QUERIDHENHAAS!.. Estou de volta radiinhiinho!.. Aii to tããoo feliz! Nem sei porque.. Mas estou muuiito, não tem coisa melhor do que se deitar na cama fechar os olhos e dormiir, assim CAPUM!.. Sem pensar em nada nem ninguem, não sentir falta de alguem, não pensar no que ela deve estar fazendo, não pensar do cheiro dela, não lembrar do som da risada, não imaginar como seria se ela estivesse com você.. E não imaginar ninguem enquanto escrevo isso! Se você leu e pensou em alguem.. CUIIDADOO! HAHAHAHA! Melhor parar SERIO!.. Enfiiim muthhathaas!.. Esperoo que gosteem.. Lembrandoo 8 reviews meeus anjiinhoos! BEJHOS!
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— Oh, nada mau — foi a resposta de Kagome à pergunta de Sango a respeito de como o plano deles ia se desenvolvendo.
Ao descobrir que seria impossível conseguir comprar os pincéis e escovas de que necessitava, Kagome telefonara para sua chefe pedindo que lhe enviasse alguns itens.
— Inuyasha e eu vamos sair mais tarde. Iremos a Chester hoje e logo que possível até Nantwich e Knutsford.
Por alguma razão, deixou de mencionar que a ida a Chester tinha também o objetivo de renovar o guarda-roupa de Inuyasha.
— Bem, estive no seu apartamento e peguei tudo que imaginei que você fosse precisar. Estou enviando tudo por um portador e deve chegar amanhã logo cedo. Só faltam os pincéis e as escovas. Que cor você vai usar na cozinha?
— Amarelo, suponho, com detalhes em azul e branco. Como só há uma Janela, o tom vivo ajudará a clarear o ambiente. Oh, e já que vamos para Chester, Inuyasha quer que o ajude a renovar seu guarda-roupa — Kagome acrescentou tentando parecer natural. — Ele anda se comparando com Kouga e o fato de ser daltônico não ajuda muito.
— Não ajuda em quê? — Sango indagou.
— Bem, na sua aparência. Usa todos os tons sem nenhuma combinação de cores e suas roupas parecem jamais caírem bem.
— Ah, entendo. Você vai mudar seu visual. Bem, boa sorte.
— Pronta? — Inuyasha perguntou, entrando na cozinha.
— Quase — Kagome respondeu, cobrindo o fone com a mão e em seguida despediu-se apressadamente de Sango .
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Meia hora mais tarde estavam a caminho da cidade e Kagome tocou num assunto que a vinha preocupando já havia algum tempo.
— Parece lógico tentarmos despertar ciúme em Kouga e Kikyou, mas como conseguiremos isso se eles nunca nos vêem juntos?
— Pensei que depois do que aconteceu domingo, você não desejasse vê-los tão cedo.
Kagome sentiu-se corar ao lembrar-se de como Inuyasha a beijara naquele dia e como se sentira.
— Bem, devo confessar que até agora estou aborreci da em vê-los juntos. Mas acabarei me acostumando com o fato.
— Então, acha que nosso plano dará certo? — Inuyasha perguntou.
Pobre Inuyasha. Também sofria com a situação.
— Pode ter certeza — ela falou suavemente, tocando seu braço com delicadeza.
— Bem, o grupo de teatro local deverá encenar uma boa peça nesta próxima semana. Poderíamos começar por aí.
— Acha que eles vão estar lá? — Kagome perguntou ansiosa.
— O pai de Kikyou é um dos patrocinadores. Além disso, teremos a noite das bruxas em Grosvenor, que é um tipo de baile à fantasia.
— Não me parece o tipo de festa que Kouga aprecie, ele detestava qualquer mudança de aparência que pudesse fazê-lo cair no ridículo.
— Poderíamos tentar a festa de aniversário da condessa de Telford.
— É claro. Aí está um local que talvez eles frequentem — Kagome concordou, satisfeita. A condessa vivia numa mansão em estilo Tudor, bem distante da vila. Rica e excêntrica, costumava comemorar seu aniversário com uma festa, para a qual convidava todos os moradores da vila, com a condição de que as mulheres levassem a comida e os homens a bebida.
