Erros

por Miss Dartmoor,

para EmptySpaces.

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Disclaimer: Jared e Jensen não me pertencem. Infelizmente eu não os conheço pessoalmente, o que significa que eu não tenho permissão deles para escrever essa fanfic. Mesmo assim, a minha intenção não é ofender ninguém, nem quem está lendo e nem os atores.

Sinopse: Ele não era um homem perfeito, quanto mais fazia as escolhas certas sempre. E, talvez, não fosse sua intenção machucar a única pessoa que ele realmente amou.

Beta: Eu não tenho Beta, os erros são todos meus.

Shipper: Jared Padalecki e Jensen AcklesPadackles! Slash, NC17, RPS (Real Person Slash).

N/A: A música utilizada nesse capítulo é "Rehab", da Rihanna (Tradução no final). Depois de "Friend or Foe?" do t.A.T.u, "Rehab" meio que me inspirou com essa fanfic :]

N/A²: Os trechos da música servem para separar as partes da fanfic. Eu resolvi colocar os trechos ao invés dos "xxx" de sempre. :D


Capítulo 4.



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I'll never give myself to another the way I gave it to you

You don't even recognize the ways you hurt me, do you?

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Sexta-feira. Ele costumava amar as sextas-feiras, por nenhum motivo em especial. Agora não fazia a mínima diferença, já que ele não estava mais no colegial e, dependendo, teria que trabalhar no final de semana ao contrário de antigamente, quando ele não precisava se preocupar com o trabalho e os finais de semana se resumiam a ficar em casa ou sair com os amigos, já que não tinha aula.

Pensando nessa época, parecia que fazia anos, tantos anos que ele nem se lembrava direito de alguns acontecimentos, e se perguntava se tinham acontecido com ele mesmo ou com outra pessoa.

Era de noite, Christian tinha ido embora na quinta-feira, e fazia dois dias que Jensen tinha conversado direito com Jared. Ele estava fugindo, evitando encontrar com Jared por aí e evitando ficar sozinho com ele, e isso nos set de filmagens. Jensen se limitava a contracenar com ele e só, tão logo as gravações tinham terminado e lá estava Jensen fugindo para qualquer lugar movimentado, porque ele sabia que se fosse para seu trailer Jared o encontraria lá e seria difícil resistir a ele quando os dois estivessem sozinhos.

Jared devia ter percebido, mas se percebeu não disse nada.

Jensen evitava olhar muito para ele tambpem, ele só se sentia seguro para olhar Jared quando estava fingindo ser Dean, porque aí tudo parecia ficar mais simples e fácil. Porque não eram eles lá, eram Sam e Dean e isso tornava o contato visual mais fácil.

Ele desconfiava que os outros estavam suspeitando de algo, porque os dois sempre foram tão próximos e de repente mal se falavam, e pela segunda vez já que Jensen e Jared ficaram aquela semana inteira sem conversarem direito porque Jared o estava tratando mal e não queria dizer o motivo, essa foi a primeira vez e então eles voltaram a se falar, na verdade voltaram a se falar e de brinde começaram a se "pegarem" por aí. Agora a relação esquisita tinha voltado e os dois não estavam mais se falando, e dessa vez não era porque Jared estava tratando Jensen mal, era porque Jensen o estava evitando.

Porque ele precisava acabar com aquilo de um jeito ou de outro – seu lado racional dizia -, e talvez esse fosse um dos jeitos mais práticos.

Jim tinha perguntado se eles tinham brigado de novo e Jensen se limitou a se fazer de desentendido. Na melhor das hipóteses é sempre bom se fazer de idiota. "Se brigamos? Eu e o Jared? Claro que não, da onde você tirou essa, Jim?".

Ele esperava que tivesse soado convincente na hora.

Tinham se passado dois dias e Jensen estava enlouquecendo. Deus, como Jensen sentia falta de Jared, em todos os sentidos. Não só beijar Jared, tocar e ser tocado por Jared, mas Jensen também sentia falta daquela amizade forte que eles tinham e que parecia ter se quebrado para nunca mais se restaurar. Sim, Jensen sentia falta dessa relação com Jared.

Ele sentia tanta falta de Jared que mal estava conseguindo manter o foco em outras coisas, e isso estava enlouquecendo ele. É, talvez ele começasse a ficar louco de verdade por causa de Jared.

Aquilo não era nada fácil.

A relação saudável que ele tinha com Jared antes de tudo virar de cabeça para baixo... Ele também sentia falta dessa relação, e no momento Jensen estava se odiando porque ele foi um dos culpados por ela ter acabado. Ele tinha cometido um erro ao dar corda para Jared, ele deveria ter dito algo como "Hey, cara, eu não jogo nesse time!", quando Jared disse que ele era sexy e colocou a mão na sua coxa, quando eles estavam naquele bar. Ele deveria ter ficado sentado naquela cadeira ao invés de ter ido naquele banheiro e ter fodido com tudo junto com Jared.

Se Jensen tivesse feito isso, talvez as coisas não estivessem assim tão criticas.

