N/Rbc: Este capítulo vai em especial - MUITO especial neste caso - para o Fábio, que ajudou com as idéias e leu primeiro - porque insistiu muito e me pagou McDonald's, como eu poderia negar depois disso? E para a Dani Sly, que leu segundo, às 3 horas da manhã ao invés de ler sobre a legislação.


Five Steps To The Bed

Spoilers: Para este capítulo "Deathly Hallows".
Characters: Draco e Ginny
Rating: M - para este capítulo
Summary: Exatamente o que o título diz, de uma maneira bem sutil.
Warning: Muito não apropriado para crianças. XD

Disclaimer: Draco e Ginny não são meus. Mas eu gosto de fingir que são, porque eles se divertem bem mais comigo há 4 anos do que se divertiram em quase 20 nas mãos da JK.

4. Cause I need more time, yes I need more time

"Eu quero ter meu próprio apartamento." – ela disse, em voz alta, para que ele ouvisse do quarto.

"Você mora num hotel, quer dizer que vai comprar um apartamento?"

"Exato."

"E eu não vou dormir todos os dias com você, nem dois dias seguidos. Isso gera dependência. Talvez dias alternados. E eu não vou dormir com você hoje." – ela apareceu na porta do banheiro e olhou-o, enquanto ele lia despreocupadamente o Profeta Diário – "E por enquanto, devemos ser discretos."

"O que você quiser, Weasley." – ele olhou pra ela, e não deixou de notar que ela ainda usava apenas a calcinha e a camisa social dele.

E Draco pensou que não havia nada mais sexy numa mulher do que ela estar vestida com apenas uma camisa social masculina. Pelo menos em Ginny, nada ficava mais sexy do que a camisa dele. Ela sorriu, alheia aos pensamentos dele, e voltou para o banheiro.

"E eu não vou te chamar de Draco. Não sempre, pelo menos." – ela gritou novamente. Ele crispou os lábios, quase num sorriso.

"Parece justo para mim. Eu não pretendia te chamar de Ginevra mesmo. Não sempre, pelo menos." – ele comentou.

"Nós podemos jantar juntos algumas vezes, aqui ou no hotel."

"Não sei se te passou despercebido, mas jantamos juntos praticamente todos os dias desde o Natal. E isso já faz um mês. Nós apenas não dormimos juntos, porque você não quer. Você me evita." – ele terminou com um tom solenemente dramático, ao que Ginny gargalhou no banheiro.

"Eu não te evito. Eu preservo a minha individualidade."

"Nós podíamos jantar em outros lugares. Um restaurante, por exemplo." – ele comentou e ouviu uma cançãozinha chata e baixa soar em algum lugar no quarto – "Ouvi dizer que são lugares ótimos para comer. E os mais caros têm comidas realmente boas." – ele largou o jornal e seguiu o som, até avistar um aparelhinho vibrante na gaveta do criado mudo – "E olhe que legal: nós temos bastante dinheiro para irmos a um desses restaurantes legais e caros."

Draco pegou o aparelho, preto, leve e bonito, e olhou o visor. Ele não parava de cantar e vibrar, cada vez mais alto.

"O que você não entendeu sobre discrição?" – ela apareceu novamente na porta do banheiro e viu Draco com seu celular – "Você precisa abrir o flip para atender a ligação." – ela comentou vagamente, sem se mexer, esperando a reação dele.

"Eu sei disso." – ele não sabia, na verdade, mas jamais admitiria – "Mas por que eu atenderia uma ligação do Harry Potter?"

Ginny deu alguns passos rápidos até alcançar o celular na mão de Draco e imediatamente atendeu, ao que Draco levantou-se e se aproximou dela.

"Ginny?" – ela suspirou.

"Olá, Harry." – ela deu um tapa na mão de Draco, que pousou em sua cintura, e olhou feio pra ele. Ele não se intimidou.

"Você está ocupada?"

"Não exatamente."

"Então você... uhm... está bem?" – ela riu, pouco mais alto do que devia, não pelo que Harry falara, mas pela mão de Draco subindo pela sua barriga sob a camisa – "Isso é um sim?"

