Atenção: Para aqueles que tentaram mandar review e não conseguiram, pois não tinha conta na fanfic agora podem mandar ^ ^ . É que eu não sabia que tinha que desbloquear para poder receber review sem conta na fanfic -.-' Gomenasai é que eu sou nova por aqui e não sabia disso. Mas agora não tem desculpa para não mandar reviews comentando sobre a história. E perdão aqueles que mandaram review e eu não respondi no último capitulo, é que eu tava tão feliz que a net tinha voltado que eu postei na doida e sem tempo pra agradecer porque meus irmãos estavam me expulsando do computador ¬¬ mais agora vamos parar de conversa mole que vocês querem ler a fic então aqui esta o capitulo 4. Eu não preciso dizer que os personagens não me pertencem preciso?
Marcas
Quando cheguei ao colégio de Shippou, ele já estava saindo
- Shippou – chamei – ele olhou pra mim e sorriu vindo na minha direção
- Chegou cedo hoje mana – falou enquanto seguíamos o caminho para casa de Tsubaki
- Foi por causa de uma reunião de professores Shippou todo mundo largou cedo
- Sério? Eu queria que meus professores ficassem fazendo reuniões também – eu só balancei a cabeça sorrindo
- Você é muito preguiçoso Shippou – falei olhando pra ele
- Até parece que você não gostou de largar cedo – falou fazendo uma cara sapeca de quem sabia a verdade
- Mas é claro que eu gostei de largar cedo Shippou assim eu poderia ficar mais tempo com meu irmãozinho querido – rodeei o braço nos ombros dele e dei um beijo estalado na sua bochecha deixando-o vermelho.
- Eu também gostei Rin – rodeou o braço na minha cintura
Seguimos assim para casa, quando chegamos não tinha ninguém como sempre. Shippou subiu pro seu quarto tomar banho enquanto eu fui pro meu quarto guardar o dinheiro que descontei. Abri o guarda roupa e peguei uma caixa porta jóia bem antiga de madeira com desenhos de flores de cerejeiras com uma tranca, essa caixa porta jóia pertencia a minha avó e ela me deu quando eu completei dez anos, ela me disse que toda mocinha tinha que ter uma. Ela morreu logo depois por causa do problema que ela tinha no coração. Sentei na cama e na gaveta do criado mudo peguei a chave, quando abri a caixa vi que já tinha uma quantia bem generosa, uma pequena fortuna na verdade, mas isso não me chamou a atenção e sim dois colares, um de ouro e outro de prata com os pingentes numa forma de coração peguei o dourado e abri tinha uma foto dos meus pais na minha idade abraçados e sorrindo. Essa foi à época que começaram a namorar e como símbolo do seu amor meu pai comprou esse colar pra minha mãe colocando a mensagem dentro "Eu vou te amar pra sempre" e tirou essa foto com ela para se lembrar desse dia. Minha mãe tirou uma copia da foto e comprou o mesmo colar só que prata colocando a foto dentro com a seguinte frase "E eu vou te amar pela eternidade" e lhe entregou mostrando que tinha colocado a foto dentro do seu pingente também. Eu adorava ouvir a história de como eles se conheceram e como tinham se apaixonado. Eu sempre pedia o colar dela emprestado mais ela dizia que nunca tiraria, mas que um dia eu o herdaria e que ficaria feliz se eu o usasse para sempre lembrar de como o amor poderia durar para sempre, mas que isso ainda ia demorar muito. Pena que não demorou. Eu os recebi junto com o resto dos pertences deles no hospital, olhando a fotos deles vejo que realmente estou muito parecida com ela parece que estou olhando pra um espelho só que tinha uma diferença, ela sorria de um jeito que seus olhos brilhavam de tanta felicidade, eu já sorri assim, mas já fazia muito tempo. Meus olhos se encheram de lágrimas
- Você deveria usá-lo – Shippou apareceu no vão da porta
- Shippou! – falei me assustando. Ele se aproximou e se sentou ao meu lado na cama
- Mamãe iria querer que você usasse Rin
- Não devo usá-lo Shippou, não o mereço – falei virando o rosto pro lado
- Rin – pôs a mão no meu ombro – pare de se culpar, não foi culpa sua foi um acidente – virei o rosto pra ele
- Acidente esse que não ocorreria se eu não tivesse ido a aquela maldita festa – virei o rosto novamente
- Rin não foi sua culpa entenda isso. Ninguém ia imaginar que isso ia acontecer e se fosse para alguém ter culpa seria do carro que veio na direção de vocês – pegou meu rosto para que eu o olhasse – e não sua – abaixei os olhos eu sabia que o que ele falava tinha sua verdade, mas eu também tinha culpa eu quase que os obriguei a me levarem aquela festa idiota – agora – pegou o medalhão e pôs no meu pescoço – use-o, pois você o merece sim, você era uma ótima filha e é a melhor irmã que alguém poderia ter – me abraçou
- Obrigado Shippou – devolvi o abraço. Me separei dele e peguei de dentro da caixa o medalhão do meu pai e o coloquei nele
- Mas Rin... – falou meio surpreso. Olhei pra ele e sorri
- Você merece Shippou, você que me da forças todos os dias para continuar lutando por nós – ele me abraçou novamente – agora – falei soltando-o – vamos nos levantar, pois eu ainda tenho que fazer o almoço – falei pegando a caixa fechando-a
- Esse é o dinheiro que você vem juntando? – perguntou enquanto eu guardava a caixa dentro do guarda roupa
- Hai – falei guardando a chave na gaveta do criado mudo - agora vamos antes que Eles cheguem
- Hai
Shippou foi tomar banho e eu fui preparar o almoço. Eu estava nervosa, não queria ver e nem chegar perto de Naraku. Eu estava aterrorizada. Com medo de que ele tentasse me agarrar novamente.
