Disclaimer: Os personagens de Naruto não me pertencem (ah se fossem meus...kkk) e o Clã Otori e parte de suas habilidades eu peguei emprestado da trilogia A Saga Otori de Lian Hearn. Essa história é fruto de minha mente doida que resolveu misturar o Japão Feudal com algumas coisinhas básicas do Naruto... Ok???
Águas quentes
Correu os olhos pelo "quarto", tudo estava cuidadosamente organizado, aquele "quarto" mais parecia uma pequena casa. Estavam em uma espécie de sala, e ela pode observar uma lareira no canto esquerdo da sala, Neji acabara de colocar mais lenha para alimentar o fogo. O restante da sala se resumia a algumas almofadas, que lhe pareciam bem confortáveis, dispostas próximas a lareira, uma mesinha baixa de centro completava o que seria claramente a "sala de estar" e no canto direito da sala havia uma bela pintura de pássaros voando dando um ar completamente tradicional ao interior da casa.
Em silêncio continuou a observar a nova casa. Estava parada ali no centro da sala, em frente a divisória que levaria ao quarto propriamente dito, quando sentiu a presença de Neji ao seu lado.
- Pode abrir, a casa é sua – arrepiou-se ao sentir aquela voz brincar-lhe com seus sentidos, estava realmente impressionada do poder que aquele tom tão agradável exercia sobre si. Forçou seus membros a responderem o comando de seu cérebro que tentava inutilmente gritar para ela abrir a divisória, afinal era somente uma porcaria de uma divisória não deveria ficar parada ali como uma medrosa, pensou. Com muito esforço levou seus dedos até ela, forçou a sua abertura e sentiu o deslizar suave da divisória abrindo o cômodo aos seus olhos.
Neji deixou que ela adentrasse calmamente no quarto, não se sentia a vontade para forçar-lhe nada, sabia que precisava dar um tempo para que sua esposa se acostumasse a aquele novo ambiente. Ele também admitia que precisava de tempo para se acostumar a nova vida.
O pouco que ele conhecia dos hábitos e do estilo de vida do clã Otori se limitava ao saber que eles preferiam morar no isolamento das montanhas, para preservar e melhor trabalhar suas habilidades. Então suspeitou que Tenten precisasse de um tempinho para se acostumar a nova realidade. Moraria dentro de outro clã, pertenceria a outra família, que nada sabia de seus gostos e hábitos, e como qualquer outra mulher que ele conhecia -o que se limitava a parentes e esposas de seus poucos amigos -, ela precisava conhecer sua nova casa. Assim observou atentamente cada passo dela dentro daquele quarto iluminado pela luz fraca e bruxuleante das lanternas colocadas extrategicamente em ambos os lados do grande e convortável futon que lhes serviriam de cama.
- Todas as minhas coisas já estão aqui e guardadas? – ouviu a voz dela, vindo do lado esquerdo do quarto onde se localizavam os armários de porta de correr.
- Sim, creio que meu pai tomou o cuidado de pedir as servas que organizassem seus pertences. Não se preocupe, todos eles estão aí, os servos são todos de confiança. – afirmou vendo o cenho franzido, que julgou ser de preocupação, da esposa.
- Sim claro, não estou preocupada com qualquer furto ou coisa do gênero, - sorriu sem graça – eu só não fico muito a vontade em saber que pessoas desconhecidas viram, ou tocaram em roupas específicas sabe? – o sorriso sem graça estava maior ainda, ainda não tinha liberdade para falar para seu marido que não queria que empregadas tivessem visto suas calcinhas, ou simplismente não saberia como dizer aquilo diretamente. O que havia nele que a intimidava tanto?!
Neji sorriu interiormente e limitou-se a assentir levemente. Era interessante saber que sua esposa tinha recato com coisas tão pequenas, pensava ele, já havia se acostumado a ter os servos do clã cuidando de suas roupas que não se importava mais com isso.
Viu Tenten se encaminhar para a última divisóra presente naquela pequena casa, já suspeitando o que deveria ser, deixou que ela fizesse a descoberta por si só.
