Primeiramente, desculpem a demora!

UAHUAUAUHAUHA

Cara, essa semana passou taaaao rapidooo!

Eu geralmente escrevo no sabado e domingo, mas eu acabei me enrolando devido ao vestibular, ate faltei aula por causa dessa coisa!

Maaaas, eu consegui!

õ/

Nao acredito ate agora que estou postando um capitulo por semana!

AAUHAHUHUAHAUHAU

Isso é praticamente impossivel para miiim!

Eu queria agradecer as reviews! Tipo, seis reviews? Isso é um milagre para miim!

Obrigada a: Ina Alice Cullen Winchester

Nine - Que bom que ta gostando amoora! Bom saber que eu sou boa para escrever esse tipo de coisa!UHAHUAHUAH

MilaLarrat - Eu seei...o Christian é tao fofinhooo! *-*

Lariis star

Fata Morgan

Gibeluh

Bem, agora eu vou calar os meus dedos!UHAHHAUHAUHAHUA

Boa leitura!


Capitulo 3 – Destino

Isabella tomou uma grande xícara de café naquele dia. Alem de não ter dormido bem a noite, a culpa a consumia. Sabia que tinha exagerado com o tal do Cullen, mas ela não pode evitar e, apesar de ser errado, ela não se desculparia tão cedo.

- Sabe, acho que descobri porque você não dorme – Rosalie brincou. Isabella revirou os olhos para o comentário da amiga.

- E ontem? Como foi dar a noticia? – Isabella retribuiu. Se a amiga gosta de piadinhas de mau gosto, bem, ela que não iria ficar de fora da brincadeira.

- Nada fácil – Rosalie se mostrou forte – Ele acabou ligando para toda a família, e o enterro já foi providenciado. Bem que você disse. Não foi nada fácil.

Isabella assentiu, logo se retirando do escritório. Ela estava ali como medica, então trataria de trabalhar. Atendeu alguns pacientes, dedicando grande parte de seu tempo com Marie, uma senhora de 60 anos, que tinha adquirido câncer na garganta pela quantidade de cigarro já utilizada. Lembrou que também já fora uma vitima daquela droga, então evitava julgar os fumantes.

Não resistindo, acabou por decidir visitar Christian. Ele já estava em um quarto diferenciado, sozinho, como sempre.

- Hey! – Isabella mudou o tom áspero de sua voz.

- Tia! – Christian exclamou, já animado pela visita da Doutora.

- Tudo bem com você? – Isabella perguntou, enquanto analisava o histórico medico do garoto.

- Tudo Bells! Sabia que hoje eles me deixaram ir para a área de recreação? – Christian perguntou, animado com as novidades que contaria a Isabella, que escutava o que o menino dizia enquanto checava sua temperatura.

- Que legal! E ai, o que teve de legal lá, hein? – Isabella, após um período checando os sinais vitais e garantindo que não tinha nada de errado com o garotinho, sentou-se ao lado dele, na cama.

- Bem... Eles colocaram mais vídeos-game na sala, tia! Dessa vez eu não tive que esperar muito para jogar! Ah, e também...Tia Bells, você acredita que eles compraram uma versão muito legal do carro de bombeiro da cidade? Parece muito com aquele que eu tenho, só que esse é maior! Acho que é desse tamanho assim! – Christian explicou, abrindo os braços exageradamente para mostrar o tamanho do caminhão.

- Você vai ter que mostrar esse caminhão! – Isabella fez Christian prometer.

- Sim, tia! Realmente, eu preciso te levar lá, Bells! – Isabella sorriu pela menção do apelido.

- Já que a gente esta falando sobre brinquedos, eu queria te dar um presente há um tempinho, mas a minha cabeça não colabora – Isabella se levantou, pegando o embrulho que trouxera consigo – Aqui está, espero que goste, garoto!

Christian pegou o presente animado. Assim como lhe fora ensinado, tomou cuidado ao abrir o embrulho, esperando que o papel não rasgasse. Assim que estava livre do pacote, virou a caixa, encontrando um pequeno carro de policia que vinha junto com um controle remoto. Havia algum tempo que tinha pedido para sua mãe um carrinho como aquele, mas a danada não tinha lhe trago o presente. Isabella, sabendo do pedido que o garoto tinha feito, resolveu comprar o carrinho como presente, tomando cuidado para encontrar um que fosse mecanizado, assim Christian não precisaria sair da cama, gastar suas energias para brincar.

- Obrigado Bells! – Ele a abraçou forte, a sensação de prazer invadindo o coração da Doutora.

Isabella reconheceu o sentimento que a invadiu e sempre invadia quando estava com Christian. Sentia que estava fazendo algo certo para aquele garoto. E ela se sentia muito bem com isso.

- Por nada, Chris! Agora, você vai ficar olhando ou vai brincar? – Isabella o cutucou levemente, o garoto a olhando como se tivesse dado o melhor presente do mundo.

