N/A: oiiii!
Demorou mas saiu, né? Está aí o POV dos Cullens, espero que gostem. Mas poxa, deixem reviews...... Alguém deve estar lendo isso aki! Sem reviews significa sem inspiração. : (
Pois é, vou parar de reclamar e deixar vcs lerem.
xoxo…manchester_girl
Obs: Eu jah falei q Twilight não me pertence? Não??? Mentira!!! Então tá: Twilight NÃO me pertence!!!
2 – Garoto Interrompido
ROSALIE'S POV
É, essa sou eu: Rosalie Cullen, 18 anos, linda e maravilhosa, pronta pra curtir o verão com meus amigos em uma praia na Espanha.
Correto?
Bom, a primeira parte é verdade, eu sou mesmo linda e maravilhosa (eu sei, modéstia zero)…MAS quanto ao resto, eu posso desistir. Nada de amigos, diversão, garotos, praia e sol. Por quê? Ah, porque vamos nos mudar para Florença, na Itália!!! Ouviram os fogos de artifício? Não?! Lógico que não, né, pois não tem ninguém comemorando! A não ser minha mãe e o italiano com quem ela vai se casar, Carlisle Mazzo.
Tudo começou há um ano atrás, quando minha mãe foi a uma conferência de trabalho na Itália. Duas semanas depois ela voltou parecendo que estava nas nuvens. Me contou tudo o que tinha acontecido com o empresário italiano, disse que foi amor a primeira vista. Ainda bem que ela me poupou dos detalhes. Er…mas voltando ao que eu estava dizendo, eles começaram a namorar, mesmo com a distância, e a coisa deu certo. Ele a pediu em casamento e, com a proposta de trabalho que minha mãe recebeu de um hospital em Florença, tudo ficou melhor ainda. Pra eles, é lógico, porque vai sobrar pra mim e para os meus irmãos, que vamos ter que nos mudar para uma casa cheia de estranhos.
Por enquanto, minha mãe contou essa "novidade" só pra mim, deve ter uns três dias. E hoje ela decidiu que vai falar pro Edward e pro Jasper. Quero só ver a reação deles.
~*~
Voltei da academia e fui direto pro meu quarto tomar banho. Mamãe iria chegar mais cedo do hospital hoje e iríamos todos ter "aquela conversa" na sala. Saí do banho, vesti uma roupa confortável e desci. Minha mãe tinha acabado de entrar.
- Oi, filha, tudo bem por aqui hoje? – ela me deu um beijo no rosto enquanto colocava sua bolsa e maleta na mesa.
- Aham. Primeiro dia de férias, você sabe como que é. Os meninos ficaram a toa o dia inteiro. – eu falei.
- Ah, falando neles… Pode chamá-los pra mim, por favor, Rose? Eu vou só tomar banho e depois nós vamos ter aquela conversa. – minha mãe falou com cara de preocupada.
- É o jeito, né… - reclamei.
- Rose, pensei que você ficaria do meu lado. Sabe como isso é importante pra mim.
- Eu tô do seu lado, mãe, só não me acostumei com a idéia ainda.
- Mas vai se acostumar. Agora vamos, vamos! Vá chamar seus irmãos. – ela subiu as escadas e eu fui pro quarto do Jasper.
O pirralho tava lá, jogando vídeo game não sei desde que horas, acho que nem parou para comer.
- Jazz… - eu entrei e me joguei na cama dele – Mamãe tá mandando a gente descer. Ela tem uma notícia pra dar.
- Ah, logo agora… Tô no meio de um conjunto de acordes aqui. Não tá vendo que vou conseguir o recorde do nível expert? – ele dizia e apertava os botões da sua guitarra, jogando Guitar Hero – E a propósito, vaza da minha cama, você tá contaminando os lençóis.
Aff, Jasper era um nerd maníaco por organização mesmo! De boa, depois que o seriado Friends acabou, a personagem Mônica Geller encarnou nele.
- Ih, Jasper, não enche! – eu levantei e ao sair do quarto dei um tapa na cabeça dele – Desliga esse negócio aí e desce.
