Capítulo 3
A mão de Edward parecia grande e quente ao redor dos dedos de Bella enquanto a levava à escada que descia ao que ele chamou seu "calabouço". Só o nome do lugar onde a levava a fez tremer. O ar frio roçou sua pele nua e doíam seus mamilos. Ela estava tão molhada entre as coxas por estar nua, enquanto que seu professor ainda estava vestido.
Quanto mais descia as escadas, mais nervosa estava. Calabouço? BDSM? Palavra de segurança? Castigos? Engoliu saliva.
Edward cruzava o peito com sua mão livre e puxava os anéis pendurando de seus mamilos. Ela deu um ofego suave com cada puxão. Doeu, mas parecia bem. Uma combinação que nunca pensou que ficassem bem juntas.
—Eu tenho este quarto construído a meu gosto— disse ao chegar à parte inferior das escadas e ver portas duplas diante dela.
O estômago de Bella apertou ainda mais. Abriu as portas e entrou em complete escuridão até que ouviu um clique e veio à luz.
Ela conteve a respiração. Era um quarto bonito, mas cheia das coisas mais estranhas que jamais viu. O quarto tinha carpete grosso cor vinho tinto, armários de madeira de cerejeira, as paredes marrons e um teto branco.
Em uma das paredes havia um painel de madeira de cerejeira com um sortido de artigos que o fazia seu coração bater mais rápido. Como látegos, floggers, consoladores e muitas coisas que não tinha nem ideia para que servissem.
Uma enorme cruz em forma de X dominava um canto, um balanço em outra…E era isso uma armadilha?
Uma pontada de temor se apoderou dela, ao mesmo tempo sentia entusiasmo e curiosidade. Era uma incomum combinação de emoções que fazia formigar sua pele. Ela olhou seu professor de universidade, os olhos muito abertos.
—Deixa que apresente meus "brinquedos"—disse com um sorriso malicioso. Começou com o banco.
—Isto a imobiliza por completo pelo que posso açoitar ou fode-la por trás. — Bella apertou sua mão mais estreitamente, sem realmente querer. O banco deixava a pessoa de quatro, a cabeça, os pulsos e os tornozelos presos.
—Por aqui há uma cadeira especialmente desenhada.—Fez um gesto a uma cadeira de montar de couro, completa com estribos, salvo que tinha um consolador grande que sobressaía de onde a pessoa estaria quando a montasse. Suas bochechas se esquentaram a vista do pau de borracha.
—Esta é uma barra de espaço de bloqueio. — dirigiu um olhar que ardia com fogo.
—Posso ver você nele agora, sua bunda no ar, os tornozelos e os pulsos atados à barra enquanto a fodo.
Os joelhos de Bella quase se dobraram com a imagem. E seu professor dizendo a palavra foder.
A seguir mostrou algo que parecia a cadeira mais estranha que já viu.
—Isto tem vinte e oito prendedores diferentes para que a restrinja,—disse ao ouvido.—Pode se ajoelhar nesta parte baixa, se inclinar sobre o topo e a atarei. Alguma vez foi fodida pelo cu, Srta. Swan?
A atenção de Bella foi para seu rosto de novo.
—Hum não, professor.
—Nos encarregamos disso.
Uh-OH.
Entretanto, a ideia também a intrigava. Realmente a intrigava.
Ele a levou a parede dos brinquedos que viu que também tinha uma superfície rica de madeira de cerejeira de baixo dela, com um gabinete que incluía várias gavetas.
—De quatro, Srta. Swan.—Edward abriu uma das gavetas enquanto ela obedecia.
Seus lábios se entreabriram, quando tirou um tubo de lubrificante e uma coisa com faixas negras e uma espécie de objeto de borracha nele.
—Um plugue anal com arnês— Lubrificou o plugue e quase se sentiu enjoada por todas as sensações estranhas zumbindo através de seu corpo. Pôs o tubo para baixo antes de aproximar. Ela esticou de forma automática quando se ajoelhou atrás dela. — Relaxe, querida—murmurou.—vai se sentir muito bem uma vez que se adapte a ele.
Uh-uh. Certo. Relaxe.
—Confia em mim. Gostará. Uma vez que se acostume a ele. —Pouco a pouco, empurrou o plugue mais à frente do apertado anel de seu ânus e não parou com seu grito de surpresa. Só seguiu colocando-o, mantendo as coisas com calma até que o plugue estava enterrado completamente em seu interior.
OH. Deus. Nunca sentiu algo assim antes. Doeu, mas parecia bem. Então percebeu como se sentia com aquilo dentro e de quanta umidade crescia entre suas coxas.
