Notas da autora: Olá , eu preciso avisar que esse capítulo contém algumas palavras mais pesadas (nada grave, na minha opinião). Eu "pretendo" começar a deixar o fic um pouco diferente (mais suspense) daqui para frente, portanto se vocês não acharem que não dá muito certo, me avisem. Trilha sonora: Three Days Grace-I hate everything about you; (eu adoro essa música)

Disclaimer: Rurouni Kenshin não me pertence, e nunca vai pertencer.

"Reminiscência"

Por: Chibi Lua

Capitulo:4

Já era noite quando Kenshin, Kaoru e os outros chegaram no restaurante. Sanosuke e Megumi vinham na frente se cutucando como de costume. Dr Gensai e as meninas vinham mais atrás com Yahiko e, por último, em um passo mais lento, Kenshin e Kaoru que andavam lado a lado conversando.

"Tae, parece que você viu o passarinho dourado." Sanosuke piscou para ela, jogando seu charme para todos os lados, já na esperança de ganhar uma bóia de graça. A expressão da dona do Akabeko, encostada no batente da porta de entrada do restaurante, fazendo sinais de "até logo" com as mãos, era digna de piadas.

"Seu idiota, o passarinho é verde, não dourado." Megumi cutucou as costelas do lutador, mas não prestou muita atenção na reação dele. Saber o que Tae tinha era mais interessante. "Realmente, o que aconteceu com você? Não está se sentindo bem?" Megumi colocou a mão na testa da jovem, procurando por uma temperatura alta ou algo que explicasse aquela expressão "iluminada" que ela tinha no rosto.

"Estou bem, na verdade estou ótima." Tae disse encantada. Não podia se controlar, não quando ainda escutava todas as palavras do senhor Yamazato ecoando em seus ouvidos. Depois de meia hora de conversa, Tae já tinha chegado a conclusão de que ele era o protótipo do homem perfeito para casar e formar família.

"Eu conheci meu futuro esposo, não é maravilhoso?" A dona do Akabeko suspirou, segurando feliz contra o peito um livro que havia ganhado de presente do estranho.

"Oro? Como? Quando? Com quem?" Kenshin e Kaoru chegaram naquele momento, se surpreendendo com aquela revelação bombástica.

"Ahh, ele não é lindo Tsubame-chan? E ainda me presenteou com esse livro maravilhoso." Tsubame caminhou até eles, parando ao lado de Tae. A menina podia ver estrelas nos olhos de Tae, mas Tsubame não se sentia muito confortável com a idéia.

"Sim, Yamazato-san é um homem distinto. Mas Tae-san, nós não o conhecemos, por favor, tenha mais calma." Tsubame disse baixinho, receosa com a ingênua confiança que Tae estava entregando ao desconhecido.

"Oh...Mas Tae, é um desconhecido? Eu pensei que fosse algum pretendente antigo..." Kaoru se surpreendeu.

"Deixem de ser bobas." Tae ia dizer mais algumas coisas, porém preferia guardá-las para si mesma. Seus amigos não iriam entender.

"Deixem para lá. Vamos entrando, o jantar é por conta da casa." Tae os recebeu com um sorriso radiante no rosto.

"Obrigada, o restaurante está cheio hoje, não é?." Kaoru e os outros rumaram para a sua mesa predileta. "Psiu Tae, depois você me conta tudo, ok?" A jovem mestra sussurrou no ouvido da amiga, que piscou e disse excitada. "Claro que sim"

"Mas Kaoru, querida, você está péssima. Por Deus, você precisa se cuidar melhor, se quiser arrumar um bom marido." Tae logo abraçou a amiga e prontamente começou a dar dicas de como ela deveria melhorar sua aparência. A jovem escutava tudo com um sorriso sem graça no rosto. Kaoru já estava acostumada com essa Tae.

O jantar foi bem animado.Entre risadas escandalosas e piadas de todos os tipos, eles devoraram varias porções de Gyunabe, o prato predileto de Sano, Yahiko e das netas do Dr Gensai. Quando estavam com as suas barrigas cheias, Tae comentou novamente sobre o senhor Yamazato.

"Tae-san está mesmo apaixonada?" Sanosuke perguntou um pouco mole por causa da grande quantidade de saquê que já havia bebido. Tsubame corou quando seu olhar atravessou rapidamente o de Yahiko. "De novo esse assunto?" O menino também disfarçou, se escondendo atrás do copo de suco que bebia.

