Notas: Os personagens de Harry Potter pertencem um Roliwing JK, eu só me divirto com eles.

Notas 2: Essa fic é uma TRADUÇÃO uma historia um pertence original Utena Puchico que gentilmente me sua autorização para traduzi-la. A historia original encontra-se no site Slasheaven caso alguém queria ler o original.

Notas 3: Contem limão, mpreg entre outras coisas. Enfim, se você não gosta tem uma infinidade de outros textos pra ler., Mpreg entre outras coisas. Enfim, se você não gosta tem uma infinidade de outros textos pra ler.

4 Notas: E, como não podia deixar de dizer, betagem um ficou por conta da Gika Black.


Capitulo 4: Um anjo entre humanos.

- Fui ao tal colégio de humanos: "Gravitation". São NECESSÁRIAS muitas coisas que temos não.

- Que o como?

- Para começar, precisamos de um documento onde Harry nosso nome com figura, precisamos também saber que tipo de sangue ele tem e se já está vacinado.

- Ele está com todas as vacinas em dia. Eu mesmo como apliquei, Lestat.

- Então temos que fazer um documento para ele. Você sabe muito bem que para este mundo ele não existe. Pois estava antes no Mundo Mágico.

O sorriso de Louis ficou terno.

- Harry Poite du Lac - sussurrou olhos brilhantes com.

- Bem ... estava pensando ... - Pigarreou - Que Deveria Ser Harry Harry de Lioncurt.

O loiro se assustou ao ver o olhar fulminante que seu namorado estava lhe mandando.

-- Meu Filho Não vai ter seu nome. Harry é meu - disse possessivo - e será um Pointe du Lac.

- Mas sou eu quem vai levar e trazer ele do colégio. É de manhã e eu sou o único entre nós que a luz solar não faz mal se fico exposto por um tempo mais longo. Teoricamente, para as professoras desse lugar, eu serei seu pai.

- Isso não é justo ... - Murmurou.

- Tem razão Lestat Louis - falou calmamente Marius - alguém que conheço esses documentos PODERÁ sem fazer muitas perguntas. Dentro de uma semana ficarão prontos, depois é só matricula-lo.

Louis emburrado grunhiu e desviou o olhar pra uma janela. O sol, o maldito sol Tornava um impedi-lo de fazer o que Desejava com todas as suas Forças. Há tempos estava pensando na Possibilidade de fazer Harry legalmente seu filho sabia, mas como possíveis Consequências disso. Uma delas era justamente essa, não podre como conviver com atividades diurnas de seu filho, quando ele tivesse que ir a diferentes eventos que crianças de sua idade compartiam. Lestat, ao ter estado em contato com o sangue de sua antiga rainha, antes que fosse morta, sim podia se expor ao sol sem problemas. Era o único entre eles, por isso haviam decidido que seria ele que levaria Harry ao colégio.

- Não fica assim mon amour - sussurrou Lestat - É só um nome. Harry Continuará lhe chamando de papai e te amando como um de verdade.

- Eu sei ... Mas é tão difícil não poder tirá-lo de casa pelas manhãs para brincar, passear pela praia com ele ... tantas coisas que o sol me impedir de fazer com ele. E, justamente esta, uma das mais importantes para uma criança, o primeiro dia na escola, eu vou perder.

- É em momentos como este que me odeia por ter te convertido não é?

O silêncio que surgiu depois dessas palavras fez com que Lestat suspirasse sonoramente. Pensava que com uma chegada de Harry uma suas vidas o estado melancólico, triste e culpado de seu desapareceriam petit amour, mas ai estava de novo, essa expressão abatida marcando o precioso rosto do homem que amava.

- Se você não tivesse me convertido, há três anos não teria conhecido um Harry. E isso é algo do qual não me arrependo.

Depois de dizer essas palavras, Louis se retirou da biblioteca da casa, diante do olhar atento de Marius e Lestat.


- O que é ito papai?

- Este será seu uniforme do colégio, meu anjinho.

Os olhos verdes do menino se fixaram na roupa. Era branco com detalhes em azul marinho. Simulava um uniforme de marinheiro (N / A: como os do Japão), O lenço, o chapeuzinho, como meias e como eram bordas da calça azul marinho. Completava o uniforme um par de sapatinhos brilhantes negros e uma mochila em forma de Kero. Uma coisa que papai Lou teve que revirar todas as lojas da cidade, pois Harry queria ter seu amado Kero perto, mas não podia levar o brinquedo para a escola.

- Ainda vai demorar papai?

- Só mais uma semana Harry. Petit está pronto para a escola, bate-papo?

