Dimension Hina
Capítulo IV: Uma pequena brisa antes de uma tempestade
- Nnnnnãããããooooooo! – exclamou a raposa conhecida, Mitsune Konno mais conhecido como Kitsune por mais uma vez ter pedido uma aposta de corrida de cavalo. Estava sentado no sofá de seu quarto assistindo televisão com uma mesinha que tinha batatas fritas e sakê – perdi outra vez – disse derramando uma cachoeira de lagrimas – vamos ver - disse pegando o jornal na seção de esportes – parece que não vai ter mais nenhuma corrida hoje, então bem vejamos... – mudou para seção de empregos.
Diferente de sua amiga de colégio e pensão, a Naru Narusegawa, ela não decidiu fazer faculdade. Não que não gostasse da idéia e nem por preguiça de estuda, já que sempre ficava na media em todas as matérias, mas foi por ter que abusado da idéia por causa de muitas pessoas que ela conheceu que fez abusar até do nome faculdade. Mesmas pessoas que sacrificam todo o seu tempo para estudar feito um condenado para justamente entra um colégio ou faculdade de renome esquecendo do principio de se divertir. Lembra muito de sua amiga, Naru, de como ela mergulhava os cadernos e livros ficando horas e horas sem reserva um tempo para divertir ou descansar. Ela mesma admitir que tinha algum desejo de fazer uma faculdade, mas de tanto ver e conviver com esses fanáticos por estudo fez que ela ter um certo nojo por nome faculdade. Preferiu assim por terminar o segundo grau e ter uma vida de freeter (aqueles que ganham a vida de trabalho temporário) acreditava que isso não era importante para ela e podia aprender as coisas, não que ela desconsidera o estudo acadêmico, mas ela prefere o que tem pelo menos até agora.
Mas ultimamente seus conceitos estão mudando graças a uma pessoa, ou melhor, graças ao Keitarô Urashima. Um ser muito interessante mais que qualquer um possa imaginar. Primeiramente ela via como mais um nerd atrapalhado que tem um sonho que era impossível. Mas o tempo é o maior pregador de peças e tem o velho ditado que "nunca julgue o livro pela capa" e Keitarô é um grande exemplo.Mostrou que tem persistência já que ele suportou as tentativas das meninas da pensão de fazer ele desistir foi um fracasso aquentando tudo. Depois demonstrou ser sincero, não é qualquer um que assumi para as garotas que fazia chocolate falso para dar para ele mesmo no dia dos namorados. Depois mostrou que se preocupa com todas com diversos atos como fazer uma festa supresa para a Shinobu ou ir atrás da Motoko quando ela foi para as montanhas. Mostrou ser romântico de sempre procurar algum jeito para expressar os sentimentos que tem por a Narusegawa mesmo timidamente. É fiel mesmo não tendo um relacionamento com a Narusegawa não tentava ficar com nenhuma mulher (se bem que ele é muito lento para isso). Mostrou sucesso e determinação quando passou na faculdade. E ainda se declarou para Naru largando definitivamente a 'garotinha da promessa'. Pena que a Narusegawa não deu a resposta ainda... já passou mais de ano e nada. Pensava com aparecimento da Kanako, a garota que tem um amor doentio pelo seu próprio irmão, as coisas iriam esquentar entre a Naru e Keitarô, mas parece só foi ilusão.
Não importa se queira ou não, mas o tempo sempre esta em constante movimento como mesmo Keitarô como exemplo outra vez: ele mudou o visual e reagiu do ataque da Naru (não fugir como antigamente). Ele pode ter paciência com a Naru – paciência ate demais – mas tudo tem limite. Quem sabe talvez...
Seus pensamentos foram interrompidos com a presença de sua velha conhecida samurai, Motoko Aoyama, que estava passando no lado de fora da porta do seu quarto com algumas folhas de cadernos arrancadas sendo que uma delas cai no chão sem que a própria Motoko saber.
- Motoko –san, pra que a presa? Quer um pouco de sake? – disse a velha raposa saindo de seu quarto.
- Kitsune –san, sabe que não de sacrilégios. Sou uma samurai e não perco tempo com negócios desses – falou com um to firme para não cair na brincadeira de sua amiga.
- Sei que seus negócios são mais picantes.
- Hã?
