N/T: A pedidos postei mais de um hoje ;)
Cap 4
Uma hora e meia depois, Quinn se achou sentada na mesma mesa com a mesma pilha de papéis na frente dela. Exceto que agora, ela tinha dado nota em cada trabalho – exceto pela segunda tarefa de Rachel. Ela tinha olhado de volta pra garotinha que estava visivelmente aborrecida com a perda do seu sorvete. E o lábio da garota tinha estado trêmulo. E seu pai estava inclinado pra baixo a confortando. E a garota tinha finalmente parado de chorar. Ela abraçou o pai com força ao redor da cintura, ficando nas pontas dos pés para fazê-lo, antes deles darem as mãos e andar pela calçada.
E tudo que Quinn pôde pensar era no quão crua e real a cena parecera.
Enquanto Quinn voltara para a pilha de papéis sem nota, ela não estava certa de qual cena ela estava se referindo – a garota aborrecida na calçada ou a imagem que já tinha começado a se formar na mente de Quinn, de uma Rachel Berry de seis anos inocente e ameaçada.
Então Quinn se inclinou pra frente novamente na sua cadeira, pairando sobre os papéis. E ela tinha movido a segunda tarefa de Rachel para o final da fila e continuou a dar notas – apesar de que 'fora de vista' não era necessariamente igual a 'fora da mente'. Mas o próximo capítulo da história de Rachel teria que esperar. Quinn não estava certa de que podia lidar com isso naquele momento.
Agora, ela não tinha mais a desculpa de duas dúzias de outros papéis pra ler primeiro. Eles estavam prontos, qualificados, completos. E havia apenas uma única folha de papel remanescente. Ela pegou o papel com o nome de Rachel na ponta, segurou próximo ao rosto. Seus dedos delicadamente ajustaram seus óculos e ela leu o título.
Talvez meu copo sempre estivesse muito cheio
Uma dose diária
Antes dos olhos de Quinn terem uma chance de vasculhar mais a página – descobrindo segredos e verdades ao longo do caminho – seu celular vibrando do seu lugar no canto da mesa. Ela tirou os olhos das palavras delicadamente escritas por Rachel e pegou o celular. Ela sorriu pra mensagem de Caleb que enchia a tela do telefone.
Oi irmãzona. Só queria que você soubesse que estou pensando em você. Me desculpe por ter perdido nosso encontro no Skype essa semana, as coisas estão loucas com o novo show vindo pra galeria. Eu prometo não ser um irmão tão horrível na próxima semana. Como estão as coisas? Amo você!
O sorriso dela cresceu quando respondeu, tirando onda com ele sobre como a "galeria" – isto é, a garota bonita com quem ele trabalhava na galeria citada – era mais importante que a irmã dele. Ela terminou a mensagem com um rosto piscando e vários 'X's para abraços e um 'eu amo você, também', pra deixar tudo bem.
E então ela começou a ler...
Papai tinha estado certo. Houve muitos mais dias difíceis. Todos falam sobre os testes e tribulações do ensino médio. Mas jardim de infância? Não tanto. Eu, entretanto, estava submetida à aquela tortura quase que diariamente.
E isso sempre me deixava com sede.
Eu vinha pra casa da escola e pendurava minha mochila no gancho do corredor. E eu andava pra cozinha pra pegar o copo grande do armário. Eu titubeava num banco de madeira precariamente para alcançar e agarrar o copo mais adulto que podia pegar e o enchia com água e bebia.
Porque eu não sabia dizer se eu estava triste ou só com sede.
Eu acho que eu estava triste.
Eu esperava estar só com sede.
"Convide seus amigos pro seu aniversário na próxima semana, docinho," meu papaizinho disse uma noite no jantar. Eu engoli com dificuldade com o brócolis na minha boca. Convidar meus amigos pro meu aniversário?
Que amigos?
"Eu não sei, papaizinho," eu respondi. Aparentemente minha falta de verbosidade o chocou e deixou em silêncio.
