Parte 4.

House aproximou-se rapidamente e posicionou-se atrás da mulher; acariciou desde as coxas até os glúteos, sentindo a maciez da pele do local. Ao perceber a nádega direita levemente avermelhada pelas tapas dadas minutos antes, seu membro latejou no ápice de sua excitação, fazendo um gemido involuntário sair de seus lábios. Lisa tremeu com o sedutor som demonstrando desejo emitido pelo infectologista e pôde sentir sua libido escorrer até o exterior de seu sexo. Gregory segurou em seu órgão e roçou-o sobre a genitália da mulher, sentido o quente líquido lubrificar a cabeça de seu pênis. Cuddy gemeu com a provocação e, inesperadamente, ela movimentou o quadril para trás, acabando com a distância e comandando a penetração.

Lisa rebolou provocante ao passo que tentava abafar os gemidos mordendo o assento do sofá enquanto sentia o prazer preenche-la com a sensação do pênis rotando em seu interior. House, com sua libido incontrolável, cerrou os dentes para aprisionar um gemido e deu uma estalada tapa na nádega direita da mulher, permanecendo com a mão sobre o local. A médica bradou em um gemido excitante e movimentou-se para frente e para trás, fazendo o membro dele invadir por completo sua genitália e abandoná-la, deixando apenas a cabeça do órgão em seu interior, penetrando-a em seguida. Gregory mordeu o beiço inferior, e depositou outra tapa, dessa vez na nádega esquerda, deixando a mão sobre o local. Ele agarrou fortemente o quadril da endocrinologista e iniciou ríspidos movimentos os quais imitavam os dela, porém se diferenciavam na intensidade.

Além de guiá-la pelo quadril, Gregory movimentou sua anca em direção oposta à dela; enquanto a mulher ia para frente - de encontro ao homem – ele ia para frente, fazendo o impacto de seus sexos ser mais forte. O som do rude atrito da pele da nádega da médica com abdômen do infectologista inundou o ambiente juntamente com os altos gemidos denunciando intenso prazer. Devido à velocidade exercida por ambos no ato, o pênis escapou da genitália da endocrinologista, levando-a a emitir um protesto sussurrado pela dor provocada pelo atrito da cabeça do membro sobre a vulva.

House, sentindo-se culpado, segurou seu próprio sexo e roçou levemente sobre o da mulher. Não queria parar, porém machucá-la era seu último desejo. Ao comando dele, a cabeça do pênis acariciava desde a entrada da genitália da médica até o clitóris, fazendo-a gemer descompassada. O quente líquido o qual escorria dela denunciou sua excitação ao entrar em contato com o membro ereto do infectologista, despertando sua incontrolável libido. Lisa gemeu e empurrou o quadril para trás a fim de tê-lo dentro de si, no entanto o infectologista recuou com um sorriso. Ainda com seu órgão em mãos, Gregory deu leves batidas com seu sexo sobre o dela, levando-a a emitir provocantes gemidos.

Agarrando-a pelo quadril, House virou-a para que ficassem frente a frente e empurrou-a levemente até o sofá - agora com a cabeça dela direcionada para o encosto do estofado - fazendo-a deitar-se novamente sobre o braço do móvel. Ele aproximou-se da mulher e debruçou-se sobre a mesma a fim de tocá-la ambos os seios; seus polegares brincaram com os mamilos rijos enquanto a médica suspirava com o contato. O infectologista desceu as duas mãos simultaneamente, percorrendo todo o corpo de Cuddy até o quadril, local o qual apertou sensualmente. Lisa colocou os braços para cima de sua cabeça, abriu as pernas e envolveu-o com essas; a nova posição possibilitou a visão do sexo completamente vulnerável e com a excitação visivelmente corrente, levando Gregory a contemplar e enlouquecer com a imagem.

A endocrinologista sorriu com a expressão de desejo demonstrada pelo médico; sensualmente, agarrou a raiz do pênis dele e iniciou leves movimentos, masturbando-o enquanto aproximava-o de seu sexo. Com um olhar malicioso, Lisa deu suaves batidas em sua genitália com o órgão, imitando o gesto anterior do infectologista. Gregory riu e fechou os olhos para aproveitar a deliciosa sensação de ter seu membro sendo coordenado em uma libidinosa incitação do clitóris da mulher. Cuddy levou a mão direita até seu seio esquerdo e massageou-o vagarosamente ao passo que guiava o pênis numa excitante penetração causadora de um longo e prazeroso gemido em ambos.

