Atenção: Momento hot chegando! Preparem-se meninas, parece que a Bella não resistiu muito.

Capítulo 3

— Você voltou para concluir? — Isabella perguntou quando Edward entrou na loja na hora certa, na noite seguinte.

Um sorriso parou nos lábios de Edward e Isabella estava aliviada que ele parecia estar de bom humor. Ela tinha medo que ele ainda estivesse chateado depois da noite passada.

— Provoque a dor, querida. — Edward disse, encolhendo os ombros de seu casaco. Como na noite passada, ele estava em uma sólida camiseta, mas agora era de um verde, parecido com grama, que fazia o verde em seus olhos parecerem muito mais penetrantes, como se ele realmente precisasse de algo para torná-lo mais atraente, porra. Ele manteve os olhos nela enquanto ela avaliava o sorriso arrogante que ele manteve em seu rosto, provavelmente porque sabia que ela estava o assistindo. Ele estava realmente começando a irritá-la. Foda-se.

Ela caminhou em direção a ele, mantendo os olhos sobre ele e uma expressão impassível no rosto. Ela passou por ele, caminhou até a porta, e virou a fechadura.

Edward levantou uma sobrancelha para ela.

— Tire sua cabeça fora de seu traseiro. — ela revirou os olhos — É só nos dois hoje à noite eu não vou aturar alguém entrando enquanto eu estou trabalhando.

Edward levantou as mãos em sinal de rendição, como se tivesse o tempo todo tentando suprimir uma risada. — Eu não disse nada.

Os olhos castanhos de Isabella ardiam, quentes e com raiva, depois se transformaram em fendas. — Você não precisava.

Rebolando, ela passou por ele, seus olhos estavam sem vergonha enquanto eles observavam cada movimento de cada músculo de seu corpo. Ela ainda podia sentir seus olhos sobre ela enquanto ela caminhava pelo corredor e ela amaldiçoou suas bochechas malditas quando sentiu o aumento de calor no rosto.

Edward seguiu de volta para sua sala e ele já estava sem camisa quando ela se virou para encará-lo. Ele estava propositadamente tentando ser sexy e droga, ele estava conseguindo.

— Vá em frente e vire-se que eu vou alinhar a transferência.

Ele virou-se lentamente e ela deu um passo para ele. A tatuagem inacabada que se espalhava pelos suas costas já parecia bonita. Ela mudou o olhar apreciativo das costas para os quadris estreitos e para baixo, para sua bunda. Ela tinha o desejo de arranhar as unhas nas costas e prender os dedos na cintura da calça jeans. Droga. Em vez disso, ela esfregou um algodão embebido em álcool através da sua pele. Arrepios surgiram em seus braços e pela extensão de suas costas quando ele chupou uma respiração afiada.

— Merda isso é frio. — ele bufou.

— Não seja um maricas. — Ela continuou a limpar com o algodão frio encharcado sobre suas costas observando os músculo flexionarem e apertarem sob seu toque.

Outro desejo a invadiu e ela se viu querendo roçar a boca sobre suas costas e sentir explodir hálito quente em sua pele, mas ela não o fez. Ela colocou o papel de transferência nas costas e cobrindo a tatuagem que tinha feito ontem. Ele não era tão sexy como ela pensava, mas o contato ainda fazia seu corpo enrijecer. Ela apertou o papel em sua pele e depois, lentamente, puxou.

Assim que ela se afastou, Edward se virou e deu um passo em direção a ela, encurtando a pequena distância que havia entre eles.

Isabella era alta. Ela ficava quase com 1,78 de altura, quando ela estava usando seus saltos de 10 cm, isso ela sempre estava com eles, e Edward ainda era uns bons 12 centímetros maior. Sua cabeça estava inclinada para baixo em direção a ela e ele estava olhando para ela, os olhos, a boca, em seguida, volta para os olhos e, por um momento, ela pensou que ele ia beija-la, ou pelo menos tocá-la, mas ele não o fez.

Ela queria que ele a tocasse, mas, ao mesmo tempo, ela não queria. Era como se estar perto dele causasse uma maldita crise de hormônios.

— Você tem um problema de espaço pessoal? — ela perguntou, dando um passo para trás.

