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- Você esta confuso! - fala do personagem.

- "Será que devo."- pensamento do personagem.

- O que disse! - em negrito é quando o personagem escuta a voz da pessoa pelo telefone.

Anteriormente em "Apenas um Toque...":

Ela se assustoue olho novamente o aparelho que tremia em suas mãos, tocando as notas de "Sakura Drops", talvez seja Neji novamente pedindo desculpas pelo ocorrido que Tenten deu e de imediato ela apertou a tecla do aparelho e levando ao seu rosto e atendendo de imediato.

- Aló Neji, sim...

- O que é realmente viver? Porque as pessoas me dizem para eu viver, se não possuo mais nada na minha vida. Por não devo desistir e porque as pessoas não me permitir acabar com a minha vida e me suicidar, poderia me explicar? Por que não devo desistir! - a pessoa do outro lado da linha vociferou sem recantos.

Hinata ficou espantada com aquilo. Mais o que estava acontecendo...

Apenas um Toque

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~Wasaku~

- Capitulo 4 -

Solidão.

Essa ligação foi à pior de todas por acaso aquilo era brincadeira, pois se fosse ela não estava gostando nada daquilo e queria um fim, pois ela tinha muito que fazer. E não queria participar dessabrincadeirademau gosto.

- O que eu faço para realmente viver, Naruto? Diga-meestou tentando liga pra você desde quarta... ou esta fingindo não me ouvir! - ela ouviu bem desde quarta, ela retirou por um leve instante o aparelho do rosto e viu o número no visor, era o numero desconhecido em que ligou a ela, era aquele numero, ou seja, esse rapaz pensava que talvez estivesse ligando ao amigo mais a ligação foi de encontro a ela. Ela podia ouvir de longe o rapaz murmurar algo na linha, ela colocou novamente o aparelho perto do rosto esperando as palavras.

- Se você esta me escutando Naruto, vou dizendo logo. Não agüento mais essa vida. Vou bota um fim nela, assim a dor vai embora, e ninguém mais sofre com isso.

- Erm... senhor? - ela iniciava.

- Olha eu tentei seguir... mais não conseguir... O que você faz me diga. Quando você descobre que seu irmão mais velho, que o amara todos esses tempos mata toda sua família, e depois se suicida, o que você faz? O que eu deveria sentir, não é? E você descobre essa trágica noticia no dia seguinte, no dia do seu casamento, e que sua noiva sai correndo no meio da cerimônia! Dizendo o que fez foi errado e que não me amava e amava todos esses tempos meu irmão mais velho? - o homem falava num tom alto ao telefone. Sua respiração era áspera sobre a linha. Hinata podia sentir seu coração disparado no peito. O que ela deveria fazer.

- Tudo o que está acontecendo esta errado. Tudo. Ela estava grávida, a Sakura minha noiva estava grávida. Iríamos ter um menino. Queria o garoto. Mais porque ela não acreditou em mim, né? Mesmo assim quando ela soube que estava grávida, ela não queria no momento, mesmo quando eu disse a ela que eu queria... e ela vai e... ela vai e se embebeda, e depois aquela cadela se joga da borda do telhado do prédio da nossa casa e acaba matando meu menino! O meu menino! Eu sei que ele não era meu, era do meu irmão aquele desgraçado, mais era meu! - o homem chorou sobre a linha. Sua respiração sai entre cortada pelo choro. - Eu senti-lo chutar... chutar Naruto... antes... eu coloquei minha mão na barriga da Sakura, e senti meu menino chutar minha mão... e ela... a vadia estava de seis meses, eu estava a sua procura e fui à nossa casa quando cheguei eu ouvi o barulho de algo caindo e quando fui ver ela tinha se jogado... e ela... - a voz do individuo soou dura sobre a linha.

Hinata engoliu em seco. Como ela poderia dizer a esse homem que ele ligou para o número errado? E que não era o amigo em que ele gostaria de falar. Como ela poderia dizer-lhe que ela não tinha certeza se queria ouvir tudo isso? Ela não sabia quem ele era.

