Capitulo 4 – Sobre a Nossa Historia.
Acho que não preciso dizer que levei o maior susto quando acordei e vi o InuYasha deitado ali do meu lado. Ta certo que ele ficou rindo de mim quando cai da cama com o susto, acho que eu não precisava ter falado isso.
Nesse dia fomos pra escola, todo mundo achou estranho a gente chegando junto, principalmente a Sango, o Mirok ficou mais tirando uma com a nossa cara do que qualquer outra coisa, tambem só podia ser ele mesmo.
- Mirok chega disso, já falamos que não aconteceu nada. – falei tentando parecer calma, porque paciência com o Mirok ela não dura muito.
- Ah, mas fala sério, vocês dois indo embora da festa ontem e chegando juntos hoje no colégio, não vai ser apenas eu pensando isso...AI, por que me bateu InuYasha???
- Pra você calar essa sua maldita boca! E se fizer qualquer outra piada não vai ser só um cascudo! – é, o Inu tava mesmo irritado.
- Bom gente, o sinal tocou, vou pra sala – e simplesmente comecei a andar e a Sango quase correndo tentando me acompanhar.
- Nossa Ka que pressa, o professor dessa aula sempre chega atrasado
- I daí?
- Posso perguntar uma coisa?
- Já pergunto, diga. – cheguemos no armário e peguei alguns livros.
- Aconteceu alguma coisa ontem entre você e o InuYasha?
- Acho que você vai ficar no meu pé até eu falar alguma, certo? – disse um pouco fria, ainda não havia esquecido o que o Inu me disse.
- Acho que sim, você ta estranha Ka, com certeza aconteceu alguma coisa.
- Claro que eu to estranha Sango, estou chateada, de você e o Mirok saberem de tudo que o Kouga estava fazendo e não me falaram nada, até encobriram tudo o que ele fazia, grandes amigos vocês dois. – falei séria e fui pra classe deixando a Sango parada, como se eu tivesse jogado um balde de água fria nela, e foi quase isso o que eu fiz.
InuYasha
- Ué, Sango, porque ta ai parada feito poste?
- Foi a Kagome.
- A Kagome o que? E da pra se mexe, por favor. – chacoalhei ela.
- Ela acabou de me joga um balde de água fria
- O que foi que ela falou hein? – andei até meu armário, não muito longe dali
- Ela falo que ta chateada comigo e com o Mirok porque a gente sabia do Kouga.
- Mas também né, você queria que depois de ontem você queria que ela viesse como se nada tivesse acontecido?
- Não, mas...você é mesmo um linguarudo InuYasha!!!
- Que eu fiz?
- A tah, então ela adivinhou tudo, duvido que você não tenha falado
- Eu falei, mas porque ela ja tinha sacado tudo, não é culpa minha e um dia ela tinha que sabe.
- Ta bom, esquece, depois eu falo com ela, vou pra aula.
Kagome
- Posso sentar aqui pra gente conversar? – Sango perguntou
- Pode – ela sentou na minha frente
- Olha Ka, desculpa se a gente não te falou nada, eu queria mais o InuYasha pediu pra não falar nada e ainda quando eu descobri foi naquele dia na lanchonete, então não deu nem uma semana.
- Ta tudo bem, Sango, mas eu ainda to um pouco chateada com tudo isso, é um monte de coisa acontecendo. Por causa do testamento do meu pai agora a gente ta passando por um monte de coisa e minha mãe se recusa a ir falar com a Izaoy.
- Sua mãe ainda está com essa historia na cabeça Ka?
- Ta.
- A coisa ta ficando preta é Kagome? – do nada o InuYasha apareceu do meu lado de pé. Virei pra janela e evitei responder ou olhar pra ele. – Vai me responder ou não?
"Quem sabe um dia a gente possa se ver
Andar descalço sem medo do que já aconteceu
Foi tanta coisa que eu já nem lembro mais..."(1)
- Não quero falar nisso
- Mas tava falando com a Sango – ainda estava sem olhar pra ele
- Não tava falando, apenas comentando – disse olhando pra ele – agora, vai embora, por favor.
- Ta bom – ele pegou a mochila dele e sentou na cadeira atrás de mim
- Pedi você embora, o que esta fazendo sentado ai?
- Estou no meu lugar?
- Existem 44 lugares nesta classe e você decidiu sentar bem ai?
- É, por que, não posso?
