Brilhante – Castiel

Dean acordou suando aquela noite, sobressaltado sentou-se rapidamente no colchão e encarou a escuridão do quarto. Ele suspira profundamente e aliviado quando vê que não tem ninguém pendurado por ali, ninguém destroçado, nenhum demônio torturando alguma alma. Não tem ninguém ali além dele e volta a encostar a cabeça no travesseiro, mas não fecha os olhos.

O sonho fica se repetindo em sua mente em um loop infinito, até que ele consegue ver uma luz brilhante. E essa luz brilha tão forte que ele vê o brilho queimar demônios e reconstruir as almas torturadas, ele sente a luz brilhante segurar forte em seu ombro e ele sente ser puxado para cima, sempre para cima e no caminho a luz continua queimando, o brilho continua ofuscando tudo, Dean sabe que aquela criatura tem poder demais.

Quando a palma de Castiel queima em seu ombro ele imediatamente vê o anjo aparecer perto da janela. Em movimentos vagaroso, quase preguiçosos, o moreno tira o sobretudo inseparável e os resto das roupas, ele sobe na cama, ri baixinho e se aconchega em seus braços. Dean suspira e beija o topo de sua cabeça.

_Sua graça é linda. – diz, meio sem jeito.

_Ainda tem sonhos com o Inferno?

_Em algumas noites. – ele responde.

_Aquele não é todo o esplendor dela. Da minha graça. – ele revela e Dean tem mais certeza ainda que Castiel é poderoso demais.


N/a: Eu sei que brilhante não chega a ser uma cor, porque é mais como um complemento, mas eu a considero porque eu precisava falar da essência, da graça do Cas, e nada se encaixou melhor.