Já se sentia mais a vontade, e sua curiosidade a guiou para o último local não desbravado. Uma divisória simples, fosca que a deixava ver sombras dentro do cômodo desconhecido, deveria estar iluminado como o restante da casa, pensou, e dessa vez sem pestanejar levou as mãos a divisória, deslizando-a, a fim de conhecer o restante de sua casa. O perfume agradável de cravo e canela a invadiu de imediato, suprimiu um baixo gemido de contentamento ao vislumbrar o banheiro que tinha em sua casa. Aquele lugar com certeza seria seu preferido na casa toda, como se fosse tão grande, pensou logo em seguida, sem conseguir segurar o sorriso infantil que iluminava seu rosto. Nas propriedades de seu clã ela sempre dividira o banheiro, devido a grande altitude, de seu antigo lar, água quente era algo que eles precisavam esquentar em grandes tinas para poderem tomar um banho descente no inverno, mas aquele banheiro tinha um ofurô próprio! Maravilhada ela andou rapidamente ao fundo do banheiro, em direção ao ofurô e constatou ser uma pequena piscina natural! Não poderia estar mais surpresa, as velas aromáticas e o incenso ainda a embriagavam e ela não poderia deixar de observar o restante do local fascinada com o trabalho despendido ali, era um banheiro grande, possuia um chuveiro no canto extremo a direita, uma pia de tampo de granito com um grade espelho sobre ela e um vaso sanitário, coisa que era relativamente rara.
- Vejo que gostou, a construção da casa principal foi feita neste local devido a fonte termal que irriga todo o clã. – disse ao se aproximar dela, o olhar maravilhado dela mudou para preocupado, deveria estar pensando se a construção toda não interferia na qualidade da água, pensou, por isso continuou - Tomamos cuidado de desenvolver um sistema de coleta de resíduos para não contaminar a fonte, nós Hyuugas cuidamos muito do que é nosso – kuso! O que ele quis dizer com aquilo? Recriminava-se mentalmente, a verdade é que nem ele saberia dizer ao certo.
Não pode deixar de se arrepiar novamente ao ouvir o final daquela sentença. O que ele esperava que ela fizesse agora? Num reflexo rápido tentou manter a conversa tirando o foco indesejável da sua mente conturbada, já era tarde e ela estava cansada e com sono, não pensava direito para conseguir encontrar uma solução melhor.
- Sim claro, é maravilhoso o trabalho realizado nesta casa. Realmente nunca vi um banheiro como este. – colocou a ponta dos dedos na água, conseguia sentir a corrente d'gua passando levemente. – Está deliciosamente quente!
- Creio que você gostaria de descansar e relaxar um pouco, vou deixá-la a vontade, - disse já se afastando em direção a porta – No armário em baixo da pia você deve encontrar o que precisa para o banho no chuveiro, creio que já sabe onde encontrar toalhas – referiu-se as que estavam dobradas cuidadosamente em uma banqueta próxima ao box do chuveiro, ela anuiu e ele continuou – e esta yukata é sua, espero que sirva. – estava tentando ao máximo quebrar a tensão entre eles, e após entregar-lhe a vestimenta, se pôs em direção a porta.
- Arigato Neji-san. – o nome lhe escapara pelos lábios tão naturalmente que parecia já lhe ser habitual, ele fez uma breve reverência e saiu do cômodo, deslizando cuidadosamente a divisória fosca para lhe dar privacidade.
Tenten estava ansiosa por entrar na pequena e particular fonte termal, nunca imaginou que poderia ter esta regalia, e queria aproveitar ao máximo, deixou o sabonete e os frascos com xampu prontos dentro do box do chuveiro, não poderia deixar rastros deles naquela água natural. Soltou os longos cabelos castanhos vivos, que sob a luz das lamparinas ganhava um leve brilho avermelhado, já estava descalça, agora só faltava tirar com prazer aquele kimono que a apertava tanto! Tentava em vão encontrar uma forma de soltar o obi, mas a cada movimento que fazia o dito cujo a apertava mais, estava quase sem ar, quando desistiu exasperada.