Era uma festa tradicional do lugar e Kikyou e seus pais não a perderiam por nada. Além do que, toda a aristocracia estaria lá, o que era mais um motivo para não deixarem de ir.
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Ao chegar em Chester, Inuyasha procurou um local adequado e estacionou o Range Rover.
— Pretendia levá-la para almoçar em Grosvenor, mas minha mãe telefonou e ao saber que você estava em casa insistiu para que fôssemos almoçar com ela.
Kagome esquecera completamente que a mãe de Inuyasha se mudara para Chester depois do segundo casamento.
— Toutousai, seu marido, vai estar lá também. Depois que ele deixou o banco, montou seu próprio escritório de contabilidade e trabalha só meio período.
— Você gosta dele? — Kagome perguntou, enquanto Inuyasha fechava o carro.
— Muito. Meu pai tornou-se um homem muito amargo nos últimos anos da sua vida e essa amargura deixou marcas em nossas vidas. Ao contrário, Toutousai tem feito minha mãe muito feliz, coisa que meu pai jamais conseguiu.
— E os outros? Sua irmã e os meninos gostam dele?
— Sim, e só poderiam. Toutousai mantém a faculdade de medicina de Shippou e Kohaku em Oxford. Kirara está no Canadá, trabalhando para um jornal local.
— Alguma vez já desejou não ser o filho mais ve lho?
— Ultimamente, não, embora eu tenha de admitir que houve um tempo em que desejei sair pelo mundo. Toutousai me ensinou que se pode estar ligado à terra sem deixar que o cérebro se atrofie. Há outros meios de viajar, tais como uma visita à biblioteca mais próxima. Se não tivesse feito o curso noturno teria incorrido nos mesmos erros do meu pai, além dos meus próprios. Tudo na vida pode ser uma aventura e um desafio, se quisermos.
— Oh, concordo — Kagome falou, lembrando-se de co mo ficara desapontada ao constatar, durante o primeiro ano na escola de arte, que jamais seria a artista que imaginara.
— O que há de errado? — Inuyasha lhe perguntou e Kagome contou-lhe em breves palavras como fora sua vida na faculdade.
— Mas no final tudo acabou dando certo, porque meu orientador foi tão honesto que me fez mudar de curso a tempo. Na época não imaginava como iria apreciar meu trabalho, especialmente quando sou contratada para fazer murais.
E continuou a contar a Inuyasha sobre uma encomenda que recebera para copiar em um teto uma alegoria do século XVII, mas dando ao rosto dos cupidos e dos querubins as feições dos vários moradores da casa e dos seus amigos. O teto, ela acrescentou com uma risada, era no banheiro.
Os dois riram e derepente Kagome exclamou satisfeita:
— Oh, olhe! Aquela loja parece do tipo que estamos procurando.
Entraram e depois de duas horas e meia, Kagome concluiu que haviam separado uma quantidade razoável de roupas como base de um novo guarda-roupa. Particularmente, Kagome gostara da jaqueta, embora Inuyasha reclamasse um pouco de ter de usá-la com o cachecol de cashmere.
Apenas quando foram escolher calças jeans foi que Kagome teve algum problema em persuadi-lo a comprar. Inuyasha entrou no provador e depois de dez minutos saiu dizendo que elas eram enfeitadas demais para um fazendeiro, mas, de qualquer maneira, foram jogadas na pilha de roupas já selecionadas.
Os sapatos, meias e gravatas foram escolhidos com cuidado para combinar com as camisas e malhas. No último momento, quando já estavam saindo da loja, Kagome lembrou-se de um detalhe.
— Inuyasha, esquecemos da roupa de baixo.
Obedientemente, ele entrou de novo na loja e retornou alguns minutos depois com outra sacola de compras.
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A mãe e o padrasto de Inuyasha possuíam uma linda casa, afastada do centro, toda de tijolinho à vista, com um grande jardim murado, nos fundos.
