Agora sim um capítulo de puro porn with plot procês ;)
Enjoy!~ [Se nós, nas travessuras das noites eternas / Já confundimos tanto as nossas pernas / Diz com que pernas eu devo seguir...]
Leona permanecia no jardim. Não sabia ao certo o que fazer além de tomar o restante do vinho e deixar as gotas chuva deslizar por seu corpo. Ela queria Diana e isso era mais do que claro. Não era apenas o álcool falando por ela e muito menos a atração natural do Sol pela Lua. Leona conhecia Diana desde seus primeiros treinos quando criança e mesmo depois de todos esses anos ela ainda via Diana do jeito que sempre viu, e não podia deixar um mal entendido estragar a profunda relação que tinham.
Com esse pensamento ela se levantou, pôs a garrafa e a toalha no cesto e caminhou determinada a encontrar Diana novamente.
Leona percorreu a entrada do Instituto ás pressas. Não queria perder mais tempo, precisava de Diana urgentemente. A chuva e o leve vento frio aumentava lá fora e a cada passo maior era sua certeza da gripe que provavelmente ganhará nos próximos dias. Para sua sorte os dormitórios eram divididos por Facção e ordem alfabética. Enquanto corria, Leona se lembrava das tantas fugas sorrateiras que já presenciou sem querer por causa de sua mania de fazer pequenos lanches noturnos, em especial as fugas de uma certa raposa Ioniana que sempre se perdia entre os quartos de uma Mercenária, uma Noxiana e uma Puma. Balançou a cabeça negativamente, sorrindo.
Apenas parou quando finalmente chegou ao corredor que leva aos dormitórios. Olhou placa a placa de sua Facção até encontrar a e se dirigir ao novo corredor que leva ao quatro de Diana. Finalmente estando à frente da maciça porta de madeira, Leona tateou sua superfície levemente, pensando no que dizer quando visse sua amada. Respirou fundo e deu algumas batidas ritmadas igual ao velho código que costumavam usar. A Lunari estava sentada na borda da janela quando ouviu as batidas e ignorou as três primeiras tentativas de Leona de fazê-la abrir a porta. Esperava que Leona perdesse a paciência e fosse embora como sempre acontecia antes, mas a insistência da Solari foi maior dessa vez. Na quarta tentativa Diana ouviu o praguejar impaciente de Leona do outro lado da porta e não conseguiu conter seu riso triunfante.
A Lunari também sabe muito bem como puxar os botões de Leona.
- Estou aqui.
E Diana parou em frente a porta sem nenhum sinal de que a iria abrir.
- Diana? Leona levantou surpresa. - Porquê não me respondeu antes? Ela estava claramente irritada. - Porque não abre a porta?
- Porque você não está me dando motivos para abrir.
A Escolhida da Lua projetava um tom indiferente na voz.
- Isso não é justo, se estou aqui é porque quero conversar!
- Conversar ou só repetir o que já sei?
Diana sorriu ao ouvir um longo suspiro seguido de uma breve batida do lado de fora.
- Só conversar e tentar não te surrar até perder a consciência e te arrastar até Monte Targon pelos cabelos. Isso já é motivo suficiente pra você abrir essa desgraça de porta?
Diana apenas deu seu riso monossílabo. Ela até que estava se divertindo com a situação.
- Sabe, se eu não abrir esta porta você não vai poder fazer nada disso.
Leona deu uma longa pausa. Sua voz saiu devagar e baixa quando pediu mais uma vez para Diana abrir a porta. Até encostou o próprio corpo na superfície sólida como se encostasse na Lunari... Estava ela arfando...? Diana queria disfarçar a preocupação. Ela não sabia se Leona ainda estava bêbada ou se já estava sóbria. Tinha de averiguar.
- ...Eu só quero te ver...
Leona ronronou, encostando as duas mãos e o rosto na porta. Desta vez Diana realmente considerou os apelos da Solari.
- ...E o que você vai fazer se eu abrir?
- Te agarrar e te beijar até perder o ar...
Leona se permitiu ser o mais sincera que podia, para a surpresa de Diana. Ela esperava qualquer coisa menos esse tipo de resposta. A Lunari deslizava os dedos pela maçaneta, decidindo se abria a porta ou não.
- ...E se eu me negar?
Seu tom era maliciosamente macio, afinal o sentimento negativo que sentia se foi e tudo que restou foi... Desejo.
- Porquê não abre a porta e vê no que dá?