Kitsune sacou uma folha que é a mesma que Motoko derrubou no chão e começo a ler com uma voz maliciosa:
- "... a jovem espera ofegante a aproximação de seu querido e tentador parceiro que a olha com um olhar de uma fera sedenta de carne refleta de desejo..." Oh que excitante – gemeu para dar um toque mais satico – "...palpando cada milímetro das curvas sex de sua amada e beijando e mordendo o pescoço para sentir tanto perfume quanto o sangue circular. Avançando para os desejados lábios vermelhos a fim de sugar a mais doce seiva..." - Kitsune parou de ler rindo – Mo-to-ko-san, seu negocio é mais 'cariente'.
- Mitsune – expressou em sua face um puro constrangimento - não é muito educado ver as coisas alheias.
- Que isso Motoko-san, apenas simplesmente pequei a folha no chão. Não sabia que era tão ou-sa-da.
- KITSUNE! Já tenho problemas em estudar e você tira onda com a minha cara – disse bufando de raiva.
A alegria de Kitsune foi mais uma vez saciada de ver o desespero do outro, mas... pensou melhor que para ensinar a sua amiga dando alguns toques.
- Então é esse o problema, né?
- Hã? – Motoko exclama sem entender a mudança repentina da Kitsune.
- Mesmo se esforçando para manter a concentração nos estudos sua mente pensa nessa historia para você escrever.
- ... - Motoko engasga por sua amiga acertar a verdade.
- Isso é na sub-conseqüência liberar o que seu coração tem guardado. Tente arrumar um tempo para você, não como uma samurai, mas sim como mulher.
De repente se escuta uma explosão no lado de fora da pensão. Motoko e Kitsune correram para a janela para ver o que estava acontecendo. Virão a singela figura da menina hindu com cara alegre, Kaolla Su, estava com um objeto não muito comum em sua mão.
- Kaolla –san! O que esta fazendo? – gritou Motoko.
- Estou testando a minha nova invenção o meu 'Hiper Caçador lançador de mísseis seminuclear exterminadora de borboletas' – disse sem perde o sorriso.
- Kaolla –san você precisa ver os seus conceitos do que são borboletas – disse com uma gota atrás na cabeça.
- Ah! Achei uma – já apontando para um simples e fácil borboleta inofensiva – força total, míssil destruidor de quarteirões. DISPARA!
E o míssil foi atirado, porem o não acertou a inocente borboleta.
- Ops errei. Preciso conserta a mira.
Enquanto isso o quarteto de Toudai, Keitarô, Narusegawa, Mutsumi e Kouta, estavam indo para a casa de chá, depois de almoçaram lá na faculdade. Foi a ate divertido, todos conversando alegremente, Guilherme na sua alegria Brasileira, Mutsumi de seu jeito inocente, Naru com seu jeito rebelde, Keitarô com seu jeito amigo e Kouta com seu jeito tímido. Uma parte engraçada foi quando Kouta falou de seu parentesco, a Naru se expressou com um grito de susto Mutsumi ficou feliz de conhecer um parente do seu Kei-kun. Tudo agradável sem confusão e depois os quatros voltaram para o Hinata, Guilherme teve que retorna para a sua casa. O quarteto de Toudai está indo para casa de chá porque Kouta falou que sua mãe, Aya,
- Aqui não mudou muito – disse o Kouta – tudo esta como eu me lembro e vir de fotos.
- É verdade continua o mesmo – disse o Keitarô com um sorriso.
- Até parece que foi ontem quando nós brincávamos – disse Mutsumi emocionada.
- Senhorita Otohime, você também passou aqui parte de sua infância aqui, né? – perguntou curioso o primo Urashima.
- Pois é. Também tive o privilégio de testemunhar a famosa pr...
Antes de Mutsumi terminar Naru tampa a boca da Mutsumi.
- É uma historia longa e chata, não se preocupe com isso – disse causando uma gota atrás da cabeça de Kouta.
- Bem a casa de chão fica por aqui – Keitarô vai pra frente como se fosse o líder do grupo.
- Ei, quem te nomeou como líder? – protestou a Naru.
Encanto isso esta vendo um exótico objeto da direção do Keitarô. Pode se advinhar muito bem que objeto é esse afinal foi a Kaolla que fez. O míssil acerta o Keitarô mandando ele para os ares.
