Mais um capitolozinho p/ adiantar as coisas. Depois desse acho q só daki há duas semanas... Viagem de facul!!! Eba!! \o/

Shina - E a gente aki preso no mesmo santuário de sempre, e ela indo conhecer lugares fodásticos do interior de minas gerais... Vê se pode ¬¬

Marin - Oras... Ela é q tem sorte... n.n0

Camus - Vc vai viajar c/ a faculdade e me dexá nesse impásse horrível? T_T

Milo - Realmente... Não é justo! Sua discípula desnaturada!

Ah, qual é?! Eu vou entrar com meu plano infalível exatamente neste capítulo p/ dexá td menos pesado e vcs falam assim de mim T_T

Camus - Tah... Tah... Q seja... Contanto q ñ me exponha mais do q jah fez ú.ù

Podexá \o/

Nhé!!! Num tive nenhum coment... Q triste T_T

Milo - Olha só como vcs dexáro ela... É... Vcs mesmos... Os leitores. Tratem de dexar reviews ou eu tranformo td mundo em penera, heim!!! ò.ó

Camus - Menos, Milo... Menos... ¬¬

Enfim.. T_T Mais um capítulo de "Amor de Infância" espero q gostem e comentem. Boa leitura!!!

Capítulo 4: Um Plano de Cupido

Milo procura desesperadamente por sua irmã, ainda naquela noite, a encontra perto da praia, olhando o mar de longe e as estrelas, estava com um sorriso bobo no rosto.

Milo: Irmãzinha! No que ta pensando, heim?

Nala: Milo! De onde foi que você surgiu? Quer me matar do coração?

Milo: Humpf... Tava pensando é naquele pato, né?

Nala: Ele volta essa semana...

Milo: Afinal, o que é que ele foi fazer na Ilha de Andrômeda?

Nala: Ué... Foi levar um aprendiz pro Shun e pra June.

Milo: Sei... Mas escuta... Posso conversar com você um pouquinho?

Nala: E desde quando precisa de permissão pra isso? Diga, irmãozinho.

Milo: Bom... É sobre o Camus. Sabe a menina nova que chegou?

A irmã faz cara de desentendida, não esperava que o assunto da conversa poderia ser seu mestre, até por que, já que os dois eram amigos, não esperaria comentários de um sobre o outro para ela. Parecia até fofoca... Mas o fato da novata estar no meio da conversa a intriga ainda mais.

Nala: O que a Yolanda tem a ver com o mestre?

Milo: É o seguinte... Antes do Camus voltar pra Sibéria e se tornar mestre, ele ficou aqui por três anos, foi a época em que Yolanda ainda não era aprendiz de Amazona, ela ajudava nos registros do Santuário, os dois se conheciam e eram amigos. Quando ele foi pra Rússia, ela foi pra Terra do fogo, e agora a gente descobriu que ela se tornou Amazona lá.

Nala: Eles eram amigos? Estranho, porque quando eu disse que ele era meu mestre ela soltou um "coitadinha".

Milo: Isso porque ela acha que o Camus é um pervertido.

Nala: Mestre Camus, pervertido???

Milo: Nala, seu mestre é apaixonado por essa menina desde aquela época.

Nala: Sério?! Mas o que isso tem a ver com perversão? Ela não devia ta contente? Um homem forte, honrado e correto como ele... Além de lindo...

Milo: Heim??? Você fala isso do seu mestre?!

Nala: Respeito é uma coisa, mas não sou cega. Ele é lindo mesmo.

Milo (gota/sorriso sem graça): Que seja. O problema é que na última vez em que se viram o francês não agüentou e beijou ela.

Nala (cara de espanto): Não acredito.

Milo: Mas é verdade. Só que ela se assustou e achou que ele era um pervertido, e nunca mais quis olhar na cara dele. Ela não quer saber do Camus nem pintado de ouro, e olha que ele já é Cavaleiro dourado...

Nala: Que bagunça... Mas então... Por que você ta fazendo fofoca do seu melhor amigo pra sua irmã?

Milo: Por que meu melhor amigo e seu mestre precisa da sua ajuda.

Nala: Eu posso ajudar? Me diz como então. Faço qualquer coisa.

Milo: Basta convencer a espanholinha de que ele não é o que ela pensa.

Nala: Qual é? O Santuário todo ta de prova que ele é o cara mais certinho daqui.

Milo: É, mas acho que a discípula dele inspiraria uma grande confiança.

Nala: Deixa comigo, irmãozinho. Não sei ainda ao certo o que eu faço, mas pode ter certeza de que acho um jeito. Palavra de Amazona.

