Obriigaada meninas, de coração! Não sabem o qanto eu fiqeeei feeeliz em ver qe. Eu já tinha mais de 10 reviews, obg obg obg *-* maaais vamos continuar neh! Qanto mais reviews mais repido eu posto :D siiim isso foi uma chantaagem HAHA'

Qal sera a misteriosa proposta? Vai demora um poquinho ainda pra ser revelada, HAHA' vai depender de vses UHAUHAUHUHA

Nathy, qe. Bom qe vse ta gostando neeega, espero não te decepcionar

Nath Tsubasa Evans, aaaadoro esses Edward avançadinho, feliz por vse tbm gostar

Guerreira Solitaria 12, vou te deixar curiosa, mais sera msm qe. Ele vai se declarar? Hanhan OQ SERA?

Personagens pertencentes a titia Sthep, /infelizmente

Mais uma vez essa é uma adaptação do romance Caminhos Cruzados de Miranda Lee, mudei somente algumas coisinhas.


Capitulo 4

Às nove horas, Edward saiu. Provavelmente foi para seu escritório, Bella ponderou, já que ele havia saído com seu Maserati Spyder prateado, um carro que requeria estacionamento cuidadoso, especial mente na cidade.

O escritório das Indústrias Cullen era situado em um enorme prédio no meio do distrito central de Sydney, que tinha seu próprio estacionamento sub terrâneo.

Os executivos das Indústrias Cullen não preci savam pegar metrô ou ônibus para chegar ao traba lho. Nem tinham de pagar a exorbitante quantia co brada pelos estacionamentos públicos da cidade, pois tinham direito a uma vaga pessoal para o carro.

Como presidente e dono da empresa, Edward ti nha duas vagas no estacionamento.

Bella sabia disso porque Edward ofereceu-lhe uma dessas vagas no ano passado, um pouco antes do Natal, depois de ela ter reclamado sobre a terrível si tuação dos estacionamentos da cidade. Quando ela lhe agradecera, Victoria — que estava hospedada na casa nessa época — mordazmente comentou que os ataques de generosidade ocasionais de Edward sempre tinham um motivo oculto e que era melhor ela se cuidar.

Embora Bella não conseguisse ver que motivo oculto era aquele, era obrigada a concordar que seu chefe colocava os próprios interesses acima de tudo e de todos, como o faziam muitos homens bem-sucedidos.

Assim, ela sabia que as razões de Edward para levá-la para almoçar hoje seriam inteiramente egoís tas. Ele não se importava de verdade com o que ela queria. Somente com o que ele queria: que ela conti nuasse sendo sua governanta.

Pedir para que ela se arrumasse para o almoço, no entanto, era um enigma. A não ser que não quisesse se sentir constrangido por ser visto em público com uma mulher desmazelada, como estava essa manhã. Enfiada num conjunto de moleton, e com os cabelos presos em um coque.

Enquanto terminava seus afazeres domésticos, Bella ficou se perguntando o que Edward pensaria quando a visse em seu novo conjunto de veludo, toda penteada e bem maquiada.

Ficaria chocado?

Ela esperava que sim.

Bella ansiava pela oportunidade de mostrar-lhe que ela era uma mulher atraente. Talvez não tão glamourosa ou sexy quanto Victoria, mas, ainda assim, ca paz de atrair a atenção masculina.

Por mais que estivesse nervosa com este almoço, ela agora teria sua chance. E iria aproveitá-la!

Ao meio-dia em ponto, Bella era a morena mais bonita da cidade. Pelo menos, assim pensava. Mas seu estômago estava mais embrulhado do que no dia da entrevista para o outro emprego.

Não estava mais preocupada com sua aparência. O foco de sua atenção deslocara-se para os argumentos que Edward usaria para convencê-la a ficar.

O repentino barulho da porta da garagem a fez cor rer para a janela. Ela chegou a tempo de ver o carro de Edward entrando na garagem, a porta pesada auto maticamente se fechando atrás do carro.

O fato de ele guardar o carro a deixou confusa. Ele tinha mudado de idéia em relação ao almoço? Decidi ra que ela não valia o esforço de tentar fazê-la mudar de idéia?