- Keitarô! – Kouta esta com uma cara de espanto vendo Keitarô voando para os ares enquanto a Naru e Mutsumi estava com cara de que tudo foi normal (para elas estão acostumadas de ver tragédias no Keitarô) – e vocês não se preocupam? – falando para as duas.
- Isso é costume pra ele – falou Narusegawa.
- Nani?
- Kei –kun é imortal – falou a Mutsumi com sua expressão normal de sempre.
- Heim? – Kouta escuta com meia descrença.
Keitarô cai perto da casa de chá de frente de uma mulher que estava parada.
- Ai... ui... por que sempre eu? - ficando de joelhos.
- Ano, você esta bem? – perguntou a mulher olhando para o Keitarô de joelhos.
- Hã... hai... eu acho... pelo menos eu estou inteiro – disse se verificando e não encontrando nenhum ferimento (graças a sua imortalidade).
- Por acaso você é Keitarô Urashima?
- Hum... hai
De repente a mulher pega o Keitarô, levanta e o abraça. Keitarô foi levantado rapidamente, mas como ele foi praticamente puxado Keitarô ficou de cara com os seios da mulher.
- Ora que bonitinho – disse com uma alegria de tipo uma garotinha abraçando um bicho de pelúcia – para o meu irmãozão quando era mais novo.
Keitarô estava vermelho por sua cara esta praticamente esfregando os seios da mulher.
- Keitarô, você esta b... – Narusegawa chegou no local onde Keitarô caiu, mas quando chegou lá viu o Keitarô literalmente com a cara no peito da mulher – ORA SEU, PERVERTIDO – a preocupação virou raiva cega e foi para cima do Keitarô.
Keitarô quando percebeu isso, ele se soltou da mulher e começou a correr.
- VOLTE AQUI – disse a Naru.
- Se eu esperar você vai me matar – disse enquanto esquivava dos poderosos socos perigosos da Naru.
- EXATAMENTE!
- É sempre assim? Keitarô é atacado com mísseis e socos? – perguntou Kouta para Mutsumi.
- Hai, Keitarô é imortal - falou na maior normalidade.
- Isso é normal? – com uma gota na cabeça e cara de descrença – só falta me disser que Keitarô é ataca por um samurai também – fazendo uma brincadeira.
- Oh, você conhece a Motoko -san? – disse animada.
- Bem, é melhor eu ficar calado – com uma gota maior na cabeça.
Kouta ver a mulher que é conhecido dele e se aproxima.
- Ola Mãe – cumprimentou.
- Mãe? – disseram Keitarô e Narusegawa juntos e parando a perseguição de gato e rato.
- Meu filhote – disse a mulher abraçando o seu filho.
- Bem estou bem, arigato – disse ainda nos braços – e você mãe como estar?
- Estou bem – desfez o abraço – passei o dia todo conversando com manazinha e depois tive oportunidade de conhecer o meu sobrinho – olhando para Keitarô.
- Ah... sou Keitarô Urashima, muito prazer – fazendo a tradicional curvatura.
- Prazer meu sobrinho, sou Aya Urashima mãe de Kouta, prazer – sorrindo – vocês devem ser Mutsumi e Narusegawa, correto?
- Hai – disse Mutsumi sorrindo.
- Hai, como sabe os nossos nomes - perguntou Narusegawa meio com duvida.
- Haruka -san, disse que vocês são amigas do Keitarô e também que ele trabalha na atual pensão Hinata. Ei, Naru -san por acaso você namora Keitarô?
Tanto Narusegawa e Keitarô ficaram vermelhos.
- Ei eu namoro esse mane – expressou Narusegawa, Keitarô ficou um pouco chateado, mas por alguma coisa dentro dele que não sabe o que é, Keitarô não ficou muito machucado com as palavras de Narusegawa.
- Você já esta deduzindo as coisas irmã? – chega Haruka calmamente acendendo um cigarro.
- Só uma coisa – disse Aya mudando a sua aparência angelical para demoníaca – QUANTAS VEZES JÁ DISSE PARA VOCÊ PARA DE FUMAR! – dando um cascudo na cabeça de Haruka que a levou no chão.
Tanto Keitarô, Narusegawa, Mutsumi e ate que Kouta (olha que é o filho da Aya) ficaram de cara pela reação de Aya e mais espantados ainda vendo Haruka apanhando. Todos olham Haruka abaixada segurando a cabeça onde Aya bateu. Haruka esta parecendo Keitarô quando recebe uma pancada na cabeça.
