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Disclaimer: Inuyasha pertence a Rumiko Takahashi.


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Seven Sins


Avareza:

Eles estavam tomando café da manhã, enquanto o sol entrava pela janela e mostrava a beleza estupenda do casal. Rin estava ainda um pouco sonolenta, como sempre pela manhã. Sesshoumaru estava completamente acordado, bebendo seu café de cada dia.

- Ah, Sesshy, o Inu disse que vai nos visitar hoje. – ela disse, sorrindo

- Nem no final de semana ele me deixa em paz? – retrucou, mal-humorado

- Ora, ele é seu irmão, Sesshoumaru. – disse, irritada – E a Kagome é um doce de pessoa! Você não pode ficar feliz de ter uma família pelo menos uma vez na vida?!

Sesshoumaru olhou demoradamente para a esposa e levantou, levando consigo a xícara de café e o jornal, caminhou lentamente até o escritório e bateu a porta. Jogou-se na poltrona de couro e colocou o jornal sobre a mesa, para ler a coluna de política.

Nessas horas, quando Rin começava a falar sobre família, Sesshoumaru simplesmente se levantava e a deixava falando sozinha. Por que ele não era sentimental o bastante para ouvir esse tipo de conversa, mas mesmo assim ela insistia. E o resultado eram brigas matinais, e depois horas a fio sem se falarem, para no fim, Rin dizer que tudo bem e que eles não precisam sair com a família.

Mas algo dizia a Sesshoumaru que não seria tão fácil dessa vez, ele podia ouvir a respiração alterada da esposa na sala, e a maneira como o coração dela batia rápido. Passos rápidos e barulhentos foram ouvidos no corredor, e logo a porta foi aberta com força. Sesshoumaru fingiu estar lendo, e Rin se aproximou da mesa, parando de frente a ela, cruzando os braços e bufando irritada.

- Nós temos que conversar, Sesshoumaru. – traduzindo: discutir a relação.

- Agora não, Rin. – ele cortou

- Agora SIM! – ela gritou

Sesshoumaru levantou a cabeça e deu um pequeno sorriso, Rin estava corada, com um ar zangado, e por razões óbvias ver uma garota de 1,55 de altura emburrada é extremamente divertido.

- E sobre o que você quer conversar? – ele perguntou, cruzando os braços e se recostando

- Ora...! Sobre essa sua mania terrível de querer ficar longe de todos. Sabe a quanto tempo que nós não saímos pra jantar?! – bufou – Eu não sei do que você tem medo!

Sesshoumaru estreitou os olhos, se Rin queria que ele confessasse que tinha um ciúme doentio dela, ela estava muito enganada. Ele jamais falaria em voz alta que não gostava de dividir a atenção de sua preciosa mulher com os outros. Possessivo? É, talvez.

- Eu não tenho medo de nada, Rin. – ele disse friamente – Apenas não quero que eles venham aqui, essa casa também é minha.

Rin estreitou os olhos e saiu batendo a porta, agora ela estava realmente furiosa.

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Sesshoumaru ouviu a campainha tocar e suspirou pesadamente, caminhando até a sala e teve a visão do inferno. Inuyasha e sua esposa entravam, sorridentes, e logo atrás deles estava Miroku e sua esposa Sango; amigos de infância de Inuyasha; com os filhos, um menino e uma menina.

- Que bom que vocês vieram mesmo! – disse Rin, sorrindo

Sesshoumaru se aproximou silenciosamente e ajudou as mulheres a carregarem as sacolas de compras para a cozinha, para completa surpresa de Rin. Inuyasha apenas os seguiu, achando que provavelmente Rin o domara.

- Eu não entendo esse homem. – Rin resmungou

- Eu entendo. – disse Miroku, sorrindo divertido e entrou na cozinha logo depois

Rin olhou confusa para a porta, e apenas meneou a cabeça, entrando no aposento logo depois.

