REPAGINANDO HARRY POTTER
-Letra normal: dialogo, relato, fatos.
-Letra em itálico: pensamentos dos personagens.
-Letra em negrito: texto escrito
-Letra sublinhada: feitiços.
CAPITULO QUARTO: CAPTURANDO COMENSAIS E LIBERTANDO SIRIUS
- Harry, nós vamos para a casa dos Weasley, lá pedirei a Molly que lhe dê o café da manhã, certo? – Harry concordou. - Nós vamos usar um meio de transporte bruxo. Nós vamos aparatar. Você pode se sentir estranho, mas passa logo.
- Não tenho nada contra aparatar, o que eu odeio são as chaves de portal. – Os dois magos olharam espantados pra ele. - Diretor eu já disse que tenho muito para revelar. E confio totalmente em vocês, mas antes temos que cumprir a agenda de hoje, ok? Depois conversamos.
- Com certeza meu menino.
– Harry fechou os olhos, ele sabia que aparição conjunta deixava o passageiro levemente enjoado se estivesse de olhos abertos. Quando os abriu viu a Toca a poucos metros de distancia. Caminharam até a entrada da casa e Dumbledore bateu levemente. Logo o Sr. Weasley abriu porta e olhos os três espantado.
- Diretor, Snape que inesperado. Por favor, entrem. – Quando Harry passou por Arthur, ainda no colo de Snape, estendeu a mão com o pergaminho dobrado nela. Ele franziu a testa, abriu um sorriso e pegou o papel, abrindo-o. Leu com atenção.
Sr. Weasley,
Por favor, sem fazer muito alarde e com cuidado para que ele não fuja, pegue Scabbers e coloque na gaiola que está com o Diretor Dumbledore.
Obrigado.
Harry
Arthur encaminhou todos para a cozinha e envolta da mesa estavam Molly, Percy, Fred, George, Ron e Ginny. Arthur calmamente colocou a mão esquerda sobre o ombro do seu filho de oito anos deslizando a mão direita na mão esquerda do menino onde estava Scabbers. Pegou o rato e virou-se na direção de Dumbledore.
O Diretor abriu à gaiola, permitindo que o rato fosse colocado no seu interior. Scabbers guinchava desesperadamente. Harry fez um movimento de mão, murmurando um silencio e o rato ficou mudo. Percy começou a protestar.
- Pai, Scabbers é meu rato de estimação, o que o senhor está fazendo?
-Desculpe, Percy. Meu nome é Harry. Você não pode mais ter Scabbers, ele não é um rato de verdade. De noite quando seu pai voltar do trabalho ele te conta tudo. Eu vou te dar um novo bichinho de estimação. E eu prometo que ele será um bicho de verdade, dessa vez. Qual você prefere? Um rato, um gato ou uma coruja?
Percy olhou firme pra Harry e disse: - Eu quero uma coruja, já que você está levando o meu rato.
- Percy, olhe os modos e corujas são muito caras. – Gritou Molly.
- Tudo bem Sra. Weasley, eu tenho que ir buscar a minha coruja também, além de roupas e outras coisas no Beco Diagonal. Assim que compra-la a enviarei pra você, ok?
- Afinal o que está acontecendo? Diretor, quem é esse menino? – Molly falou.
- Eu sou Harry, Sra. Weasley. E nós temos que ir pro Ministério, pois temos que falar com o Ministro.
- Molly, eu estou apenas seguindo a corrente, quem está dirigindo o barco é o pequeno Harry. Se Arthur quiser nós acompanhar irá saber quem é Scabbers, o que também estou curioso. Mas, Arthur termine o seu café. E Molly, será que você poderia servir algo para Harry, tivemos alguns problemas na casa de sua tia.
- Oh querido, venha cá, temos ovos, panquecas e muffins. Leite e suco de abobora. – Nisso ela já preparava um prato para ele.
- Obrigado Sra. Weasley. Suco de abobora, por favor. – Snape colocou Harry sentado na mesa.
- Então Scabbers é um animago, Harry? –perguntou Arthur.
-Que nojo, Percy, você dormia com ele em sua cama! – berraram Fred e George juntos.