- Sim! - Gritou assentindo fervorosamente - Papai Que você disse que ia leva eu pra tira sangue ... papi ... eu não quelo. Po que tenho que faze isso?

- Por que é importante saber que tipo de sangue tem você. Se você tiver um colocar PRECISAM acidente e mais sangue em você é por isso.

- Ah ... - Murmurou - E que tipo de sague papi você tem? Eu nunca vi sague sair do seu corpo.

Louis engoliu em seco pensando em como responder a essa pergunta.

- Eu também não sei ... E você nunca me viu sangrar por que nunca tive um acidente.

- Ta bom papai. Você sangue vai pra eu com tirar? To com medo ... O vô Marius falo que temos que ir a um ho-pi-tal - soletrou inseguro - Eu nunca fui papai Vem com a gente.

Acompanhado a esse pedido veio um olhar de cachorrinho que caiu da mudança. O moreno segurou a mão de seu filho, suspirou baixinho olhando com carinho para seu filhinho.

- Eu não posso te acompanhar meu filho, mas papai Vamos com você vai.

-Não Po que?

"E por que as seis da manhã, ea essa hora o sol já está bem alto.".

- Por que seu papai tem coisas importantes para fazer Harry - disse entrando Mekare quarto no do bebê - não basta só acompanhar Lestat te?

- Sempre que a gente sai di dia tão meu otro eu com papai vai - disse Harry com uma franzida testinha - Mas ta bom - sorriu Abertamente - Eu vou com meu papai Let.

- Anjinho Muito bom. Agora vai brincar.

Os dois vampiros o viram sair correndo. Mekare Condescendente sorriu ao ver o sorriso triste nos lábios do mais jovem vampiro.

- Não pense nas dificuldades de sua condição Louis. Só pensa que esse menino te ama e que te DEVE uma excelente vida que tem.


Os olhos de brilhavam enquanto Louis Vestia Peça por Peça do uniforme não pequeno corpinho de seu filho adotivo. Harry James de Lioncurt era um verdadeiro anjo vestido de marinheirinho, com seus olhos verdes brilhando de nervosismo, por ser seu primeiro dia de aula, e com sua mochila em forma de Kero nas costas. Era perfeição da imagem e da beleza.

- Por que ta chorando papaizinho? - Perguntou passando uma de suas mãozinhas na bochecha direita do Vampiro moreno.

- Por que você está lindo meu amor - murmurou acariciando a cabecinha de cabelos negros Desordenados - Você cresceu tão rápido, que não poso acreditar que vai para escola.

- Ta tiste po que eu vai? - O olhou confuso - Po isso ta cholado?

- Eu choro por que estou orgulhoso de como você cresceu e por que te amo muito - o abraçou.

- Eu tamém te amo papi - sussurrou Abraçando o pescoço de Louis.

O vampiro o Carregou no colo e saiu do quarto. Na porta de entrada todos os vampiros que conheciam o pequeno Estavam esperando os. Estavam incrivelmente emocionados por compartilhar esse dia especial com o menino. Lestat sorria malicioso ao ver a emoção que despertava seu filho nesses seres que, em teoria, eram frios, e que só se preocupava em sobreviver para matar.

- Tudo pronto petit chat? - Lestat perguntou se aproximando dos dois abraçados.

Estavam Pareciam que um ponto de se separar por toda a vida, se aferravam um ao outro de tal forma que seria impossível separá-los. O olhar de Louis tinha tal decisão que Lestat temeu que ele não deixasse o menino ir ao colégio.

- Eu quelo que papai Vem com a gente Lou - Harry murmurou mais forte Abraçando o pescoço do vampiro.

- Já te falamos que ele não pode ir - disse Armand exasperado.

- A gente já conversou sobre isso Harry se lembra? - Tentou Jesse.

- Eu sei, mas não entedi nada do que vocês falaram - Fez carinha de choro.

- Bem, Harry. Deixa de fazer birra, hoje ficou combinado que eu ia te levar ao colégio e assim será. Vamos Anda, que já é tarde - Lestat teve que usar um pouco de força para separá-los. Quando fez isso colocou o menino não tem e Chão Louis ajoelhou perto dele.

- Acompanhar Lamento não poder te. Era o que eu queria mais ...

- É po o sol que te faz dodói papai?

Vários vampiros Olharam e ofegaram surpresos uma figurinha do pequeno que sorria meio de lado.

-Do que você está falando?