"... Por que não? Será divertido. Nós daremos uma festa." Eu continuei a ficar em silêncio. "Talvez uma reuniãozinha? Só uma festa de pijamas com suas melhores amigas? Pode ser divertido."
Papai estava quieto mastigando alguns aspargos ou outra coisa verde, mas os olhos estavam pousados nos meus. Eu peguei o olhar dele enquanto Papaizinho continuava a planejar a festa que eu sabia que nunca aconteceria. Quando Papai olhou pro meu lado do jeito que ele me olhara daquela vez, eu nunca falhei em experimentar uma corrente de conforto, amor e calor. Ele sempre entendia.
Papai colocou a mão no topo de uma de Papaizinho que estava loucamente gesticulando com as mãos parando-o de conversar mais sobre a tenda que ele iria amar no quintal. Papaizinho ficou em silêncio. "Marcus, querido," Papai disse, "Enquanto todos nós sabemos que seu coração está no lugar certo, o que você acha de uma viagem pra cidade?" Papai virou para sorrir pra mim. "Nós podíamos pegar um cinema e fazer algumas compras. O que você diz, Rachel, minha querida?"
Minha querida. EU era a querida dele. E ele era o meu querido pai. Eu amava ambos os meus pais, isso deve ser deixado abundantemente claro. Mas Papaizinho apenas não entendia sempre. Papai entendia, sempre. Eu não sabia exatamente porque isso acontecia. É uma coisa que eu talvez nunca realmente entenda o porquê.
Papaizinho virou seus olhos em adoração para Papai. "Isso soa como uma diversão grande, Brendon. Querida?"
Era pra mim agora. Mas isso não era uma decisão difícil. Eu já estava imaginando na minha mente: andar pelo shopping espremida entre meus papais, escolhendo em quais lojas entrar ou pular, debatendo qual filme nós iríamos assistir... Eles iram discutir comigo – brincando – mas eu iria ganhar. Afinal de contas, seria meu aniversário. E eu era a filha querida deles.
Então eu concordei e sorri. E quando eu sorri, era genuíno e eu sentia meu coração bater mais rápido. "Eu gostaria disso." Sim. Eu gostaria disso, muito.
Eram momentos como esse – quando felicidade se acomodava pesadamente no meu coração como um cobertor quentinho ou um animal de pelúcia favorito há muito perdido que eu finalmente achava e agarrava – quando eu nunca tinha problemas em confundir minha sede com tristeza.
Algumas vezes, sede era só sede.
Segunda de manhã, Quinn chegou cedo na escola para se preparar pras suas aulas. Ela normalmente preparava seu plano de aula pra semana em algum momento do Domingo. Mas ela tinha ficado emocionalmente drenada. Ela sentou com seu laptop várias vezes ao longo do dia; pela manhã com sua primeira xícara de chá quente, à tarde depois dela e Will cozinharem o almoço juntos, antes das notícias noturnas, depois das notícias noturnas...
Mas ela tinha ficado distraída. E ela realmente não tinha o ânimo ou confiança para dissecar exatamente por que ela tinha ficado tão distraída – por que ela estava deixando as palavras de Rachel afetá-la.
Claramente, Rachel era confiante o suficiente para escrever sobre suas experiências passadas – então porque Quinn não era confiante o suficiente para apenas lê-las e seguir com a sua vida?
Porque ela tinha sido tocada, esse era o motivo.
Quinn – que tinha lido Rand, Cummings, Tolstói, Plath e Shakespeare – tinha ficado tocada. Por uma aluna de ensino médio. Pelo fato de que a garota nas histórias de Rachel era a mesma garota sentada na mesa da sala de Quinn toda manhã, cinco dias por semana. Não mais uma criança, ao que parecia – mas por que?
Ela não sabia porque.