Quando terminei o almoço escutei a zuada da porta da entrada sendo fechada, eu corri e coloquei rápido o almoço dele e colocando na sala de jantar e corro pra cozinha e fecho a porta. Eu escuto os passos dele entrando na sala de jantar ele para e depois começar a se aproximar da porta da cozinha, eu me afasto da porta dando alguns passos para trás bato no balcão eu olho pra ele e pego uma faca no faqueiro em cima deste, olho pra porta e vejo o trinco se mexendo devagar. Meu coração tava a ponto de sair pela boca quando de repente o trinco para de se mexer e volta ao normal, logo depois escuto a voz de Tsubaki ela tinha chegado. Um alívio passou por mim, me apoiei no balcão saltando a faca em cima dele tentando me acalmar, olho minha mão ela estava tremendo,depois olho pra porta, era melhor eu sair enquanto Tsubaki estivesse com ele para não correr o risco de ela sair e ele vir atrás de mim. Corri em direção à porta respirei fundo e sai. Ele estava lá sentado comendo e ela em pé falando das coisas que tinha comprando. Ela estava usando um vestido de cetim dourado tomaria que caia curto com os cabelos presos num coque. Ela me viu parada na porta da cozinha
- Há, você está aí – eu olhei pra ela e Naraku olhou pra mim – ótimo assim economiza tempo – apontou pra uma pilha de sacolas que estava no chão – leve para o meu quarto – eu obedeci, peguei as sacolas e subi sem nem olhar pra cara dele
Quando cheguei ao quarto dela abri o closet e comecei a guardar os vestidos que ela tinha comprado. Eu não sabia onde colocar mais roupas o closet estava lotado, não duvidava que daqui a pouco ela usasse meu quarto como o seu novo closet particular, porque do jeito que anda daqui a alguns dias não vai ter mais lugar pra tanta roupa.
- Rin – Tsubaki me chamou tirando-me de meus devaneios
- Hai – me virei pra ela que estava no vão da porta do closet
- Prepare meu banho – falou curta e seca e saiu
Quando terminei de arrumar as roupas fui pro banheiro liguei a torneira da banheira e deixei enchendo enquanto pegava os óleos e essências. Coloquei as essências dento do banho e quando me virei me deparo com Tsubaki me encarando ela tinha soltado os cabelos e tirado a roupa ficando só com um roupão preto
- A senhora deseja mais alguma coisa? – perguntei enquanto ela me encarava. Ela se aproximou de mim e pegou meu rosto pelo queixo e o ergueu me fazendo encará-la
- Você está ficando bonita – virou meu rosto de um lado pro outro – a cada dia você esta mais parecida com sua mãe – falou soltando meu rosto com certa agressividade. Me virou pra frente do espelho – mas sua mãe era mais bonita – pegou meus cabelos e olhou-os, colocou seu rosto ao lado do meu e olhou nossos reflexos juntos - olhe pra você um projeto de gente tentando ser adulta, tentando passar a imagem de que é alguém quando não é nada. Não posso mentir tem cabelos bonitos - pôs as mãos nos meus seios – seios firmes – passou a mão pelo meu rosto – pele macia, belas curvas – eu não estava entendo aonde ela queria chegar com isso – mas cuidado – apertou meu rosto com suas unhas de esmalte vermelho – eu deixo você viver sob meu teto, mas cuidado com o que você planeja, eu defendo o que é meu com unhas e dentes – me soltou – agora vá cuidar dos afazeres da casa – e me olhou nos olhos – está avisada – e fechou a porta do banheiro na minha cara. Eu fiquei alguns segundos parada olhando pra porta não entendendo nada.
Depois da "conversa com Tsubaki" eu fui fazer meus afazeres, Naraku já tinha voltado pro escritório quando eu desci, o resto do dia foi estranhamente tranquilo. Eu fiquei estudando a tarde toda e a noite Tsubaki e Naraku saíram pra jantar, e eu preparei alguma coisa pra eu e Shippou comer depois voltei pro quarto pra terminar de estudar, quando eu fui dormir já passava das dez horas e derrepente eu ouço vozes, na verdade risadas, me levanto e desço as escadas devagar, vi Naraku e Tsubaki na sala de estar bêbados como gambás juntos com um casal que eu nunca vi na vida e que estava tão bêbados quanto eles e estavam segurando garrafas de champanha nas mãos. Tsubaki ligou o som e aumentou e começou a dançar junto com a outra mulher ao redor do centro com as garrafas de champanhe nas mãos, enquanto isso Naraku e o outro homem estavam jogados cada um em um sofá olhando elas dançarem com luxuria nos olhos.