Diana brevemente encostou sua cabeça na madeira maciça e respirou fundo antes de girar a maçaneta e abrir a porta de repente, fazendo Leona cair em seus braços. A segurou forte pela cintura e a empurrou para trás da porta agora fechada, levando a outra mão livre para a nuca da Rakkor. Beijou-a sem pudor, e Leona correspondia o beijo sem pensar em mais nada. Diana deslizou a mão repousa na cintura para as coxas torneadas, passando as unhas na pele descoberta pelo vestido de Leona, fazendo a Solari gemer baixo. Desceu a outra mão para as costas ainda molhadas de suor e chuva enquanto concentrava seus lábios nos de Leona. Apenas afastou sua boca da outra quando precisou respirar.
- ...Uau. Foi tudo que Leona pôde dizer enquanto respirava de forma entrecortada - ...Vou me lembrar de te fazer raiva mais vezes...
Diana grunhiu em resposta, puxando a Solari pelas tiras soltas do vestido e a jogando brutalmente na cama, rapidamente cobrindo o corpo bronzeado com o seu próprio. A Lunari roçava suas coxas pela parte de dentro das pernas de Leona, a fazendo gemer ao sentir o toque frio em sua pele quente. Diana desatava o vestido com pressa, queria marcá-la com seus dentes mais rápido possível. Leona tinha uma expressão de prazer no rosto, o que aumentou sua vontade de tomá-la.
Tão rápido Leona foi despida quanto estremeceu ao sentir os lábios gelados de Diana pousarem em seu colo. Leona tentava tocá-la várias vezes, mas Diana não deixava. Na última tentativa a Escolhida da Lua decidiu pegar o vestido já rasgado e terminar de rasgá-lo em três partes, segurou os braços de Leona e amarrou seus pulsos na cabeceira da cama. Diana olhou nos olhos faiscantes da Rakkor e decidiu vendá-los. Queria fazer a Solari sentir como é ser tocada às cegas, como é ficar a mercê do inimigo sem poder reagir. Para sua surpresa, Leona reagia a cada ação com deleite. Ela sorria sensualmente e deslizava suas coxas pelas laterais de Diana e arqueava seu corpo propositalmente, querendo manter o máximo de contato dos corpos enquanto a outra a vendava.
- Que impaciente, Solari... Diana passeava suas unhas pela nuca de Leona, que mordeu os lábios instintivamente.
Continuou seu caminho pelo busto arfante até parar no umbigo. Decidiu cobrir o corpo de Leona com o seu novamente. Sentiu o par de pernas musculosas enlaçarem seus quadris, claramente indicando que ela não queria Diana saindo dali tão rápido.
- Oh. Acha que pode ficar no controle? Dianaa certo veneno na voz, do tipo que intensifica os sentidos.
Debruçou seus braços entre cada lateral de Leona e deslizou seu corpo para frente, alcançando a orelha da ruiva e não contendo a vontade de morder o lóbulo com força. – Você é minha agora, e eu vou abusar de você do jeito que eu bem desejar.
A Solari deixou o gemido se formar em sua garganta e o choque de prazer percorrer seu corpo quando sentiu os dedos de Diana tocar seu ponto de prazer. Diana ignorou a reação da mulher abaixo de si e continuou a torturá-la. Vendo o brilho de Leona lentamente se intensificar, levou sua boca para os seios alvos, lambendo e sugando o bico exposto. Leona arqueava seu corpo violentamente. Sentia urgência em tocar Diana com suas mãos e seus lábios suplicantes. E isso sem Diana tocar sua entrada, pois se ela o fizesse, Leona certamente enlouqueceria.
Como se estivesse lendo seus pensamentos, Diana deslizou seus dedos para a entrada úmida de Leona, mas não os moveu. Pelo contrário, Retornou o caminho de seus lábios até a orelha esquerda de Leona, a fazendo estremecer de vontade como nunca.
- ...E se eu te tornar eternamente minha?
Sua voz de longe lembrava súplica. De fato, isto era uma certeza que Leona não aguentava mais por esperar por seu indiscutível destino.
- Não me faça implorar...
Leona entregou seu maior desejo neste torturante suspiro.
Seus sentidos estavam mais do que à flor da pele. Cada toque de Diana gerava uma onda prazerosa de calor, cada palavra pronunciada fazia a vontade de ser virada do avesso por Diana ficar difícil de se controlar -apesar de controle ser a ultima coisa que a Solari desejava ter agora-. Diana tinha esse poder sobre ela, o de fazer Leona se sentir livre de seus anseios. E livre do jeito que se sentia, só conseguia pensar nessas mãos pálidas a tornando sua... Mas Diana insistia em querer torturá-la.