- Chata! – ele gritou quando eu já estava no corredor.
- Pirralho! – eu revidei.
Eu mereço esse tampinha no meu pé. Fui pro quarto do Edward. A porta estava fechada, então eu dei duas batidinhas.
- Edward, posso entrar? – abri uma fresta e olhei pra dentro do quarto.
Ele estava no computador e fez um gesto para que eu entrasse.
- E aí, tá tudo bem? – eu perguntei, me aproximando.
Edward assentiu com cabeça e baixou os olhos.
- A mamãe chegou mais cedo hoje. Ela quer conversar com a gente lá na sala, ok?
- Aham. – ele murmurou.
Era difícil conversar com o Edward desde o acidente e a morte do nosso pai. Ele pouco fala e se tornou tão fechado que não conta mais nada pra a gente. Já se passaram 4 meses e parece que ele não consegue esquecer tudo o que aconteceu. Edward não sai mais com seus amigos, não se diverte e até terminou com sua namorada, Tanya. Minha mãe simplesmente não sabe mais como ajuda-lo.
Eu suspirei.
- Então tá, a gente te espera lá embaixo. – eu afaguei seus cabelos e saí.
Ai, espero que essa mudança seja boa pro Edward. Seria bom ter meu irmão de volta.
Desci as escadas e fui esperar na sala. Parei de frente ao espelho, para olhar meu cabelo. Hum, essas luzes que eu fiz nos meus cabelos realmente me deixaram mais bonita, valorizaram minha pele. Será que os salões de beleza na Itália são bons? Preciso continuar com minha sessão de hidratação semanal, afinal, meu cabelo significa 50% das minhas conquistas.
- Nossa, Rose, se olhar mais vai estragar! – só podia ser o pirralho do Jasper me atormentando.
- Jasper, ninguém pediu sua opinião aqui. – dei mais uma olhadinha no espelho e fui me sentar no sofá.
- "Espelho, espelho meu… Existe alguém que se acha mais do que eu?" – ele recitou, imitando minha voz e caiu na gargalhada.
- Cala a boca, Jasper! – atirei uma almofada nele.
Ele continuou rindo e jogou a almofada de volta em mim.
- Ai, seu pirralho irritante! – joguei o restante das almofadas nele.
- Ei, ei! Que bagunça é essa aqui? – questionou minha mãe ao entrar na sala, seguida de Edward.
- É que a Rose tava falando o quanto ela me ama, mãe. – Jasper riu – Quer dizer, o quanto ela "se" ama.
Eu revirei os olhos diante daquele comentário.
- Jazz, pare de implicar com sua irmã. – minha mãe falou, se sentando na poltrona de frente para nós – E Rose, você já é uma moça. Comporte-se.
Edward se sentou do meu lado e nós três ficamos esperando Esme se pronunciar.
- Então, meus amores… - ela suspirou – Tenho uma notícia para dar a vocês. Uma notícia muito boa, na verdade.
- Ah, mãe, eu sabia que você iria me deixar ir para o acampamento Gamers Lovers Camp esse verão. Não precisava ter feito todo esse suspense. – disse Jasper, sorridente. Coitado, mal sabe da ilusão que será esse acampamento.
- Bom, filho, o que eu tenho para dizer não é sobre isso. – minha mãe falou e Jasper ficou em dúvida – É sobre meu relacionamento com Carlisle.
- O italiano bonitão. – falei, sorrindo, e Jasper e Edward olharam pra mim – Qual é, gente, a mamãe me mostrou uma foto! – me expliquei.
- E o que tem ele, mãe? – perguntou Jasper, curioso.
- Bom… Eu e o Carlisle estamos juntos a um ano e a distância sempre foi o impasse que atrapalhou nosso crescimento amoroso. Mas isso nunca afetou nosso sentimento um pelo outro. A prova disso veio quando eu conversei com ele por telefone a uns dias atrás. – Esme fez uma pausa e sorriu levemente – Carlisle me pediu em casamento e eu aceitei.
Sinceramente, vendo minha mãe falar assim, toda sorridente e com os olhos brilhando, me fez ver que ela estava mesmo feliz com essa decisão. Depois de quase 8 anos sozinha, ela se apaixonou novamente.