— Entrem, vocês dois. O almoço está quase pronto. De vem estar exaustos — foi o comentário da mãe de Inuyasha ao escutar como haviam passado a manhã.
— Kagome, você não mudou nada, a não ser pelo fato de estar mais bonita! Como vão seus pais? Ainda moram na Nova Zelândia?
— Sim. Decidiram fixar residência lá.
Kagome lembrava-se da mãe de Inuyasha, como uma mulher quieta e tímida e ficou surpresa ao ser recebida por essa figura alegre e elegante.
— Então você está na fazenda com Inuyasha...
— Bem, eu havia feito reserva na pousada, mas meu carro quebrou.
— E ainda continua na garagem de Miouga esperando um pneu novo, mas deve ficar pronto logo — Inuyasha acrescentou.
— Inuyasha foi muito gentil em me hospedar — Kagome falou meio sem jeito, não sabendo até que ponto a mãe dele sabia de seus planos.
— Bem, Kagome também está sendo bastante gentil. Ela irá pintar a cozinha para mim e acaba de renovar meu guarda-roupa.
— Já não era sem tempo, Inuyasha. Honestamente, onde você compra suas roupas? Ah, Toutousai está descendo! — ela anunciou, levantando-se ao ver o marido entrar na sala.
Toutousai Talbot era um homem alto e magro, com cabelos grisalhos e expressão inteligente. Apertou a mão de Kagome efusivamente.
— Inuyasha nos contou que está interessada em abrir um negócio por aqui — ele comentou, quando já estavam todos sentados à mesa, saboreando o excelente almoço.
— Sim, embora eu esteja entrando com uma pequena parte na sociedade.
Era uma sensação estranha fazer parte de uma família novamente. Kagome sentia muita falta de seus pais e ir mãos, mas evitava pensar em como se sentia solitária na maior parte do tempo. Porém, naquele momento, ali com Inuyasha e sua família sentiu uma dolorosa sensação de solidão.
— Naturalmente, seria bom para você poder voltar para casa de novo. Sabe, Kagome, nunca a vi como uma garota da cidade — a mãe de Inuyasha comentou.
— Não acho que seja mesmo — Kagome concordou, enquanto seus olhos se escureceram pelo pensamento de que se conseguisse Kouga de volta, significaria retornar a Londres e à vida que levavam lá.
Depois do café, Inuyasha e seu padrasto conversaram sobre investimentos e os problemas financeiros da fazenda enquanto a mãe de Inuyasha lhe contava sobre o resto da família.
— Inuyasha tem uma grande atração pelo mercado de ações. Toutousai acha que ele teria um grande futuro nesse ramo, não fosse sua determinação em tomar conta da fazenda. Senti muito remorso quando Inuyasha foi obrigado a deixar o colégio depois da morte do pai, mas ele sempre me garantiu que se tivesse de voltar atrás, faria tudo novamente. Inuyasha e eu sempre fomos bastante chegados, talvez porque ele fosse o mais velho quando o pai dele morreu. Kagome, não o faça sofrer, sim?
Não fazê-lo sofrer. Que tipo de relacionamento Izayoi imaginava que houvesse entre eles? Antes que pudesse responder, Toutousai entrou na sala.
— Inuyasha me disse que ele sugeriu Nantwich como um possível local para seu negócio. Parece uma boa escolha. Por que não vamos até lá nós quatro, no domingo. Pode remos almoçar em Hookery Hall.
Kagome ouvira falar do famoso restaurante que fora inaugurado recentemente em uma das mansões vitorianas fora da cidade, mas olhou hesitante para Inuyasha antes de aceitar.
— Você cuida da criação aos domingos, não é Inuyasha?
— Posso pagar a Tom algumas horas extras — Inuyasha assegurou-lhe.
— Bem, então nos encontraremos às onze. Mostraremos a cidade para Kagome e depois almoçaremos — Toutousai concluiu.
A conversa continuou por mais alguns minutos até que Inuyasha se levantou.