Os dedos de Diana deslizaram de sua entrada para o clitóris devagar e possessivamente. A Escolhida da Lua apertou o sexo de Leona com a mão inteira, causando um grito alto que rapidamente foi abafado pela boca exigente. Sua língua ordenava entrada nos lábios de Leona, que imediatamente obedeceu e capturou a língua da outra com a sua própria.
Uma batalha onde há ganho de ambos os lados se formou, mesmo com elas brigando pela liderança do beijo. Perdida no próprio êxtase, Diana instintivamente levou seus dois dedos para a entrada de Leona, que arqueou o corpo ao senti-los se aprofundar em todo seu ser. Ela mordeu forte os próprios lábios, sentindo os movimentos ritmados de Diana. Finalmente a Lunari a tornava sua, do jeito como secretamente sonhava em seus dias mais solitários como Campeã Solari.
Seu corpo seguia cada movimento de Diana. Ela queria travar uma batalha até no sexo, guiando os movimentos dos dedos de Diana com seus quadris. Mas a malícia da Lunari era maior, ela mantinha Leona sob total mercê enquanto movia os dedos apressados e parava rapidamente quando sentia o prazer de Leona os encharcando. Diana podia sentir seu próprio prazer escorrendo por suas coxas enquanto ouvia os gemidos descompassados da Escolhida do Sol. Quando não pôde mais suportar a própria vontade, Diana afastou a mão que antes segurava forte os cabelos ruivos de Leona e os desceu para aonde mais necessitava atenção. Pouco se importou com o pudor, mal conter os próprios gemidos enquanto tocava seu próprio e pulsante bel prazer ao mesmo ritmo que tocava Leona é o que importa aquele momento.
Diana olhou para o rosto corado de Leona e sua irresistível boca entreaberta. Não pensou duas vezes e levou a ponta encharcada do seu dedo médio e anelar para os lábios carnudos da Solari. Leona não esperou a ordem e logo lambeu do prazer de Diana, que logo trocou seus dedos pelos próprios lábios pálidos. A Lunari decidiu ser benevolente uma única vez, deixando Leona sentir a onda prazerosa causada por seus libidinosos atos. Diana não mais interrompeu o gozo à muito suplicado. Em vez disso continuou até que a Solari alcançasse seu limite, o que não demorou a acontecer. Assim que a guerreira Rakkor se arqueou em êxtase, Diana se debruçou para se manter o mais próxima que podia da grande onda de calor irradiada pela mulher abaixo de si.
Aos poucos diminuía lentamente o ritmo de seus movimentos, deixando Leona também recuperar o balanço de sua respiração. Assim que afastou seus dedos molhados da entrada Leona, Diana os levou para os próprios lábios, estava curiosa em saber como seria o gosto da Escolhida do Sol. Era um gosto marcante e de odor vivo, que deixou uma onda elétrica correr por seu torso no momento que se fez contato com seus sentidos.
Saciado seu desejo por leona, Diana decidiu que estava mais do que na hora de desamarrar sua contraparte... Não sem antes explorar com palmas abertas todo o torso que emanava suor e calor causados pelo recém clímax, além de causar leves espasmos por onde tocava.
Pousou suas mãos por trás do pescoço da Solari e por ali os deixou por belos quartos de minutos, afagando suavemente os cabelos acobreados misturados ao nó do pedaço de tecido ainda bem amarrados. A Escolhida da Lua desejava sussurrar palavras quase desconexas em seu ouvido e até se arqueou para encostar seus lábios aonde queria, mas realmente não sabia muito o que dizer. Atos sempre fez jus às palavras, e aquele momento não era muito diferente dos incontáveis momentos que passaram juntas na juventude. Por fim apenas comentou a primeira coisa que lhe veio a mente, antes de se afastar e desatar o apertado nó delicadamente com suas duas mãos.
- Você tem um gosto muito... Agradável.
- Pfff... Essa foi a coisa mais doce que ouvi de você depois te tanto tempo aqui na liga, sabia?
Leona deu um riso vívido e radiante, retribuindo o rubor do rosto de Diana com o mais puro âmbar de seu olhar. Deu um leve gemido dolorido ao mover os braços agora livres, mas logo enlaçou Diana pela cintura para um beijo carregado. E então outro. E mais outro mais carregado que o anterior.
- Este foi o melhor sexo de reconciliação que já fizemos...
E mais um beijo, desta vez menos fugaz e mais sensitivo. Assim que que as bocas se separaram, Leona empurrou Diana para o lado da cama e encaixou seu corpo no corpo pálido.
- ...Mas você achou mesmo que eu não teria minha vez...?