— Não acho que seja um problema. — ele disse com sua expressão séria e intensa.

Foda-se.

— Talvez não para você. — ela desafiou, porque com certeza era um problema para ela. Ela estava tentando manter o controle da situação e parecia ter se deixado envolver, em seguida, ele ia ter que manter distância. Ela até pensou que ter um caso com ele estava tudo bem, e ela se arrependeu pensando que Billy tinha colocado a ideia em sua cabeça. Isabella tinha rompido com os homens e tudo que vinha junto com eles: encontros, sexo, romance, e, definitivamente, o amor. Se ela pudesse suportar outras fêmeas então talvez ela pudesse se tornar uma lésbica, mas inferno, ela quase não gostava de ser amiga de mulheres, que ideia absurda.

Ela afastou-se dele para preparar sua área de trabalho, tentando ignorar o anjo irritante apoiado em seu ombro direito, não conseguindo abafar as palavras e insultos do demônio que estava empoleirado em seu ombro esquerdo, dizendo-lhe para inclinar para a frente e passar suas mãos para baixo pelo comprimento do seu corpo. Ah, inferno.

~~x~~

— Então, quanto tempo você acha que vai levar para você terminar? — Edward perguntou quando ele se sentava na cadeira, mas manteve-se de frente para ela. Ela estava de costas para ele, mas ele poderia dizer que ainda estava afetada por ele, e ele adorou. Ela estava olhando para ele de forma diferente esta noite. Ela ainda era sarcástica, mas seus olhos estavam um pouco mais suaves. Ela deu-lhe a mão e ele definitivamente queria o braço.

— Estou quase pronta. Eu só preciso adicionar os nomes dos soldados mortos e terminar um pouco da sombra. Eu diria que uma hora. — Ela se sentou em seu banquinho e rolou em sua direção. — Vire-se.

Ele olhou para ela uma última vez, permitindo-lhe vê-la por dentro. Ele queria que ela soubesse exatamente o que estava correndo em sua mente.

Seu cabelo estava solto hoje, e ele não poderia decidir se ele gostava mais assim ou do jeito que ela estava ontem à noite. Quando estava para baixo, roçando na parte superior de seus seios lhe dava visões dele pegando punhados em suas mãos, mas quando ela o usava preso ele podia ver seu longo pescoço e sua clavícula delicada. Era uma situação ganha-ganha de qualquer maneira.

Ela estava vestindo um suéter cinza e preto despojado que pendia de seu ombro esquerdo e isso permitia a visão de outra tatuagem e ele tinha certeza que arrastava para baixo do braço inteiro. Ela estava com outra calça que poderia muito bem ter sido pintada, mas estas eram de algodão preto e, claro, seus sapatos me fode de hoje eram da cor de cereja, o mesmo tom de vermelho de seus lábios.

Depois de toda a imagem dela entranhada em sua mente, ele se virou e apoiou os braços sobre o espaldar da cadeira, mantendo o rosto virado para o lado, descansando em seus pulsos, para que ele pudesse vê-la.

Isabella rapidamente começou a trabalhar em suas costas e a sensação de queimação da agulha rasgando sua carne era uma distração sem graça, apenas chata.

Edward gostava de ve- la trabalhando. Ela mordia o canto do lábio inferior e inclinava a cabeça enquanto se concentrava. Suas mãos eram gentis, mas precisas e hábeis quando ela, cuidadosamente, moveu a pistola elegantemente em suas costas, como se estivesse escrevendo uma carta de amor sagrada. Ela lambia os lábios de cereja cada vez que ela se inclinava para trás para admirar o seu trabalho e ela cantarolava baixinho para si mesma o que parecia ser a música mais desafinada conhecida pela humanidade. Quando não estava cuspindo fogo, a dureza em torno dela suavizava como se estivesse perdida em seu próprio pequeno mundo e ela brilhava ainda mais. Ele gostava dela mal-humorada, mas ele podia ver a calma sob a tempestade que consumia Isabella, e ele estava determinado a manter isso.