Gregory inclinou a cabeça para trás e abriu a boca, arfando a sensação do quente líquido dela abraçar seu sexo enquanto esse a invadia. Lisa soltou o pênis e agarrou o quadril do homem com a mão esquerda, cravando suas unhas no local e puxando-o para perto em uma suplica silenciosa pela penetração completa. House introduziu todo o seu membro na genitália dela lentamente; quando sentiu seu escroto colidir com a sensível pele da nádega da médica, ele recuou para, em seguida, possuí-la novamente. Os movimentos intensificaram-se gradativamente, assim como os gemidos nascentes nas cordas vocais de ambos. Cuddy soltou a anca do infectologista e levou a mão livre até seu clitóris, permanecendo com a direita ainda sobre o seio- massageando-o; na clitóride, o indicador e o dedo médio trabalhavam juntos na masturbação a qual demonstrava o desejo exacerbado da endocrinologista pelo gozo.

Mordendo o lábio inferior e fitando a expressão de prazer na face da mulher, House aumentou a intensidade de seus movimentos; seu membro penetrava-a por completo até o atrito de suas peles e abandonava-a em seguida, permanecendo apenas com a cabeça do pênis no interior da endocrinologista. Cuddy gemeu alto ao sentir os involuntários espasmos nascerem em seu interior; sua boca ressecou e sua única reação diante daquelas libidinosas sensações foi cerrar os dentes e apertar seus próprios seios. Gregory conhecia aquele semblante e, feliz por ainda reconhecê-lo, ampliou a velocidade de seus movimentos, fazendo o som do líquido roçando nos sexos superar a sonoridade causada pelo atrito de seu escroto sobre a nádega dela.

Percebendo um singelo tremor em suas pernas, Lisa fechou os olhos e emitiu um alto brado de prazer ao sentir a onda libidinosa alastra-se por todo seu corpo e escorrer pelo sexo através do delicioso gozo. House apreciou a sensação do líquido viscoso e quente descer por toda extensão de se pênis, fazendo-o latejar de tesão. Um cansaço invadiu a mulher, despertando-a o desejo de relaxar, no entanto, ao enxergar o desejo nos olhos do homem, notou sua fadiga ser substituída por uma disposição incontrolável despertando nela o anseio de proporcionar à ele um orgasmo tão delicioso quanto o seu.

Cuddy desceu do braço do sofá quase com um pulo, segurou os ombros de House e empurrou-o para o sofá; o mesmo caiu sentado sobre o acento do móvel e sorriu diante da tentativa de ser violenta da mulher. A endocrinologista deu as costas ao homem, abriu bem as pernas e flexionou-as um pouco como se fosse sentar nas coxas dele, porém parando no ar. Ela segurou o pênis do médico, posicionou-o exatamente na direção do seu próprio sexo e abaixou, sentindo-o invadi-la por completo. Gregory soltou um longe gemido o qual aumentava o timbre a cada centímetro que adentrava na úmida genitália; ele segurou os seios da médica e apertou-os, podendo notar os mamilos rijos roçarem sobre a palma de sua mão. Lisa descansou seus punhos sobre suas próprias coxas e fixou os dedos sobre os joelhos; apoiando-se sobre esses, a médica subiu com o corpo, diminuindo a flexão das pernas, e sentou novamente comandando, assim, a provocante penetração.

House desceu a mão direita do seio da mulher até o sexo da mesma, onde levou seus hábeis dedos até o clitóris e incitou-os rapidamente. Lisa sentiu um leve incômodo no início; sua clitóride já estava um pouco dolorida pelas ações anteriores, porém depois de segundos o tesão daquela masturbação nasceu, revigorando a médica. Ainda apoiando-se sobre seus joelhos, Cuddy levantou e desceu seu corpo velozmente; a cada movimento de subir e descer da mesma proporcionava deliciosas ondas de prazer no infectologista. Gregory fechou os olhos, segurou no quadril dela e ajudou-a, erguendo-a e abaixando-a pela anca a fim de controlar a penetração. Ele estava completamente excitado, e essa libido era visível pelo latejar do seu membro no interior da endocrinologista, pressionando levemente a parede interior de sua genitália e incentivando-a a deslocar-se com mais veemência.

