Autor: LauhMalfoy
Título: Dissimulado
Capa: no profile
Sinopse: Ela não iria permitir que tudo se repetisse. Ela não iria permitir que ele a beijasse. Ela não iria admitir que estava a gostar daquele homem. Fic participante do XIV Challenge Draco/Ginny do site Aliança 3 Vassouras, mestrado por Mariana Kretschmer.
Shipper: Draco Malfoy & Ginny Weasley
Classificação: NC-17
Género: Romance
Spoilers: Nenhuns
Status: Incompleta
Idioma: Português
Observação: Fic Universo Alternativo e escrita com Português de Portugal, com breves adaptações para o Português do Brasil. Inspirada no filme Orgulho e Preconceito, sendo passada no século XVIII. Os Potter estão vivos, Voldemort não existe (bem como os Devoradores da Morte) e Ginevra é filha única.

CAPÍTULO QUATRO

Estatuto

- Está definitivamente melhor, Ginevra! - elogiou o professor Dumbledore quando ela estava a tocar, pela última vez, naquela aula.

Vinha há uma semana a aperfeiçoar a música que aprendera recentemente e os resultados eram cada vez mais visíveis, agora que a "relação" entre ela e Draco Malfoy fora cingida a ignorar a presença do outro. Obviamente, ela não ignorava totalmente a presença dele, mas fazia o possível para parecer que sim, o que a ajudava a se concentrar enquanto tocava.

- Obrigada, Sr. Dumbledore. - o homem sorriu simpaticamente.

- Bom, podemos dar a aula por terminada. - Ginevra levantou-se e fez um aceno rápido com a cabeça ao professor, saindo em seguida. Estava já fora do jardim quando Malfoy a chamou.

- Espere! - incrédula, ela olhou para ele, enquanto o via aproximar-se; os cortes no seu lábio superior e por cima da sobrancelha ainda bem visíveis. - Tenho que lhe entregar algo… - deu-lhe para a mão uma carta e depois virou costas, entrando o mais rápido possível dentro da carruagem sem a deixar falar uma única vez. Segundos depois ele partia.


Assim que chegou a casa largou tudo o que tinha em mãos e enfiou-se no quarto para ler a carta que Malfoy lhe dera. O que diria? Seria um pedido de desculpas? Uma possível explicação para as ofensas do moreno sobre o loiro?

Bem, de uma coisa a garota tinha a certeza: aquela carta não iria parar às mãos da sua mãe a não ser que fosse estritamente necessário. Leu a carta com uma calma que não sentia e quase teve um ataque de coração ao perceber que aquele era um convite para um jantar como pedido de desculpas pela vergonha a que ela e a sua família tinham sido expostas.

Quando os dois cavalheiros se envolveram à pancada atrás da igreja e ela gritou, as pessoas do velório vieram logo em auxílio de quem quer que fosse a dona de tamanha aflição e, quando lá chegaram e viram toda a situação, estacaram à volta deles os três, prontos a decorar cada momento para fazerem o acto passar de boca em boca.

Segundos depois os pais dos jovens apareceram e o Sr. Harry Potter e o Sr. Draco Malfoy foram separados por eles, completamente decompostos e a sangrar dos lábios e nariz, sem parar de se ofenderem. Foi a maior vergonha pública pela qual ela poderia ter passado, principalmente porque todos compreenderam que ela fora a causadora de tal briga entre os dois jovens. Além de serem severamente repreendidos pelos pais devido a uma atitude tão ridícula, as três famílias acabaram por abandonar o velório para evitar comentários e olhares desagradáveis.

Ali estava, agora, o pedido de desculpa da família Malfoy relativo ao comportamento do seu herdeiro, que fora tão incorrecto e impulsivo.


- Ah, que bom! - disse a sua mãe e Ginevra teve de rodar os olhos disfarçadamente. - Eu sabia que eles estavam a discutir por tua-

- Mamã, eu tenho de me arranjar. - ela continuou, ironicamente. - Vais ajudar-me nessa tarefa e parar de falar do quão apaixonado Draco Malfoy está por mim, ou vou ter de pedir à Srta. Tonks que me ajude?

- Humpf, criança ingrata. Nunca tentas compreender os meus pontos de vista!

