N/T: Hi, Hi! Eto... este capítulo demorou um poquinho, ne? Me desculpem por isso, é pq tipow... eu andei tendo que assistir os novos episódios de Bleach... e bem... quem já assistiu esse anime sabe que quando vc começa é muito difícil parar... hehehe. Mas eu criei vergonha na cara e resolvi traduzir logo o quarto capítulo antes que vocês morressem de parada cardíaca.
Bem, agradeço sinceramente a todas as reviews... e quando eu tiver um tempinho postarei o nome de todos os que foram prestativos deixando um recado! Agora divirtam-se!
Maldito!
Eu corri para o meu quarto dando um belo chute no colchão, o que na verdade só fez com que uma dor aguda percorresse meu pé. Maldição, maldição, maldição!
Maldito Yuki, maldito Shigure, maldito Haru, Momiji, Hatori, Ayame, Kisa, Hiro, Ritsu, Rin, Kureno, Kagura, Akito, Toh -
Gah … pare com isso!
Não posso acreditar que eu estava a ponto de amaldiçoar a Tohru. Bem, na verdade eu não deveria estar amaldiçoando ninguém além do Yuki… mas eu não gosto deles, portanto eu posso amaldiçoá-los o quanto eu quiser.
Malditos! (Com exceção da Tohru).
Comecei a caminhar em círculos e girei furiosamente em um salto enquanto marchava em direção à porta, entreabrindo-a e olhando na direção das escadas, então decidindo que era melhor agir de outra forma, girei novamente para trás e me joguei em minha cama, me virando no ar e finalmente caindo nela com um suave "pmf".
Deitei-me de costas encarando o teto, e tenho certeza de que eu o teria feito pegar fogo se tivesse continuado a olhá-lo daquela forma. Fechei meus olhos e respirei profundamente tentando acalmar a adrenalina que percorria meu corpo através do meu sangue, fazendo com que meu coração disparasse.
E então eu notei que mais uma vez eu havia perdido a batalha.
Era uma luta que eu nunca havia enfrentado antes. Não contra Yuki, nem contra Haru. Eu nem tinha mais certeza de que isso continuava sendo uma batalha-
O que eu estou dizendo? É claro que é! O que mais poderia ser?
Ah, aquele maldito rato anda colocando idéias na minha cabeça, idéias que eu não quero ter. Quero dizer, a língua dele estivera dentro da minha boca... e sobre todo o meu pescoço! Eu deveria estar com repulsa, sentado na pia do banheiro me esfregando na tentativa de me limpar. Mas... eu não estou. Na realidade... eu desejo que isso aconteça novamente. Yuki é realmente bom em... seja lá o que for que ele estivera fazendo. Muito bom. E novamente ele havia encontrado uma forma de bagunçar com a minha cabeça. Será que ele não faz nada além de fuder comigo?
Uh … yeah, isso soou um tanto quanto… errado, mas eu não disse nesse sentido! Eu quis dizer que ele sempre tenta me encrencar, me confundir, me irritar, me deixar tão nervoso até que eu grite e passe minhas mãos ao redor de seu pescoço e o estrangule!
Seu pescoço… sua língua… no meu pescoço… Eu nunca havia sentido algo tão-
Maldição! Eu estou fazendo a mesma coisa novamente! Isso é ruim! Eu não quero o Yuki … Não quero, não quero, não quero!
Merda, eu quero. De qualquer forma eu não deveria estar tentando tanto me convencer do contrário. E eu não deveria estar me sentindo incrivelmente alterado por me lembrar da nossa recente seção de amasso-- erm, batalha.
Como isso foi acontecer? Ontem, eu vim para casa irritado por ter perdido novamente para Uo no jogo de cartas. Nós discutimos, e ela disse algo como "Até o Príncipe consegue te vencer." Isso me tirou do sério, odeio ser comparado com aquele rato maldito. Então eu entrei na casa de Shigure procurando uma forma de aliviar minha frustração e quem sabe até mesmo começar uma luta com Yuki. E ele apenas me ignorou como o arrogante bastardo que ele é. Eu tentei provoca-lo para começar uma briga e ele... me beijou! Não um beijo de verdade, no final das contas eu não estava mentindo quando disse para ele que fora horrível. Mas foi um beijo, no entanto. Assim eu acabei pensando que estaria sendo esperto se devolvesse o favor virando o jogo e deixando-o confuso. Mas meu plano foi contra-atacado. E no final só tive sucesso em confundir a mim mesmo! E ele realmente me surpreendeu com a pequena brincadeira de violação do meu pescoço. Onde diabos ele aprendeu a fazer isso?