Subi as escadas correndo e fui pro quarto de Shippou
- Shippou! – chamei já entrando no quarto
- Rin! – ele estava meio assustado provavelmente estava dormindo e acordou com a zuada – o que ta acontecendo? Por que esse som alto?
- Shippou eu quero que você troque de roupa nós vamos sair – já ia saindo do quarto
- O que tá acontecendo? – me virei pra ele
- Naraku e Tsubaki chegaram – me virei pra porta novamente e falei de costas pra ele – me espere aqui que eu vou trocar de roupa – e saí
Eu estava preocupada, não era a primeira vez que eles chegavam bêbados em casa com pessoas estranhas, da ultima vez Naraku jogou uma garrafa de whisky contra mim e Shippou, a sorte é que eu agi rápido e puxei Shippou pro lado o protegendo com o meu corpo, eu só ouvi o estraçalhar da garrafa contra a parede da sala jogando cacos e whisky pra todo lado. Eu fico com medo, eles ficam mais agressivos principalmente Naraku. Então eu prefiro sair com o Shippou e só voltar quando acho que é seguro.
Rin trocou de roupa vestiu uma calça jeans e uma blusa preta de mangas compridas, calçou um tênis e deixou os cabelos soltos pegou na caixa porta jóia algum dinheiro e pôs no bolso e foi pegar Shippou no quarto.
- Está pronto Shippou? – perguntei entrando no quarto
- Já – Shippou estava usando uma calça jeans e uma camisa verde com seus cabelos presos no seu rabo de cavalo de sempre
- vamos então – peguei a mão dele e saímos do quarto, descemos as escadas e passamos rápido pela frente da porta da sala e seguimos para porta da rua.
A rua estava deserta raramente passava um carro ou uma pessoa, mas ironicamente eu me achava mais segura ali do que dentro daquela casa. Fomos para o lado mais movimentado da cidade da cidade e entramos numa sorveteria, pedimos dois sundaes de chocolate, enquanto esperávamos o pedido seguimos para uma mesa
- Rin eu vou ao banheiro daqui a pouco eu volto – Shippou informou
- Certo Shippou – eu falei enquanto me sentava perto da janela e ficava olhando por esta enquanto esperava os sundaes chegarem me perdendo em pensamentos
- Rin – ouço uma voz me chamando eu olho na direção desta
- Sesshoumaru? – franzi o cenho
- Pelo jeito hoje é o dia de nos encontrar-mos – Sesshoumaru brincou. Ele estava usando uma calça jeans e uma camisa branca com um dragão desenhado e com os cabelos soltos. Eu ofereci uma cadeira e ele sentou de frete pra mim
- O que você ta fazendo por aqui? Sentiu vontade de tomar sorvete? – falei brincando. Ele ergueu uma sobrancelha
- Pelo jeito não fui o único – falou apontando pros sundaes que a garçonete tinha acabado de colocar na mesa – esta esperando alguém? – perguntou enquanto pedia um para a garçonete que só faltava derreter de paixão por ele
- Na verdade esse é de Shippou, mas ele foi ao banheiro – respondi e depois provei o delicioso sundae – hum, ta gostoso - olhei novamente pra ele que me olhava fixamente – o que foi?
- Shippou esta aqui? – falou mudando o seu tom pra mais frio
- Hai – Sesshoumaru olhou para janela pensativo – ali está ele – Sesshoumaru não moveu um músculo, continuou olhando pela janela. Shippou se aproximou e se sentou do meu lado. Nessa hora a garçonete trousse o pedido de Sesshoumaru e colocou na frente dele esperando que Sesshoumaru olhasse pra ela, mas Sesshoumaru não se moveu e ela saiu desolada – Sesshoumaru este é Shippou – Sesshoumaru finalmente olhou pra Shippou – meu irmão. Shippou este é Sesshoumaru ele estuda no Shikon no Tama também.
- Olá – falou Shippou sorrindo. Sesshoumaru tava sem palavras, que confusão que fizera
- Oi – falou simplesmente e se se encostou à cadeira nos encarando com um sorriso no canto dos lábios. Enquanto eu e Shippou saboreávamos nossos sundaes – sabe de uma coisa?
- O quê? – perguntei
- Eu pensei que o Shippou que você falava fosse seu namorado – falou simplesmente finalmente provando o seu sundae. Nessa hora eu e Shippou nos engasgamos
- Namorado? –eu e Shippou perguntamos em uníssono – Sesshoumaru sorriu
- Eu sempre disse que quando crescer vou me casar com você mana - falou sorrindo enquanto que eu ainda não entendia nada.