A Solari pressionava seu corpo no da Lunari possessivamente, porém sem machucá-la. Diana a olhava com olhos desafiadores, mas não fez a mínima questão de impedir os avanços de sua contraparte. Se deleitava ao sentir novamente o ponto de ebulição que representava todo o ser de Leona se mover e sinuar lentamente em cima de si, e a respiração igualmente quente seguir caminho do pescoço para o abdômen sem pressa alguma.
- ...Creio que não seja justo eu estar nua na sua cama e você ainda estar vestida... Apesar de uma faixa folgada e uma calcinha de algodão de longe se considerar vestimenta.
Leona não tardou em deslizar suas mãos pela linha da peça íntima de Diana enquanto a lembrava deste fatídico detalhe. Afastou tal incômodo tecido prontamente, revelando os poucos e finos pelos púbicos prateados na pele porcelanada. Beijou-a o ventre carinhosamente. Queria mostrar para Diana como é sentir-se bem desejada, saber como e receber o calor acolhedor do Sol.
As mãos de Leona agora percorriam as laterais de Diana devagar, afastando a ponta da faixa frouxa até seu busto. Voltou a beijar o ventre bem desenhado sem a mínima pressa, saboreando a pele também molhada de suor. Lentamente subiu seus lábios até o umbigo e ali salpicou beijos e deu leves mordiscadas. Diana levou sua mão à própria boca, mordendo com força o vão entre dedo indicador e o polegar numa tentativa de conter os espasmos que sentia. Era um esforço inútil, a língua da Solari percorria seu tórax de forma voluptuosa e só parou quando alcançou os seios da Lunari e lá marcou-a sem pudor algum. Leona também merecia o direito de se deliciar como bem quisesse, então afastou seus lábios dos seios levemente avermelhados de Diana para dar uma leve mordida no tecido que parcialmente os cobria. Puxou lentamente a faixa para frente, indicando Diana a tirar a intrusa peça de uma vez por todas. A Escolhida da Lua não protestou e se livrou da peça rapidamente, voltando à posição em que estava.
Leona admirou a bela visão do Corpo completamente nu que Diana a proporcionava. A Solari não mais poderia conter sua vontade, e demonstrou seu desejo quando olhou profundamente nos olhos de Diana antes de descer sua boca para a virilha á mostra. Leona não esperou aprovação alguma, beijou cada pedaço das partes internas das coxas de Diana suavemente, querendo fazê-la implorar por toques mais ousados. Segurou cada lado das pernas pálidas da Lunari delicadamente e aproximou seu rosto da entrada tão almejada. Leona respirou profundamente, se deleitando do cheiro do sexo molhado de Diana antes de abocanhar com vontade a carne pulsante.
Diana gritou e segurou forte os lençóis. Sempre foi bastante sensitiva e sentir o toque quente e macio de Leona no seu ponto mais sensível foi praticamente impossível de se segurar. Cada deslizar de língua em seu clitóris fazia seu corpo derreter em prazer. Leona era atenciosa até no sexo, o que Diana não esperava. Ela esperava... Selvageria, afinal Rakkorans também são bem conhecidos pela forma feroz de fazer sexo. Tamanha delicadeza nos atos de Leona durante seu ato de prazer era algo totalmente inesperado.
...Não que Diana não estivesse gostando.
A Lunari afastava as mechas ruiva-acastanhadas do rosto de Leona e a pressionava para descer a boca até seu bel prazer. A Solari sorriu, tirando sua mão direita da coxa de Diana para levar dois dedos para sua entrada.
- Vou te fazer gritar meu nome...
A voz de Leona soou rouca tamanho era seu desejo. Aprofundou seus dedos lentamente em Diana, os movimentando habilmente. Um gemido cortado entre o barulho da chuva pôde ser ouvido quando Leona beijou os grandes lábios de Diana ao mesmo tempo em que movia seus dedos com vigor e delicadeza. Sua língua circulava a pequena carne pulsante do clitóris e o mordia levemente. Estava levando a Lunari a loucura, ela podia sentir o sexo de Diana apertar seus dedos e ouvir a voz quase falha gritar seu nome quando o clímax da sua contraparte veio. Leona logo tirou seus dedos e desceu sua boca para sugar do prazer de Diana. Quando saciada, afastou seu rosto para olhar nos olhos prateados da Escolhida da Lua, que devolveu o olhar sedutor puxando a para um beijo nada inocente. Sentiu seu próprio gosto nos lábios de Leona e a puxou pela nuca para aprofundar mais o beijo.
