Capitulo III
"Será que estavam todos a ficar malucos?"

Ok, acho que agora passou das marcas, uma coisa é um velho a dizer que acredita em historias e contos de fada, outra coisa é um puto de 16 anos a afirmar que é um lobisomem. O rapaz estava mesmo maluquinho da cabeçinha. Talvez o pai do Seth me possa emprestar o carro e assim posso leva-lo já a um hospital e lá indicarem-me uma boa clinica para este miudo. Ele não está bom, não... não.
O Sam ser o lider de uma alcateia, de risos só de imaginar.
Peguei no braço de Embry e começei a arrastá-lo para fora da minha "oficina".
- Hey o que estás a fazer?
- A tentar salvar um pouco a tua dignidade.
- Jakkkkkkkkeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!! – Gritava Embry enquanto era arrastado por mim. Rapaz chato, fogo, não podia só estar calado?
- SETH!! – Gritei
- O que foi? – Perguntou enquanto corria na nossa direcção com o Quil atrás. – Que se passa? – perguntou a olhar para o Embry.
- Pergunta aqui ao nosso amigo.
- O que se passa?
Embry suspirou.
- O pai do Jake tem razão, existem lobos mesmo, o Sam é o lider. Eu já me transformei e vocês os três podem ser os proximos.
Ficámos os três a olhar para ele especados... a serio, aquilo era mesmo um caso grave. Quil e Seth começaram às gargalhadas e Quil começou a imitar um cãozinho (aquilo era tudo menos um lobo, acreditem em mim) a uivar.
- Embry, tens de te ir tratar.
- Eu só não me transformo aqui, porque às vezes não medimos as nossas forças – Claro, agora tambem deu para beber? – não pensamos como humanos – Ele nesta altura não pensava como um humano, pelo menos no seu estado normal – damos prioridade aos instintos dos lobos, não vos quero magoar.
- Embry!! – exclamei – Os.Lobisomens.Não.Existem – Disse eu muito calmamente como se estivesse a falar com um débil mental. E não era com uma pessoa assim que eu estava a falar? Ele não podia estar no melhor estado mental! Não que ele alguma vez tivesse sido completamente são... mas agora estava pior do que nunca! O meu pai era mesmo uma má influencia para as crianças. Suspirei.
- Bolas, Jake! – Disse Embry tirando a minha mão do braço dele, bolas... estava quentissimo! – Eu pensava que vocês eram meus amigos! Pensava que podia contar com vocês para um momento um pouco mau e estranho da minha vida! Mas já vi que estava completamente errado! Até depois. – Disse começando a correr para o lado da floresta. Olhei para Quil e depois para o Seth, por uns momentos ainda pensei que o Embry poderia estar a falar a serio, e que eu , Quil e Seth poderiamos ser os proximos a transformar. Ok, agora eu que estava a ficar demente... abanei a cabeça para afastar aquele pensamento. Os outros dois estavam a olhar para a direcção em que Embry tinha desaparecido, meu Deus como é que ele corria tão rapido? Tive a sensação que por momentos tambem eles pensaram na hipotese dele ser mesmo um lobisomem, mas abandonaram tambem logo no minuto a seguir a ideia. Não era mesmo possivel que aquilo fosse verdade! Pois não?! Ok Jake não fiques tu também pirado! Dizia para mim enquanto abanava a cabeça.
- Aquilo que ele disse não pode ser verdade….Pois não?! – perguntou Seth expondo as nossas dúvidas em voz alta.
- Oh vá lá! Lobisomens?! Por amor de todos os santos! Claro que não é verdade! – exclamei, mas nem eu estava completamente seguro disso. Tentei esboçar um sorriso para me tornar mais convincente mas tudo o que consegui fazer foi uma careta um pouco estranha. O que só veio piorar a situação.

