Disclaimer: CCS não me pertence e não estão me pagando para escrever isso aqui! Personagens da CLAMP!
N/A: Estou em uma TPM horrível, a crise vai indo malzs. A partir da outra semana começam as provas na faculdade, vou estar apertada, se atrasar um pouco, não é por desistência, mas sim por falto de tempo.
Capítulo Dedicado: A todos que tiveram um pedacinho do coração perdido entre uma das curvas da vida. 'Ai ai ai!'
[Música recomendada: Ryan Cabrera - True
Bem Vindos Novos LEITORES!!! Estou FELIZ por estarem lendo esta fic!
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-Eu estou bem – fez cara de emburrada enquanto puxava as cobertas mais para cima – Claro que estou fanhosa seu bobão, estou resfriada! – Sakura girou os olhos enquanto ouvia as reclamações de seu irmão no outro lado da linha – Se contar para papai pode se considerar um irmão morto Touya! – sentou-se na cama, não queria levar problemas para a cabeça já cheia de seu pai.
Seu corpo estava dolorido, com febre e bastante dor de cabeça há mais de uma semana, mesmo assim ia para as aulas, apesar de não conseguir prestar muita atenção nestas e cair no sono algumas vezes.
Olhou para a pessoa ao seu lado e sinalizou para que parasse de olhá-la.
-Yukito? Que tem ele? – Sakura coçou o nariz e vendo que permaneciam olhando-a, tapou o fone com a mão e sussurrou para que a pessoa parasse – O quê?? - caiu novamente sobre o travesseiro – Mas já… - colocou a mão na testa e fechou os olhos, pensativa.
-Boa Tarde Sakura – Meiling apareceu na porta com cara de quem havia recebido a melhor notícia de todos os tempos – É seu irmão? – sinalizou mexendo em algumas coisas que estavam espalhadas sobre o criado-mudo.
Sakura apenas sorriu confirmando, depois ouviu alguém tropeçar dentro de seu guarda-roupa e como se fosse um comando automático, fingiu cair no chão. Riu tentando parecer não ter sido de propósito.
-Touya! – colocou força na voz – Eu vou para o aeroporto, então nem tente me ligar de noite segunda! – jamais deixaria que uma gripe levasse Yukito para longe sem que ela pudesse se despedir – Não, não, não… foi nada, esquece, apenas deixei alguma coisa cair – voltou para a cama e tentou desviar o assunto de sua "queda" – Até lá vou estar melhor, hoje ainda é quinta, seu lerdo – olhou no relógio e se sentou novamente na cama para calçar seus sapatos – ele vai segunda… - sinalizou para que Meiling sentasse na beira da cama e prendeu o riso ao pensar em seu guarda-roupa novamente.
-Não! – fez bico – Até… e não me liga, eu vou estar fora neste dia! – desligou e como um passe de mágica seu mau humor se transformou em um adorável sorriso. – Esse Touya, querendo manipular minha vida mesmo estando longe, não toma jeito mesmo – ela riu tentando parecer natural, apesar de estar envergonhada por ainda estar de pijama e com o cabelo bagunçado, não devido a Meiling, mas seu embaraço vinha de antes – Tudo bem com você? Tem alguns dias que não nos vemos, não é mesmo?
-Sim Sakura, mas vim aqui para te chamar para ir ao parque, sei que não está muito bem, mas não consigo achar meu primo, sei que… Syaoran vai bater umas fotografias para uma senhora sei lá quem… por isso quero encontrá-lo no parque, não quer ir?
Outro barulho suspeito desviou as atenções das meninas.
-Fotografias? Parque? – Sakura baixou os olhos pensando em algo para desculpar o barulho – Então é esse o curso de Li? – a garota ainda tentava descobrir o que o rapaz fazia, aquilo já estava virando uma brincadeira entre eles.
-Não… - Meiling abriu a porta do armário – você vai? – começou a enfiar o rosto – Acho que tem alguma coisa de estranha em seus móveis – olhou intrigada para Sakura.
-Hãããã – ela se pôs de pé, olhou a bagunça a sua volta – Claro que sim, quer dizer, não… não agüento mais ficar aqui dentro, mas não vou poder sair agora, te encontro no parque mais tarde – sinalizou para que saíssem do cômodo.
-Não está se sentindo muito bem? – Meiling colocou a mão na testa de Sakura enquanto saiam – Não está quente…
-Será que vai nevar? – Sakura se afastou da garota e correu para a janela – Que horas vamos nos encontrar no parque? – queria despistar logo a presença desta.
-Bom… - olhando no relógio por um instante – Eu queria ir agora, não sei que horas Syaoran vai estar lá, mas tenho que pegar a matéria de algumas aulas com uma colega, então, que tal lá pelas quatro?
