Obs.: Gente, deixem review sobre a fanfic,okk?
Afinal, eu atualizo TODO dia, acho que mereço algumas Review's neh?
Obrigada a todos que leram, e a TODAS as reviews deixadas! Adorei! ;)
Marília e Jack foram passeando pela cidade. O céu azul escuro estava com várias estrelas e a lua cheia a iluminar as ruas. Eles observavam tudo em silêncio. Cada um com seu pensamento em algo. Jack ainda estava pensando no ocorrido, e achava que Marília fazia o mesmo, mais se enganara. Ela pensava sim, era na lembrança e nas emoções que aquele lugar causam nela. Era jovem quando fora embora mais mesmo assim, lembrava-se de tudo perfeitamente. Até do caminho para casa. Estavam nessa quando:
-Marília?Marília Beckey, é você?
Ambos se viraram surpresos e viram uma mulher de seus 34 anos, cabelos ruivos e pele morena. Marília a conhecia:
-Sou eu mesma...Catherine...Whistley?
-Sim, querida!
Ela correu e se abraçaram:
-Quanto tempo!Desde a mudança!
-Sim...
De repente Catherine a solta e com uma expressão séria diz:
-Siga-me.
-O quê? Pra onde?
-Minha casa. Você também pode ir –indicou Jack- se for de confiança.
Marília olhou para Jack e sorrindo respondeu:
-De confiança.
Jack a olhou surpreso e feliz ao mesmo tempo, e seguiram Catherine pelas ruas em silêncio.
Chegaram em uma rua iluminada com alguns lampiões das casas e entraram na casa de Catherine. Era simples mais agradável.
-Esperem aqui.
Ela disse, saiu da sala e voltou com um pedaço de pano roxo embrulhando algo.Entregou para Marília que rapidamente tirou o pano e ficou a mostra um colar de ouro com esmeraldas.
-O que é isso?
-Há um mistério em volta deste colar.Ele é seu.Sua mãe pediu pra te entregar minutos antes de morrer.Sua mãe disse que tem um mistério que você deve desvendar sozinha e que deveria tomar cuidado, pois ele trazia a cobiça humana. Que agora todo haveria de mudar, e que não se deve confiar em todos. A jornada será longa e perigosa.Ela sentia por não ficar com você.
"Cuidado com o que disser, os inimigos são vários. Inteligência é essencial." Foram as palavras que ela disse.
-Você está mesmo me dizendo que...
-Que a sua mãe guardava esse mistério, ela morreu e me disse para lhe dizer tudo que foi dito. Eu não sei de mais nada.
Marília estava profundamente abalada, sua mãe, que ela mal se lembrava, tinha conhecimento de um segredo que parecia muito perigoso, e agora queria que sua filha fosse atrás dele? Parece impossível que seja verdade...
Jack á olhava preocupado, sabia que essa noticia não foi boa, mais ao mesmo tempo não podia negar que a idéia de ir atrás de um mistério que trazia a cobiça humana parecia muito interessante. Cobiça humana só lhe parecia uma coisa, um grande tesouro.
-Eu acho que ainda posso lhe ajudar um pouco mais...
Catherine continuou:
-De tempos, um navegante passa perguntando sobre um colar parecido com esse. Eu acho que você deve procurá-lo, mais tomar muito cuidado. Eu nunca contei a ninguém isso, e nunca contarei. Mais é arriscado que nos encontrássemos. Seu nome é Blackew.
Todos ficaram em silêncio por um tempo até que Catherine abraçou fortemente a Marília:
-Ah, Mary...Desejo-lhe toda a sorte do mundo! Espero que você seja muito feliz!
As lagrimas escorriam-lhe a face:
-É melhor você ir...Ninguém pode saber que você esteve aqui.Meu marido já deve chegar...Se você for mesmo nessa busca eu lhe aconselharia a ninguém saber que você está de volta.
Eles saíram da casa de Catherine. Jack continuou andando mais parou e olhou para trás. Marília estava parada, olhando para o outro lado da rua, para as casas:
-O que foi?
Ele fez uma careta após ter dito isso, 'o que foi' parecia à frase mais idiota naquele momento.O que mais poderia ser?Depois de tudo aquilo!Ele foi em encontro a Marília.
-Era aqui...
-Aqui o quê? –Jack começava a pensar que a conversa a abalada mais do que ele esperava.
-Onde eu morava...
Por essa Jack não esperava:
-Você quer?Sabe...
Ele apontou para a rua.
-Quero...
Eles entraram na rua. Estava iluminada somente pela lua.Eles foram caminhando e Jack notou qual era a casa antes mesmo da Marília dizer:
-É esta.
Claro, como não poderia ser? No meio de tantas casinhas coloridas era a única com pintura suja, descascada, flores mortas e porta arrombada. "Quantos já devem ter saqueado aqui?" Jack pensou. E era verdade, tudo de valor havia sumido. Móveis, objetos, tudo.
-Não que tivesse muita coisa aqui antes.
-Muito boa casa...
Foi o melhor que ele arranjou para dizer. As lagrimas agora caiam grossas pelo rosto de Marília. Ela em silencio vasculhou toda a casa.Depois de uns 30 min. ela voltou com algumas coisas nas mãos. Fotos.
-Nunca tive muitas recordações.
Eles resolveram sair de lá, foram caminhando em silêncio até o Pérola.
Chegando lá, Marília rumou para seu dormitório, mais Jack a chamou e eles foram para seu gabinete.
-Marília, Mary, posso te chamar assim?
-Pode...
-Bem, preciso ter uma conversa com você.Senta.
Ele puxou uma cadeira e ela se sentou, axausta.
Com um sorriso ele começou:
-Primeiro, agradeço muito o voto de confiança, significa muito, agora...Vou ter de ser direto. Entendo como você se sente, foram muitos acontecimentos hoje, mas...Você vai atrás desse mistério?
Marília o encarou nos olhos pela primeira vez desde então:
-Vou.
-Vai?Mesmo...?
-Sim,
se minha mãe queria que eu descobrisse, então eu irei
descobrir.
-Oh, sim.Bem...-um pouco atrapalhado-eu havia pensado que talvez, se você precisasse de ajuda, bem...
-Eu ficaria muito feliz se você me ajudasse com isso, Jack.
Ele olhou-a surpreso. Primeiro era o voto de confiança, depois, pedia a ajuda dele, agora o chamara de Jack?Algo estava estranho...
-Muito bem então. Eu acho que devemos começar com o Blackew. Eu já ouvi falar dele. É um importante capitão. Mais muito traiçoeiro. Não devemos dar confiança á ele.
-Se você diz...
-Muito bem...Mandarei meus homens procurarem por ele. Qualquer novidade, eu lhe aviso.
-Obrigada Jack...Posso te chamar de Jack?
Ela falou com um leve sorriso no rosto, ele notou que seu humor já voltava ao normal e foi sorrindo também que respondeu:
-Deve...