Que seja.
Olhei para o relógio. Já estava quase na hora do jantar, eu supunha que eu deveria mexer meu traseiro e descer. Ugh, mas ele está lá embaixo. Eu não quero encará-lo ainda! Deus, isso vai ser tão esquisito, estar no mesmo cômodo que ele!
Eu fiquei ali deitado por um tempo, debatendo se eu estava disposto ou não a morrer de fome ou encarar Yuki. Me decidi pela última opção, analisando tudo minuciosamente eu não estava realmente com vontade de perder a deliciosa comida da Tohru por causa de uma coisa tão estúpida quanto essa.
Certo, mas o que eu posso fazer a respeito dessa batalha? Eu estou perdendo! Eu tenho que tomar a liderança novamente... de alguma forma.
"Gato."
Olhei para cima. Eu não tinha nem ouvido minha porta ser aberta! A causa de todos os meus problemas estava parada ali, no umbral, presenteando-me com sua típica expressão fria.
"O quê?" Eu estourei.
Ele me encarou. "Você tem que ser tão escandaloso?"
Eu bufei, continuando deitado, fechando meus olhos para tentar fingir que ele não estava ali. Eu ouvi a porta ser fechada novamente e supus que ele havia ido embora, isso até sentir sua respiração quente contra meu ouvido.
"Você ronronou."
"GAH!" Eu pulei, colidindo minha cabeça com a dele. Eu o encarei. Como infernos ele havia chegado tão perto sem que eu notasse? Enquanto ele sentava na borda da minha cama eu registrava suas palavras. "O que você quer dizer com, 'você ronronou'?"
Seus olhos faiscaram. "Lá embaixo, quando eu reivindiquei a vitória da nossa," ele me lançou um olhar de escrutínio, "batalha. Eu estava apenas imaginando se você sempre ronra igual a um gato no meio de um amasso," ele terminou com um ar casual.
Meus olhos se arregalaram consideravelmente. Ele havia acabado de me perguntar se …? "EU NÃO RONRONO!" Eu repliquei.
Yuki revidou. "Sim, você ronrona."
"COMO É QUE VOCÊ SABE!"
Ele me olhou entediado. "Como é que eu não vou saber?"
"Eu …! Você …! Uh … é só que …!" Eu gaguejei, minhas bochechas ficando vermelhas. Maldito. "A batalha ainda não acabou!" Eu disse instantaneamente. "Eu irei te derrotar, seu rato maldito!"
Yuki arqueou uma sobrancelha. "Então você vai?"
"Sim, vou."
"Eu gostaria de ver você tentar," Yuki zombou.
Eu dei a largada, meu maxilar apertado diante de sua arrogância. "Tudo bem então." Eu agarrei a parte de trás de seu pescoço e trouxe sua boca na direção da minha antes que ele tivesse tempo para reagir. Tudo o que vi antes de fechar meus olhos foram os dele arregalados, orbes violetas parecendo vagamente surpresos.
A batalha continuava.
Eu agi rapidamente, pegando seu quadril com uma mão, e segurando sua cabeça com a outra, dessa forma eu o empurrei para baixo, deitando-me sobre ele. Ainda conectados por meio de nossas bocas, eu corri minha língua lentamente sobre a superfície de seus lábios, sem realmente me preocupar se ele iria ou não permitir minha passagem. De qualquer forma eu estava invadindo-o. Ele consentiu meu avanço, acho, e deslizei minha língua entre seus lábios entreabertos, provando imediatamente cada recanto de sua quente e úmida boca. Ele tinha o mesmo sabor do qual eu me lembrava, doce e fresco, mas um pouco amargo sendo assim ainda mais tentador. Isso era absolutamente Yuki, e eu amava isso.
Wow … o que?
Ah, a quem estou tentando enganar? Eu gosto do gosto que ele tem, gosto muito. É viciante, mais forte do que qualquer droga e definitivamente três vezes mais potente. Imediatamente eu já estava perdido na paixão do momento, e minhas atitudes ficaram fora do alcance do meu julgamento. Agarrei seus pulsos e os segurei ao lado de sua cabeça, tornando-o ainda mais vulnerável e submisso. Quando ar se tornou uma necessidade a qual eu não poderia ignorar, me afastei, mas não perdi tempo em passear minha língua ao longo de seu maxilar, sua pele tão macia e quente, tão desejável. Ele soltou um suspiro trêmulo, rolando a cabeça para o lado e expondo mais de seu pescoço. Eu aceitei o convite e beijei a pele cor de creme, mordendo e sugando e lambendo, até que ele eventualmente deixasse escapar um gemido peculiar, um estremecimento que percorreu seu corpo delgado. Eu parei por apenas alguns segundos antes de morder a mesma região novamente, algum ponto atrás de sua orelha, e recebi a mesma reação.
