SORRY, GENTE, MAS EU TIVE MTUS PROBLEMAS E NÃO PUDE ATT ANTES... MAS PROMETO ATT UMA VEZ POR SEMANA, NAS SEXTAS FEIRAS... BJUS E BOM CAPITULO...

AH! SURPRESAS NO FINAL!

CAPITULO 3

"Essa vai ser uma aula muito interessante", Sra. Wilhelm prometeu, tagarelando

com entusiasmo enquanto entregava uma lista de leitura para a sala do Último

ano de Literatura Inglesa: de Shakespeare à Stoker. "Vocês vão todos adorar os

clássicos que eu escolhi. Se preparem para um ano de aventuras épicas, romances

de parar o coração e confrontos de grandes exércitos. Tudo sem sair da Woodrow

Wilson High School."

Aparentemente nem todo mundo estava animado com os confrontos de exércitos

e corações palpitantes como a Sra. Wilhelm, porque eu ouvi um monte de

gemidos enquanto a lista de leitura circulava pela sala. Eu aceitei a minha cópia

do meu perpétuo atormentador, Mike Newton, que havia se jogado na cadeira a

minha frente como uma enorme e nojenta bola de cuspe, e fiz uma rápida

pesquisa. Oh, não. Ivanhoe, não. E Moby Dick. Quem tinha tempo pra Moby

Dick? Esse devia ser o ano em que eu teria uma vida social. Sem mencionar

Drácula... por favor. Se havia uma coisa que eu odiava, era um conto de fadas

assustador sem base na realidade ou na lógica. Esse era o território dos meus

pais, e eu não tinha nenhum interesse de ir até lá.

Dando uma rápida olhada para Angela através do corredor, eu também vi pânico

em seus olhos, enquanto ela sussurrou, "O que 'uivantes' significa?"

"Não faço idéia", eu sussurrei de volta. "Nós vamos procurar."

"Eu também quero que vocês passem a demarcação de lugares", a Sra. Wilhelm

continuou, fazendo ruídos com seus sapatos sensíveis. "A cadeira que vocês

escolheram será seu acento demarcado pelo resto do ano. Eu vi alguns rostos

novos por aqui, e eu quero conhecê-los o mais rápido possível, então não se

mexam."

Eu me curvei no meu acento. Maravilha. Eu estava destinada a um ano inteiro

dos comentários idiotas, mas maldosos de Mike Newton, que era certo que ele

soltaria toda vez que se virasse para devolver alguma coisa nas cadeiras de trás. E

a lendária perua líder de torcida, Tanya Denali havia ficado com o acento logo

atrás do meu.

Eu estava esmagada entre as duas pessoas mais desagradáveis da escola. Pelo

menos Ang estava ao meu lado. E - eu olhei para a minha esquerda - Jake

havia encontrado uma cadeira perto da minha. Ele sorriu quando eu encontrei

seus olhos. Podia ser pior, eu acho. Mas não muito.

Mike virou em sua cadeira para jogar a marcação de acentos para mim. "Aqui

está, Uglyducky", ele zombou, usando o nome que tinha me dado no jardim da

infância.

"Ponha isso na lista." É. Idiota e maldoso, exatamente como eu havia previsto. E

só faltavam mais 180 dias de escola.

"Pelo menos eu sei soletrar meu nome", eu assobiei pra ele. Imbecil.

Newton virou de novo, fazendo uma careta, e eu procurei na minha bolsa por

uma caneta. No entanto, quando eu fui escrever meu nome, a ponta da minha

caneta estava seca, provavelmente porque tinha ficado sem tampa dentro da

minha bolsa o verão inteiro. Eu sacudi a caneta e tentei novamente. Nada.

Eu comecei a me virar para a esquerda, achando que talvez Jake pudesse me

emprestar uma das suas canetas. No entanto, antes que eu pudesse pedir a ele, eu

senti um tapinha no meu ombro direito. Agora não... Agora não...Eu considerei

ignorar, mas o tapinha me atingiu levemente mais uma vez.

"Desculpe-me, mas você está precisando de um instrumento de escrita?"

A voz profunda com um incomum sotaque Europeu veio de trás de mim. Eu não

tinha escolha a não ser me virar.

Não.

Era ele. O cara da parada de ônibus. Eu teria reconhecido aquela roupa estranha -

o casaco longo, as botas - sem mencionar sua altura, em qualquer lugar. Só que

dessa vez ele estava a apenas alguns centímetros de distância. Perto o suficiente

para que eu visse seus olhos. Eles eram tão escuros que pareciam pretos, e me

observavam com uma inteligência calma, e de certa forma enervante. Eu engoli

seco, presa no meu acento.