- Por que você pensou isso Sesshoumaru? – perguntei
- Pelo modo como você falou dele
- Eu não disse que Shippou era meu irmão?
- Lie
- Nossa eu pensei que eu tivesse falado, mas eu falei dele de forma carinhosa dava pra notar que era de alguém especial pra mim – inquiri
- Por isso Sesshoumaru pensou que eu fosse seu namorado – olhei pra Shippou - muitas garotas falam dos seus namorados de forma carinhosa Rin – Shippou esclareceu
- E desde quando você sabe tanto sobre namoro Shippou? – perguntei
- Experiência própria mana – ergui uma sobrancelha
- Sim, Don Juan, eu não sabia que você tinha tantas namoradas assim e que era tão experiente no assunto – ironizei
- É claro que não Rin você é muito inocente - olhou pra Sesshoumaru – não se preocupe ela é assim mesmo. É que ela nunca namorou na vida então não entende essas coisas – eu ergui as duas sobrancelhas
- Como assim eu nunca namorei Shippou? – perguntei pra ele quase o fuzilando
- Claro que nunca namorou – falou convicto
- Então se esqueceu do Jimmy?
- Aquele baka
- Não o chame assim ele era um garoto legal – falei voltando ao sundae
- Era um baka, nunca sequer te deu um beijo e mal pegava na sua mão
- E por que será ¬ ¬ - Shippou fez cara de desentendido
- Não faço a menor idéia – disse pondo outra colherada na boca com a cara mais inocente do mundo
- Não se faça de inocente Shippou – falei fuzilando-o – você não nos deixava a sós um segundo sequer quando ele tentava pegar minha mão ou me beijar você ficava no meio literalmente não é Shippou?
- Eu não me lembro disso
- claro só se lembra do que lhe convêm e até hoje acho que você estava de complô com o papai para atrapalhar o meu namoro. Ele achava que eu era muito nova pra namorar e que era pra estar brincando de boneca e não de namorar
- Ele estava certo e você queria o quê? Que agente de desse você de mão beijada pra aquele baka?
- ÔÔÔ, Shippou eu sei que você me ama – passei o braço ao redor dele. Olhei pra frente e vi Sesshoumaru nos olhando prestando atenção em nossa conversa – gomenasai Sesshoumaru a gente ficou aqui discutindo besteira e nem demos atenção a você – Shippou olhou de Rin pra Sesshoumaru
- Mas falando nisso – Sesshoumaru e Rin olharam pra ele – eu tô achando muita coincidência vocês se encontrarem aqui
- O que você está querendo dizer com isso Shippou? – perguntei semicerrando os olhos enquanto levava a colher a boca
- Que vocês marcaram de se encontrar aqui e que estão namorando – me engasguei
- Quêêêêêêê? – fiquei vermelha - Que invenção é essa Shippou? Nós estudamos no mesmo colégio e...
- E o que isso tem a ver? – perguntou me cortando – pelo contrário ajuda – olhou pra Sesshoumaru – quais suas intenções com minha irmã?
- Shippou! – reclamei vermelha que nem um tomate
- As melhores – Sesshoumaru respondeu sério
- Sesshoumaru não entre na onda dele – reclamei muito mais vermelha ainda
- Pois saiba que sou muito ciumento e que pra namorar a minha irmã tem que passar por mim primeiro e eu sou muito exigente com isso. Exemplo foi aquele Billy, Quime, time...
- É Jimmy
- Que seja aquele baka entendeu? Estamos falando do meu bem mais precioso
- Nisso nós concordamos
- Vocês dois parem com isso já – falei vermelha que nem um pimentão pondo a mão na mesa e me levantando
- Mas Rin eu tenho que deixar as coisas claras logo no começo pra que não aja problemas depois – Shippou argumentava
- Que começo?
