Bom, papai Noel foi muito bom para mim, me trouxe de volta para casa esse ano, então vou continuar sendo uma boa menina e postar no prazo. Espero que gostem desse capítulo. Beijos!
Depois de uma noite muito agitada, misturando sonhos com a megera e pesadelos bizarros, desci bem emburrado para tomar café. Encontrei Draco, Amy e Luna sentados na mesa, Amy parecia muito indignada com a presença de Luna ali mas não se atrevia a falar nada.
-Bom dia, Harry! – Luna disse assim que me viu.
-Bom dia, Luna. Draco, Amy. – respondi meio seco. Mas nunca poderia ser grosseiro com Luna.
-Alguém acordou com o pé esquerdo hein! Qual é Potter, sabe que quando for assim você pode ir dormir comigo. – Amy falou com uma piscadinha.
Não me dignei a responder. Há muito tempo Amy não me satisfazia mais.
-Bom dia pequeninos raios de sol! – Blaise chegou muito bem humorado.
-Quem foi esta noite? Bem notei sua cama vazia de manhã... - Draco perguntou meio desinteressado.
-Uma loira espetacular da lufa-lufa. Marquei até um segundo encontro!
-Bom dia para vocês, tenho aula do Hagrid agora. Até mais tarde! – Luna disse e desapareceu pelo salão.
-Temos que ir também, Potter. Seu padrinho nos espera. – Draco disse e fomos para a sala de DECAT.
É claro que a megera e seus fiéis seguidores já estavam na sala. Me sentei ao lado dela e obviamente ela nem ligou para a minha presença. Como não estava no melhor dos humores, deixei quieto. Não precisava de uma batalha tão cedo.
-Bom dia aluninhos! Como estão nessa bela manhã? – Sirius chegou, fazendo a megera guardar seu livro e prestar atenção ao seu redor.
-Pergaminhos, pergaminhos! Quero todos na minha mesa. Espero que tenham feito seus deveres, seus safados!
Granger se levantou e deixou nosso pergaminho sobre a mesa de Sirius.
-Ótimo. Vamos nos livrar dessas carteiras chatas – ele sumiu com elas com um movimento da varinha – e temos aqui uma arena! Sim, praticaremos o feitiço desgovernado hoje em nossos parceiros. Por isso espero que tenham feito seus deveres direitinho, ou estarão ferrados. Vamos começar. Eu quero quatro duplas aqui no centro. Os outros fiquem atentos, aprendam com o erro dos seus colegas. E fiquem sabendo que todas as duplas vão duelar aqui, então não adianta se esconderem. Voluntários?
Quatro duplas de pessoas que eu não conheço começaram os duelos. Um garoto era bem estúpido ou não tinha estudado nada, pois nem ao menos sabia o movimento da varinha para ativar o feitiço. A megera estava do meu lado, assistindo tudo muito concentrada. Ela não desobedeceria um professor nem que a vida dela dependesse disso.
Sirius passava pelas duplas corrigindo o que era necessário e levou mais tempo na do menino estúpido do que em todas as outras juntas.
- Muito bem, jacarés. Não são os melhores combatentes mas já deu pra ter uma idéia. Próximos quatro, por favor!
A mandona, chata e megera se postou entre as pessoas ali do centro. Então ela queria duelar agora. Ela deveria no mínimo me perguntar se eu concordava com isso! Continuei no meu lugar enquanto ela me fuzilava com os olhos.
-Onde está o parceiro da menina? – Sirius perguntou. – Oras Harry, não seja grosseiro, venha duelar! Ou está com medo da senhorita Granger?
Medo? Eu? Até parece que eu tenho medo de uma mandona sabe-tudo que nem deve conseguir duelar direito. Fui até o centro da sala e parei na frente dela, não desviando do seu olhar assassino.
-Podem começar.
