N/A- Quero agradecer as pessoas que leram, e principalmente as que comentaram. Espero que estejam gostando da fic. Ela está se desenvolvendo aos poucos, ainda mais porque uma outra fic minha está a apenas 3 capítulos do fim, e pq minhas aulas de cursinho não me deixam tempo para mais nada.
Eu me esqueci de avisar! Como pude fazer isso? É a base de toda a fic! Eu quero agradecer a Manuela por me lembrar. Bem, essa fic vai ser um triangulo amoroso. Bem, não só essa, mas os outros episódios que pretendo escrever também. Então, vai ser SamxAellaxDean. Por isso, se quiserem, caiam matando em cima dela, para eu saber o que mudar. Sim, tem isso também.
Rita Rios- obrigada pelo comentário! Eu também AMO supernatural, por isso não podia deixar de escrever uma fic sobre eles. Me avise se os personagens ficarem mto diferentes dos reais. Eu nunca escrevi uma fic sobre o Dean e o Sam, então não sei mto o que fazer.
Beijos e boa leitura! Madam Tessa
Capítulo 3
Quando Sam entrou na casa, tudo parecia normal. A sala estava iluminada pela luz do sol que entrava pelas janelas, e iluminava o corredor mais a frente. Haviam fotografias em toda parte, flores, cadeiras, almofadas, um sofá, a mesa na sala de jantar. Tudo na mais perfeita ordem, exceto pela enorme mancha de sangue, que Dean e Aella já examinavam, na cozinha.
-Foi aqui, então?- Sam perguntou, entrando com uma careta de desgosto.
-Não, foi na sala de jantar, mas resolveram deixar o sangue aqui para não manchar o chão de madeira.- Dean respondeu ironico, agachado perto da enorme poça.
-Está certo, pergunta estúpida.- Sam respondeu, se agachando também. - Vai me explicar exatamente o que aconteceu?
-Bem, pelo que me falaram, a mãe foi encontrada aqui, e a criança no armário embaixo da escada. Na autópsia...
-Cara, você viu a autópisia?- Sam o interrompeu, surpreso.
-Eu estava passando por ali perto.- Dean explicou- Não podia perder a oportunidade. Então, como eu ia dizendo, a mãe estava em pedaços. Mordida em algumas partes, e com membros arrancados em outro. Nada bonito.
-E onde estão o pai e o menino agora?- Aella perguntou, agachada perto da pia.
-O menino está em uma clínica, e o pai passando um tempo com a família. A casa está fechada para investigação. Então, é bom a gente se mexer. O próximo turno de guarda começa em menos de meia hora.
-Olhem isso aqui.- Aella chamou. Ela abria e fechava a porta do armário debaixo da pia, que pendia quase inteiramente solta.
-Vamos deixar um recado para que contrarem um marceneiro, não se preocupe.- Dean sorriu, sarcástico.
-Não, isso é justamente o que não queremos que eles façam.- Aella respondeu pacientemente.- Essa porta está solta, e com marcas de unhas pelo lado de dentro.
-Podem ter sido ratos.- Dean deu de ombros.
-Mas, não é justamente o que todas as famílias mortas, diziam ter ouvido? Ratos?- a garota continuou, com um estranho brilho nos olhos.
-Ela pode estar certa Dean.- Sam concordou olhando o irmão.
-Mas, vamos fazer o quê? Procurar debaixo de todas as pias da cidade?- Dean perguntou um pouco contrariado.
-Não, mas podemos chegar a conclusão que foi uma espécie de animal.- Aella explicou.- Isso nos leva um pouco mais para perto da solução, do que estávamos.
-Eu vou pesquisar sobre alguma animal assim.- Sam sorriu para a garota, que retribuiu o sorriso calorosamente.
-Devo deixa-los sozinho?- Dean perguntou revirando os olhos, o momento quebrado.
-Não, obrigada.- Aella respondeu de mau-humor.- Vou checar o armário também.
-Você só está bravo porque ela descobriu uma pista antes de você.- Sam respondeu, assim que ela saiu.
-Eu com ciúmes da Srta. Sabichona? Acho que não.
Sam não conseguiu se impedir de sorrir. Depois de mais uma vistoria na cozinha, voltaram para a sala, que estava vazia.
-Aella!- Sam chamou, sem resposta.
-Ei eu não fiz nada!- Dean respondeu, quando Sam o olhou acusadoramente.
-Eu vou dar uma olhada lá em cima.- Sam suspirou. - Aella!
-Estou aqui.- a porta do armário sob a escada se abriu, fazendo com que Dean pulasse de susto para o lado, e Sam para o outro.- Que foi, assustei vocês?
-Hahaha, além de esperta é engraçada.- Dean disse ironico.- O que você estava fazendo aí dentro, sentada no chão?
-Estava tentando descobrir se uma criança conseguiria acender a luz do armário, e se a lâmpada era forte com a porta fechada.
-E o que descobriu?- Sam perguntou se aproximando.
-Sim, para as duas. A lampada é fácil de acender, na realidade todos os interruptores da casa são adptados para uma criança.
-Você deve saber.- Dean murmurou baixinho.
Aella resolveu ignorar aquela crítica a sua altura.
-Então, é estranho que o garotinho apavorado tivesse ficado escuro. Ainda mais, quando o pai disse que todas as luzes da casa estavam acesas, quando ele chegou.
-Vai ver que o menino não queria ver a coisa que matou a mãe.
-Crianças odeiam o escuro.- Aella sacudiu a cabeça, gravemente.
-E com razão.- Sam suspirou.
-Temos que ir, os guardas vão chegar logo.- Dean murmurou, checando o relógio.
-E qual é o próximo passo?- Sam perguntou.
-Não é óbvio? Interrogar o menino.- Dean respondeu com um sorriso, liderando o caminho para fora.