E como ele se odiava por ser tão fraco, impotente. Ele tinha se deixado usar por Jared como se ele fosse um brinquedinho, e agora havia Sandy pra tornar tudo pior. Ele não conseguia se perdoar por isso, ele gostava de Sandy e não queria machucá-la. Como Jared não se importava nem um pouco com os sentimentos dela?

Talvez porque ele pretendesse acabar com isso antes que ela pudesse ficar sabendo.

Oh, droga... Melhor nem pensar nisso.

Assistir as demonstrações de carinho dos dois foi a última coisa que Jensen podia suportar, todo mundo tem um limite. Saber que ela era a namorada dele e que ele a amava – fosse de qual jeito que fosse, não importava – e que estava com ela, já era torturante demais, ter que assistir a comprovação disso era algo que Jensen não estava pronto para agüentar nem àquela hora e nem agora.

Talvez não fosse ficar pronto nunca.

Então era assim que era a vida de um amante? Porque mesmo que Jensen detestasse a palavra, era mais ou menos isso que ele era, não é? Ele deveria se contentar com os restos, com aquilo que Jared oferecia porque não podia ou não queria oferecer mais, porque pra ele não devia fazer a mínima diferença se Jensen precisasse de uma demonstração qualquer de afeto e não algo como "Hey, cara, vamos transar naquele sofá!".

Droga, parecia bem menos complicado e doloroso nos filmes.

Não era ciúme o que ele sentiu na hora que viu Jared abraçar e beijar Sandy, sim, era um pouco de ciúme sim, quem ele queria enganar dizendo que não? Mas a maior parte foi inveja. Ele sentiu inveja da relação de Jared com Sandy e ele se odiava por ficar com inveja disso, mas não conseguia evitar. Simplesmente não conseguia.

Ele amava Jared, ele amava o cretino e ele tinha se entregado para Jared e pelo que? A imagem dele abraçando Sandy e a beijando tão... De um jeito tão apaixonado e íntimo e carinhoso estava surgindo na mente de Jensen com clareza digital. Ele não conseguia não pensar naquilo, e não conseguia não pensar que com ele era tudo diferente.

E como doía saber que era diferente e como doía estar ciente e mesmo assim não conseguir evitar, não conseguir parar aquela loucura. Ele tinha evitado Jared, mas sabia que não poderia ignorá-lo para sempre, e logo alguém suspeitaria e faria perguntas, porque era pelo bem da série. Supernatural precisava deles se dando bem como antes, logo alguém perguntaria e o que Jensen diria?

Ele morria de medo que alguém descobrisse. Que bem ia fazer a Supernatural se de repente todo mundo descobrisse que os protagonistas da série transam na hora do expediente? Ia ser um caos, porque pelo amor de Deus, eles fazem dois irmãos na maldita série. Eles são homens, são famosos, e se descobrissem esse "casinho" a carreira de Jensen iria pelo ralo, e a de Jared também, e sua família provavelmente o odiaria.

Talvez ele estivesse exagerando demais.

Jensen se sentou na cama, passando as mãos pelo cabelo e respirando fundo. Não fazia idéia de quanto tempo estivera ali deitado na cama encarando o teto e pensando em Jared, Jared e Sandy, Jared e a festa surpresa pra comemorar sabe-se lá Deus o que e, droga, como diabos Jensen ia conseguir fingir que não tinha acontecido nada entre ele e Jared para as pessoas estranhas?

Se a intenção de Jared era machucar Jensen, ele estava conseguindo e com muito êxito. Se não bastasse o ator mais velho ficar pensando toda santa hora nele e em como aquilo era insano e ia acabar mal no final, agora ele não conseguia pensar em outra coisa que não fosse Jared e Sandy, Jared e Sandy, e Jared usando Jensen para depois descartá-lo como se não fosse nada e se casando com Sandy.

Sério, aquilo não estava fazendo bem a ele.

O telefone tocou e Jensen sentiu um frio subir pela sua espinha. Automaticamente ele desejou que não fosse Jared, e quando atendeu não conseguiu evitar o suspiro de alívio ao ouvir a voz de Chris.

- Tudo bem, cara? – Christian perguntou e Jensen sorriu de leve, passando a mão pela nuca e se forçando a acordar. Ficar todo aquele tempo deitado numa cama no escuro tinha-o feito ficar com um pouco de sono.

- Tudo sim. – Jensen respondeu, rezando para que Chris não notasse sua voz fraca. – O Steve já apareceu?

- Ele ligou. – Chris disse. – Ele estava mesmo com aquela fã gostosa.

Jensen podia ver a cara de divertimento de Chris, mesmo que estivessem pelo telefone e ele não pudesse realmente ver Chris.

- Só liguei para saber como você estava. Você estava um pouco estranho aquele dia e...

Jensen deixou de ouvir Chris porque alguém estava batendo na porta. Ele mandou o amigo esperar e se levantou, saindo do quarto e indo até a sala. Ele continuou com o telefone, e quase o deixou cair quando abriu a porta e viu quem estava ali.