~~x~~

Oh inferno, isso foi ficando um pouco intenso. Ela sentiu o calor do olhar de Edward, e ela teve muita sorte de ser capaz de manter uma mão firme. Isabella não falava com ele. Falar iria atrasá-la e ela precisava do homem fora de sua cadeira, fora da loja, e de sua mente. Ela já sabia que o último dia ia ser do caralho e impossível. Seus olhos sobre ela eram como uma droga que estava rapidamente se tornando viciante e ela ainda tinha três meses para ficar longe de homens, e se passaram seis meses desde que ela teve sucesso em diminuir as necessidades de seu corpo. Sim, tirá-lo de sua mente ia ser difícil.

— Você está muito quieta esta noite. — Sua voz saiu de sua boca em um ronronar masculino que a fez involuntariamente apertar suas coxas.

— Eu só quero conseguir acabar isso.

Ela mordeu as palavras para não gritar com todos seus pulmões.

— Isabella. — ele sussurrou, e o modo como seus lábios acariciaram seu nome enviou um arrepio pela espinha dela, que ela não podia ignorar. Um que não bastava criar um caminho e arrepiar até o centro de seu corpo, mas que levantou cócegas macias entre as pernas.

— Eu preciso de uma pausa, já volto.

Ela levantou-se e saiu da sala sentindo a necessidade de colocar algum espaço entre eles.

Isabella se dirigiu para a porta dos fundos, que levava para o beco onde todos na loja, aproveitavam as suas pausas para fumar de hora em hora. Ela não parou para pegar o casaco da sala de tatuagem e o ar frio de inverno começou a açoitar seu corpo aquecido, trazendo-a de volto ao estado mental que ela parecia estar. Isabella ficou ali, respirando o ar cortante em seus pulmões, permitindo que a noite a acalmasse.

Ela nunca teve tal tensão sexual, com alguém antes. Talvez porque ela soubesse que não podia permitir entregar-se a ele, ou talvez fosse porque, pela primeira vez desde que ela tinha 17 anos de idade, ela estava se permitindo pensar em estar com outro homem.

Isabella conheceu Jacob, seu ex noivo, no fim de seu último ano do colegial, quando ele andava em sua moto, voando com ela na garupa fazendo as promessas de sempre, tal como todas as outras meninas acreditavam em um "final feliz de conto de fadas". Jacob também vinha do mesmo bairro que Isabella e seu registro juvenil e seu GED* não indicavam que ele iria para a faculdade em breve.

N/A: Diploma do Ensino Médio

Isabella mal era capaz de pagar suas mensalidades na faculdade da comunidade para aulas de arte.

Jacob estava determinado a fazer algo por si mesmo. Ele estava determinado a dar o fora daquela cidade parada e fazer algo melhor com sua vida, para dar algo melhor a Isabella. Ela estava arrastada pela ideia de tudo isso, e ela tinha temor da ambição de Jacob. O Exército fez bem a ele, também. Seis anos depois, ele era um sargento perseguindo rapidamente seu caminho até a escalada de promoção, mas suas raízes o trouxeram de volta para ser como qualquer outro pedaço de merda de homem que cresceu em seu bairro. Ele fodeu com a vida dela e quem sabe se era mesmo a primeira vez. O exército tinha os separado por muito tempo nos últimos seis anos. Bom, isso era o que ela precisava ser lembrada exatamente do porque não havia nenhuma maneira no inferno que ela se envolvesse com um soldado de novo, mesmo que fosse apenas para sexo.

Isabella respirou fundo e esfregou as mãos para cima e para baixo com os braços para circular o sangue congelado em suas veias novamente. Ela precisava parar de ser uma menininha de merda e voltar lá para terminar seu trabalho.

Isabella puxou a pesada porta, o suéter cobrindo a mão quando ela segurou a maçaneta fria. O ar quente da loja queimou suas bochechas quando ela entrou. No momento em que a porta se fechou atrás dela ela se encostou contra a porta, endireitando as costas contra a pressão. Instantaneamente um par de mãos agarrou sua cintura e, ao mesmo tempo, um par de lábios se fecharam em torno de sua boca. Isabella não teve um segundo para processar a cadeia de eventos que estavam ocorrendo antes de sua mente entrar em parafuso e do sangue deixar seu cérebro e correr rapidamente por todo o seu corpo, com todas suas terminações nervosas com uma sensação louca de prazer completo.

