bisa já morreu a muito tempo. E você Peter me leve de volta para meu mundo.!
- Quem acha que é, quem manda aqui sou eu criança. Não me fa ça mandar cortar sua cabeça, sendo ou não parente de Alice.
Aquilo estava chegando a um discussão perigosa para Alice mais uma vez sua vida estava em jogo mais uma reclamação seria seu fim. Ace vem para mudar os ares que estavam pesados.
- Alteza! Eu ia levar a Alice para conhecer o castelo, será que não vai ser possível?
- Claro Ace, eu a levarei tenho questões a fazer a nossa nova forasteira. O dois tem muito trabalho a fazer.
- Sim Alteza.
Os dois ecoavam suas vozes com tristezas. Alice ainda calada sem dizer uma palavra. A rainha manda seus guardas embora por em quanto.
- Venha comigo Alice, se esse é seu nome também.
- Sim é meu nome Alteza.
As duas andando sozinha no jardim andando e se sentam na cadeiras que tinha em uma mesa no jardim. A rainha olha para a Alice de cima a baixo vendo os traços da antiga Alice.
- Então Alice Liddell, não existe mais?
- Sim, ela se foi a muito tempo.
- Mas ela tinha voltado ao seu mundo a pouco tempo para nós, do país dos corações.
As duas ficam caladas, por um instante a rainha pergunta:
- Então quer voltar para seu mundo?
- Sim.
- Só posso dizer uma coisa, só você sabe como voltar, aquele coelho só mostrou o caminho para chegar aqui e não vai leva-la de volta. Você tem que sair sozinha.
- Por que?
- Essa pergunta de porque é relevante aqui, são as regras. E de agora em diante não me chame de alteza só de Vivaldi.
- Alteza Vivaldi.!
- Não só Vivaldi se são cortarei sua cabeça.
- Vivaldi.
- Isso, melhor vamos ainda temos tempo para conhecer o castelo e quem sabe escolha ficar aqui.
- Vivaldi, me desculpe mas, estou vivendo na torre do relógio.
- É uma pena, mas até o final do passei pelo castelo você mude de ideia Alice?
- Quem sabe?
As duas caminhavam pelos jardins e depois pelo castelo, Alice conhecendo cada parte do castelo achando tudo muito maravilhoso, só algo não a fazia mudar sua moradia era vive no mesmo teto com o coelho pervertido. No final Alice não aceitava o convite de Vivaldi achando melhor ficar na torre do relógio, o sol estava no alto de sua cabeça seria hora do almoço decide voltar para casa naquele mundo e pegando o caminho pela floresta para caminho de volta.