-Quietos, não quero ouvir um pio de vocês cinco. – Molly falou levantando o dedo pros seus filhos.
Harry engoliu a comida que tinha na boca e virou para Arthur: - Digamos que a personalidade de Scabbers combina bem com a sua figura. Um rato, sujo e traidor de seus amigos. Um covarde do maior grau.
Os adultos se entreolharam assustados com a veemência e o rancor presente na voz da criança. Molly o olhou cuidadosamente.
- Quantos anos você tem Harry querido?
- Ele tem a idade de Ron. – respondeu Dumbledore.
- Tão pequeno.
- Isso irá mudar, Molly, com a alimentação adequada e algumas porções fortalecedoras ele irá crescer bastante. Se ele retornasse aos nossos cuidados somente na adolescência pouco se poderia fazer, mas agora ainda dá tempo. – Surpreendentemente quem deu essa resposta foi Snape.
Harry olhou pra ele esperançoso: - Quer dizer que vou ter pelo menos 1 metro e 70?
Snape franziu a testa. – O seu pai tinha a mesma altura que eu, 1 e 86. E a sua mãe tinha pelo menos 1 e 73. Então com certeza você terá mais que 1 e 70.
- Graças a Merlin, não podia suportar outra vida com 1e 69. É muito chato ser o mais baixo de todos. .... Já disse que as explicações vão vir depois do nosso roteiro. Sr. e Sra. Weasley será que depois amanhã de noite poderíamos conversar? Acredito que vou estar em Hogwarts com o Diretor. - Harry olhou pra Dumbledore que confirmou com a cabeça.
- Claro querido, é só mandar uma coruja ou usar o flu para nos chamar.
- Bem, já que os dois já terminaram, vamos andando temos que chegar ao Ministério logo, pois temos horário com Fudge. Molly, crianças, um bom dia pra vocês. – Dumbledore falou.
Snape novamente pegou Harry no colo. Arthur beijou a esposa e os filhos. Encaminhou todos para a lareira e indicou o pó de flu.
Logo os cinco sairam nas lareiras do Ministério (Afinal depois desse trabalho todo não iam deixar Scabbers). Caminharam para o protocolo das varinhas.
Pouco a diante Remus Lupin os aguardava. Harry abriu um sorriso imenso e se jogou do colo de Snape para o de Lupin com entusiasmo.
- Moony! Senti sua falta. – Lupin abraçou apertado Harry. Ele também sentira falta do seu filhote.
- Você se lembra de mim Harry? – A voz de Lupin saiu embargada.
- Vou explicar depois Moony, mas preciso de você pra salvar Padfoot, ele é inocente.
- Harry! Como...?
- Olhe o rato da gaiola, está faltando um dedo.
Lupin puxou o ar, sentiu o cheiro. – Não pode ser? Ele está vivo?
- Sim e vivia escondido como um rato de estimação esse tempo todo.
- Estamos chamando atenção, precisamos continuar para o escritório do Fudge antes que descubram que Harry está aqui. – Snape reclamou. Ele estava com ciúmes da facilidade de que o garoto pulara do seu colo para o de Lupin.
- Severus está certo, vamos. – Dumbledore os empurrou rapidamente para dentro do elevador. Conseguiram entrar sem acompanhantes. Arthur apertou o botão correspondente ao Gabinete do Ministro. Harry virou pra ele e falou.
- Sr. Weasley, o senhor vem conosco? Gostaria que viesse.
- Harry, eu estou completamente perdido. Estou aqui em confiança ao Diretor, mas sinceramente não estou entendendo nada.
- Bem vamos começar pelo fácil. Prazer, meu nome é Harry Potter.
Arthur abriu a boca como um peixe, engoliu em seco e disse: - Prazer Harry.
As portas do elevador se abriram e o grupo caminhou para o Gabinete do Ministro. Lá a secretária dele, Felícia Ogden (1), uma senhora baixinha e sorridente os recebeu.
- Diretor Dumbledore, Arthur, senhores, é um prazer vê-los. O senhor Diretor tem hora agora com o Ministro, vão entrar todos? Querem que eu tome conta do menino e do bichinho?