Despedimo-nos uns dos outros e fomos cada um para as suas casas. Nessa noite não consegui dormir nada… Eu queria muito acreditar em Embry…A sério que queria! Afinal eu conheci Embry até mesmo antes de conhecer o penico! Mas lobisomens?! Era mais fácil se ele me pedisse para acreditar na fada dos dentinhos! Mas por outro a forma como ela tinha dito "vocês podem ser os próximos"… Ui até me tinha dado arrepios.

Na manhã seguinte levantei-me sei precisar que me chamssem. (Tradução: não caí da cama). Desci as escadas com passos pesados, e sem prestar atenção ao q fazia, aquele assunto ainda me atormentava a cabeça. Felizmente o meu pai decidiu não me dizer nada, finalmente uma decisão sensata…Nem sei o que lhe fazia se ele falasse naquilo!
Quando cheguei à escola percebi que os outros dois tinham dormido tanto quanto eu, ou talvez até menos. Embry não se encontrava lá, mas isso eu já suspeitava.
- Então meus tudo bem? – perguntei com um falso sorriso e com a voz baixa.
Eles apenas responderam com um aceno de cabeça.
- Então dormiram bem? – perguntei com um tom casual
Eles olharam para mim os dois com a sobrancelha arqueada, sarcasticamente.
- Parece-te que aqui alguém dormiu?! – respondeu Quil rudemente.
- Pois… - respondi olhando para o chão.
- Eu estive a pensar – começou Seth enquanto esperavamos pela professora – vocês não ficaram com pele galinha quando ele disse que nós poderiamos ser os próximos? – perguntou ele arrepiando-se.
Eu e Quil entreolhamo-nos e fazendo uma careta acenamos afirmativamente.

Passamos o resto do dia cabibaixos e praticamente não falamos nem nos metemos uns com os outros (o que em nós é sinónimo de doença rara!). Cada um absorto nos seus próprios pensamentos.
Embry não apareceu o resto da semana na escola e nós também não o vimos desde aquela discussão/revelação nem tivemos coragem de ir até casa dele. Decidimos que quando ele estivesse preparado viria falar connosco.

Nesse fim-de-semana tinhamos decidido ir até à minha garagem para montar-mos umas peças. Quando Seth e Quil apareceram na manhã de sábado, vinham muitos estranhos. Não que algum de nós ultimamente tivesse andado no seu estado normal, mas eles estavam particularmente estranhos, pareciam estar com medo mas ao mesmo tempo aliviados. Quando chegaram perto de mim acenaram com a cabeça como a dizer Olá. Ok, onde é que estavam as piadinhas de mau gosto matinais?! Será que se tinha passado alguma coisa com Embry?! Eu esperava que não…
- Então pessoal que se passa? – perguntei eu encarando-os.
Quil que até agora parecia estar em transe, despertou.
- Nada! Porquê? Porque é que haveria de se passar alguma coisa? – começou ele a disparar como se eu lhe tivesse feito a pior acusação do mundo.
Seth colocou a sua mão no ombro dele e olhou-o nos olhos como se estivessem a comunicar silenciosamente.
- Quil só está com um bocado do seu bom humor matinal! – disse Seth ironicamente virando-se para mim com um sorriso.
Nããã… Aquilo não me tinha convencido. Passava-se alguma coisa e eles não me queriam dizer o que era.
- Jake nós só viemos aqui dizer que hoje não vamos poder ajudar-te, temos ai umas coisas para fazer. – continuou Seth.
- Que coisas?! – perguntei indigando. Eles nunca tinham nada para fazer!
- Não tens nada a ver com isso! – respondeu Quil bruscamente virando-se para mim. Eu juro que se ele me dava outra daquelas respostas eu lhe ia à cara a sério.
Seth repreendeu-o com o olhar e virou-se para mim.
- Precisamos de ir ajudar o meu pai a fazer umas cenas! Não sei…coisas dele. Adeus, Jake.
E sairam os dois da minha "oficina" muito silenciosamente. A mim pareceu-me que aquele Adeus era mais como se eles se estivesse a despedir de mim por tempo indefinido e não apenas naquele momento. Abanei a cabeça e continuei com o meu trabalho. A convivência com o meu pai estava a elouquecer-me, qualquer dia estava pior do que ele.