Seus olhos fecharam automaticamente e as próprias mãos correspondendo ao toque e deslizando até o peito nu que estava pressionado contra ela. Ela sentiu um arrepio crescer sob seus dedos e isso a fez sentir baque do coração contra as costelas. Edward a estava beijando. Não, ele não estava apenas beijando, ele estava consumindo-a. Ele a estava tocando e a forma como as suas mãos estavam no corpo dela era certo, pelo menos agora, e ela decidiu ignorar o anjo irritante ainda empoleirado em seu ombro, dando razão ao diabo maldito que estava sorrindo com satisfação.

Isabella abriu os lábios e roçou sua língua através do lábio inferior de Edward, que causou o mais sexy gemido de merda fazendo barulho em sua garganta. O gemido fez suas costas arquearem, pressionando seus seios com força contra seu peito enquanto ela colocou as mãos ao redor da parte de trás do seu pescoço, puxando-o para mais perto dela.

Suas mãos deslizavam pelo corpo dela, ele segurou sua bunda, levantando-a do chão.

Em algum lugar no fundo de sua mente, um pensamento de suspeita piscava, dizendo a ela que não deveria estar fazendo isso, mas naquele momento, ela não dava a mínima. Ele era todo mãos e boca e desejo, porra, e agora, isso era o que ela queria. Ela enrolou as pernas em torno de sua cintura, e ela podia sentir a protuberância em sua calça jeans grossa, contra o tecido fino de sua legging. Oh, tem sido um longo tempo desde que a porra de seu corpo sentiu a invasão de um homem e ela estava tremendo, com a ideia dele dentro dela.

Ela apertou as pernas ao redor de sua cintura empurrando seus quadris para ele para que pudesse senti-lo mais.

Edward xingou sob sua respiração e inclinou-se para Isabella, liberando as mãos por debaixo dela e movendo-as para seus seios.

Seu peso estava esmagando-a contra a porta fria, mas ela não se importava, ela o acolheu. O sentimento deste homem devorador dentro dela foi o suficiente para fazê-la esquecer o seu nome, e muito mais o fato de que ela não deveria fazer isso.

Suas mãos agarraram seus seios com tal força que foi doloroso, só que ela gostou e queria mais.

Ela gemeu em sua boca, fechando os lábios em torno de sua língua e sugando rígido. Quando ela soltou, foi para morder seu lábio inferior.

Edward moveu sua boca para a garganta, logo abaixo do queixo. — Você está me matando aqui, querida. — ele respirou contra sua pele, enviando picadas quentes de prazer em cascata por seu corpo até que ele se estabeleceu em seu estômago.

Ela não respondeu, ela não podia. Ela apenas inclinou a cabeça para trás e permitiu-lhe fazê-la delirar com sua boca. Ele lambeu e chupou sua pele macia até que ela estava tonta.

— Sala de desenho, agora. — ela ordenou, finalmente capaz de encontrar sua voz através da parede grossa de sedução que foi nublando a sua capacidade de se lembrar como falar.

~~x~~

Edward não disse nada. Em vez disso, ele apoiou as mãos na porta, uma de cada lado da cabeça de Isabella. Ele se afastou de seu pescoço e olhou-a com nos olhos, procurando a menor dúvida.

Ele sabia que esta mulher reagia a ele, mas ele, com certeza nunca teria imaginado que ela iria aceitá-lo tão facilmente. Quando ele levantou as sobrancelhas para ela, esperando que ela fosse vacilar no seu comando, ela segurou seu olhar com o par mais bonito de olhos castanhos que ele já viu.

Quando ele teve certeza de que ela não estava indo saltar de seus braços mudando de ideia, ele passou os braços em volta dela e voltou para a sala de desenho. Ela aproveitou esse pequeno tempo que ele não estava focado em seu corpo e usou para cravar os dentes ao longo de seu ombro. Seu cabelo correndo através de sua bochecha e ele podia sentir o cheiro doce de seu xampu, mas com o calor do seu corpo enrolado em torno de sua cintura, ele não poderia se concentrar em outra coisa que não a necessidade de deita-la no sofá. Ele precisava tocá-la, saboreá-la.