Então até o momento em que Quinn chegou na escola na manhã de segunda e sentou na mesa dela, ela fez isso com uma mente que estava livre (na maior parte, mas, tentando na verdade) de bagagem emocional acumulada depois de tudo que ela lera (e relera e lera mais uma vez) ambas as tarefas de Rachel sobre o passado dela, seus pais e seu tormento.
O som dos primeiros estudantes foram filtrados nos corredores e a abertura e fechamento de seus cadeados flutuaram pela sala de Quinn enquanto a porta abria. Ela olhou pra cima e sorriu pro seu convidado.
"Bom Dia, Srta. Fabray," Sr. Rumba disse (bem alto) enquanto ele andava pela sala em direção ao Quinn.
"Bom dia pra você também," Quinn replicou enquanto se inclinava pra trás na sua mesa.
"Como você sabe, eu sou o diretor do coral depois da escola muitas vezes na semana," Sr. Rumba começou, não perdendo tempo em chegar direto ao ponto. "Estou certa de que você pode imaginar os desafios especiais que enfrentamos enquanto o coro integrado apenas por surdos e ouvintes em estudantes pareados." Quinn concordou lentamente, não tão certa de onde o outro professor estava indo com esse trem de pensamento. "Bem, eu lembro de conversar com você há algumas semanas, e você mencionar ter um pouco de conhecimento em música. Eu estava imaginando se você estaria interessada em me ajudar com o grupo."
As sobrancelhas de Quinn levantaram. Ele não tinha, literalmente, escutado sobre um coro de surdos se apresentarem antes. Mas ela estava intrigada. E ela amava música. Mas, mais importante, ela amava seus alunos.
"Eu amaria ajudá-lo, claro!"
Antes dela poder dizer qualquer outra coisa, Sr. Rumba continuou com um sorriso largo no rosto. "Você me ajudaria a ensiná-los as músicas, talvez até se apresentar conosco – você toca algum instrumento musical?"
A excitação na voz dele estava tornando-se contagiante. Quinn concordou. "Sim, eu toco piano decentemente e um pouco de guitarra. Eu talvez esteja um pouco enferrujada mas –"
"Não importa," ele acenou com a mão. "Cada bocadinho ajuda. E nós temos um excelente pianista já! Se isso não for muito de última hora, você está disponível essa tarde às quatro? Nós normalmente nos encontramos Segunda, Quarta e Quintas à tarde."
Quinn concordou, "Claro, eu não tenho nada mais acontecendo, felizmente. Eu adoraria aparecer e fazer o que eu posso pra ajudar, conhecer todas as crianças."
Sr. Rumba se inclinou pra frente sobre a mesa de Quinn e ofereceu a mão. Quinn se levantou e apertou com um sorriso nos lábios. "Obrigada, Srta. Fabray. Estou ansioso para trabalhar mais com você."
"Sim, eu também."
"O que?" ele perguntou, derrubando a cabeça de lado. "Fale mais alto! Febre escarlatina, você sabe."
Quinn engasgou uma risada. "Estou ansiosa também," ela repetiu.
"Você tem uma coleção de trens? Eu sou surdo desse ouvido!"
"ESTOU ANSIOSA PELO ENSAIO!" Quinn praticamente gritou no rosto do Sr. Rumba. Enquanto ela terminava proclamar sua antecipação ávida pelo treino do coral, sua porta abriu e Quinn viu alguém entrar em sua sala pelo canto do olho. Os olhos de Quinn mudaram e ela encarou por alguns segundos enquanto Rachel tentava entrar na sala e observava a interação que acontecia.
"Oh," Sr. Rumba disse. "Bem, eu também, mas não há necessidade de gritar sobre isso!" Ele soltou o aperto de mão e se virou pra deixar a sala. "Te vejo às quatro," ele disse sobre o ombro.
A mandíbula de Quinn ficou ligeiramente aberta enquanto ela se encontrava espantada pela troca que ela tinha acabado de ter com o companheiro de ensino. Seus olhos finalmente deixaram a porta que se fechava para Rachel. O estômago de Quinn flutuou enquanto ela pegava a garota morder o lábio inocentemente – e geralmente parecia como se ela estivesse tentando muito não cair na gargalhada.
