Título: Beauty and the Beast
Autora: Kuroyama Izumi.
Beta: Yuuri Hokuto.
Classificação: M
Resumo: Adaptação do filme 'a Bela e a Fera' para Fruits Basket[SLASH, Lemon, Yuki x Kyou, UA.
Disclaimer: Infelizmente, Fruits Basket não pertence a mim, mas nada me impede de ter o Kyou e o Yuki nas minhas fantasias :P
Alerta: Slash, clichê, lemon, UA. Não me responsabilizo por danos causados a inocência de ninguém.
Nota: A fanfic foi baseada no clássico 'A bela e a fera', mas não quer dizer que seja idêntica ao conto ou à animação! Apenas alguns fatos lembram, os demais retirei da minha fértil imaginação. Essa é minha primeira 'Kyuki' então paciência comigo XD.
Amor?
- Você disse que contaríamos as estrelas juntos.
Kyou contemplava os pequenos grãos de poeira inertes sobre a mesinha redonda, enquanto Yuki estava postado hirto, poucos metros atrás do outro.
As últimas semanas haviam transcorrido tão pacifica e perfeitamente que Yuki custava a acreditar que talvez fosse o mais próximo de Kyou no momento. Com freqüência, os dois trocavam idéias, – e insultos também, mas isso se tornara tão comum que Yuki já não se irritava tanto. - Passeavam pelo castelo, muitas vezes em silêncio, apenas gozando um da companhia do outro. Ambos os garotos haviam descoberto tantas semelhanças entre si que quem não os conhecesse perfeitamente diria que eram amigos de longa data.
Todos no castelo ficaram surpresos com a velocidade na qual Yuki conquistou parcialmente a confiança de Kyou.
- Podemos ir lá se você quiser.
Kyou insistiu em não se virar. Discretamente, olhou para o céu lotado de pontinhos brilhantes que piscavam.
- Ou não... – Acrescentou Yuki, quando não conseguiu obter reação alguma do outro.
- Nós vamos.
O amaldiçoado pelo gato pegou a mão de Yuki, ainda sem encará-lo e o guiou através dos vagos corredores da ala Oeste. Apenas os passos de ambos ecoavam pelo local. Atravessaram a silenciosa cozinha, a fim de sair pelos fundos do castelo. Yuki permaneceu calado durante o percurso inteiro, pois sentia seu coração acelerado o suficiente para lhe fazer perder o controle de sua voz e começar a gaguejar incessantemente.
Quando a porta se abriu, Yuki pode sentir o gélido vento noturno tocar suas bochechas. E suas mãos começaram, involuntariamente, a tremer de leve.
- E então? O que fazemos?
Yuki sentou-se cuidadosamente sobre a grama e gesticulou para que Kyou fizesse o mesmo. Receoso, o garoto sentou a uma curta distância de Yuki.
- Não são lindas? – Disse, se deitando sobre os braços.
Kyou não sabia se olhava para Yuki ou para as estrelas.
- Vê aquela que a luz oscila rapidamente?
Kyou assentiu.
- Aquela é a estrela 'Yuki'. Ayame disse que parece muito comigo.
- Por quê?
- Ele diz que ela perde o brilho rápido, mas se analisarmos a fundo verá que ela apenas se escondeu... Por que é tímida – Disse fracamente.
Quando Yuki não ouviu mais nenhum barulho, se virou para Kyou, pensando que o menino pudesse o estar achando maluco. Mas surpreendeu-se quando viu que o olhar de Kyou era de profunda admiração e salpicado de curiosidade.
- O que foi?
- Nada – o outro se apressou em desviar o olhar.
Um silêncio se abateu sobre os dois. Yuki mantinha-se entretido em continuar olhando as estrelas e Kyou arrancava tufos de grama e os arremessava para cima.
- Imagino como deve estar o Ayame agora. Detesto admitir isso, mas acho que estou preocupado com ele.
- Ele que deve estar preocupado com você.
- Também.