House cerrou os dentes e soltou um gemido abafado ao sentir seu pênis sendo pressionado por cada anel vaginal na veloz penetração a qual ainda contava com a presença do quente gozo da mulher misturado ao líquido lubrificante ainda expelido pela genitália da mesma. Lisa parou de mexer-se e sentou sobre o membro - deixando-se ser invadida por completo - e rebolou sobre o mesmo, tirando do infectologista um brado de prazer com o ato; ela sorriu com a reação do médico. Gregory guiou-a em um ligeiro bambolear e, em seguida, voltou a erguê-la e abaixá-la; os movimentos feitos por ela e incentivados pelo homem aumentaram gradativamente até atingir a velocidade máxima conseguida por ambos.

Cuddy sentiu o homem segurá-la pela anca e puxá-la para seu lado, sentando-a no sofá e levantando do móvel simultaneamente; sem compreender a surpreendente ação, ela continuou com as pernas abertas esperando a invasão do espesso membro, no entanto essa não ocorreu. Ao contrário do suposto, House não a penetrou, mas agarrou seu próprio pênis com a mão direita e iniciou leves movimentos desde a raiz desse até a cabeça – local onde ele apertava. A endocrinologista sorriu confusa com o ato e abriu a boca para questionar o porquê daquilo, porém antes mesmo de emitir qualquer som foi interrompida pela voz repleta de tesão do médico.

- Posso marcar você? – Indagou com um sorriso malicioso. – Nostalgia aos velhos tempos...

Lisa riu e mordeu o lábio inferior numa atitude muito mais sensual do que o programado pela mesma.

- Não acha que a marca feita no passado se arraigou tanto em meu corpo ao ponto de permanecer, mesmo escondida, até hoje em mim? – Respondeu com outra pergunta fitando-o intensamente nos olhos.

- Então me deixe marcar novamente... Só como uma certeza de que pelo menos nos próximos vinte anos você não vai esquecer-se de mim... – Falou ainda masturbando-se em movimentos leves.

Cuddy desviou o olhar e observou o membro dele sendo onanizado; a vermelha cabeça do órgão continuava tão hipnotizante quanto se lembrava e a veia dorsal do pênis estava intumescida devido à excitação do médico. Ainda contemplando a cena, ela respondeu:

- Impossível esquecer... Eu vou sempre me lembrar de você, Greg. – Encarou-o. – O tempo não cura tudo, afinal...

House esticou a mão esquerda para mulher, quem a segurou. Soltando seu próprio sexo, ele utilizou os dois braços para abraçá-la; Lisa sorriu com o inesperado ato e permaneceu naquela posição, apenas aproveitando a proximidade e o cheiro tão maravilhoso emanado por ele. Gregory mordiscou o ombro da médica, podendo sentir o salgado sabor do suor sobre a macia pele e afastou-se para beijá-la nos lábios. Finalizado o ósculo, Cuddy sentou no sofá e apalpou os seios; o infectologista levou as mãos novamente ao membro, massageando-o levemente ao deduzir onde aquilo terminaria. Lisa colocou as duas pernas sobre o móvel, ajoelhando no assento, e afastou as mamas uma da outra, formando um espaço entre elas; o médico sorriu e aproximou-se para colocar seu órgão entre os seios.

Mordendo o lábio inferior, com um sorriso de lado e fitando o órgão, a endocrinologista abriu as mãos, colocando as palmas sobre a lateral dos seios e pressionou-os um contra o outro, premendo o pênis e, em conseqüência fazendo seu clitóris intumescido pulsar como se bradasse de tesão. A sensível pele do membro pôde contemplar a macia mama comprimindo-o e os minúsculos pêlos os quais cobriam essa região, despertou uma singela cócega no falo. Tentado devido à visão dos rijos mamilos excitados com o contato, House forçou seu quadril para frente e para trás, iniciando movimentos rápidos e deliciando-se com sensação de penetrar entre os seios – tão desejados "gêmeos" – como fizera minutos antes na quente, úmida, apertada e libidinosa genitália.