Edward fez o caminho para a sala de desenho, andando através da escuridão até suas canelas atingirem o sofá. Ele abaixou-se e Isabella não hesitou deslizando em cima dele. Seu corpo era pequeno debaixo dele, independentemente de sua altura, com ela moldada no couro preto quando ele apertou seus lábios em seu ombro.

Ele queria puxar as roupas de seu corpo e enterrar-se dentro dela até que ela gritasse seu nome e ele desmaiasse de prazer, mas ele sabia que não podia; pelo menos ainda não. Mas fazê-la gritar o nome dele, era o que ele poderia fazer agora.

Edward fez o traçado sobre o lado de seu pescoço até que chegou a seu ouvido. — Eu quero sentir você. — ele sussurrou, tocando-a através de suas calças de algodão fino.

Sua respiração engatou e ele levou isso como um sim. Ele passou os dedos sobre a barriga lisa, deleitando-se com a sensação de seu corpo tremendo ao seu toque. Ele enfiou a mão sob a cintura de suas calças e avançou a mão para baixo, até que chegou ao calor que estava desejando. Ele amaldiçoou a si mesmo quando ele sentiu a pequena quantidade de renda que a cobria. Ele tinha o desejo de arrancar aquelas maldita calça para longe de suas longas pernas, para que ele pudesse olhar para o material tentador que estava cobrindo muito pouco dela, mas ele sabia que estava prestes a perder o seu controle e seus olhos estavam envolvidos.

Seu polegar deslizou suavemente sobre a renda e ele podia sentir como ela estava pronta para ele. Ele sorriu contra seu pescoço, amando o modo como seu corpo respondia a ele.

Ele empurrou a renda de lado e suavemente deslizou seus dedos dentro dela. Ele prendeu a respiração quando ela imediatamente apertou ao redor dele. Porra, ela se sentiu bem. Fazia muito tempo desde que ele tinha sentido o corpo de uma mulher como esta.

A cabeça de Isabella caiu para trás e seu corpo balançava contra sua mão quando ele girou os dedos, encontrando o ponto exato que parecia deixá-la sem sentido. Ele ficou lá, acariciando-a com as pontas dos dedos, sentindo-a tremer debaixo dele.

Com cada golpe, um pequeno gemido escapava de seus lábios. Edward apertou o seio e sua determinação começou a escorregar cada vez para mais longe.

— Eu preciso te provar, e eu preciso fazer isso agora. — Edward disse, levantando a cabeça do pescoço de Isabella para que ele pudesse olhá-la nos olhos, o tempo todo mantendo seus dedos no lugar. Ele enfiou mais para dentro dela e esfregou a palma de sua mão contra ela.

Ela gemeu de novo, estava ofegante e ele sabia que ela estava chegando perto. Ele diminuiu a fricção dos dedos, mantendo os olhos sobre ela, à espera de permissão.

— Por favor? — ela sussurrou.

— Por favor, o que, baby?

— Sim. Agora, por favor. — ela implorou, e ele adorava ter conseguido fazer aquela mulher de traseiro duro implorar para ele.

Sem perder mais tempo, ele retirou os dedos e arrastou as mãos pelas pernas até que chegassem aos tornozelos.

— Eu odeio ter de tirar. — disse ele, deslizando os sapatos do saltos vermelhos de seus pés. Ele levantou o pé até boca e lambeu a parte de dentro de seu calcanhar até seu dedo do pé. Ela riu suavemente e foi um doce som, que ele gostava muito de fazê-la rir, ele tinha certeza de que ela não ria muitas vezes.

Ele soltou o pé e fez o mesmo com outro até que ambos os saltos estavam fora e ele estava deslizando suas calças de seus quadris.

— Talvez eu possa fazê-la usar os sapatos em algum momento. — disse com um sorriso firmemente plantados no rosto.

Isabella olhou furiosa para ele, seus olhos apertados em fendas, fazendo Edward rir.

— Ok, ok. — disse ele, embora eu tenha a maldita certeza que vou tentar. Esses saltos eram demasiado quentes para não vê-los combinando com o seu corpo nu. O pensamento quase o fez colocá-los de volta nela, quase, mas a necessidade de colocar a sua boca sobre ela venceu.

