3. Um casamento às pressas

Gina estava totalmente entediada agora. O pastor Black falou sem parar por quase uma hora, despejando argumentos lógicos e ilógicos para convencer o casal a desistir de se casar.

-Vocês mal se conhecem!

-Fleur, você é tão jovem...

-A casa fica tão distante!

-O que seus pais iriam pensar, Fleur?

Nessa fala, a loira pareceu perder a paciência; seus olhos se estreitaram e seu rosto enrubesceu enquanto ela rosnava, em tom claramente ameaçador:

-Pastorr Black! Eu semprre confiei no senhorr, semprre! E eu realmente gostarria que o senhorr realizasse meu casamento. Mas, se o senhorr se recusarr dessa maneirra, eu vou até Godrric's Hollow e peço parra o pastorr Dumbledorre me casar!

Isso realmente mexeu com o pastor Black. Seus olhos claros se estreitaram, e uma expressão de ego ferido se formou em seu rosto.

-Pois bem, Fleur. Se assim deseja...

Marcaram a cerimônia para acontecer dentro de duas horas, tempo que Fleur achava ser o bastante para arrumar suas malas e um vestido bonito para usar. Gui despediu-se das duas, indo em direção a um barbeiro para aparar sua grande barba, enquanto Fleur corria de volta à estalagem, puxando Gina com firmeza para que a acompanhasse.

-Orra! Vamos, irrmãzinha! -ria-se Fleur, empurrando Gina estalagem adentro -Qual o prroblema de entrrar outrra vez?

O "problema" estava novamente atrás do balcão, sentado no mesmo banco e observando a estalagem com um olhar super protetor. Quando as duas garotas passaram pela porta de folhas duplas, Draco sorriu e se levantou, caminhando até as duas.

-A mais nova noiva da cidade! Já sentiu falta de trabalhar aqui, Fleur?

-Ainda non, Drraque... Talvez no prróximo verron!

Gina estava ocupada demais em se esconder atrás de Fleur para se preocupar em rir com os dois. Mas seu disfarce era mesmo muito ruim.

-Olá, Ginevra! -cumprimentou Draco, inclinando a cabeça para conseguiu olhar para a ruiva escondida -Achei que não fosse mais te ver, do jeito que desapareceu sem deixar rastros...

-Não, eu... Quero dizer... -oh! Como ela se odiava por estar gaguejando tanto! -Eu... Eu precisava... Precisava ver... Algo... Na carroça... Os cavalos...

Draco acenou a cabeça em compreensão.

-Drraque, -chamou Fleur, atraindo a atenção do rapaz para longe de Gina -eu só vim pegarr minhas coisas, escolherr um vestido...

-E desde quando você precisa de permissão para entrar em seu próprio quarto? -ele fez um gesto largo na direção da porta onde havia a placa "Funcionários somente", fazendo Fleur rir.

Draco acompanhou as duas garotas até a porta, abrindo-a educadamente.

-Minha mãe quer te ver, Fleur, -disse ele, enquanto a loira passava pela entrada. -antes de você ir para sua nova casa... Acho que quer se despedir...

-Obrrigada, Drraque. -com um grande sorriso de agradecimento, Fleur passou pela porta de funcionários e puxou Gina para dentro.

Gina então se viu em uma grande cozinha; o piso e as paredes eram de madeira aparente, havia um forno a lenha em um canto à direita e uma mesa retangular ocupava todo o centro do aposento. Na parede à esquerda havia três portas e um armário; a porta mais próxima estava aberta, revelando um pequeno corredor e uma escada, enquanto as outras estavam fechadas. O armário estava cheio de compotas e frascos de temperos, panelas de cobre e algumas ervas secas. Um cheiro delicioso de pão assando impregnava toda a cozinha.

-Vou sentirr falta desse lugarr... -comentou Fleur, contemplando a mesa cheia de farinha, onde estava uma bacia de metal coberta por um pano branco e com massa de pão esperando crescer. Nem bem ela terminou seu suspiro, a porta mais distante se abriu, e por ela entrou o mesmo homem barbado de olhos negros.