Sua garganta secou e a vontade de sair correndo dali tomou conta dele, mas algo fez com que Jensen se congelasse dos pés a cabeça, então nem mover os pés ele conseguiu. Seus olhos estavam fixos no homem alto parado o olhando com curiosidade e Jensen quase não ouviu Chris perguntar do outro lado da linha se estava tudo okay.

- Chris, eu preciso desligar. – Jensen disse, mal ouvindo os protestos de Chris. – Te ligo depois.

Ele abaixou a mão, ao mesmo tempo desligando o telefone pelo botão. Continuou parado barrando a passagem da porta e sentiu-se arrepiar quando seu co-protagonista chegou perto, para dar uma olhada por dentro do apartamento e, depois, descer o olhar pelo corpo de Jensen.

Jensen estava só com seu moletom e sua camisa cinza claro.

- Não vai me deixar entrar?

- O que você quer? – Jensen desejou que tivesse soado irritado, mas sua voz não passou de um sussurro assustado. Ele tinha evitado Jared por dois dias e estava com esperanças que ele não aparecesse. Por mais que ele sentisse falta de Jared ele sabia que aquilo era o melhor para ambos, mas devia ter suspeitado que Jared não abriria mão dele tão rápido e fácil assim. Na sua mente, e ele temia que na mente de Jared também, não era Jensen quem dava o ponto final naquela relação insana que eles mantinham, era Jared. Já que Jared é quem mandava ali.

Jared ignorou sua pergunta completamente e entrou, fechando a porta. Jensen recuou por instinto, tentando ficar o mais longe possível de Jared, mas não adiantou de nada porque Jared o puxou para perto segurando sua cintura, aproximando os corpos à força.

Seu coração queria sair pela sua boca, e ao contrário do que deveria ter feito Jensen apenas se deixou abraçar. Sim, abraçar, porque Jared o puxou para perto num daqueles abraços que eles não davam há algumas semanas, e Jensen sentia tanta falta daquele contato que não podia evitar nem se quisesse muito.

As mãos de Jared estavam nas suas costas e ele encostou o queixo no ombro de Jensen, pouco ligando se ele tinha que se curvar um pouco já que Jensen era alguns centímetros mais baixo.

Jensen não disse uma palavra, mas sentiu seu coração disparar mais ainda quando ouviu um som estranho saindo da boca de Jared. Quase incrédulo, Jensen percebeu que Jared estava chorando, chorando enquanto o abraçava como se Jensen fosse ir embora a qualquer segundo e deixá-lo sozinho.

- Jared... Jay, você está...? – Ele não precisou terminar a pergunta, quando forçou Jared a olhá-lo nos olhos viu as lágrimas escorrendo dos olhos esverdeados do mais novo, e aquilo o quebrou em pedacinhos. Jensen sempre odiou ver Jared chorar.

Jensen sempre odiou ver Jared machucado, magoado por qualquer coisa que fosse, e Jensen se perguntou se Jared estava assim porque ele o andou evitando. Oh, Deus, ele esperava que não, porque Jensen detestava só a idéia de machucar Jared de qualquer jeito que fosse.

Ele quase nunca o havia visto chorar. Na verdade, em todo o tempo em que eles se conheciam, Jensen nunca o viu chorar pra valer como se realmente estivesse triste por causa de alguma coisa, com a exceção daquela vez que Sadie se machucou e eles tiveram que levá-la para o veterinário e Jared estava desesperado porque ele não queria perder a cachorrinha dele.

Aquela foi a única vez, e Jensen esperava que tivesse sido a última, mas pelo visto não foi.

- Está tudo bem? – Jensen perguntou, segurando o rosto do mais novo, procurando por contato visual. Jared não disse nada, ainda o segurava pela cintura mantendo-o próximo e aquilo parecia ser tudo o que ele precisava. - Jay... Fala comigo...

- Me desculpa. – Jared disse num sussurro de voz, segurando firme Jensen pela cintura. Jensen não compreendeu. – Me desculpa, Jen. Eu sinto muito.

Ele começava a se desesperar internamente. O que Jared queria dizer com aquilo? Será que ele não queria mais nada, queria terminar aquela relação deles?

Ele havia escolhido Sandy?

Internamente Jensen estava rezando para que não fosse isso. Não, não podia ser isso, ele não ia suportar se fosse.

- Jare...

- Eu... – Ele começou, mas não parecia saber o que dizer. Em vez de falar algo, beijou Jensen e impediu o mais velho de perguntar algo.

Aquilo o surpreendeu mais do que qualquer coisa pudesse lhe surpreender nos últimos dias. Mais do que o abraço firme e aconchegante de Jared, aquilo deixou Jensen sem saber como pensar ou reagir. Jared o beijou de uma maneira completamente diferente das outras. Não era animal, não era um beijo violento e possessivo, pelo contrário, era um beijo intenso e tão forte como se Jared quisesse dizer tudo através daquilo, e Jensen não teve outra alternativa a não ser a de "escutar", e se entregar completamente, como sempre.