- Mas quais pontos de vista, mamã? Desde quando a vergonha que nós e as duas outras famílias passaram é motivo de alegria e prova de que eles me amam? Eles mal me conhecem! - disse exasperada.

- Oh, ainda tens muito que aprender, querida. - e com isto continuou a prender o cabelo da ruiva num coque.


- Molly, querida, o cocheiro já está à nossa espera! - logo a mulher e Ginny se dirigiram para a rua e, após cumprimentarem com um pequeno aceno Remus Lupin, noivo de Tonks - extremamente simpático -, subiram para dentro da carruagem, prontos para um jantar na companhia dos Malfoy.

Ginevra, que se sentia muito nervosa, não se sentia minimamente segura para segurar nem num pedaço de pão. Os Weasley e os Malfoy eram diferentes: os primeiros alegres e conversadores, os segundos taciturnos e sérios. Duvidava muito que a sua mãe mantivesse uma pose séria ou que o seu pai evitasse puxar conversa sobre os assuntos mais banais e desinteressantes que haviam. E, estranhamente, ela sentia necessidade de se mostrar digna de ser cortejada e desposada por Draco Malfoy. Oh, loucura!

Mas a ruiva estaria a mentir se dissesse que não desejara ser beijada novamente pelo loiro, se dissesse que não sonhara com ele, se dissesse que não pensara nele como alguém que ela poderia amar. E isso estava a levá-la à loucura. Ela tinha jurado a pés juntos - ou não - que ele não era o homem que ela desejaria ao seu lado, tal como ele disse o mesmo dela. O que era, então, aquilo? A não ser que ela estivesse mesmo louca - algo que ela estava mais tentada a admitir -, Ginevra Weasley talvez se tivesse apaixonado por Draco Malfoy.

Mas mesmo admitindo a si própria que pensou nisso, resolveu tornar oficial que estava completamente louca e nunca apaixonada. Seria o cúmulo, estar apaixonada por aquele ser loiro e não tão arrogante assim… Ah!, demônios!

- Mal posso acreditar no que nos está a acontecer! - disse uma Molly completamente feliz.


Já tínham chegado há algum tempo, haviam se cumprimentado, as desculpas já haviam sido ditas pelo jovem Malfoy e já tinham sido aceitas pela família e o jantar já tinha acabado. Estavam agora a aproveitar o talento dos mais jovens daquele convívio com o pianoforte para relaxar e era Ginny que estava a tocar, sob o olhar atento de Draco Malfoy.

Na opinião dela o jantar havia sido um desastre: os seus pais eram pessoas muito sinceras e simpáticas, que não estavam a ser bem-vistos pelos Sr. e Sra. Malfoy devido a falarem demasiado, sobre variados assuntos e se rirem bastante. Mas os Weasley eram assim mesmo: boas pessoas. Todas as famílias que já haviam jantado com eles os elogiavam pelos serões bem passados, pelas inúmeras piadas que o seu pai lançava aleatoriamente, eram contagiados pelo riso de sua mãe que, ela tinha de admitir, era bem cômico e eram encarados como pessoas em quem se podia confiar, algo muito bom na altura.

Enquanto pensamentos destes continuavam a massacrar a pobre ruiva e Draco Malfoy não parava de olhar para ela, Ginny viu o Sr. Malfoy chamar o filho discretamente e ficou confusa com a reacção de ambos. Se, por um lado, o Sr. Malfoy o parecia repreender calmamente, ainda que com um olhar furioso, o loiro baixou o olhar e pareceu à ruiva ter visto uma certa angústia no seu olhar. Logo de seguida, Lucius Malfoy sentava-se com Draco Malfoy, que tinha adquirido uma pose fria que surpreendeu a ruiva.

Quando ela acabou de tocar levantou-se, com o intuito de se sentar perto da sua mãe, mas Narcisa Malfoy pediu a sua companhia para uma volta no seu jardim e ela não recusou.

E, caso alguém duvidasse da riqueza daquela família, não precisava de ver a quantidade de quadros nas paredes, os móveis caros ou o tamanho da mansão: bastava olhar para o enorme jardim, que além de um lago cheio de cisnes e uma fonte, tinha um mini-labirinto, muitas árvores e milhares de flores de todas as cores e espécies.

- Compreende que somos famílias diferentes, Srta. Weasley? - a ruiva olhou-a espantada, não esperando por uma pergunta daquelas.