Mal Sirius terminou de falar e eu lancei o feitiço nela. Mas para minha surpresa ela não era tão estúpida em duelos como eu esperava que fosse. Imediatamente ela lançou o contra-feitiço que impedia que esse a acertasse. Dei dois passos para a direita, ela deu dois para a esquerda. Avancei um passo, ela recuou dois e se moveu sorrateiramente para minha direita. Quando fui dar um passo para me afastar ela lançou o feitiço em mim. Mas ela esqueceu que esse é o meu jogo. Imediatamente me protegi do seu feitiço e avancei mais para cima dela. Ela recuou mais e eu estava em vantagem. Mais um passo e ela estava encurralada, sem poder fugir. Fingi que ia avançar mais na direção dela, forçando-a a desviar o olhar procurando uma rota de fuga e foi quando agi. Lancei o feitiço sobre ela e logo pude ver que acertei em cheio.
Ela ficou literalmente desgovernada. Seus olhos perderam o foco e ela começou a andar, com passos de alguém bêbado, sem rumo pela sala. Esse era o objetivo do feitiço. Com seu inimigo nesse estado você pode lançar qualquer feitiço nele que ele não vai se defender. Ou talvez sob esse feitiço eu conseguisse a levar para minha cama...Ah, pensamentos idiotas!
-Muito bem, Harry. – Sirius disse e tirou o feitiço da Granger. – A senhorita precisa focar mais nos feitiços em questão, senhorita Granger. Um erro desses em uma batalha de verdade pode ser fatal. Agora deixe-me ver que aprendeu a lançar o feitiço também.
Ela não gostou nada de ter sido repreendida em frente a sala, e muito menos de ter perdido para mim. Ou seja, mal Sirius terminou de falar e ela já tinha virado e me jogado o feitiço, antes mesmo que eu ouvisse o que meu padrinho estava falando.
A sensação desse feitiço não é nada boa, eu já não enxergava direito sem meus óculos, com os olhos desfocados então eu não via nada na minha frente (e olha que eu estava de óculos!). Minhas pernas não me obedeciam de maneira nenhuma, meu cérebro as mandava para um lugar e elas iam para outro. E parecia que todo mundo era apenas um borrão de outra realidade, mal ouvia os risos e deboches dos meus colegas. Finalmente Sirius tirou o feitiço de mim.
-Até que você se comportou bem, Potter! Próximos, por favor... – gritou Sirius para a sala que estava agitada.
-Se todas as vezes que você perder para mim nas aulas práticas for reagir assim, teremos problemas, Granger. – sussurrei para ela quando voltamos para nossos lugares.
-Eu não perdi para você, babaca. E não é minha culpa se você é distraído. Ainda não tínhamos acabado o duelo. – ela respondeu no mesmo tom.
-O professor estava falando, Granger. Você não tem educação não?
-Ele já tinha terminado, Potter. Você não estava prestando atenção?
-Talvez eu tenha mesmo me dispersado um pouco, rindo de como você caiu na minha armadilha fácil fácil...
Ela ficou bem vermelha e aumentou um pouco a voz.
-Não caí em armadilha nenhuma! Eu só... – ela ficou pensando na desculpa que iria me dar. Só levantei uma sobrancelha para ela. – Eu só... Só queria ver se você sabia mesmo usar o feitiço! Afinal isso tudo não terminaria enquanto os dois não tivessem praticado!
-Fala sério, Granger! Você não tem nada melhor que isso? É a desculpa mais esfarrapada do mundo. Eu te deixei ganhar! Você é muito orgulhosa para admitir que perdeu para mim. Que eu sou melhor que você na prática.
-Você não é melhor que eu em nada! – ela se virou furiosa para mim, atraindo alguns olhares. – Só porque o mundo inteiro te paparica e você derrotou Voldemort não quer dizer que você é melhor que ninguém! Na verdade você é pior, é o ser mais arrogante e insuportável que eu já conheci!