- S-senhor? - ela tentou novamente. Ela não podia perguntar se ele estava bem, porque ele obviamente não estava.

- Eu estou na borda de um edifício, você sabe. - ele riu. - Porque isso é muito para mim. Tive um "episodio" no trabalho, e acabei sendo demitido. Eu sou o segundo filho, você sabe Naruto. Meu irmão mais velho era o herdeiro, e é claro que ele herdaria caso acontecesse algo, já que ele era filho dos meus pais... mais devido sua morte... a posse passou a meu tio Madara... eu simplesmente não estou com cabeça para esses tipos de assuntos. - ele divagava.

- Mais ai eu penso, a confusão e a dor e o medo, bem que todos eles vão acabar se eu pular, não é?

A respiração de Hinata ficou presa na garganta.

- Não! - ela gritou de repente no telefone. - Não. Não faça isso!

Houve um silencio absoluto por uns dez segundos. Foi assim em silencio, em que ela podia ouvir da linha a chuva caído.

- Porque não...? Porque você me negar isso? Porque eu não posso simplesmente pular? - o homem sussurrou entrecortado no aparelho. - Afinal com quem eu falo, você não é o Naruto? Com quem estou falando? - Hinata engoliu em seco novamente, sua mão fechada no aparelho, segurando fortemente no ouvido.

- Escuta você não pode desistir. Nunca deve. Nunca. - disse ela, com a voz trêmula. A respiração sobre a linha ficou mais pesado, mais errática.

- Então senhor estranho ou estranha, diga-me o porquê. - Hinata parou no comando. O comando muito desesperado.

- Porque desistir é ser fraco, e você deve ser um homem muito forte para desistir assim e tentar se afogar nessa magoa. Uma pessoa fraca, como eu, teria apenas se afogado. - Hinata disse baixinho ao telefone. A respiração entrecortada pelo aparelho desapareceu em um suspiro, em seguida, começou de novo, ainda mais erraticamente do que antes.

- Qual é o seu nome? - perguntou Hinata. - Diga-me, para que possamos conversar. Vou dizer-lhe o meu, se você gosta. - ela acrescentou, quando ele hesitou. Seria patético a fazer algo tão estúpido a ponto de ter medo quando havia uma vida em suas mãos.

- Diga-me o seu nome em primeiro lugar... - disse a voz, estranhamente tímido.

- Oh não. - disse Hinata com um pequeno sorriso. Um sorriso que ela sabia que ele podia ouvir em sua voz. - Eu perguntei primeiro. Seja um c-cavalheiro, Cavalheiro-kun! - brincou ela com delicadeza. O silêncio era tão longo que ela temia que tivesse feito a coisa errada.

- S-Sasuke... -a voz disse depois de um tempo.

- Bem, O-olá, Sasuke-san! - Hinata respondeu. - Eu sou Hinata. -agora que as apresentações foram feitas, Hinata não tinha certeza do que fazer. Este não era o seu forte.

- H-Hinata? Significa lugar iluminado, não é? - disse o homem contemplativo enquanto recitava o significado de seu nome. Hinata sorriu.

-Humm! - ela respondeu, balançando a cabeça, embora ela soubesse que ele não podia vê-la. - Ano... Sasuke-san? - ela murmurou depois de um momento.

- Às vezes eu sinto como... como se eu sou o oposto de você. Eu não sei o que fazer para escapar desta escuridão. Não sei qual caminho a seguir, eu somente quero deixa de existir e sentir o vento tocar em meu rosto e pula desse prédio. -

disse ele, de repente, suas palavras aceleração com propósito e sua respiração áspera raspando sobre telefone.

- S-Sasuke-san! - Hinata gritou no telefone, surpreso com a nitidez de sua voz. - Afaste-se da borda do prédio. Agora. - ela exigiu. A linha ficou muda e silenciosa.

