(Cap. 4) Recrutas Mimados Prejuiso na Certa! Assustando os
Sol, Sol por que me persegues? Todos os dias, eu fecho os olhos e Puff! O sol aparece. Mortos, eles já estavam mortos, os recrutas que ontem tinham presenciado minha ruina estavam mortos. Mortos de guerra recebem prestigio mesmo ninguem sabendo seus nomes, suas familias, filhos, e viuvas, choram sem o consolo de saber ao menos como eles morrerão, sem saber da guerra que movimenta Calnat.
Fui até os portões, e por meios tradicionais não pude passar dali, eles estavam fechados. Usei meu JatPack para pular os autos muros. Os novos recrutas de hoje me esperavam, com seus rostos preocupados, acho eu pelo meu atrazo, ( Voz do alem: sua convencida, não ve que a preocupação deles é por causa da guera? Eu: não, eu não vejo, vozinha inrritante! ) fiquei observando e cuidei para que não me vissem, então disse:
- Numa guerra não podemos nos dar ao luxo de dar as costas ao inimigo - impresionantemente, apenas um dos recrutas não se assustou, então continuei: - A batalha não é um dos melhores jeitos de se perder a vida, - kkk, isso está ficando engraçado, os recrutas (menos o rebelde da linha de frente, que parecia estar me encarando) olhavam para os lados procurando a dona da voz, que apezar de monotona e sem vida, era claramente feminina, - procurem vocês não irão me achar - o rebelde da linha de frente ainda não havia se manifestado, invoquei meu Kormet e o mandei ficar atraz dos recrutas, para que meu plano fose bem-sucedido - acalmen-se e vocês irão me ver - Kormet colocaria meu canhão para explodir em 10 segundos, continuei com o falatorio: - Os sustos nos atrazam, e os inimigos se infiltram em nossas linhas, algum de vocês pode ser um espião, e nós não queremos que saiam vivos daqui ... - por que o Kormet estava demorando tanto para explodir o canhão? Eu estava fiacando sem assunto, e ... Ah! ... Finalmente a explosão.
Todos (menos o rebelde da linha de frente que parecia continuar a me encarar) pularam em suas pozições, um pequeno que estava no fundo parecia ter batido seu recorde e pulado mais de trez metros no ar. Revelei-me gradualmente, usando meu JetPack para subir no ar e pousar no meio das linhas de meus recrutas, nem todos esperavam uma comandante mulher, pois entre os recrutas que se preparavam para a guerra só haviam homens. Mulheres e (a maioria das) crianças não seriam tão facilmente sacrificadas
- Quem é você? - perguntou um menino ao meu lado.
- Sou Mari, - respondi - e para a sua informação tambem a sua general. (voz do alem: comandante)
- Você é muito nova para ser nossa general. - retrucou o menino.
- Estou em perfeitas condições de ser sua general, e já alcançei a maioridade CalnatAna (Le-se: Calnat-Ana), que é de 15 anos de idade - respondi ( Voz do alem: falei que a autora tinha uma cabeçona? Onde já se viu alcançar a maioridade com apenas 15 anos? De onde você tirou isso? eu: Eu tirei isso de um livro de historia! Que disse que no Brasil Imperio a maioridade era atingida com 15 anos! E, fui EU que disse que EU tenho uma cabeçona! voz do alem: Maguo, tá? (muito tempo depois voltando a Fan-fic)) ao menino, que se calou logo em seguida.
Foi fazer a listagem dos soldados, para que fossem contados como mortos, não voltariam vivos da guerra mesmo. Entre os muitos nomes, um me chamou atenção, Sieghart.
Sieghart, então esse era o nome do rapaz que me ajudou ontem na enfermaria e do rebelde que me encarava durante a minha demonstração de soberania. Sieghart, tinha altura mediana, desgranhados cabelos pretos e olhos azuis, com uma leve lembrança prateada, de quem tinha um grande poder escondido, mais que (não) poderia ser revelado (ainda).