Kyou mordeu o lábio inferior ao perceber o melancólico tom de voz de Yuki. Então ele estava mesmo com saudades de casa. Seria cruel continuar mantendo-o como prisioneiro ou o que quer que fosse. Inconscientemente, a mão de Kyou pousou sobre a mão gelada de Yuki, que sentiu seu corpo esquentar rapidamente, mas não impediu a ação do outro. Em seu dilema interno, Kyou nem percebeu que ele e Yuki estavam sendo observados.
- Vê isso, Hari? – Festejou um adulto, apoiado sobre o parapeito da janela.
- Claro, não sou cego, Shigure.
- Mas é tão bonito! Será que enfim o amo irá abrir seu coração para alguém? Eu sempre pensei que ele tinha uma queda pela Tohru-kun porque eram tão íntimos!
- Shigure-san! – Corou Tohru
- O Yuki é tão incrível – Disse sonhador um menininho loiro que estava ao lado de Tohru.
- O que vocês estão xeretando aí? – Perguntou Hiro, um garotinho bem menor que acabara de chegar.
- Yuki e Kyou! Acho que a coisa ta começando a pegar fogo!
- Momiji-kun, não diga essas coisas! – Guinchou uma garotinha, da mesma idade de Hiro, abraçada a este.
- Mas não tem nada demais, Kisa-chan. Só estou dizendo que eles estão apaixonados!
O garotinho arqueou a sobrancelha e discretamente lançou um olhar, através da janela, para os garotos ali embaixo.
- Os deixem em paz – concluiu.
- Mas...
- Hiro tem razão – completou Hatori – Se queremos que eles se apaixonem, espiona-los não ajudará em nada.
- E o que fazemos então? – Perguntou Tohru. Naquele momento, todas as atenções se voltaram para Hatori.
- Precisamos criar um clima romântico entre eles, mas sem que saibam que somos nós quem está por trás.
Todos os presentes se entreolharam e concordaram com o plano. Momiji, Tohru e Shigure festejaram, enquanto os outros se preparavam para colocar o plano em ação.
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Já passava da meia noite. Nuvens escuras sinalizavam que iria nevar no pequeno vilarejo. As ruas estavam obviamente desertas e na maioria das casas as luzes já haviam sido apagadas. Mas, apesar de todo o clima soturno ainda havia um local, somente um local, onde as luzes teimavam em se apagar.
Dentro da pequena taverna, Akito estava muito, muito, mas realmente muito irritado. Tudo se devia àquele maldito Yuki não aceitar de vez sua proposta de casamento. Havia outros homens tomando cerveja e se descontraindo por ali, mas a vil criatura apenas mirava com raiva o fogo na lareira e articulava maneiras de encontrar Yuki. Feito isso, o obrigaria a casar com ele e se precisasse, usaria o artifício da chantagem para conseguir.
- Akito, aceita um chope?
- Não – respondeu friamente.
- Ah, qual é! Você não vai ficar emburrado o mês inteiro por causa do Yuki, vai? Há quanto tempo esse moleque sumiu? Umas três semanas... Quatro talvez! Existem garotas lindíssimas no vilarejo que estão caidinhas por você.
- Mas nenhuma se iguala a ele. O que você entende sobre a perfeição, Kureno? Yuki é perfeito, e eu mereço nada menos do que isso.
- Claro, claro! Só estou aconselhando-o a não perder seus dias sentado nessa cadeira. Se quiser o moleque, vá atrás dele.
- Acha que já não pensei nisso? Como posso saber exatamente aonde ele foi? Essa floresta é enorme.
- Ora! Pergunte para quem mais conhece o moleque – gritou um bêbado, um pouco longe.
- E quem seria essa pessoa? – Perguntou Akito com desprezo.
- Aquele irmão maluco dele, Ayame. Parece que também está louquinho procurando Yuki por aí.
- Será que ele não tem nenhuma invenção pra descobrir o paradeiro do pequeno? – Zombou o barman, sendo acompanhado por risos de todos os que estavam ali.
A formação de um pequeno sorriso sombrio no rosto de Akito não pôde ser evitada. Ayame? Sim, seria de boa utilidade...