- Eu não posso. Sabe Hinata-san... Eu posso ver o telhado da Compania Shibata de onde eu estou... e eu estou pensando... parece um bom lugar para pousar, hein? É perto o suficiente para que eu tenha certeza que eu vou pousar lá, e longe o suficiente para que eu realmente possa morrer e não acabar no hospital. -ele engasgou sua voz soando com o elogio falso.

Hinata arregalou os olhos. A Compania telhado Shibata? Ora, ela estava olhando para o mesmo a sua frente. Então... isso significava... Sasuke estava em algum lugar na vizinhança, não era?

- M-mas o que sobre o telhado IndústriaMarquenzi? Não é mais perto de você? - Hinata perguntou, tentando não assustá-lo, enquanto desesperadamente tentava identificar sua localização. Ele riu.

- Eu sei o que você está tentando fazer. Eu não sou um idiota. Se eu saltar para o telhado Marquenzi, acha que vou morre, acabarei acordando em um hospital. Ele não é o suficiente. E não tente sugerir os condomínios Plaza, pois somente acabarei quebrando as pernas, e quebraras pernas... é brega. Eu não acho que os proprietários dos apartamentos gostariam que meu cadáver ensangüentado tão perto de suas portas de entrada. - o homem do outro lado da linha zombou.

Hinata já estava fora da porta de casa. Ela sabia onde ele estava!

- Você não tem que se matar, Sasuke-san. Você deve obter ajuda. Não faça isso sei que você e mais forte do que esta acontecendo, sim. Não possui o ditado, "o que não mata te faz mais forte", né? - a morena disse, tentando manter a calma, respiração enquanto ela corria pelo corredor do lado de fora de seu apartamento.

- Quem diabos mesmo inventou esse ditado estúpido? - Sasuke rosnou. - É demais! Duvido que eles tivessem uma vida que nem a minha!

- Diga-m-me, então. Você não me conhece, e qual prédio ira se julgar. Vamos me fale! - Hinata disse, estendendo a mão para a porta que dava para a escadaria do prédio. Ela tinha uma certeza em qual prédio ele estaria agora.

- Você realmente não quer saber... - Sasuke disse, suspirando. - Eu não posso te dizer de qualquer maneira... Isso é muito pra você... - Hinata subiu as escadas de dois em dois, forçando-se para acalmar sua respiração.

- Claro que eu quero saber. Tenho n-nada, a perder - ela voltou. A linha ficou em silêncio.

- Eu... eu não sei por onde começar. - Sasuke disse hesitante. - Eu não quero passar por isso. Eu não quero pensar sobre tudo isso. Só quero escapar. Não consigo comer eu não consigo dormir Eu não posso trabalhar... e que trabalho maldito...

- Comece em qualquer lugar. Vamos compartilhar informações, está certo? - Hinata falava, nem mesmo percebendo que sua gagueira desapareceu em face de sua finalidade.

- Você que me ajudar? Quer dizer, você vai me dizer e me ajudar nessas coisas também? - perguntou Sasuke. Hinata ouviu um trovão ribombar através da linha e, em seguida, ouviu o eco do barulho em torno dela. Ela estava perto dele!

- Sim, um comércio. - disse ela um pouco sem fôlego, enquanto ela continuava a correr as escadas. Ela poderia ter tomado o elevador, mas ela não queria corre o risco de encontrar alguém lá dentro, e perceber o que ela estava tentando fazer.

- Ok, mas... -ele disse depois de um longo momento, e depois continuou. - Eu não sou bom nisso e também não sou em fazer amigo, não gosto de certos tipos de pessoas.

- Você não vai se ferir em fazer novas amizades. Nunca é tarde demais, não é? Para fazer um novo amigo. - Hinata continuou suas coxas começando a queimar em execução de subir as escadas. Sua respiração estava começando a soprar de seus lábios, mas ela tentou controla o melhor que podia.

- Você viria? Quando eles me enterram-se, você viria? - ele perguntou, depois de uma longa pausa.