-Quatro? – Sakura olhou para a porta de seu quarto – Claro! Deixa seu celular ligado, eu ligo quando estiver chegando – sorriu.
-Está bem… boa sorte com seus móveis – sinalizou para a porta vendo o olhar preocupado de Sakura – eles podem querer fugir – riu da idéia.
-Obrigada… - correu para o quarto espirrando enquanto ouviu a porta sendo fechada atrás de si por Meiling.
Vendo que estava tudo de volta ao normal, sem a presença da prima de Syaoran, abriu a porta com cuidado.
-Ela já foi? – Syaoran a olhava de dentro do armário.
Sakrua acabou rindo ao ver a situação do rapaz tendo de se entortar para caber lá dentro.
-Já… - tranqüilizou-o – Por que está fugindo dela, Li? Meiling te adora.
-Ela me adora demais, esse é o problema – ele sentou na ponta da cama de Sakura e deixou os ombros caírem.
-Que vai fazer agora? – Syaoran olhou para a garota ainda na porta – Ela sabe que você vai tirar fotografias na praça, não vai ter como se esconder dessa vez.
-Sério? – ele pareceu pensativo – Pensei que pudesse levar seu guarda-roupa por precaução – ele piscou e se levantou – Sakurinha… ela sabe que vou estar em uma praça, mas não sabe qual praça – sorriu maldoso.
-E quanto a mim? – Sakura pareceu preocupada – Vou ter de ficar ouvindo os resmungos dela por você não ter aparecido? Estou sendo a grande vitima nessa história toda – cruzando os braços foi se sentar no lugar que Syaoran estava.
-Você vai comigo – aquilo por um momento parecia ser uma alternativa, foi então que Sakura percebeu que era quase uma ordem – Depois podemos visitar seu amigo que vai embora – ele estava tentando comprá-la enquanto fazia aquela cara de bom moço.
-Você não presta Li – arremessou o travesseiro contra ele – Vou apenas para ver o Yukito, mas se Meiling vier brigar comigo, digo que você me seqüestrou! – sorriu e recebeu o travesseiro de volta em uma pontaria perfeita. – Ei! Eu to doente sabia? – deu língua e como confirmação, espirrou.
-Seu irmão pegou no seu pé, não é mesmo? – ele sentou-se ao lado dela.
-Nada que fuja muito do normal – Sakura cruzou as mãos no colo.
-Sabe o que eu acho? – ela olhou-o séria, esperando por uma resposta dura – Que você deveria trocar de roupa e sair comigo – ele se ergueu automático e caminhou até a porta em passos rápidos.
Aquele sair comigo a fez ficar um pouco alarmada, mas ao ver o rosto de sapeca de Syaoran na porta, deixou os pensamentos fugirem.
Ela estava com certo receio daquela proximidade, tinha medo de estragar a amizade em algum momento. Mais por si, do que por ele.
Corria grave risco de se tornar muito próxima de alguém que apesar de já estar se tornando intimo o suficiente para se esconder entre suas roupas, ainda assim, era um desconhecido.
-Li! – falou alto entre risos bobos – Qual o seu curso?
-Você ainda não adivinhou Sakurinha? – a voz dele soou meio lerda no outro cômodo.
-Não vai me falar? – ela terminou de calçar as botas e recolheu sua bolsa por sobre a escrivaninha.
-Não… - ele a olhou surgir por trás da porta branca.
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Saíram apressados da universidade, a intuição de Syaoran acusava presença de prima e Sakura não costumava contrariar essa 'paranormalidade' do rapaz.
Pegaram um ônibus em um ponto um pouco distante e depois entraram em um metrô.
-Quando você falou que não era na praça, deveria ter me avisado que sairíamos do país também – Sakura sentou-se como se estivesse carregando o mundo nas costas.
-Que exagerada Senhorita Kinomoto – ele sorriu – já estamos quase chegando. Quanto sedentarismo mais você irá demonstrar hoje? – ele a olhou de lado, jogou a bolsa por sobre o colo de Sakura e ficou em pé na frente da garota.
-Li… - ela beliscou as costas da mão esquerda do rapaz, como reação, ele apenas a colocou junto da direita que segurava para não cair.
-Deixa de reclamar… - ele arregalou os olhos - isso não é o fim do mundo e você não deveria ficar de bico – ela o olhou aumentando o bico, chegando a fazer uma careta para ele – esqueceu que sou seu seqüestrador… - sussurrou – deveria tentar me agradar para que eu possa pensar se te devolvo inteira ou em partes – Sakura o olhou com olhos arregalados, a senhora que estava ao seu lado começou a rir.
-Deveria obedecer, ele parece estar falando sério, minha filha – ela olhou para uma Sakura vermelha e acabou rindo mais ainda.
-Está ouvindo Sakurinha, ela percebeu a minha seriedade. – ele puxou o gorro dela tentando fazê-la olhá-la – Não costumo brincar em serviço – piscou com sorriso maldoso.