Apesar de que o que o Quinn não daria pra ouvir o som da gargalhada dela...
Quinn sinalizou com naturalidade e um leve sorriso nos lábios. "Não é engraçado," ela sinalizou e falou.
Os olhos de Rachel saíram dos seus sapatos de boneca para a professora parada na frente dela. O estômago de Quinn virou novamente enquanto Rachel sorria pra ela e ela viu uma faísca de regozijo nos olhos de sua estudante – e não era um traço que Quinn, antes, tinha necessariamente associado com a jovem mulher parada em frente à ela.
Ela descobriu que gostava bastante disso.
Mentalmente se sacudindo, Quinn perguntou, "O que eu posso fazer por você, Rachel?"
Rachel mexeu os livros em suas mãos para poder sinalizar melhor. Eu só queria agradecer a você por me dar outra oportunidade de entregar o trabalho que eu perdi.
Quinn quase abriu a boca para falar mas então pensou melhor.
Eu fique pensando muito sobre o projeto, Rachel continuou. Sobre o que você me contou sobre sua avó. Eu só queria deixar você saber que eu sou muito agradecida. Ela olhou como se fosse se virar e deixar a sala, mas ela não o fez. Ela apenas balançou a cabeça uma vez pra esquerda e então pra direita antes de gesticular, Eu estou agradecida por ambos os trabalhos e ter você como professora.
Quinn não pôde deixar de sorrir suavemente e dizer, "Isso quer significa muito pra mim, Rachel." Ela mastigou o lado interno de sua bochecha por um segundo antes de dizer, "Depois de ler seus trabalhos, eu tenho que dizer... estou satisfeita que você mudou de ideia sobre não completar o projeto." Quinn conseguiu manter sua felicitação simples, tentando conter o quanto ela gostou de ler o trabalho de Rachel para a garota parada na frente dela.
Quinn não estava bem certa de como poderia explicar para sua estudar como ela considerava cada palavra um presente.
Rachel abaixou a cabeça adoravelmente antes de sorrir – um sorriso totalmente honesto – e gesticular, Te vejo na aula deixando a sala.
Mais tarde naquele dia, durante o quarto período de Quinn, Morte de um vendedor passava na tela da televisão que Quinn tinha tirado da biblioteca. A única luz da sala era da televisão e o quadrado de luz do corredor.
Quinn tinha o volume ligado – unicamente para ela e, obviamente, para Rachel.
O suave murmúrio dos personagens na tela ficou no fundo da mente de Quinn enquanto ela se inclinava na sua cadeira com um cotovelo escorado na mesa e seus joelhos cruzados. Sua mão estava no queixo enquanto ela assistia ao filme.
Enquanto ela tentava assistir o filme. Mas seus olhos estavam exibindo uma vida própria, constantemente mudando ao redor dos corpos dos seus alunos em suas mesas. A maior parte deles estava assistindo a televisão com muita atenção, devorando as palavras no canto inferior da tela e as emoções nos rostos dos atores. E então ali estava Rachel – com seu cabelo solto emoldurando um lado do rosto dela e sua caneta furiosamente tomando notas no seu caderno aberto.
A cabeça de Quinn se virou um pouco para melhor encarar – Não, ela pensou consigo mesma. Não encarar! Observar – para melhor observar Rachel.
E enquanto Quinn continuava a encarar – observar – Rachel delicadamente colocou a ponta da sua caneta no lábio enquanto contemplava o papel antes de levantar os olhos pra olhar a tela. Quinn não pôde deixar de notar como a luz da televisão iluminava os detalhes faciais de Rachel – colocando alguns na sombra e trazendo outros pra um foco mais acentuado. Seus olhos estavam largos e brilhantes.
E então seus olhos estavam olhando diretamente pros de Quinn, sua cabeça tendo virado ligeiramente para o lado.