"Eu tenho razões para achá-lo um bom partido. Ele é simpático, amável, charmoso, inteligente, maduro, bonito". A dona do Akabeko não podia parar de encontrar qualidades.

"Ele é bem mais velho que você, Tae-san. Pelo menos uns 15 anos, ou até mais. E... nós não sabemos nada sobre ele. E se ele já for casado, e tiver filhos?" Tsubame precisava fazer com que Tae encontrasse algum defeito naquele homem. Ela não podia acreditar que sua chefe estava sendo tão inocente. Será que só ela sentia que aquele homem era estranho?

"Tudo bem, Tsubame, a Tae já não é nenhuma jovenzinha. Está mesmo ficando para titia." Sansouke tinha uma expressão irônica e brincalhona no rosto, ele rodou a espinha de peixe que tinha na boca umas duas vezes seguidas, esperando por uma resposta irônica e agressiva, ou um tapão na cabeça.

"Com licença." Mas, ao contrario disso, Tae se levantou chateada e se dirigiu para a cozinha do restaurante. Kaoru foi atrás, sem deixar de jogar um olhar repreensivo para Sanosuke. "O que foi? Eu estava brincando. Hunf..."

Sano olhou para Megumi e ela sussurrou. "Olha o que você fala, seu brutamontes." Megumi deu o tão esperado tapa na cabeça dele. "As outras pessoas podem ficar chateadas com esse tipo de comentário. Hohohohohoho, apesar de que você tem uma certa razão." Orelhas de raposa pareciam aparecer na cabeça da irônica médica.

"Venenosa." Sanosuke olhou para Megumi e girou novamente a espinha de peixe na boca.

"Isso é o que eu chamo de tensão sexual." Yahiko deixou escapar o comentário com os lábios semi-cerrados e continuou comendo seus pedaços de carne, como se aquilo fosse algo totalmente natural para um garoto de sua idade dizer. "Hei, foi o Sanosuke que disse isso outro dia."

"Oroooo" Kenshin engasgou com a sopa que estava bebendo. Megumi, Sano e Dr Gensai o olharam com uma expressão estranha e hilária. Tsubame corou fortemente e as netas do Dr. Gensai começaram a perguntar sem parar. "O que é tensão sexual, vovô?"

Na cozinha, Kaoru conversava com Tae, tentando colocar um pouco de juízo na cabeça da amiga mais velha. A verdade era que a jovem mestra queria mais do que tudo conversar sobre Shima e os sonhos, mas estava ficando difícil porque Tae não parava de falar sobre o tal Yamazato. Kaoru não conseguia parar de achar que essa historia da Tae com o estranho era irrelevante e que podia ficar para depois.

"Tae... Desculpe, mas eu preciso concordar com Tsubame. Não se precipite.Você é esperta, eu sei que não vai se meter em encrenca." Kaoru, estava acostumada com essas "paixonites" de Tae, por isso não estava dando muita importância. Ela puxou uma cadeira e se sentou frente a frente com a amiga. "Tem uma outra coisa que eu gostaria de conversar com você" A jovem mestra tinha em seu rosto uma expressão séria.

"Sabe, Sanosuke tem razão, eu não estou ficando mais nova a cada ano que passa. Eu estou cansada de estar sempre sozinha, entende? Cada um de vocês já tem alguém. Até mesmo Tsubame, que só tem onze anos de idade" Tae ficou triste, seus olhos cheios de água . "Mas eu... Yamazato me deu esse livro. Disse que gostou de mim e esse livro significa muito para ele." Tae chorou e entregou o livro para Kaoru.

"Kaoru, você não conhecia Kenshin-san quando o convidou para morar no dojo. Por que eu não posso fazer o mesmo?" A jovem percebeu que não conseguiria conversar sobre Shima com a amiga naquele estado. Pegou o livro nas mãos.

"Tae, Kenshin é especial, ele salvou a minha vida pelo menos duas vezes seguidas, antes que eu o convidasse para morar no dojo, lembra?" Kaoru disse como se fosse algo muito obvio e devolveu o livro para a amiga sem ler o titulo. "Mas como eu disse, aconteceram coisas estranhas e..."