Ele fechou o cinturão do arnês a seu redor até que o plugue estava firmemente em seu lugar e não havia maneira de que fosse sair. Uma fita correu através das dobras de sua boceta, contra seu clitóris, e se retorceu pela necessidade de gozar.
—Pare, .—mudou para frente e estendeu a mão.
Ela tomou e se encontrou a um suspiro de distância dele. O calor de seu corpo irradiava através de sua roupa e seus olhos era escuro, com desejo. Adorava que a necessidade de seu olhar fosse por ela.
Pôs sua mão na parte baixa das costas e continuou guiando-a pela grande sala. Parecia estranho caminhar com um plugue anal, mas também muito excitante.
—Uma cama de bondage—disse, assinalando a uma superfície acolchoada de couro o suficientemente grande para ser uma cama dupla, mas elevada do chão com pernas de madeira que pareciam que podiam subir ou descer, e havia restrições certas a seu redor.
—E esta é uma barra de suspensão. —Fez um gesto a um dispositivo parecido a um gancho de roupa gigante, com cadeias que formavam um triângulo na bar a de suspensão. Pendurava do teto de uma larga e grossa corrente de elos.
Havia inclusive uma jaula e uma cor ente de bondage. A jaula fez levantar as sobrancelhas.
Nunca teria adivinhado que seu professor da universidade tinha gostos sexuais pervertidos.
Surpreendeu-a pondo-a com força contra seu peito, e tomando sua boca em um áspero e dominante beijo. Tomou o comando de sua boca, sua língua dominando a dela, seus lábios duros e inflexíveis.
Foi um beijo para morrer por ele.
Quando levantou a cabeça, sentiu a ascensão e queda de seu peito contra o dela e sua mente dava voltas.
Tomou sua mão e a guiou ao que ele chamou uma cama de bondage. Mariposas fizeram cócegas no ventre enquanto a ajudava a dar um passo para cima e sentar na borda.
—Se deite sobre suas costas e separa as pernas— disse em um tom que foi sem dúvida uma ordem.—Os braços sobre sua cabeça.
Bella mordeu o interior da bochecha enquanto obedecia. Sentia calafrios, formigamento e emoção enquanto ele ligava seus tornozelos e pulsos nos punhos de pele de modo que estivesse com as pernas abertas.
O batente do plugue parecia ainda mais cômodo dentro de seu corpo e tão profundo, e uma das correias do arnês esfregava seu clitóris. O ar frio se moveu na sala dos ventiladores de cima e seus mamilos ficaram mais duros dentro dos anéis de mamilo. O ar roçou sua boceta e o recortado cabelo de seu púbis.
Depois que esteve presa, ajoelhou-se perto dela e cheirou sua loção de barbear picante. Brandamente mordeu sua orelha, logo tomou um de seus seios e deslizou o anel de mamilo tirando-o.
Imediatamente sentiu uma onda de dor, seguido por prazer e ofegou. Ele repetiu o ato com o anel do outro mamilo com os mesmos resultados, e desta vez ela gemeu.
Murmurou perto dela.
—Parece tão condenadamente sexy bebê, que quero foder agora. Mas terá que esperar. —Seu sorriso se converteu em um olhar severo quando se separou dela. —Agora seu primeiro castigo por ser uma garota má na escola, .
Bella estremeceu com antecipação. Nem em um milhão de anos, teria acreditado que estaria nesta posição. Literalmente. Mas com Edward… Algo nele a atraiu do primeiro momento em que o viu. Algo mais que o fato de que ele era o professor mais bonito no campus. Algo sobre a forma em que sorria a forma em que falava com autoridade, mas com os pés sobre a terra. Era óbvio que estava sempre em completo controle de sua aula quando ensinava.
Agora tinha o controle total dela. E ela era uma estudante mais que disposta.
Edward a surpreendeu pegando uma longa pluma de avestruz de uma gaveta de baixo da cama de bondage.
—Parte de seu castigo é a antecipação e atrasar a gratificação.
OH, estava bem com a antecipação. Era a demora na gratificação pelo que ela não
Estava tão louca. Ela o queria, e o queria agora.
—Por que não tira a roupa, professor?—Ela se moveu contra suas ataduras, as pondo aprova.
Franziu o cenho, mas ela viu um brilho em seus olhos.
—Guarda silêncio e não fale, a menos que eu diga que pode. Não faça nenhum som. Se o fizer, vou acrescentar outro castigo. —Correu a pluma por seu ventre, à sensação de suavidade, fazendo cócegas a fez retorcer, e não conteve um suspiro. —Entende, Srta. Swan?