Não voltei a ver nenhum dos meus amigos nesse fim-de-semana. E na segunda-feira baldaram-se às aulas. Enquanto caminhava sozinho até à sala eu só pensava "Eu nem acredito que eles se baldaram sem mim! Mas eles vão ver…assim que eu me livrar desta aula foi a casa de Seth e vou arrastá-los pelos cabelos aqueles filhos de uma….." Os meus pensamentos foram interrompidos por a professora que me olhava e falava comigo da sua secretária. E então reparei que estava parado na porta da sala.
- Então Sr.Black vai-nos comtemplar com a sua presença ou fazer uma visita ao director? – perguntou ela sarcasticamente.
Eu dirigi-me silenciosamente até à minha secretária vazia. Não é que eu tivese medo do director mas não me apetecia ter o velho Billy Black a xingar-me a cabeça a tarde inteira.
Assim que a aula acabou dirigi-me imediatamente para fora da escola. E tomei a direcção da casa de Seth. No caminho algumas coisas começaram a fazer sentido na minha cabeça e mais uma vez a minha ultima conversa com Embry veio-me à cabeça.
"…vocês podem ser os próximos.."
Será que era isso que se passava com eles?! Não não podia ser! Abanei a cabeça expulsando aqueles pensamentos loucos. E apercebi-me que já tinha chegado ao meu destino. Respirei fundo e toquei à campainha. Quem me abriu a porta foi uma rapariga de cabelos pretos brilhantes que lhe caiam em cachos até à cintura, pele cor de cobre, pestanas muito grandes e olhos de um negro profundo: Leah. Ela já havia sido uma rapariga feliz e com um rosto feliz mas agora este só demonstrava dor e ressentimento. Porque ela havia sido trocada pela sua prima quando namorava com Sam e diziam que desde ai nunca mais tinha sido a mesma. (Eu sei parece cena de filme mas foi o que aconteceu Emily e Sam viram-se e PUMBA apaixonaram-se) Leah era a irmã mais velha de Seth e tinha mais três anos que eu. Ela deu um curto sorriso quando me viu o que eu retribui.
- Olá Jake! Queres alguma coisa? – perguntou ela. Sim quero, respondi mentalmente, quero saber onde raio se meteu o idiota do teu irmão e o resto deles, e o que raio se passa! Mas em vez disso apenas respondi:
- Oi Leah! O teu irmão tá? – perguntei tentando parecer calmo.
- Não Jake lamento. Ele saiu com Quil, Embry e o bando de Sam. – disse com um sorriso amargo ao proferir o nome dele.
O QUÊ?! Agora também eles andavam metidos com o bando daquele idiota protector?! Isto não podia estar a acontecer! Mas o que é que tinha acontecido à pequena parte do cérebro deles que ainda restava?! Explodido?! Só podia ser! Quando eu os visse eles iam ver como é que elas mordem! Ia interná-los a todos numa clínica psiquiátrica! E enquanto divaga e resmungava para mim próprio apercebi-me de que Leah ainda esperava uma resposta.
- Há ok obrigado Leah! – disse eu dando um sorriso mas ainda com a voz embargada pela noticia. Virei costas e comecei a caminhar na direcção da minha casa. Ouvindo-a fechar a porta.
Para minha surpresa senti uma mão no meu ombro. Virei-me para trás para ver quem era. Era ela.
- Humm Jake não queres ir dar uma volta? – perguntou Leah apontando na direcção da floresta, como eu estava espantado com a pergunta demorei a responder e ela acrescentou – Se não quiseres eu compreendo. – E começou a caminhar na direcção da sua própria casa novamente.
Eu segurei-lhe no braço e ela parou.
- Não! Espera Leah! Sim vamos dar uma volta. – exclamei com um sorriso. Sempre era melhor ir dar uma volta com ela, do que ir para casa sozinho ouvir os resmungos e os absurdos do velho Billy Black, que afirmava plenamente ser meu pai mas que eu cada vez tinha mais dúvidas.
Ela acenou com a cabeça e começamos a encaminhar-nos na direcção do bosque. Estivemos algum tempo em silêncio apenas caminhando por entre arbustos e pedras. Até que quando chegámos perto do penhasco ela falou finalmente.
- Sei que alguma coisa de muito estranho se passa com o meu irmão. Tu por acaso não sabes o que é não? – perguntou ela sentando-se numa rocha perto da falésia. Humm então ela também tinha notado?
- Não, não sei o que se passa. – disse eu sentando-me ao lado dela, mais perto do que alguma vez tinhamos estado - Mas também notei que se passa algo. E não é só com ele, também Quil e Embry andam muito estranhos. E começaram a andar com o bando dos "Protectores". – disse eu com desdém.
- Pois eu também notei. Mas Seth ultimamente sai muito de noite, está sempre cheio de fome e como mais de quatro pratos de comida, está sempre a escaldar, e enerva-se com mais facilidade do que antes e depois começa todo a tremer. Eu tenho muito medo que ele ande metido em algo muito estranho. – olhou para mim e eu percebi que ela estava quase a chorar, eu nunca tinha visto Leah tão….miúda, ela era sempre a mais forte e a protectora de Seth – Jake, eu tenho medo de perder o meu irmão!
Sem pensar no que estava a fazer abracei-a e para minha surpresa ela retribui-o o abraço, enterrando a cara no meu peito. E a pensar que eu abocado estava com algum receio dela (ATENÇÃO: receio não medo) e agora estava a consolá-la. Ela foi-se acalmando aos poucos. Mas eu estava tão perdido em pensamentos que nem me apercebi que ela estava a tentar soltar-se dos meus braços e que a estava a apertar com muita força.
- Ei Jake!! Tás a sufocar-me, miúdo! – disse ela tentando respirar.
- Desculpa!! – exclamei largando-a. Ela levantou-se olhando-me, mas eu não a encarei.
- Se contas a alguém que me viste a chorar…estás feito puto! Dou-te tantas que nem sabes de que terra és! – exclamou Leah.
Encarei-a surpreso, aquela miúda mudava mais depressa de humor que sei lá o quê! Ainda à um segundo estava a chorar e agora já estava a mandar vir comigo! Mas para minha surpresa ela não estava com uma cara furiosa, mas sim a rir as gargalhadas. Eu arqueei a sobrancelha, surpreendido. Mas que raio…?!
- Tou a brincar, Jake!! - disse ela entre uma gargalhada e outra – Devias ver a tua cara!
- Tu não és normal miúda!! – exclamei com um sorriso.

