Oi Pessoas!
Adiantando um pouco o capítulo para que todas caiam na folia mais feliz ainda.
Para quem for curtir o bloco Unidos do Edredom, como eu, logo mais tem mais um capítulo.
BOM CARNAVAL!
Beijo Grande e Boa leitura
Eu acordo de manhã e sinto um corpo quente e duro pressionando contra o meu. Meu corpo inteiro começa a formigar com o conhecimento da presença de Edward. Meu estômago faz uma cambalhota. Eu deixo minha mente voltar para o que se passou ontem à noite, e minhas bochechas coram. Brincamos no saco de dormir, como dois adolescentes. Como se fosse proibido e não devíamos estar fazendo isso. Talvez nós não devêssemos. É por isso que isso se parece assim. Tão errado, tão certo, uma mistura de emoção, que combina de forma mais estranha.
Eu me movo suavemente e o braço de Edward escorrega do meu estômago. Ele estava me segurando. Como se eu importasse. Não importo; nós dois sabemos disso. Então, por que ele está aqui para me proteger? É simplesmente porque ele quer fazer este acordo e ele não quer que ele vá mal se algo acontecer comigo ou é porque ele se importa mais do que ele está deixando aparecer? As minhas investidas estão realmente funcionando? Ou é uma conexão que ia acontecer, não importa como as coisas acontecessem? Eu senti uma faísca desde o momento em que coloquei os olhos nele. Será que ele sente isso também?
Eu gentilmente saio do saco de dormir e fico de joelhos, olhando ao redor. Acho a camisa que eu estava usando na noite passada e a coloco, bem como os meus jeans. Todo mundo está dormindo e eu deixo meus olhos cairem sobre Jacob, que está encostado em uma pedra parecendo terrivelmente desconfortável. Eu inclino minha cabeça e ouço a chuva. Está chuviscando lá fora, mas o desejo de ir lá e respirar o ar fresco é muito mais forte do que a minha hesitação sobre me molhar. Eu me levanto e com muito cuidado, ando na ponta dos pés para fora da caverna. O momento que eu chego lá, eu chupo uma respiração ofegante.
É. É. De tirar o fôlego.
Não há outras palavras para descrever isso. Mesmo com a chuva fina e as nuvens cinzentas rolando no céu, é absolutamente lindo. As árvores são grossas, cobertas por uma camada fina de musgo peludo. Elas variam de altas e finas para curtas e espessas. O som do chilrear dos pássaros e abelhas zumbindo enche o ar. Eu posso sentir uma mistura de pinho, sal e ar fresco. Eu tremo, e envolvo meus braços em volta de mim quando eu dou um passo adiante. Eu preciso ver mais.
Eu saio por entre as árvores e espreito por cima no navio parado na areia. Parece que ele foi jogado lá em cima, sem um cuidado no mundo. Ver ele assim me faz perceber o quão bonito ele realmente é. Eu só o imaginava como um velho navio esfarrapado. Não é. É absolutamente uma obra de arte. É enorme e a madeira escura que ele é feito dá a ele realmente algo a mais, como se fosse apenas o complemento. As bandeiras são brancas, o detalhe na madeira é requintado e a sereia do lado de fora da parte dianteira apenas perfeita. É divina. Eu esfrego meus braços e vou ao redor da praia. É difícil de ver por causa da fina camada de névoa que cobre a água, mas já sei que a água é azul e cristalina.
Eu mexo os dedos dos pés na areia úmida, e, em seguida, viro e vou de volta para as árvores. Meu pé dói quando eu começo a andar em direção ao som de água corrente, mas isso não me impede. Curiosidade supera a dor neste caso. Eu caminho por entre as árvores, seguindo o som da água. Eu espanto mosquitos e alguns outros pequenos insetos voadores e continuo a andar. Eu estou perto e mais perto da água, e quando eu finalmente vejo o lago cristalino coberto com uma cachoeira, eu perco todo o meu fôlego.
Oh.
Meu.
Eu não percebi o quão apertada que eu estive no navio até isso. O desejo de tirar a roupa é forte o suficiente para que eu me vejo olhando através das árvores para me certificar de que ninguém está ao redor antes de segurar a barra da minha camisa e a puxar para cima. Eu atiro a camisa no chão, e em seguida, descarto os meus jeans. Hesito com a minha calcinha e sutiã, mas decido ficar com eles. Não vale a pena o risco, se alguém decidir vir para cá. Acho um ponto de entrada e eu lentamente afundo na água nítida.
Oh, céus.
Eu vou para baixo, deixando a água fria acalmar minha cabeça ligeiramente latejante. Eu faço o meu caminho até a cachoeira, e pequenos respingos de água e névoa batem no meu rosto enquanto eu chego mais perto. Eu subo algumas pedras, escorregando algumas vezes, antes de finalmente pisar debaixo dela. A água bate no meu corpo e é como uma massagem completa. Eu gemo e fecho os olhos, inclinando a cabeça para trás e me deixando lavar. É quase erótico, você só precisa de um corpo pressionado contra você para tornar a experiência muito mais real.
Eu penso sobre Edward e da forma como seus dedos me foderam na noite passada. Merda, se ele fode muito bem com os dedos, eu não posso esperar para ver o que ele faz com o seu pau. Tremo só de pensar e encontro meus dedos pastando sobre meus mamilos. Eles estão duros e um formigamento corre através do meu corpo quando meus dedos apertam as pontas. Um pequeno gemido escapa de meus lábios e a dor se intensifica entre as minhas coxas. Deus, eu não tive relações sexuais durante tanto tempo. Pelo menos um ano. Meu corpo está desesperado por isso.
— Melhor tirar seus dedos desses mamilos bonitos antes de eu fazer algo que vou me arrepender.
A voz rouca me faz saltar para trás com um grito. Eu escorrego em uma pedra e sinto meu corpo indo para baixo, mas um conjunto de braços rígidos envolvem em torno de mim e me puxa de volta. Eu sei que é Edward; o que eu não sei é como diabos ele conseguiu se deslocar sobre mim. Abro os olhos e olho para ele. Ele está todo molhado, com todo seu cabelo aderido ao seu rosto. Maldito. Ele serpenteia a língua para fora e lambe uma gota de água de seus lábios e a realização me atinge. Eu o toquei, mas ele não tentou me beijar.
Nem uma vez.
— Eu sei o que você está fazendo, — ele murmura, apertando a mão contra a minha parte inferior das costas e me puxando em direção a ele.
— O que é isso? — murmuro.
— Você está tentando me seduzir.
Eu congelo. Merda. Ele sabe? Eu deixo meus olhos escanearem seu rosto.
— Não se iluda, talvez eu realmente queira fazer essas coisas.
Ele sorri e se aproxima, enredando uma mão no meu cabelo.
— Eu não costumo cair nessas merdas, mas porra, você está entrando na minha cabeça.
Oh. Sim.
— Eu não estou tentando fazer você entrar em lugar nenhum, — murmuro, olhando para seus lábios.
— Você está aqui, brincando com seus mamilos, seminua e parecendo fodidamente linda que dói. E você está me dizendo que você não está brincando comigo?
— É isso que eu estou te dizendo, — eu digo, encontrando seu olhar. — Eu não sabia que você estava aqui e eu estava... brincando comigo mesma porque a água estava boa no meu corpo.
— Você está com tesão, pequena inocência? — ele ronrona.
Eu penso sobre a minha resposta por um minuto. Esta resposta vai empurrar sobre a linha, ou acabar com ela. Edward acabou de admitir que eu estou ficando sobre ele, o que significa que há algo lá, o que significa que eu tenho uma chance de liberdade. Eu não vou estragar essa chance me escondendo dos desejos do meu corpo. Eu me inclino para mais perto, e eu sussurro,
— Eu não tenho sido fodida por mais de um ano, então sim, pirata, eu estou com tesão.
Ele assobia e puxa meu cabelo.
— Você quer que eu te foda?
— Você quer me foder, pirata?
— Você sabe que eu quero. Há condições que vêm com isso, no entanto...