- Você teria que compartilhar informações comigo, Sasuke-san. Mas se eu soubesse para onde você iria, é claro que sim. - ela respondeu. -Mas você não vai morrer, então pare de fazer perguntas como essa, sim? - ela voltou. Ele não respondeu por tanto tempo Hinata se preocupou, mas a chuva e sua respiração pesada sobre a linha indicava que ele ainda estava lá.

- Tenho vinte e cinco anos... -ele forneceu, quebrando o silêncio.

- Nossa apenas dois anos mais velho do que eu. - disse Hinata sobre a linha, segurando o quadril e segurando para pode correr mais rápido e tentar apartar a dor, pelo cansaço, precisava ir mais rápido.

- Eu gosto de tomate. - Sasuke continuou, com a voz trêmula. - Eles são... Eles são a minha comida favorita.

- Tomates? - Hinata repetiu. - Isso é diferente, eu sei de um local que me vende tomates bem baratos! São sempre os melhores e as mais vermelhas. Vou levá-lo para vê-lo um dia! - Hinata disse e fez uma pausa para pode respirar, a porta que dava para o telhado do seu prédio estava aberta. Como havia suspeitado que estivesse entreaberta a partir de quando Sasuke tinha passado por aqui.

- Minha comida preferida é bolinhos de chuva. - disse Hinata. - Eu acho que nós somos diferentes, né? Você gosta de salgados e eu gosto de doce. -ela encostou-se à porta e espreitou lá fora, seus olhos cinzentos freneticamente a digitalização do telhado.

- Eu não gosto de doces em tudo. - Sasuke murmurou. - Meu irmão mais velho tinha um dente doce... e ele...

- E os amigos, Sasuke-san? - Hinata interrompeu. - Eu não tenho muitos amigos. E você?

- Eu não tenho amigos. Nunca tive tempo para eles. -Sasuke cuspiu. - Se tenho não sei ao certo é meu amigo ou amigo do meu dinheiro.

- Oh, você tem esse mesmo problema também? - Hinata respirou. - Na verdade, temos algo em comum... - a herdeira Hyuuga suspirou ao telefone.

- Eu acho que temos... - Sasuke falou. - Eu deveria parar de incomodá-la agora, no entanto. Eu não sei o que eu estava pensando...

Hinata abriu a porta para o telhado aberto e esticou o pescoço ao redor. A chuva encharcava seus cabelos de imediato, escorrendo na sua testa e nos olhos. Ela piscou rapidamente para limpar os olhos, e então ela o viu.

Uma figura escura de pé na beirada do prédio, o telefone pertoda orelha do individuo. Seus ombros estavam caídos ao ponto que Hinata poderia quase literalmente imaginar o peso do mundo que repousa sobre sua moldura.

- Você não é um incômodo, Sasuke-san! - Hinata disse calmamente, falando no telefone, saindo na chuva. - Afaste-se da borda do edifício. -quando ele não se moveu, Hinata continuou. - Você é mais forte do que isso, Sasuke. Eu não sei você, você é forte posso ouvi isso me sua voz. Onde eu posso vê-lo, onde eu possa ouvi-lo. Onde estou olhando para você. Você não quer me ver? Ou simplesmente deseja cai? - ela sussurrou para o telefone. Ela sentiu a garganta fechar-se quando ele deu um passo vacilante mais perto da borda do edifício.

- Eu estou sozinha também. - disse ela depois de um momento. - Se você me deixar te ajudar, você pode me ajudar também. - Hinata estava chorando desesperadamente neste momento. - Só, por favor, não pule! -ela viu um tremor ondulação através de sua moldura, antes que ele deu três passos de distância da borda do edifício.

Ela podia ouvir seus soluços com a linha do aparelho conectada, mais ele estava a sua frente a alguns passos, ela estendeu sua mão de encontro a ele. E o mesmo fez o ato.

Mais no impulso um vento forte passou entre eles fazendo o moreno se desequilibra e escorrega da borda do edifício.

- NÃO! - ela gritou correndo de encontro a ele.

Continua...