— Kagome não viu Chester ainda e eu não quero voltar tarde. Simon precisa sair cedo hoje.
Simon era um dos quatro empregados de Inuyasha e Kagome sabia, agora, que sempre que um deles faltasse significa va trabalho adicional para Inuyasha. Sentiu-se culpada por estar tomando tanto seu tempo, mas Inuyasha assegurou-lhe que não estava atrapalhando em nada.
— Estou surpresa ao ver como sua mãe está mudada — Kagome comentou depois que deixou a casa.
— Sim, o casamento com Toutousai lhe fez bem.
— Inuyasha... Acho que sua mãe acredita que você e eu... bem, estamos tendo um envolvimento mais íntimo.
— Envolvimento íntimo? Quer dizer, que somos amantes? — ele perguntou, sem rodeios.
— Bem, sim.
— E quer que eu corrija o mal-entendido. Mas foi você mesma que sugeriu que fingíssemos estar apaixonados.
Kagome não respondeu. Como poderia explicar a Inuyasha que sentia-se muito mal enganando Izayoi? Só agora percebia como esse plano era perigoso e envolvia mais pessoas do que imaginava.
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Seguindo as sugestões de Toutousai, começaram visitando algumas imobiliárias, mas logo perceberam que os aluguéis dos melhores imóveis eram altos demais e Kagome não conseguiu esconder seu desapontamento após saírem da ter ceira imobiliária.
— A loja teria de ser um sucesso desde o início, para que pudéssemos ter o lucro suficiente para cobrir o aluguel e as taxas, e isso não acontece assim. Leva tempo para se formar uma boa reputação.
— Não fique desanimada. Ainda não esgotamos todas as possibilidades — Inuyasha falou, tentando incentivá-la. Mas Kagome não o escutava.
— E ainda teremos de construir o showroom. Em Londres, Sango tem um marceneiro que confeccionará os mó veis desenhados por mim. Ficam realmente muito bons e dão uma idéia aos clientes do que pode ser feito e da qualidade do nosso trabalho. Seria assim um tipo de mostruário e sei que o preço de cada unidade é altíssimo.
— Bem, esse problema pode ser solucionado facilmente. Eu poderia construir as unidades que você precisar, Kagome, se você...
— Oh, Inuyasha. Você faria isso? Mas você é tão ocupado... Não ousaria pedir-lhe para...
— Não precisa pedir. Já me ofereci, a não ser que você esteja sendo educada e não tenha gostado do meu trabalho. Na verdade, é só um hobby.
— Não gosto do seu trabalho? Inuyasha, aqueles armários em sua cozinha são os melhores que já vi.
— Bem, então, este problema está resolvido. Os outros serão solucionados da mesma forma! E, agora, quer continuar procurando ou vamos para nossa casa?
Nossa casa. As palavras soavam bem. Estranhamente a fazenda se tornara sua casa também. Até mesmo os ca chorros haviam parado de latir para ela, como se a aceitassem como um membro da família.
— Suponho que seria melhor voltarmos. Gostaria de fazer um pequeno relatório para Sango do que consegui até o momento.
— Bem, não perca as esperanças ainda. Não fomos a Nantwich e Knutsford. Não poderei sair da fazenda antes de quinta-feira, mas, se você quiser, poderemos dar uma chegada em Knutsford na sexta.
— Se meu carro chegar amanhã, poderei ir sozinha — Kagome replicou.
— Naturalmente, se prefere assim.
Kagome notou um leve tom de contrariedade na voz de Inuyasha, mas logo concluiu que era apenas fruto de sua imaginação.
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— Trouxe seu carro, senhorita. Está tudo em perfeita ordem agora.
— Oh, obrigada. Sinto muito tê-lo feito buscar um pneu sobressalente.
— Pneu sobressalente? Mas...
— Obrigado, Miouga. Então está tudo em ordem?
Kagome não ouvira Inuyasha aproximar-se e o que o mecânico pretendia dizer ficou esquecido no meio da conversa com Inuyasha.