- Ele tem razão Rin as coisas tem que ser esclarecidas logo de cara – Sesshoumaru falava com a cara mais cínica do mundo
- O quê?...- eu estava sem fala e vermelha que nem uma pimenta e Sesshoumaru sorria
- Eu já te disse que você fica linda quando fica vermelha desse jeito? – pronto agora eu não estava mais vermelha e sim roxa de vergonha. Sesshoumaru sorriu mais e Shippou ficou nos olhando e semicerrou os olhos
- Sem cantadas – falou bravo – eu ainda não dei permissão para namorarem e nada de se tocar, beijar e contato visual limitado... – eu tampei a boca de Shippou
- Vamos embora que já esta na hora papai – falei sarcástica. Ele semicerrou os olhos e falou alguma coisa, mas não deu pra entender, pois eu ainda tava com a mão na boca dele
- Vocês não querem ir ao Game Player? – Sesshoumaru nos perguntou. Olhei pra ele
- Game Player? – perguntei franzindo o cenho
- È uma casa de jogos, eu trouxe Inuyasha, é do outro lado da rua por isso eu estou por aqui
- Me engana que eu gosto – Shippou falou tirando minha mão da boca dele
- Shippou! – reclamei. Enquanto Sesshoumaru erguia uma sobrancelha
- Mas – ele parou pra pensar - vai ser divertido – falou com entusiasmo - vamos Rin, por favor – e me olhou com aqueles olhos pidãos enquanto me sacudia
- E então Rin? – Sesshoumaru perguntou – você vai? – eu olhei o relógio era 12:00
- "Ainda é muito cedo pra voltar" – pensei e olhei pra Shippou – "porque não?" ta bem vamos, mas não vamos demorar
- Ta mana – falou feliz – mas isso não significa que eu deixo vocês dois namorarem – falou apontando pra nos dois
- Shippou! – eu tava a ponto de matá-lo – se você não calar essa boca a gente vai pra casa agora
- Ta bom já calei
Atravessamos a rua e entramos na casa de jogos. A casa era grande e um pouco escura tinha vários jogos eletrônicos disponíveis e algumas mesas para as pessoas lancharem. Quando andamos mais um pouco encontramos Miroku e Inuyasha jogando numa das maquinas, nos aproximamos deles
- Oi – falei. Eles se viraram
- Rin? – falaram em uníssono
- Olá Inuyasha, Miroku eu não sabia que você estava aqui
- Rin que coincidência você esta mais linda do que nunca – falou Miroku galante e se aproximando para me abraçar
- Hey o que você pensa que vai fazer? – Shippou ficou entre nós dois empurrando Miroku
- Quem é você? – Miroku perguntou olhando-o interrogativo
- Esse é Shippou me irmão – apresentei
- É isso mesmo e você que pensa que é pra ir chegando e abraçando minha irmã?
- Eu também gostaria de saber – Sesshoumaru apareceu atrás de mim, me assustando com olhar que ele mandou pra Miroku. Miroku correu pra trás de Inuyasha
- He He He – riu sem graça – olá Sesshoumaru como vai – olhou pra Inuyasha - Por que você não me disse que seu irmão estava aqui? – perguntou a Inuyasha ainda escondido atrás dele
- Feh! Meio irmão, e você não perguntou e ainda mais você acha que eu vim como? Andando?
- Ei cara? – Shippou chamou Inuyasha que olhou pra ele
- O que é pirralho?
- Abaixa ai – Inuyasha se abaixou
- O que você quer? – Shippou pegou nas orelhas dele
- Tu é um cachorro é? – Inuyasha se levantou rápido
- Não mexe nas minhas orelhas pirralho – reclamou irritado
- Shippou – repreendi. Me aproximei dele e de Inuyasha – ele não é um cachorro é um hanyou é metade humano e metade youkai cachorro por isso ele tem essas orelhinhas – peguei não orelhas dele – tão kawaiis
- Rin ¬ ¬ - falou me fuzilando
- Gomenasai – soltei as orelhas dele envergonhada
- O que você esta fazendo aqui Rin? – Miroku perguntou
- Eu estava na sorveteria aqui em frente com o Shippou quando Sesshoumaru apareceu e nos chamou pra vir pra cá
- Eu pensei que você tivesse ido embora afinal você não gosta desses jogos Sesshoumaru
- Você disse bem Inuyasha você pensou coisa que você não faz com muita frequência – Inuyasha fechou a cara
- Feh! Baka
- Vocês vieram pra ficar conversando ou pra jogar – Shippou perguntou já impaciente
- O pirralho tem razão vamos jogar, vem Miroku – e bateu no ombro dele
- Por que você me bateu?
- Por que você ta que nem um lerdo olhando pra Sesshoumaru com medo
- Mas precisava me bater por causa disso? ¬ ¬
- Feh! Vem logo Miroku e para de encher o saco – saiu andando na frente
- Ei eu vou também – Shippou foi atrás deles
- E quem te chamou pirralho?
- O que foi ta com medo cachorrinho? Eu te venço em qualquer jogo aqui
- Você me chamou de quê? – Inuyasha semicerrou os olhos
- De cachorrinho você tem orelha de cachorro, você queria que eu te chamasse de que de cachorrinha?
- Ora seu pirralho – e levantou a mão pra dar um cascudo em Shippou, mas quando foi bater nele Inuyasha sente alguém bater na cabeça dele. Ele pôs a mão onde levou à pancada e olhou para trás dando de cara comigo com uma aura negra em volta de mim e com um olhar assassino pra ele (n/a: acho que ela ta andando de mais com o Sesshoumaru XD)
- Você não estava pensando em bater no meu irmão? Estava? – Inuyasha se escondeu atrás de Miroku com medo
- Lie
- Foi o que eu pensei – falei voltando ao normal e olhado pra meu irmão – Shippou chame-o pelo nome dele que é Inuyasha e não de cachorrinho, eu sei que ele parece um, mas não é necessário ficar chamando-o assim ok?
