Conseqüências

Obs 1: Saint Seiya não me pertence, como todos devem saber. Por ser um fic de Universo Alternativo os personagens deverão sofrer algumas alterações em suas personalidades.

Obs 2: o nome Carlo designado a Máscara da Morte foi originalmente criado pela Pipe. Todos os créditos à ela.

Obs 3: Este é um fic dedicado especialmente à uma grande pessoa. À uma amiga de todas as horas, batalhadora, sincera e que sempre procura ajudar em todos o momentos. Acredito que não é necessário uma data comemorativa para dedicarmos algo feito de coração à uma pessoa especial. Valeu Nehe-chan \o/

Obs 4: O casal principal dessa história é Milo e Aiolia. Eu sei bem que existem leitores que simplesmente não aceitam o Milo com outro cavaleiro que não seja o Kamus. Mas, EU sou a favor dos casais alternativos e amo ver Milo e Aiolia juntos, principalmente porque na MINHA opinião, são os dois cavaleiros mais putos do santuário. Portanto, se você não gosta de ver o Milo com o outro, por favor não leia para depois ficar me enchendo a paciência. Agora se você está aberto a novas experiências, leia e comente. Sem flame! Obrigada! E boa leitura!

4

Aos poucos, Mac retomava a consciência. Vozes exaltadas soavam no ambiente. A discussão calorosa motivou-o a manter os olhos fechados, até que pudesse se localizar e identificar as pessoas ao seu redor.

- Droga! Eu disse para deixá-lo descansar – dizia a voz mais fina. – Assustá-lo a ponto de fazê-lo desmaiar foi muita inabilidade de sua parte.

Shaka Virgo. Foi um alívio reconhecer aquela voz. Poderia alguém, que cuidara com tanto esmero de seu ferimento, ser uma ameaça? Mac não acreditava em tal possibilidade. Ainda fingindo estar inconsciente, tentou imaginar quanto tempo ficara desmaiado. Estava deitado numa cama, na certa no quarto de Shaka. E o bom homem, por sua vez, encontrava-se sentado na beirada do colchão.

O som de passos sobre o tapete avisavam-no de que havia outra pessoa ali. Alguém mais forte que Shaka.

- Sei disso. Apenas me diga se ele vai ficar bem.

Mac já havia escutado aquela voz antes. Num beco... À noite... Aiolia Leon. Esforçando-se, lutou para controlar o súbito arrepio.

"O único motivo de não estar morto é porque os nossos amigos esperam que eu cuide disso." As últimas palavras de Aiolia ecoavam em sua mente, provocando-lhe pânico.

- Como vou saber?! – esbravejou Shaka, e Mac sentiu os dedos frios do rapaz verificando-lhe a pulsação do pescoço. – Ele está desacordado há horas, e não sou... – Parou de forma abrupta e fitou o enfermo. – Mac?

Fora descoberto. Com extrema lentidão, ele abriu os olhos, encontrando a expressão apreensiva de Shaka. Em seguida, focalizou o rosto enigmático de Aiolia, que logo percebeu o brilho de pavor estampado nos olhos de Mac. Porém, o loiro não desviou o olhar. Pelo contrário, continuou encarando o ruivo.

Mais uma vez, Aiolia admirou sua coragem. Na última conversa que tiveram, ele lhe dissera o bastante para desesperá-lo; ainda assim, Mac parecia determinado a não se deixar intimidar. A tentação de revelar toda a verdade sobre si mesmo fora quase irresistível.

- Você deveria ter esperado alguns minutos antes de desmaiar em meus braços. – comentou Aiolia, num tom sarcástico.

- Aiolia, contenha-se! – advertiu Shaka.

- Preciso conversar com ele. – O ruivo encarou o amigo. – A sós.

- Oh, está bem. – Shaka não escondeu seu descontentamento. Bateu de leve no braço de Mac, demonstrando solidariedade. – Mas já vou lhe avisando, Aiolia Leon, não o aborreça de novo.

- Farei o possível. – Ele sorriu, irônico.