Ele puxou o tecido colante de seu corpo e olhou para ela usando a luz do corredor para auxiliar seus olhos, e foda-se aquelas pernas eram sexy antes, mas vê-las agora, nua e linda, tinha que duvidar da sua imaginação, pois era ainda melhor do que ele pensava. Elas eram longas, delicadas e cremosas. A ideia delas ao redor de seu corpo novamente vieram à tona em sua mente, mas não haveria tempo para isso.

Uma tatuagem no lado de suas costelas aparecia na parte inferior de seu suéter e continuava até o fim de seu quadril e coxa. Ele desejou ter perdido um segundo para acender as luzes para que ele pudesse admirar a arte cobrindo seu corpo bonito.

— Edward. — Isabella suspirou, fazendo-o quebrar o olhar de suas pernas. O som de seu nome saindo de sua boca era o mais sexy de todos os sons que ele já ouviu. Tudo sobre essa mulher estava causando arrepios que irradiavam por todo o corpo e era difícil para ele permanecer centrado, mas ele ia se matar.

Ele passou as mãos por suas pernas parando em seus joelhos para espalhar as suas pernas abertas para que ele pudesse ficar entre elas. Sim, a renda mal estava cobrindo e estava fazendo exatamente o que ele esperava, tornando seu controle vacilante. Faz tanto tempo desde que ele tinha estado com uma mulher, a necessidade era quase dolorosa, especialmente com a beleza que era Isabella espalhada, aberta diante dele.

Mas isso não era apenas sobre ele, sua necessidade de fazer as coisas e ver seu corpo estremecer era ainda mais essencial.

Isabella enfiou os dedos nas alças finas que cobriam seus quadris e ele ansiosamente puxou as malditas calcinhas para fora.

A visão dela aberta derrubou seus sentido. Ela era linda.

Sua boca estava sobre ela no momento seguinte. Ele foi implacável com ela, acariciando-a com a língua, trabalhando com ela até que ela estava quase lá e, em seguida, retrocedendo, trazendo-a lentamente para que ele pudesse repetir tudo de novo.

— Edward, porra... ... ugh, não pare...

Isabella mordeu as palavras como se cada sílaba fosse uma adaga. Seu corpo estava tremendo. Ele sabia que tinha chupado tempo suficiente, e ele estava morrendo de vontade de tê-la desfeita contra sua boca. Ele deslizou um dedo dentro dela, achando aquele lugar que ele sabia que iria mandá-la sobre a borda quando ele rodou sua língua sobre seu clitóris.

Suas mãos voaram para sua cabeça e suas unhas cravaram em seu couro cabeludo, ela tremeu contra ele e gritou. Foi o momento mais perfeito que ele teve, desde que partiu para a guerra. Sentir essa mulher perder-se com ele era exatamente o que ele precisava.

~~x~~

Santo caralho... esse foi simplesmente o orgasmo mais incrível que ela jamais tinha experimentado. A maneira urgente que Edward a devorou foi avassaladora. Era como se ele estivesse passando fome por ela. Jacob nunca a tocou assim. Ele nunca a fez sentir que se importava com ela, e ela estava prestes a explodir. Ele nunca a fez se sentir como se não pudesse obter o suficiente dela. Ele com certeza não passou o tempo tentando fazer o mundo girar sobre seu eixo. Mas Edward ... ele era ... ele fez ... foda ele era bom, e ela só conheceu sua boca. O que seria quando se ele usasse o seu corpo, quando ele apertasse dentro dela? Ela precisava. O pensamento a fez se contorcer e um gemido rolou para fora de sua boca.

— Porra, querida. — Edward disse, beijando o caminho até seu estômago, empurrando a camiseta com as mãos. — Você ainda está tremendo. — Ele enlaçou sua cintura, deslizando seu braço debaixo dela, agarrando-a e puxando-a para seu peito enquanto ele se deitava ao lado dela. Este simples toque, este simples movimento fez seu corpo congelar como se ela estivesse atordoada com a água da geleira.

— Não. — ela protestou, pedindo para seus membros descongelarem para que ela pudesse afastá-lo.

— Que? — Edward estava cheio de preocupação, que a fez soltar os músculos do estômago.