Tae não gostou do que a jovem amiga disse nem da falta de interesse que Kaoru estava demonstrando. Por que a jovem kendoka podia conhecer alguém especial de um dia para o outro e ela não?

"Kaoru, você nem está ligando para os meus problemas, não é?" Tae puxou o livro bruscamente das mãos dela. Ela havia se enfurecido. "Você só veio aqui na cozinha para poder conversar dos seus problemas... Por que a Tae se interessando por um homem é fútil demais pra obter a atenção de qualquer um!!! É isso? Eu sou uma piada tão grande assim para vocês?" A dona do restaurante se levantou do banquinho, gritando ironicamente com Kaoru.

A mestra do estilo Kamiya estava paralisada. De relance ela leu o titulo do livro, seus olhos arregalados com a cor e a textura inconfundíveis. "Meu deus, esse livro é meu." Kaoru se levantou do banco, com as mãos em sua boca. "É o livro que meu pai me deu e eu perdi no dia do assassinato. Ohhh" Ela estava chocada, perplexa, procurando uma explicação plausível para aquilo. Ela tinha dado o livro por perdido. "O que isso está fazendo com você? Quem te deu isso, Tae?"

"Ah claro, tudo é seu, não é Kaoru? Você sempre fica com tudo. Todas as tragédias te pertencem, todas as dores e duvidas são suas. Eu não acredito que você possa achar que MEU livro é o mesmo que você largou no meio do mato quando abandonou seu irmão sozinho com um assassino." Tae em um acesso de raiva e ciúmes, abriu a porta da cozinha convidando Kaoru a se retirar. "Você tem o mesmo sangue que sua mãe, não consegue ficar feliz por ninguém."

"O que você disse?" Kaoru perguntou sem conseguir acreditar. Tae sempre fora sua amiga e, ainda assim, acreditava que tinha deixado Shima sozinho, a mercê do assassino? E ainda estava dizendo algo horrível sobre a sua mãe.

"Na pagina 35 eu rabisquei meu nome dentro de um pequeno coração. Espero que você fique bem feliz quando encontrar isso, Tae-san." Kaoru disse antes de sair da cozinha em direção a rua, passando direto por Kenshin e os outros, sem escutar o que eles diziam.

Na cozinha, Tae chorou quando abriu o livro na pagina 35. Um pequeno coração, com o nome de Kaoru no centro. Ela se sentou desconsolada no banquinho. "Não acredito... Yamazato." Tae colocou as mãos em sua boca, percebendo o quanto estava sendo tola.

Kaoru correu mais rápido quando percebeu que estava sendo seguida. "Me deixe em paz."

"O que aconteceu? Senhorita Kaoru!" Kenshin podia alcançá-la facilmente, mas preferiu manter uma certa distancia. Kaoru ficava assustadora quando estava zangada. Obviamente ele não tinha medo dela, tinha medo de magoá-la ainda mais com algum comentário infeliz.

Kaoru tropeçou em uma pedra. Ela parou de correr e começou a amaldiçoar a pobre sandália, resmungando sobre o fato de não estar vestindo um gi e um hakama.

Kenshin finalmente a alcançou. "Senhorita Kaoru." Ele notou que a jovem mestra passava a manga do kimono por cima do rosto para enxugar as lágrimas que escorriam.

"Foi uma briga boba, só isso." Respondeu antes que ele perguntasse, com o rosto vermelho.

"Este servo quer saber o que está acontecendo. Senhorita Kaoru, esses dias tem agido de forma estranha. Este servo sabe que a senhorita não tem dormido direito. Está na hora de saber qual o problema e de qual forma este servo poderá ajudá-la." Kenshin segurou o queixo de Kaoru, fazendo com ela o olhasse diretamente nos olhos, ele precisava saber se ela mentiria ou contaria a verdade.

"Kenshin, nós podemos voltar para o dojo, por favor? Eu vou contar qual o problema, é uma promessa, mas não aqui." Kaoru entendeu que essa era a melhor opção. Depois de ver seu livro com Tae ela teve certeza de que o assassino de Shima, ou alguém envolvido com o mesmo, estava na cidade. Sozinha ela não conseguiria enfrentar a parte mais triste e dolorosa de seu passado.