Bella ainda estava à janela, sentindo-se totalmen te desanimada, quando ouviu uma batida na porta. Era Edward, com certeza, ela pensou com tristeza, para dizer-lhe que o almoço estava cancelado.

Munida de coragem para não agir como uma idiota desapontada, ela dirigiu-se à porta. Mas por dentro, Bella arrependia-se do tempo que perdeu fazendo o cabelo e se maquiando. Demorou séculos! Que perda de tempo!

Ela abriu a porta, com uma máscara sem expressão no rosto.

Edward não ficou exatamente surpreso ao vê-la.

Mas lançou-lhe um longo olhar.

— Exatamente como eu pensei — ele comentou, os olhos demonstrando satisfação com o que viam.

— Você não é uma mulher sem graça, é Bella? Não que eu tenha pensado que você era. Impossível esconder seus adoráveis olhos e sua pele. Quanto a seu corpo estonteante... confesso que você o escondeu extremamente bem durante dezoito meses. Mas na noite passada colocou um fim a esse pequeno subter fúgio.

Bella esforçou-se para se manter fria e calma.

— É bom finalmente ver suas curvas — ele acres centou, o olhar descendo para a parte do colo dela que estava à mostra.

Bella ficou imóvel quando seus mamilos se enca ram dentro dos confins da seda de seu sutiã sem alça. Não, ela pensou irritada. Não, não, não!

Estava na hora de parar com esse pequeno teatro antes que ele se tornasse seriamente humilhante.

— Obrigada — ela respondeu friamente. — Você mudou de idéia em relação ao almoço?

A conclusão dela deixou-o mais surpreso do que a sua aparência. Ele franziu a testa.

— Por que pergunta isso?

— Você guardou o carro.

— Aah. Entendi. Não, eu pedi um táxi. Mais fácil do que tentar estacionar na Quay. Vai estar aqui meio-dia e meia. Melhor eu ir colocar uma roupa mais apropriada para um almoço com uma mulher tão lin da.

Dessa vez ela corou. Isso deixou-a totalmente irri tada. Mas estava aliviada pelo almoço deles ainda es tar de pé.

— Elogios não vão fazer com que eu mude de idéia, Edward — ela confessou.

— Obrigado por me avisar. Mas eu nunca confia ria em elogios para algo tão importante quanto man ter você aqui, Bella.

Bella empertigou-se, numa provocação à extrema confiança que via nos olhos dele.

— Não faz sentido me oferecer mais dinheiro tam bém. Ou melhores condições de trabalho.

— Olha, vamos deixar essa discussão para mais tarde. O táxi vai chegar em vinte minutos. Vamos nos encontrar na varanda da frente um pouquinho antes de meio-dia e meia?

Emily suspirou.

— Tudo bem.

— Não precisa ficar tão aborrecida. Na pior das hi póteses, você vai almoçar de graça. Na melhor... — Ele deu de ombros, obviamente não querendo reve lar sua estratégia. — Tenho de ir. Vejo você daqui a pouco.

Edward deixou-a intrigada. Sua intenção era persuadi-la a ficar. Como ele pretendia alcançar esse objetivo ainda era um mistério.

Os minutos avançavam. Aproximava-se a hora de encontrá-lo na varanda da frente, e um pensamento a atormentava: não existe "almoço de graça".

Quando o relógio bateu meio-dia e vinte e cinco, Bella pegou sua bolsa caramelo que combinava com a roupa, trancou a porta do apartamento e desceu as escadas, cada degrau fazendo-a se lembrar de sua saia justa e de seus saltos.

Embora mais do que feliz por estar com um visual de garota da cidade, Bella estava aliviada pelo blazer cobrir a maior parte de seus seios, e seus mamilos ainda intumescidos. Ainda bem que a manhã não es tava muito quente, apesar de o céu estar claro e enso larado. Assim podia manter o blazer sem sentir calor.

Enquanto trancava a porta dos fundos da casa prin cipal, Bella dizia a si mesmo o tempo inteiro para se manter calma e não deixar que Edward a fizesse mudar de idéia, independente do que ele dissesse.

Mas não era o que ele diria, pensou, desconfortá vel, enquanto caminhava até a varanda para encon trá-lo já esperando por ela. Era o que ela sentiria com as palavras dele.