Eu franzo a testa.
— E o que seria, — eu digo, me inclinando para perto para que os nossos lábios estejam quase se tocando.
Calor chia entre nós e todo o meu corpo vem à vida. Edward puxa meu cabelo, e os meus lábios puxam para trás.
— Primeiro nada de beijos.
Eu balanço a cabeça em confusão.
— O quê?
— Eu não beijo. Isso é pessoal e não faço isso a menos que eu esteja mais profundamente com alguém que apenas luxúria.
Ái.
— Por mim tudo bem, — eu consigo balbuciar.
— Segundo, uma foda por um dia e apenas um dia. Eu não vou entrar em seu jogo e eu sei exatamente o que você está tentando fazer. Eu quero resistir a isso, mas eu não posso, porra. Eu preciso provar seu gosto. Apenas um maldito gosto. Você não é minha para eu reclamar e eu tenho uma dívida para pagar.
Ái duplo.
— Então, por que se preocupar? — eu assobio. — Não se incomode tentando transar comigo quando isso significa não mais do que um pouco de alívio rápido.
— Você está tentando me dizer que seu corpo não está gritando para gozar? — ele rosna.
Maldito seja. está. Tanto é que eu realmente não me preocupo com o fato de que ele está apenas oferecendo uma vez. Eu estou viva por ele; todo o meu corpo está formigando com a necessidade. Além disso, se for uma vez explosiva, ele poderia mudar de ideia.
— Tudo bem, — eu digo, me inclinando. — Sem beijo, uma foda decente. Nós temos um acordo.
Ele sorri.
— Vamos selar com sangue?
— Vá se ferrar, pirata.
Ele ri e me gira ao redor de repente, apertando minhas costas contra seu peito.
— Terceira regra, fazer do meu jeito.
Eu tremo, dando a ele a minha resposta em minha reação. Ele desliza os dedos por meus seios cobertos e eu tremo sob seu toque.
— Você quer foder aqui e agora? — ele rosna em meu ouvido.
— Sim.
Nada mais precisa ser falado. Ele dá um passo para trás e tira meu sutiã, antes de pressionar a si mesmo novamente contra mim. Seus braços vão ao redor e seus dedos encontram meus mamilos. Ele gentilmente gira e puxa, revirando os botões duros entre os dedos. Eu choramingo, e meus joelhos oscilam. Se ele acha que eu vou ficar de pé, ele está muito errado.
— Você já foi fodida contra uma parede de pedra, com uma cachoeira caindo em cima de você? — ele murmura, deslizando os lábios sobre os meus ombros.
— N... n... não, — eu gaguejo.
— Oh inocência, será um prazer fazer isso.
Eu sinto minhas pernas tremerem e eu me viro e pego seus braços, me segurando firme. — Eu... eu não sei se consigo ficar em pé.
Ele me empurra em direção à parede de rocha e quando chegamos lá, ele me gira de modo que minhas costas pressionam contra ela. Ele mergulha a cabeça, capturando meu mamilo na boca. Eu grito, e meus joelhos oscilam.
Oh, Jesus.
Sua língua lambe a ponta, rodando e enviando pequenas corrente elétricas de prazer através do meu corpo. Ele estende a mão, encontra minha calcinha e ele lentamente a abaixa, deslizando sua boca até a minha barriga enquanto ele vai. Ah... sim.
Quando ele fica de joelhos diante de mim e a minha calcinha está no chão, ele olha para cima. Seus olhos são de fogo e quase pretos com a necessidade. Ele agarra uma das minhas coxas e suavemente a desliza para a esquerda, para que as minhas pernas fiquem espalhadas. Ele faz um som rosnando quando ele levanta um dedo e esfrega através do meu sexo úmido.
— Fodidamente doce aqui não é, inocência?
Eu não respondo. Eu simplesmente coloco minha cabeça contra a parede de pedra e fecho os olhos, me deixando desfrutar de cada momento disso. Edward espalha minhas pernas um pouco mais e eu posso sentir a água da cachoeira cair sobre minha barriga e fazendo cócegas no meu clitóris exposto. Doce céu, é incrível. Edward se inclina para mais perto e eu posso sentir sua respiração quente contra minha carne mais sensível antes dele mergulhar a língua dentro de mim.
Eu grito.
Isso vem de forma tão inesperada, que o meu corpo se contrai. Suas mãos alcançam e agarram meus quadris, me impedindo de deslizar para baixo e desembarcar em uma pilha no chão. Ele mergulha sua língua dentro da minha carne mais profunda, encontrando o meu clitóris e o sacudindo com ferocidade. Em seguida, ele o prende entre os dentes, e começa a rolar com eles. Santa... merda. Um raio de prazer atira através do meu corpo, é tão intenso que eu me encontro gritando palavras que normalmente não usaria.
— Filho da puta, — eu gemo.
Edward morde e rola, lambe e suga, até que eu estou tremendo toda e gemendo seu nome desesperadamente. Ele remove a mão de um lado do meu quadril e a leva para baixo entre nós, encontrando a minha entrada e mergulhando para dentro. Eu venho com tanta força que sinto meus próprios olhos rolarem. Eu nem sequer percebo que o meu corpo entrou em colapso até que eu sinto Edward se levantando entre nós dois, minhas costas contra a parede. Eu ouço a fivela do cinto dele e eu abro meus olhos para ver que ele está olhando diretamente para mim.
— Pronta para isso, inocência? — ele rosna.
— Sim, — eu quase imploro.
Ele dá um passo para trás por um segundo e deixa cair seu cinto. Ele desabotoa seu jeans e os puxa para baixo. Quando seu pênis nasce livre, eu suspiro. É grande. Quer dizer, eu sabia que era, mas vê-lo assim, é apenas... wow. Ele envolve os dedos em torno dele e começa a acariciar suavemente quando puxa um preservativo do bolso das calças e o rasga aberto com os dentes. Com os olhos arregalados e uma vagina doendo eu observo enquanto ele rola para baixo sobre a cabeça de seu pau, em seguida, sobre a base. Nu, o homem parece que ele está destinado a ser uma estátua maldita. Ele é tão ridiculamente perfeito.
Ele dá um passo a frente quando está com a camisinha pronta. Ele não tem camisa, e assim, completamente nu, ele é de tirar o fôlego. Eu pisco algumas vezes, para ter certeza que o que eu estou vendo é real. Minha realidade se torna mais clara quando ele se aperta contra mim, e suas mãos encontram minhas coxas. Ele agarra as duas e me levanta, envolvendo minhas pernas em volta de sua cintura. Ele chega para baixo entre nós, agarrando seu pau e o guiando para a minha entrada. Meus olhos rolam de novo e eu solto a minha cabeça em seu ombro.
— Olhe para mim quando eu te foder, inocência, — ele ordena.
Eu ergo minha cabeça fracamente e encontro seus olhos. Eu nunca olhei um homem durante o sexo, mas vendo a maneira como sua expressão muda e suaviza o rosto quando ele desliza dentro de mim é algo que eu nunca vou esquecer, ou me arrepender. Ele me enche lentamente, me estica. Nós dois gememos e ele libera uma das minhas coxas para colocar a mão na parede ao lado da minha cabeça. Eu viro meu olhar para o seu braço e eu o assisto flexionar e puxar quando ele fica tenso todo. Puta merda. Ele é tão gostoso.
— Apertada pra caralho, — ele geme, apertando sua mandíbula.
— Oh, sim, — eu grito quando ele mergulha até o fundo, se enterrando completamente dentro de mim.
— Jesus, — ele geme.
Quando ele move os quadris, deslizando para fora de mim antes de mergulhar de volta, tudo em meu mundo para. É, literalmente, para. Eu não sinto nada além dele. Não vejo nada além dele. Eu nunca senti isso em toda a minha vida. Eu nunca tive alguém me levando a tal nível antes. Ele está literalmente mudando tudo. Meus olhos embaçam quando meu corpo desperta para a vida. Eu nunca tive um orgasmo durante o sexo, o edifício se construindo dentro de mim é algo que eu nunca senti antes.