Ela acalmou-se e veio novamente sentar-se perto de mim. Eu ainda a estava olhando nos seus olhos negros profundos que pela primeira vez desde que eu a conhecia estavam alegres.
- Obrigado! – ela disse desviando o olhar do meu. Eu fiquei surpreso. Ela não parava de me surpreender.
- Porquê? – perguntei.
- Por tudo. – começou ela olhando para mim – Por me ouvires, por me consolares, por não teres medo de ficar sozinho comigo – eu olhei para ela indignado – Sim! Eu sei que as pessoas têm um bocado de receio de ficar a sós comigo por pensarem que eu sou louca por causa daquela cena que eu fiz ao Sam. Enfim, obrigado.
Eu dei-lhe um grande sorriso. Ela estendeu uma mão na minha direcção.
- Amigos? – perguntou ela sorrindo como eu nunca a havia visto sorrindo. Quem é que seria capaz de negar alguma coisa aquele sorriso.
- Claro! – exclamei apertando-lhe a mão estendida. Ela apertou a minha mão e deu-me um grande abraço.
Quando me largou, levantou-se e ficou a olhar para as ondas a rebentarem lá em baixo na praia. Eu ainda estava a tentar ordenar todos aqueles acontecimentos inesperados.
- Humm, Jake? – olhei para ela – Está bom tempo, e ainda é cedo….queres ir dar um mergulho? – eu fiquei a olhar espantado para ela.
- Estamos muito longe da praia Leah. – disse-lhe com ar interrogativo.
Ela deu um grande sorriso como se esperasse aquela resposta.
- Eu estava a falar de mergulhar-mos daquelas rochas ali. – disse ela apontando para umas rochas bem altas.
- Tu tás louca! Já viste bem a altura daquilo?! – ela tinha pirado de vez!
Ela riu-se.
- Aquilo não é assim tão alto – de repente ficou com um ar triste – Quando eu e Sam namoravamos vinha-mos muitas vezes para aqui mergulhar,- depois voltou a animar-se - é uma adrenalina que nem se pode imaginar. O mais complicado é depois lá em baixo, mas hoje a corrente nem parece estar mal. – depois deu um sorriso travesso – Não me diga que está com medo, Sr. Jacob Black? – perguntou provocando-me.
Aquilo irritou-me.
- Eu não tenho medo de nada! – levantei-me e fui até ela – Vamos a isso!