Não tiveram tempo para dizerem nada, nem questionar. No momento em que Jared o beijou como se fosse a última vez, as coisas fugiram do controle de Jensen mais uma vez.

Jared o segurou firme e quando Jensen se deu conta, eles já tinham movido caminho até o quarto. As luzes continuavam apagadas, com a exceção da luz da sala, mas não importava porque a claridade vinda pelas janelas já era suficiente.

Eles caíram juntos na cama. Jensen por baixo e Jared por cima, e só pararam de se beijar quando precisaram de ar. O olhar que Jared o lançou quando suas bocas se separaram foi o suficiente para fazer Jensen se arrepiar e se derreter completamente. Ele nunca havia visto Jared assim. Não era como se fosse um olhar cheio de malícia e desejo, claro que ainda havia isso, mas havia aquela coisa a mais que Jensen simplesmente não conseguia decifrar, e no momento nem se ele quisesse com todas as forças ele ia conseguir pensar em alguma coisa que fizesse sentido.

Jared tirou sua camisa com urgência demais e Jensen o ajudou, também com urgência demais. Os movimentos eram um pouco desajeitados, mas ainda assim, perfeitos. Quando a camisa de Jensen caiu no chão, Jared alcançou seu pescoço e começou a beijar e morder de leve, trilhando aquele caminho conhecido com toques desconhecidos que foram do pomo-de-adão de Jensen por todo seu peitoral até chegar em seu umbigo, só aí ele parou para olhar para Jensen como se ele precisasse saber qual as reações que ele causava no loiro.

E como se ele quisesse ler a mente de Jensen só pelo olhar.

Jensen ajudou-o com as roupas e não demorou muito para os dois estarem vestindo nada. Na verdade não demorou tempo algum, porque o desespero tinha tornado tudo bem mais rápido. E Jensen estava desesperado por aqueles toques, aqueles beijos tão diferentes do usual.

E ele precisava sentir que Jared queria aquilo tanto quanto ele. Não apenas por sexo, mas por algo a mais.

Ele deixou escapar um grunhido de prazer quando sentiu todo o corpo de Jared contra o dele, e os movimentos com os quadris, a pressão exercida enquanto as ereções se pressionavam. Ele tinha as mãos no cabelo de Jared e não se importava em puxar quando tudo aquilo parecia demais e insuficiente ao mesmo tempo, e Jared não parecia ligar a mínima para a dor.

Ele não ditou ordens dessa vez e nem disse nada. Mesmo que Jensen não tivesse ideia do que se passava pela cabeça de Jared, se aquilo era o que ele queria para fazê-lo ficar bem de novo, então Jensen daria isso a ele.

Porque ele não consegue dizer 'não' e precisa daquele contato tanto quanto Jared parecia precisar no momento. E a diferença, e o carinho, e os movimentos precisos e quentes, era algo que Jensen não fazia ideia quando teria de Jared novamente e ele aproveitaria ao máximo enquanto podia.

Jared só abriu a boca para perguntar se Jensen tinha lubrificante, porque Jensen já estava começando a implorar por aquilo, porque ele precisava de mais. Jensen não se lembrava de ter respondido nada, ele só apontou para o criado-mudo ao lado da cama e em menos de cinco segundos Jared esticou a mão, abriu a gaveta e pegou a embalagem.

Jared o beijou mais uma vez, calando seus protestos e seus pedidos insistentes para que Jared o fodesse logo de uma vez, e foi enquanto as suas línguas se enroscavam uma na outra num beijo desesperado e tão perfeito que Jared o penetrou, com tanto cuidado como se Jensen fosse algo frágil.

Então Jensen quebrou o beijo e agarrou o cabelo de Jared mais uma vez enquanto se contorcia debaixo de Jared e apreciava a sensação que sentia ao senti-lo dentro de si. Ele só se deu conta nessa hora do quão ele precisava de Jared.

- Eu te amo. – Jared sussurrou de repente, sem olhar para ele, quando começou a se mover dentro de Jensen. As palavras soaram tão baixas que Jensen quase não ouviu. Mas então Jared o olhou nos olhos e ao mesmo tempo em que começava a se movimentar com mais força, seguindo um ritmo mais forte que estava acertando a próstata de Jensen a cada investida, foi que ele repetiu com mais firmeza. – Eu te amo tanto, Jen...

E Jensen se perguntou se estava delirando, e isso foi a última coisa que ele pensou que fizesse sentido antes de se perder completamente naquelas sensações. Porque sentir Jared dentro dele, porque sentir Jared próximo a ele e sentir seu corpo, e sentir sua mão em volta da sua ereção o masturbando e, ao mesmo tempo, ouvir Jared sussurrando aquelas coisas que Jensen nunca pensou que iria ouvir dele um dia, era bom pra caramba e muito para que Jensen agüentasse de uma vez só.

Ele não soube quando tempo durou, mas foi o suficiente e foi perfeito, melhor do que das outras vezes porque dessa vez parecia fazer algum sentido, significar alguma coisa. Jensen gozou e o orgasmo o deixou desorientado por um longo tempo, e ele gritou o nome de Jared e ouviu Jared gritar seu nome em resposta enquanto gozava dentro dele e desabava em cima dele, respirando como se tivesse corrido uma maratona.