— Eu... oh, meu Deus... o que é esse sentimento? — eu grito, agarrando suas costas e afundando minhas unhas em sua pele.
— Você nunca veio antes, querida, — ele diz, com os dentes cerrados.
— Eu não... oh, Deus... Edward...
— Oh baby, porra. Me deixe ser o primeiro, me deixe te levar através da borda.
Eu balanço a cabeça de lado a lado quando o prazer chega ao meu núcleo e se liquefaz abaixo em minha barriga. Oh. Deus. Eu posso me sentir apertando em torno dele, o aperto, pendurado sobre a borda. É isso? O que todo mundo fala sobre? Edward deixa cair a cabeça no meu pescoço, onde ele começa a sugar delicadamente. Oh merda. Meu Deus. Eu rosno o nome dele e os meus gemidos desesperados se transformam em gritos patéticos de mais. Edward move os quadris mais rápido, me enchendo ainda mais fundo até que eu esteja sobre a borda, pronta para ir, apenas precisando de um impulso.
Meus dedos estão quentes com o sangue de suas costas, eu estou arranhando ele, e eu não me importo. Ele chega entre nós, encontrando meu clitóris com o polegar. Ele esfrega o nó molhado, girando minha excitação ao redor e ao redor, pressionando ele, me levando até a borda e me deixando ir. O que ele está fazendo? Me sinto ficar tensa e minha visão nada, e ele para de mover seus quadris. Eu grito com raiva, levantando a cabeça e encontrando seu olhar em um profundo desespero.
— Edward, por favor...
Seus olhos examinam o meu rosto e sua expressão é a de prazer torturado.
— Eu preciso te ouvir implorar, inocência. Implore...
— Por favor, — eu sussurro.
— Mais.
— Por favor, Edward, me foda.
— Mais, querida.
— Me faça gozar. Seja o meu primeiro. Por favor, eu quero muito isso. Me foda, me faça nunca esquecer como isso é.
Ele rosna, e ele se move, deslizando seu pau dentro de mim mais uma vez. Eu choramingo no sentimento dos nervos sensíveis pulando de volta à vida. Ele pressiona o dedo no meu clitóris e então começa balançar seus quadris novamente. O prazer está de volta em um segundo, queimando através de mim como fogo. Eu grito seu nome, e empurro meu quadril para baixo em direção a ele, mergulhando, querendo mais, querendo ele mais profundo. Ele rosna e levanta a mão para fora da parede ao meu lado antes de enredar no meu cabelo e puxar com força.
Eu grito.
— Você gosta disso, não é? — ele resmunga.
— Oh. Sim. Mais.
Ele puxa meu cabelo de novo, inclinando para o lado para seus dentes poderem encontrar meu pescoço. Ele começa beliscando-o suavemente, mas seu beliscão se torna uma mordida suave quando seus impulsos se tornam mais desesperados. Oh, ele é um mordedor. Oh. Deus. Sim. Seus dentes afundam em minha carne mais e mais, e sua língua rola sobre a pele, enquanto seus quadris me batem e seu dedo aperta no meu clitóris. A sensação é demais e eu finalmente passo pela borda. Sinto a primeira onda do orgasmo através do meu corpo, e eu posso ouvir meu grito desesperado enquanto eu delicio com um prazer que eu nunca senti antes.
— Porra, eu vou gozar, — ele ruge, antes de morder meu pescoço novamente quando ele empurra mais uma vez e eu o sinto pulsar dentro de mim.
Minha buceta aperta ao redor de seu pênis, nós dois expressando nosso prazer vocalmente. Ele geme, eu lamento, e, juntos, arrastamos
um último estremecimento do corpo um do outro. Quando paramos de tremer, ele lentamente me move para baixo até que ele desliza para fora de mim. Ele puxa a camisinha para fora, amarrando e abaixando para pegar a calça jeans. Sem olhar para mim, ele os puxa.
— Você tem roupas, Bella?
Concordo com a cabeça quando ele se vira para olhar para mim, mas as minhas pernas ainda estão tremendo e eu estou segurando a parede, com muito medo de realmente dar um passo. Toda a minha metade inferior está formigando. Ele me dá um meio sorriso preguiçoso.
— Indo para algum lugar?
— Cale a boca, — murmuro.
— Não posso acreditar que nenhum homem jamais entrou nessa sua buceta doce e te fez chegar tão duro.
Eu coro e olho para os meus pés. Meu único namorado foi doce por pouco tempo, antes de começar a me bater. Não é de admirar que eu não tive um grande momento com o sexo. Ele sempre foi duro e terrível. Edward prende meu queixo e levanta a cabeça até que nossos olhos se encontram.
— O único homem com quem você esteve foi o que bateu em você, não é?
Eu enrijeço e puxo a cabeça de suas mãos.
— Não importa. Nós não estamos aqui para discutir o que eu fiz e o que eu não fiz. Era uma vez, lembra? Você deixou isso bem claro. Eu preciso ir.
Eu me viro e me inclino para baixo, agarrando meu sutiã e calcinha e o empurrando com raiva antes de me virar e ir para trás através da cachoeira para sair. Eu não posso lidar com isso agora.
— Bella, — ele grita, mas eu não paro.
Meu corpo inteiro está girando, minha cabeça está confusa e eu estou confusa. Estou confusa porque eu não sei o que sinto agora. Eu tenho algo no fundo do meu corpo que está puxando tudo para dentro. Eu odeio esse sentimento, eu não quero aceitar isso, ou mesmo reconhecer. Isso queima.
É contra as regras.
Você não deve se apaixonar pelo seu captor.
Encontro Irina e arranjo um par limpo de roupas, e, em seguida, todos se reúnem ao redor para fazer um café da manhã sobre uma pequena fogueira e grill. Edward não voltou do lago, no entanto e eu realmente não quero pensar sobre o que ele está fazendo. Ele está lamentando o que nós fizemos? Eu tenho esse formigamento entre as minhas coxas cada vez que eu ando, como um pequeno lembrete de que ele esteve lá e que passou por cima dessa linha.
— Você está bem?
Eu me viro para ver Jacob sentar ao meu lado no pequeno tronco que estou sentada. Concordo com a cabeça e dou a ele um sorriso fraco.
— Eu estou bem, apenas cansada e me sentindo um pouco fora.
— Você está doente por causa do frio na noite passada?
Eu balanço minha cabeça,
— Não, provavelmente apenas cansada.
Preocupação toma conta de suas feições.
— A caverna está vazia, você deveria ir e dormir um pouco.
Contemplo isso, e, na verdade, acho que não é uma má ideia.
— Eu poderia, depois do almoço.
Ele se inclina para perto, para que ninguém mais possa nos ouvir.
— Como estão as coisas realmente?
— Tudo bem, Jacob. Estou sobrevivendo.
— Você acha que ele vai deixar você ir?
— Eu não sei, ok? — eu assobio.
Estou cansada dele me questionando como se eu estivesse ralando para nada.
— Por que o prisioneiro está desalgemado?
Ouvimos a voz rouca de Edward e olho para cima para vê-lo andar de volta. Ele ainda está sem camisa e eu não posso ajudar, mas deixo meus olhos percorrem seu corpo. Seu peito é tão definido, seus abs perfeitamente torneados e mergulhando em seus jeans há um pequeno 'V', como alguns chamam e tem tudo dentro de mim apertando. Eu levanto os meus olhos e vejo que ele está me olhando com uma expressão aquecida. Oh. Deus.
Drake fica de pé e vai até Jacob, algemando-o novamente.
— Pra onde diabos eu vou correr? — grunhi Jacob.
— Bom ponto, — Edward rosna. — Sua amiga e eu temos um acordo.
Eu olho para ele, mas o perco rapidamente quando ele se vira para dar ordens a GG. Oh. Merda. Suas costas tem um par de cortes vermelhos que eu conheço sendo de minhas unhas. Eu também sei que cada pessoa sentada aqui agora sabe que é meu. Nós somos os únicos que desapareceram esta manhã. Minhas bochechas coram e eu viro meus olhos, só para ver que o olhar de Jacob está nas costas de Edward. Ele se vira para mim e seu rosto de aperta.