"Eu estou..." – ela parou por um momento, fechando a boca quando a mão de Draco envolveu seu seio – "...bem... muito bem..."

"Jantar às 8. Amanhã." – Draco sussurrou no ouvido dela, mordiscando o lóbulo da orelha dela em seguida – "Comigo."

"Eu esperava que sim. Então, quando você vai voltar pra casa?"

Enquanto uma mão de Draco ainda envolvia o seio dela, alternando entre um e outro, a outra desceu até a coxa. Ele passeou as pontas dos dedos pela parte interna, e apenas tocou levemente o tecido da calcinha e pousou no quadril. Então ele beijou longamente um ponto particularmente sensível na nuca dela.

"Mmmm... eu não..." – ela suspirou longamente, fechando os olhos e tentando recuperar seu autocontrole – "...eu não vou voltar, Harry."

"Ginny, você não pode sair assim de casa. Somos casados. É normal pessoas casadas brigarem de vez em quando."

"Harry, esse é... hmm..." – a mão de Draco encontrou o elástico da calcinha dela e desceu um pouco mais, sob o tecido, tocando-a intimamente, enquanto a boca dele ainda beijava aquele ponto sensível em sua nuca. Ela gemeu. E com um esforço enorme, que ela não soube de onde tirou, colocou sua mão livre por cima da dele.

"Oh, você quer tanto isso, Weasley." – Draco sussurrou no ouvido dela – "Tanto." – ele deu uma mordidinha rápida no pescoço dela, enquanto a mão em seu seio massageava lentamente, e ele continuava a carícia sob a calcinha dela, sob a pressão a mais da própria mão dela – "Continue falando com o Potter." – ele falou baixinho. Oh, Draco sabia como provocá-la – "Eu preciso de mais tempo."

"Nós nem mesmo brigamos mais, Harry." – ela falou muito rápido e suspirou longamente em seguida.

"Você tem certeza que está bem, Ginny?" – Oh, ela estava bem. Muito bem.

"Ahan... mmm" – Draco deixou de tocar os seios dela e tirou sua mão de dentro de sua calcinha. Ela olhou-o em profundo protesto.

"Você parece distraída." – ela ia responder algo, mas as mãos de Draco pousaram sem aviso em sua cintura e a guiaram até a cama, fazendo-a deitar. Ele ficou por cima dela um instante e beijou-a longamente – "Você ainda está aí?" – Draco quebrou o beijo e ergueu-se.

"Ahan, claro Harry. Eu não... estou distraída." – Draco desabotoou um a um os botões da camisa e abriu-a. E ela pôde ver um sorriso crispado nos lábios dele e as palavras se formando Continue falando. Mais tempo lembra? – "Do que estávamos falando mesmo?" – ela mordeu o lábio inferior, na tentativa de suprimir o gemido quando sentiu a boca de Draco envolver seu seio e a língua explorar lentamente seu mamilo. Ela arfou.

"Sobre você voltar pra casa. Quando será?"

"Eu não pretendo... uhmm... voltar, Harry. Já disse." – os lábios de Draco trilharam beijos até o limite da calcinha dela. Ela olhou-o, seus olhos implorando para que ele não fizesse aquilo. Seu corpo traindo sua mente ao tremer e vibrar, implorando que fosse tocado – "Eu sinto muito, mas não vou... voltar..." – ela repetiu, sem ter condições para formular algo mais elaborado.

"Ouça, Ginny, me desculpe por estar ausente esses dias, é o trabalho, e a Lily saindo de casa, tudo isso me pressiona muito..." – 'anos de ausência, Harry...', ela pensou, 'oh... aí, Draco...' – "Eu não quero mais brigar... eu não pretendia falar o que eu disse... nós podemos dar certo, você sabe disso. Nós damos certo!"