No outro extremo da cidade, Yamazato tragava profundamente o último cigarro antes de jogá-lo no chão e esmagá-lo. A noite era fria e ele colocou seu capuz preto sobre a cabeça, parando na esquina daquele beco como uma sombra imóvel. Apesar do frio, aquelas ruas ferviam. Casais bêbados entravam e saiam das casas de prostituição. A música era alta, as risadas e gemidos escandalosos estavam em todos os lugares. Aquelas alamedas tinham um cheiro forte de saquê. "Quem disse que esse é um país de pessoas reservadas certamente não conhece esse lugar." Um bêbado agarrado a duas prostitutas passou por Yamazato dizendo isso em voz alta. Ele não se deu ao trabalho de escutar as outras coisas que vinham da boca do homem.

Seus olhar frio e inexpressivo não mudava de direção, os olhos azuis fixaram-se na repugnante cena do casal no beco escuro. Há poucos minutos, dentro do bordel, havia assistido a uma cena humilhante. A prostituta se jogou aos pés daquele homem, implorando para que ele deixasse sua filha em paz, dizendo que faria qualquer coisa que ele pedisse. Sua filha, uma menina... só uma criança, limpando a cozinha daquele estabelecimento nojento e vendo todas essas coisas asquerosas. Algo dizia que ele deveria seguir o casal para saber como terminaria.

O homem encostou-se à parede do beco, mal conseguindo ficar de pé. Exalava um forte odor de sakê, mas tinha em seu rosto um sorriso cínico. "Vamos lá querida, faça melhor que isso ou sabe o que vai acontecer com a sua filhinha."

Ele ria e gemia, humilhando a prostituta com palavras bruscas e ameaças. Ela que estava ajoelhada a sua frente, fazia da melhor forma possível seu trabalho com a boca e as mãos, tentando oferecer prazer àquele bêbado imundo.

A mulher desesperada tinha marcas de sangue e hematomas em seu rosto, sinais de espancamento. Era uma alma perdida, chorando por algumas moedas, qualquer trocado, para não apanhar mais do dono do bordel e evitar que sua filha acabasse sendo mais uma prostituta.

"Sua vadia imprestável, não consegue nem dar uma chupada decente? Aposto que sua filha faz melhor do que você." O bêbado gritou alto, desesperando ainda mais a mulher humilhada, que ajoelhava-se aos pés dele implorando para que não fizessem nada com a criança. O bêbado deu-lhe um chute no rosto, chute tão forte que lhe abriu o supercílio fazendo-lhe sangrar.

A boca de Yamazato se curvou para baixo, em desprezo. Era incrível como os distritos de Tokio mudavam com o cair da noite. Ele passou do tranqüilo e amistoso restaurante de Tae, para o asqueroso distrito de bordeis e jogos, onde mulheres eram animais quentes, que serviam somente para satisfação dos homens, e as crianças eram escravas que limpavam o chão imundo quando tinham a sorte de não serem corrompidas pela prostituição.

"Estão amaldiçoados, podres como frutas cheias de vermes." A sua voz era fria e sem emoção. Seus olhos não demonstravam nada, nem mesmo quando o bêbado começou a espancar sem piedade a prostituta. Ele não fez nenhum movimento, nem quando a mulher notou sua presença e implorou por ajuda. Yamazato só se moveu quando viu a criança correndo.

"Mamãe, mamãe." Era uma criança pequena, vestida com trapos sujos. Ela gritava com a voz rouca, implorando pela vida de sua mãe desfalecida no chão.

A garota passou correndo por Yamazato, indo de encontro ao bêbado, muito maior e mais forte que ela. "Ora ora, a vadiazinha resolveu aparecer. Está na hora do papai aqui te ensinar algumas coisas sobre a vida.." O bêbado cambaleante enfiou a mão debaixo do kimono da menina que gritou histérica. A garota começou a se debater quando o bêbado tentou lhe beijar, aproximando-se com seu hálito fétido. Sem paciência, e percebendo que a criança não iria cooperar, ele a pegou pelo pescoço apertando fortemente. "Se você desmaiar não vai doer nadinha." Ele passou a língua pelos lábios. A garotinha não teve forças para se defender e as mãos que se fincavam no punho do bêbado caíram ao lado de seu corpo.