Nala sorria com confiança, o sorriso do irmão era idêntico ao dela, ele a abraça animadamente, agradecendo-a. Ambos vão para suas casas, enquanto Milo dorme calmamente, satisfeito pela sua parte feita, Nala se deita ainda pensando no que fazer, estava muito animada com os planos que se desenrolariam a partir de então. Mas ela sabia, sendo quase uma conterrânea, que mudar a cabeça da jovem espanhola não seria nada fácil.

---ooo---

Acordou animadíssima no dia seguinte, estava louca para por em prática qualquer coisa que fosse necessária para ajudar o mestre. Mas... "O que diabos posso fazer? Ai, ninguém merece mesmo, viu... Por que essa cabeça oca não pode funcionar quando eu mais preciso dela?" Bom... Levantou, tomou seu banho, café da manhã reforçado com leite e frutas, se arrumou com a roupa de treino de Amazona, e lá foi ela pro Coliseu. "Como sempre... Estou atrasada..."

Marin: Bom dia, Nala? Como vai?

Nala: Bem, e você?

Marin: Bem também...

Shina: Sei não, heim... Você ta com uma cara de noite mal dormida...

Nala (sorrindo): Ah... É que eu tinha algo importante em que pensar.

Shina (olhar irônico): Importante...? De olhinhos azuis e cabelos dourados?

Marin riu com aquilo, enquanto Yolanda queria apenas saber de quem estavam falando. Percebeu que a menina ficou rubra, e isso atiçou ainda mais a sua curiosidade.

Nala (vermelha): Não é isso não...

Shina: Então o que?

Nala (dando de ombros): Segredo... Coisa minha.

As outras se entreolharam, deram de ombros e foram para o treino. Como sempre, Nala dava trabalho para as outras, e Yolanda se impressionava cada vez mais com a capacidade e superioridade daquela menina aparentemente tão frágil. Quando tiraram alguns minutos de descanso, Nala fez questão de se sentar ao lado da novata.

Nala: Yolanda, né? Você é bem forte.

Yolanda: Está querendo ser boazinha comigo? Você é tão forte quanto os dourados, não tenho a mínima chance contra você.

Nala: Hahaha, que é isso? É só a experiência. Aposto que seu mestre foi tão bom quanto o meu.

Yolanda ficou um pouco desconfortável com o comentário. Ela não admitiria que o pervertido Cavaleiro de Aquário teria algum ponto positivo. Nala logo percebeu.

Nala: Ora, vamos lá... De mulher para mulher, qual é a sua birra com o mestre Camus?

Yolanda: Birra?! Nenhuma.

Nala: Mas desde ontem você parece não ir com a cara dele. Além de ter falado como se o conhecesse. Pode falar pra mim, eu não vou contar pra ele.

Yolanda: Não quero falar mau do seu mestre para você.

Nala: Mas eu quero ouvir o que você tem a dizer. Mestre Camus sempre foi tão certinho e cheio de normas, nunca fez nada de errado ou duvidoso. Queria saber o que alguém conseguiu pegar de errado nele.

Yolanda: Certinho? Incrível como uma menina como você nunca percebeu os instintos dele. Você é muito bonita para...

Nala: Para...

Yolanda: Deixa pra lá...

Nala: Hahaha. É tão estranho alguém que ache algo errado dele. Pode perguntar pra quem quiser nesse Santuário, seja Cavaleiro ou Amazona, ou mesmo quem não é guerreiro aqui. Todo mundo sabe que Camus jamais faria nada que fosse desonroso.

Yolanda se cala por um tempo, Nala não a força a falar nada, apenas espera pelo que ela possa ter a dizer depois. A garota muda completamente de assunto.

Yolanda: Mas então... Esse menino de quem a Shina estava falando... Quem é ele?

Nala (rubra): Er... Ele é... O garoto que cresceu e treinou comigo na Sibéria... Hyoga de Cisne.

Yolanda: Criado por aquele pervertido?! Você não pode...

Ela pára, percebendo que falara demais ao ouvir as palavras da menina. Nala olha estranho para ela, depois sorri calmamente.

Nala: Pervertido... Mestre Camus? Isso é com certeza a coisa mais desconexa que já ouvi em toda a minha vida. Todo mundo diz que meu irmão é mulherengo... Mas todo mundo sabe que Camus está muito longe disso. Na verdade, ninguém nunca o viu com uma garota de uma forma que parecesse... Como se diz... "Cortejo".

Yolanda: Você o protege mesmo...

Nala: Isso é porque eu o conheço muito bem. Camus foi o pai que eu não tive.

A jovem não sabia o que dizer, via tanto carinho nos olhos da menina que falava sobre aquele belo e elegante homem, que começava a ter dúvidas. Era impossível que ela falasse tais coisas apenas para proteger o mestre e a si mesma, ela tinha carinho demais em seus olhos. "Será que se apaixonou por ele?" Mas não era possível também, pois ficara tão escarlate ao falar de seu discípulo que parecia ser por ele tinha um sentimento desses. Nala então olhou novamente para ela, vendo que baixara a cabeça como quem se perde em pensamentos.