O lábio inferior de Ginny estava começando a doer. Mas ela não notou. Porque aquilo que Draco fazia com a boca e a língua, em um ponto tão sensível entre suas pernas, mandava sensações muito mais fortes para o seu corpo. Sua respiração estava tão acelerada que ela mal conseguia respirar, sua mente não raciocinava direito e tudo o que ela queria encontrar era aquele ponto em que não agüentaria mais e se deixaria cair. Ela queria suspirar, gemer e gritar, mas não podia. E isso, estranhamente, excitava-a ainda mais.

Sua mente lembrou-a, em um lapso, que ela tinha que conversar com Harry. Draco precisa de mais tempo, ela pensou. E não parou para pensar que, naquele momento, ela passara a compactuar com algo tão perigoso, que ela lutara contra, por cinco segundos, no começo, quando tentara afastar a mão dele do corpo dela no início da ligação.

"Nós precisamos mesmo conversar, Harry." – ela disse, arqueando o corpo quando sentiu a mão de Draco se juntar à boca dele, tocando levemente o seu clitóris. Aquilo era demais. Em todos os sentidos – "Eu não pretendo... voltar... pra casa... e... ahhh" – ela parou o gemido antes que se tornasse mais óbvio do que já era.

"Você está jogando 22 anos de casamento fora, Ginny? Por causa de uma briga estúpida? Eu realmente peço desculpas por ter dito tudo o que eu disse, por ter dito que queria sumir da vida de todo mundo, por ter dito que eu não queria mais essa minha vida idiota." – Ginny fechou os olhos e tentou recobrar a consciência quando Draco parou o beijo e o toque entre suas pernas e levantou-se. Aproveitou para falar.

"Não foi uma briga estúpida, Harry." – seu corpo tremia, pedindo que Draco retornasse as carícias e ainda sentindo a lembrança das carícias de segundos antes – "Há muito tempo nosso casamento não vai bem, você sabe disso. Você mesmo disse que sua vida era idiota. A minha também era. Idiota e medíocre. E eu não quero voltar a ser medíocre." – Ginny ouviu o barulho de zíper e abriu os olhos. Ela não acreditava no que Draco estava fazendo.

"Não Ginny, você nunca foi medíocre. Eu amo você e não quero te perder. Por que não conversamos direito? Num jantar, talvez, amanhã, às 8. Eu apanho você." – Jantar às 8, sua mente disse e estalou. Draco deitou-se por cima dela novamente, trilhando beijos pelos seios, colo, pescoço e terminando com um beijo lento e profundo em sua boca – "O que você me diz, Ginny? Poderemos conversar como pessoas racionais, que se amam, e então nos entenderemos como sempre, ok?" – ela suspirou, sem ter como pensar.

Draco afastou as pernas dela com as mãos, tocando-a levemente e subindo com a mão o mesmo caminho que sua boca fez da última vez. Então se postou entre as pernas dela, e a fez olhar para ele. Não feche os olhos. Olhe para mim., os lábios dele sussurraram.

"Harry eu..." – ela começou, e imediatamente mordeu o lábio inferior com tanta força que sangrou. De novo, ela não sentiu. A sensação de Draco penetrando-a tão lentamente, porém com tanta intensidade, suprimiam qualquer dor que ela pudesse sentir no momento. E a sensação de olhar nos olhos dele enquanto ele unia-se a ela, era única. E quando ele estava inteiramente dentro dela, ele parou por um momento. Ela imaginou que ele fosse esperá-la falar – "...já tenho compromisso..." – e foi quando Draco mexeu-se brusca e repentinamente, com força, enviando uma última e intensa onda de prazer para todo o seu corpo. Instintivamente, ela fechou o flip do celular e então, como se não agüentasse mais, gemeu. Tão alto e tão profundamente como ela não se lembrava de fazer há muito tempo – "...amanhã de noite." – ela terminou a frase, nem soube porque.

Ginny abraçou-se a Draco por alguns momentos. Suas unhas passeavam pelas suas costas, e ela podia senti-lo tremer sobre seu corpo. Ele ainda estava tenso. Isso ela sentia também. Com um movimento, ela girou com ele na cama e ficou por cima. Ainda unidos.

"Você tem idéia do que você acabou de fazer, Malfoy?" – ela perguntou, seriamente.

