Disclaimer: Essa fanfic é de autoria de Nic e foi originalmente postada na comm Padackles no Livejournal. Todos os créditos pelo enredo e diálogo dessa estória pertence exclusivamente à Nic. Eu sou meramente uma tradutora da obra. :}

This fanfic belongs to Nic and it is up on Padackles's Livejournal Comm. All the credits by contains belongs only to Nic. I'm just a translater. :}

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Jared's POV

Eu acho que gosto dele. E isso é realmente nojento. Caras não se beijam. Simplesmente não. E eu vou ser amaldiçoado se eu me tornar uma das dessas bichinhas que circula com brilho labial pelas ruas.

Eu vou ser amaldiçoado.

É só que ele é uma cara bem legal e eu passo muito tempo com ele e bem, isso é normal. Eu acho. Bem, tanto faz. Vai passar. É só uma fase estúpida e eu vou superá-la brevemente. Eu só tenho que conseguir uma puta. E isso seria bem fácil se não me fizesse vomitar só de pensar. Chupadoras de dinheiro- É isso o que toda pessoa com boceta é, portanto, eu vou me libertar de bocetas até que uma delas possa me provar que eu estou errado e vamos só dizer que eu não vou ficar esperando.

"Hey, Jared!" A voz de Missy veio sorridente até mim, e eu acenei de volta. Eu não deveria ter ficado acordado até tão tarde bebendo aquelas seis garrafas de cerveja sozinho. Esse é o ruim de ser anti-bocetas- eu fico solitário.

Jensen sorriu pra mim e acenou, levantando do sofá de couro pra me receber. "Cara, você não vai acreditar no que eles tem pra gente hoje."

O seu tom abafado quase me fez suar. "Eu sou Batman e você vai ser o Robin!"

"O que?!" Meu estomago caiu instantaneamente e falando sério, eu sei que bichas gostam de calças coladas e tudo, mas você tem que estar brincando comigo. "Você está zoando?"

Meu grito foi tão alto que eu trouxe a atenção de Tom e Missy pra mim. Meus olhos estão arregalados e minha boca entreaberta, mas eu ainda posso ver o boca de Jensen abrir um sorriso.

"Você é um idiota." Eu disse pra ele.

"E isso foi bem fácil." Ele riu de volta, olhos totalmente fechados com a risada.

Eu suspirei, jogando minha mochila no sofá. "E além do mais, não tem jeito de eu ser o menino prodígio. Isso tá escrito no seu rabo."

"Oh, eu estou ofendido." Jensen franziu o cenho de brincadeira e riu. "E eu vou me lembrar disse durante a sessão."

Eu suspirei e comecei a desabotoar minha camisa. "Tantas ameaças." Eu provoquei de volta, e ele me deu um último sorriso antes de ir pro outro quarto, onde Missy coloca nossa maquiagem.

"Então, de boa." Eu perguntei à Tom. "O que seremos hoje?"

"Tem certeza que quer saber?" Ele perguntou, tentando esconder sua risada. "Você não vai ficar desapontado quando descobrir que não é algo com calça apertada?"

"Cala a boca." Eu invoquei e então notei o avental branco caindo. Eu olhei mais de perto e havia um estetoscópio pendurado também. "Então... isso quer dizer que..."

"Chamada para o doutor uh... Seja lá qual for o seu sobrenome."

"Chamada para o doutor uh... Seja lá qual for o seu sobrenome." Jensen gritou e minhas sobrancelhas subiram. Hmm. Isso vai ser legal. " É melhor você fazer direito!" Ele continuou. "Eu realmente estou doente! Minhas, uh... Bolas, doem!" Eu pude ouvir ele e Missy caindo em gargalhadas e rolei os olhos.

As coisas parecem tão diferentes desde a última sessão. Eu fiquei tão idiota depois que percebi que meus sentimentos estúpidos estavam crescendo. Eu não sou gay. Simplesmente não. Não que tenha algo errado com isso. Mas ver Jensen faz alguma coisa que estava morta dentro de mim, machucar de novo. E isso é um tanto bom, de uma maneira realmente estranha e me assusta porque eu não sinto isso há um tempo e oh yeah, sem mencionar que essa pontada estúpida é por um cara. Tudo isso meio que me pirou e mesmo pensando que eu estava sendo um idiota completo, ele continuou super legal comigo. Normalmente eu sou o cara legal, e normalmente eu sou aquele que dá a ultima palavra. E é malditamente bom que existe alguém tomando conta de mim dessa vez. Mesmo que não seja assim. Eu comentei esses pensamentos confusos como parte do que eu estou sentindo?