- Sim, tenho perfeita noção de que somos diferentes… - a mulher loira estacou na frente de Ginny.

- Então se eu lhe disser que eu e o Sr. Malfoy a achamos indigna de ser desposada pelo nosso filho, você respeita essa decisão? - a ruiva petrificou. Desposada por Draco Malfoy? Ele não a estava a cortejar, logo ela nunca se poderia tornar sua mulher. Mas, bem lá no íntimo, aquela questão angustiou-a.

- O seu filho não me está a cortejar, Sra. Malfoy, e ele próprio já me havia dito que nunca desposaria uma mulher como eu. - respondeu um pouco mais fria do que pretendia, fazendo a mulher suspirar.

- Espero que me compreenda. - a ruiva assentiu com um sorriso forçado e, após darem uma volta ao jardim, voltaram para dentro de casa. Era oficial, não havia hipótese para ser desposada pelo loiro. Não que ela quisesse, claro.

- Ainda bem que chegaram. - disse o Sr. Weasley, alegremente.

- Já estão de saída? - perguntou a mulher loira, vendo que já todos se encontravam de pé.

- Já está a ficar tarde. - o pai de Ginevra respondeu. - Mas de qualquer forma, muito obrigado pelo jantar; foi muito agradável.

Logo todos começaram a se despedir com acenos de cabeça e os Weasley saíram para a carruagem, onde um Remus sorridente os aguardava.

Ginevra sentou-se perto da janela e, antes de a sua vista deixar de alcançar a mansão Malfoy, ela pode ver os três residentes à porta, vendo a carruagem afastar-se, e um Draco Malfoy a fitá-la atentamente; quando a sua mãe, Narcisa, lhe pôs uma mão no ombro numa tentativa de confortar o desassossego incompreendido do rapaz, este entrou dentro de casa sem olhar para nenhum dos seus progenitores, deixando Ginevra confusa.


- GINEVRA! - a ruiva deu um pulo enorme quando a sua mãe gritou. - Não sabes o que vai acontecer! - a ruiva girou os olhos. - Fomos convidados para jantar em casa dos Potter!

- Como?! - não, mais jantares, não! Já chegava o fiasco do jantar da semana passada…

- Sim, sim! - a mulher tirou o livro que ela lia das suas mãos e puxou-a. Certo, não bastava ela ter de se esforçar para conseguir ler tudo correctamente, agora a mãe ainda lhe fechara o livro, impossibilitando ver em que página ia - Vem arranjar-te! Ao menos tenho a certeza de que serão bem mais simpáticos connosco do que foram os Malfoy…

Passadas algumas aborrecidas horas em frente ao espelho, Molly Weasley deu-se por contente e, juntamente com Ginny, desceram para juntarem a Arthur, que já as esperava em frente à carruagem.

Mas por mais que tentasse, Ginevra não conseguia prestar atenção no que eles falavam, não conseguia ficar alegre por estar sendo cortejada pelo Sr. Potter (só se alegrou ao perceber que o rapaz ainda tinha o olho negro, mas repreendeu-se por tal pensamento), não conseguiu apreciar o jantar nem sentir-se feliz por as duas famílias se darem tão bem.

Estava ansiosa que a noite acabasse para poder sair dali e se refugiar em Shakespeare ou na sua cama e nunca mais sair de lá. Tudo por causa daquele Malfoy que nem em sonhos a deixava em paz e que a levou a não ir durante aquela semana às aulas de pianoforte. Estava, supostamente, doente; na verdade, esperava que o professor Snape voltasse à activa naquela semana e, assim, nunca mais teria de encarar aquele loiro arrogante nem os seus olhares frios. Os seus pais achavam que o professor estava doente.

- Ah, há muito tempo que não me divertia assim num jantar! - suspirou a Sra. Potter, ao que todos riram - de todos, exclua-se Ginevra Weasley.

- Acho que seria uma boa idéia verem a nossa sala de arte. Penso que iriam gostar… - disse o Sr. James Potter, quando já todos tinham terminado o jantar.