— Não me segure. Isto não é... apenas... não. — Ela finalmente encontrou alguns músculos que pareciam estar em funcionamento e ela moveu o corpo até que foi pressionada para o canto do sofá.

— Eu não entendo. — Edward sentou-se dando-lhe o espaço que ela tanto precisava, — Eu pensei que você estava se divertindo. Eu pensei que você queria isso. — Houve uma aresta na sua voz, uma que ela não entendia.

— Eu...

— Isabella? — Uma voz falou a partir do outro quarto.— Foda-se. Alice... — Isabella sussurrou urgentemente.

Edward saltou do sofá escondendo Isabella com seu corpo. Ele se inclinou, pegou suas roupas do chão, e entregou a ela.

— Quem? Eu pensei que você tivesse trancado a porta? — Edward estava firme e imóvel diante dela enquanto ela rapidamente vestiu suas calças.

— Eu tranquei, mas é a filha do patrão. Ela tem uma chave. — Isabella levantou-se e deu um passo em seus calcanhares.

Edward baixou os olhos e os lábios levantaram nos cantos. — Sim, eu prefiro com emoção.

— Cuidado, soldado.

— Isabella, você ainda está aqui? — Alice chamou, com a voz mais perto da sala de desenho e Isabella ficou grata por Jacob ter aparecido.

— Sim! — Isabella se apressou passando por Edward como um raio, indo para o corredor deixando a luz acesa na sala de desenho e indo em direção de Alice.

— Aí está você. O que você está fazendo? Será que você não me ouviu? — Alice perguntou, pulando um passo para trás.

— Foda-se Alice, você me assustou. Eu estava reimprimindo meu projeto. Eu pensei que você estivava vindo, às 10:00.

— São 10:00. — disse Alice, olhando por cima do ombro de Isabella para ver seu excitado Capitão América. Alice levantou as sobrancelhas que chegaram ao seu couro cabeludo enquanto olhava de Edward para Isabella.

— Estou quase pronta. — Isabella encontrou os olhos de Alice como um leão da montanha olhando para sua presa. Se Alice falasse o que Isabella sabia que ela estava prestes a dizer, então Isabella iria atacar. Ela não estava no clima para isso.

— Okaay. — Alice falou arrastando as palavras e seguiu Isabella de volta para sua sala. Alice era uma das únicas mulheres que Isabella realmente poderia ficar perto e dizer que era uma amiga.

Inferno, ela era a única amiga mulher que Isabella tinha para falar esse assunto. Ela era apenas 2 anos mais jovem do que Isabella, mas ela era legal pra caralho. Ela não se intrometia ou fofocava ou se lamentava como a maioria das mulheres. Ela era real.

Ela era simples, sem tatuagens, sem piercings, seu cabelo era preto e seu rosto raramente usava maquiagem raramente um rímel em seus cílios. Ela não precisava de nada dessa merda de qualquer maneira, ela tinha uma beleza natural.

Além do fato de que ela ser pequenina como seu pai, você nunca teria imaginado que Harold, o proprietário da loja de tatuagem, era o pai dela.

— Quanto tempo mais você vai ficar? Coloquei meus saltos apenas para você e eu estou pronta para sacudir a minha bunda. Além disso, eu tenho um encontro com Jasper que é tudo de bom e ele está pronto para nos levar para divertir . — Alice entrou e plantou sua bunda em uma das cadeiras na sala de Isabella.

— Quem é Jasper? — Edward perguntou, caminhando na sala após depois de Alice. Havia um tom ligeiramente territorial em sua voz que fez a velocidade cardíaca de Isabella aumentar.

— Não é da sua conta. — Isabella gritou, apertando os olhos para Edward. Quem diabos ele pensa que é se intrometendo em sua conversa pessoal? Só porque eles tiveram um momento muito quente e sexy na sala de desenho, não significava que ele poderia meter o bico e fazer as perguntas que ele queria.

— Meu marido sexy como o inferno, isso que ele é! — Alice gritou. Sim, ela gritou e se encolheu.

— Recém-casados. — disse Isabella a Edward, sentindo a necessidade de explicar explosão repentina de sua amiga.

— Ah, disse o suficiente. — Edward riu, e Isabella não podia deixar de sorrir. Edward retomou sua posição contra a cadeira quando Isabella colocou um par de luvas limpas.