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A neve caía lenta e levemente lá fora e, apesar de escuro, o dia estava adorável. Não fazia um frio cortante como nas últimas semanas e a vista que Yuki tinha parecia ter saído de um conto de fadas. O pequeno ratinho acinzentado estava sentado sobre o parapeito da janela com seus olhos perdidos em algum universo bem distante.
Era Kyou quem ocupava seus pensamentos. Quanto mais os dias passavam, mais Yuki sentia desejo de estar ao lado do garoto. Mesmo quando discutiam ou partiam para o 'combate físico', era agradável estar ao seu lado. Mas uma coisa estava incomodando o pequeno ratinho: cada vez que chegava a uma determinada distância de Kyou, seu coração batia descontroladamente forte, seu oxigênio se tornava rarefeito e seu corpo tremia por inteiro.
Yuki sabia muito bem de onde esses sintomas provinham, mas teimava em encontrar maneiras de contornar a realidade. 'Não posso! Não posso estar gostando dele... ' Repetia para si.
Ali fora, o sol se punha com discrição e a forma do pequeno ratinho mudou rapidamente, assumindo a forma de um garoto agora. Já acostumado a voltar ao normal despido, Yuki pegou um conjunto com calças e blusa que estava sobre a cama e vestiu. Mais uma vez, tornou a se perder em contemplar o céu, agora parcialmente coberto por varias nuvens cinzentas. A neve ainda era visível onde havia luz.
- Senhor Yuki? – interveio uma voz vinda do lado de fora do quarto.
- Entre, Tohru.
A garota entrou timidamente no aposento, fechando a porta com cuidado.
- O que o senhor está fazendo?
- Estava apenas admirando as estrelas – disse tranqüilamente.
- O senhor realmente gosta de admirá-las, não?
- Como você sabe?
- Ah.. Ah... É que eu costumo encontrar o senhor deitado olhando para o céu, nos jardins.
Yuki suspirou.
- Quando olho as estrelas, me lembro de Ayame.
- Seu irmão?
- Sim.
- O senhor deve sentir muito a falta dele, não é mesmo?
- Nem tanto... Estou mesmo é preocupado com a possibilidade de ele fazer alguma besteira enquanto me procura.
Tohru deixou escapar uma risadinha.
- O quê?
- É que o senhor Yuki não sabe mesmo disfarçar seus sentimentos – disse risonha – o senhor costuma fazer a mesma expressão quando está com o senhor Kyou.
Yuki pareceu completamente perdido, como se houvessem acabado de descobrir seu maior e mais precioso segredo.
- Não fique sem graça! Na verdade, eu acho que você deveria dizer ao senhor Kyou o que sente.
- Mas ele nunca iria entender.
- Você não saberá se não tentar. – disse convicta – Eu tenho uma idéia que pode funcionar!
- Qual?
- Que tal se vocês dois jantassem juntos, esta noite?
- Mas jantamos juntos quase todas as noites.
- Mas desta vez, vocês irão jantar sozinhos. Somente os dois. Nem eu, nem Shigure ou qualquer outra pessoa estará presente. Somente os dois.
- Não sei...
- Vamos! É uma oportunidade!
O rosto da garota denotava extrema excitação e ansiedade. Seus olhos brilhavam de uma maneira tão entusiasmada que Yuki perdeu a capacidade de negar. O garoto estava sem saída.
- Tudo bem – concordou, dando-se por vencido.
Tohru festejou.
- Então o que estamos esperando? Vamos arrumá-lo para o jantar! Shigure-san, venha aqui, por favor.
Shigure entrou no quarto com a maior cara de suspeito, como se já estivesse esperando por aquilo. Possuía o mesmo sorriso misterioso da primeira vez em que Yuki o viu.
- Pois não, Tohru-kun?
- Eu quero que você e o senhor Hatori ajudem a preparar o senhor Kyou para o jantar desta noite! Avise a todos que o senhor Yuki e o senhor Kyou jantarão sozinhos. Chame Momiji para me ajudar, por favor – sorriu.
