Todos a bordo do Pérola Negra. Inclusive a sra. Turner e seu filho. Ninguém de que eu não escrevi entrou a bordo; com exceção de um papagaio que Thomas Wilcock encontrou, e disse que iria ser seu companheiro de palavras bonitas.
- Seu nome vai ser Gutenberg! Johannes Gutenberg! Em homenagem a uma das pessoas mais importantes que acho, o inventor da imprensa! – Declarou Tom.
- Afe, que ri-dí-cu-lo, Tomzinho! Você deveria colocar nomes mais interessantes. Ah, e agora, ainda por cima, vai ensiná-lo a falar! Que perda de tempo... – Comentou Timothy.
- Tim, vá ajudar James. Ele precisa de alguém para ajudá-lo com o almoço. – Respondeu, mal-humorado, o capitão do Pérola. – Vá logo, seu cão sarnento!
- Claro, capitão. Posso chamá-lo só de Jack? – Perguntou Tim de um jeito meloso.
- Só as mulheres mais belas podem me chamar só de Jack, savvy? Não um... Ah, esqueça. – Disse Jack.
Até que aparece uma abelha enorme, no navio. Todos estranham, ninguém espera abelhas no mar. O mais estranho de tudo é que a abelha estava sozinha, correndo atrás de Tom Wilcock.
- Saia daqui, seu artrópode imundo! Volte à sociedade que você mora! – Tom gritou para a abelha.
De nada adiantou, na verdade. A abelha, revoltada com o insulto, deu uma ferroada em Thomas, que deu um berro de horror. A ferroada foi exatamente no pescoço; deixando uma marca no mesmo. Se tivesse outra ao lado da marca, todos jurariam que Tom era um vampiro.
- Deve ter doído. – Disse Jack. – Agora, ao trabalho!
Tim saiu; foi para perto de James Delacour e de Mitch. Tom; massageou o pescoço, onde tinha a marca da abelha, e continuou o trabalho. Jack; foi a sua cabine, onde tinha uma pessoa a sua espera.
- Ora, ora, ora, estava esperando por você, Jack. Sente-se. – Falou Elizabeth.
- Eu que faço as ordens aqui! Eu vou me sentar. E você, Elizabeth, sente-se. – Falou Jack naquele jeito hilário. – O que você quer aqui? Falar comigo ou queria somente me ver?
- Eu sou casada, Jack.
- E?
Elizabeth percebeu que nada adiantaria dizer o quanto amava Will; eram precisos anos para caracterizá-lo. Nem o quanto tinha de paciência com o sr. Sparrow.
- Eu quero saber aonde nós vamos, por que nós vamos e o que você quer neste lugar que nós vamos. – Respondeu ela, finalmente.
- Quantas coisas, não, doçura? Eu quero que isto seja uma surpresa.
- Não quero nada muito arriscado, o meu filho está tripulando!
- Acha que eu não sei? Bem, mudando de assunto, que tal pegar na minha bússola, eim, Lizzie? – Jack deu a sugestão.
Ela sabia exatamente o que queria. Ela queria seu marido, queria ter uma família alegre. Mas ela não queria que o marido criasse tentáculos por querer ficar com a mulher. Isso é uma maldição. Mas isso é melhor do que ele ter morrido. E isso que ela pensava era realmente a verdade.
Jack estranhou a demora e falou para ela:
- Alguém aí?
- Oh, Jack! – Falou ela com lágrimas nos olhos – Eu não agüento mais isto! – Agora ela não conseguiu segurar, já estava chorando.
- Não sabia que depois de ter filhos as pessoas ficavam tão sensíveis assim. – Argumentou Jack. – Pode desabafar, amor. Estou aqui. – Falou de um jeito de que como quisesse tirar a maior fatia do bolo.
- Ah, pare com isso! – Reclamou Liz.
Mas, no final das contas, ela desabafou mesmo. Falou de tudo que ela sentia falta, que queria o marido, que queria ele ao seu lado, vendo o filho crescer; ele já era um grande rapaz e só viu o pai duas vezes. Eu não conhecia o lado ouvinte de você, Jack. Ela falou em voz alta.
- Eu escuto quando quero. Agora, vou ver o que mais desejo, embora eu saiba exatamente o que é. – Pegou a bússola, e viu onde o ponteiro estava indo. Começou a seguir o rumo que a bússola ordenava.
Quando foi perceber, já estava no local onde ele tinha reencontrado Bootstrap, ele mesmo o tinha dado uma garrafa de rum. Na verdade, o que a bússola indicava era isso mesmo: rum.
Próximo de pegar a garrafa, uma mão a tocou ao mesmo tempo. Uma mão gorda, que parecia uma pata.
- Capitão? – Perguntou James; com sotaque.
- James? – Perguntou Jack.
- Ah, é você, capitão. Está aqui faz muito tempo?