— Mas, falando sério, quanto tempo vai demorar? Eu tenho certeza que vamos encarar uma longa fila para entrar no Club Zero se chegarmos lá por volta das 11:00 e está congelando lá fora.

— Ok. Ali, caia fora e deixe-me terminar então. — Isabella atacou.

Alice levantou-se e sorriu docemente para Isabella ganhando um rolar de olhos, antes dela se virar e sair.

~~x~~

— Clube Zero, hein? — Edward perguntou, virando um pouco a cabeça para espiar Isabella.

— Sim. — foi a única resposta que ela lhe deu. Ele queria voltar ao que aconteceu no outro quarto. Ele queria saber o que estava acontecendo naquela mente louca dela. Apenas quando ele pensou que tinha quebrado a superfície, ela revelou uma camada completamente nova.

Isabella não falou com ele, ela apenas apertou a agulha na sua carne e trabalhou em silêncio e ele não a pressionou também.

Quando ela terminou, e enxugou as costas suavemente passou uma pomada por toda suas costas. Seu leve toque em sua pele nua, crua e irritada o fez sentir pura felicidade e puro inferno ao mesmo tempo.

Edward se voltou para ela quando suas mãos deixaram seu corpo e a expressão ilustre que foi esculpida em seu rosto era nova, e isso a fazia parecer ainda mais bonita. Ela estava completamente brilhante com satisfação e alegria.

— Soldado, tudo pronto. Dê uma olhada. — Isabella disse, entregando-lhe um espelho.

Edward levantou o espelho de mão para que ele pudesse ver o reflexo de suas costas no espelho de corpo inteiro atrás de sua porta.

— Uau. — foi tudo o que ele poderia dizer.

— Muito fodidamente incrível, né?

Isabella conseguiu perguntar através de seu sorriso, que atingiu todo o caminho para seus olhos.

— Por falta de uma palavra melhor, sim.

Edward fechou os olhos e sentiu quando ela, cuidadosamente, cobriu a camada de pomada que ela acabou de passar.

Ele levantou o espelho de volta e estudou a arte que esta mulher tatuou em sua carne. As palavras do poema que significava muito para Edward em tantos níveis diferentes parecia estar enterrado no fundo de sua pele, esforçando-se para ser rasgado para a superfície. Ele estava perfeito. Era triste e inspirador e perturbadoramente belo. Assim como Isabella.

Esse momento hot foi só um foguinho comparado com o que está por vir.

Respondendo reviews:

BabiS: Quanto mais spoilers você pede, mais malvada eu sou muahahahah. Edward realmente não desistiu dela, só está mais determinado do que nunca. O.o gostosos e comíveis? Menina, que ataque de taradice é esse? Não posso dizer o que vai acontecer com ele mas pode dizer que só vai acontecer quase no final da história. Matar de verdade não, só com uma curiosidade mórbida. Bjos

MandaTaishoCullen: Osso duro mesmo, e olha que a fic só está começando. Bjos

Christye-Lupin: Também não sei como ela resiste. Será que esse é o super poder dela, resistir a caras gostosos e lindos? Bjos

Joana Patrícia: Também não sei como ela resiste a tudo isso, no lugar dela eu já tinha pulado em cima dela. Bjos

DaysCullenB.S: Nem ela resiste ao charme do vampiro do volvo prateado! Bjos

Tenho uma notícia nem tão boa: apesar dos votos, infelizmente só poderei postar duas vezes por semana :(. Quando eu fiz a pergunta a vocês, eu não tinha me organizado direito e ontem percebi que ficarei super atolada se postar 3 vezes por semana. Eu gosto de fazer as coisas com calma mas se eu ficar atarefada, os capítulos sairão uma droga e nem vai dar pra responder os reviews direito. E tem um fator muito importante que pesou também que é o fato da minha internet está passando por problemas. Eu peço desculpas pra vocês por ter feitos vocês votarem em uma coisa que nem vou poder acatar. Mil desculpas gente por isso.

Enfim, os dias de postagem foram definidos. Serão domingo e quarta-feira. E essa história tem 15 capítulo. Bjos e até quarta-feira.