Eu me levanto rapidamente.
— Eu preciso, eu quero dizer, eu preciso descansar.
Irina também se levanta e ela me segue quando eu evito todos os olhares divertidos e corro para a pequena caverna. Assim que entro, me viro para ela, em pânico.
— Você dormiu com ele, não foi? — diz ela em um sussurro abafado.
Eu cubro meu rosto com as mãos.
— Oh Deus, Irina. Eu pensei... eu pensei...
— Eu sei o que você pensou, — diz ela em voz baixa, caminhando e tomando conta dos meus ombros. — Eu sei.
— Eu sou uma tola.
— Não, você está apenas fazendo o que pode para proteger sua vida. Isso não faz de você uma tola.
Eu levanto os meus olhos e encontro o seu olhar. Ela me dá um pequeno sorriso.
— O que eu faço? Todo mundo agora sabe. Ele fez isso de propósito, ele queria ostentar isso.
— Querida, é um pequeno grupo, eles teriam descoberto. Tenho quase certeza de que todos eles pensam que já aconteceu.
— Eu preciso de um minuto, ou apenas... Eu preciso de uma pausa.
— Vá para o navio. Se você quer descansar, você terá mais chance de ter isso lá.
— Sério? — eu sussurro.
— Sim, vamos lá, eu vou te levar.
Ela pega a minha mão e me leva para fora. Quando passamos pelo pequeno grupo, eu evito o contato visual.
— Onde você vai, inocência? — Edward ronrona.
Idiota.
— Ela vai para descansar, ela está cansada e o navio é mais silencioso, — Irina se encaixa.
Ela não o deixa responder, ela apenas continua me puxando por ele e para fora através das árvores.
O navio ainda está parado na areia, mas não está danificado, por isso é seguro. Nós duas vamos para as escadas e subimos. Quando chegamos no convés, eu olho ao redor. Há cordas e correntes, e todos os tipos de coisas do caralho espalhadas por toda parte. Eu acho que é por isso que levam um dia para arrumar tudo de volta. Além disso, eles teriam que procurar alguns danos, o que não é um pequeno processo.
— Eu tenho que pegar mais algumas roupas, mas você está bem para descansar, ou você quer que eu fique? — Irina diz quando entramos no corredor.
Eu balanço minha cabeça, dando a ela um sorriso fraco.
— Eu estou bem, eu só preciso dormir um pouco.
— Ok, bem, venha e fale comigo quando você acordar, certo? Nós vamos ter uma conversa.
Eu aceno e a puxo para um abraço,
— Obrigada, Irina.
— Vai ficar tudo bem, — diz ela com delicadeza.
Eu sinto meus olhos arderem de lágrimas.
— Eu não tenho tanta certeza que sim. Estou apavorada, Irina. Eu só... — minha voz crepita. — Eu só quero ir para casa.
Seus olhos ficam vítreos e ela me abraça mais perto.
— Vai ficar tudo bem, vamos dar um jeito.
Então ela recua e sorri para mim mais uma vez antes de desaparecer pelos corredores. Eu ando de cabeça baixa até que eu chego ao quarto de Edward. Eu entro e olho para o meu lugar no sofá com vontade. Estou exausta e eu preciso de um tempo. Eu me aproximo e caio sobre o sofá, colocando as pernas para cima e suspirando alto. Eu não posso remover as imagens de Edward fazendo sexo comigo da minha mente; elas estão me assombrando da forma mais bonita. Eu nem tenho certeza se quero parar de pensar sobre elas.
Me deito lentamente, deixando meu corpo afundar no sofá macio. Eu fico olhando para o teto e minha mente gira. Tenho tantos pensamentos e sentimentos que voam ao redor que eu não posso identificar um tempo suficiente para processar isso. Eu ouço o ranger da porta e eu levanto a cabeça e vejo Edward entrando. Ele fecha a porta atrás dele e tranca. Oh merda. Me sento e nossos olhos se conectam todo o tempo em que ele se aproxima e para na minha frente. Por que ele está aqui? Deixei claro que eu queria um tempo, eu precisava pensar, então por que ele está aqui olhando para mim, como se ele quisesse me comer viva?
— Levante-se, inocência, — ele diz.
— O quê? Eu .. não...
— Agora, — ele ordena firmemente, mas sua voz ainda mantém esse nível cru de desejo sexual.
Como eu não tenho controle sobre o meu corpo, eu me levanto devagar, meu corpo todo tremendo de... o que, luxúria? Ou algo mais? Quando eu estou em meus pés, Edward agarra meus braços e me leva para o meio do quarto. Ele me para e então se vira e vai até o sofá. Que diabos? Ele se senta, se inclina para trás e coloca os braços atrás da cabeça, fazendo com que seus músculos se flexionem. Eu observo ele em confusão.
— Eu não terminei, mais cedo. Eu disse um dia, mas eu não quis dizer que eu iria colocar meu pau em você uma só vez; eu quis dizer que eu teria um dia inteiro com você. Eu não terminei com esse dia. Agora, tire suas roupas.
Minha boca cai aberta e eu sinto meus dedos se juntando nervosamente.
— Eu... eu...
— inocência, — ele grasna, — agora, baby.
Meu corpo inteiro está em chamas e eu não quero negar a ele. A ideia de tê-lo enterrado dentro de mim de novo remove qualquer outro pensamento lógico em minha mente e é substituído com uma profunda necessidade, intensa, que é tão forte que eu não posso lutar contra isso. Eu aperto minha camisa e vou para levantá-la, mas ele põe a mão, me parando. Ele se levanta, caminha até sua mesa e aperta alguns botões em um pequeno conjunto de alto-falantes. Um momento depois, uma canção familiar aparece. Eu vejo enquanto ele se vira e caminha de volta e se senta, retomando a sua posição.
— Tire, lentamente, — ele rosna.
Ele quer que eu... faça strip? Eu ouço a música vir à vida, e minhas bochechas ruborizam. Bem, é uma canção de stripper. As palavras 'Ela é minha torta de cereja', enchem a sala e levo tudo dentro de mim para não apertar o meu cabelo em volta e dançar como uma menina selvagem. Essa música só faz isso comigo. Em vez disso, eu aperto a minha camisa de novo, e, lentamente, começo balançar os quadris de um lado para outro. Eu nunca me despi desse jeito na frente de um homem antes e a ideia disso é totalmente erótica. Todo o meu corpo está formigando com vergonha, mas eu não posso parar.
Quando eu encontro o olhar luxurioso de Edward, isso só me impulsiona.
Poderia ser uma grande oportunidade para eu fazer com que ele me queira tão desesperadamente que ele não possa olhar para trás.
Pelo menos é o que eu estou dizendo a mim mesma.
Eu continuo balançando meus quadris enquanto meus dedos lentamente levantam minha camisa. Quando eu chego aos meus seios, eu tapo a cabeça e faço uma meia curva com meu corpo, fazendo que meu cabelo e meu corpo se torçam em extrema sexualidade. Eu me puxo de volta, balançando os quadris quando eu levanto a camisa sobre a cabeça. Quando eu olho para Edward, ele está tão duro, que seu
jeans está lutando contra seu pênis. Seus punhos estão cerrados e os seus olhos selvagens com a necessidade.
— Continue, — ele grasna.
Eu lanço a minha camisa no chão e eu giro, minhas costas de frente para ele. Eu envolvo meus braços em volta de mim e mexo minha bunda quando eu solto meu sutiã. Eu rodo o sutiã e o lanço para o chão. Ouço Edward chupar uma respiração e minhas bochechas coram ainda mais. Eu deslizo minhas mãos pelo meu corpo, ainda balançando os quadris suavemente e eu aperto meus shorts. Faço o meu melhor 'rebolado' e eu lentamente os aperto e passo minhas mãos pelo meu corpo, deixando a minha bunda no ar. Edward rosna, e eu sei que ele está apreciando a vista.