- Posso, Bells? Mesmo?

- É claro seu bobo!

Isabella pegou a caixa das mãos do garoto, retirando o carrinho de dentro e o colocando no chão. Em seguida, ajeitou a cama de Christian, para que ele se sentisse mais confortável sentado. Entregou o controle do carrinho para o garoto, guardando a caixa do brinquedo no criado mudo ao lado da cama.

Isabella assistiu, encantada, a felicidade de Christian com o novo brinquedo. Algum tempo depois, já ria das peripécias de Christian.

Ficou analisando o garoto por um tempo. Agora sabia o porque que o Cullen era tão familiar. Christian tinha os cabelos quase loiros, devido a cor do cabelo de Tânia, mas os olhos eram verdes, verdes esmeraldas, como o do pai. Isso sem falar na linha do queixo, ou ate mesmo o nariz, fino e arrebitado. Ele seria bonito como o pai.

.

.

- Bom dia Sra. Dixon! – A secretaria saudou Tânia, que entrava pelo hall, sua figura imponente se apoderando do local.

- Primeiramente: Senhorita. Não sou casada – Tânia mostrou a mão esquerda para Ângela, que a olhava com receio.

- Desculpa, senhora...perdão, senhorita – Ângela corrigiu-se rapidamente, com medo de levar uma surra daquela mulher a sua frente.

Tânia realmente não estava em seu melhor humor. Edward tinha enchido sua paciência nas ultimas horas para que ela resolvesse os problemas com o hospital, assim ele poderia ver Christian.

- Olha aqui...Ângela – Tânia conferiu o nome no crachá da garota – Eu realmente...

- Devia agradecer por atender meu pedido – Quando Ângela menos esperava, um homem interrompeu a fala de Tânia, provavelmente salvando o emprego dela.

- Ah, ola Edward – Tânia respondeu com descaso.

O homem, que agora Ângela descobrira chamar Edward, olhou para Tânia, um tom de advertência em seus olhos. Tânia continuou a encarar o bonitão, logo em seguida voltando seu olhar ate Ângela, sua voz, antes imponente, agora não tinha nenhum traço de ironia presente.

- Me desculpe, Ângela! Eu ando tão preocupada e nervosa ultimamente, não queria descontar em você! – Tânia falou, o pesar evidente em sua voz, mas não em seus olhos. Estes parecia querer mata-la por dentro.

- Não é nenhum problema Senhorita – Ângela respondeu, fingindo não notar a ameaça nos olhos de Tânia. Se a mulher queria fazer gracinhas, ela não brincaria sozinha.

- Nós estamos aqui para ver o Christian, Ângela – Edward prosseguiu.

Ângela assentiu e logo Tânia e Edward estavam sendo encaminhados para área de oncologia* do hospital

*Oncologia – ciência que é responsável por tratar o câncer, em geral. Definição minha, é basicamente isso.

- Por favor, Jessica, eu queria fazer uma visita ao Christian! – Tânia pediu a recepcionista da ala.

- Olá, senhorita Dixon! Há quanto tempo! Vou chamar Rosalie, ela poderá te acompanhar! – Jessica avisou, Tânia soltando um suspiro de alivio pela garota resolver não chamar Isabella.

Logo, Rosalie a acompanhava ate a sala de Christian, Edward em seu encalço, incrivelmente curioso e excitado por ver pela primeira vez, seu filho. Talvez não fosse a primeira vez, mas era assim que ele se sentia.

Edward sempre gostou de crianças. Ele não sabia porque, talvez fosse por ter sido mantido longe de seu filho por muito tempo, ou simplesmente só por gostar. Na realidade, eram estes os motivos. Por isso, ele sempre pegava todos os casos possíveis relacionados a essas coisinhas fofas que muitos poderiam chamar de irritantes.

- Tânia, eu só queria pedir que você não irritasse Christian. – Rosalie pediu – Ele anda muito nervoso e triste ultimamente e isso, com certeza, pode atrapalhar o tratamento.

Tânia assentiu, um pouco nervosa. Ela ainda não queria contar sobre Edward para Christian, sabia que o menino a odiaria mais do que já era odiada por ele.

- Você ouviu, não é? – Tânia perguntou – Eu não quero que você conte isso a ele. Não por enquanto.

Edward assentiu. Apesar de querer muito que Christian o chamasse de pai, ainda não era hora. Teve que se conformar com isso.

Rosalie, após um toque, abriu a porta, deixando que Tânia e Edward entrassem. Edward franziu o cenho ao ouvir risadas ecoando pelo quarto. Curioso, empurrou delicadamente Tânia pelos ombros, para que ela o deixasse passar. Encontrou Christian, rindo juntamente com uma garota morena sentada ao seu lado na cama. Observou que o garoto não mudara nada. Apesar de não o conhecer pessoalmente, somente por fotos, ele sabia disso. Só parecia estar mais alto. É claro que a quantidade de cabelo também havia diminuído consideravelmente por causa da quimioterapia.