- Sabe, mãe, eu estou achando isso ótimo agora. – eu disse, alegre, e minha mãe abriu um sorriso.
- Casar? – balbuciou Edward, provavelmente surpreso.
- É isso aí, dona Esme! A mais nova desencalhada de Londres! – Jazz sorriu – Agora só falta dizer que vamos todos morar juntos e felizes no país da bota! Hehehe, não seria engraçado? Hein, Rose? – ele deu um tapinha no meu braço, se divertindo com a situação.
Eu troquei um olhar com a minha mãe. Jasper percebeu e seu sorriso foi diminuindo pouco a pouco.
- Espera aí… - ele nos olhou desconfiado.
- É, Jazz, bem que você poderia trabalhar como vidente. Acertou em cheio. – foi a minha vez de sorrir.
- Eu ia chegar nessa parte agora, Jasper. – Esme falou – Para facilitar, aceitei a oferta de emprego do hospital Santa Maria Nuova, em Florença. Carlisle também achou uma boa idéia e, sendo assim, vamos nos mudar e morar com ele e sua família.
- A gente vai se mudar pra Itália? – Edward perguntou, e se ele tá falando assim, certamente é porque não gostou – Ótimo, mãe, pensei que minha vida não poderia ficar pior!
- Edward, filho… - minha mãe falou com uma voz preocupada – Tente entender. Isso pode ser bom para você… Conhecer uma nova cidade, morar num novo ambiente, se relacionar com novas pessoas…
Edward balançou a cabeça, discordando, e cruzou os braços. Minha mãe deu um suspiro e passou a mão pelos cabelos.
- É… Até que pode ser legal. – Jazz quebrou o clima – Você disse que ele fabrica uns computares maneiros, né?
- Sim, ele tem uma empresa em Roma. – minha mãe riu de toda a inocência do Jasper – E quanto à mudança… Será daqui a umas duas semanas.
Pude ouvir o Edward bufar em descontentamento ao meu lado.
- E ele tem quantos filhos, mãe? – Jazz continuou com o interrogatório.
- Ele também tem três. Duas garotas e um rapaz, todos mais ou menos da idade de vocês. – Esme respondeu – Tenho certeza de que vão se dar bem.
- Beleza, então. Será que a gente pode jantar agora? – Jasper se levantou e minha mãe pareceu aliviada por ele não ter ficado chateado.
- Claro, claro. Podem ir para a mesa que eu mando servir.
Edward se levantou e foi em direção as escadas.
- Eu não estou com fome. – ele falou e subiu, provavelmente indo pro quarto.
- Edward! – minha mãe chamou e fez menção de ir atrás dele.
- Mãe, deixa. Ele precisa ficar sozinho. – eu disse segurando em seu braço.
Ela hesitou por um instante.
- Tem razão. – sua face demonstrava tristeza – Vem, vamos jantar.
~*~
N/A: Oiiii! Desculpa interromper, mas eh um aviso rápido. Esse POV do Ed tem spoilers do filme "Paranóia" (quem nunca viu, assista, pois eh mto bom e eh com o gato do Shia LaBeouf). Portanto, a cena do acidente de carro não me pertence e eu só fiz umas modificações para que ela se encaixasse no contexto da minha história. Agora vou parar de encher o saco de vcs, podem continuar lendo!
EDWARD'S POV
Nesse fim de semana, eu viajei sozinho com meu pai. Rose e Jazz estavam muito enrolados com uns trabalhos de recuperação do 2º trimestre e como eu não tinha esse problema, pois era estudioso, pude ir com meu pai, Charlie, até Worcester, cidade onde ele morava.
Ele me levou para pescar no rio Severn, nos arredores da cidade. Eu adorava passar esse tempo com ele. Desde que minha mãe e ele se separaram, eu só via ele nos fins de semana e feriados. E era sempre muito legal. Meu pai levava meus irmãos e eu a shows e cinemas, nunca desperdiçando um minuto sequer. E hoje estava sendo ótimo.