Mas a minha coragem foi desaparecendo à medida que me aproximava das rochas de onde íamos saltar. Ela vendo o meu nervosísmo ao contrario do que eu achava, não me gozou. Deu-me um sorriso e antes de saltar-mos estendeu a mão na minha direcção. Eu apertei-a e senti-me super tranquilo. Aproximamo-nos da ponta da rocha e saltámos os dois juntos.
Bem... nem sei explicar a adrenalina que estava a sentir à medida que caiamos para a maré, posso confessar que estava em pânico, nunca tinha dado uma loucura para ali, mas sentia-me tranquilo enquanto segurava a mão de Leah que gritava ao meu lado.
Entrámos na agua e soltámos a mão um do outro, dando oportunidade para cada um nadar, meu Deus, espectaculo. Teriamos de repetir. Nadamos até à praia, os olhos de Leah brilhavam, senti que ela à muito que esperava saltar lá de cima, para virar mais um pagina da sua vida com o Sam para trás. Juro que não conhecia esta Leah que tentava mudar tudo, tentava mudar-se para melhor. Até ser minha amiga, MINHA AMIGA?! Juro que isso nunca lhe tinha passado na cabeça dela, e sinceramente na minha tambem não. Mas não ia recusar aquele pedido de uma pessoa que tentava agora ser melhor.

Saimos da agua às gargalhadas e sentamo-nos na areia com as roupas todas encharcadas.
- É parece que vou ter de comprar outras sabrinas. – Disse enquanto olhava para o pé descalço, tirando depois a unica sabrina que restava. Começei às gargalhadas e ela tambem riu-se.
Quando olhei para trás, Seth encontrava-se boqueaberto a olhar para mim. Meu Deus!! O que o miudo comeu?! Estava mais alto ainda uns valentes centimetros.
- Foram vocês que saltaram dali de cima? – Perguntou, aproximando-se mais.
- Sim. – Respondeu Leah penteando o seu belo cabelo.
- Vocês os dois?!
Leah saltou para as minhas costas, um gesto que eu não estava mesmo à espera e pela cara de Seth, ele tambem não.
- Sim, saltei com um meu novo amigo. – Sorriu, não pude deixar de sorrir tambem e fazer-lhe umas cocegas.
A cara de Seth mudou de expressão, ficou na defensiva?!
- Leah, vamos para casa.
- Porquê? – Perguntou, tão confusa como eu.
- Va lá, Leah. – Disse impaciente e começando a tremer. Tremer?! Só tinha visto aquilo no Embry, mas afinal o que se passa aqui!?
- Adeus Jake. – Deu-me um beijo na bochecha e levantou-se para acompanhar o irmão. Seth simplesmente acenou para mim, com uma cara preocupada e a pedir desculpa.
Levantei-me confuso, porquê ele teria reagido assim!? Fui para casa, estava a morrer de fome. Aqueles pensamentos todos davam-me uma fome de lobo!

Mais um capitulo. Espero que gostem! Comentem!