- Não.
Elizabeth, que estava calada, indagou:
- Você é Delacour, não é? E, isso é francês, não é? – Ela perguntou mesmo sabendo que a resposta seria exatamente sim.
- Sim, mademoiselle. Eu vim da Frrrança faz muito tempo.
- O que você está fazendo aqui? – Disse Jack, mudando de assunto.
- Orrra, capitão. Estava bebendo. Não está sentindo meu hálito de rrrum?
- Na verdade, estou sentindo. E foi para isso que eu vim até aqui também: para beber. Aceita rum, Elizabeth? – Fez uma reverência. E ela não respondeu. Simplesmente puxou o rum da mão dele, como sempre faz.
- Vocês se conhecem há muito tempo, eim? – Delacour continuou – São namorrrados, coisa assim? Aquele garrroto é filho de vocês?
Ambos caíram na gargalhada. Mas, Delacour estava somente brincando. Deu para perceber no seu tom de voz; ele queria somente uma risada básica.
- Faz muito tempo que eu non vejo pessoas rrrirem tanto. – Falou alegremente James.
- É que essa piada foi muito boa. – Riu Elizabeth. Ele não me conhece mesmo para fazer essa brincadeira. Se ele me visse com meu amor, William... Ah, pare de pensar nele agora. Não é hora de chorar. Já chorei o bastante hoje. Pensou ela.
Nesta hora, entrou Mitch e Tim no local. Estavam conversando, com entusiasmo. Parece que eles ficaram amigos; o engraçado que era amigo mesmo, por parte dos dois – Tim não estava pensando em coisas a mais, o que quero dizer com esta afirmação.
-... Que-ri-do, não sabia que você era tão divertido! Concordamos em tu-do! Menos na parte que eu lhe disse que o capitão e Jake são gatos com G maiúsculo. Olha, quem está por aqui! Jim, Liz e Jack! Capitão Jack, quero dizer. Perdoe-me. – Claro que nem preciso falar quem era que estava falando. – Vocês viram o Tom por aí?
- Non vimos, jovem Wilcock. – Respondeu James.
- Ah, que porcaria. Faz tempos que eu e ele procuramos Thomas. – Falou Mitch, que agora estava mais calmo com o capitão, com o qual teve uma péssima primeira impressão.
Peter reuniu-se também ao grupo.
- Onde está Jake? – Preocupada falou a mãe do jovem Turner.
- Dormindo como pedra. – Respondeu Mitchell Bonny. - Tem mais rum aí?
No dia seguinte, em que todos já tinham bebido rum para o ano todo, acordou o capitão. Ah, hoje é o dia que falo nosso rumo.
- ACORDEM, MARUJOS IMPRESTÁVEIS! Onde está Gibbs?
Todos acordam, e ele relembra: Ah, Gibbs está dormindo aqui também. Todos da tripulação passaram por aqui, com exceção de Jake – que estava dormindo como pedra – e Tom, que com certeza estava com Gutenberg, seu papagaio.
Acordaram todos. Olharam para Jack com cara de "já é de manhã?". Liz estava isolada de onde estavam todos, possivelmente por ser mulher. Estranho, sr. Bonny também estava isolado. Bem, talvez ele seja autista.
- Hoje, conto para vocês aonde vamos. Nós vamos onde tudo o que desejamos está, um lugar onde é bastante longe. Nós iremos a ilha dos Desejos.
Nhá! ;D
Vai ter mais comédia, finalmente, no próximo capítulo. Vai ter muitas mongolices na Ilha dos Desejos ;
E no próximo capítulo também, finalmente o "grande mistério" prometido por mim, desde, acho que o 1º capítulo.
Vou responder aqui a Carlinha Turner!!!!, que não tem cadastro aqui, e, então respondo aqui mesmo.
"Oie...
To
adorando a sua fic...tah mto boa...
mas o Will vai aparecer né?
Eu
amo d+ o Jack mas o Will é um fofo...
ainda vou escrever
uma fic dele e da Lizzie...gente escrevam´,uma fic dos dois pq
eu naum sou mto boa naum!
Fic perfeita parabens posta depressa pq
eu to curiosa..
bjim "
Brigaaada, primeiramente.
Respondendo a pergunta, que todos devem estar pensando "onde estará Will?" Beem, aqui, neste capítulo, falo da falta do Will que a Lizzie sente. E não vou ser má – mesmo que ela mereça um castigo – de não dar o Will para ela. Mas, ele vai aparecer só mais tarde. Talvez, no 5º capítulo. Agora, não vou falar mais nada, pra não estragar surpresas. ;X
E, sinto muito, não pretendo escrever uma fic sobre Will + Elizabeth, porque, para mim, o capitão tem que estar em primeiro lugar! Ele é O CARA, afinal! ;D
Continuem comentando, poooor favooor .
Bjs ;