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Deitaram lado a lado quando o beijo foi quebrado. Já estava amanhecendo e as duas amantes finalmente se entregaram ao cansaço do corpo. A chuva finalmente tinha parado, mas o clima ainda era frio e úmido. Leona se aconchegava nos braços de Diana, sentindo o perfume do corpo pálido invadir seus sentidos. Diana devolveu o aconchego a abraçando forte e brincando com a mistura de mechas ruivas e prateadas espalhadas no busto de Leona. Por ela, não diria nenhuma palavra agora -não depois da maravilhosa noite que passou com a Escolhida do Sol-, mas sabia que toda essa desavença ente ela e os Solari tem de ser resolvida, e Leona não perderia sua chance de fazer as pazes com sua amada... E de fato, Leona logo a olhou nos olhos e deu seu sorriso tão característico antes de começar a falar.
- Acho que agora podemos conversar...
- Talvez eu aceite uma trégua.
- Então você estaria disposta a voltar para Monte Targon?
- Não.
- Hmm... Nem se eu falasse com meu povo a verdade sobre a existência dos Lunari?
- Seu povo foi meu povo uma vez, então não.
- Você sabe... O tempo passa, as pessoas mudam...
- Pois para mim você continua com a mesma aura pacificadora de sempre... Ainda assim, minha resposta é não.
Mal Leona abria a boca para apontar mais um argumento, Diana fez um sinal negativo com a cabeça, querendo acabar o mais rápido possível com a incômoda conversa. Ela realmente não estava tão à disposição assim de discutir um assunto tão complicado quanto este. Mas nem sua expressão irritada impediu Leona de continuar com sua quase infalível persuasão.
- Devo supor que ainda somos inimigas mortais e nossas contas estão longe de se resolver. Então... Se prepare, Diana!
Usando seu mais falso tom ameaçador, Leona rapidamente se pôs em cima de Diana, segurando o ombro pálido com o braço esquerdo e pondo o direito em posição de ataque, movendo os seus dedos como se quem se preparava para iniciar mais um assalto de cócegas.
- Hah. Não vou discordar de resolver esse impasse em um luta no óleo de oliveira em vez de cócegas...
Diana usou do tom malicioso que Leona tanto amava, e isso a desarmou completamente.
- Não acredito... Sua pervertida! Aposto que você vivia lendo contos eróticos às escondidas na biblioteca!
- Eu também tenho sangue Rakkor nas veias, certo? Mas nada do que li se parece com o que acabamos de fazer...
- Então era a vez de Leona arquear a sobrancelha, e usar seu tom mais lento e malicioso.
- Oh... Acabamos?
- Leona... Você é definitivamente uma legítima e insaciável Rakkor. Mas todo esse tempo sem você quase me fez esquecer de um fato crucial sobre você...
- Hmm? E ele seria?
Leona Estava realmente curiosa.
- Você sabe exatamente onde deixar sua marca...
E Diana inclinou o rosto, mostrando a enorme marca deixada em seu pescoço.
Leona sorriu triunfante ao ver sua obra de arte cravada na pele de Diana, e estava longe de deixar apenas esta marca em uma tela viva tão... Tentadora. E com certeza a Lunari tinha ciência disto.
...O que não a desencorajou Diana a retribuir o sorriso malicioso.
Pondo suas mechas onduladas e teimosas atrás da orelha, Leona fitou Diana com olhos beirando à linha entre a ternura e a voracidade.
- Eu preciso de um banho... O que acha de me acompanhar?
Diana apenas ofereceu sua mão para Leona puxá-la com gosto para fora da cama.
- E pensar que antes você tanto corava só por eu segurar sua mão...
Diana se deixava ser conduzida por Leona sem hesitar.
- Não imaginei que você prestasse atenção em um detalhe tão bobo... E eu não corava.
- Ah, pois corava sim~ Mas pode deixar que eu vou guardar seu segredo.
- Este é nosso único segredo que você precisará guardar a partir de agora... Minha doce manhã.
E Leona fechou a porta do box.
Fin~
A/N:
Espero que tenham gostado desta singela fic do mesmo jeito que eu amei escrever ela~ (e trate ela com carinho tá? tamo precisando de mais amor no mundo huehueheue)
13-11-18 edit:
E me chame de brega e o que mais for amor, mas "Eu Te Amo" (chico Buarque aq de novo pq sim) foi feita pra Diana x Leona sim! s2
E esta foi a primeira fic Diana X Leona que eu escrevi e publiquei, por isso eu tenho um enorme apreço por ela e vire e mexe eu to editando uma coisa ou outra.. Mas creio que dessa vez eu acertei a mão haha!
Cya meu povo!