Bella sabia muito bem o prazer que sentia só de olhá-lo.

Ser levada para almoçar por ele, no entanto, era um jogo totalmente diferente. Teria de ter muita pre sença de espírito.

Edward estava magnífico, é claro, usando um terno cinza elegante, camisa azul e gravata cinza pra teado. O cabelo negro desgrenhado estava úmi do, sugerindo que ele tinha tomado um banho rápido. Também deve ter feito a barba, pois sua pele parecia macia e lisa.

— Adoro mulheres que sabem ser pontuais — ele comentou com um rápido sorriso. — Você trancou a porta dos fundos?

— É claro — respondeu, com frieza.

— É claro — ele repetiu, sem maldade ou ironia. Mas mesmo assim a irritou.

— O táxi chegou — ele salientou, balançando a cabeça em direção aos portões, que estavam fecha dos. Edward costumava andar de táxi, mas nunca os deixava entrar. Valorizava sua privacidade e segu rança.

Compreensível, considerando o tamanho de sua fortuna.

— Só vou trancar a porta da frente — ele avisou.

Bella respirou fundo enquanto ele trancava a porta.

Quando Edward virou-se e pegou-a pelo braço, ela esquivou-se antes de conseguir se controlar.

— O que foi, Bella? — Ele perguntou, com suavi dade. — Eu não mordo.

A ficha caiu. Então era assim que ele iria persuadi-la a ficar. Usando seu charme. O pedido para que ela se vestisse bem foi uma discreta, mas inteligente ma neira de fazê-la sentir-se ciente de sua feminilidade, e, dessa forma, abaixar suas defesas sexuais.

E estava dando certo, claro.

— Ainda não consegui refazer-me da surpresa de como você está maravilhosa — ele continuou, con forme a guiava até os degraus da frente da casa e pelo jardim. — Mas você está certa, acho que deve ficar ainda melhor de cabelo loiro. Naquele estilo sexy que ressaltaria seu pescoço de cisne.

A desonestidade das táticas de Edward dava-lhe vontade de se rebelar, assim como o calor traidor que o toque dele transmitia ao seu corpo inteiro.

— Vou me lembrar disso antes de começar no meu novo emprego — ela garantiu em um tom despreten sioso.

Mas não teve muito efeito, pois ele deu uma risada.

— Sabe de uma coisa? Essa manhã, enquanto con versávamos, percebi que você é igual a mim.

— Igual a você? — ela perguntou rispidamente, surpresa com uma afirmação tão inverossímil.

— Exatamente. Você faz o que tem de ser feito. Não fantasia ou romanceia. Você é realista.

Chegaram ao portão da frente quando Emily já es tava a ponto de desabafar que ele não sabia nada so bre ela, já que há semanas fantasiava com ele!

Sair pelos portões e entrar no táxi dera-lhe alguns minutos para que se tornasse quem Edward achava que ela era. Fria e realista.

Mas não por muito tempo.

Encontrar-se sentada tão perto do homem que amava no pequeno espaço do táxi era um convite para pensamentos insensatos. A falta de assunto tam bém não ajudou. De repente, não havia nada para dis traí-la de sua fértil imaginação, ou impedi-la de per der o controle.

Seria possível que Edward estivesse planejando seduzi-la? Bella viu-se enredada por esse terrível e excitante pensamento. Ele iria tão longe para mantê-la no emprego? E se fizesse isso, como ela reagiria?

Na noite passada, arrependera-se de não ter nada do nua com ele.

Hoje, suspeitava que talvez fosse se tornar uma presa fácil nas mãos dele.

Mas Bella não conseguia acreditar que Edward fosse capaz de ir tão longe. Ele não era um mulheren go insensível. Ou um sedutor de sangue-frio. Ele era um completo cavalheiro. Foi por isso que ficou tão chocada na noite passada quando ele sugeriu acom panhá-la na piscina.

— Você já aceitou oficialmente o novo emprego?

A pergunta inesperada de Edward fez sua cabeça girar. Os olhos piscaram rapidamente e demoraram um pouco para focarem-se no rosto dele.