- Ah, esquece – virei pra frente, a maioria da classe já estava entrando junto com o professor na sala.
Cheguei em casa mais tarde, encontrei o Souta no vídeo game e minha mãe na cozinha vendo alguns papeis que não consegui identificar de primeira, com uma expressão não muito boa
- Oi mãe! – a cumprimentei – Está tudo bem?
- Como poderia estar tudo bem Kagome? O dinheiro que seu pai nos deixou já está no fim e mesmo com meu emprego não está dando para pagar todos os impostos.
- Mãe, já lhe falei, por que não pede ajuda pra tia Izaoy?
- E você acha que eu vou pedir ajuda para os Taisho, nem pensar Kagome!
- Se você está tão ressentida com eles, então porque você sempre trata bem o InuYasha quando ele esta aqui?
- Por que ele não tem culpa nenhuma e sim a família dele, e fico até feliz que vocês estão se dando bem mesmo depois de todo aquele tumulto, mas acho que você não deveria confiar tanto nele!
InuYasha
- ''Essa Kagome, sempre com a cabeça no mundo da lua, a próxima vez que ela esquecer alguma coisa no carro juro que devolvo só no outro dia'' – paro na frente da porta da casa dela e toco a campainha. Vejo que ninguém veio atender e verifico a porta, aberta, entro e escuto a voz da e Ka e sua mãe discutindo e vou em direção a cozinha.
- ...mas acho que você não deveria confiar tanto nele! – quem é esse ''nele''? Paro na porta e vejo Kagome de costas pra mim discutindo com a mãe sentada na mesa, acho que elas não perceberam minha presença.
- Algum problema de eu poder confiar no InuYasha? Não vejo problema nenhum, nem com ele e nem com a tia Izaoy.
"A minha vida não pertence a ninguém
Não interessa os erros que você já cometeu
Mais no final a gente se encontra lá"(1)
- "A Ka confia em mim? Mesmo depois de tudo o que aconteceu no passado?" – o que a Kagome falou foi uma grande surpresa pra mim
- Quem vai depois sair chorando não vai ser eu, e já disse Kagome, o problema não é ele e sim a mãe dele.
- Espera ai!! Como a historia foi chegar na minha mãe??? – interrompi a discussão das duas. Kagome me olhou com uma cara de espanto que se eu não tivesse nessa situação teria rido da cara dela.
- A quanto tempo você...você.. – Ka me perguntou e ignorei
- Olha tia Saori, não sei como você pode ter esse sentimento por minha mãe se antes vocês duas eram como irmãs. – as duas ficaram mudas – Ka, dá pra me explica o que está acontecendo aqui?
- Antes: o que você está fazendo aqui? – ela parecia nervosa, e pelo que conheço da Kagome, estava se segurando pra não chorar.
- Vim trazer seu livro de física. Agora me explica
Kagome
- Chega disso. Inu vamos sair daqui. – não agüentava mais aquela discussão por causa do InuYasha ou por causa dos Taisho, puxei o Inu pelo braço até chegarmos numa arvore que tinha no quintal, onde encostei e abaixei a cabeça, será que ele ouviu o que eu disse dele?
- Será que dá pra me explica o que estava acontecendo lá dentro Ka? – ele parou na minha frente tentando olhar pra mim.
-Só estava tentando convencer minha mãe que é ela que está distorcendo toda aquela historia.
- Não liga pra isso Kagome – grande erro meu ter olhado pra ele. O InuYasha estava muito perto.
- Não tem como não ligar Inu, ela é minha mãe. – desviei o olhar , mas não deu tempo ele segurou meu rosto com uma das mãos e me fez encará-lo, enquanto ele se apoiava na arvore com o outro braço.
"O tempo corre em fim
A vida passa em vão
E não é fácil de se conter
A minha história eu sei
E o resto é com você
Desculpe é que eu nem quis lembrar"(1)
- O que você disse sobre confiar em mim, é verdade Ka? – ele estava realmente perto.
- Er..bem...que...- não precisei dizer mais nada, porque ele me beijou, mas de um jeito que nunca havia feito, tão carinhoso e ao mesmo tempo possessivo. Uma mão estava em minha cintura a outra na minha nuca, não resisti e passei meus braços envolta de seu pescoço. Ficamos naquilo por um tempo, quando nos separamos, ficamos um pouco sem graça.