Ele esteve na sala esse tempo todo? Se sim, como era possível que eu não tivesse

reparado nele?

Talvez fosse porque ele estava sentado meio distante do resto de nós. Ou talvez

fosse porque até mesmo o ar ao redor dele parecia escuro, a luz fluorescente que

ficava diretamente acima da mesa dele ficava obscurecida. Mas era mais que

isso. Era quase como se ele criasse a escuridão. Isso é ridículo, Bells.

... Ele é uma pessoa, não um buraco negro...

"Você necessita de um instrumento de escrita, sim?" Ele repetiu, esticando seu

braço pelo corredor - um braço longo, musculoso - para me oferecer uma

brilhante caneta dourada.

Não era uma daquelas Bics de plástico que a maioria usava. Uma caneta de ouro

de verdade. Só pelo jeito que ela brilhava você podia dizer que era cara. Quando

eu hesitei, um olhar de aborrecimento cruzou seu rosto aristocrático, e ele

balançou a caneta pra mim. "Você reconhece uma caneta, não é? Esse é um

instrumento familiar, sim?"

Eu não gostei do sarcasmo, ou de jeito que ele esbarrava comigo duas vezes em

um só dia, e eu fiquei ali encarando, deito uma estúpida, até que Tanya Denali se

inclinou para a frente e me beliscou. Com força. "Assina logo essa lista, Bells, tá

legal?"

"Hey!" Eu alisei aquilo que se tornaria uma marca, desejando ter a coragem de

mandar Tanya ir se catar, tanto por me beliscar como por ter me chamado pelo

nome errado. Mas a última pessoa que tinha mexido com Tanya Denali acabou

sendo transferida para Santa Monica, para a escola Católica local. De tanto que

Tanya infernizou sua vida na Woodrow Wilson.

"Rápido, Bells", Tanya disparou de novo.

"Okay, okay." Me esticando relutantemente para o estranho, eu aceitei a caneta

pesada da sua mão, e quando nossos dedos se tocaram, eu tive a sensação mais

bizarra de todas. Como um deja vu se chocando com uma premonição. O passado

colidindo com o futuro.

Então ele sorriu, revelando o conjunto mais perfeito de dentes certinhos e

brancos que eu já tinha visto. Ele de fato brilhavam, como um conjunto de armas

bem expostas.

Sobre ele, a luz fluorescente veio à vida por um segundo, piscando como um

relâmpago.

Okay, isso foi esquisito.

Eu me virei de volta, e minha mão tremeu um pouco enquanto eu escrevia meu

nome na lista de acentos. Eu estava estúpida por estar pirando. Ele era só outro

estudante.

Obviamente um cara novo. Talvez ele vivesse em algum lugar perto da nossa

fazenda. Ele provavelmente esteve esperando pelo ônibus, assim como eu, e de

alguma forma não conseguiu pegá-lo. Sua aparição um tanto misteriosa na aula

de Inglês - a alguns metros de mim - também provavelmente não era motivo para

um alerta.

Eu olhei para Ang pra ter sua opinião. Ela obviamente estava esperando para

fazendo contato ocular. Com os olhos arregalados, ela jogou o dedão na direção

do cara, fazendo um exagerado "Ele é tão gostoso! com a boca.

Gostoso? "Você está louca", eu murmurei. Sim, o cara era tecnicamente bonito.

Ele ele também era totalmente aterrorizante com seu sobretudo e suas botas e a

habilidade de se materializar perto de mim, aparentemente saindo do nada.

"A lista agora", Tanya rosnou pra mim.

"Aqui." Eu passei a lista de acentos por cima do meu ombro, ganhando um corte

profundo, fino como uma lâmina, quando a impaciente Tanya arrancou a folha da

minha mão. "Ouch!"

Eu sacudi o dedo pulsante, sangrento, então enfiei na minha boca, sentindo o

gosto de sal na minha língua, antes de me virar novamente para devolver a

caneta. Quanto mais rápido melhor...

"Aqui. Obrigada."

O cara que gerava sua própria escuridão olhou para os meus dedos, e eu me dei

conta de que estava pingando sangue em sua caneta cara. "Um, desculpa", eu

disse, esfregando a caneta na minha perna, for falta de um lenço. Ugh. E essa

mancha vai sair do meu jeans?

O olhar dele seguiu meus dedos, e eu pensei que talvez ele pudesse estar

revoltado com o fato de eu estar sangrando. Ainda assim, eu podia jurar que tinha

visto alguma coisa diferente de nojo naqueles olhos pretos...