- Mmmhhh .... - Ladeou a cabeça - sempi que a gente sai de dia papi Let e que vai. Nuca vi você peto da janela de dia. E sua pele ... - Disse acariciando uma branca pele do rosto - Não é como a minha. A vovó Maharet falo que minha pele é assim poque eu vo la fora. O sol te faz dodói?

- Ah ... - Trocou um olhar dos COM resto - Vampiros É verdade meu anjinho. Minha pele é sensível e os raios do sol uma machucam.

- E meus tios e os tamém vovós? - Disse olhando para o resto dos presentes - Eles tamém não sai sem sol.

- É verdade pequenino - disse Khayman - O sol machuca nossa pele. Por isso não podemos te acompanhar, nem nós nem seu papai.

- Mmmhhh ...

- Você entendeu não é meu amor? - Seu papi perguntou um tanto alarmado.

- Sim papai - sorriu e rodeou o pescoço de Louis com os braços - Quando crece eu vou achar um jeto de sai no ocê com sol.

- Obrigado meu tesouro - murmurou a beira do Pranto.

- Bem então ... vamos? Não vai querer chegar tarde em seu primeiro dia de aula não é pequeno?

- Não pai! - Gritou. Olhou novamente para o rosto de seu papai Lou e lhe dei um beijo estalado - Vou senti sadade papai.

- Eu também meu amor. Vai se divertir.

- Sim papai!

- Tio Santino quer um também Baccio de despedida ragazzo.

Harry sorriu um seu tio favorito e foi se despedindo de todos com um beijo na bochecha. Lestat suspirou impaciente e quando terminou seu filho, o agarrou pela mãozinha e saíram da casa.

- Ele sabe poderia fazer?

- O Marius dizer que quer?

- Harry é um mago. Quando ele crescer, ele poderia conseguir um jeito para que possamos sair durante um dia de sol. Nossa rainha podia fazer, pois ela tinha um pouco de poder mágico correndo em suas veias. Se ele quiser, pode realizar um feitiço que proteja nossa pele dos raios ultravioleta.

- Está falando sério? - Daniel parecia interessado.

- Sim, ele tem razão - falou Maharet - A magia pode ser muito Favorável para nós. Sei que Harry é um mago poderoso, demonstra o seu passado assim - olhou para Louis - Se o amor que ele tem por você mesmo para tão grande como ele diz, não duvido que ele POSSA realizar um feitiço anti-solar.

- Mas para isso temos que explicar para ele o que somos - murmurou Armand.

O moreno de olhos verdes fez um gesto de Apreensão.

- O ragazzo não é idiota. Mas cedo do que tardiele perceberá o que somos.

- Prefiro que seja mais tarde ...

- Ele não vai nos Desprezar por sermos vampiros Louis - Mekare sorriu - E muito menos a você ... Ele te ama demais para sentir isso.

Do lado de fora da casa, um ano negro BMW507 1959 os esperava, Lestat tinha comprado esse carro para se exibir na frente dos outros pais. Ia ser um pai muito jovem e queria dar uma melhor impressão. Seu amour não estava muito feliz por isso, mas ele tinha se Encarregado de fazê-lo entender que ele comprou esse carro só para se exibir e não pra paquerar alguma mãe solteira ... ou pai.

- Pai ...

- Sim filho.

- Po que o sol não te faz dodói?

- Por que eu sou seu super-papai e tenho poderes especiais.

- Vedade? - Perguntou com os olhos verdes brilhando de emoção.

- Petit Claro, bate-papo. Mas você não pode contar pra ninguém - um piscou olhou - Esse é nosso segredo.

Harry assentiu fervorosamente enquanto apertava com força sua Mochilinha. Tinha um pai com poderes especiais! Como os da televisão!

Chegaram ao colégio "Gravitation Onibusfobia", pois este era perto da casa Expresso (Pedido de Louis). Quando o Príncipe dos Vampiros desceu do carro muitas cabeças se voltaram para vê-lo. Estava quase todo vestido de negro, uma calça de algodão era eo casaco de couro, mas era uma camisa branca e estava aberta até o peito, onde podia ver um colar de ouro com um medalhão de prata em forma de dragão. Colocados tinha óculos escuros e seu cabelo loiro estava preso atrás de sua cabeça, seu cabelo brilhava tanto pelos raios de sol que parecia ser branco. Sorriu com graça fazendo mais de uma ficar ruborizada.

- Pequeno Vem - disse Harry ajudando a descer do carro.

- As pessoas OIAM um estranho gente - o menino gaguejou, enquanto seu pai o ajudava um colocar sua Mochilinha.