-Fleur! -ele abriu seus braços como se estivesse se preparando para abraçá-la. -Veio se despedir dos amigos, é?

-Eu nunca irria emborra sem me despedirr, Igorr! -rindo, Fleur deixou-se ser abraçada por Igor, que dava palmadinhas em suas costas como se estivesse cumprimentando outro homem. Ao se soltarem do abraço, os olhos negros de cigano de Igor repararam em Gina, e se estreitaram como se ele estivesse tentando se lembrar de onde a conhecia.

-Ah! -exclamou ele, após um instante de reflexão, num tom de voz que assustou a ruiva. -Você estava ali no balcão de manhã, certo? Conversando com o chefe?

Gina sentiu o rosto esquentar ao lembrar-se do balcão, da conversa, do rosto de Draco próximo ao seu...

-Sim, eu... Eu estava, sim...

-Igorr, esta é minha mais nova irrmã, Ginevrra! -apresentou Fleur, sorrindo para a ruiva -Ginevrra, esse aqui é o homem de confiança de Drraque, Igorr. Está trrabalhando aqui desde que Drraque erra um garrotinho...

-É um prazer conhecê-la, Ginevra! -o homem curvou-se numa reverência respeitosa, sorrindo. Então, endireitou-se e continuou a falar com Fleur -Que bom que você voltou, Narcisa queria te ver.

-Eu sei, Drraque me disse...

-E o que está fazendo que ainda não foi pra lá? -ele empurrou Fleur de maneira risonha até a porta onde havia a escada, como que a forçando a subir até os próximos andares. -Anda, anda, anda...

-Párra, Igorr!! -reclamou Fleur, embora não parasse de rir. Quando o homem parou de empurrá-la, a loira virou-se para Gina e puxou-a novamente pelo braço -Vamos, Ginevrra! Temos tanto a fazerr!...

Fleur subiu rapidamente, de modo que foi difícil para Gina acompanhá-la. A escada fazia uma curva em forma de U, sempre subindo até chegar a um corredor bem iluminado, com janelas grandes e várias portas fechadas. Tentando fazer o mínimo de ruído possível, Fleur se aproximou da porta mais distante, próxima ao fim do corredor, e bateu três vezes.

-Entre -disse uma voz fraca e doente. Fleur acenou para Gina se apressar, ao que a ruiva obedeceu, tentando não fazer ruídos, enquanto a noiva abria a porta com cautela.

-Senhorra Malfoy? -chamou Fleur, enfiando a cabeça pela fresta que acabara de abrir -A senhorra querria me verr?

-Oh! Fleur... Entre, querida. -a loira acenou para Gina esperar do lado de fora, mas antes que pudesse virar-se novamente para dentro, a mesma voz fraca perguntou: -Quem está aí com você? Deixe entrar também...

-É a irrmã de meu noivo, senhorra. -respondeu Fleur, agora acenando para Gina acompanhá-la e entrar.

Ao passar para dentro, Gina viu-se em um quarto mal iluminado, de cortinas pesadas nas janelas e uma grande cama de casal com dossel no centro; havia um armário grande de madeira escura em um canto, e dois criados-mudos dispostos um de cada lado da grande cama. Uma mulher estava sentada em uma cadeira de balanço próxima à janela, fitando Fleur e Gina com um sorriso fraco e cobertores sobre as pernas.

Em outros tempos, aquela mulher deveria ter sido muito bonita. Tinha um rosto delicado e jovial, nariz fino e olhos claros, combinando com a brancura de sua pele e cabelos. Mas havia olheiras fundas sob seus olhos, e uma expressão cansada e doente que a fazia parecer muito frágil.

-Não se acanhem, garotas. Minha doença é a velhice! -sorriu a mulher, acenando para Fleur e Gina se sentarem sobre a cama. Gina esperou que Fleur se adiantasse para só então se sentar, se sentindo muito tímida e quase como uma intrusa naquele novo mundo. E não foi a primeira vez que desejou não ter saído da fazenda.