- Mas com certeza! - disse Molly e Ginny quase gemeu de frustração. Todos se levantaram e seguiram os anfitriões até uma sala adjacente à sala de jantar. A primeira coisa que Ginny reparou foi nas várias esculturas que o cómodo tinha, e que não a impressionaram… certo, as esculturas eram lindíssimas, ela é que não estava com espírito artístico no momento. A segunda coisa foi aquilo que prendeu o seu olhar e que a fez parar: um enorme quadro, com uma paisagem nocturna mas o céu, além de azul-escuro, tinha também umas ondas coloridas de tons verdes e azuis. Deveria ser algo alusivo a alguma divindade célebre ou então a algum ritual antigo que Ginevra não conhecia, porque aquilo não acontecia no céu estrelado que ela via todas as noites da janela do seu quarto.

- Maravilhoso, não é? - disse Harry Potter às suas costas.

- Uma bela obra de arte mas realmente não entendo o porquê daquelas ondas coloridas…

- É um fenómeno óptico e natural que se dá em lugares junto aos pólos do planeta.

- É real? - o moreno assentiu.

- É uma aurora boreal. Nunca viu nenhuma? - ela negou. - Eu vi uma durante uma viagem que fiz à Suécia com os meus pais, é realmente uma coisa muito bonita. - a ruiva sorriu fracamente. Sim, aquele fenómeno era muito belo. Parecia impossível aquelas cores aparecerem assim no céu… - Eu… - o moreno tossiu - Eu gostaria de lhe perguntar uma coisa.

A ruiva olhou para ele e sorriu fracamente, dando permissão. Porém ficou chocada ao ver o moreno baixar-se e ficar prostrado apenas num joelho, e o choque passou para pânico. Ela só queria pegá-lo pelos ombros e dizer "Pelo-amor-de-Deus NÃO FAÇA ISSO!", mas como seria extremamente mal educado e completamente ridículo, limitou-se a olhar, tendo consciência que os adultos já se haviam apercebido da situação e olhavam completamente maravilhados. Ela é que não estava lá muito maravilhada, não…

- Certamente se apercebeu que tenho vindo a cortejá-la…

- Por favor, não… - sussurrou em desespero.

- …e seria do meu agrado que se tornasse minha companheira. - ela começou a ter dificuldade em respirar. – Srta. Weasley, aceita casar comigo? - viu o sorriso sincero dele e isso só aumentou o seu nervosismo; olhou à sua volta e viu as duas mulheres coradas de felicidade a sorrirem cúmplices, o seu pai com um sorriso carinhoso e o Sr. James Potter também sorria, mas esse preenchia-lhe a cara toda e parecia extremamente orgulhoso do filho.

- T-Talvez Sr. Potter gostasse de reconsiderar…

- Não, tenho plena consciência da minha escolha. - ele respondeu calmamente. - Aceita, Srta. Weasley? - a única coisa que ela queria naquele momento é que a pessoa que lhe fazia o pedido fosse diferente, mais nada… Que os seus cabelos fossem mais claros, que os seus olhos tivessem outro tom, que as suas mãos fossem mais fortes, que a sua voz fosse mais rouca, que o seu sorriso parvo desaparecesse e que se tornasse em Draco Malfoy!

Céus, ela estava perdida! Como é que, num momento daqueles, ela pensava que desejava aquele homem ali? E foi naquele momento que ela percebeu que nunca poderia aceitar aquela proposta e que nunca poderia aceitar nenhuma que não fosse a do loiro… porque ela amava Draco Malfoy.

Ela estava totalmente apaixonada por Draco Malfoy, mesmo que não o conhecesse completamente.

- Srta. Weasley? - ela voltou a olhar à sua volta e, ao perceber que iria decepcionar e envergonhar os seus pais, sentiu os olhos ficarem húmidos com lágrimas que ela se recusava a derramar no momento. Foi com a voz embargada que ela falou ao jovem à sua frente.

- Perdoe-me, mas vou ter de recusar. - depois pegou no vestido e desatou a correr, ignorando os gritos de sua mãe que a mandavam voltar atrás, os do seu pai que perguntavam porquê e os do Sr. Potter a dizer para esperar por ele, porque tinham de falar melhor.

Não parou de correr até que chegou ao pequeno mato no fim da cidade. Lá estaria segura e bem longe de casa e dos seus pais chocados. Embrenhou-se apenas o suficiente para não ser facilmente vista por quem estava na rua, e deixou-se escorregar pelo tronco de um grande pinheiro, enquanto chorava copiosamente.