— Estranho. O rapaz não me apresentou a conta. Talvez envie pelo correio — Kagome comentou depois que o me cânico saíra.
— Já cuidei de tudo, não se preocupe — Inuyasha respondeu, e Kagome levou alguns segundos para perceber o que ele queria dizer.
— Inuyasha, você pagou a conta? Não pode fazer isso. Por favor, me diga quanto custou.
— Já que insiste — Inuyasha falou em voz baixa, obvia mente aborrecido pela sua insistência.
Kagome seguiu-o até o escritório, onde ele lhe entregou a nota da oficina.
— O que há, Kagome. Ficou ofendida por eu ter pagado a conta?
— Não, não é nada disso. Você já fez tanto por mim, Inuyasha. Continue assim e me transformará numa parasita inútil!
— Não você — ele lhe assegurou e aquelas palavras tocaram o coração de Kagome.
Embora não quisesse admitir, esperava que Inuyasha lhe pedisse para deixar a visita a Knutsford para sexta-feira, mas como ele não tocasse no assunto, decidiu fazer a pequena viagem sozinha no dia seguinte.
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Knutsford era uma cidadezinha agradável, onde se notava grande influência italiana na arquitetura dos prédios e casas.
O primeiro corretor que visitou era um homem agradável, mas pareceu que não a estava levando a sério. Naquele momento, lamentou não ter Inuyasha ao seu lado. Inuyasha era o tipo de homem que imediatamente impunha respeito e merecia a atenção de outros homens, mesmo tratando a todos com cortesia e consideração. Não como Kouga costumava fazer, impondo-se com arrogância e agressividade.
E como num passe de mágica, seus pensamentos tornaram-se realidade e ela quase foi de encontro a Kouga ao virar uma esquina.
Kikyou não estava com ele e Kouga pareceu contrariado ao vê-la.
Kagome não pôde deixar de notar o modo como ele desceu da calçada, afastando-se como se temesse tocá-la. Isso a deixou furiosa.
— O que há, Kouga? Tem medo de que alguém nos veja juntos e conte para Kikyou?
— Não seja ridícula, Kagome. O que está fazendo aqui? Pensei que estivesse em Londres a esta hora.
Na verdade, era o que ele gostaria que tivesse acontecido.
Era como se tirasse uma venda dos olhos: Kagome constatou, com tristeza, que observava-o sem nenhuma afeição. O Kouga que amara fora uma ilusão, um mito, uma fantasia, mas não um ser humano real. A percepção dessa realidade a assustou. O homem, ali de pé a sua frente, não era nem mesmo alguém de quem pudesse gostar, quanto mais amar.
— Inuyasha pediu-me para ficar — ela respondeu, distraída. Não amava mais Kouga. Olhou para ele e maravilhou-se ao perceber que nada sentia... absolutamente nada.
Percebendo a frieza do olhar de Kagome, Kouga corou.
— Cuidado, Kagome. Vingança nunca traz bons resultados. O que está fazendo em Knutsford, afinal?
— Nada que seja da sua conta, Kouga, e agora, se me dá licença...
Enquanto se afastava, Kagome sentiu uma gloriosa sensação de alívio e liberdade. Sua vontade era de rir e dançar pela rua. O azul do céu era lindo, o sol quente e as árvores maravilhosas com suas folhas amarelecidas pelo outono. Na verdade, o mundo todo parecia lindo.
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Ainda sorria, quando entrou na segunda imobiliária. O corretor foi um pouco mais prestativo e ao deixar a cidade, uma hora mais tarde, sentia-se bem mais esperançosa do que quando deixaram Chester.
Animada, dirigiu rapidamente para casa, ansiosa para contar a Inuyasha as novidades. Só que ele não estava lá. Peter, o vaqueiro, um dos empregados mais velhos da fazenda, veio recebê-la, dizendo que seu patrão fora a uma reunião do Conselho da igreja e que ela não o esperasse para o jantar.
A casa ficava estranhamente vazia sem Inuyasha. Começou a andar pela cozinha, tentando se concentrar no tra balho que tinha pela frente. O material havia chegado aquela manhã e pretendia já fazer alguns esboços iniciais.