-Esqueceu o mais sexy e interessante, mas eu te desculpo porque você está nervosa depois de ter sido derrotada tão facilmente...
-Eu não fui derrotada! – ela praticamente gritou e todos da sala se viraram para olhar. – Você se acha demais, Potter. Você não fez mais do que a sua obrigação lançando aquela porcaria de feitiço!
-Queridinhos! O que é isso? Isso é uma aula, não um ringue de luta! Ninguém derrotou ninguém aqui, fizemos exercícios práticos. Somos todos amiguinhos, não é mesmo? – Sirius interrompeu. – Porém, se nossos coleguinhas não estão se portando bem em grupo, parece que teremos detenção.
-Detenção?! – eu e a megera perguntamos juntos.
-Sim, detenção. Bagunçaram a minha aula e não sabem trabalhar em grupo. Teremos que trabalhar com essas faltas de vocês. Me esperem depois da aula e eu digo qual será o dia e o serviço. Agora, pequenos pupilos, voltem ao trabalho!
-Viu o que você fez, sua maluca? Agora por sua culpa vou perder meu precioso tempo fazendo detenção! – falei em voz baixa para ela.
-Minha culpa? Quem não sabe trabalhar em grupo é você, e fica aí se gabando sem ter feito nada demais. – pelo menos agora ela controlou a voz.
-Você é uma péssima perdedora, Granger. Mas teremos o ano todo para você aprender a lidar com isso.
-Vá se danar, Potter! Eu não perdi para você, entendeu bem? Agora cala sua boca antes que arranje mais problemas para a gente.
-Eu arranjei problemas? Você que ficou tendo um chilique aí só porque perdeu o duelo para mim. – dessa vez eu achei que ela fosse me bater. Ela ficou muito vermelha, fechou os punhos e veio na minha direção, mas uma mão em seu ombro a parou.
-Vem, Mione. Ele não vale a pena. – aquele tal de Rony a puxou para seus amiguinhos grifinórios e ela foi, ainda fumegando de raiva.
Eu continuei ali vendo aqueles idiotas praticarem o feitiço até o fim da aula. Quando Sirius dispensou a turma, ele pediu que eu e a Granger ficássemos.
-Foi muito feia a atitude de vocês na minha aula. Não montei aqui uma competição, vocês estão praticando os feitiços apenas. E precisam se controlar melhor, vão fazer isso até o fim do ano, com todos os feitiços que aprendermos. E serão muitos. Agora, que detenção darei a vocês? – ele se perguntou, sentado em sua cadeira e olhando pela janela.
-Oh, sim. Tenho uma boa. Minha motocicleta voadora está quebrada. Quero que a consertem para mim! – ele disse sorrindo.
-Ficou maluco, Sirius? Não somos mecânicos, não sabemos consertar motos!
-Exatamente por isso. Vocês vão ter que estudar muito bem como fazer isso para aí então colocarem as mãos na minha preciosa. E estudarão juntos. Farão tudo juntos. Sem chiar. E é professor Black para você, Potter.
-Vai ser essa nossa detenção? E quando vamos fazer isso? – a Granger perguntou.
-Ah, sim. Vocês vão se encontrar aqui na minha sala, sob minha supervisão, as terças e quintas as 19 horas, durante um mês. E então, depois disso marcarei a data do conserto. Ah, e tomarei 20 pontos de cada um. Estão dispensados.
Comecei a andar e quando estava na porta ele me chamou de volta.
-Espere um pouco, Harry. Quero falar com você.
Voltei e me sentei na frente da mesa dele.
-Como meu afilhado, é meu dever falar sobre certas coisas com você. Eu sei que você e a senhorita Granger não se dão muito bem.
Ao ouvir isso eu bufei. Se era para dizer isso, eu poderia ter saído há muito tempo. Ele não precisa me avisar o óbvio.
-Pode bufar, brigar, o que quiser. Mas eu vejo como você olha para ela. Ah sim, eu conheço a cobiça, o desejo nos olhos de um rapaz quando olha para uma moça bonita como ela.