Jensen o abraçou com força e pensou que poderia ficar assim para sempre. Jared deixou-se abraçar e deitou a cabeça no peitoral de Jensen, enquanto os dois se recuperavam aos poucos.

Jensen sorria enquanto acariciava o cabelo de Jared.

- Eu sinto muito. – Jared sussurrou novamente, fechando os olhos e mantendo-se onde estava: nos braços de Jensen.

Jensen não compreendeu novamente, mas não estava com a mínima vontade de perguntar, então ele disse a única coisa que poderia dizer:

- Tudo bem, Jay, tudo bem.

Ele ainda estava desnorteado com o fato de Jared ter dito que o amava, e duas vezes.

———

It's like you were my favorite drug

The only problem is that you was using me in a different way than I was using you

———

A luz entrou alegremente pelos vidros da janela e acordaram Jensen. Ele abriu os olhos, porém os fechou e só depois de alguns longos segundos é que ele os abriu de novo e encarou o teto do quarto. Automaticamente sua mão tateou o outro lado da cama e ele não conseguiu evitar o desapontamento quando percebeu que estava vazia.

Ele olhou ao redor e chamou por Jared, ainda com esperanças de que ele estivesse por ali, mas ninguém respondeu e quando Jensen se levantou após ter se vestido, viu que o apartamento estava vazio. Ele passou a mão pelo rosto e foi até o telefone, não havia recado algum além de um de Chris e dois de Danneel, resumindo, não havia recado nenhum de Jared e Jensen estava se perguntando por que Jared tinha ido embora desse jeito.

Parecia que ele gostava de mexer com a cabeça de Jensen.

Jensen tomou um banho rápido e então tomou seu café sem muita vontade. Ele até pensou em ligar para Jared ou qualquer coisa assim, mas desistiu de última hora e achou melhor fazer algo de produtivo, como por exemplo, ler seu roteiro. Não soube dizer quanto tempo ficou ali no sofá lendo, pela primeira vez em semanas conseguindo se concentrar de verdade naquilo sem ficar pensando em Jared e toda aquela maluquice, parecia que depois de ontem à noite ele não precisava mais se preocupar com nada.

Ele só se deu conta do horário quando Chris chegou dizendo que eles estavam atrasados para ir para a festa, e Jensen perguntou "Que festa?", e só depois se lembrou do convite de Sandy e Jared. Ele não estava com a mínima vontade de ir a essa festa, e só de se lembrar dela seu bom humor foi embora com a rapidez com que Jared fala "Dean" enquanto eles estão gravando.

Mesmo assim ele se trocou e foi com Chris no carro dele até a casa de Jared. Esperava que seu amigo não tivesse notado que ele estava suando frio de ansiedade, e medo também, porque só agora ele parava para pensar nos pedidos de desculpas insistentes de Jared e ele rezava para que não tivesse nada a ver com aquela festa e Sandy e ele.

Mas se ele estivesse errado?

Era fim de tarde quando Jensen e Chris chegaram, e Jensen sequer ouviu o que o amigo tinha falado o caminho inteiro, e Chris se notou o comportamento estranho de Jensen não falou nada.

Havia vários carros estacionados na rua e a casa parecia estar mais movimentada que o normal. Jensen e Chris entraram cumprimentando os conhecidos e Jensen fez todo o esforço do mundo para parecer simpático como sempre.

- JENNY-BEAR! – Alguém gritou de trás de Jensen e Jensen quase quis se enterrar na terra quando várias pessoas ao redor olharam para a cara dele, no mesmo tempo em que alguém puxava Jensen por trás de um jeito desengonçado. – Hey, quanto tempo, garoto!

- Chad. – Jensen cumprimentou com toda a má vontade do mundo. Chad sorriu todo dentes, passando o braço pelos ombros de Jensen e o direcionando para dentro da casa aonde havia várias pessoas falando entre si.

- Você chegou tarde! – Chad comentou, e ele já parecia um pouco embriagado. Quando tinham entrado na casa de Jared – e Jensen sequer teve oportunidade de procurar por Jared ou por Chris que tinha sumido do mapa -, alguém puxou Jensen de perto de Chad com toda a delicadeza de um gorila.

- Tira a mão dele, rapaz! – Michael disse, segurando Jensen e fazendo Chad piscar em sinal de surpresa. Jensen tentou se afastar de Michael, mas ele também parecia embriagado e nem reparou que Jensen estava sufocando pelo abraço forte.

- Eu vi ele primeiro, cara! – Chad protestou.

- Rá, mas eu conheço ele há mais tempo! – Michael rebateu. – Por falar nisso, acho que o Lafferty tava te procurando por aí, Chadzinho. Cuidado pra Sophia não pegar vocês no flagrada!

Chad fez uma cara feia e Jensen não teve tempo de dizer qualquer coisa porque Michael o estava levando em direção a multidão.