"Já chega. Solte a criança." A voz de Yamazato era séria, pesada, sem emoções. Ele começou a caminhar até o bêbado.

"Qual é amigo? Eu sei, você está tão excitado quanto eu. Estou só fazendo um favor para a pequena piranha." O bêbado riu, apertando mais ainda o pescoço da menina. "é muito bom. Camarada,você devia experim..ahh grahh" Uma facada que lhe atravessou o pescoço fez o bêbado se calar. O sangue dele jorrou pela artéria, encharcando a roupa e o corpo da menina desmaiada.

"Você não sabe de nada, verme." Yamazato tirou um lenço branco de seu bolso, limpando a adaga que retirava rapidamente do pescoço do bêbado, fazendo com que respingos de sangue voassem para todos os lados. Ele se irritou quando escorreram por sua capa. "Sujou minha capa com esse sangue impuro."

"Mi... nha filha" A prostituta tinha o rosto inchado, roxo, sanguinolento. Ela não conseguia se levantar, mas procurou pela filha esticando a mão, tateando o chão. Yamazato se levantou, caminhou até a mulher, e afundou o sapato na mão dela.

"Sua vida não vale nada. Você deveria ter se matado, ter arrancado fora o útero antes que pudesse ter gerado uma criança. Não tinha direito de trazer um anjo ao mundo e corrompê-la com essa asquerosidade." Yamazato se abaixou, sussurrando no ouvido da mulher que chorava inconsolável. "É meu dever devolver mais esse anjo caído para seu lugar de origem."

"Nãoooo, não tire Mayume de mim. Eu juro que vou trabalhar decentemente daqui para frente." A mulher implorava com as mãos juntas. "Por favor."

"Calada, seu choro não significa nada." Yamazato caminhou até o bêbado, chutando-o para longe da menina desmaiada. "É meu dever purificá-la de todo mal que você fez." Ele pegou a criança no colo e foi embora, sem olhar para a mãe que gritava histérica pela filha.

"Mayume... MAYUMEEE" A prostituta poderia gritar até a morte, pois ninguém se preocuparia em socorrê-la.

Yamazato deixou carimbos de sangue do bêbado no chão, mas conforme este foi coagulando e secando, seu rastro desapareceu. Salvar a garotinha, filha da prostituta, não estava em seus planos. Estes teriam que ser temporariamente adiados até que pudesse colocar Mayume no caminho certo.

Continua...

Notas: Desculpem a demora, mas sabe como é... "a vida real'' me deixa bem enrolada as vezes . Obrigada por terem lido, espero que tenham gostado. Por favor deixem uma pequenina opinião sobre o capitulo para essa pobre Chibi.

Agradecimentos:

Madam Spooky,:muito obrigada por me ajudar (como sempre, não é? eu devo ser uma pentelha mesmo). E faz favor, para de querer agarrar o Kenshin toda hora, tadinho...

Lan Ayath:O nome do pai da Kaoru eu peguei no manga, Kojishirou, e o nome da mãe, Keiko, eu inventei mesmo...Obrigada pelo review, espero que tenha gostado do capitulo.

Lere: Obrigada pelo review Quero saber o que você achou desse capítulo, será que você vai continuar "encasquetada"?Espero que sim.Queria que arquivo x tivesse mais poder ainda sobre mim, como por exemplo, o poder de escrever um suspense maravilhosamente bem (sonha)

SM Lime-chan: Obrigada pelo review, Jura.Tem 5 gatos? Eu tenho só um siamês, se eu pudesse tinha uma coleção (Chibi é adoradora de gatos, mas como diz minha amiga Spooky, eles estão no topo da cadeia Cute). Ah, sim, sobre o capitulo espero que me diga se gostou ou não. Valeu

Murilo: Obrigada novamente pelo review, fico muito feliz o/ .Agora deixa de ser safado e para de pensar em coisas hentais (esse fic não é pra ter hentai, pelo menos por enquanto...) Beijos

Carol Malfoy: A Tae está descontrolada, ela precisa arrumar um marido ¬¬ brincadeira, mas ela é a única sem um par...Obrigada pelo review, espero que tenha gostado desse capitulo

Darkness Hime: Obrigada pelo review, fiquei feliz que tenha gostado. Me conte o que achou desse capitulo, ok? Beijos

Obrigada pessoal por ler, e até o próximo...