- Vamos entrar todos Felícia e na verdade quem requisitou a entrevista foi esse rapazinho aqui e o motivo dela é esse animago ilegal. Acredito que Cornélio vá requisitar alguns Aurores. Se não for muito abuso você poderia chamar Moody e Scrimgeour, claro que quando Cornélio solicitar.
- Vou ver o consigo. Bem entrem.- Ela abriu a porta para eles depois de dar duas leves batidas.
- Bom dia Cornélio – falou Dumbledore. Fudge olhou todos e fez um gesto em direção das duas cadeiras diante da sua mesa. Dumbledore fez aparecer um par de poltronas roxas com franjas prateadas. Sentou-se numa delas Lupin pegou a outra com Harry apoiado no braço da mesma. Snape e Arthur sentaram nas desconfortáveis cadeiras do Ministério.
- Cornélio quero lhe apresentar Harry Potter, ele insistiu em conhecê-lo.- Fudge abriu os olhos espantado.
- Ora, ora, meu menino muito prazer.
- Bom dia senhor. Venho lhe entregar o verdadeiro traidor dos meus pais, verdadeiro o Fiel do Segredo. E solicitar que liberte meu padrinho Sirius Black, pois ele é inocente de todas as acusações imputadas.
- Isso é algum tipo de piada Dumbledore?
- Estou tão surpreso quanto você Cornélio. Mas Harry capturou esse rato e disse ser um animago e que ele é um comensal da morte.
- O que?
- Senhor Ministro, o senhor poderia requisitar alguns Aurores para podermos tirar o rato traidor da gaiola. Sei que temos excelentes magos presentes, mas creio que isso é atribuição de um Auror. E há subsidio suficiente para aplicação do verissaterum como o individuo aqui presente forjou a própria morte e se esconde como um rato do campo desde os acontecimentos de 31 de outubro de 1981. – Lupin falou.
Fudge olhou para as caras sérias dos adultos e da criança á sua frente. Será que isso é uma piada ou não. Vou acompanhar a história, se for uma piada irei me vingar. Bateu um sininho que estava em sua mesa, imediatamente Felícia apareceu na porta.
- Sra. Felícia, por favor, chame os Aurores.
- Sim Senhor - ela respondeu. Logo em seguida, a porta abriu novamente e apareceram Alastor Moody, Rufus Scrimgeour e um jovem Kingsley Shacklebolt. Felícia entrou atrás deles e fechou a porta.
- Chamei vocês aqui, pois Harry Potter afirma que esse rato é um animago e que foi o Fiel do Segredo dos Potters. Moody segurou e abriu gaiola. Retirou o rato que continuava guinchando em silêncio. Apontou sua varinha para ele e disse:
- Animago Revelio. O corpo do rato se expandiu até revelar Peter Pettigrew numa roupa toda esfarrapada. Moody fechou a mão em torno do punho direito de Peter, segurando-o firmemente.
- É Peter Pettigrew, mas ele foi considerado um herói. – falou Fudge.
- Ministro, heróis não cortam o próprio dedo para forjar a sua morte, nem se escondem em forma de rato por mais de dois anos. – Lupin demonstrava a sua irritação.
- Eu tinha medo de Black, ele queria me matar. – falou Pettigrew, pois o Revelio cessou o efeito do Silencio de Harry.
- Podemos resolver isso rapidamente, Senhor, com essas evidências nós podemos administrar o verissaterum. E eu tenho um frasco aqui comigo. – Scrimgeour falou. Fudge concordou. Pingaram três gotas na boca de Pettigrew, imediatamente seus olhos ficaram vidrados.
- Qual é seu nome e formas de como é conhecido. – Scrimgeour começou o interrogatório.
- Peter Antony Pettigrew. Também sou Wormtail e Scabbers.
- Quem foi o Fiel do Segredo dos Potters?
- Eu. – suspiros foram ouvidos por toda sala.
- Por quê?
- Por que ninguém desconfiaria, todos estavam certos que seria Sirius Black. Ele disse que ninguém viria atrás de mim e se fosse necessário ele morreria com a informação, mas eles permaneceriam seguros porque o segredo estava comigo e não com ele.
- Você é um Comensal?
- Sim. – novos suspiros.
- Mostre a marca negra. Pettigrew arregaçou a manga do braço esquerdo deixando a marca visível.