Saio dos meus shorts e lentamente passo minhas mãos por trás do meu corpo antes de olhar por cima do ombro para ele. Seus dedos estão pressionando em suas coxas e ele está respirando profundamente. Deus, ele parece gostoso pra caralho, sentado ali, parecendo tão desesperado. Ele levanta sua mão e gira os dedos.
— Vire, baby. Me deixe ver.
Eu faço o que ele pede e viro lentamente. Eu vejo todo o seu corpo ficar rígido quando estou de frente para ele, e meu coração começa a bater rápido. Meus dedos estão perto dos meus seios, quase os cobrindo.
— Tire as mãos, inocência, — ele diz.
Lentamente, eu abaixo minhas mãos. Seus olhos se arregalaram, e ele faz um som gutural gemido profundo.
— Dance, baby. Eu preciso que você dance.
Eu começo a balançar meus quadris novamente e, lentamente, eu deixo meus dedos deslizarem sobre meu corpo. Eu fecho meus olhos, me levando a um outro lugar. Sabendo que seus olhos estão sobre mim, ó Deus, é um sentimento que eu não consigo descrever. Ele está fazendo tudo dentro de mim ganhar vida, mas, acima de tudo, ele está me fazendo sentir... linda, sexy, sedutora... inferno, ele está me fazendo sentir como uma mulher. Eu nunca senti isso em toda a minha vida.
— Olhos em mim, querida, — ele sussurra.
Abro os olhos e encontro os seus. E ficamos nos encarando enquanto eu, lentamente, movo os dedos para baixo e chego em minha calcinha. Eu começo balançando meus quadris e me abaixando novamente, só que desta vez eu mantenho meus olhos nos dele. Seu olhar não se afasta; ele não deixa que seus olhos se movam dos meus. Ele só me assiste, deixando aqueles olhos verdes profundos queimarem dentro de mim. Saio da minha calcinha, logo que elas estão abaixadas e depois, lentamente, eu me levanto, até que eu esteja de pé. Calor enche meu rosto e eu quebro o contato visual com Edward.
— Você está com vergonha? — ele murmura, se movendo para ficar de pé. Então ele vem em minha direção.
— Não, eu...
— Você é fodidamente extraordinária, inocência. Como a porra de um sonho.
Suas palavras fazem todo o meu corpo se arrepiar. Eu envolvo meus braços em volta de mim e ele estende a mão e me para. Seus dedos enrolam em volta dos meus pulsos e ele os puxa- acima da minha cabeça, levantando os meus seios. Seu olhar abaixa, e sua mandíbula flexiona quando ele vê os meus mamilos endurecerem sob seu olhar. Lentamente, ele abaixa a cabeça, ainda segurando meus braços para cima e ele capta o meu mamilo na boca. Eu suspiro, e minhas pernas balançam quando ele começa a girar a língua ao redor e ao redor, causando um pequeno gemido patético a escapar de meus lábios.
Quando ele fecha os dentes nele e um pequeno beliscão dispara no meu peito, meus joelhos dobram.
Ele gentilmente me abaixa no chão e seu corpo duro cai sobre o meu. Eu posso sentir sua ereção pressionando entre as minhas pernas quando eu as abro para acomodá-lo. Sua calça jeans pressiona diretamente no meu núcleo, e quando eu me mexo, ele sibila. — Você é tão gostosa, eu posso te sentir através do meu jeans. Porra, inocência, eu preciso estar dentro de você de novo.
Eu choramingo e solto a cabeça no chão enquanto seus lábios encontram meu pescoço. A desesperada necessidade de prová-lo está além de qualquer coisa que eu já senti. Eu quero seus lábios nos meus, eu quero a sua língua dançando com a minha, eu só quero provar o gosto dele. Eu preciso saber qual é o gosto dele, mais do que qualquer coisa, eu estou desesperada para esmagar os meus lábios contra os dele. Sinto seus lábios deslizarem até o pescoço para mordiscar minha orelha faz com a necessidade muito mais intensa. Como pode um homem ser tão incrivelmente viciante?
— No sofá, eu quero que você me monte, mas, primeiro, eu quero a sua boca doce ao redor do meu pau, — ele murmura em meu ouvido, antes de envolver seus braços em minha volta e nos levantar.
Ele nos vira e caminha até o sofá, se sentando e me puxando para cima dele. Estou montando ele, nossos corpos estão esfregando juntos e nossos rostos estão pertos. Lentamente, sem pensar, eu aproximo os meus lábios mais perto. Antes que eu possa fazer isso, sua mão desliza para cima e enrola em meu cabelo, me parando. Estamos tão perto que eu posso sentir seu hálito quente fazendo cócegas nos meus lábios. Nossos olhos estão travados e o calor escaldante entre nós é tão intenso que o meu corpo inteiro está em alerta.
— Você conhece as regras, — ele murmura. — Nada de beijos.
Eu mordo meu lábio inferior e deixo meus olhos viajarem até seus lábios. Tão cheios, tão viris e eu anseio senti-los esfregando contra meus lábios enquanto eu deslizo em cima dele.
— E quanto a outros lugares? — eu sussurro, levantando os olhos.
— Você pode me beijar em qualquer outro lugar, — ele diz.
Eu movo minha cabeça para mais perto, inclinando para o lado e pressionando do lado de fora do canto de sua boca. Ele libera o meu cabelo,e faz um som gutural de dor. Eu deslizo minha língua para fora, fazendo um pequeno círculo, antes de passar através de sua mandíbula. Eu posso prová-lo; o fraco salgado de sua pele é realmente muito bom. Os pequenos picos da sua barba em minha língua parecem apenas despertar algo em mim. Quando eu chego ao seu ouvido, eu deslizo minha língua para fora e toco levemente o lóbulo da orelha. Ele amaldiçoa e suas mãos deslizam entre as minhas pernas, empurrando-as separadas de modo que eu esteja montando ele totalmente, e então seus dedos deslizam para encontrar meu clitóris úmido.
Eu gemo e levanto a minha mão, chegando ao outro lado de seu rosto quando eu movo meus lábios sobre sua bochecha. Ele deixa cair a cabeça para trás, os olhos fechados, com os dedos ainda deslizando através de minha buceta. Ele gosta e ele me deixar estar tão perto dele, mesmo que seja apenas por um momento. Eu deslizo minha boca para cima, beijando sua pele, então solto alguns beijinhos sobre as pálpebras dele antes de passar pelo nariz e pressionar um último lá. Ele geme quando eu passo os meus lábios para baixo, pulando seus lábios, chegando ao queixo e dando uma lambida gentil lá.
— Merda, inocência eu preciso te foder.
Eu deixo cair a minha cabeça e encontro seu pescoço. Eu trilho beijos para baixo, parando de vez em quando para dar a ele uma suave lambida. Seus dedos encontram a minha entrada e ele os enfia dentro de mim. Eu gemo e giro meu quadril para sentir mais dele. Eu abaixo a minha boca para sua clavícula e aqui eu posso sentir o cheiro dele o mais forte. Ele tem um almiscarado, cheiro muito masculino. Eu belisco sua pele antes de deslizar minha boca sobre seus ombros. Ele me fode com os dedos com tanta habilidade, inclinando-os naquele ângulo perfeito, que eu venho em questão de minutos. Eu me esforço mais perto dele, enterrando meu rosto em seu ombro enquanto eu me arrepio, sentindo pequenos empurrões de prazer que viajam de minha buceta até minha espinha.
— Agora, baby, — ele respira. — Me chupe.
Oh.
Sim.
Eu lentamente deslizo para fora de seu colo e quando eu me movo, ele desabotoa suas calças jeans e abaixa, empurrando elas o suficiente para libertar seu pênis. Quando estou de joelhos em sua frente, os cotovelos apoiados nas suas coxas, eu tomo um momento para olhar para a grande visão, extremamente erótica diante de mim. Ele tem um belo pau, grosso, longo, perfeitamente moldado. Estendo a mão, passando os dedos em torno dele, e depois, lentamente, eu abaixo a minha cabeça. Eu deslizo minha língua primeiro, deixando-a girar em torno da ponta. Ele assobia e seus quadris empurram para cima.