- É por causa do encanto de seu pai meu amor. Não se preocupe Você se acostuma - piscou novamente para o pequeno e pegou sua mãozinha, depois para entrar no famoso colégio.

Quando entraram não ficariam salãozinho onde as crianças do pré-escolar, Harry ficou emburrado. Todos os olhares se pareciam dirigidas a ele e seu pai não parecia aborrecido com isso, pelo contrário, sorria de maneira radiante. Isso não estava lhe agradando sentia que estava traindo seu papai Lou.

- Que Po faz ito?

- Por que estão admirando minha beleza, bebê. E eu como não sou egoísta os deixo me admirar. E você Deveria ir se acostumando você, quando for mais velho vai ser tão bonito como seu e Lou papai As pessoas não vão cansar de te olhar.

"Embora no Mundo Mágico eles vão te olhar por outra coisa." pensou fazendo uma careta.

- Bom dia - um que parecia ser uma professora saudou a todos. Era baixinha de cabelo loiro escuro. Parecia ser amável e sorria ternamente. Lestat anotou isso em sua mente, seu amour tinha exigido que observasse bem como era a professora para saber se deixaria seu bebê em boas mãos - Se me fizerem o favor de deixar as crianças. Vou dar uns minutinhos para se despedirem, vamos já começar as aulas.

- Disse o loiro se agachando até ficar a altura do menino - Esta é uma prova Bem, campeão - de fogo, sem você vai ficar a quatro horas por gente. Acha que dá conta?

-... sim - não soava muito convencido.

- Não precisa ficar nervoso - sorriu e arrumou seu melhor chapeuzinho - Eu vou ficar lá fora e quando você sair eu vou te um grande comprar sorvete de chocolate antes de voltarmos para casa.

- Papai não gosta que eu vir isso ...

- Mas como será seu prêmio por se comportar bem, nós não vamos contar nada pra ele - piscou - A gente se vê logo Pettit - beijou sua bochecha.

- Xau pai.


- E ai?

Lestat sorriu de lado e rodeou uma cintura de seu amante para lhe dar grande beijo. Louis protestou, estava muito ansioso para saber o que tinha acontecido na escola para ficar de beijos por ai. Praticamente havia saltado em cima do outro vampiro quando este entrou na casa.

- Está tudo bem ... - Disse tranquilo - A professora e parece ser muito boa, sabe o que faz.

- Harry não ficou com medo? O bem receberam? Tinha muitas crianças? Não te pediu para trazê-lo de volta? Ele ...?

- Calma Hein - interrompeu uma catarata de perguntas. Tomou o rosto do jovem de olhos verdes entre suas mãos - Eu te falei que está tudo bem. Ele estava um pouco nervoso ... Mas uma vez que pegou confiança, começou a aproveitar tudo. Você DEVE se tranquilizar. Nada vai acontecer com nosso filhinho mon amour.

Louis fez uma careta de insegurança, mas assentiu e depois se refugiou não amplo peito de seu amante. Ia custar a ficar tranquilo durante essas quatro horas que ia estar separado de seu filho.

Na escola .-

A professora os grupinhos em Fez SENTAREM de quatro nas cadeirinhas para crianças de sua idade. Ela havia dado um pequeno discurso de início e lhes indicou que, por ser o primeiro dia, iam se conhecer melhor.

Harry olhou para seus companheirinhos de mesa. Uma menina ruiva de olhos azuis olhava insistentemente para a porta. Pela sua cara de horror, o Mexia ansiosamente moreninho supôs que ela não queria estar ali, as mãos e de vez em quando suspirava entrecortado. Do lado dela estava outro menino, Harry notou que ele era estranho, seus olhos eram como ele nunca tinha visto antes eram rasgados e sua pele não era branca todo. O outro menino, que estava bem na frente dele, mais chamou sua atenção, pois seu rosto parecia triste e REFÉM. Era bem fraquinho, de cabelo castanho e belos olhos marrons. Percebia uma aura de profunda tristeza que o rodeava e Harry ficou com muita pena.

-Oi - disse uma professora com eles sentando. Tinha visto que nenhum deles falava e por isso se aproximou nomes - Já sabem seus? - Viu que todos negaram com a cabeça, sorriu - Bem, então vamos começar por essa bela senhorita então ...

- Eu chamo Serenita Kou, teno quatro anos e não quelo ficar aqui - murmurou uma ruivinha.

- Logo você vai se acostumar pequena. Só nos dê uma oportunidade e você vai ver que vai ser muito divertido. Agora você - olhou para o menino de traços orientais.

- Sou Koji, quatro tamém tenho, mas eu quelo fica aqui. Meu irmazino eu falo que é divetido.