Gregory afastou o órgão do meio dos seios e aproximou seu meato do mamilo, umedecendo o bico do peito direito dela com sua lubrificação a qual escorria pelo orifício de seu órgão. Lisa sorriu ao perceber o líquido molhá-la e, a fim de provocá-lo, ela segurou na parte de baixo da mama e ergueu-a o mais alto possível; o homem fitou-a intensamente. Continuando sua sensual atitude, a médica pôs a língua para fora, inclinou a cabeça para esquerda e abaixou-a, podendo enfim lamber seu próprio mamilo. House gemeu ao contemplá-la e apertou seu sexo, masturbando-o velozmente.

Lisa continuou sua sensual brincadeira, no entanto trocou de seio e lambiscou o mamilo esquerdo. Excitado, o homem apenas aumentou a velocidade de seus movimentos sem tirar os olhos da mulher. House cerrou os dentes ao sentir seu órgão latejando em sua mão e uma espécie de corrente elétrica percorreu todo o seu corpo em um espasmo rápido o qual empurrou o gozo em forma de um intenso jato para o exterior do pulsante membro. O deleite jorrou tão forte quanto a energia das águas de uma perigosa correnteza, atingindo a pele existente no espaço entre as mamas da médica e escorreu lenta e sensualmente pela barriga até o umbigo dela. Cuddy sorriu, passou a mão por toda extensão sórdida, tentado limpar-se.

- Okay... – Falou rindo. – Preciso de um banho! – Concluiu levantando do sofá com a palma da mão direita virada para cima, afim de não deixar o gozo cair no chão.

House sentou no móvel e fechou os olhos para tentar conter sua respiração descompassada. Lisa colocou a mão esquerda na cintura e fitou-o boquiaberta com a pirraça.

- O que foi? – Indagou ao abrir os olhos e perceber a raiva da face da endocrinologista. - Pode ir... Eu vou tomar fôlego antes! – Sorriu maliciosamente. – Uma mulher baixinha com os gêmeos mais safados e travessos que já conheci esgotou comigo, sabe?

Cuddy riu divertida com a brincadeira e sentiu-se poderosa por ainda saber cansá-lo com um prazeroso sexo, no entanto logo o sorriso desapareceu dando espaço a uma expressão estranha; ela continuou imóvel e fitando-o como se esperasse algo.

- O que foi? - O homem indagou. - Esse loft ia ser seu... Você conhece o caminho do banheiro... Pode ir! – Sorriu sacana.

- Ei! – Reprovou o argumento com uma leve tapa no ombro do mesmo. - Eu preciso que vá comigo e me diga onde tem toalha! – Sentou na coxa esquerda dele, abraçando-o e depositando um singelo beijo nos lábios do médico; a mão continuou erguida para não sujar o imóvel.

- Não, Lisa... – Falou com a voz embargada de preguiça enquanto fungava no pescoço dela. – Eu não quero! Vai você... Eu estou cansado. – Fechou os olhos e apoiou a cabeça no encosto do sofá.

- Esse é o mesmo homem quem acusou o Lucas de fraco... – Provocou-o, fazendo-o rir. - Que ele era de mer...

Lisa não conseguiu concluir, pois logo sentiu o médico erguendo-a e carregando-a até o banheiro. Uma gota do gozo, agora já frio, pingou sobre o estofado do sofá.

- Greg, cuidado! – Disse fechando a mão a fim de não sujar mais nada e agarrou-se com mais força ao pescoço dele para não cair.

A perna do homem latejou; o esforço antes feito no prazeroso sexo juntamente com o peso da mulher sobre seus braços cansou o músculo da coxa, no entanto House não perderia a honra de carregá-la até o banheiro para banhá-la como sempre sonhou. Nunca se desculpou por não ter ligado vinte anos antes; mesmo longe eles poderiam dar um jeito de continuarem juntos, mas sua ignorância sempre o cegou quando se tratava de sentimento... Talvez, se tivesse dado um único telefonema, poderia ter lavado-a diversas vezes em duas décadas e, dependendo se seus anseios, banharia ela por mais dois decênios.

Fim da Parte 4.