De repente, havia um pincel enorme no meio da minha cara e eu tive que me virar antes de acertar a cara de Missy. "Ew" Ela franziu o nariz e me deu um beliscão. "Você é fofinho, mas eu acho que quebrou meu cotovelo."

"Merda. Me desculpe." Eu dei a ela um dos meus melhores sorrisos de desculpas, mas ela terminou apenas rolando os olhos e passando o pincel no meu rosto.

Maldição. Eu estou perdendo até meu poder com as mulheres! Merda. E elas haviam caido nessa mais de uma vez.

"Jared!" Jensen chamou, cantarolando. "Eu estou pronto pra virar minha cabeça e tossir!"

Missy sorriu com isso. "Melhor tomar cuidado. Ele está em um humor diferente hoje."

"Obrigado por avisar."

****

Cara, ela tinha razão. Jensen está em um clima incrível. Ele não vestia nada além de uma calça azul clara de hospital, e uma blusa branca pra combinar. Nada mais que isso, e meu estomago deu nós quando eu tive que passar minhas mãos em suas coxas. Ele me encarou com os olhos escuros e travou seu queixo. Eu não sabia dizer se ele estava gostando ou não, mas eu tenho um pressentimento de que ele vai gostar quando estivermos mais despidos.

Eu não faço a menor idéia de como Tom colocou suas mãos em uma cama pequena que ele cobriu com um lençol branco vagabundo, fazendo parecer bastante com uma maca de hospital e eu não vou perguntar, mesmo. Esse casaco branco está me dando uma coceira dos infernos no pescoço, mas eu não vou ter que me preocupar com isso, já que Tom está dizendo à Jensen pra tirá-lo de mim. Nós tivemos que fazer isso em câmera lenta, então as fotos sairiam boas e depois que o casaco caiu no chão, eu deixei Jensen desabotoar lentamente a camisa azul que eu estou vestindo.

Nós pousamos para algumas fotos agora que estou sem camisa. Em uma delas, eu deslizo o estetoscópio abaixo da camisa de Jensen, outra com ele totalmente sem camisa também, outras comigo inclinado pra ouvir suas costas e todo tipo de idiotice assim. Apesar disso, na maior parte do tempo Tom esteve calado, o que significa que estamos fazendo um bom trabalho.

Jensen abriu suas pernas quando sentou na cama e tem algo em seus olhos que eu realmente não consigo entender. Eu fiquei entre seus joelhos e ele puxou minha cabeça pra trás, ao que escorregava sua mão por meu pescoço de uma forma sensual. Eu fechei meus olhos até quando eu não senti mais o toque e ofeguei quando senti sua língua no meu mamilo direito.

Deus.

Eu nunca imaginaria que ele estava fazendo isso por dinheiro. Nunca em um milhão de anos. Mas esse pequeno fato está preso na parte de trás da minha cabeça e por causa disso, não tem nada acontecendo na minha calça. Embora isso não faça ser menos gostoso. Muito, muito gostoso.

Eu ouvi Tom falar pra Jensen pra usar mais língua e menos dentes e ele fez o que foi pedido. Oh, meu Deus. Talento. Jensen tem um talento incrível.

"Okay, Jensen. Tire a calça de Jared."

Eu arfei alto. Normalmente, era Jensen que tirava sua calça primeiro ou a gente fazia isso juntos. Agora eu estou me sentindo realmente exposto.

Ele agarrou a fivela do meu cinto, e puxou o zíper com seus dentes, acredito que porque é isso que caras gays acham atraente. Eu não sei, mas Tom realmente gostou disso. Jensen me lançou um olhar como se ele não estivesse entendendo também, e me fez sorrir, quebrando a tensão que estava crescendo no meio de meus ombros.

É estranho... Antes e depois da sessão, nós fazemos piadas e rimos, mas assim que a primeira foto é tirada, o humor foge e só volta quando Tom diz que terminamos, nós somos bem silenciosos. Torna mais real, eu acho.

Depois que eu estava fora da calça e usando apenas aquela pequena boxer branca que eles fazem a gente usar, eu me sinto um tanto duro. E eu odeio saber disso. Porque eu realmente não deveria estar. Não é como se Jensen quisesse isso. Não é como se ele estivesse em seu livre arbítrio. Não, ele faz isso por causa do pagamento, e só. E agora eu estou me aproveitando disso. Maldito pinto... Tão inútil quanto... você sabe.

"Okay, Jensen sobe na cama."

Os lençóis amassaram sob seu peso, e ele se ajoelhou de forma que sua virilha estava no mesmo nível do meu peito. Okay, embaixo dessa calça azulzinha, mas ainda está. Nós estamos olhando pra Tom esperando.