— Não provoque, inocência, — ele resmunga.
Eu o pressiono contra a minha bochecha, sentindo a pele quente de lá, suave. Então eu viro minha cabeça e eu abaixo a minha boca para ele. Ele rosna tão alto que eu faço uma pausa, na verdade, querendo saber se eu o machuquei.
— Não pare, — ele grasna.
Estimulada, eu abaixo a minha boca ainda mais, sugando minha língua e rodando enquanto eu desço. Quando eu o tomo tão profundo quanto eu posso, começo suavemente levantando minha cabeça, e então repito isso mais e mais até que eu tenho um movimento suave, mas firme, acontecendo. As mãos de Edward se emaranham no meu cabelo, e ele empurra seus quadris, sibilando meu nome quando eu começo a me mover mais rápido, usando a minha mão para bombear a base de seu pênis enquanto minha boca lida com o resto.
— Merda, merda, pare, — ele rosna, de repente, agarrando meus ombros e me puxando para trás.
Ele me puxa para cima e quando eu me movo, ele pega um preservativo de seu jeans e o rasga e em seguida, ele se atrapalha quase desesperadamente para tirá-lo do pacote. Todo o seu peito está se esforçando, seus músculos se contraindo. É além de quente. Eu observo quando ele rola o preservativo sobre o pênis, que está vermelho e irritado, como ele se estivesse prestes a explodir. Ele me agarra, me puxando para a frente. Eu não tenho a chance de ter um momento para pensar, porque ele está apertando a mão em minhas costas e me afundando em cima dele antes que eu possa sequer falar.
Eu não preciso dizer.
Tudo o que sai da minha boca enquanto ele lentamente me enche é um gemido irregular. Minha buceta se estende ao seu redor e a sensação é tão intensa que eu sinto minha cabeça começar a girar. Eu fecho meus olhos e solto a cabeça para trás.
— Olhos, inocência, — ele rosna, segurando meu queixo e virando meu rosto para trás em direção ao seu. Abro os olhos e mais uma vez, nós nos encaramos nesse momento que é só nosso. Nada mais vem pelo meio; é como se ninguém mais existe quando ele está olhando para mim assim.
— Não vou durar muito tempo, — ele murmura. — Doce pra caralho.
Ele agarra meu quadril e começa a me moer contra ele, interrompendo o movimento para cima e para baixo que eu tinha acabado de começar a criar. A moagem é melhor, porém, oh, é melhor. Ele faz pequenos movimentos circulares que têm seu pênis pressionando contra as minhas paredes internas, encontrando esse ponto doce. Eu choramingo e começo a tomar a ação por conta própria. A moagem profunda continua e suas mãos movem para cima em meus seios, os polegares fazendo pequenos círculos sobre os meus mamilos.
— Edward, — eu rosno. — Eu... oh, Deus...
— Goza para mim, inocência. Grite meu nome.
Eu me arrepio e quando o dedo dele desliza para baixo para encontrar meu clitóris, eu venho. É melhor do que na cachoeira mais cedo, diferente, mas definitivamente melhor. Desta vez, eu grito tão alto que minha garganta fecha, fazendo com que meu grito termine em um suspiro de asfixia.
—E... Edward, — eu gaguejo, ainda apertando e tremendo sobre ele.
— Vou gozar baby, oh, porra, agora, — ele ruge e então ele empurra seus quadris para cima de repente, e eu posso senti-lo pulsando quando eu o aperto e os nossos gritos de prazer se misturam para fazer o som mais bonito.
Eu caio contra ele, minha cabeça caindo sobre seu peito. Um brilho de suor cobre sua pele e me encontro correndo a minha língua para fora para ter um gostinho. Oh, sim. Edward toma o meu rosto, levantando do peito.
— Chega, ou eu vou foder você de novo.
Bem, talvez eu queira que ele faça isso.
Eu puxo meu queixo longe dele e coloco minha cabeça no seu peito, exalando alto. Ele me surpreende, colocando um braço em volta da minha cintura e descansando lá, parecendo como se ele estivesse me segurando. É um sentimento agradável.
— Me conte sobre sua vida, — ele murmura baixinho acima de mim.
— A minha vida? — eu digo em voz baixa, exausta.
— Sim, sua vida.
Eu me aconchego nele, realmente sentindo este momento com ele.
— Eu não tenho certeza de que isso realmente importa no grande esquema das coisas, não é?
— Não, — ele murmura. — Eu não acho. Me diga de qualquer maneira.
Querendo estender esse momento juntos, talvez fazer um pouco mais de uma conexão, eu decido falar com ele.
— Bem, você sabe sobre James...
— Esse é o nome dele? — ele resmunga e eu sinto o retumbar pela minha bochecha. — James?
— Sim, esse é o nome dele.
— Você o conheceu como?
— Eu conheci ele em um orfanato. Éramos irmã e irmão adotivos em uma casa, por assim dizer. Nós crescemos perto e nos mudamos para fora e longe juntos, logo que eu fiquei velha o suficiente. As coisas eram boas por um tempo, até que eu comecei a ver o seu lado violento. Os espancamentos começaram e isso simplesmente não parou. Eu fiquei tão cansada disso, tão emocionalmente danificada, que eu acabei temendo por minha vida. Naquela noite, ele me bateu... Eu tinha que me proteger. Eu estava escondida em um armário, quando ele me encontrou e eu lutei com a arma. Ele tinha apontado para o meu rosto tantas vezes que eu tinha certeza que a minha vida iria acabar, mas eu consegui ser a única a conseguir atirar e o feri gravemente, ele foi para a cadeia, e quando ele foi solto eu fui para o iate. Eu sabia que tinha que começar a minha vida de novo, então eu decidi deixar o país. A noite antes de eu sair, ele entrou em contato comigo, me ameaçando, e eu sabia que tinha que ir.
— O fodido não gostaria de cruzar comigo. Eu o mataria.
Eu bufo.
— Ele não me encontrou até agora.
— E certamente como o inferno ele não vai.
Ficamos em silêncio por um minuto, e ele começa a desenhar pequenos círculos nas minhas costas.
— E seus pais?
— Eu tive uma boa vida e então o meu pai começou a correr fora dos trilhos e desapareceu. Uma noite, ele saiu, e nunca mais voltou. Minha mãe morreu, ela estava doente com câncer e depois eu fui expulsa.
— Portanto, o seu pai ainda está vivo?
— Acho que ele está... ele simplesmente desapareceu. Como pode uma pessoa simplesmente desaparecer? Nunca fez sentido. Às vezes, eu esperava que ele estivesse morto, porque isso era mais fácil de processar do que a dor do por que dele não voltar.
— Você já tentou encontrá-lo? — pergunta ele, se mexendo e envolvendo os braços em volta de mim mais apertado.
Isso é bom.
— Não, eu não tenho os recursos.
— Qual o nome dele? Eu poderia ser capaz de ajudar.
Meu coração martela. Ele pode ser capaz de ajudar? Como em, ele poderia reconsiderar me vender? Tudo dentro de mim inunda com o calor.
— Charlie Swan.
Edward se mexe como se ele tivesse sido atingido.
— O que você disse?
— Eu... esse é o meu nome do meu pai.
De repente, eu estou sendo jogada para fora dele, como se eu não fosse mais do que uma boneca de pano. Ele desliza do meu corpo rapidamente, me deixando me sentir estranha por um momento. Ele fica de pé, puxa a calça jeans para cima e corre até sua mesa, empurrando através de documentos. O que diabos está acontecendo?
— Você o conhece? Você vai me ajudar a encontrá-lo? Você vai reconsiderar me vender? — eu balbucio antes que eu possa me parar. Seu comportamento frenético me fez perguntar se ele conhece o meu pai e esperança incha no meu peito.
Ele gira ao redor, com os olhos cheios de algo que eu não consigo entender... medo? Raiva? Ele se aproxima, apertando o meu ombro.
— Você não vai ficar aqui, então pare de pensar que essa porra vai mudar alguma coisa.