Não lhe interessava nada se o vestido ficaria rasgado ou sujo de lama… ela apenas queria ficar em paz por umas horas para arranjar coragem de enfrentar o resto do mundo. Queria descarregar todo o peso que tinha no peito, queria esquecer que Draco Malfoy existia, queria apagar o sabor do beijo dele da sua boca, queria lavar o cheiro dele da sua pele, queria eliminar a sensação de ser tocada por ele, queria chorar até não ter mais líquidos para largar.

Encostou a cabeça no tronco da árvore e fechou os olhos.


Olá! Bom, deve-vos um pedido de desculpa porque não postei Domingo passado… Mas tive de ir para a terra da minha avó e estive fora o fim-de-semana todo e durante a semana não tive quase tempo nenhum, porque o meu horário escolar é simplesmente horrível! ¬¬"

Vou tentar compensar ao postar o próximo este Domingo, ok (que por acaso será o penúltimo que mais conta como último - depois explico)? Mas não prometo nada… Já tenho de começar a fazer resumos de História A!...

REVIEWS:

Thaty: Oi, Thaty! Ainda bem que gostastes do capítulo anterior! O que achaste do jantar com os Malfoys? E com os Potters? Fico à espera da review! Beijinhos e obrigada por leres!

Sweet Lie: LOL ri-me muito quando falaste do Potter! Tens razão, ele é porreiro mas a Ginny não é para ele... LOL (o que não significa que a tia Jô pense o mesmo, óbvio). Ainda bem que gostaste do amasso… Eu adorei fazê-lo! Com o tempo vou ficar melhor nisso (espero!), mas a verdade é que aquela ideia maluca surgiu-me do nada e eu amei fazê-los amassarem-se atrás da Igreja (literalmente!). Espero que gostes deste capítulo! Beijinhos, Sweet! Thanks por leres!

Lyra Stevens: Oi LyRa! Primeiro, muito obrigada por esta ser uma das tuas recentes fics favoritas! Tu sabes como é bom recebermos incentivos e como eles nos ajudam a melhorar, né?... Muito obrigada, MESMO! Depois… Sim, reviews cortadas é o Ó! LOL Odeio quando acontece! De resto... Sobre o facto de achares o Draco e o Harry com personalidades demasiado contrastantes e tal, eu também concordo quando contigo quando acho difícil eles terem uma relação em que eles se tornam amigos demais, ainda que eu tenha uma fic que só representa isso. (Não leias, ela VAI ser reescrita no dia de São Nunca à Tarde!) Eu acho que pode haver, entre eles, uma amizade (deverei colocar entre aspas?) em que eles discutem e de picam um ao outro. Isso acho possível, de outra forma já fica meio esquisito. Adoraste o beijão? Deixa lá que a tua mente é parecida com a minha. Tu nem fazes ideia das imagens mentais que já me surgiram com esse loiro aí ao ler NC's com ele… LOL Ah, e bem… Obrigada por teres votado em mim! LOL Vou ter um voto! Oh yeah! LOL Espero que gostes deste capítulo! Beijinho e thanks for reading!

Pequena Malfoy: Olá, leitora nova!! Eheh! Bom, neste momento não tenho ideia de quem possa ter "indicado" a minha fic, mas de qualquer forma agradece à tua amiga por o fazer! O&P e D&G são a perfeição a 100! O mais engraçado é que nessa semana em que me surgiu o plot eu tinha visto os filmes todos os dias e no dia que viria a ser o último é que me surgiu a fic… Hauah! Ainda bem que gostaste do amasso! Eu também gostei, particularmente, dele! O que achaste deste capítulo? Beijinhos e obrigada por leres!

Ca'tia Felton Malfoy: Olá Ca'tia! PERDOA-ME! Eu não te respondi no capitulo passado! OH MY LORD VOLDEMORT! Perdoa-me!... ;; Eu esqueci-me, por alguma razão que ainda estou a tentar descobrir, de por o e-mail com a tua review na pasta em que eu tenho as reviews e não te respondi. Encontrei por mero acaso! PERDOA-ME!... Bem, mas como já recebi uma review para este, espero que não te importes se eu responder só à última, ok? Quanto ao Draco ser delicado… É, foi delicado à maneira Draco (não me importava nada que ele fosse delicado assim comigo!)! LOL O Harry não poderia ter escrito na testa "O Elo Mais Fraco" pelo simples facto de que o programa nunca existira naquela altura… Mas se existisse, alguém lhe tinha escrito isso na testa de certeza e encaixava-lhe que nem uma luva! LOL Realmente, o rapaz ficou mesmo excluído… Oh god! LOL Ainda bem que gostaste do amasso (foi a parte que eu mais gostei!) e que gostas do capítulo e do meu trabalho. Fico muito contente e agradecida, mesmo! Beijinhos e obrigada por leres!