- Ta mana
- Agora vão jogar e nada de discussões vocês dois – falei olhando pros dois – e nada de cascudos – falei olhando pra Inuyasha. Eles confirmaram com a cabeça e seguiram pra as máquinas de jogos
- Como tu agüentas uma irmã dessas – Inuyasha perguntou pra Shippou
- Muitos anos de experiência
- E eu que pensava que o Sesshoumaru que assustava
- Você não viu nada, por isso é melhor andar na linha comigo cachorrinho se não quiser apanhar feio da minha irmã – advertiu se aproveitando da situação
- Feh!
- Não vai jogar Rin? – Sesshoumaru perguntou
- Lie, eu não sei jogar eu só vim por causa do Shippou
- Então sente-se comigo – e me guiou ate uma mesa no local mais atrás eu ficava observando Shippou que estava sorrindo. Era tão bom velo sorrindo e acabei sorrindo também.
- Você é uma irmã super protetora sabia – Sesshoumaru falou notando como ela se preocupava com shippou
- Eu sei, mas não consigo evitar ele é meu irmão mais novo tenho que protegê-lo. Você não se sente assim com relação à Inuyasha? – olhei pra ele
- Concerteza não
- Nossa! Isso é que é gostar do irmão – falei brincando
- Não imagina o quanto. Se alguém tentasse matar o Inuyasha com certeza eu ajudaria
- Nossa Sesshoumaru também não é pra tanto
- Você é que pensa não nos gostamos apenas nos aturamos
- E por que isso?
- Digamos que quando ele nasceu ele não foi com a minha cara e eu não fui com a dele – ele falava com aquele jeito frio que não ligava pra nada
- E você tem mais irmãos além de Inuyasha?
- Não, e você? Não quero confundir mais nenhum com seu namorado – ele se aproximou mais o rosto do meu – eu ficaria com ciúmes – e deu um sorriso de lado. Senti minhas bochechas esquentarem e virei um pouco o rosto
- Lie, eu só tenho o Shippou
- Ótimo – se levantou – menos irmão ciumentos pra mim preocupar – estendeu a mão pra mim – vamos? – franzi o cenho
- Pra onde? – ele sorriu de lado
- Jogar
- Mas eu não sei... – ele pegou minha mão e me puxou fazendo ficarmos próximos
- Eu te ensino – falou de um jeito que me subiu um arrepio pela a espinha – afinal o que adianta estar numa casa de jogo e não jogar? – sorri ele tinha razão
- Está certo
Era engraçado e frustrante, quanto mais eu tentava jogar mais rápido eu perdia, Sesshoumaru me ensinava, mas não adiantava. E pra piorar ele ria do meu desastre pro jogo.
- Eu desisto – falei derrotada – eu não consigo
- Realmente eu não pensei que você fosse tão ruim – falou brincando
- Obrigado pelo elogio – brinquei
- Rinnnnnnnn! – Shippou chamava correndo e se escondendo atrás de mim
- O que foi Shippou? – perguntei
- O cachorrinho quer me bater – falou apontando pra Inuyasha que se aproximava furioso
- Eu já disse pra não me chamar assim – falou irritado
- Eu chamo você como eu quiser – falou pegando coragem já que estava do meu lado e ficando na minha frente e encarando Inuyasha – cachorrinho
– Ora seu pirralho duma figa – e já ia meter um cascudo na cabeça de Shippou só que eu fui mais rápida e bati primeiro
- Mana por que você me bateu? – perguntou colocando a mão no local da pancada
- Por que você mereceu. Eu não já disse pra chamá-lo de Inuyasha? – Inuyasha me olhava embasbacado ele pensava que eu iria ajudar o Shippou e não bater nele - Por que você continua chamando-o de cachorrinho? Estava confiando que eu te protegeria se Inuyasha viesse te bater não é? Pois se enganou não vou ficar protegendo-o quando você esta fazendo besteira e na próxima vez eu vou deixar Inuyasha bater em você – Inuyasha sorriu maléfico - Estamos entendidos?
- Tá mana – falou simplesmente – entendi o recado
- Ótimo
- E eu sei muito bem que você se aproveitou da situação pra descontar pelo que eu disse na sorveteria – falou baixinho
- O que você disse? – perguntei semicerrando os olhos
- Nada – fez cara de santo
- E agora pirralho vai continuar me chamando de cachorrinho? – Inuyasha perguntou zombateiro
- Ora seu cacho... – não completou a palavra e Inuyasha sorriu
- Não o provoque Inuyasha – adverti. E olhei pra Shippou – e ai Shippou como foi o jogo? Conseguiu vencer o Inuyasha? – perguntei mudando de assunto. Shippou abriu um largo sorriso enquanto Inuyasha fechava a cara
- Eu venci esse cacho... Inuyasha não sabe jogar
- Eu não sei jogar? – perguntou enfurecido
- Mas é claro que não – e começaram mais uma discussão á toa. Eu girei os olhos
- Como eles conseguem brigar tanto? – perguntei a Sesshoumaru e a Miroku que ficava em uma distancia segura de Sesshoumaru
- Eu gostaria de saber quem é o adulto na história – Miroku perguntou
- Não tem adulto na história só duas crianças – respondeu Sesshoumaru
E o resto da noite foi assim Inuyasha e Shippou discutindo e apostando quem se saia melhor nos jogos, Miroku atrás deles com medo de ficar perto de Sesshoumaru e eu as vezes tentando jogar e outras reclamando com Shippou e Inuyasha enquanto Sesshoumaru era sarcástico com Inuyasha por ele esta discutindo com uma criança.