-Fleur, -começou a mulher, vendo que as duas garotas já estavam sentadas e esperando o que ela tinha a dizer. -você sabe que eu não tive filhas. Eu esperava entregar meu enxoval à garota com quem Draco se casasse, mas creio que o destino não me permitirá ver seu casamento...

Fleur abriu a boca para contestar, mas a mulher calou-a com um gesto.

-Eu quero que fique com minhas coisas. Sei que não tem tempo de arrumar seu enxoval -continuou, ignorando os protestos de Fleur -por isso quero que fique com você. Não é muita coisa, você sabe. Eu e Lúcio ainda éramos pobres quando nos casamos, por isso é tudo muito simples, mas gostaria que ficasse com você.

A loira abriu e fechou a boca várias vezes, tentando argumentar, mas nada saía. Gina cotovelou Fleur ansiosamente, murmurando:

-Não seja boba! Ela está te dando tudo! Aceita logo!

-A sua nova irmã está certa, Fleur. Aceite! -comentou a mulher, fazendo Gina corar ao descobrir que seus murmúrios foram tão facilmente ouvidos. Fleur suspirou alto.

-Eu non tenho como te agrradecerr, senhorra Malfoy...

-Agradeça fazendo bom uso de tudo o que vou te dar.

Ela retirou o cobertor de suas pernas, e se levantou com certa dificuldade da cadeira. Gina correu a ajudá-la, temendo que a velha senhora caísse e se machucasse pelo esforço.

-Obrigada, minha menina. -sorriu a mulher, aceitando o apoio dos ombros de Gina para caminhar até o armário, ignorando os próprios pés descalços sobre o chão de madeira e a fraqueza de seu corpo doente. Fleur correu a acompanhar as duas, sempre próxima o bastante para ajudar a amparar a senhora caso Gina não conseguisse agüentá-la.

A senhora abriu as portas do armário, revelando vários vestidos coloridos, sapatos bonitos e caixas de chapéus. No fundo, havia uma pequena caixinha de música sobre uma caixa maior, de papelão duro. A senhora se adiantou para a caixa grande, mas Fleur pegou-a antes - com certeza aquela mulher fraca não agüentaria carregar aquela caixa...

-Acho que tenho algo para você, pequena ruiva -comentou a mulher, encarando Gina com um sorriso bondoso. Gina até tentou recusar, imaginando o tipo de coisa cara e cheia de rendas e babados que a senhora estava lhe oferecendo, mas ela não deu brecha à recusa, tocando o tecido de um pequeno vestido rosa pendurado em um cabide. -Eu nunca encontrava a ocasião adequada para usar este vestido, achava que não ficava bom em minha pele branca. Mas era este que eu estava usando quando conheci meu marido!

Um sorriso saudosista surgiu em seu rosto cansado enquanto ela retirava a peça e a colocava diante de Gina.

-Eu acho que combina com seu cabelo vermelho. -a mulher sorria meigamente -E é perfeito para o casamento.

Gina engoliu em seco. O vestido rosa que lhe era oferecido era, sem sombra de dúvidas, a roupa mais bonita que já vira em toda a sua vida. Não tinha o excesso de babados que esperava, nem bordados extravagantes e rendas caras; era um vestido simples e bem costurado, de tecido leve, macio e quente.

Quando Gina deu por si, estava sendo arrumada pelas duas mulheres, ambas animadas em deixá-la bonita para o casamento. Não conseguiu impedir que elas tirassem seu velho vestido azul e o substituíssem pelo rosa, assim como não ofereceu resistência quando Fleur e a sra. Malfoy a empurraram em uma cadeira e se puseram a arrumar seu cabelo.

-Mas nós não devíamos estar arrumando a noiva? -contestou Gina, pela milionésima vez.