- Não me diz que você já está bêbado. – Jensen disse, tentando se afastar de Michael. Michael apenas riu.

- Que isso, Jenny! É claro que não, o certo é meio não-lúcido. Mas então...

Mike ia dizer alguma coisa quando todo mundo se calou porque alguém tinha batido de leve com um garfo numa taça chamando a atenção das pessoas. Tanto Mike quanto Jensen olharam na direção da pessoa que estava em cima de uma cadeira, e essa pessoa era Tom.

- Okay... Primeiro de tudo... Eu quero parabenizar o nosso Jared aqui e seu bom gosto por garotas. – Todo mundo riu e olhou na direção de Jared que estava próximo a Tom, com Sandy ao seu lado. Jensen sentiu seu estômago girar quando viu o braço do moreno ao redor dos ombros de Sandy. – E quero parabenizar a Sandy por sua coragem em agüentar alguém como o Jared.

Jared sorriu amarelo e todo mundo riu de novo, principalmente Sandy que tinha olhado para Jared quando Tom fez esse comentário. Então todo mundo ficou em silêncio de novo porque Tom tinha batido na taça novamente.

- Eu aposto que você vai ser o padrinho! – Mike comentou ao seu lado e Jensen olhou para ele sem entender nada.

- Como é? – Perguntou, e foi nessa hora em que Tom abriu a boca:

- Enfim, quero parabenizar os dois! Espero que vocês sejam realmente felizes e toda essa coisa melosa que todo mundo deseja quando descobre que seu amigo vai se casar! – Tom disse, sorrindo de orelha a orelha, e Jared abraçou mais Sandy diante desse comentário. A garota estava sorrindo como nunca Jensen a viu sorrir nesse meio tempo em que eles se conheciam. - Ah, e não enrola ela não Padalecki, vê se passa de noivado, falou?

Todo mundo começou a ovacionar e dar tapinhas nas costas de Jare. Alguns apertavam a mão dele e de Sandy enquanto os dois andavam pelo meio da multidão.

Mike, seu lado, estava dizendo mais alguma coisa, provavelmente a respeito do noivado, mas Jensen não estava ouvindo.

Ele não estava nem vendo, ele só encarava o local onde Tom estivera segundos atrás antes de descer da cadeira. Ele só olhava para lá e ouvia as vozes das pessoas ficando cada vez mais distantes, e tudo no que ele conseguia pensar era na palavra "casar" e "Sandy e Jared" e "Sandy e Jared e casamento" e nem raciocinar com clareza ele conseguia agora.

Oh, droga, droga, não pode ser, não pode ser.

Jensen pensava, sentindo que estava começando a passar mal por nenhum motivo em especial. Estava tão chocado que nem percebeu que Mike estava ao seu lado perguntando se estava tudo bem. Jensen estava tão chocado que não conseguia nem se mover e era como se tudo corresse em câmera lenta ao seu redor.

"Me desculpa, Jen. Eu sinto muito".

Veio a voz de Jared dentro da sua cabeça.

"Eu sinto muito".

Tudo de repente fez sentido. Ontem a noite pareceu como se fosse a última vez porque realmente era a última vez. Jared tinha escolhido Sandy.

E por que será que Jensen estava surpreso?

———

I guess that's what I get for wishful thinking

Should've never let you enter my door

———

A porta se fechou com um barulho um pouco alto, mas como a música estava alta ninguém pareceu notar, e nem tinha como notar já que aquele era o segundo andar da casa e aquela parte estava praticamente deserta, todo mundo estava lá embaixo. E todo mundo estava ocupado demais festejando e rindo e conversando e dançando, todo mundo estava ocupado demais em ficar feliz por Jared e Sandy.

Jensen apoiou-se na pia e encarou a torneira prateada, ele se recusava a olhar para o espelho porque tinha medo do que fosse ver ali. Ele tinha as mãos no granito escuro e estava respirando com dificuldade, tanta dificuldade que era como se ele tivesse corrido o caminho todo do seu apartamento até a casa de Jared. Ele não havia corrido, ele tinha vindo com Chris e não fazia idéia da onde seu amigo estava agora, quando ouviu aquelas palavras saírem da boca de Tom, Jensen nem se preocupou em ser discreto ao sair dali e ir para o local mais isolado da casa.

Ele dava graças a Deus por Mike não ter notado, pelo menos ele não pareceu ter notado.

Jensen abriu a torneira e pegou um pouco da água para jogar em seu rosto, e só aí percebeu que a sua respiração agitada era culpa da crise de choro que ele estava tendo, e ele se odiava por estar ali assim e por estar chorando pelo maldito Padalecki. Ele não era uma garota, droga, então por que diabos ele estava chorando? Por que uma vez na vida não conseguia ficar indiferente com relação aquilo, fingir que não tinha significado algum?

Bom, porque teve significado, pelo menos para ele.