Tendo sido pega no ato de encarar – observar – o cotovelo de Quinn deslizou com força pela ponta da mesa enquanto ela virava a cabeça rapidamente de volta para televisão. Como se isso não fosse óbvio...
Respirando profundamente pelo nariz, Quinn tentava acalmar seu batimento cardíaco acelerado. Por que uma menina de dezessete anos reduzia as emoções de Quinn as de uma adolescente? Não era justo. Ou normal. Ou apropriado, pra falar honestamente.
Quinn esperou vários minutos antes de tentar olhar disfarçadamente de volta pra sala. O rosto de Rachel estava virado pra baixo em direção ao seu caderno novamente, mas sua cabeça estava virada de forma que a luz ainda estava mostrando alguns detalhes do seu rosto. E ela estava dando um sorrisinho.
Dando um sorrisinho.
Os olhos de Quinn se cerraram ligeiramente em nervosa indignação enquanto ela percebia que Rachel sabia exatamente o que tinha acabado de acontecer. Ela novamente colocou a cabeça na mão enquanto suspirava – em defesa ou frustração ou resignação ou algo.
Seu movimento chamou a atenção de Rachel, e a garota novamente encarou diretamente nos olhos de sua professora. Mas dessa vez, Quinn não olhou pra outro lado. Ela apenas não podia.
Quando deu quinze pras quatro, Quinn fechou o livro que ela estava lendo e o guardou na sua mesa antes de pegar sua bolsa e deixar a sala, fechando a porta atrás dela. Suas passadas longas e confiantes rapidamente levaram-na para a sala do coral em outra ala da escola.
Sr. Rumba já estava lá, assim como uma boa quantidade de estudantes. O diretor avidamente a chamou pra frente, enquanto Quinn depositava sua bolsa de lado e começava a conhecer os alunos que ela não conhecia e cumprimentava os alunos que ela tinha nas aulas. Patrick, o primeiro estudante a quem ela tinha se apresentado em Haverbrook, sorriu brilhantemente pra ela e deu um aceno amigável.
"Tudo bem," Sr. Rumba suspirou. "Nosso pianista deve estar aqui a qualquer minuto. Desde que esse é o nosso primeiro treino do ano, algum de vocês tem alguma pergunta ou sugestão?"
Aparentemente as crianças tinham pesquisado – online ou perguntado aos seus amigos e família – sobre músicas populares e os gostos, e, eles na verdade tinham ótimas sugestões que Quinn estava ansiando para ajudá-los a aprender. Desde que um grupo de estudantes surdos não era a típica composição de coral, havia muitos elementos extras que eles teriam que praticar – memorizar o tato de vários tons, enunciação e sincronização, pra falar de alguns.
Enquanto as ideias eram trocadas, Quinn sentou no banco do piano ansiosa assistindo com seu cotovelo apoiado no piano e suas pernas cruzadas. Alguns minutos depois das quatro, a porta abriu e o pianista entrou, mas Quinn estava enredada na discussão e não percebeu até que outro corpo estava sentando no banco a alguns centímetros dela.
Ligeiramente assustada, Quinn virou os ombros pra cumprimentar o último membro de sua equipe.
E ela encontrou o olhar cada vez mais familiar de Rachel Berry.
"Oi," Quinn soltou em um suspiro, sem conseguir parar a palavra de deixar os seus lábios, tão assustada que ainda estava de que Rachel fosse a pianista.
Rachel sorriu gentilmente antes de falar sem som, Oi, de volta pra Quinn.
Quinn teve que desviar o olhar abruptamente quando ela percebera que os olhos se mantiveram um pouquinho demais nos lábios de Rachel depois que o fantasma da palavra tinha os deixado.
Dando aula em Haverbrook tinha sido o sonho de Quinn por muito tempo. Entretanto, quando ela assinou o contrato, ela não tinha a mínima ideia do que o ano escolar tinha reservado pra ela – mas até agora, tinha sido uma maldita aventura. E tinha acabado de começar.