-Oh! Parre de reclamarr! -retrucou Fleur, irritada. Ela prendeu os cabelos ruivos de Gina em uma trança tão perfeita quanto a que usava. -Terremos tempo parra todas nós nos arrumarrmos!

A profecia de Fleur se mostrou correta, pois mal ela terminara de dizer a frase, Narcisa Malfoy inclinou a cabeça para trás, analisando o rosto de Gina, e falou, com um grande sorriso no rosto:

-Perfeita!

Ao mirar-se no grande espelho que havia sobre a penteadeira do quarto, Gina não se reconheceu. Quem era aquela bonita garota ruiva a encará-la com tanto espanto? Oh! Não era ela! Onde estavam as sardas, as manchas de sol? Seus olhos não eram tão vivos e realçados, e com certeza sua boca entreaberta não era tão bem delineada!

Virou-se em direção a Fleur e Narcisa, e ambas sorriam como quem acaba de fazer um milagre. E, oh! Elas com certeza fizeram um!

-Gui vai levar um susto! -disse, sabendo que "Gui" não era exatamente a pessoa que ela gostaria que a visse tão bonita desse jeito...

Arrumar Fleur foi infinitamente mais fácil e rápido: nem meia hora depois, ela estava bela e pronta, com o vestido de noiva de Narcisa e um sorriso radiante no rosto.

-Vocês estão lindas! -comentou a sra. Malfoy, com sua voz fraca e vacilante. Ela sorriu para Gina e Fleur, e foi empurrando as duas garotas na direção da porta. -Mas agora vão, antes que se atrasem!

-A senhora não vem?

-Oh, minha menina... -Narcisa sorriu bondosamente. -Sinto muito, mas não posso. Minha saúde não é das melhores, sabe?

Gina sentiu-se corar. Era difícil pensar que aquela mulher sorridente, falante e ativa, estava velha e doente.

-Desculpe.

-Por isso? Oh, por favor! -ela acenou com a mão como quem diz "que bobagem". Gina sorriu involuntariamente. -Mas vocês devem ir, agora! Há malas a fazer, coisas para pegar...

Ela indicou para Gina e Fleur saírem do quarto; a ruiva estava no limiar da porta quando a noiva se virou com a expressão mais agradecida do mundo no rosto bonito:

-Obrrigada, sra. Malfoy! Nunca poderrei te agrradecer porr tudo!

-Esse sorriso enorme já é o bastante! Agora vão! Não devem chegar tarde!

Fleur levou Gina quarto afora, até entrarem em um quarto pequeno no final do corredor. Lá, a loira pegou uma mala pequena e encheu-a com alguns vestidos bem conservados, vários livros, e uma porção de outras coisas. Não levou mais do que alguns minutos para juntar tudo; então, Fleur puxou Gina novamente, e desceu as escadas com ansiedade e animação. Igor encontrou-as na cozinha, e cumprimentou a noiva com uma careta de decepção.

-Queria eu ter a sorte de seu futuro marido, Fleur, por desposar uma mulher tão bela!

Corando suavemente, Fleur deu-lhe um soquinho nos ombros.

-Deixe de galanteios, Igorr! Focê já é muito bem casado!

-Graças aos deuses! -ele sorriu, e então seus olhos negros pousaram em Gina, parcialmente escondida nas sombras das escadas. -E quem é essa? Substituiu sua cunhada por uma ruiva mais bonita, Fleur?

As risadas dos dois deixaram Gina um bocado sem jeito. Sentiu as maçãs do rosto se tingirem de vermelho, e desviou os olhos para as próprias mãos.

-Oh! Não fique com vergonha! Foi só um elogio! -Igor se aproximou e pegou o braço de Gina, trazendo a ruiva para a luz da cozinha. Gina deixou-se levar, parando próximo ao cigano e Fleur; por um instante não ousou encará-los, mas acabou cedendo e ergueu os olhos para os dois, recebendo sorrisos animados em resposta.