Quando Shaka saiu do quarto, Mac sentou-se na cama, recostando-se nos travesseiros. Através da janela, pôde observar o sol forte do meio-dia, que invadia o dormitório. Portanto, havia ficado inconsciente por horas. – Quer me dizer algo importante?

- Tem certeza de que está pronto para ouvir? – Aiolia franziu as sobrancelhas.

- Ora, se vou ser assassinado, meu último desejo é saber todos os detalhes. – o loiro grunhiu.

- Droga! Não vou matá-lo. Será que não percebeu ainda? – grunhiu de volta.

Surpreso, Mac teve aquela tão familiar sensação de alívio. Por que insistia em confiar naquele homem? – Não mesmo? – Ele tomou cuidado para não deixar transparecer o medo em sua voz. – Se bem me lembro, você foi bastante específico sobre a tarefa que lhe confiaram.

- Receber uma tarefa é uma coisa. Executá-la é outra. – bufou.

- Você precisa usar esses termos? – Mac fez um biquinho de contrariedade.

Soltando um profundo suspiro, Aiolia deu alguns passos pelo quarto. – Olhe, não vou machucá-lo.

- Mas você disse...

- Disse que eles esperam que eu o faça. – interrompeu o loiro.

- Então acho que perdi o fio da meada. – suspirou.

- A menos que exista uma boa razão, não pretendo fazer o que é esperado! – Quanto a isso, Aiolia não tinha dúvidas.

- Entendo...

- Verdade? – Aiolia foi até a porta e apoiou-se no batente com as duas mãos. - Eu agradeceria se você mantivesse em segredo aquela nossa conversa. Não costumo publicar nos jornais todos os meus atos.

Haveria um certo humor naquele comentário? Não, impossível, refletia Mac. – Por isso me trouxe aqui a noite passada?

Essa atitude cuidadosa justifica o fato de ele querer evitar uma fuga inesperada. Não poderia permitir que uma pessoa supostamente morta voltasse às ruas sã e salva. – Eu sabia que você era esperto.

- E se nossos amigos descobrirem que você não resolveu o problema, ou seja, não me eliminou? Com certeza, irão se revoltar.

Hesitando, Aiolia tentou avaliar aquelas palavras. – É bem provável.

- O que coloca você em perigo, certo? – o loiro continuou, revelando, aos poucos, seu raciocínio. – Portanto, quando mais cedo me libertar, melhor será para nós dois.

Aiolia fitava-o, perplexo, como se ele estivesse segurando uma granada pronta para explodir. – Não pretendo soltá-lo, até descobrir quem você é.

Nesse momento, Mac compreendeu parte do problema. A outra parte prometia transformar-se num enorme desastre.

- Bem, nesse caso – prosseguiu o loiro. – já que minha memória não está cooperando, talvez devêssemos procurar minha bolsa. – Escorregou as pernas para fora da cama. Após o descanso forçado, sentia-se firme e equilibrado.

- Aonde pensa que vai?

- De volta ao ponto de partida. – O tom determinado indicava uma resposta óbvia. – Por quê?

- Acredita que Shaka vai deixá-lo sair depois do que aconteceu? Meu Zeus, garoto, você ficou inconsciente durante horas, ainda está em recuperação...

A expressão de divertimento aflorou nos olhos de Mac. – Não me diga que está preocupado com meu bem estar, Aiolia Leon!

- Claro que não. Estou preocupado comigo mesmo. Você vai ficar aqui. Se alguém tem que ir atrás daquela droga de bolsa, esse alguém sou eu. – bufou.

Sentindo que deveria ser mais convincente, Mac levantou-se. Mas a fraqueza impediu-o de realizar seu intento. Apoiou a mão na parede, esperando que passasse aquele mal-estar. – Eu vou, Aiolia. Por favor, não tente me impedir.

Contrariá-lo seria uma grande perda de tempo; entretanto, tentaria fazê-lo mudar de idéia. Sem aqueles sapatos ridículos, Mac era bem menor do que ele imaginara. De estatura baixa e vestindo a calça larga de Shaka, ele parecia indefeso, porém ninguém ousaria desafiar sua determinação e autoconfiança.

- Pode ser muito perigoso, Mac. Você está muito fraco para sair. É mais prudente descansar e recuperar a energia para enfrentar os problemas que poderão surgir.