- Kuso, por que que me fizeram vestir tantas coisas que eu não consigo nem me mover decentemente para conseguir tirar tudo isso? – falou para as paredes, tentou mais algumas vezes mais era praticamente inútil, não conseguiria despir-se sozinha – Patético, regredi a infância, vou precisar de ajuda para tirar a roupa? Se eu encontrar uma tesoura aqui eu dou um jeito agora mesmo nesse obi esmagador – ouviu o eco de sua voz pelas paredes do banheiro, e riu de si mesma quando levantava para procurar a bendita da tesoura. – Espero sinceramente que o Neji-san não esteja me ouvindo – riu novamente, sentindo o obi esmagar-lhe as costelas, não aguentaria mais, precisava de ajuda, nem que fosse da ajuda dele, ela se livraria daquele maldito obi! – encaminhou-se em passos curtos, sentindo a respiração rápida, até a divisória.
Neji-san, Neji-san... A forma com que seu nome soara nos lábios dela foi absurdamente perturbadora, conseguia sentir claramente que não havia nada mais do que o agradecimento que foi expressado pelo simples "arigato", mas algo mais chamara a sua atenção, e isso ele ainda não soubera definir. Perdido em seus pensamentos ele estava alheio ao que se passava à mulher no banheiro, e calmamente despiu-se da blusa de seu kimono, era fato consumado que ele gostava de roupas tradicionais, mas a imensa quantidade de camadas existentes nas vestes festivas o incomodava, mesmo naquele inverno rigoroso ele não sentia muito frio, sendo que não via a função para tanto pano inútil. Já estava dobrando a última peça que cobrira seu tórax quando ouviu o leve deslizar da divisória do banheiro, virou-se imediatamente na direção do som e quase não se conteve com a visão um tanto quanto cômica da mulher que mau respirava, com o kimono completamente torto comprimindo-lhe mais ainda a silhueta, e constatou que não era só ele que tinha problemas com panos em excesso.
- Precisa de ajuda Tenten-san? – Ah, mas aquele homem queria matá-la sem ar! Quando se encaminhava para o quarto nem imaginava vê-lo daquela forma. E seus ouvidos pediam clemência, não sabia o que acontecera com ela quando o ouviu chamá-la pelo nome. "Mas o que é isso? Tenho certeza que essa linha torta em seu rosto é um sorriso deboxado!" – pensou enquanto descia o olhar e corou imediatamente, sem conseguir tirar seus olhos do corpo claro bem trabalhado que estava a sua frente. Sabia que deveria respondê-lo logo, fazia um esforço supremo para não fraquejar na frente dele quando as palavras chegaram a boca.
- Eu... Estou com um pequeno problema aqui – começou –, eu não sei por que amarraram esse obi tão apertado em mim, e nem por que tive que usar tantas peças antes dessa, que não serviram nem para me proteger do frio e eu sinceramente acho todo esse pano completamente inútil, creio que só serviram para me sufocar! - despejou de uma vez, era seu defeito, quando nervosa falava demais. – Eu não estou conseguindo soltá-lo e já estou ficando sem ar aqui! – suspirou exasperada.
- Calma, e respire – falou simplismente, tinha ficado sem ar ao imaginar como uma pessoa conseguira falar tudo aquilo sem nenhuma pausa para respirar e ainda tendo as costelas esmagadas pela quantidade absurda de roupa firmemente presa ao corpo que julgou ser delicado. "Com tanto pano assim por cima dela, ela já é maravilhosamente cheia de curvas, sem tudo isso... Neji! O que é isso! Pare de pensar essas coisas! Se bem que ela é SUA ESPOSA, você tem o direito de pensar isso.... KUSO!!! Estou enlouquecendo aqui!"- O drama de seu marido passou despercebido pelos olhos castanhos de Tenten, que estava mais preocupada em respirar um pouco. Controlando seus pensamentos conseguiu perguntar-lhe – Como eu posso lhe ajudar?