Mas para Jared não. Jared tinha escolhido Sandy e Jensen não deveria ter ficado surpreso, e talvez ele não estivesse tão surpreso e chocado e acabado se Jared não tivesse ido a seu apartamento ontem falar todas aquelas baboseiras que naquela hora tinham feito todo o sentido do mundo. Mas que agora, quando Jensen se lembrava, só pareciam palavras vazias ditas com a intenção de conseguir algo dele.

E Jensen tinha caído direitinho.

Ele olhou para o espelho quando respirou fundo novamente, tentando se obrigar a parar de chorar. Ele não chorava por esse tipo de coisa, droga, ele não chorava por ninguém.

Nesse mesmo instante alguém abriu a porta e Jensen se odiou por não a ter trancado. Mas não era como se ele tivesse se importado com isso quando entrou, ele estava bem mais ocupado revivendo toda aquela cena que ocorreu lá embaixo.

Jared e Sandy iam se casar, estavam noivos e como Jared não teve a coragem de dizer isso para ele ontem? Como ele teve coragem de fazê-lo descobrir dessa forma? Era uma ótima hora para Jensen perguntar.

- Jen... – Jensen observou o rosto de Jared pelo reflexo do espelho e ele não soube definir o que tinha sentido ao ver o moreno, se era raiva ou medo, ou se era algo a mais. Jared parou no meio do banheiro, alguns passos de distância de Jensen, e ele observava Jensen com aquele olhar que lembrava muito o Jared de antes, o Jared divertido e palhaço e o Jared que Jensen amava incondicionalmente.

Mas agora ele sabia que era tudo uma mentira.

- Cai fora. – Jensen disse, passando as costas da mão sobre os olhos com a intenção de limpar os vestígios das lágrimas, mas era óbvio que ele estivera chorando.

Ele sentiu Jared se aproximar, viu Jared se aproximar e quando o mais novo tocou seu ombro para virá-lo e obrigá-lo a olhar para ele, Jensen se virou, mas tirou a mão de Jared do seu ombro com um movimento brusco.

- Não me toca. – Se pegou falando mais ameaçadoramente do que o necessário. Jared continuou olhando para ele.

- Jensen...

- Que porra é essa que você está fazendo, Jared? – Jensen acabou perguntando antes que pudesse calar a boca e só cair fora dali antes que as coisas piorassem. A raiva o tinha feito agir por impulso e isso pareceu surpreender Jared. – Tinha que vir ver pessoalmente o quanto você ferrou comigo? Acha isso divertido?

- Jensen... Me deixa... – Jared fez outra tentativa.

- Eu já disse para não me tocar! – Jensen gritou quando Jared se aproximou para tocá-lo, e ele não soube dizer muito bem se tinha medo da aproximação de Jared ou se ver aquele maldito anel de noivado tinha feito sua raiva subir a cabeça, mais ainda. Talvez fossem os dois, Jensen não sabia dizer, ele estava confuso demais agora para dizer exatamente o que se passava na cabeça dele. – Eu espero que você tenha aproveitado pra caramba, porque você nunca vai encostar em mim de novo!

Jensen estava perdendo o controle, estava recomeçando a chorar e ele estava se odiando por ser fraco dessa forma.

- Eu só queria saber por que você... Por que você fez isso? Por que você não me disse? Qual é o seu problema?! – Ele elevou a voz, e a falta de palavras da parte de Jared estavam o deixando com mais raiva ainda. – Você gosta de me ver assim? Você gosta de me ver sofrer?

Jared não respondeu, apenas apertou os lábios como se estivesse se controlando para não dizer alguma coisa.

- Você sente prazer com isso, Jared? Em machucar as pessoas dessa forma? Em me machucar dessa forma? – Jensen respirou fundo, e limpou as lágrimas mais uma vez, tentando se controlar de alguma forma, para não acabar se humilhando. – Como você foi capaz de fazer isso comigo?

- Jen...

- Não vem com "Jen" pra cima de mim, seu filho da puta! Eu era a droga do seu amigo, eu não era um tipo de prostituta que você pegou ali na esquina, eu era a droga do seu amigo e você... Como você teve coragem de fazer isso comigo, Jared?! – Ele não tinha certeza do que estava perguntando, mas, ele só precisava de uma explicação qualquer.

Jared abaixou a cabeça, mantendo as mãos na cintura. Ele ficou calado um longo tempo apenas olhando para o chão antes de olhar para Jensen novamente, e quando o encarou não havia muito remorso no olhar de Jared, pelo contrário. Ele tinha um meio sorriso nos lábios.

Esse parecia ser um Jared completamente diferente de minutos atrás.

- Não seja tão dramático, Jensen. – Ele disse numa voz debochada, uma voz que não combinava em nada com Jared. Jensen abriu a boca para dizer algo, mas acabou não dizendo nada por falta de palavras. – O que achou que eu ia fazer?

Ele chegou perto, cercando Jensen que tinha encostado completamente seu corpo na pia de granito atrás dele. Jared estava a centímetros de distância dele.

- Achou que eu ia terminar com a Sandy pra ficar com você? Qual é, Jensen, eu pensei que você fosse menos estúpido do que isso.