"Que eu posso então sorrir
E posso até chorar
Eu quero ter tudo de novo
E sei aqui não é meu lugar"(1)
- Hum...bem é melhor eu ir – o Inu disse totalmente sem jeito
- Tudo bem, brigada por trazer o livro. – falei colocando minha mãos para traz.
- Então, até amanha. – se virou e foi embora. Estava me sentindo totalmente boba depois disso tudo.
InuYasha
Não sei o que deu em mim pra beijar a Kagome no dia anterior, eu devia estar fora de mim, não, com certeza, eu estava fora de mim.
Havia chegado mais cedo no colégio, lá estava eu na sala conversando com o Mirok e a Sango estava fazendo alguma lição que havia esquecido. O professor chega e ainda nada da Kagome, quando escuto a porta ser aberta com força e aparece uma Kagome ofegante.
- Posso entrar professor? – ela pergunta ainda ofegante
- Posso saber o motivo do atraso Higurashi? Você não é de chegar atrasada.
- Digamos que... dormi demais.
- Entre logo. – kagome entrou e como sempre sentou na mesa em frente da Sango, ou ao meu lado. Percebi que ela olhou pra mim por um segundo e depois começou a prestar atenção na aula.
Kagome
Havia levado muito tempo para dormir noite passada por ter ficado pensando no InuYasha, no que ele me disse e fez. Isso acabou resultando que eu acordei atrasada e quando cheguei no colégio a aula já havia começado. Assim que sentei no meu lugar, percebi que o Inu ficou me olhando, assim que olhei pra ele, desviou o olhar. Eu não tinha a mínima idéia de como agir com ele.
Quando tocou o sinal para o intervalo, eu estava pegando minha bolsa quando senti alguém segurando meu braço.
- Ka...é... – assim que me virei pra ele, soltou meus braços e enfiou as mãos nos bolsos da calça – eu acho que a gente precisa conversar.
- Ta, tudo bem Inu, vamos então – a Sango e o Mirok já haviam sumido ao perceber o que estava acontecendo. O clima entre nós dois naquele momento estava bem chato.
- Não, é que...é um assunto sério, não seria legal a gente fala disso aqui no colégio, se você não for fazer nada na hora do almoço a gente podia almoça em casa, ai nós conversamos.
- Tudo bem. – ele já estava andando quando segurei seu pulso – Mas, se é tão sério, é sobre o que? – Inu virou pra mim e abriu um sorriso
"É sobre a nossa historia
Que eu nem lembro mais
É sobre velhos tempos
Que a tempos eu deixei de falar"(1)
- Hum...acho que é sobre a nossa história. – abriu outro sorriso – a gente se vê depois.
Fiquei ali, apenas imaginando sobre o que exatamente ele queria conversar. O InuYasha estava muito misterioso.
No final da aula, estava no meu armário pegando uns livros, quando sinto alguém com a mão no meu ombro e me virando e me beijou. Assim que vi quem era, o empurrei e dei um tapa no rosto dele.
- Que foi Ka? Posso saber o motivo disso?– o Kouga pergunto
- O que foi que? O que você pensa que está fazendo?
- Beijando minha namorada?
- Que namorada? Você acha que eu sou idiota?
- Kagome não estou entendendo nada!! Dá pra me explicar porque você me bateu? – percebi o InuYasha chegando no corredor.
- Que tal porque você praticamente já começou nosso namoro me traindo com a Kikyo?
- Ta maluca Kagome? Quem foi que te falou essa besteira? – ele tentou tocar meu rosto mas logo o afastei
- Ninguém falou nada, eu vi muito bem, você com ela na festa do Bankotsu. – ele começou a me empurrar contra os armários.
- E posso saber quem te levou na maldita festa? – ele falou irritado vindo pra cima de mim.
- Eu. – o InuYasha o puxou, depois prendendo o Kouga contra os armários. – e foi justamente pra ela ver o filho da mãe que você é!!!! – quando o Inu ia bater nele o interrompi.
- Inu deixa disso, não vale a pena. Vamos logo embora. – ele deu um soco bem no estomago dele, depois pegou sua mochila e passou o braço pela minha cintura e foi me puxando, deixando o kouga encolhido no chão.
- Vamos Ka.
Chegamos no apartamento do InuYasha, deixamos nossas coisas no sofá da sala e fomos pra cozinha preparar o almoço. Ele foi até um armário fuçou e depois virou pra mim.