- Nossa olha à hora – falei olhando o relógio – já são 3:30 da manhã esta na hora de ir Shippou
- Mas já mana? – falou manhoso – vamos ficar mais um pouquinho
- Lie. Mais tarde temos escola e já era pra estarmos dormindo. Quero ver só você se levantar depois – falei pegando a mão dele – bom pessoal a gente já vai indo
- Eu levo vocês Rin – Sesshoumaru informou
- Não precisa Sesshoumaru
- Eu não estou lhe oferecendo carona, estou lhe informando que vou levá-los. Não vou deixar vocês andando por ai uma hora dessas
- Mas...
- Ele tem razão Rin é perigoso – Miroku interveio
- È Rin nisso eu e Sesshoumaru concordamos – Inuyasha falou
- Vamos – Sesshoumaru chamou. E eu sem escolha os segui pro carro de Sesshoumaru. Se eles soubessem que o perigo não esta for de casa e sim dentro. E o pior se esse perigo ainda estivesse acordado.
Eu fui na frente com Sesshoumaru para lhe informar o caminho enquanto Shippou, Inuyasha e Miroku iam atrás conversando e discutindo. Inuyasha e Shippou discutiam mais do que conversavam. Quando chegamos a casa estava toda escura, Sesshoumaru parou o carro na frente dela e eu e Shippou descemos
- Arigato Sesshoumaru por nos trazer – agradeci abaixando um pouco pra olhar pra dentro do carro – tchau Inuyasha e Miroku nos vemos mais tarde tchau Sesshoumaru
- Tchau pessoal e obrigado foi muito divertido – Shippou agradeceu – e Sesshoumaru – Sesshoumaru olhou pra ele – isso não quer dizer que eu deixo você namorar com a minha irmã ouviu? – Inuyasha e Miroku olharam pra Sesshoumaru que continuava com a mesma expressão e depois pra mim que tava vermelha
- Shippou é melhor a gente entrar antes que você diga mais besteira – e sai puxando ele pela mão e acenei pro carro sem olhar pra trás
Quando entramos a casa estava um breu total, tudo escuro e silencioso subimos os degraus de fininho pra não acordá-los mesmo achando isso muito difícil já que eles devem estar desmaiados de tão bêbados que estavam. Entramos no meu quarto ainda meio tensos mais após eu fechar a porta nos tranquilizamos. Eu deitei na cama e respirei fundo fechando os olhos logo depois sinto Shippou deitar-se ao meu lado e encostar a cabeça no meu ombro abraçando minha cintura eu alisei seu cabelo
- Você não vai pro seu quarto não Shippou? – perguntei ainda de olhos fechados
- Posso ficar aqui?
- É claro que pode Shippou, mas eu acho melhor a gente trocar de roupa
- Pra que? – perguntou já fechando os olhos – vamos daqui a pouco nos levantar. Vamos vestir a roupa de dormir pra logo tirar e vestir a do colégio. Vamos aproveitar e dormir o tempo que resta – falou logo depois adormecendo
- É acho que você tem razão – falei com a voz embolada pelo sono e acabamos dormindo assim abraçados.
- Como foi à festa Rin? – perguntou um homem ruivo e de olhos verdes
- Foi ótima otoo-san! O DJ era o máximo a mãe da Abi caprichou – todos sorriram
- Que bom que você gostou meu amor – Ayume falou olhando pra filha no banco de trás do carro sorrindo, quando olhou novamente pra frente viu um carro fazendo uma ultrapassagem e vindo na direção deles - YUTO – gritou desesperada –CUIDADO
HAAAAAAAAAAA!
PIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII! (despertador -.-')
- Rin, Rin – senti alguém me sacudindo e abri os lhos meio assustada
- O que? O que aconteceu? – perguntei desnorteada entre o sonho e a realidade
- Você esta bem? – Shippou perguntou preocupado – você estava meio agitada e falando coisas sem sentido
- Eu... Eu estou bem Shippou não se preocupe, foi só um pesadelo
- Você estava sonhando com aquele dia não foi? Eu ouvi você chamando por eles
- É melhor a gente se levantar se não vamos nos atrasar – mudei de assunto me levantando e indo em direção ao banheiro entrando e fechando a porta. Me olhei no espelho estava com marcas de lágrimas no rosto. Eu chorei durante o sonho e nem percebi.