"Jared, abaixe a calça de Jensen e--"

"Ei, cara." Jensen interrompeu. "Eu pensei que você havia dito sem nudez. Eu pensei que você disse que não era uma revista pornô."

Tom o encarou com indiferença. "Não é. E se você permitisse que eu terminasse... Jesus... Aqui, Jared, olhe pra mim e aperte sua bochecha contra a barriga de Jensen."

Eu fiz o que foi pedido e respirei fundo. Meus olhos embaçaram com o contato de minha pele no abdomen trabalhado de Jensen.

"Okay, agora envolva seu braços nele, como se você estivesse abraçando seu traseiro." Tom continuou enquanto se aproximava da gente.

Jensen segurou meus ombros e eu olhei pra cima, o direcionando um olhar confuso. O que porra Tom estava querendo fazer? Eu dei um passo ainda mais perto e envolvi meus braços ao redor de sua cintura. Meus braços cobriram sua bunda, enquanto eu o puxava mais pra perto, e esse é de longe o abraço mais íntimo que eu já experimentei.

Tom chegou mais perto e disse pra a gente não mover um músculo, ou ele nos mataria de verdade. Quando começou a puxar a calça de Jensen.

"Ei!"

"Só cala a boca e confie em mim!" Tom respondeu grosseiramente e de repente, Jensen estava sem calça e seu membro macio estava pressionado contra meu peito, enquanto meus braços estavam cobrindo sua bunda perfeita como pêssego.

"Sem nudez, mas caralho, isso é sexy!" Tom está tão contente que ele quase pula como uma criancinha.

Eu olhei pra cima, encarando Jensen com um sorrisinho de apoio.

"Por favor, não me solte." Ele sussurrou. "E segure firme. Eu não quero minhas bolas nessa revista."

"Com certeza." Eu sorri. "Eu te seguro." E eu segurei. Eu o segurei firme e de um jeito estranho eu me senti protegendo ele. Acho que é porque eu sei que se fosse eu no seu lugar, eu provavelmente estaria nervoso pra caralho.

"Jared, cara, eu preciso de um pouco mais que sua pegada de viadinho tímido, costumeira." Tom disse e eu suspirei. Sem mover meus braços, ou meu peito, eu rocei meu nariz na pele sedosa da barriga de Jensen e inspirei. É como um segundo instinto enquanto eu começo a beijá-lo, meus lábios vagando pela maciez de sua pele, que é ondulada pelos músculos rigídos embaixo. Tom tirou mais algumas fotos e finalmente disse pra nos vestirmos, tão feliz por esse último set que foi direto para o quarto escuro no fim do corredor.

"Obrigado, caras! Vejo vocês dentro de alguns dias!" E com isso, Tom desapareceu por trás da porta fechada.

Eu sei que essa vai ser minha última chance por hoje, então eu inspirei mais uma vez o cheiro da pele de Jensen, e olhei pra ele, rezando para que ele não tenha percebido. Eu acho que não. Acho que ele está muito preocupado em estar nú agora.

"Um..." Ele riu nervosamente. "Estranho, né?"

Eu o encarei sorrindo. "Não, não pra mim, na verdade."

"Cala a boca." Ele murmurrou, mas ainda assim não se moveu.

"Então, é..." Eu apertei meu braços ao redor dele. "Posso soltar agora?"

Um tom corado tomou conta de seu pescoço e bochechas.

"Eu prometo que não vou olhar." Eu ofereci.

"Sai." Ele gruniu e me empurrou. Eu cumpri minha palavra e olhei pra longe, mesmo que parte de mim preferia ter olhado.

Nós nos trocamos no mesmo quarto dessa vez, virando nossas costas um ao outro, como homens heteros que somos.

"Então, eu... Vejo você em alguns dias, né?" Ele me disse suavemente, seus olhos nunca deixando o chão.

"É... Hoje foi legal. Eu acho que nós quase fizemos Tom melar a calça com essa última foto."

"É, pode crer." Jensen riu enquanto abria a porta e nós deixavamos o apartamento juntos. A escada era estreita então ele foi na frente e eu o segui. Eu estou surpreso que nós não quebramos essa coisa no meio com o nosso peso.

"Então..." Jensen começou de novo, enquanto ele abria a porta da frente do prédio. "Tenha um bom resto de dia."

Eu assenti e eu estava para perguntar se ele queria sair pra tomar uma cerveja ou algo assim quando ele me lançou um último sorriso e se virou pra descer a rua.

Eu assisti enquanto ele ia, ajeitando minha mochila sobre meu ombro. "É, pra você também."

TBC.

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Caprichem, chuchus. Tia Nic tá merecendo, né? ATOOOORON essa estória. 3