Da Janela podia ver as folhas do castanheiro balançarem ao vento, que começara a soprar de repente. Algumas delas voavam como se fossem uma nuvem amarela. Sim, folhas douradas poderiam ser o tema de seu trabalho.
Sentiu os dedos formigarem pela vontade de começar o trabalho e subiu correndo as escadas a fim de buscar seu equipamento no quarto. Não tinha cavalete, mas a mesa de cozinha serviria como prancha de trabalho.
Kagome passou a próxima meia hora totalmente absorta no que fazia, esboçando linhas que comporiam seus desenhos finais. Não satisfeita com o resultado, decidiu que precisava mesmo era de um punhado de folhas reais. Ainda estava claro e o castanheiro ficava do outro lado dos pastos.
Não querendo perder tempo trocando de roupa, decidiu ir como estava. Para a viagem de Knutsford usara saia plissada e um suéter no mesmo tom. O vento es tava bastante frio lá fora e achou bom estar vestindo algo mais quente. Felizmente o chão estava seco e a porteira que dava para o primeiro pasto abriu facilmente. Kagome tomou cuidado em fechá-la atrás de si, mesmo sabendo que Inuyasha não deixava o gado ali.
O pequeno rebanho de leite fora recolhido para o período de inverno e ela presumiu que o mesmo fora feito com o gado de corte.
O castanheiro estava mais longe do que imaginara e seus pés doíam um pouco quando chegou ao segundo pasto.
O vento forte vindo das montanhas Welsh atingiu-a fazendo seus cabelos esvoaçarem pelo rosto, tapando-lhe a visão. Mesmo assim, conseguiu chegar à árvore e começou a recolher algumas folhas caídas no chão.
Absorta em sua tarefa, demorou alguns segundos para perceber que não estava sozinha no campo. Imóvel, a alguns poucos metros de distância, estava o touro premiado de Inuyasha.
Levantando-se rapidamente, encarou o animal aterrorizada. Por um momento, nenhum dos dois se mexeu até que o animal fez um ligeiro movimento na direção dela.
Kagome gritou, deixando cair as folhas, e começou a correr o mais rápido que podia em direção à cerca. Por que, oh, por que não verificara o pasto antes de abrir a cancela? Atrás de si podia ouvir o barulho das patas do touro tocando o solo.
Sentiu o coração acelerado pelo pânico, a adrenalina correndo freneticamente por suas veias, fazendo-a esquecer-se de tudo, a não ser da necessidade de escapar dali.
A cancela estava próxima e aberta. Aberta?
— Kagome!
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ADIVINHA QUEM É?!.. Lógiico que sabemos!.. É o nosso herói sem pelos e gathenho!.. Agora não mais roça! Já que tem rouphithas novas! Kagome: "Inuyasha esquecemos as roupa de baixo" Eu: "Inuyasha esquecemos a roupa de baixo, vem que precisamos medir para ver qual serve" NOOSSAA ME SENTII UMA DEVAASSAA GENTEE! O.O.. O que meu papii diria se visse essa situação?! Pai: "Filha só pode ficar, dar uma bitocas, namorar não, você é uma criança!" É eu sei ele´e uma graça gente hahaha.. VOLTAANTOO A HISTÓRIA!..Ele lerdio para consertar o carro vocês perceberam neeh?! Ele disse "Nossa casa.. NOSSA CASA!" ELE TE QUER KAGOMEE.. ELA NÃO QUER MAIS O KOUGAAA!.. E Inuyasha apresentoo para a FAMILY UUMM A PORR* ESTA FICANDO SÉRIA! A Izayoi ja aceito tipo.. Serei sua nora e CALA A BOCA! Isso é porque ela no me conheceu *-* Sou um doce de pessoa querida, carinhosa e não lerda.. u_u kkkkkk.. KOUGAA TEEM QUE MOORREEEEEERRRR! MUAAHHAHAHAHA! (Me chamava Amanda Clarke, mas como preciso matar Kouga disfarçadamente, virei EMILY TORNE! "Fãs de Revenge entenderão") Seriioo esse Kouga me irrita maas fazer o que?! Só eu imagino o Kouga com cara de Indiado?! E só eu imagino o Inu com a cara do Marco Pigossi o Bento da novela das 7?! Inu dá uma sapecada nessa menina para ela se ligaar que você quer seu BODY NU!.. Esperoo que tenham gostaadoo desse cap queriidaas! Beiijiinhoos! E continuem comiigoooo!