- Quem matou os muggles na noite de 31 de outubro de 1981.
- Eu.
- Por quê?
- Eu precisava fugir. ... Me esconder. .... Não queria ninguém me procurando..... Meu Senhor desapareceu. .....Sirius estava atrás de mim. .....Se ele falasse, se todos soubessem que eu era o Fiel, seria preso.....E Alguns Comensais sabiam que eu estava com meu Senhor, eles podiam achar que eu o levei para uma armadilha.
- Sirius Black estava ciente dos seus planos?
- Nunca. Sirius morreria por James.
- Aonde você se escondeu durante esse tempo?
- Eu fiquei na minha forma animaga no Beco Diagonal, mas estava difícil de fugir dos gatos, assim fui para o campo, cheguei a Ottery St. Catchpole. .....Queria uma casa bruxa pra ter acesso às noticias. ......Pensei nos Lovegood, por causa da revista, mas eles tinham uma recém-nascida, me correram de lá. ..... Lembrei-me dos Weasley, dei sorte, com tantos meninos que gostavam de animais foi fácil ficar.
- Você causou algum prejuízo ou dano?
- De noite me transformava e pegava comida, boa comida..... Queria pegar dinheiro, mas não consegui.... Uma vez o menino Charlie quase me pegou, mas fugi a tempo.
- Você tinha intenção de fazer algum mal? Machuca-los?
- Muitos meninos, não gosto de meninos..... Se a menina fosse mais velha eu me metia na sua cama, depois bastava um obliviate. – nisso Arthur tentou pular da cadeira em cima dele, mas Snape o segurou. Scrimgeour virou-se para Fudge.
– Senhor está satisfeito, Ministro? Ou deseja perguntar mais alguma coisa?
- Leve-o para Azkaban para aguardar o julgamento, arquive a memória desse interrogatório e faça o relatório.
- E o meu padrinho? Ele é inocente.
- As coisas não funcionam dessa forma. Ele terá que passar por um julgamento, teremos que averiguar sua inocência.
- Senhor, a hora de julgar Sirius foi há quase três anos atrás. O senhor mandou um homem inocente pra prisão sem julgamento. E vai mandar liberta-lo agora. Se o senhor fizer isso, poderá convocar o Profeta Diário e dar sua exclusiva de como os "valentes Aurores" sob seu comando prenderam o criminoso e soltaram o inocente. Se eu der a entrevista vou falar da sua incompetência de prender um inocente. - Fudge estava possesso com Harry. Já Snape só conseguia pensar o quanto o garoto parecia um slytherin. Fudge recapitulou.
- Não precisamos nos aborrecer. Moody acompanhe Scrimgeour e liberte Black.
- Senhor, precisamos de Moody para capturar mais um comensal que está escondido.
- Meu menino, vocês tropeçarem num comensal é suspeito, mais em dois. O que está acontecendo aqui? – Fudge resmungou.
- O senhor quer ou não prende-lo? Imagine as manchetes amanhã. Num só dia dois comensais da morte capturadas. - Shacklebolt acompanhe Scrimgeour e liberte Black.
- Posso solicitar que Remus Lupin acompanhe os Aurores para poder levar Sirius Black para atendimento médico em Hogwarts? Acredito que no St. Mungus tudo ficaria muito confuso e em pânico. – Dumbledore se manifestou. Harry prontamente pulou da poltrona para o colo de Snape que se surpreendeu.
- Vá acompanhar os Aurores, Lupin. – Fudge resmungou. Logo que eles saíram da sala, continuou a falar – E agora Harry Potter que outro comensal é esse?
- Durante os julgamentos dos comensais, um alto funcionário do Ministério descobriu que seu filho era um deles. Ele nada fez para impedir sua prisão ou diminuir sua pena. Porém quando estava em Azkaban, por influencia de sua mulher, o ajudou em sua fuga. Vejam bem, sua esposa estava morrendo e implorou como um último ato de amor para ela, que tirasse o único filho deles da cadeia. Eles foram visita-lo levando Poções Polissuco. Ela morreu em Azkaban, mas tomou o cuidado de consumir a poção com cabelos do seu filho até o dia de sua morte. Ele saiu polissucado na forma de sua mãe e vive até hoje na casa de seu pai, debaixo da maldição Imperius e de uma capa de invisibilidade. Existe ainda uma elfa doméstica encarregada de tomar conta dele. Por isso precisamos de Moody, pois com o seu olho pode enxergar debaixo da capa e facilitar o arresto. - Harry, você está falando de Bartô Crouch? – Dumbledore perguntou.