-Você deve estar delirando, a única coisa nos meus olhos quando vejo aquela mandona é ódio.
-Não precisa mentir para mim, Harry. Eu vejo como você olha furtivamente para as pernas dela quando pensa que ninguém está vendo. E as vezes me pergunto se você faz anotações das aulas no decote dela, com o tanto que olha para ele.
-Você está vendo coisas, Sirius! – falei sentindo minhas malditas bochechas pegando fogo e sem olhar para ele.
-Ora, vamos rapaz! Eu no seu lugar faria a mesma coisa, que pedaço de mal caminho aquela menina! Com todo respeito, claro. Mas essa sua atitude briguenta não vai te levar a nada. As mulheres não se ligam mais em homens que brigam para mostrar que gostam delas. Elas preferem o cara sentimental, que as compreende com apenas um olhar.
-Olha Sirius, você está enganado...
-Não, eu sei do que estou falando. Tente outro tipo de aproximação. E quando isso der certo, por favor, cuide-se. Essa garota preza muito pelos seus estudos e sua carreira profissional, uma gravidez nessa idade a destruiria!
-Sirius!
-Mas você conhece os feitiços, não é mesmo? Só cuidado para não esquecer de usá-los, na empolgação do momento. Sei que com uma garota daquelas...Ah, eu já fui jovem, Harry...Uma garota daquelas é fatal...
-Sirius! Eu não olho para as pernas dela, nem para o decote dela e muito menos vou engravidá-la!
-Ah mas você adoraria tentar, não é mesmo?
-Não! Você entendeu tudo errado, eu não gosto dela, de jeito nenhum, ok? E podemos por favor mudar de assunto?
-Claro! Ontem eu estava lendo uma revista e vi uma receita de um assado de frango que parecia ser divino! Um pouco de caldo de laranja e...
-OK! Eu tenho aula agora, a gente conversa mais tarde. – eu o interrompi e já caminhei para a porta, antes que ele resolvesse me explicar como são feitos os bebês.
-Tudo bem, Harryzinho. Caso mude de idéia, eu ainda tenho a receita! – ele piscou para mim e eu fiquei imaginando que tipo de receita ele queria me dar.
Fui para minha próxima aula ainda meio perturbado, e assim continuei até o almoço.
-Que espécie de detenção seu padrinho te deu para você estar assim até agora? – Draco me perguntou enquanto eu colocava purê distraidamente no meu prato.
-Vou ter que consertar a moto voadora dele. – respondi mecanicamente.
- Me parece divertido, não sei por que a tromba. – ele respondeu.
- Vou ter que passar um mês estudando mecânica, junto com a Granger, sob supervisão do Sirius, duas vezes por semana. Parece divertido o bastante para você?
-Ah, bem, assim a coisa muda um pouco de figura. Mais horas com a Granger? É, Harry, parece que o destino quer muito que você aceite nossa aposta.
Bem quando eu ia xingá-lo merecidamente, Luna apareceu.
-Olá rapazes! Como foram suas aulas esta manhã?
-Já tive melhoras, Luna. Conseguiu tirar suas dúvidas sobre aranhas aladas com o Hagrid? – Draco respondeu. Acho que por educação, somente Luna acreditava nas aranhas aladas que cuspiam fogo e tinham uma espada mágica presa na oitava perna esquerda. Como ela as chamava mesmo?
-São as libélulas peludas encantadas de Bergier Adams. Mas Hagrid não sabia nada sobre elas. Na próxima visita a Hogsmead vou procurar uma livraria especializada em criaturas mágicas. Com certeza tem alguma coisa lá.
-Boa sorte! – Draco respondeu com um sorriso quase sincero.
-Lunina, meu bem! Você, sendo uma representante do sexo oposto, pode dizer: eu sou ou não sou um presente de Deus para as mulheres? – Blaise chegou todo sorrisos na mesa.