- Ahm... Será que... Será que você... Você poderia soltar o obi para mim? – perguntou virando-se de costas para ele, estava completamente rubra e aquele pequeno movimento protegia seu ego de ser vista tão vulnerável.
Desatar o obi, ela queria que ele a despisse? Eram os pensamentos que povoavam sua mente. Algo que seria completamente natural, já que o casal estava em sua noite de núpcias, porém ali tudo era diferente, nenhum dos dois tinha intimidade suficiente, e por mais que ele soubesse que toma-la para sim era o esperado para aquele momento, ele não estava a vontade com este pensamento, não queria força-la a isso. Mas agora tinha que pensar que aquele pedido era somente para que ela pudesse se livrar daquelas pesadas vestimentas para descançar, coisa que ele mesmo estava fazendo antes dela o interromper pedindo ajuda. Comandando com força seus braços, deslizou suas mãos pelo tecido macio da delicada seda, encontrando o nó que estava justo o suficiente para dificultar-lhe os movimentos, aproximou-se mais do corpo a sua frente, forçando mais o obi, sem sucesso, praguejou baixinho, realmente fizeram um bom trabalho quando o apertaram, já estava com o corpo praticamente roçando no dela, sentia os fios longos e sedosos do cabelo feminino entre seus dedos, aquela situação já estava difícil, precisava tirar aqueles fios castanhos dali pois poderia facilmente machucá-la em outro puxão. Com sutileza enxeu as mãos dos cabelos e levou a massa castanha a um dos ombros dela, se sentindo embriagado com a suave fragrância que emanava do corpo a sua frente. Oquídeas, concluiu, a espécie mais doce delas, "vanilla", ainda sobre o efeito do perfume, forçou-se novamente a caminhar as mãos ao maldito obi, que lhe colocara nesta situação um tanto quanto constrangedora, e num último esforço conseguiu afrouxa-lo. Sentiu a mulher a sua frente suspirar com prazer ao perceber que o aperto em seu corpo fora diminuído. Não resistiu aquele som tão prazeiroso, precisava continuar, sentia que suas mãos não iriam parar de tentar desvendar o que tantos panos teimavam esconder.
Tenten já estava pensando em virar-se para agradecê-lo e sair correndo daquela situação difícil quando sentiu as mãos dele soltando completamente aquele pedaço de seda injusta que a torturou por tantas horas, travou o corpo imediatamente. Os sons da seda deslizando e finalmente sendo esquecida no chão foram ouvidos por ela que não conseguiu fazer nada para impedi-lo de retirar o kimono principal, que cobria todas as outras peças de roupa sobre seu corpo. Sentiu as mãos grandes percorrerem suavemente o caminho dos ombros aos braços, levando consigo aquela seda tão bem trabalhada. Sentiu o frio da noite e arrepiou-se ao perceber a respiração mais pesada do homem as suas costas. O que ele faria agora? Reclamaria seus direitos? Ela esperava profundamente que não, não saberia se conseguiria se entregar a um completo estranho, mesmo que fosse um belo estranho, muito belo em sua avaliação final.
Um momento de pausa completa, nenhum dos dois se mexia, nenhum falava, ambos esperavam algo que não sabiam dizer. Neji ainda tentava entender o que o levara aos atos anteriores, não conseguia resposta nenhuma. Cansado de questionar-se, respirou fundo e deu um passo para trás, foi necessário um suspiro para que conseguisse falar.
- Acho que você pode respirar melhor agora – fez uma pausa e continuou – acredito que esteja com frio, a água quente irá ajudá-la a relaxar e a preparará para a noite de descanço.
Tenten acenou com a cabeça, num gesto de concordância muda e encaminhou-se ao banheiro sem olhar para trás. Quando estava fechando a divisória, pode ouvi-lo dizer.
- Descanse e não se preocupe, amanhã conversaremos melhor.