Jared continuou sorrindo. Jensen o encarava, sentia seu coração na garganta e aquilo o estava quebrando em pedaços. De todas as coisas que esperava ouvir de Jared isso nunca passou pela sua cabeça, esse não era o Jared que ele conhecia. Jensen não conseguia imaginar Jared o machucando de propósito, mas aquilo era a comprovação de que era isso o que havia acontecido e Jared não dava a mínima.

- Eu amo a Sandy, eu vou me casar com ela. Você foi só um passatempo, quer dizer, foi divertido enquanto durou, cara, mas acabou.

Se Jared ia dizer outra coisa, além disso, não teve tempo. Quando Jensen deu por si, ele já tinha acertado um soco no rosto de Jared. Era a primeira vez que ele batia pra valer em Jared. O mais novo recuou um pouco, virando seu rosto quase como nas vezes em que Dean socava Sam.

Ele ainda estava sorrindo quando encarou o loiro novamente.

- A Sandy não merece alguém como você. – Jensen se pegou falando, com tanto ódio que nunca pensou que sentiria por alguém em sua vida.

Jared limpou o sangue dos lábios com a língua e não disse nada.

– Mas não se preocupa, eu não vou falar nada pra ela.

E assim Jensen passou por Jared, saindo do banheiro. Ele não se preocupou em fingir que tudo estava bem, até porque a essa altura do campeonato ele não fazia questão. Ele passou por Sandy que chamou por ele, mas Jensen a ignorou completamente e ignorou qualquer pessoa que tivesse falado com ele o caminho até fora da casa. Ele ia embora dali e estava pouco se lixando para Jared, ele era melhor do que aquilo, ele ia superar aquilo.

Pelo menos era o que ele estava se dizendo agora, se repetisse mais algumas vezes talvez acreditasse de verdade.

Jared não fez um movimento sequer para impedir Jensen de ir, ele deixou o loiro ir embora. Quando a porta se fechou, Jared passou a mão pelos seus lábios sentindo que seu maxilar começava a doer de verdade. Após alguns segundos, ele se olhou no espelho e não havia mais todo aquele desdém em seu rosto como havia quando Jensen estava ali.

Ele não precisava fingir agora.

Ele respirou fundo, se preparando para enfrentar algo desgastante, se preparando para forçar um sorriso e fingir estar feliz com toda aquela situação. Ele molhou o rosto algumas vezes e então observou a aliança de noivado no seu dedo anelar. Fechou os olhos, se lembrando do rosto de Jensen, do modo como ele o olhou, com raiva, com desprezo. Lembrou-se da expressão no rosto de Jensen, dos vestígios de lágrimas, e de como ele havia machucado a única pessoa que ele amou de verdade na vida.

E não havia mais volta. Não havia mais conserto.

———

It's gonna take a miracle to bring me back

And you're the one to blame

'Cause now I feel like...

———


Eu nunca me entregarei para outra pessoa como me entreguei para você

Você nem mesmo reconhece a forma como me magoou, não é?

x

É como se você fosse minha droga favorita
O único problema é que você estava me usando de um modo diferente de como eu estava te usando

x

Eu acho que é isso que eu ganho pelos pensamentos ilusórios
Nunca deveria ter te deixado entrar pela minha porta

x

Vai precisar de um milagre para me trazer de volta
E você é o culpado
E agora eu me sinto como...


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N/A³: Olááá meus amores! *animada* Pra quem não leu os N/A's do inicio do capítulo, a música que eu escolhi foi uma da Rihanna, e o nome é Rehab. Eu adoro a música, sério! *-* Mas voltando a falar de 'Erros', acho que esse capítulo foi o mais dificil de escrever. Eu não tenho beta, então pode conter alguns erros e por causa da minha ansiedade em postar ele logo eu acabei não lendo mais vezes como eu costumo fazer (É porque eu geralmente levo uma vida pra atualizar 'Erros' e eu fiquei tão feliz em ter feito o capítulo mais cedo que o normal! .). Eu espero sinceramente que vocês tenham gostado e não me apedrejem, por favor! O.O Mas me digam uma coisa, você acha que Jensen e Jared devem ficar juntos? :D Aham, me digam o que vocês pensam, a sua opinião e sua crítica construtiva são pra lá de bem-vindas!

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Cami - Cami, Cami, você acertou em cheio :D O Jared conseguiu fazer o Jenny sofrer mais um pouquinho. Muito obrigada pela review, adorei saber que você gostou da cena deles se pegando no trailer *Miss se pergunta da onde raios veio a inspiração pra escrever uma coisa daquelas*. Um beeeeeeeijo ;*

Carol - A culpa não é minha, girl! Acredite, eu detesto ver Jensen, Jared e Dean sofrendo, e é um desafio pra mim fazer o Jensen sofrer tanto (Acho que essa é a ideia), mas tem vezes que é até divertido, e quando eu penso que é divertido eu tenho que me controlar porque isso é muito sádico da minha parte! :D Obrigada pela review, Carol. Beeeeijos ;*

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Obrigada pelas reviews, pessoal! Até o próximo capítulo e um beeeeijo! ;*