Bom, pra que quebrar a cabeça tentando desvendar Sesshoumaru, se o charme dele era esses seus mistérios?

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Estavam todos sentados no jardim, as crianças brincavam e os adultos conversavam. Rin servira um café depois do almoço, os homens conversavam sobre negócios e as mulheres sobre assuntos de mulheres.

Mas Sesshoumaru estava inquieto demais, ele olhava para Rin a cada segundo, conferindo se ela estava realmente gostando daquela visita e quando descobria que ela estava se divertindo mesmo, rosnava e voltava a "conversar" com seus "amigos".

Não que ele fosse ciumento, longe disso, mas será que ele era obrigado a dividir sua esposa com elas? Aquelas garotas estúpidas que tomavam toda a atenção de Rin pra si? E aqueles pestinhas? Oh, Deus. Os filhos de Miroku arrastavam Rin com eles, a obrigando a correr horrores e rir até quase sufocar, e sabe o pior? Ela nem olhava para Sesshoumaru nesse meio tempo.

Mas longe dele ser possessivo, ou ciumento, ou avarento, ou qualquer outro nome que você queira dar... Ele apenas não gostava de dividir Rin. Vai culpá-lo por causa disso?

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- Tchau e muito obrigada por vir nos visitar, a tarde foi maravilhosa. – ela disse, sorrindo empolgada

- Realmente. – afirmou Sesshoumaru, recebendo sorrisos de todos e um olhar surpreso de Rin

Quando todos foram embora, Rin entrou rapidamente em casa, sendo seguida pelo marido. Ela se jogou no sofá, ligou a tv e cruzou os braços, fazendo uma cara de birra para a tela. Sesshoumaru parou ao lado sofá, a observando atentamente.

- Pare de me olhar! – ela disse irritada e olhou pra ele

- Por que eu deveria parar? – ele provocou e Rin bufou

- Já não basta esse seu cinismo e agora ainda vai tentar me irritar?! – ela disse, ficando em pé

- Eu não estou tentando, eu consegui. – sorriu malicioso e ela estreitou os olhos

- Ora seu...! – Sesshoumaru terminou com a distância entre eles e a beijou

Rin tentou se afastar, mas Sesshoumaru a abraçou, e logo os dois estavam envolvidos em um beijo apaixonado.

- Você quer saber por que eu sou assim quando tem gente pro perto, Rin-chan? – ele disse, a olhando

- Sim, por quê? – perguntou, corada

- Por que eu tenho ciúmes de você, eu quero toda a sua atenção pra mim, eu quero os seus sorrisos pra mim, eu quero as suas risadas pra mim, eu quero os seus olhos me observando, eu quero ouvir a sua voz na minha direção, eu quero que as suas frases fiquem gravadas na minha mente, eu quero a sua mão me cutucando. – Sesshoumaru podia ouvir os batimentos cardíacos de Rin aumentando a cada palavra e o rosto dela ficando encantadoramente corado – Eu quero vocêpra mim. Por isso, me desculpe, mas você é minha, Rin. – ele sorriu malicioso¹

Rin sentiu um calafrio percorrer seu corpo, mas ela não conseguia parar de sorrir.

- Sabe que isso é egoísmo da sua parte, Sesshy? – ela disse, passando os braços pelo pescoço dele – Mas eu te perdôo, tá? – ela começou a beijar o rosto dele e Sesshoumaru a pegou no colo, caminhando em direção ao quarto

- E por que você me perdoa? – ele perguntou

- Por que eu sinto o mesmo em relação a você.


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n/a: me crucifiquem, eu sei que esse foi o pior pecado de todos, ficou sem graça, né? xP e me desculpem qualquer erro, mas estou morrendo de dor de cabeça, mas mesmo assim eu não deixei de postar! (:

¹: sério, até eu suspirei quando o Sesshy disse aquilo. huahuahua. xD

pessoas fofas que deixaram review, eu AMO vocês. x) e por favor, continuem deixando review, tá?

review, please?

May