Quando Haruka percebeu que o quarteto de Toudai estava vendo sua reação ela se levantou limpando a garganta assim retornando a sua expressão habitual.
- Bem – disse Aya batendo as mãos – ta bom, mas infelizmente preciso ir. Foi um prazer conhecê-los. Filhinho a partir de hoje você vai morar aqui junto com minha irmã.
- O que! Mas mãe posso morar com a senhora tranqüilamente.
A mãe de Kouta abraça o seu filho.
- Filho, eu sempre tou muito ocupada com o trabalho e muitas vezes não tou presente na sua vida. Muitas vezes você fica sozinho em casa. Não quero mais que você fique sozinho, quero que você fique aqui onde pode conviver com outras pessoas.
- Tudo bem mãe – dizendo retribuindo abraço.
- Linda cena de mãe e filho! – disse Mutsumi emocionada.
Aya dar um beijo no rosto de Kouta e sai para despedir para os outros onde despediu um por um, quando despediu da Naru, Aya falou no ouvido dela:
- Você é bem parecida com 'ela', espero que isso você se dê bem com ele – disse dando um beijo na bochecha no rosto de Naru que a deixou confusa e logo após se retira descendo as escadarias da propriedade Hinata.
De tarde tudo foi tranqüilo Keitarô apresentou Kouta para as meninas da pensão: as reações foram bastante variadas: Shinobu ficou honrada de conhecer um parente do seu amado sempai, Motoko não teve reação que se destacasse das outras apenas encarou isso como um fato qualquer, Kaolla já estava subindo nele e esfregando bochecha com bochecha sentindo o cheiro e macieis da pele de Kouta, Sara encarou Kouta como estranho como sempre e Kitsune deu uma olhadas bem maliciosas para Kouta. Tudo foi tranqüilo na mais perfeita ordem (exceto pelas explosões das inversões de Kaolla). Mutsumi deu uma idéia de sair de noite junto com Narusegawa e Kouta para se divertir e distrair um pouco.
Keitarô esta no seu quarto se arrumando para a saída noturna até que batem na porta de seu quarto.
- Quem é? – perguntando.
- Sou eu sempai, ta ocupado?
- Oh entre Shinobu –san.
Shinobu entra.
- Urashima –sempai, você vai sair, reparando que Keitarô vai sair.
- Vou Shinobu –san. Sairei junto com Narusegawa, Mutsumi e meu primo. Hoje infelizmente não vou jantar, gome Shinobu –san – disse Keitarô passando a mão na cabeça de Shinobu.
- Não tudo bem sempai – disse sorrindo.
- Você é muito gentil comigo, agradeço- lhe por tudo – Keitarô sorri deixando Shinobu vermelha – thau Shinobu – despedindo.
- Thau Urashima –sempai – faz a tradicional referencia.
Keitarô estava indo para a porta de entrada da pensão e pensando na vida, mas não estava prestando atenção, quando de repente Keitarô se esbarra em uma pessoa.
Keitarô congela por saber quem era essa pessoa. Motoko Aoyama, a descendente de uma nobre linhagem de samurais. Ela tem uma disciplina rígida e não tolera besteiras. A idéia de ser castigado junto agora é bastante desagradável.
Motoko estava levanto um pacote retangular como se tivesse levando um caderno. Os primeiros pensamentos de Motoko são de mandar Keitarô pelos ares, mas ela lembra das palavras de Kitsune: "Tente arrumar um tempo para você, não como uma samurai, mas sim como mulher". Então Motoko e respira fundo para se acalmar, ela não quer atacá-lo mais para se arrender depois.
- Gome foi o meu erro – disse Motoko calmamente.
Keitarô se surpreende pelo fato da Motoko não ter o atacado.
- Vai algum lugar? – pergunta a samurai.
- Hum... vou sair junto com Narusegawa, Mutsumi e Kouta para nos divertir um pouco.
Motoko tem um pensamento de desaprovação sobre o ato de Keitarô, mas ai ela lembra que Keitarô nunca foi de sair de noite e que ele sempre foi uma pessoa comportada evitando ter uma vida de orgias (até que poderia ser perfeito se Keitarô não tivesse muitos "acidentes").
- Espero que você se divertida – falou meio envergonhada.