- Mas é claro que é Koji. Vamos continuar com ... Esse pequeno.

- Sou Harry - disse timidamente - Semple vivi com meus E eles Papais queliam que eu viesse aqui otras pala blinca Criaças com.

Senerita olhou o menino interessada.

- Seu papai é o loiro? - Harry assentiu - É muito bonito ... parece um anjo. Desses que a fala mamãe.

- Mas você não parece com ele. Eu paleço com meu pai - disse Koji pensativo.

Agora foi Harry quem ficou pensativo, indeciso de como responder a essa pergunta. Por alguma estranha razão, seus pais lhe disseram para não falar que tinha dois pais. Que as pessoas deste lugar não iriam entender por que ele tinha dois em vez de um. Ele sabia que as pessoas normais tinham uma um papai e mamãe. Nos contos que seu avô contava Marius sempre tinha uma mamãe e papai um, mas ele não conseguia entender muito bem o mãe queria dizer, já lhe tinham explicado ... Mas ele não entendeu direito.

Agora estava em uma encruzilhada. Deveria mentir e dizer que era parecido com sua mamãe? Ele se parecia com seu papi Lou, mas ele não era uma mulher. E, principalmente ele não gostava de mentir. Todos seus tios, avós e pais lhe diziam que era bom mentir não.

- Harry DEVE ser parecido com sua mãe, crianças - a professora o resgatou. Ela sabia que Harry era filho de Lestat (era isso o que ele tinha dito) e que agora estava namorando com um ... Homem. Não tinha certeza de que as outras crianças Deveriam saber disso. De sua parte, pensava que era um desperdício que esse manjar fosse gay.

- Minha Sim, mamãe se chama Louis - murmurou.

- Quer dizer Luísa - corrigiu Serenita.

- Ah ... sim.

- Bem - a professora olhou para o último aluno da Mesa. Que ficou estranhamente calado durante toda a conversa. Ela sabia o porquê e não pode deixar de olhá-lo com tristeza - E você como se chama pequeno?

- Eu ... sou Neville Longbottom - sussurrou inibido.

- Um prazer te conhecer Neville. Não quer dizer alguma coisa mais?

O castanho negou Rapidamente com a cabeça.

- Certo, agora vamos trocar de mesa para conhecer o resto da turma.

Eram num total de vinte e crianças foram trocando de mesa até todos conhecerem. Isso levou muito tempo, mas depois de visitar uma última mesa. Harry ouviu o primeiro sinal do recreio. Foi pegar sua merenda em sua mochila e Decidiu sair junto com Serenita e Koji. Já estava do lado de fora quando percebeu que Neville se mantinha afastado de todos, Decidiu então ir se sentar perto dele.

- Por que você fica aqui? Não bincar que?

- Não com negou - a cabeça - Eu não vou fica muito tempo na escola. Não posso faze amigo.

- Poque ?

- Eu não tenho Papais - sussurrou - E num molo ofanato ou familia com otra subs-subst - mordeu o lábio inferior - com Bom gente que cuida de mim. A senhora ta com Peterson em casa eu e me toxe aqui.

- E você não vai fica com sempe pra ela?

- Não sei - deu de ombros - Já fiquei com gente otas, mas nunca fico muito tempo. Por iso não vo fica aqui ritmo mito.

- Mmmhhh ... - Ficou pensativo - Seus E papai?

- Foram pro céu com minha vó.

- Pro céu? - Perguntou confuso.

- Sim - Neville o olhou estranhamente - Morrelam e fóruns pro céu. Lá em cima.

Os dois levantaram e viram suas Cabecinhas o céu celeste que estava banhado de imensas nuvens brancas. Era realmente um belo dia de verão.

- Ah ... E po que foram pra lá?

- Não sei. Não me contaram.

Desde esse momento, Harry e Neville bons amigos ficaram. O castanho sorria mais vezes que antes de chegar ao colégio, ele parecia mais feliz. No entanto, a tristeza nunca abandonava seus olhinhos, pois ele sabia que um qualquer momento uma senhora que cuidava dele poderia desistir dessa responsabilidade e enviá-lo novamente para o orfanato. Então ele iria para uma escola do estado. Não poderia mais ficar nessa era particular e que teria que se separar de seu amiguinho Harry.

Continuará ...


Notas da tradutora: Eu achei esse capitulo muito fofo, me deu uma peninha do Neville ... Mas já não se preocupem, já essa situação vai ser revertida, no próximo capitulo um personagem que eu amo fará sua aparição definitiva na história.

Até semana que vem.

Besitos.