No canto dos lábios rosados formou-se um sorriso cínico. – Quão perigosos eles podem ser?

Seria melhor não resistir, apesar do estado delicado em que o loiro se encontrava. Talvez fosse aconselhável levá-lo consigo, ponderava Aiolia. Ao menos o manteria sob controle, pois, se o deixasse sozinho na casa de Shaka, Mac não perderia a oportunidade de fugir.

Além disso, ele começava a causar-lhe efeitos perturbadores. Quanto mais rápido descobrisse a real identidade de Mac, mais depressa Aiolia se veria livre do belo jovem misterioso.

O caminho de volta àquela rua poderia reavivar-lhe a memória. Aliás, ele seria de muita utilidade; afinal, Aiolia precisava de toda ajuda possível.

Entretanto, apesar das alternativas, Leon sabia não ser de bom senso voltar àquele beco. Ambos corriam o risco de morrer.

A discussão foi interrompida por um ruído estranho vindo das escadas. Aiolia atravessou o quarto e abriu uma gaveta da cômoda, de onde tirou uma arma. Prendendo-a nas costas, sob a cintura da calça jeans, virou-se para Mac. – Creio que não vai adiantar se eu lhe pedir para ficar no quarto, certo?

- Certo, Leon. Não vai adiantar nada. – Mac deu um sorrisinho para o ruivo.

- Fique atrás de mim – murmurou o outro. Entendeu?

Mac obedeceu. Mas, espantado com a própria reação achou bem natural correr tal risco. Mesmo com o coração em disparada, ele o seguiu pela escadaria. Seus instintos estavam alertas para qualquer eventualidade.

Próximos à sala, Mac pôde ouvir a voz de Shaka que conversava em voz baixa. O visitante também sussurrava, mas foi fácil distinguir a voz jovem e masculina. Vendo que Aiolia relaxava, o loiro respirou fundo, acalmando-se.

Ainda atrás de Aiolia, Mac entrou no aposento, avistando Shaka diante de um adolescente baixote e magrelo. Ao vê-los, ambos pararam de falar.

- Bem... – disse Shaka, observando Mac. – Vejo que Aiolia conseguiu mantê-lo intacto dessa vez. Ou talvez você tenha aprendido a sobreviver.

- Um pouco de cada um, eu creio. – Mac suspirou.

- Bom garoto. – elogiou Shaka, voltando-se para Aiolia. – Seu amigo... – disse, indicando o adolescente. – tem algo a lhe dizer. Vou deixar que conversem à vontade.

Assim que Shaka saiu da sala, Mac percebeu que o jovem o fitava da cabeça aos pés. Ele devia estar na faixa dos quinze anos. Porém, a julgar pelo modo como o observava, o garoto queria mostrar-se adulto. Descontraído, soltou um suspiro de apreciação.

Colocando o braço ao redor do pescoço do adolescente, Aiolia simulou um golpe de caratê. Mac notou logo a afeição entre os dois.

- Seiya-chan tem quatorze anos, mas se comporta como se tivesse trinta. – explicou Aiolia, querendo desculpá-lo. – Às vezes, se esquece das boas maneiras.

Irritado com o comentário, o garoto fazia uma careta de desagrado. – Não me chame de Seiya-chan.

- Então, comporte-se – ordenou Aiolia, num tom paternal.

Seria filho de Leon?, imaginava Mac, descartando a hipótese em seguida. A tonalidade da pele de ambos e os traços do rosto eram diferentes. Contudo, Aiolia o tratava com a familiaridade de um parente. Ou, de um ente querido a quem dedicava um carinho especial.

- Não ligue para Aiolia. – disse Mac. – Ele tem o péssimo hábito de dar nomes inadequados às pessoas. Como você prefere ser chamado?

As faces do garoto coraram. – Seiya.

- Muito prazer, Seiya. – apresentou-se o loiro, mostrando-se compreensivo e amigável. – Meu nome é Mac.

Seiya tirou a mão do bolso da jaqueta e cumprimentou o outro. – Olá.

- Seu nariz continua "limpo", garoto? – perguntou Aiolia.