Alguma coisa no rosto de Bella entregou-a.

— Não aceitou, não é mesmo? — ele indagou, sa tisfeito.

Bella adotou o que ela esperava ser uma expres são totalmente serena.

— É a primeira coisa que pretendo fazer na segun da-feira logo pela manhã.

— Por que não aceitou a proposta imediatamente?

— Não gosto de tomar decisões precipitadas — ela respondeu friamente e ele balançou a cabeça.

— Garota sensata.

— Isso não significa que não tomei minha decisão, Edward — ela continuou, repetindo seu ponto de vista. — Foi por isso que me demiti como sua gover nanta essa manhã. Dentro de três semanas não vou mais estar trabalhando para você. Acredite em mim quanto a isso.

— Acredito em você.

— Então, qual o objetivo desse almoço?

— Pretendo fazer uma contraproposta.

— Que tipo de contraproposta?

Ele posicionou o dedo indicador nos lábios.

— Quando estivermos sozinhos — ele murmurou.

Ela fitou-lhes os olhos e, depois, os lábios.

Edward tinha uma boca muito sensual, em con traste com o resto de suas feições, mais rudes. Os lá bios eram macios e carnudos, o maxilar proeminente, o nariz longo e o queixo quadrado.

Mas eram os olhos que mais atraíam a atenção e, inevitavelmente, os olhares das pessoas. Eram pene trantes e magnéticos, de um verde cintilante.

Bella encontrou-se olhando para eles, dentro de les. Encontrou-se pensando que faria qualquer coisa que pedisse se ele continuasse olhando-a daquele jei to. Como se ela fosse uma mulher atraente. Não, como se ela fosse uma mulher desejável.

Ela não conseguia tirar os olhos dele, não conseguia se importar com nada além desse instante, esse instante precioso, particular e absurdamente romântico.

— Onde quer que eu deixe vocês, companheiro? — o motorista de táxi perguntou.

Edward desviou o olhar e o momento foi embo ra, arrancado de Bella uma dor violenta como a de um membro repentinamente amputado. A realidade voltou subitamente, e seu rosto refletia o que acabara de acontecer e o que estava secretamente esperando que acontecesse mais tarde.

Edward não iria seduzi-la. Iria oferecer-lhe mais dinheiro.

Seu chefe era um homem prático. Encontrava so luções práticas para seus problemas, não soluções que poderiam causar-lhe ainda mais problemas. Se duzir sua governanta seria extremamente arriscado, especialmente para um homem com a fortuna de Edward. Ele não arriscaria sua reputação — ou um processo por assédio sexual — para mantê-la na sua casa. Ela não valia tanto assim para ele.

— Aqui está bom — Edward respondeu ao taxis ta, que parou no acostamento bem em frente ao termi nal das barcas.

Dali, era apenas uma curta caminhada aos restau rantes e aos cafés ao ar livre que margeavam o embarcadouro e que ofereciam aos clientes uma vista esplêndida para o porto, para a ponte, para a famosa Ópera.

Bella não fazia idéia para onde Edward a estava levando, mas sabia que não seria nada menos que o melhor lugar da região.

Almoçar com ele, no entanto, tinha agora perdido totalmente seu brilho. Ficaria aliviada quando o al moço terminasse. Muito aliviada quando ele aceitas se sua decisão de partir.

Bella abriu a porta e saiu do táxi, sem esperar que Edward fizesse isso para ela.

Chega de viver no mundo da lua por causa dele, pensou, já na calçada, enquanto o esperava pagar o táxi. Chega de fantasias idiotas. Chega de dizer que iria fazer uma coisa enquanto sonhava fazer outra.

Seja a calculista que ele pensa que você é.

— Bella?

Assustada, Bella virou-se.

— Então, é mesmo você — exclamou o dono da voz masculina enquanto caminhava na direção dela, o rosto atraente abrindo-se num sorriso caloroso.

— A princípio, não reconheci você de cabelos cas tanhos.


Então? Qem sera o dono da voz? E qal sera a contraproposta do Edward? Não percam os próximos capítulos de Caminhos Cruzados! Viish UAUHUHAUHAUHUHUHA

Não se esqeça das minhas reviews, beeeleza? Amo vses