Depois que eu tomei um banho bem gelado pra acordar e me vestir "ler-se cobrir-se" com o uniforme da escola eu desci as escadas para preparar o café da manhã, e qual não foi minha surpresa quando eu cheguei à sala e a vi toda bagunçada. Parecia que tinha passado um tornado por ela. Eram almofadas para um lado, garrafas e cacos de vidro pra outro, o sofá estava fora do lugar, o centro estava de cabeça pra baixo, o quadro enorme que tinha na parede e que era um desenho abstrato com vermelho branco e preto estava torto quase caindo no chão, a espada que ficava pendurada na parede e que era a paixão de Naraku a famosa "soûnga" que ele idolatrava, e ai se um de nos mexesse nela que ele era capaz de matar, pois ele dizia que era de seus ancestrais e que era mais importante pra ele do que qualquer outra coisa no mundo "a não ser dinheiro claro" estava cravada no outro sofá. Pelos deuses aquilo estava uma zona. Tentei dar um jeito rápido já que eu não tinha muito tempo. Enquanto eu arrumava a sala eu ouvi vozes e risos no segundo andar e logo descendo as escadas estavam Naraku e Tsubaki junto com o casal que chegou com eles ontem à noite indo em direção a porta. Quando o casal foi embora Naraku apareceu na sala e olhou ao redor parando os olhos em mim eu ignorei e continuei arrumando a sala, ele abriu um sorriso e um arrepio sombrio subiu minha espinha. Tsubaki chegou na hora e o abraçou o abraçou por trás
- Você não tem que se arrumar pra trabalhar amor?
- Eu já vou Tsubaki – se soltou dela e subiu as escadas. Ela olhou pra mim e depois o seguiu
Eu continuei arrumando a sala e logo fui preparar o café da manhã. Quando eu terminei eles ainda não tinham descido, deixei tudo preparado na sala de jantar e chamei Shippou pra tomar café na cozinha
- Não vai comer Rin? – Shippou perguntou quando viu que eu não estava comendo
- Lie Shippou, estou sem fome – falei sem animo
- O que foi Rin? – ele perguntou meio preocupado, não que essas mudanças de humores fossem novidade, mas ele ficava preocupado – você esta bem?
- Estou Shippou, não se preocupe deve ser o sono a gente mal dormiu
- Foi por causa do sonho?
- Não Shippou é só... – eu não terminei a frase ele me abraçou antes.
- Eu sei... que você esta sofrendo Rin... eu sei que não é só pelos sonhos ou pelo o que você passou, mas também pelo o que você esta passando
- Estou bem Shippou – fiz ele me encarar – eu só estou cansada só isso - eu sabia que Shippou não era burro, mas eu só não queria preocupá-lo – vamos – mudei de assunto – já ta na hora
- Esta bem Rin – suspirou cansado – vamos - quando íamos sair eu lembrei que tinha esquecido uma coisa
- Shippou eu esqueci uma coisa eu já volto – subi as escadas e fui pro meu quarto, abri a gaveta do criado mundo e peguei uma pasta bege e fina de dentro dela e coloquei na bolsa, descendo logo em seguida – pronto! – e seguimos nosso caminho.
Deixei Shippou no colégio dele e fui pro meu, quando cheguei percebi que as garotas estavam me olhando torto e cochichando alguma coisa quando eu passava. Eu não entendi nada. Eu estava com alguma marca roxa aparecendo? Ou eu estava mais feia ainda por ter dormido mal? Eu não sei, só sei que eu fui direto pra minha sala mesmo com os olhares estranhos. Quando eu cheguei à sala Ayame e Kanna já estava lá conversando eu passei por mais olhares de garotas na sala enquanto chegava perto delas
- Ohayo!
- Ohayo Rin – falaram as duas
- É impressão minha ou as garotas desse colégio estão me olhando torto? – perguntei franzindo o cenho
- Não é impressão Rin – Kanna falou
- É por que descobriram que você tem namorado e esta dando em cima do Sesshoumaru – Ayame falou como se fosse à coisa mais natural do mundo
-QUÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ
Fim do quarto capítulo
Olá mina-sama eu sei, eu sei, demorei mais dessa vez. É que eu perdi a inspiração tive um bloqueio mental. E o quinto sinto muito mais vai demorar mais. Eu nem comecei a escrevê-lo ainda -.-'. Não me matem eu vou tentar achar a inspiração que eu perdi deve estar debaixo da cama XD agora vamos as reviews ^ ^
Yuuki-chan s2 – obrigado pela review. Era pra Kagura realmente deixar a Rin em paz, masss o que ela não gosta é ver o sesshy se interessado por ela XD
Anny T.' – arigato o sesshy com ciume é lindo não? *.*
Likah-chan – que bom que você esta gostando ^ ^
Inoue Taisho – o sesshy agora não precisa se preocupar ele tem a Rin só pra ele :B
Vassily – obrigado pelos comentários e pelas mensagens elas são lindas, mas tenho que lhe informar que eu não sou Carol. Espero que você consiga reconquistá-la ^ ^
Espero que tenham gostado desse capítulo
E agora não tem desculpa pra não mandarem review
kissus
Faça uma autora feliz doe uma review ^ ^