Desviando o olhar de Mac, Seiya fez um gesto impaciente, indicando a contrariedade por ser chamado de garoto. – Claro.

Aquela resposta não convenceu nem a Mac. De forma displicente, Aiolia encostou-se na parede. O movimento foi casual, mas estava evidente que a postura atenta ainda prevalecia.

- Lembra-se do que conversamos? – prosseguiu Leon.

- Lembro. – Seiya deu de ombros.

- Sem drogas? Não quero ser chamado para reconhecer seu corpo no hospital! – grunhiu o ruivo.

- Não... – Seiya interrompeu-se e fitou Mac. – Não enche! Exclamou com toda a sua indignidade juvenil. – Se quiser, pode verificar.

Aiolia assentiu, satisfeito. – Sem gangues?

As feições do menino se tornaram sérias. – Estou "limpo", Aiolia.

Aiolia duvidou, e Mac percebeu que ele sedesapontara com o garoto. Os músculos do rosto endureceram e, por mais que desejasse, Leon não conseguia disfarçar a frustração.

Foi com desagrado que Mac se perguntou como era capaz de traduzir os sentimentos daquele homem.

- Você tem informações para me dar? – Aiolia indagou a Seiya.

- Tenho. – Ficou claro que Seiya tentava fazer as pazes. – Andei perguntando por aí se alguém havia visto uma... mulher... diferente percorrendo a área.

Cruzando os braços, indignado, Aiolia lançou um olhar fulminante que faria qualquer homem fugir amedrontado. – Eu lhe pedi que ouvisse, e não que perguntasse, não foi? Quando vai parar de correr riscos desnecessários, Seiya?

A revolta no rosto do rapaz fora evidente, mas havia um quê de fragilidade que o fazia parecer mais jovem e indefeso. – Fui cuidadoso, Aiolia. Eu juro.

- Errado. – interrompeu Leon. – Se tivesse sido cuidadoso, teria seguido minhas instruções.

- Só estava tentando ajudar! – Seiya disse indignado.

- Quer me ajudar? – grunhiu. – Então faça o que eu mando!

Colocando as mãos nos bolsos da jaqueta, o garoto ergueu os ombros numa atitude defensiva.

Passando os dedos entre os cabelos, Aiolia aproximou-se de Seiya e tocou-lhe o ombro. – Tudo bem. – disse o ruivo, para amenizar a tensão. – Diga-me o que descobriu.

Por um momento, Seiya pareceu não ter nenhuma informação. Mac notou a apreensão de Aiolia com relação ao adolescente, mas duvidava que este percebesse tal preocupação. O loiro imaginava se Leon tinha consciência de que suas ações revelavam as próprias fraquezas e emoções.

- Andam dizendo pelas ruas... – Seiya hesitou e encarou Mac – que uma "mulher" parecida com ele está sendo procurada por prostituição.

Aiolia notou quando Mac enrijeceu o corpo. Ele começava a descobrir que, talvez, aquele desconhecido não se importava com a possibilidade de ser prostituto. Na verdade, o próprio Leon também não se importava. – Conseguiu algum nome?

- Não, sinto muito. – respondeu Seiya.

- Ao menos, você teve o bom senso de não perguntar. – murmurou Aiolia. – Algo mais?

- Sim. Faz alguns dias que "ela" vem tratando de "negócios" pelas redondezas. – murmurou o garoto.

Era mais uma peça daquele complicado quebra-cabeça. Seria possível? Mac poderia ser um garoto de programa. Mas ele não se sentia como tal. Entretanto, como um homem com essa profissão deveria se sentir?

O desespero invadiu o loiro, o impulso de voltar àquela rua e procurar mais pistas foi tão forte, que Mac precisou unir todas as forças para se conter e não sair correndo porta afora.

Aiolia ouvira mais do que desejava. A incontrolável necessidade de aplacar o desespero de Mac surpreendeu-o.

- E com relação ao acontecido na noite passada? – perguntou o ruivo, tentando mudar de assunto. – Ouviu rumores sobre isso?

- Parece que aqueles homens não ficaram muito satisfeitos. – Seiya abaixou o tom de voz.