Então ele se vira e praticamente corre para fora da porta.
O que diabos aconteceu?
Meu coração cai no meu estômago e tudo dói.
Voltando à estaca zero.
Eu tomo banho antes de sair do navio. É fim de tarde e o sol acabou por sair assim que eu caminho um longo caminho até a praia, não querendo ir para o acampamento e eu me encontro um lugar na areia para se sentar. Ela adere a minhas pernas, e meu pé e eu percebo que está dolorido, mas eu não me importo. Estou confusa. Edward e eu, tivemos um momento e então acabou. Suas palavras feriram. Nesse tempo eu pensei que talvez nós estávamos criando alguma coisa, mas o tempo todo ele estava me fodendo. Não há nada mais do que isso. Talvez a ideia dele realmente considerado a me ajudar bateu ele e ele percebeu que estava ficando muito perto.
— Eu estive procurando por você.
Eu ouço a voz de Irina e eu olho para cima para vê-la ali, sorrindo para mim.
— Edward disse que não conseguiu encontrar você...
Eu me afasto e engulo seco. Eu não vou chorar. Eu não vou mostrar esse tipo de fraqueza. Eu me contive tão bem e falhar agora iria me quebrar. Irina se senta ao meu lado e coloca o braço em volta dos meus ombros.
— Ele estava se comportando estranhamente... Gritando ordens, e falando baixo com Drake. Ele parecia em pânico e então ele não conseguia te encontrar e ele explodiu. Eu disse a ele que viria e veria onde você estava.
Ela esfrega os meus ombros e me puxa para perto dela.
— Nós tivemos um momento e então houve um segundo quando eu pensei que tinha uma chance de escapar, mas isso simplesmente sumiu. Ele não vai mudar de ideia sobre me vender. Eu não quero ser vendida. Eu não quero que isso seja como minha vida vai ser.
— Eu vou te ajudar, — ela sussurra. — Eu não vou deixar ele te vender, Bella.
Eu ergo minha cabeça, encontrando seu olhar.
— O quê?
— Você não var ser vendida...
— Não há escapatória, Irina, você sabe disso. Eu tentei. Eu não posso pegar Jacob e escapar sem ser ambos notados. Eu não posso fazer as duas coisas...
— Sim, você pode.
Eu balanço minha cabeça.
— Eu não entendi.
Ela engole, se vira e olha atrás de nós. Quando ela se vira para mim, eu vejo que ela está preocupada. Sobre o que eu não tenho certeza, mas eu aposto que estou prestes a descobrir.
— O que está acontecendo, Irina?
— Jacob estará aqui em cerca de uma hora. Eu disse a Edward que vou levar ele para conversar com você. Ele gosta de você, então ele me deixou.
— O quê? Por quê?
— Eu liguei para a polícia do mar, Isabella.
Meus olhos se arregalaram. — Eu não... Eu não entendo.
— Eu não posso deixar ele fazer isso com você, e quanto mais rápido você estiver mar a dentro, menos chances você tem de escapar.
— Mas... como...
Ela se inclina para perto.
— Eu disse a ele esta tarde que precisávamos de alguns remédios. Com a temporada de tempestades sobre nós, ele nem sequer pensou duas vezes sobre isso. Ele confia em mim. Ele sabe que eu não tenho nenhuma razão para trair ele... então quando ele me entregou o telefone e saiu, fiz a ligação. Eu sabia onde estávamos, fiz questão de ouvir as coordenações desta ilha quando eles estavam falando...
— Irina, — eu suspiro. — Isso é perigoso...
— É o único jeito. Ele nunca vai atracar com você no navio - ele está muito preocupado que você vá escapar. Ouvi ele falar e a troca será feita no mar. Você não pode escapar no oceano, não há lugar para onde correr.
— Edward irá matar eles, Irina. Você sabe que ele vai.
— Vale a pena o risco.
— E se eles o matarem? — eu sussurro.
Seu rosto aperta.
— Eu disse a eles para vir para o norte da ilha. Eu vou ter certeza que você e Jacob estão em extremos opostos aos piratas. Se por algum motivo ele descobrir isso, você deve estar muito longe no momento em que eles chegarem a este lado.
Eu sinto meu coração começar a correr.
— Irina, se ele descobrir que foi você...
Ela agarra a minha mão, apertando com força.
— Eu não posso deixar você ser vendida, querida.
Eu tremo e esfrego meus braços. É isso? Isso realmente vai ser a minha liberdade? Repito as palavras de Edward na minha cabeça, e eu sei que as minhas tentativas de fazê-lo mudar de ideia são apenas isso: tentativas. Eu sou a única com sentimentos crescentes; ele deixou claro que ele não tem nenhum. Se eu ficar, só vai doer mais quando chegar o momento de deixá-lo. Ele vai me quebrar, e eu não posso viver com isso.
Eu me viro para Irina.
— Venha comigo, — eu imploro, segurando suas mãos.
— Você sabe que eu não posso, minha vida é aqui. Eu não tenho nada além de uma vida correndo na terra.
Ela parece triste, seus olhos verdes vazios. Ela realmente não tem saída.
— Você não quer estar aqui, porém, não é?
Ela olha para o lado.
— O que eu quero e o que eu tenho são duas coisas diferentes, mas isso não significa que eu não seja grata.
— Bem, você é uma mulher melhor do que eu.
— Irina?
Eu endureço quando ouço o som da voz de Edward chegando atrás de nós. Nós duas nos viramos e vemos Edward, completamente vestido agora, de pé e olhando para nós. Irina se vira para mim e balbucia 'uma hora' e então ela se levanta. Ela está arriscando sua vida por mim, eu não sei por que, mas eu sei que vou ser eternamente grata a ela por isso. Quando ela desaparece no meio das árvores, Edward se aproxima e, em seguida, se senta ao meu lado. Ele tem um kit de primeiros socorros em suas mãos. É claro que ele não nos ouviu, ele está agindo muito casual.
— Você precisa limpar seu pé.
Eu olho para o oceano. A água está limpa agora, a neblina suave está desaparecendo e mostrando a água que é simplesmente deslumbrante.
— Bella?
Me viro e encontro o olhar de Edward.
— Por que você está aqui?
Ele balança a cabeça em confusão.
— Para limpar seu pé.
— Por quê? Nós dois sabemos que eu não sou mais do que uma venda para você. Então, pare de fingir que minha vida realmente importa.
Ele rosna e pega o meu pé, puxando para ele. Perdi a camisa que ele colocou no meu pé na noite passada e eu posso ver o corte profundo no meu pé agora. Está meio sujo e eu tenho vergonha de não ter limpado mais cedo. Não, em vez disso, deixei Edward me seduzir... de novo. Eu nunca estive no controle. Nunca. Edward abre o kit e começa a limpar. A dor aguda atira para cima da minha perna e eu cerro os dentes para parar de gritar.
— Eu não vou deixar você sofrer.
Eu balanço minha cabeça.
— O quê?
— Você acha que não é mais do que uma venda, mas eu não vou deixar você sofrer.
— Será que isso realmente não significa nada para você antes? — eu sussurro. — Será que é realmente fácil apenas foder alguém e ir embora?
Ele endurece e ele levanta o olhar para o meu.
— Eu te disse o que tinha que dizer.
— E eu estou perguntando se era uma mentira? — eu grito de repente, sentindo minhas mãos tremerem.
Ele coloca um curativo no meu pé e ele o solta. Eu preciso saber. Se eu estou prestes a fugir e nunca vê-lo novamente, eu preciso saber. Eu tenho que ouvir a sua resposta, porque uma grande parte de mim está esperando que ele vá dizer que isso significa alguma coisa e ele não quer me vender, porque uma pequena parte de mim quer ficar aqui com ele e eu não entendo. Eu preciso de uma razão para ir... Eu não posso fazer isso por conta própria.
— Está fora de questão.
— Só me responda uma coisa, então, — eu rosno, me levantando. — Você está reconsiderando me vender depois disso? Houve mesmo um momento maldito onde você pensou em mudar de ideia?