- É pra já!
O homem saiu cantarolando, aparentemente muito satisfeito, e desapareceu na penumbra do corredor.
Tohru virou-se para Yuki e disse:
- Então, vamos começar?
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- Eu sinceramente não sei por que aceitei participar dessa palhaçada!
Kyou estava parado em frente à grande escada do corredor de entrada, acompanhado de Shigure e Hatori. Trajava uma roupa elegante, composta por uma blusa interna de gola alta, uma calça branca colada ao corpo, uma bota preta que passava por cima da calça, até a canela e um belo e longo casaco de veludo azul marinho, com detalhes dourados. O casaco cobria a maior parte da blusa interna, pois estava fechado.
Visto de longe, Kyou parecia um membro ativo da realeza, pronto para um baile chique.
- Acalme-se, amo! Em minha opinião, o senhor está muito elegante – disse Shigure, contendo a risadinha. Hatori arqueou a sobrancelha, porém não se manifestou.
- Ele está demorando, eu estou me sentindo ridículo com essa roupa e provavelmente vocês irão caçoar de mim depois. Dê-me um bom motivo para me acalmar.
- Ele chegou! – Interrompeu Shigure.
Kyou instantaneamente virou o rosto para a longa escadaria do corredor. Yuki estava ali em cima, lindo. Sua roupa consistia em uma bela túnica alaranjada, com desenhos aleatórios e em detalhes também dourados de sóis e estrelas. Por baixo, usava uma calça amarelo clara e calçava uma alpargata preta.
- Fecha a boca, amo – zombou Shigure, percebendo a expressão de Kyou ao avistar Yuki.
- Cala a boca – disse dando uma cotovelada na barriga do homem, que mantinha as risadinhas.
Yuki desceu a longa escadaria e veio ao encontro de Kyou. Ambos trocaram sorrisos discretos.
Shigure e Hatori guiaram-nos até o salão de festas, um lugar belíssimo, de estrutura semelhante à sala de jantar, com o acréscimo de uma bela varanda. Sem que os garotos percebessem, Hatori e Shigure se retiraram.
- Vo... Você está muito bem nessa roupa – comentou Kyou, corado.
- Você também.
Uma musica baixinha começou a tocar não se sabia de onde. Lembrando-se das palavras de Tohru, Yuki prosseguiu.
- Quer... ahn... Dançar?
Kyou, inicialmente olhou assustado para Yuki, mas em seguida estendeu o braço em sinal de aceitação. Delicadamente, passou o braço pela cintura de Yuki, aproximando-o de seu corpo. O menor precisou virar a cabeça para que Kyou não visse o quando estava corado. Timidamente, começaram a dançar.
- O que você achou do salão? – perguntou Kyou, enquanto guiava Yuki nos passos.
- Esplêndido. Nunca vi lugar tão majestoso.
Ambos mantiveram silencio então. Apenas dançavam. Kyou parou com a dança e deu as mãos para Yuki, a fim de guiá-lo. Caminharam, então, até a varanda, onde se podia contemplar a maravilhosa noite.
- A noite está bonita... Ainda bem que parou de nevar. – comentou Yuki, involuntariamente deitando a cabeça no peito de Kyou, que sentiu o coração acelerar ainda mais e o ar lhe faltar por um instante. Aproximou então os corpos, sussurrando bem ao ouvido de Yuki.
- Fica comigo... Para sempre.
Yuki se assustou e encarou Kyou, que o olhava intensamente. Seus lábios tremeram. Sentiu a aproximação do maior e suas mãos começaram a suar frio. Não conseguia mais formar palavras e seus olhos semicerrados já não conseguiam mais esconder seus verdadeiros sentimentos. Instintivamente, fechou de vez os olhos e inclinou-se para frente.