-Bom, pode ser. Dizem que Ele escreve certo por linhas tortas... – ela respondeu e todos caíram na risada, menos Blaise, claro.
-Você é muito distraída para perceber. Mas saibam vocês que eu acabei de conseguir o papel mais importante da minha vida no teatro.
-Para você esta assim empolgado vão apresentar a peça O promíscuo de Hogwarts.
-Não, Potter. Não é essa, você é famoso e tal mas ainda não fizeram uma peça em sua homenagem. Vou ser Salazar Sonserina na peça. E além de ser o grande fundador de nossa querida casa, ele era o grande pegador da época. Ou seja, vou praticamente me representar!
-Parabéns, Blaise. Espero que dê tudo certo. Agora eu vou pra minha mesa almoçar. Até mais, rapazes. Se cuidem. – Luna falou e desapareceu.
-Só não entendi como conseguir o papel te torna um presente divino! – Draco perguntou.
-Não me torna, só comprova o fato. Agora está na hora do meu sono da beleza, até mais. – Blaise saiu sem comer mais que metade de um bife. Ele era muito preocupado com o peso.
-As vezes me pergunto se ele realmente não sofreu algum tipo de lesão permanente no quadribol! – Draco comentou, rindo.
-Vamos logo, temos transfiguração a tarde toda. Nunca tive um horário tão horrível em todos esses anos. – falei e fomos para a sala de aula.
A tarde não foi das mais agradáveis, recebemos milhares de deveres e um cronograma bastante apertado.
Não jantei naquela noite, apenas tomei um banho rápido e fui fazer meus deveres no salão comunal. Blaise estava praticando suas falas em frente ao espelho e Draco e Amy estavam estudando poções. Terminei minha tarefa de transfiguração e estava exausto.
-Vocês ainda vão demorar muito aí?
-Se Amy continuar negligenciando sua inteligência, nós ficaremos aqui para sempre!
-Cala a boca, Malfoy! Você que é um péssimo professor!
-Pode subir, Harry. Eu ainda vou demorar aqui, Salazar está sugando todas as minhas energias. – realmente Blaise deve ter sofrido alguma coisa seria na cabeça.
O quarto ainda estava vazio quando cheguei para dormir, todos estavam fazendo seus deveres ou se enrolando lá embaixo. Me deitei mas não conseguia dormir.
Amanhã teria detenção com a Granger. E Sirius ficaria me observando o tempo todo para ver se eu ia demorar meus olhos no decote dela. E o pior é que o faria. Essa maldita menina estava me tirando do sério. Parece que esse ano ela estava em todos os lugares, em todas as aulas e absolutamente todos os meus pensamentos (os mais impróprios principalmente). Será que Draco e Blaise estavam certos? Será que o universo estava conspirando para que eu aceitasse aquela maldita aposta?
Bom, às minhas fiéis leitoras:
Bruna Luiza Black: É, a Amy é meio sem escrúpulos mas fala a verdade! Rsrs E esse seu professor, credo, prefiro meu Sirius, ele é um pouco perturbado mas continua sendo adorável. Bom, eu nunca conseguiria não gostar dele, mesmo que fosse o cara mais maluco do mundo! Espero que tenha gostado desse cap. tb! Beijos.
DoidissimaLoka: Boas festas pra vc tb! Um ano novo cheio de alegria, paz e muitos Harrys na vida! Harry mal e possessivo, não podia querer mais nada! Rsrs Beijos.
J.: Sim, esse Harry é o sonho de muitas garotas (menos da Hermione, pelo jeito!). rsrs Beijos.
Dri: Sim, Sirius é tudo e um pouco mais! Que bom saber que não sou a única que gosta desse jeito meio piradão dele! Rsrs Beijos.
Tão vendo o botão verde? Clica nele aí, nada poderia me fazer mais feliz!
Inté!