Ele endurece e seus olhos procuram meu rosto.
— Não vá para isso, Isabella.
— Só me responda porra, me responda seu porco covarde! O mínimo que você pode fazer é ser direto caralho.
— Não, — ele grita. — Eu não estou reconsiderando te vender, porque você não é nada mais para mim do que um momento de diversão.
Todo o sangue drena do meu rosto e os meus joelhos oscilam. Tudo no meu mundo gira. Ele... ele não sente nada. Absolutamente nada. Eu tenho vivido em uma fantasia. Eu estive me enganando, pensando que ele iria me ver como algo mais que um pagamento da dívida. Meu corpo inteiro está tremendo, até o ponto onde os dentes estão fazendo barulho juntos. Abro a boca, mas não sai nada. Nada além de um assobio estridente. Me viro devagar, sentindo como se eu fosse entrar em colapso a qualquer momento.
Ele não me para.
Tenho certeza que isso dói mais.
Por que é que nós, como seres humanos, sempre esperamos que algo vá mudar, mesmo quando sabemos a resposta? Estamos indo embora, quebrados, rasgados em pedaços e ainda estamos esperando que algo vai acontecer para fazer tudo ir embora. O fato é, nada pode tirar a dor dura de palavras cruéis. Nada. Eu manco até a praia e eu deixo as lágrimas fluírem. Eu fui uma tola e isso está em mim.
Eu chego ao extremo norte da ilha, onde Irina me disse que Jacob estaria e eu desmorono contra uma árvore. Minha cabeça gira e meu corpo dói. Ele pulsa da pior maneira e na melhor. Posso sentir o cheiro de Edward em mim, eu posso sentir a dor entre as minhas pernas que corresponde igualmente a dor em meu coração. É uma dor que eu tenho quase certeza que eu nunca vou esquecer. A mistura de traição e
desespero e outra coisa que eu não posso nomear, ou talvez eu só esteja com muito medo de enfrentar.
Eu ouço o som de folhas sussurrantes e me viro para ver Jacob e Irina aparecendo. Agora, eu sou tão grata como qualquer um pode estar a Irina. Ela está salvando minha vida, mesmo que ela não saiba disso. Jacob me vê e seu rosto suaviza e ele caminha, me puxando em seus braços.
Eu o deixo, porque eu preciso dele.
Irina aperta minha mão e eu aperto meu rosto no peito de Jacob. Ele está ficando mais magro; eu posso sentir os ossos em seu peito pressionando o meu rosto. Ele puxa para trás, e olha para mim, acariciando um pedaço de cabelo do meu rosto.
— Nós estamos indo para casa, tudo vai acabar em breve.
— Eu só estou supondo o tempo, mas eles devem estar aqui daqui a pouco, — diz Irina, varrendo o horizonte.
— Eu não posso agradecer o suficiente por isso, Irina, — eu digo.
Ela me toma dos braços de Jacob e me mantém apertada.
— Eu vejo algo em você e eu não posso deixar você ser dada a um pirata desonesto por causa de uma dívida que Edward criou para si mesmo.
— Ele me disse que eu não significo nada, — eu sussurro, tremendo.
— Eu não acredito nisso, mas eu também não estou disposta a colocar dinheiro nisso. Você precisa de sua liberdade de volta. Eu nunca tive uma escolha e eu vou me arrepender para sempre, mas você tem uma escolha, Bella. Eu não podia simplesmente sentar e deixar ser tirada de você, sabendo que você teve uma chance de escapar...
Lágrimas queimam sob minhas pálpebras quando eu a aperto.
— Eu vou ser eternamente grata.
Ficamos todos sentados em silêncio por cerca de vinte minutos. O que há para dizer? Estamos todos pensando coisas diferentes e todos nós estamos apavorados.
— Meninas... isso é... um navio? — Jacob diz de repente.
Nós duas levantamos a cabeça para ver um pequeno navio ao longe se aproximando mais perto da ilha. Meu coração corre e eu começo a me levantar. É isso. Eu empurro qualquer pensamento de Edward da minha cabeça. Eu tenho que fazer isso. Eu não posso... eu não posso... Eu tenho que proteger a mim mesma e o meu amigo. Edward vai desaparecer; ele vai desaparecer. Digo a mim mesma isso, mais e mais à medida que caminhamos em direção ao oceano. Irina levanta as mãos e ela faz algum tipo de sinal. O pequeno navio se aproxima.
— Eles não vão ser capazes de parar, você vai ter que nadar até lá, — diz ela.
— M... m... mas...
— É a única maneira, — diz ela freneticamente.
— Nós vamos ficar bem, — diz Jacob, agarrando minha mão e me puxando em direção à água.
Me viro com lágrimas caindo pelo meu rosto. Eu estendo meus braços e Irina vem a mim, me envolvendo em um abraço.
— Eu nunca vou esquecer isso, Irina, nunca.
— Fique segura e encontre a vida que você merece.
Eu a abraço com mais força, e, em seguida, a deixo ir, tomando a mão de Jacob. Ele aperta com força, e nós levamos o nosso primeiro passo para a água, o nosso primeiro passo para a liberdade. A água fria bate na minha perna e eu tremo. Todo o meu corpo está formigando, meu coração está correndo e minha cabeça está girando. Adrenalina enche minhas veias. Um momento, é tudo o que precisamos, e ainda assim nada pode mudá-lo tão facilmente.
Quando a água está na cintura e o navio está em visão clara, o meu coração começa a acelerar, até que eu mal posso respirar. Eu posso ver os homens em ternos brancos em pé, acenando mais perto. Liberdade. Está tão perto. Isso é o que eu venho lutando desde que eu fui capturada, então por que diabos isso parece tão maldito errado? Por que o meu coração dói? Por que eu estou lutando para respirar?
Começamos a nadar, não sendo capazes de andar, e é aí que tudo muda. O homem mais próximo a nós, que está de pé, se inclina e nos incentiva a continuar, quando, de repente, sangue respinga de sua cabeça enquanto ele desliza para frente e cai na água. Um grito estrangulado escapa da minha garganta, e minhas pernas viram geleia. Eu me esforço para continuar nadando quando eu viro meus olhos para a costa. Vejo Edward segurando uma arma. Ele tem Drake ao lado dele, que também está segurando uma arma.
Outro tiro ressoa.
Outro homem cai.
O sangue enche a água do oceano que nos rodeia, e os corpos começam lentamente de afundar, vidas desperdiçadas. Oh, Deus. Jacob me agarra, me forçando para a frente, chutando com toda a força.
— Continue nadando, Bella!
— Eles, e-e-estão mortos, — eu lamento.
— Volte aqui, Isabella, ou eu vou continuar matando eles. Você é minha, porra, não me faça forçá-la a voltar! — os rugidos Edward soam como um zumbido distante.
— Não dê ouvidos a ele, Bella, continue nadando.
Outro tiro ressoa a partir do navio em momento. Viro a cabeça freneticamente, mas vejo que todo mundo na praia ainda está de pé.
— Porra, Bella, volte aqui, você é minha, — Edward grita.
Você é minha.
Ele não quis dizer isso.
Ele não quis.
— Não ouça ele Bella, — Jacob chora, me puxando para mais perto.
Estamos nadando duramente e o navio está ficando cada vez mais perto. Homens fazem fila do lado de fora, armas apontadas. Outro tiro ressoa e outro cai na água. Eu lamento alto e água salgada enche minha boca e eu começo a engasgar. Ele está colocando isso em mim, e eu sei que se eu não parar de nadar, ele vai continuar matando. Eu tusso e faço barulho, e minhas pernas estão doendo tanto que cada movimento é doloroso. Eu começo a lutar na água, minha mente me fazendo duvidar de minhas ações.
— Não deixe que ele faça isso. Ele é o único com a arma, ele é o único matando eles, — Jacob grita, não me deixando ir.
— Eu... eu... eu tenho que voltar, eu não posso deixar ele matar mais.
— Continua nadando porra, — ele grita, me puxando.
— Jacob, por favor!
— Não, nós não vamos voltar.
beijos e até