- Pai, esse é dos grandes. – eu disse, ao ver um peixe se aproximar da minha isca – Resolveu aparecer.
- Vai, da esquerda para a direita. – meu pai me guiava – Você consegue.
- Está circulando. – falei vendo o peixe rondar a isca.
- Só depende de você, Edward. Ponha a isca na frente dele.
- Pai, está me atrapalhando. Não o assuste. – tentei me concentrar – Isso!
- Foi perfeito.
- Está mordendo! – o peixe pegou a isca e começou a se mexer mais.
- Deixe a corrente levar. – meu pai falou, mas o peixe estava descontrolado.
Tentei enrolar a linha, mas o infeliz carregava a vara pro outro lado e se debatia na água. Quando, depois de mais algumas circuladas do peixe, a linha se rompeu.
- Não acredito! – eu disse, vendo o peixe fugindo com a isca.
- Fez tudo o que podia, filho. Às vezes eles escapam. – meu pai pôs a mão no meu ombro – Venha, vamos fazer uma pausa.
Fomos para a margem do rio, pegar uns refrigerantes.
- Sério, acho que preciso de um curso sobre como pescar que nem gente. – brinquei e dei um gole na minha bebida.
- Que isso, filho. Mais um curso na sua agenda e você não vai dar conta da escola. – ele falou.
- É, acho que tem razão.
Ficamos em silêncio por um instante, só observando a paisagem.
- Sabe… Gostei de não ter saído com seus amigos…para ficar com o coroa aqui. Final de trimestre na escola, sei como é… Tem muitas festas… - ele se virou pra mim.
- Não me forçou a vir. – falei a verdade.
- É. Mas eu gostei. – ele sorriu.
- Também gostei. – a gente brindou com as garrafinhas.
- Então… Quer conversar sobre alguma coisa? – ele perguntou e começamos a rir – O quê?
- Chegou aquela hora? – eu ri, me referindo aquelas conversas de pai e filho.
- Não, deixe para lá.
- Não, não! Estou a fim. – nós dois rimos de novo.
- Bom, você ainda está namorando aquela garota? Qual é o nome dela mesmo?
- Tanya. – respondi.
- Sim, Tanya… Tanya… - ele se lembrou – E vocês dois estão bem? Você gosta dela?Estão se protegendo? – seu tom ficou mais sério na última pergunta.
- Pai, relaxa! Você não será avô, pelo menos não da minha parte. – eu sorri e depois olhei para a paisagem do lago – Mas, falando sério agora… Eu não sei por que estou com ela. Assim…líder de torcida não é meu tipo. Só não consigo sentir nada a mais por ela, sabe?
- Sim, eu entendo. E você merece alguém melhor que ela, Edward. Sem ofensas a Tanya, é claro! – ele riu e colocou a garrafa vazia de volta na mochila – Mas não se preocupe, um dia vai achar a garota certa e se apaixonar.
Nós dois sorrimos e em seguida ele deu um tapinha no meu ombro.
- Agora deixa de moleza! Vou te ensinar a pegar uns peixes de verdade! – pegamos as varas e voltamos pro meio do rio.
Ficamos mais algum tempo lá e depois resolvemos ir embora. Colocamos as mochilas e equipamento no carro do meu pai, um utilitário da Ford.
- Posso dirigir? – perguntei.
- Claro. Toma! – ele me deu as chaves – Vamos ver se já gravou o caminho até a casa do seu velho pai aqui. – ele sorriu.
Então guiei o carro pelas estradas, de volta para Worcester. Não era muito longe e com certeza chegaríamos antes do anoitecer. Ficamos conversando sobre várias coisas durante o caminho e eu comecei a falar do quanto estava com fome.
- Quando chegar, vou fazer o meu prato especial: peixe à milanesa salada e purê de batata. – ele disse com um sorriso.
- Mal posso esperar! É o melhor peixe frito da Inglaterra. – nós dois rimos e vi pelo retrovisor uma picape preta, que me ultrapassou a toda velocidade.
- Olha só esse cara! – falei, vendo que o motorista ficou bem na minha frente, quase colado.