Kyou não soube descrever exatamente a sensação de beijar Yuki. Era como se tivessem jogado mel sobre seus lábios, misturando aquele maravilhoso sabor a um pouquinho mais de açúcar. Muitos imaginam que isso tornaria aquele beijo extremamente enjoativo, mas para Kyou quanto mais doce melhor.. A partir daí, o maior sentiu imensa vontade de possuir Yuki. Possessivamente contornou o corpo do menor com ambos os braços, afagando-o por completo. A noite era um cenário que apenas os assistia.
Então, se separaram para poderem respirar.
Yuki se deu conta do que acabara de fazer. Era aquilo que vinha desejando há muito tempo tornando-se real. Mas e se fosse apenas um ato impulsivo de Kyou e, no fundo, ele não quisesse ter beijado Yuki? A insegurança que abateu o menor foi enorme. Preparando-se para pedir desculpas, sentiu-se puxado ao encontro de Kyou, para um novo beijo.
Ambos os lábios roçaram-se, desta vez não mais inocentemente, e sim com a mais pura lascívia. Kyou usou a língua para explorar o interior da boca de Yuki, que não ofereceu resistência à intrusão do outro. Sem um rumo exato, Yuki acabou se vendo prensado contra a parede, ainda com os lábios presos à Kyou.
- Mmmmm... Kyou... – gemeu.
Kyou parou de beijar Yuki para admirar sua face corada. Seus olhos ainda fechados, respiração acelerada e bochechas com um tom forte de rosa eram extremamente sexy o que fazia com que Kyou fosse incapaz de manter o autocontrole por muito tempo.
- Por Deus, Yuki... Não me torture dessa maneira – sussurrou, enquanto mordiscava o pescoço do menor. Uma brisa fria fez com que as madeixas de Yuki se agitassem.
- Vamos para outro lugar... Tenho a sensação de que estamos sendo observados – disse Yuki em meio a outro gemido baixo.
Kyou parou de provocá-lo e concordou em se retirar dali.
- Me siga – disse ao pé do ouvido de Yuki.
E se retiraram daquele majestoso salão, onde agora o único sinal de vida era a agitação das cortinas, proveniente do vento externo.
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- Não dificulte minha vida, seu bastardo inútil – rosnou Akito.
Ayame estava algemado, ajoelhado no assoalho de sua própria casa.
- Já disse que não faço idéia de onde Yuki foi! Eu sequer estava aqui quando ele desapareceu!
- Você quer que eu acredite que você não o está escondendo de mim?
- Quero saber do paradeiro do meu irmão, tanto quanto você, Akito – disse com desdém – não sei nem em quais circunstâncias ele desapareceu.
- Não interessam as circunstâncias! Você deve ter algo que ajude a encontrá-lo!
- Não tenho! É impossível, não existem rastreadores de DNA, nem nada do tipo.
- Então o meu Yuki pode estar perdido por aí, no frio? É isso que você está dizendo?
- Basicamente – disse Ayame, cerrando os olhos. A preocupação o consumia – Acredito que se estiver vivo, e Deus queira que esteja, Yuki provavelmente não foi muito longe. Ele mal consegue caminhar por três quilômetros. Tem a saúde frágil e fica sem ar quando faz muito esforço.
Um homem que estava acompanhando Akito se manifestou:
- Se não me engano, dizem que há um castelo amaldiçoado pelas redondezas.
- Amaldiçoado? – Perguntou Akito descrente – Conte-me mais.
- Dizem que os moradores dali são humanos durante a noite, mas animais durante o dia. Não que eu acredite, mas o castelo realmente existe. Fica ao sul do vilarejo, mas é de difícil localização por que a mata é densa demais.
Akito pareceu ponderar por um momento. Ayame o encarava assustado e, ao mesmo tempo, criava expectativas de que fosse finalmente encontrar Yuki.
Afinal, ele havia desaparecido havia três meses.
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Antes tarde do que nunca, aqui está o capítulo quatro. O tão esperado lemon ainda não veio, mas não tardará em fazê-lo XD capítulo que vem ele se fará presente. Não sei se também será o desfecho da historia ou se faço o final no sexto capítulo, na verdade, dependerá de minha criatividade.
Agradeço ao Tsuzuki Yami e a Karol Uchiha por deixarem review!