- Sim. Bartolomeu Crouch e seu filho Bartolomeu Crouch Junior. Inclusive recomento prende-lo numa sala de onde não possa convocar Winky, pois ele pode mandar retira-lo de casa.
- Você entende a gravidade dessas acusações. O enterro da Sra. Crouch foi apenas há um ano. E Crouch é um membro importante de nossa comunidade. - Fudge disse.
- Se quiser verificar o caixão primeiro, esteja à vontade, só irá encontrar pedras. Mas lembre-se Bartô é inteligente, pode ter colocado algum tipo de alarme no tumulo. Sinceramente eu entreteria-o com uma reunião enquanto Moody e outros Aurores busquem o Junior na casa. – Harry declarou. Todos olhavam espantados para Harry. Era muito absurdo, aquela criança tão pequena, com uma eloquência e um discurso tão adulto.
- Harry como você pode falar assim? Você não tem nem quatro anos. – Arthur perguntou.
- Sr. Weasley, eu realmente quero conversar sobre tudo com o senhor e sua esposa, mas agora não. Senhor Ministro, o Senhor deve mandar os Aurores captura-lo, acredite em mim, ele junto com Bellatrix Lestrange, é um dos mais fanáticos seguidores de Voldemort. – Somente Moody, Dumbledore e Snape permaneceram impassíveis. Felícia, que estava servindo chá para todos, parecia à beira de um desmaio. Arthur e Fudge ficaram pálidos. Fudge respirou fundo e disse.
- Moody convoque dois Aurores de sua confiança e vá buscar Junior. Felícia convoque Crouch para uma reunião, Weasley fique e me ajude a entretê-lo. Acredito que nossa conversa encerra aqui Sr. Potter.
- Sim, Senhor Ministro, acredito que já passou o meu horário de almoço e da sesta da tarde, afinal sou somente uma criança em fase de crescimento. Muito prazer em conhecê-lo. – A ironia estava na voz de Harry, mas Fudge nem percebeu.
- Por favor, Cornélio, mande noticias sobre a prisão, estarei aguardando ansiosamente pela informação. Também temos que retornar a Hogwarts, sabe como é... última semana de exames. As crianças ficam muito agitadas. Até breve. – Dumbledore despediu-se. Snape levantou com Harry no colo.
– Adeus.
(1) Felícia Ogden é uma personagem OC. Não localizei o nome de nenhum assistente ou secretaria que fosse coerente com o período. Umbridge pode ter sido, mas não quis lidar com essa vaca agora.
REVIEWS
Ana Kaulitz: O Harry é muito fofo mesmo, tanto na versão adulta quanto a mini.
O Snape de 1991 é um e o de 1984 é outro. Ele ainda não endureceu tanto. Ele leu a carta de Harry junto com Dumbledore (é uma coisa que Dumbledore faria normalmente, pois ficou intrigado com a carta).
Snape viu uma criança muito pequena, usando uma roupa decrépita. E muito importante: SEM ÓCULOS (Harry começou a usar óculos quando sua professora de escola percebeu que ele não enxergava a lição no quadro, na minha história ele ainda não vai para a escola). Assim ele não se parece tanto com James.
Lembrem-se Harry possui os olhos e os traços do rosto de Lily. De James herdou o indomável cabelo preto e a miopia galopante. Mas ele ainda é muito pequeno seus traços são muito infantis. Assim é fácil desassociar Harry de seu pai. E Snape utiliza o nome de Harry não o sobrenome.
Ele sentiu desprezo de Petunia e isso remete a própria infância de Snape.
No quarto capitulo eu digo que ele ficou com ciúme de Harry, da facilidade com que Harry se joga pra Remus. O meu Snape vai ter que aprender a lidar com o ciúme, pois realmente se deixou cativar por Harry.