- Qual é! Babaca! – meu pai reclamou pela janela.
De repente, na curva, a picape freou bruscamente, desviando de um carro prata que estava parado. Quando vi, já estava em cima e não deu para evitar a batida. Bati na traseira do carro prata e nosso carro voou, capotando duas vezes e caindo de cabeça pra baixo no meio da estrada. Os estilhaços do vidro cortaram minha pele, principalmente rosto e mãos, e eu sentia minha perna doer.
- Filho, você está bem? – meu pai me perguntou, com a testa sangrando. Ele tentava se livrar do cinto e eu fiz o mesmo.
- Pai… - eu não conseguia sair.
Foi aí que escutei uma freada brusca e uma picape vermelha vindo em nossa direção.
- Edward! – foi a última coisa que meu pai disse antes do carro nos atingir em cheio, bem do lado do passageiro.
Senti minha cabeça sendo chocada contra a lataria e uma dor imensa tomou conta de mim; meu corpo todo sendo sacudido pela colisão. Apesar da dor, juntei o restante das forças e consegui sair pelo vidro da minha janela. Me arrastei para fora das ferragens e vi que havia um rasgo enorme na minha calça e minha camisa estaca cheia de sangue. Apoiando na perna que não estava doendo e dei a volta no carro. Precisava ajudar o meu pai. Gemi de dor e me agachei até a porta dele, olhando para dentro do veículo.
- Pai?
Eu não acreditava no que via. Caí sentado no asfalto enquanto os outros motoristas gritavam e chamavam por ajuda. Mas eu não ouvia mais nada, não conseguia me mexer.
- Ei, garoto! Você está bem? Estamos chamando uma ambulância! – gritou uma mulher.
Não consegui responder. As lágrimas caíam pelo meu rosto e toda a dor física não se comparava ao que eu estava sentindo agora.
Meu pai… Ele estava morto.
Acordei num salto, me sentando na cama. Estava suado e ofegante; as lembranças frescas na minha memória. Olhei no relógio, ainda não passava da meia-noite.
Era assim, toda noite. O mesmo sonho. Ou pesadelo, se preferir. Eu não conseguia esquecer de tudo o que aconteceu naquele dia. E mais, não conseguia deixar de me culpar pelo o que aconteceu. Isso me consumia por dentro.
Saí do meu quarto e fui para a cozinha. Estava com fome, já que não tinha jantado, depois de receber aquela notícia da minha mãe. Não acredito que ela vai casar com um cara que conhece a pouco mais de um ano. Ainda por cima depois de ter mantido um relacionamento à distância! E como se não bastasse, vamos nos mudar para a Itália e morar com pessoas desconhecidas. Inacreditável!
Eu só queria escapar, fugir de tudo isso. Fugir da escola, das minhas responsabilidades, da minha família… Da minha vida. Nada mais importava pra mim. Sei que posso estar sendo egoísta com a minha mãe e até mesmo com meus irmãos, mas…eles não entendem, não sabem como eu me sinto; eles não estavam lá.
Comi o sanduíche que preparei e voltei pro quarto. Agora eu só pedia por um sono sem sonhos e que o dia amanhecesse logo. Amanhã eu já teria que começar a preparar minhas coisas para essa "mudança".
Hum, se você pensa que as coisas não podem ficar piores… Acredite em mim, elas ficam!
~*~
N/A: hi there!!!
Credo, que Edward depressivo e mal-humorado, né?? Mas a gente tem que entender, ora. O cara tem seus motivos.
Agora chega de baixo astral! Temos que animar essa bagaça aki!!!!!!!!!!!!!!!
Próximo cap., que já está em andamento, será postado lá pro meio da semana. Aí vai um up do que está por vir:
*Um pouquinho do Jake e da Bella ; )
*O tão esperado encontro das duas famílias
*As maluquices do Emmett e da Bella e mais…
É isso aí, povo. Para melhorar é só mandar reviews!!!! Sim, cliquem no verdinho! Mandem suas dúvidas, sugestões, críticas… Escrevam o que quiserem!
Valeu pelo apoio e continuem lendo.
xoxo…manchester_girl