Bella começou a dizer que sim, mas apertou forte a mandíbula e assentiu com a cabeça.
Com um leve sorriso, Edward disse:
—Bem.
E logo começou a acariciá-la com a pluma.
OH Deus! Queria gritar, gemer, pedir que parasse e rogar que seguisse em frente. Tudo o que poderia fazer era apertar a mandíbula e conter todos os sons se construindo dentro dela.
Ele deslizou a pluma por seus mamilos, produzindo sua contração e dor pela inflamação dos anéis dos mamilos. Deslizou a pluma até o umbigo, onde enviou sensações zumbindo diretamente a sua boceta.
Bella pensou que sua cabeça ia explodir de novo por conter seus gritos. Por não mencionar o fato de que seu corpo não ia poder aguentar muito mais sem entrar em auto combustão.
Quando chegou a seu púbis, ela moveu a cabeça de lado a lado e fechou os olhos, tratando de se concentrar em não fazer ruído e não no que ele estava fazendo com ela.
—Me olhe—exigiu e a forçou a abrir os olhos. Seus olhos verdes ardiam de paixão. — Quero que veja tudo.
Maldição. Engoliu outro grito quando roçou a pluma sobre seu montículo e mudou ao interior de uma de suas coxas.
Pelo menos não disse que não podia puxar suas ataduras. Agitou as pernas
Fortemente pelas sensações dele acariciando a pluma pelo interior de sua coxa até o joelho, e logo todo o caminho até o pé. Tinha um brilho diabólico nos olhos quando se encontrou com a pluma com o passar da curva de seu pé e fez cócegas.
Tanto uma risada como um grito ameaçou sair de sua garganta, mas apertou os dentes ainda mais.
O que era mais incrível foi o fato de que sua boceta estava ficando mais úmida com cada golpe da pluma, cada suave toque sussurrado. Doía tanto que queria gritar e gozar, era doloroso, enquanto que também estava tendo prazer.
O suor explodiu em sua testa enquanto fazia cócegas na outra curva e logo mudou a pluma até o interior de sua perna. Era uma autêntica tortura, bateu contra suas ligaduras e as lágrimas filtraram dos cantos de seus olhos. A necessidade de chegar ao orgasmo era tão grande que não estava certa de que ela pudesse aguentar mais, e tampouco podia segurar seus gritos.
Tinha uma sensação de que poderia ganhar outros dois castigos, e não estava certa de poder levar outro desta maneira.
Levou a pluma subindo por seu lado, e agora estava mordendo o interior do lábio tão duro que provou sangue. Ela não podia deixar de se retorcer e queria fechar os olhos para lutar contra os sentimentos intensos que estavam crescendo dentro dela, mas não se atreveu.
—Isso esta bem, neném— murmurou enquanto zombava de seus mamilos com a pluma.—Está fazendo bem.
Bem? Ela estava ficando louca, queria gritar tão forte como seus pulmões permitissem.
Com seus braços abertos, ele foi capaz de continuar a partir de seu lado para as axilas, e pensou que ia morrer. Risadas dolorosas pela sensação de comichão se amontoavam em seu peito. Ele só sorriu e seguiu adiante, arrastando a pluma a seus pulsos, palmas e pontas dos dedos. E logo foi para seu outro lado, repetindo a mesma tortuosa descida.
As lágrimas continuaram rodando sobre os lados de seu rosto. Quando chegou à cintura mudou de maneira que seu rosto estava perto dela.
—Muito bem, senhorita Swan.—beijou e lambeu o sal das lágrimas.—Quer que a foda agora?
Bella quase gritou, "Sim!" Mas conseguiu manter-se em seu lugar e assentir. Só o pensamento de seu corpo pressionado contra o seu e seu pau dentro de sua boceta era suficiente para fazê-la chegar ao clímax.
Edward dirigiu um olhar primitivo de fome e necessidade e pôs a pluma a seu lado na cama de bondage antes de retroceder na cama e se acomodar entre suas coxas.
Apertou seu corpo contra o seu e o tecido de sua camisa e calças pôs seu corpo em chamas porque sua pele estava tão sensível.
—Mmmmm—murmurou enquanto acariciava o cabelo do lado de seu rosto. Queria gemer pelo calor de seu fôlego e a sensação de seu corpo sólido contra o dela.
Sua ereção pressionava contra seu ventre e teve que morder o interior de sua bochecha para conter outro gemido que queria escapar.
Com um olhar intense em seus olhos, Edward se acomodou de tal maneira que ficou de joelhos entre suas coxas e começou a desabotoar as calças.