- Obrigado Motoko –san – sorri – a propósito o que é isso que você ta carregando? – perguntou vendo o que Motoko tem nas mãos.
- Ah isso – olha para sua mão – não é nada... só alguns livros para estudos – disse toda atrapalhada.
- Hum tudo bem, espero que você tenha bons estudos, thau Motoko –san – saindo.
- Thau Urashima.
Quando Keitarô já não estava perto Motoko abriu um pacote revelando um simples Note Book.
- Isso vai me ajudar muito – disse para ela mesma.
O quarteto de Toudai chega um bar que contem karaokê. Esse bar no caso os clientes ficam em uma sala particular onde tem uma mesa, confortáveis lugares e um aparelho de karaokê. Quando quiserem algum pedido no caso o próprio cliente tem que ir para o balcão já que esse bar não existe empregados que levem o pedido. Daí Keitarô, Narusegawa, Kouta e Mutsumi entram uma sala reservada.
- Poxa quanto tempo que não canto em um karaokê – disse Mutsumi animada.
- Mutsumi –san, você mexeu em um ontem lá na pensão – disse Narusegawa com uma gota na cabeça.
- Vamos ver o que temos – vendo um caderno de menu de musicas do karaokê.
- Vou trazer os pedidos, o que vocês querem – pergunto Keitarô.
- Quero um coquetel de frutas – disse Mutsumi.
- Quero um Cow-boy – disse Narusegawa.
- Eu quero uma 'Coca Cola' mesmo, eu não bebo – disse Kouta.
- Tudo bem, alguma coisa para comer?
- Uns petiscos ta bom – disse Mutsumi e Keitarô sai para ir para o balcão.
No caminho tinha uma mulher que estava vestindo uma roupa bastante sensual (saia dois palmos acima do joelho de cor preta e camisa sem mangas que mostra a barriga e tem um decote nada discreto) ficou na frente do Keitarô.
Ola gatão – colando aproximando numa forma erótica – ta sozinho?
- Tou com uma galera de amigos – saindo de perto Keitarô não quer estragar a sua diversão com seus amigos caindo nos seus instintos de reprodução.
- Fazendo de difícil eu gosto disso – a mulher ia tentar agarrar Keitarô, mas de repente ela praticamente é arremessada para longe por alguma pancada muito forte.
Keitarô vira para ver o que fez a mulher se arremessada, simplesmente ver Narusegawa atrás de ele. Keitarô arregala os olhos, ela deu o seu famoso "Naru punch"
- Não posso virar as costas e você já faz besteiras – disse aparentemente nervosa.
- O que fiz Narusegawa? – sem entender o motivo da reação da Naru.
- Eu vir você arrastando asas para aquela vagabunda.
Keitarô ficou indignado por dentro. Normalmente ele tolera as acusações injustas que fazem dele, mas essa que Narusegawa esta falando foi a pior de todas.
- Você é mesmo um tarado sem vergonha. Não pode ter um rabo de saia dando mole para você que esta se hesita todo.
- Narusegawa...
- E eu pensava que você tava mudando, mas pelo jeito continua o mesmo pamonha de sempre.
- Naru...
- Quando você vai tomar jeito pra vida, você já é um universitário tem que deixar esse jeito infantil.
Aquilo foi como um fogo para raiva do Keitarô e pela primeira vez na vida Keitarô revida tudo que já sofreu dando um tapa na cara de Naru. A mesma o olha espantada pelo que ele fez, tanto que a raiva dela sumiu pelo completo.
- Chega disso. Não gosto quando você fala assim comigo, de suas falsas acusações, de sua impulsividade e de seu desprezo. Naru sempre te respeitei, sempre me esforcei no Maximo para provar que sou digno de você – pode ver que as lagrimas de Keitarô estão saindo – Narusegawa tem uma coisa muito importante para dizer com você... eu não te amo mais, gosto de você como amiga.
CONTINUA
Desculpe a demora de postar esse capitulo é porque os compromissos da vida apertam demais. Esse capitulo foi importante para o relacionamento de Keitarô e Naru.
Fico feliz por o meu personagem brasileiro esteja fazendo sucesso, agradeço a todos pelos comentários.
Próximo capitulo será um desfecho dessa confusão toda, mas ainda não será o final. Prometo escrever os próximos capitulo mais rápidos, até a próxima.