#KougaVoltaParaIndia
Pri
EU SEI ! ELA É TIIPO TÃÃÃOO LERDA! AFF! ¬¬' Esperoo que continue gostando!.. Não é muito longa não Tem em média umas 35 mil palavras mais ou menos.. Fui rapidinha hã?!.. Aii que ótimo estou ansiosa para as aulas praticas! Miil Beijos queriida.. e Bom final de semaninha! JA NEE!
Guest
GAYZINHO?! HAHAHAHA.. A-D-O-R-E-I a autora não diz nada sobre isso mas.. Quem sabe hã?!.. Ela descreve muito bem os beijos neh?!.. Eu acho suupeer legaaal isso também! Teem mais cenas hot's por viir muahahaha!.. A Kagome pensa que ele gosta da Kikyou então ja se imagina.. Quriida espero que tenha gostadoo do cap!.. Mil beiijoos!
Jekac
Ahh que maravilha que esta gostando! Esse Inu é apaixonante neh?!.. Ela vai ver sim.. Antes do que se pensa hahaha!.. Miil beiijos queriida!
ThaliCarvalho
CHOCADA 2! Com um beijo daqueles eu já ia querer aliança.. hahaha!.. MAS ELA NO QUER MAIS O KOUGA Aêêêê!.. Kikyou as vezes serve para algo, afinal se ela não tivesse laçado o Kouga ela ainda estaria com o Indiado.. Sango é uma fofa, inteligente, e fico triste de não ter mais destaque.. OPA! Aceitar?!.. Iamos pular de alegria por um desses.. *-* Espero que tenha gostando.. mil beijos e continue comiigo!
Tatiane
AII SERIOO?! *-* Sem folego?! Pera aii.. "INU VEM FAZER UM BOCA A BOCA" #SÓQUENÃO.. Porque quando ele se aproximasse de ti, eu fingiria um desmaio, ai ele ia me salvar e esquecer de você u_u.. ENFIIIM.. Você foi assim cega?! Beem "foi" verbo no passado, então você tem um boy magia TDB assim só para ti?! SORTUUDA *-* Entendo, a autora não diz nada mas vai que ele curte o negocio neh haha!.. Espero que continue gostando queriida! Miil beiijoos
Neherenia
QUE ISSO MENINAAA!.. kkkkkkk.. Idoo a loucuraa uiii!.. Espero que minhas leitoras sejam todas maiores de idade porque se não estou cometendo crime haha!.. SQN! Ele até lerdio para consertar o carro, INUYASHA ESPERTOO! E APAIXONADO *-* ONNWW!.. Ela ja se ligou que não quer o Kouga, agora falta pouco haha!.. Espero que tenha gostado do capitulo!.. MIIL BEIIJOOS!..
Nanda Taisho
Minha xará então?! Não tem problema!.. Celulares são assim mesmo, uma hora os amamos na outra odiamos muuiitoo hahaha! Serio que a faço riir.. Uii ! hahaha.. Siim, quando eu baixei o livro eu li tudo no mesmo dia, fiquei umas 8 horas lendo diireetoo!.. Feitiço de Amor, é uma graça também, dei muitas risadas com o livro. SIIIM.. ela é lerdiinha, maas OOH! Pelooo meenoos ela se ligou que nao gosta mais do Kouga, PELO MENOOS.. LERDAAA! U_U KIKYBARRO! PRECIISAA MORRER TAMBEEM!.. Adoro mata-la nas histórias! SERÁ QUE TEM ANGU GENTE?! O.O Meeniinaa coragem ler no ônibus.. MEEOO DEUUS HAHAHA! Eu fiico tontinha!.. Parentas! *-* Você é da família do MEU marido Inu! U_U.. Sem comentários para os meus comentários.. Fora do site sou uma pessoa tão normal e séria.. Vaii me entender aii aii.. Queriida Miil beiijoos!