Ouviu o som seco da divisória, e em meio as sombras projetadas ali ele pode vislumbrar os contornos do corpo da mulher que se despia calmamente, uma a uma das peças. Sentou-se na cama passando as mãos pelos cabelos lisos, precisava mesmo de uma boa noite de sono para colocar os pensamentos no lugar. Amanhã seria um novo dia, não queria força-la, era homem e sabia que o mais honrado não seria sem que a mesma se sentisse segura, poderia ser o pensamento mais patético e romantico para a maioria dos homens que ele conhecia, mas foi assim que seu pai o criara. Decidiu que seria melhor deixar que tudo corresse mais calma e naturalmente possível. Já estava pronto para deitar-se quando viu o belo kimono jogado no chão, num impulso de sua personalidade organizada o pegou do chão junto com o cruel obi, e não resistiu a vontade de leva-lo ao rosto para sentir novamente a fragrância marcante que o fizera perder o controle sobre suas ações minutos antes, aspirou a peça suavemente, "vanilla"... Sentiu a mesma urgência anterior apossar-lhe o corpo, decididamente ele teria que se controlar muito quando a tivesse perto de si embriagando-o com aquele perfume. Dobrou rapidamente a vestimenta, e encaminhou-se para o futon, precisava dormir.
O banho com certeza relaxou seu corpo, mas não poderia dizer o mesmo de sua mente. O por que das ações dele ainda a intrigava, e as reações de seu próprio corpo a confundiam, sabia que naquela hora da noite, ela não conseguiria pensar em nada com clareza, não adiantaria nada tentar entender o que estava acontecendo, o que ela sabia era que agora estava casada, e que algum dia, ele tomaria posse do que tinha direito, isso era fato, tudo o que ela poderia fazer era tentar ficar mais a vontade com ele, para facilitar as coisas para ambos. Sim essa era a melhor decisão. E não deveria ser tão dificil assim. Secou-se e vestiu a yukata macia e confortavel de algodão. Apagou as luminárias que iluminavam o banheiro, e dirigiu-se ao quarto silenciosamente, Neji já estava dormindo calmamente no lado direito do futon, pelo que pôde perceber. O vento frio cortou-lhe a pele quente pela água e ela correu para o seu lado da cama encolhendo-se entre os cobertores, procurando aquecer-se, odiava o inverno! Instintivamente aproximou-se das costas dele e ficou o mais próximo possível sem entretanto tocá-lo. E adormeceu rapidamente pensando que o dia seguinte iria ser cheio de novos desafios.
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Yo minna!!!
Mais um capt fresquinho para vcs!!!
Antes que me joguem pedras eu tenho que explicar... Não tinha como fazer um hentai logo de cara... Eles não se conhecem nem tem intimidade o suficiente para esse tipo de relacionamento... Ainda vão aprender um pouco antes do hentai acontecer =X...
Quanto as reviews, gente, muito obrigada mesmo pelo carinho! Todos tem me dado mais vontade de escrever! Espero que vcs gostem tanto da fic quanto eu!!
Eu estava com o tempo meio corrido por isso deixei algumas coisinhas passarem em branco, que foram sabiamente observadas por vcs, e depois de um trabalho magnífico da minha SUPER BETA (DC comics contra-ataca!!XD n/b: agora eu estou me sentindo) corrigimos esses lapsos, só para ficar melhor já vou padronizar aqui, os flash back estarão em itálico agora ok? Fica mais bonito e mais fácil de ler... =)
Quanto aos locais que se passa a fic, uma explicação básica:
Montanhas: sempre que o texto citar montanhas está se referindo ao território do clã Otori, (beem afastado da capital, bem verde, um reduto da natureza) antes destes voltarem a capital um pouco antes do casamento da Tenten.
Todos o outros clãs possuem seus territórios dentro da capital, Tokio.
Outra coisa importante minha Super Beta (Naia Riedel) me deu de presente a capa para a fic, está no meu perfil! Podem conferir, e se quiserem questionar ou comentar algo sobre ela sintam-se a vontade!!!
Ahm... Outra coisa, continuem deixando reviews!!!
bjs
mycah-chan
ps: próximo capt. "AMANHECER"... como as coisas são a luz do dia...