E então ele passou a língua lentamente pelo lábio inferior.

Que diabos foi isso?

Jogando a caneta pra ele, eu virei na minha cadeira. Eu podia mudar de escola,

como aquela garota que mexeu com a Tanya. Vá para Santa Monica... Essa é a

resposta. Não é tarde demais...

A lista de demarcação chegou de novo à Sra. Wilhelm, e ela leu os nomes, então

olhou com um sorriso na direção da parte de trás da minha cadeira.

"Vamos tomar um momento para das as boas vindas ao nosso novo estudante

estrangeiro de intercâmbio, Edward..." Com uma careta, ela voltou a olhar a lista.

"Voltuuuu...ri. Eu disse corretamente?"

A maioria dos estudantes simplesmente teria dito, "É, que seja." Quer dizer, quem

ligava de verdade para um nome?

Meu perseguidor matutino, ele ligava.

"Não", ele entonou. "Isso não está correto."

Atrás de mim eu ouvi uma cadeira fazendo ruído no chão, e então uma sombra

brincou sobre meu ombro. Meu pescoço ficou arrepiado de novo.

"Oh." A Sra. Wilhelm parecia um tanto alarmada quando o adolescente alto com

o casaco de veludo preto avançou no corredor até ela. Ela ergueu um dedo em

alerta, como se fosse dizer para ele sentar, mas ele passou diretamente por ela.

Pegando um marcador que ficava logo embaixo do quadro branco, ele tirou a

tampa com autoridade e escreveu a palavra Volturi com uma letra fluida.

"Meu nome é Edward Volturi", ele anunciou, apontando a palavra. "Vol–TU-ri.

Ênfase na sílaba do meio, por favor."

Com as mãos presas nas costas, ele começou a caminhar, como se fosse um

professor. Um por um, ele fez contato visual com todos os estudantes na sala,

obviamente nos testando. Pela expressão na cara dele, de alguma forma eu senti

que ele queria algo de nós.

"O nome Volturi é reverenciado na Europe Ocidental", ele ensinou. "Um nome

nobre." Ele parou de caminhar e me olhou nos olhos. "Um nome real."

Eu não fazia idéia do que ele estava falando.

"Isso não 'dá um toque', como vocês Americanos dizem?" Ele perguntou a sala

em geral. Mas ele ainda estava me encarando.

Deus, os olhos dele eram pretos.

Eu me esquivei, olhando para Ang, que de fato estava se abanando, totalmente

inconsciente de mim. Era como se ela estivesse enfeitiçada. Todos estavam.

Ninguém estava se mexendo, nem sussurrando, nem fazendo rabiscos.

Quase contra a vontade, eu retornei minha atenção ao adolescente que tinha

seqüestrado a aula de literatura Inglesa. Realmente era quase impossível não

observá-lo. O cabelo meio longo, bronze e brilhante de Edward Volturi estava

fora de contexto no Condado de Lebanon, na Pennsylvania, mas ele se encaixaria

direitinho com os modelos Europeus das revistas Cosmopolitan de Angela. Ele

também era musculoso e bem estruturado como um modelo, com as maçãs do

rosto altas, um nariz reto e um maxilar duro. E aqueles olhos...

Por que ele não parava de me encarar? "Você gostaria de nos contar algo sobre si

mesmo?" A Sra. Wilhelm finalmente sugeriu.

Edward Volturi deu meia volta nos calcanhares de suas botas para ficar de

frente pra ela e pôs a tampa no marcador com um ruído firme. "Nada,

particularmente. Não." A resposta não foi rude... mas também não se dirigia à

Sra. Wilhelm como um estudante.

Era mais como um igual.

"Tenho certeza que todos adoraríamos ouvir mais sobre a sua linhagem", a Sra.

Wilhelm testou, admitindo. "Ela soa muito interessante."

Mas Edward Volturi voltou sua atenção pra mim.

Eu afundei na minha cadeira. Todo mundo está reparando nisso?

"Você irão aprender mais sobre mim no tempo certo", Edward disse. Havia um

tom de frustração em sua voz, e eu não fazia idéia do por quê. Mas isso me

assustou de novo. "Isso é uma promessa", ele completou, me olhando

diretamente nos olhos. "Uma promessa."

Soava mais como uma ameaça.

N/A: HI, AGAIN!

BEM, ESSE LIVRO TEM CONTINUAÇÃO...

SE VOCES ESTIVEREM GOSTANDO, ME MANDEM UMA REVIEW QUE EU COMEÇO A ADAPTAR A CONTINUAÇÃO TAMBEM!

BJUS E INTE!

AH! E DESCULPAS AGAIN!