-… - os lábios dela tremeram, logo caiu em uma gargalhada – Você está parecendo um guardinha daqueles filmes de comédia americano – Syaoran riu por Sakura estar rindo.
Enquanto o diálogo dentro do metrô ia de embaraçar Sakura a torturar Sakura e fazer gozações do comportamento de Syaoran, dois passageiros além da senhora se sentaram ao lado da dupla dinâmica.
Syaoran como bom cavalheiro deu lugar a uma mãe com sua criança e depois a um homem de seus 40 anos, mas com aspecto cansado.
-Estou impressionada com seus bons modos – Sakura cutucou o sobretudo do rapaz ao seu lado.
-Não deveria… - ele passou a mão por sobre o ombro da garota – é tudo para te impressionar Sakurinha… - viu a garota gelar ao seu lado e prendendo o riso retirou o braço – apenas para te convencer a me deixar ficar escondido mais vezes no teu guarda-roupa. Se virar hábito, quem sabe você até compra um maior e mais confortável.
- Sakura sorriu sem graça.
Ela estava se divertindo enquanto andavam por entre as árvores atrás de uma mulher com vestido longo verde-água e um chapéu de palha com flores, casaco de pele bege e bota preta.
-Acho que ela não virá – ela olhou o ambiente.
-Ela já está aqui… - ele apontou uma senhora com chapéu de palha e casaco bege, mas estava de preto.
-Não é aquela. Onde estão o vestido verde e as flores do chapéu? – Sakura parecia aborrecida, queria vê-la com flores e de verde.
-Talvez ela tenha mudado de idéia Sakurinha… todos podem fazê-lo enquanto ainda der tempo, certo? – Syaoran sorriu.
-Claro… todos. – Sakura o viu ir em direção a senhora, enquanto o esperava, a garota resolveu se sentar em um balanço próximo ao local onde Syaoran trabalhava.
Ficou vendo-o ali, instruindo as melhores posições, captando todo aquele ambiente de final de tarde. Apertou sua bolsa no colo. De repente, a lembrança do garoto que sempre sonhara veio a sua memória. Ela nunca mais havia sonhado com ele.
Fitou o semblante de Syaoran e um arrepio percorreu sua pele.
-Deve estar esfriando mais… - olhou o céu.
Ouvindo um assobio desviou sua atenção de volta para o ambiente. Syaoran estava compenetrado em seu afazer.
Viu Yukito.
Havia esquecido que ele morava perto dali.
Correu ao seu encontro.
-Que faz por aqui Sakura? – ele ouviu-a espirrar – Está resfriada? – Yukito colocou a mão por sobre a testa de Sakura, ela se esquivou.
-Não é nada, já estou melhorando – ela apertou o gorro em sua cabeça, acabou lembrando-se de Syaoran e o chamou, sinalizando em seguida que estaria por perto, fez círculos com o dedo indicando mais ou menos por onde.
Ele a olhou de modo sério e depois sorriu, voltando ao que fazia.
Sakura caminhou ao lado de Yukito até pararem em frente a uma pequena ponte. Ficaram olhando a neve que despregava e percorria o caminho da correnteza.
-Pelo jeito o inverno está acabando – ele sorriu.
-Sim… talvez esquente antes mesmo de você ir para Tomoeda – ela o olhou com ar triste.
-É… - Yukito abaixou a cabeça e depois olhou para Sakura com um novo sorriso – Como vão as aulas? Está gostando? Já deve ter feito muitos amigos não é mesmo?
-Estão boas. Estou me divertindo muito, as pessoas são bastante receptivas por aqui – Sakura sorriu pensando em Meiling.
-Não sente falta de morar com Touya? – ele olhou o céu.
-O Touya não me deixa em paz um segundo… - Sakura fez cara de emburrada – ainda não deu para sentir tanta falta dele assim.
-Entendo – Yukito riu – Você está certa.
-Quando você vai voltar? – Sakura parou em frente ao rapaz apertando as mãos cruzadas em suas costas.
-Quando vou voltar? – Yukito virou-se para ela, reparou no semblante sério apesar do sorriso que ela mantinha – Não sei se vou voltar para cá, Sakura. Vou procurar um emprego por lá. Cansei daqui, quero voltar para casa, sabe? – ele pôs as mãos nos ombros da garota – Mas sempre vamos nos ver nas férias e sempre que der, vou vir por aqui para te visitar. Além do que, se sair como espero nessa viagem, volto para pegar minhas coisas e fico uns dias para podermos andar, te mostrar a cidade, o que acha?