- Se importa se for ramen?
- Não
- Que bom, porque é a única coisa que tem – ele disse com um sorriso.
Não tínhamos trocado uma palavra sequer o caminho todo, desde que o Kouga apareceu. Não sabia como falar ou agir com ele, ainda mais sobre essa conversa que ele queria ter. O almoço também foi no silencio total, sem nenhum dos dois pronunciar nem se quer uma palavra. Quebrei o silencio quando estávamos lavando a louça.
- O que você queria falar comigo Inu?
- Lembra do dia da leitura da 1ª parte do testamento dos nossos pais?
- Lembro.
Flash Back
- Certo Dr. Takashi, pode começar a ler, estamos todos aqui – disse tia Izaoy para o advogado da família, que havia ido nos visitar para a leitura do testamento de meu pai e do tio InuTaisho.
- Tudo bem vou começar, mas tenho que informar que há algumas clausuras, em que os dois senhores, donos deste testamento determinasse que lesse apenas em ocasiões especificas.
- Ta tudo bem, não podemos fazer nada quanto a isso, agora leia – disse Sesshoumaru impaciente.
- " Este testamento é algo bem informal, para que quando for lido nossas famílias tendem à entender o por que de algumas decisões, se Takashi está lendo isso é porque aconteceu algo já esperado por nos dois, se não estaríamos escrevendo esta carta. Peçamos que a empresa esteja com três nomes: Sesshoumaru Taisho, InuYasha Taisho e Kagome Higurashi, mas apenas os dois primeiros citados terão permissão de mexer, organizar e trabalhar nessa empresa até uma segunda ordem deste documento, Souta Higurashi ficará com algumas propriedades residenciais que temos, como é o mais novo, surgirá mais coisas a fazer, e em questão do dinheiro parte ficará com os Higurashi, valor o suficiente para educação e sustentação da família até Kagome terminar o colegial, e o restante ficará a par dos Taisho. Dados numéricos e mais específicos Takashi está ciente de tudo através de outro documento.
O restante desta carta será lido apenas depois que Kagome e InuYasha terminarem o colegial, até lá espero que todos fiquem bem sem nossa presença."
Naquele momento a sala estava com um silencio mórbido, em que se podia ouvir a respiração de cada um, minha mãe estava indignada com o que seu próprio marido havia imposto para a familia, ninguém ali entendia o porque de nada.
- Isso é ridículo, o sustendo básico de três pessoas e mais estudo, em que as escolas são estaduais, não é nada comparado ao que realmente deveria ser dividido!!!! – minha mãe havia levantado da mesa de forma exasperada,praticamente gritando.
- Me desculpe Saori, mas não podemos fazer nada, a não ser aceitar – disse calmamente tia Izaoy
- Aceitar? Aceitar o que? Que InuTaisho deveria ter escrito isso sem a conscientização de meu marido! – minha mãe já não falava coisa com coisa, realmente o que papai nos havia deixado era muito pouco, ela teria de ter outro emprego alem do que tinha.
- Tia, não vou deixar você fala assim do meu pai! Ele nunca faria algo desse tipo! – disse Inu irritado pelo que minha mãe havia falado.
- InuYasha, você é muito inocente, ainda é uma criança, não sabe nem um terço do que se passa naquela empresa! – minha mãe havia fala do alterada para Inu.
- Mamãe, chega disso. – sussurrei ao pé de seu ouvido.
- Me desculpe senhora Saori, mas realmente não podemos fazer nada, essa foi a decisão do meu pai e de seu marido, talvez tenha até mesmo sido melhor assim. – disse Sesshoumaru
Eu e InuYasha podíamos ser apenas crianças, mas não éramos idiotas ou tão ingênuos assim, não apenas eu, mas minha mãe com certeza, devia estar se sentindo totalmente esquecida pelo meu pai.
Fim do Flash Back
- Lembra do que o Sesshoumaru disse pra sua mãe?
- Uhum, mas ainda não entendi.
- Acho que ele sabe de alguma coisa que nem está no testamento, porque é realmente muito estranho seu pai ter deixado apenas o necessário pra vocês.
- Inu, por mais que eu queira administrar tudo o que era do meu pai, acredito que não valha a pena remexer essa historia por causa de algo que já foi feito.