Perfeito.
"Você gostou disso?" Eu suspirei roucamente contra sua pele. Ele concordou fracamente, tentado libertar seus pulsos para ganhar algum controle sobre a situação. Rocei meus lábios contra a área sensitiva que eu acabara de descobrir.
"Mmmmmm," Yuki choramingou, tentando novamente reclamar suas mãos. Eu as segurei com firmeza ao lado de sua cabeça, não concordando em abrir mão de minha dominância. "Bastardo," ele murmurou entre dentes.
"Mas você amou o que eu fiz," repliquei com um sorriso malicioso.
Yuki grunhiu indignado, e eu pude sentir a vibração ao longo de seu pescoço. O grunhido rapidamente se transformou em ofegos quando meus dentes arranharam o ponto prazeroso, aquele excepcional pedaço de pele entre sua clavícula e pescoço, atrás de sua orelha. Ele tentou mais uma vez, em vão, libertar seus pulsos, e eu comecei a ficar cansado de vê-lo se contorcer daquela forma.
"O que foi?" Perguntei de forma contrariada.
"Você … não está sendo muito eficaz…" ele grunhiu timidamente.
Eu ri contra seu pescoço. "Eu sei, mas é muito bom ficar te provocando."
Com isso eu passeei minha língua levemente ao longo do ponto sensível, uma vez, e novamente com mais intensidade, e assim cada vez mais forte, pressionando a delicada carne. Eu podia sentir o pulsar frenético de seu sangue através de sua pele, e notei que podia captar seus batimentos através de seu peito pressionado contra o meu. Meu próprio coração estava disparado, em pensar que eu nunca admitiria isso. Pressionei novamente meus lábios na mesma região e suguei a pele, fazendo Yuki gemer. Era um belo som, bastante erótico. Eu gostava da forma como soava, e o desejo de ouvi-lo de novo e de novo crescia a cada segundo. Finalmente eu mordi seu pescoço no seu ponto fraco ao qual defini ser a região exata para excitá-lo, e eu sabia que provavelmente deixara nele alguma marca ou roxo julgando pela forte mordida que eu lhe dera. Em pensar que, pela forma que ele reagira, ele não se importava.
Com mais alguns beijos no mesmo local, eu movi minha língua um pouco mais para baixo de seu pescoço, somente para ser interrompido pelo colarinho de sua camiseta. Maldita camiseta. Quero dizer, quem é que precisa de camiseta? Yuki certamente não precisava. Eu pensei em desabotoá-la até me lembrar que eu estava segurando suas mãos. Eu podia dizer que Yuki estava prendendo sua respiração, como se esperasse meu próximo movimento, pensando se ele iria ou não finalmente conseguir algum controle sobre a situação e talvez quem sabe alguma coisa um pouco mais prazerosa. Eu me decidi por mantê-lo cativo e me movi novamente na direção de seus lábios. Ele suspirou entre o beijo, um suspiro que soou um pouco desapontado. O próximo beijo, de qualquer forma, terminou rapidamente quando ele moveu a cabeça para o lado antes mesmo que começássemos, obviamente esperando parar com aquilo.
"Qual o problema?" Demandei.
Ele virou a cabeça novamente para me encarar. "Hora do jantar," ele disse. "Foi isso o que eu vim lhe dizer."
Tomando vantagem do meu momento de distração, Yuki sacudiu os pulsos se soltando de mim e se sentou, ajeitando-se antes de caminhar porta a fora.
Ele parou antes de sair, e se virou na minha direção, dizendo, "Isso ainda não acabou. Eu nunca perdi uma batalha, e eu não planejo começar agora."
Eu o olhei incrédulo enquanto ele se dirigia para as escadas. Eu tinha certeza de que havia um sorriso malicioso em seus lábios.
Maldito rato.
Não havia possibilidade alguma entre o céu e o inferno de eu deixá-lo tomar a liderança novamente!
Sem reviews... sem continuação! hehehe! ( sim, isso é uma ameaça!OHO)