"Vagamente." – ele crispou os lábios – "Eu te dei um orgasmo, isso é sempre bom."

"Enquanto eu falava com meu ex-marido." – intencionalmente, ela começou a movimentar-se, para cima e para baixo, lentamente, vendo a expressão de Draco mudar. Ela riu, extasiada – "Você tem idéia de como isso foi perigoso?"

"Ex-marido?" – ele perguntou, entre um suspiro e outro. Ela aumentou o ritmo sobre ele, sentindo o corpo dele ainda mais tenso, e sua própria excitação aumentar rapidamente. De novo.

"Por muito pouco eu não perdi o autocontrole."

"Você perdeu, Weasley. Acredite em mim, você perdeu. Se o Potter não tiver percebido pelo tom da sua voz, porque você estava tão distraída, ele é realmente um imbecil tapado." – ela riu. Uma risada tão singela e leve que sempre fazia Draco tremer. Ela diminuiu o ritmo um pouco, mas agora subia e descia com mais força. Ginny viu a expressão de Draco se contorcer e o corpo dele ainda mais tenso.

"Espere por mim, Malfoy." – ela sussurrou, e as mãos dele imediatamente alcançaram os seios delas – "Agora eu preciso de mais tempo."

Draco viu-a subir e descer. Ele esperaria por ela. Ele vinha fazendo isso por muito tempo. Mas agora a espera era diferente. E ele tinha imenso prazer, no sentido literal da palavra, em esperá-la naquele momento. Draco tentou acompanhá-la no ritmo, aumentando o contato entre os corpos. Puxou-a para que alcançasse os lábios dela e sentisse os seios dela em seu peito. Beijou-a, profundamente.

"Ex-marido?" – ele voltou a perguntar. Ele continuou seguindo o ritmo dela. Ela não parou de se mover. Por algum motivo, as palavras dele a excitavam, guiavam-na, novamente, para a beira de um penhasco. Ela queria pular.

"Eu vou pedir o divórcio." – ela disse, finalmente, e pulou. Pela segunda vez em alguns minutos, ela sentiu seu corpo vibrar violentamente. Draco acompanhou-a dessa vez, ao senti-la vibrar e ouvi-la gemer tão profundamente. Seu próprio corpo agora vibrava e, de alguma forma, prolongava o orgasmo dela.

Ela deixou-se cair sobre ele. Exausta. E não reclamou quando ele girou o corpo, ficando por cima, e depois se levantou. Ela fechou os olhos, sentiu o polegar dele passar levemente por seus lábios e sentiu-o se afastar. Virou-se para o outro lado da cama, o lado que estava mais frio, e acomodou-se.

Estava exausta, e num estado extremamente relaxado. Apoiou a cabeça numa das mãos e tentava manter-se, pelo menos, com os olhos semi-abertos. Viu quando ele saiu do banheiro, com um sorriso crispado nos lábios assim que se ajoelhou ao lado dela na cama.

"Hey, Ginevra, por que não fica esta noite?"

"Mm, não..." – as palavras soaram automáticas – "Pare com isso." – ela bateu na mão dele, afastando-a, impedindo que ele continuasse a fazer cócegas em seu nariz com a ponta dos cabelos dela – "Eu tenho que terminar uma matéria do jornal. E falar com o Harry... eventualmente..."

"Claro, como se qualquer uma dessas coisas fosse acontecer esta noite. Especialmente falar com o Potter, que já acumulou cinco ligações no seu aparelhinho." – ele falou, olhando o visor do celular de Ginny – "Como se desliga isso?"

Apesar da vontade dela de ir embora naquele momento, apenas para provar a Draco que ele estava errado, seu corpo, principalmente suas pernas, não obedeciam à ordem de sua mente para moverem-se. Ela forçou-se a apanhar o celular da mão de Draco, desligou-o e o jogou para um lado.

"Tudo bem. Eu fico." – ela ergueu o indicador em frente ao rosto dele – "Mas só porque eu não consigo me mover."

Os lábios de Draco se curvaram num sorriso fino, que declaravam muita satisfação própria.