-O que eu acho? – Sakura abaixou a cabeça e esfregou a mão pelos olhos – que vai dar tudo certo nessa viagem! – Ela sorriu e o abraçou, não dando tempo de Yukito analisar sua expressão – Olha as horas – bateu os dedos no relógio – o Li vai me matar se eu demorar demais, ele me seqüestrou hoje… - afastou-se do rapaz e correu, quando já estava distante o suficiente para que ele não visse seu rosto, gesticulou com a mão se despedindo e avisou-o que ligaria para ele no dia seguinte.
Sakura estava triste com a despedida. Talvez o amor de infância que sentia por Yukito ainda estivesse escondido em seu coração. No fundo, não havia crescido tanto assim então…
Correu o máximo que pode e de longe viu Syaoran guardando suas coisas dentro da mochila preta e continuou seu percurso até ele.
Prendia o choro até então. Parada na frente do rapaz, com os olhos cheios de lágrimas, mordendo os lábios em uma luta incansável contra o sentimento em seu coração.
-Quem era… - Syaoran ergueu os olhos para ver o rosto de Sakura, assustou-se – O que aconteceu? – ficou de pé em frente à garota, não sabia o que fazer exatamente.
-Nada… - ela apertou as mãos – Será que eu podia – aproximou a ponta dos dedos do sobretudo de Syaoran e os trouxe de volta para perto do peito, fez novamente o gesto e na terceira vez agarrou-se à ele sem conseguir se conter – é para sempre Li… ?- foi a única coisa que ela disse enquanto apertava seu rosto na blusa de frio do rapaz e seus braços punham força tentando fazer com que aquela dor em seu peito fosse transferida para seus braços.
Syaoran olhou para o gorro de Sakura, seus ombros trêmulos e sentia os braços dela em torno de si o apertando. Envolveu seus braços pela garota, tentando adulá-la, não era bom naquilo.
-Você não está sozinha Sakura… - sussurrou enquanto alisava as costas dela – Shhh… - apertou um pouco mais.
Ficaram ali, por um tempo não exato. O suficiente para acalmá-la mais. De longe ele percebeu que estavam sendo observados por aquele que tirara Sakura do banco e a fizera chorar, mas Syaoran apenas sentia que mesmo querendo culpá-lo não podia.
O celular começou a tocar, o nome de Meiling ficou gravado nas cinco chamadas seguidas no aparelho de Sakura dentro da bolsa, jogada ao lado da mochila do rapaz.
Intimamente, ela queria que Yukito ficasse e que o que Syaoran dissera sobre ainda dar tempo de mudar fizesse um sentido maior que o fato da mulher trocar de vestido e não usar flores. E se perguntava, se aquilo dentro dela jamais teria fim, se algum dia iria se recuperar ou se era para sempre…
Syaoran tinha uma coisa para entregar para Sakura, uma de suas fotos, mas começava a se perguntar se aquele era o certo.
Durante o episódio da ponte, ele captou uma das melhores perspectivas do ambiente. Os dois protagonistas de costas, um observava o céu e o outro o lago. Era uma fotografia bonita, talvez não devesse ser revelada.
Syaoran se sentia arrependido por vê-la triste, talvez aquilo piorasse seu estado de saúde. Ele tocou a pele de Sakura, ela voltava a esquentar.
O percurso de volta foi silencioso… ele não conseguiria devolver Sakura inteira do tal seqüestro, apenas parte dela. Talvez devesse tentar recuperar o que havia sido deixado para trás, mas como o faria?
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Obrigada por lerem.
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Reviews:
Yume Tsukishiro Kinomoto: Que bom q você ta gostando, obrigada por ler e sempre comentar. Eu fico toda feliz quando eu vejo q vc é uma das pessoas que mais acompanha a fic. Grata!
Hitsumei-chan Espero continuar agradando. Obrigada por estar acompanhando, fico feliz.
Kimi TsukishiroObrigada por acompanhar. Nossa, eu realmente to exagerando com a Meiling, mas fazer o que? Ps.: eu gosto dela! (Meiling! Para de me chutar, já aliviei para você Ôôôuw!)
Vivx: Obrigada por sempre estar lendooooo, amo comportamento infantil, acho que dar um ar mais fofo para alguns momentos. Penso que CCS deve ser escrito com um ar mais inocente, por que os personagens carregam essa inocência no jeito deles.
Anônima: Que bom que você está gostando. Bom, quanto às atualizações, realmente eu estou fazendo o melhor que posso. Desculpa!
dessinha-almeida 'Ótimo, estou continuando!' Ahsuhasu... obrigada por ler!
Obrigada por lerem.
Aceito reviews, basta clicar no GO ai embaixo de lilás. (sim, eu sou insistente)
Ps.: Comentários sobre cenas, sugestões e etc serão muito bem vindas. Acompanhem as músicas, as letras muitas vezes têm a ver. Se alguém quiser sugerir algo, pode pegar meu msn e me add, mandar e-mail, etc. Aceito feliz!