- Não estou falando disso que é para a situação de agora ser mudada, mas sim o por que disso. Afinal, falta pouco para a gente se formar, então em breve vai ter a 2ª leitura.
- Você não me chamou pra falar disso não é? – o InuYasha parou o que estava fazendo, secou as mão e virou pra mim.
- Não. – disse nervoso
- Então foi pra falar o que? – ele ficou muito perto de mim
- Eu não agüento mais olhar pra você sem pensar naquela briga estúpida de crianças que a gente teve.
InuYasha
- Inu eu... – ela estava prestes a chorar, cheguei mais perto dela e segurei seu rosto e comecei a limpar as lagrimas que começavam a escorrer
- Não fala nada, eu fui um idiota por me deixar ser influenciado por gente estúpida. E a gente era criança. – ela fechou os olhos e colocou uma de suas mão por cima da minha – acho que nós conseguimos seguir em frente e esquecer aquilo, certo?
"Pois sei que um dia a gente vai se encontrar
E nesses erros quantas coisas se aprendeu
Até parece que já nascemos sabendo viver
Pois não a nada que não se possa aprender"(1)
Flash Back
Na escola o clima estava meio pesado, principalmente pra mim, o Inu tentava sempre me ajudar, sempre ficávamos juntos, eu , ele o Mirok e a Sango, era sempre nós quatro, e quando a Sango e o Mirok não podiam ficar comigo ele sempre passava o intervalo e me acompanhava até em casa. Era muito bom, nós não pensávamos nos problemas da família nem em mais nada, só nos divertíamos.
Minha mãe não gostava muito disso, mas ela não podia fazer nada, afinal ela nunca teve nada contra o InuYasha ou o Sesshoumaru.
Mas como nem tudo é um mar de rosas, e sempre alguém acaba sabendo o que se passa com a vida dos outros e ainda opina sobre isso. Foi exatamente isso o que aconteceu com a gente.
Alguém do colégio ficou sabendo da historia do testamento, e que minha família acabou perdendo quase tudo, quando começaram piadinhas de colegas.
- Então, a grande família Higurashi que tinha tudo agora ficou pobretona!! – sempre havias criticas, piadinhas com minha família, eu era apenas uma criança que ouvia e ficava calada pra não arrumar mais encrenca.
- Calem a boca idiotas!! Vão cuidar da vida de vocês!! – era o InuYasha, sempre me protegendo, sendo legal comigo, ele ia até mesmo contra os próprios amigos.
Mas como disse éramos todos crianças, que são muito fáceis de influenciar, o que foi que acabou acontecendo. Ele acabou sendo praticamente manipulado pelos "amigos".
No meio do ultimo ano foi quando brigamos.
- Inu, me acompanha até em casa hoje? A Sango não vai poder ir comigo.
- Eu? Por que eu iria com você?
- Mas Inu... – estava triste
- Mas nada, acha que eu te protegia porque gostava de você, era por pena, agora cansei.– nessa hora ele estava com os amigos, sempre os incentivando. Fui para casa chorando.
Nos seis meses restantes, não brincávamos mais juntos, e sempre brigávamos, minha mãe não sabia de nada, havia lhe contado apenas depois de algum tempo depois deles já terem ido embora.
Fim Flash Back
- Inu, eu...eu não achei que um dia você fosse falar disso. – ela apoiou a cabeça no meu peito e eu a abracei. Assim que ela se soltou, coloquei minha mão em sua nuca, precisava beija-la.
- Ei! Que que é isso? – nós dois viramos na direção da porta da sala, por que o idiota teve que chegar justo agora?
Oi!!!!
Esse para mim foi um dos capítulos que eu mais gostei de escrever.
Essa musica, que eu coloquei, não é minha, foi o ex de uma amiga minha que era musico que escreveu, e a letra bateu por acaso com a historia da fic, há outras letras dele que tambem dão certo pros momentos certos, mais ai não vou colocar a letra toda como nesse capitulo, coloco um nº ao lado da estrofe pra saberem se é da mesma musica ou não, cada musica um nº diferente.
Bom, deixem review e espero que tenham gostado desse capitulo, tanto quanto eu gostei de escreve-lo, minhas amigas não agüentam mais eu falando desse cap pra elas...hahaha.
A briga de quando eles eram crianças , foi difícil de imagina alguma coisa seria, então essa foi a melhor idéia que eu tive, acho q ficou meio bobo, sei lah.
Bjo