Christian desviou os olhos de Isabella, que ria juntamente a ele. Tinha lhe contado uma piada que aprendera com um dos palhaços do centro de recreação, fazendo Isabella soltar uma gargalhada.

A Doutora, percebendo que o garotinho não mais ria, virou-se, procurando pelo que tanto chamava a atenção de Christian. Encontrou Tânia e Edward na entrada do quarto, Tânia a encarando com ceticismo e Edward intercalando seus olhares entre ela e Christian.

Edward lamentou pela morte do sorriso da Doutora. Nunca havia visto um sorriso tão lindo como aquele, definitivamente não. Ele não sabia se estava abobalhado por ver Isabella rir sem nem um pingo de sarcasmo ou se foi pela linha de dentes incrivelmente brancos, envoltos pelos lábios carnudos da Doutora. Suspeitou ter sido a maravilhosa arcada dentaria que provocara a reação, afinal, não tinha sido a primeira vez que isso acontecia.

- Mãe! – Christian gritou, extasiado pela visita de sua mãe, interrompendo o silencio que pairava no ar.

- Hey, meu amor! – Tânia abriu um sorriso amável para o filho, desviando os olhos de Isabella.

- Eu senti tanto sua falta! – o garotinho falou, sua voz abafada pelo abraço apertado de sua mãe.

- Eu também, meu anjo! Me desculpe por não ter vindo ultimamente, eu ando tão ocupada! – Tânia falou a primeira desculpa que apareceu em sua mente, Isabella apenas bufou, sabendo que Christian não merecia uma mãe como a que tinha.

- É, talvez da próxima vez que ele sofrer um desmaio e for internado, você apareça – Isabella declarou, não se importando por falar na frente de Christian. Sabia que machucaria o garoto, mas ele tinha que saber a verdade, era a única chance que ele tinha para que Tânia mudasse. – Tchau Chris! – ela fez um cafuné no garoto, pegando suas coisas e preparando para sair do quarto.

- Tchau, Bells! – Christian respondeu, triste porem – Mãe, quem é ele? – apontou para o homem alto de cabelos acobreados que estava parado em frente a porta.

- Uh, esse é Edward, um amigo meu.

Isabella apenas escondeu uma risada, se levantando para sair daquele lugar. Observou, no entanto, Edward caminhar em direção a Christian, seus olhos brilhando de admiração pelo garotinho.

Saiu dali, pensando em ir para casa. Perdida em pensamentos, só tinha certeza de uma coisa: Christian talvez tivesse uma vida melhor se estivesse com Edward. Ele não tinha vocação alguma para ser pai, mas com certeza seria melhor que Tânia.

.

.

- Sabe,por mim nos casaríamos na primeira igreja que encontrasse pela frente! – Ele exclamou, levemente excitado com o fato de Bella ter aceitado seu pedido.

- Você sabe que Alice não vai descansar se fizermos isso! Provavelmente jogara isso na nossa cara durante a vida inteira! – Isabella alertou – Mas, se você quiser, eu realmente não faço nenhuma objeção a isso.

- Bella, meu amor, não é para vida inteira – Ele ignorou o ultimo comentário de sua futura esposa, um pouco triste por ela não aceitar seu destino.

- Pode não ser minha vida inteira, mas sua será – Bella respondeu, acariciando seu rosto.

Sim, seria a vida inteira dele. Sabia que quanto partisse, provavelmente destruiria Bella por dentro, mas, o que fazer se ele era egoísta demais para viver longe dela? Afastando esses malditos pensamentos da cabeça, beijou sua noiva. Isabella aproveitou ao máximo aquele momento. Ela poderia não ser feliz a vida toda, mas enquanto estivesse com ele, ela seria.

Burra, burra, burra!

Ela sabia no que estava se metendo, mas não casava de querer voltar o tempo, fazer com que não tivesse o conhecido, assim não estaria sofrendo tanto!

Irritação corria pelas veias de Isabella. Ela não agüentava. Não queria se perder. Isso sempre acontecia quando essa assistia a aquele vídeo, ao vídeo de seu casamento. Voltou um pouco a imagem.

- Eu te amo. Por toda vida – Ele disse a ela.

Sabia que ele continuaria amando-a, se estivesse aqui. Porem, este era o problema. Ele não estava ali, com ela, agora.

Continua...


E aai, o que voces acharaam!

Eu sei que ficou meio sem nocao e talz, mas eu simplesmente adoreei escrever esse momento Bells e Christian! Ela realemente gosta muuuito dele sabe!

Uh, e...o que será que aconteceu com o marido da Bella, heein?

HAHAHAHAA!

Genteee, obrigadaa!Mesmooo!

Beeeijooos!

Ps: Eu realmente espero que tenham gostado!

Entaao, porque voce nao aperta esse botao lindo de morrer que fica aqui em baixoo?

Eu ficaria tao feliz!