Nala: Mas me diga, Yolanda. Como você e meu mestre se conheceram?

Yolanda parece voltar de súbito para a realidade, mas tornou o rosto para outro lado, como quem não quisesse responder. Nala suspirou, aceitando que a outra não quisesse dizer nada, afinal, tinham que voltar ao treino. Nala podia ajudá-la com suas técnicas de ar gelado, já que tinha aprendido a controlar o ar frio com Camus, e Yolanda parecia entender muito bem, estava claro que ela evoluiria rapidamente. Depois do treino resolveram então dar uma volta juntas pelo Santuário, só para espairecer, como disse Nala. Que se manteve quieta esperando se Yolanda quereria dizer algo. Elas caminharam até perto da praia.

Uma figura alta e esbelta fez Nala parar no caminho, chamando a atenção de sua acompanhante. Estava rubra e sorridente ao ver aquela silhueta, com uma mochila nas costas, cabelos dourados na metade das costas, um porte tão elegante quanto o de Camus. Outro logo apareceu perto dele, estendendo-lhe a mão. Estavam num lugar com algumas árvores, e poderiam chegar mais perto para ouvi-los. Nala não pensou duas vezes, puxou a menina mais para frente e fez sinal para ficar em silêncio.

"É minha chance, se ela vir o jeito dos dois, vai ser um passo a mais para acreditar que o mestre é uma pessoa correta. Que sorte a minha..."

Camus: Como foi de viagem?

Hyoga: Muito bem, mestre. Tirando o calor daquele lugar... Como o Shun agüenta?

Camus: Hum... Ele é quem deve achar que é impossível agüentar a Sibéria.

O dourado sorria, fazendo a garota prestar mais atenção em seu belo rosto, e sem perceber ela ficou corada ao fixar nos belíssimos olhos azuis do Aquariano.

Camus: Mas diga... O que o faz querer falar comigo antes de ir correndo ver a Nala?

O garoto ficou corado com o comentário, era mais alto que o mestre mas, agora, parecia uma criança envergonhada diante de um adulto que ria de seu rubor.

Hyoga: Eu... Será que... Quer dizer...

Camus: Hyoga, você esta falando comigo, não com ela. Não precisa de toda essa vergonha.

Hyoga: Ah... Você só diz isso por que não ta no meu lugar.

O mestre desviou o rosto, seu olhar tornou-se um tanto ressentido, algo que o garoto nunca vira, despertando curiosidade nele.

Hyoga: Mestre... O que foi? Disse alguma coisa de errado?

Camus: Nada... Não é nada.

Hyoga disse algo muito baixo, Nala quase se remoia tentando ouvir o que era, mas não entendia nada. Yolanda ria sozinha com a menina ao seu lado, mas ao mesmo tempo não tirava os olhos do aquariano, sem saber o que a atraía tanto para aquele par de safiras. O Cavaleiro levou o indicador ao queixo, pensativo.

Camus: Podemos falar com Saga quanto a isso, ele deve saber como conseguir uma vaga. E quanto à segunda coisa... Ninguém melhor do que Mu.

Hyoga: Acha que ele faria?

Camus: Claro. Mu sempre ajuda o quanto é necessário.

Hyoga: Acha que a Nala vai gostar?

Camus: Está brincando? É claro que sim.

Nala tornara-se vermelha como um tomate, e a curiosidade de Yolanda estava cada vez maior. Camus então ficou sério.

Camus: Mas veja se vai fazer tudo certo, heim? Não se erra com uma garota.

Hyoga: Ora, é claro, mestre!

Camus: Você tem sorte...

Hyoga percebe uma certa melancolia no mestre, achando aquilo muito estanho, ficara preocupado com ele.

Hyoga: Mestre, ta tudo bem?

Camus (voltando à realidade): Ora... Esqueça isso e vá logo falar com Mu. Deixe que com Saga eu converso.

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Pronto... viram como eu comecei a por as coisas no lugar u.u Agora se estão bravos pq eu vou dexá isso aki por duas semanas reclamem c/ meu prof q num marcôna viage p/ mais tarde u.u

Milo - Tah... Tah.. td bem... Hey... onde o Camus se enfiou?!

Marin - deu no pé qdo viu Yolanda chegando *aponta p/ Yolanda*

Yolanda - e eu nem vi q ele tava aki O.O

Shina - Bom... Nala pode ter ajudado... Mas ela teve sorte tb u.u

Bom... Eu ajudei, naum... Então num julgue u.u

Yolanda - Buááááááá!!! Q foi q eu fiz???

Calma, Yolanda... ó.ò Bom, gente... Melhor dexá ela se acalmá... Até o próximo capítulo e desculpa a pressa q tenho q correr p/ viajá n.n0