CarolTaisho
Tratei de continuar rapiidiim! RUUM.. U_U.. Que ótimo que esta amando, essa história é linda mesmo!.. Olha que ela gosta dele, ela entende logo, mas que ele gosta dela.. HIIII.. DEMORAA! #SonhoAzulDestruidoPorMim ele é meeu! Hahaha!.. SIIM.. AII DESPACHAA! OFERENDAAA!.. Fui rapiidinhaa hein.. Beiijiinhoos! E continue comiigo!
Ms. Higurashi Kagome
GENTEE.. NO SE REVOLTEE!.. HAHAHAHA.. Ela viu que não ama mais o Kouga olha.. RELAXAA!.. hahahaha!.. Siim.. ali eu me liguei, tipo "alguém EU" se fosse eu com meu jeito cara de pau de ser ja diria.. "Você me curte neh?!" UUIII.. E se ele dissesse sim.. AII AII.. Deus não dá asa a cobra!.. hahahaha.. Tambem acho que ele que disse.. GIRL STOP! GET OUT HERE NOW!.. u_u Só acho e torço ! Vamoos torcer juntas queriida #KagomeSeEntregue HAHAHA!.. Miil beijos amore.. e continue comiigo!..
Babb-chan
MEENIIINAA POR POOUCOO EU NÃOO LII SUA REVIEW!.. IAA Postar o cap, mas reparei que escrevi o nome errado de alguém ai fui verificar e.. BAAAMMM SUA REVIEWS TINHA BROTADO *-* HAHAHAHAHA!.. Nããoo podes me maataar, como postarei FINALLY FOUND YOU?! HÃ? HÃ?!.. Kagome é lerdaa neeh?! O Inu da tiipo variiiiiaaas dicas.. Como o beijo hoot claro.. E NOSSA CASA! MEEOO NOSSAA CASA FOI O FIIM!.. Pelo menos ela percebeu que não gosta do Kouga.. UFAA!.. MENIINAA! Eu tambem não curto muuiito pessoas muuiitoo boazinhas é tãão enfadonho aff!.. Essa história realmente o que me fez ter interesse foram os atos romanticos do Inu.. Só ele para salvar e fazer eu amar o livro!.. "Em casa de ferreiro o espeto é de pau" Porque eu não durmo cedo hahaha.. Mas é o certo viiuh?! Kouga e Kikyou se merecem, ele é tããão otario affz!.. ME IRRITO COM ELE DEMAAIIS! SE TRANSFORME E ACABE COM ELE MUAHAHAHAHA!.. A autora não explica isso, mas siim eu penso a mesma coisa sobre Kikyou, puro despeito porque ela gosta do Inuyasha.. SERIOO QUE CHIIQUEE MENIINAA (RICAAAA HAHAHA)!.. É a mesma marca de carro, só que o dele é do final dos anos 90!.. Só nos ESTATES mesmo o range é coisa de fazendeiro.. NO BRASIL É CARISSIMOO! TUDO DE FORA AQUI O PREÇO É ABSSURDOO! Tipo de 90 mil que é o valor dele.. aqui custa 210 MIIL! Aii tambem e caro não?!.. MOMENTO REVOLTS! Porque eu nasci brasileira mesmo?!.. hahahaha.. ENFIIM! (Me acalmando).. Como assim analisar ?! Você fica com o Inu pirata peludo.. e Eu com esse.. Se demorar muuiito para responder eu te dou o Inuyasha da minha próxima adaptação, ele é gato e hot.. Maas não é um principe como esses aii..! EAII?! HÃ?!.. Esperoo que tenha gostadoo do cap queriidaa!.. Miil beiijoos e continuee comiigoo!