"Porque eu te dei dois orgasmos."

"Grande coisa. O corpo e a mente das mulheres suportam orgasmos múltiplos em uma mesma noite de sexo."

"É, mas você não os tem espontaneamente. Admita. Eu te dei dois orgasmos." – rendendo-se à expressão dele, ela admitiu.

"Ok, isso você fez." – e o brilho o olhar dele, fez valer à pena.

"Yeah. Agora, role para o outro lado."

"Por quê?"

"Você está no meu lado da cama."

"Mas o outro lado está muito quente agora."

"Besteira. Minha cama, minhas regras." – ele colocou a mão no ombro dela e ela, relutantemente, rolou para o lado.

"Talvez eu devesse apenas ir para o meu hotel."

"Oh, mais besteira, Weasley." – ele deitou-se, acomodando o seu corpo ao dela – "Aqui" – ele estendeu para ela o par de pantufas vermelhas que havia dado no Natal – "Coloque."

"Mas por quê?"

"Porque seus pés estão como dois cubos de gelo." – sorrindo, ela colocou seus pés entre as pernas de Draco. Ele protestou – "Céus, Weasley! Coloque as pantufas, elas funcionam melhor do que a minha pele."

"Lembre-me porque eu tolero você, Malfoy." – Ela enroscou o pé ainda mais entre os pés dele. E ele levou a mão até o seio dela, apertando-o gentilmente.

"Isso ajuda?"

"Só um pouquinho."

x.x.x

N/Rbc: eu pensei muito sobre o celular. E concluí que, se o Potter dirigia um carro trouxa no epílogo de DH, porque ele não poderia ter um celular? E porque, por osmose, a Ginny também não poderia ter um celular? É isso... falta apenas um capítulo, que já está escrito. XD Sem falar que eu precisava fazer um capítulo mais bem humorado para esta fic, da mesma forma que fiz um para Five Places. E concordemos: se Draco quer mais tempo, nós damos mais tempo pra ele, certo? Hauahauahu

Fábio: você insiste e me paga comida e eu te dou o que você quiser. Temos um acordo?

Caah LisLis: eu estou à procura do estoque, mas para nós, ok? Huahuaahua. Cabeça vazia, oficina do Diabo? Você quer dizer muita besteira para pensar? Porque eu penso muito besteira... ahuahauahua

Rk-chan: nhaaa, eu adoraria ter alguém para esquentar meus pés. Huahua. Mas por enquanto, eu fico com as meias...

Jane LeloupBlanc: bom Jane, agora é só a finalização. Eu pretendia colocar aquele cap3 como último capítulo, mas daí a action demoraria muito... e você sabe né? Nós não vivemos sem action DG. XD

Tahh Halliwell: eu desejaria ter um Draco para esquentar os meus pés, você não? Hauhauahauahua.

Aninhoca: quem é vivo sempre aparece, huh? Sumida do fórum... to com saudades de tu, Ni. Huhauahaua. E eu realmente quero ver o seu desenho. Scaneia ele e me passa, se não por msn, por email mesmo. Huahuahauahau. Por favor? - olhinhos da Rebeca brilhando como os olhinhos do gato de botas de Shrek -

Carolzenha Malfoy: então Carol, capítulo passado eu coloquei as linhas mas elas não aparecer. No painel de edição de documentos, é o sexto botão, logo ao lado do 'centralizar'. Tão visível, huh? Mas pessoas distraídas como eu não o acham facilmente... hauahauah. Yeahh. Sem mais morrer porque está sem net? Isso é tão bom. XD

Thaty: este foge um pouco do convencional, mas eu gosto dele mesmo assim. XD

Ginny Danae Malfoy: eu amo esta música do Oasis. E ontem, enquanto escrevia o último capítulo, percebi que ela se encaixa melhor do que eu pensava. Você tem um Draco para esquentar os seus pés? Porque eu não tenho um, e acho isso bastante triste.

Lou Malfoy: aquele pedaço foi fofo, huh? Este capítulo é meio fora do convencional, mas vale né? Eu gosto dele mesmo assim. Huahuahau