-Vamos, Fleur, antes que se atrase! Eu te levo até o altar. -chamou Igor, dando um braço para amparar Fleur, educadamente. A loira riu enquanto entrelaçava seu braço ao do homem, e logo os dois se puseram a caminhar na direção da saída da cozinha. Gina seguiu-os, sentindo-se estranhamente aborrecida ao perceber que saíam pela porta dos fundos, e não através do salão da estalagem.

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Gina fez o máximo possível para não bocejar, cansada da ladainha do pastor Black, mas não foi possível. Lá na altura da metade do casamento, ela já se entediara o suficiente para uma vida inteira... O cigano Igor, parado a seu lado, se balançava para frente e para trás, embalado por uma música que só ele ouvia, e vez ou outra tamborilava os dedos, seguindo o ritmo dessa música imaginária. Gui e Fleur estavam ajoelhados no altar, diante do pastor de cabelos escuros e olhos azuis, que não parava de falar um único minuto. Mas, fora este pequeno grupo, não havia ninguém para assistir ao casamento. Nem mesmo os Malfoys apareceram, pois, conforme Igor gentilmente explicara, em tom de desculpas, Narcisa estava muito doente e alguém precisava ficar na casa o tempo todo, para cuidar dela e da estalagem.

-Uma responsabilidade grande demais para o garoto, se quer saber. -completou ele, referindo-se a Draco. Gina sentiu-se esquentar ao pensar nele, mas fingiu muito bem que não se abalara nem um pouco com a lembrança do loiro. -Tomar conta de uma estalagem não é tarefa fácil.

-Acrredite, eu sei... -Fleur sorriu fracamente, de braços dados com Gui. O casal parecia muito aliviado com o fim da cerimônia, ou pelo menos foi o que pareceu a Gina e seu grande aborrecimento.

-Bem... Hora de irmos embora. A estrada é muito perigosa à noite, ainda mais quando uma bela dama está na carroça...

Fleur abriu um grande sorriso. Gina revirou os olhos. Igor pigarreou.

-Que os deuses abençoem seu casamento, Fleur, minha flor... -ele fez uma reverência cômica para a noiva, que desatou a rir. Educadamente, o cigano se recompôs e apertou a mão do noivo, para então se virar para Gina, quando Gui ajudava Fleur a subir na carroça:

-Não se preocupe, pequena... Você não é fácil de esquecer...

Ela não sabia exatamente a que o cigano estava se referindo, e nem teve tempo de perguntar: sem dizer mais nada, Igor ergueu-a e a colocou sentada na carroça, milésimos de segundo antes de Gui atiçar os cavalos vilarejo afora.

A última coisa que Gina viu da pequena vila de Hogsmeade foi um certo garoto loiro derrapando ao lado de Igor, que acenava em despedida. Draco ergueu os olhos na direção da carroça e pareceu desconcertado, talvez por ter chegado tão tarde. Ele acenou também, acompanhando Igor, que agora tinha um pequeno sorriso no rosto. E esta não era uma cena feliz.


N/A: este é outro capítulo curtinho... Os capítulos de "Sete Casamentos" não são mesmo muito longos...

Hum. Eu não recebi minhas 10 reviews ((cara emburrada)), mas como faz mais de um mês que eu não atualizo... Bem... Vamos lá, né? ((sorrisinho))

Vejamos... Não tenho muito a dizer sobre esse capítulo. O próximo ainda não foi terminado, então, bem... De todo modo, eu não vou atualizar antes de janeiro, porque vou viajar! Não sei quando volto, então...

Obrigada a Kaliope S. Black, Isabelle Delacour, ab-getirana, Lufus, AnnaSophia Potter, Assuero Racsama, 'De Zabini Malfoy, Dany Uchiha e Lauh'Malfoy pelas reviews!

Desejo a todos vocês um feliz Natal, um ótimo Ano Novo, e uma porção de presentes! E... Façam uma autora feliz: deixem várias reviews!!!!! ((sorriso gigante))

Bjs a todos e um abraço de urso!