Ginny Danae Malfoy: Olá Ginny! Ainda bem que gostaste do capítulo e do amasso! É, o Harry é um intrometido que apareceu logo na parte menos imprópria (para variar… Huaha). Espero que gostes deste capítulo! Beijinhos e obrigada por leres!

Bárbara Vargas: Não agradeças pelo e-mail! Quando puseste lá e disseste que era para receberes actualizações em fiquei em dúvida se recebias um e-mail sempre que eu actualizava mesmo que não tivesses conta no FF, mas ao pensar deduzi que não e resolvi correr o risco de enviar algo que tu já sabias. Não te preocupes que eu agora envio sempre! Ah, não tenhas medo! Eu não gosto muito de fazer os personagens sofrer se não for esse a minha ideia desde o início e essa não foi a ideia, então… Não temas! Pois, o que vão achar da Ginny? Bom, penso que conseguiste ter resposta a esta pergunta com este capítulo. E o Draco vai pedi-la em casamento? Hmm… fui momentaneamente atacada por uma amnésia!... HUhahaha, não te preocupes, ok? Vais ter as respostas todas. E eu não sou má! Sou até muuuito caridosa (esta é a parte que eu me rio ironicamente e o meu Draco Malfoy privado gira os olhos e diz "Patético"). Espero que gostes do capítulo! Beijinhos e obrigada por leres!

TheBlueMemory: Olá! É o Harry às vezes é meio lerdinho, mas temos de dar desconto porque ele tem dois melhores amigos completamente tapados que se amam e não se juntam… (Coisa que não aparece referida na minha fic LOL). Ainda bem que gostaste da cena com a Ginny! Eu amei escrevê-la!... "Será que Potter tomará alguma iniciativa ou se dará por vencido?" Huahauah, o que achaste dele neste capítulo? Na minha opinião, ele aqui está mais lerdo que o normal. HAuaha! O que achaste deste capítulo? Beijinhos e obrigada por leres!

Mariana: Olá! És uma nova leitora também, não é? Ainda bem que gostaste da action entre o Draco e a Ginny! Eu não acho assim tão sexy, mas a minha mente é MUITO perversa, por isso fico fora dos resultados estatísticos. E escrever o Potter com o olho negro foi o que mais gostei! HAuah. Espero que gostes deste capítulo! Beijinhos e obrigada por leres!

Ireth Hollow: Okey, mamã! Já não escrevo mais coisa desavergonhadas (pois claro…)! LOL Se me deres com o rolo da massa mando o Draco fazer tropeçar o Fred lá na tua fic! Por isso, vê lá! Cuidadinho que eu sou muito poderosa (momento suoer ego on)! LOL Eu AMEI escrever a cena imprópria atrás da Igreja! LOL Amei mesmo! Ainda bem que gostaste do capítulo! Por acaso acho que é o capítulo mais rico de todos eles… O que achaste deste? Beijinhos e obrigada por leres!

Bem, após escrever mais nas reviews do que na fic em si (Merlin, isso é frustrante!), é só para dar aqui uma notinha! Eu estou MUITO feliz! Sim, porque eu escrevi uma fic para o Chall H/L e fiquei em terceiro!!!! (salta, grita e corre pela casa!) Estou mesmo feliz! Pela primeira vez ganhei um prémio que não fosse especial!... De qualquer forma, estou a pensar postar a fic ainda hoje ou amanhã, por isso esperem pela nova ficzinha! É bastante maior do que o normal e é one-shot, mas ocupou-me 30 páginas no Word. O meu orgulho no momento...

Bom, vou andando! E como sexta-feira é feriado em Portugal vou por mãos à obra, trabalhar em fics, estudar e comer tanto que me vou fartar!

Beijinhos e até ao próximo capítulo!