- Por quê? – Aiolia estreitou os olhos.

- Porque... – Seiya abaixou ainda mais o tom de voz. – a transação foi descoberta.

- Eles devem saber... – murmura Aiolia com sarcasmo. – se eu tivesse feito meu trabalho, a transação jamais seria descoberta.

Isso era o que ele mais temia. Aiolia viu a palidez no rosto de Mac. Aflito, passou a mão sobre o queixo. O tempo estava correndo. Descobrir a identidade de Mac tornou-se vital. No momento, ele encontrava-se a salvo, mas não identificado.

- O que mais?

Balançando a cabeça, Seiya pareceu preocupado. – Fiz tudo direito, Aiolia?

- Sim, você foi ótimo. – o ruivo soltou um suspirou de desapontamento.

- Quer que eu continue investigando? – As feições do garoto tomaram um novo brilho.

- Não! – apressou-se Aiolia. – Já fez o bastante. – Num movimento carinhoso, o ruivo passou o braço ao redor do ombro de Seiya. – Agora, quero que tome conta de Shaka. Está bem?

- Conte comigo. – assegurou Seiya, embora tentasse esconder que o prazer de recuperar a confiança de Aiolia era imenso.

- Não deixe que nada de mal aconteça à nosso amigo. – o ruivo conseguiu sorrir levemente dessa vez.

- Vou cuidar dele. Não se preocupe, Aiolia. – Antes de dirigir-se aos fundos da casa à procura de Shaka, Seiya voltou-se a Mac. – Eu... Aqueles homens não sabem o que estão falando. Não ligue para os comentários. Ninguém pode provar nada. Fique tranqüilo. Aiolia vai resolver tudo.

Com esforço, Mac disfarçou o medo. – Obrigado pelo encorajamento. – disse ele, com voz rouca.

O cuidado do garoto o emocionou. Seiya fazia um grande esforçou para manter-se longe das ruas, evitando confusões, e ainda tinha a capacidade de consolá-lo.

- Claro – disse Seiya. – Sem problemas.

Onde estaria a família dele?, Indagava-se Mac, vendo-o se retirar. E por que o abandonaram? Reavaliando a idade de Seiya, ele chegava à conclusão de que o garoto não aparentava trinta anos, mas sim uns cento e trinta. Naqueles dezesseis anos de vida, através de seu ar tristonho e melancólico, notavam-se os reflexos de uma vida turbulenta, testemunhando as maiores atrocidades do mundo.

Os problemas de Mac tornavam-se ínfimos comparados aos do rapaz.

Embora Aiolia dissimulasse, Mac sabia o quanto ele amava aquele jovem. Havia certa firmeza na maneira dele tratar Seiya. Porém, por trás da disciplina e da expectativa, existia um poderoso vínculo entre os dois. Com certeza, Aiolia não tinha consciência dessa ligação.

Continua...

Ok. Deixe-me explicar uma coisa antes de tudo. Muitos me perguntaram "O que diabos o Seiya está fazendo no meio dessa história?", então sinto-me na obrigação de explicar. Eu queria que o Aiolia cuidasse de um adolescente... que tivesse sido como ele na infância. Ok, pensei em todos os 5 de bronze e o que melhor encaixou foi o Seiya. Claro que eu fiquei numa dúvida cruel sobre colocá-lo ou não na história. Ta certo que ele é um chato de galocha no anime, mas não significa que nesse fic ele será assim. A personalidade dele será diferente, é por isso que a história é um U.A.

Enfim, com Seiya ou sem Seiya, espero que tenham gostado do capítulo e que plz, não desistam da história. Opiniões, sugestões, críticas e reclamações serão bem-vindas. Então plz, mandem review. Não se esqueçam de que: Dedinhos Felizes Digitam Mais Rápido! -

Agradecimentos à: Youko Estressada, Pure-Petit Cat, Saga de Pijama, Aya-chan, P-Shurete, Yuki Tinuviel, Virgo no Áries e principalmente à Akane M.A.S.T. pela betagem! Adoro todos vocês \o/

Beijos e até o próximo capítulo \o Muk-chan \o//