Yo, minna... Poxa, eu sei que eu demorei bastante para postar, mas foi unicamente por causa de problemas..
Sabe como é, 2º ano do colegial, já se preparando para o vestibular... Digamos que não tive muitio tempo para escrever.
Mas agora, estou eu com tudo!!
E com mais duas novas fanfics!!
Espero que gostem e que continuem mandando reviews, afinal, como sempre costumo escrever aqui, são eles que nos motivam a continuar escrevendo para vocês!
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Perda de Identidade
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By Lin-chan
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Capítulo 4: Hospital Psiquiátrico de Osaka.
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- Como é que é?! – perguntou Inu Yasha incrédulo com aquilo que acabara de ouvir.
Mal haviam chegado no hotel e descobriram que apenas um quarto estava reservado para três pessoas?! Bankotsu não sabia fazer contas, por acaso? Um quarto. Três pessoas. Uma cama. Absolutamente insuficiente.
- E agora? – perguntou Kagome apreensiva. Não acreditava que teria que dormir no chão.
- É verdade, e agora, Sesshoumaru? – perguntou Inu Yasha ao irmão, ao que Sesshoumaru balançou a cabeça negativamente. – Onde você vai dormir? – ele completou.
Sesshoumaru levantou vagarosamente a cabeça, virando o rosto para a mesma direção que Inu Yasha estava. Kagome observava tudo calada. Inu Yasha não tinha idéia no que estava se metendo…
- Eu dormirei aqui, Inu Yasha. Você que deveria estar preocupado com isso. – Sesshoumaru respondeu despreocupadamente, pegando o celular dentro de seu bolso.
- O quê?! – brandiu Inu Yasha. – Como assim você vai dormir aqui?!
- É exatamente isso. – falou Sesshoumaru, saindo da entrada do quarto e sentando-se em uma confortável poltrona que se encontrava na pequena sala de estar.
- Você não faria isso comigo, não é, irmãozão? – Inu Yasha perguntou delicadamente, ao que Sesshoumaru arqueou a sobrancelha e deixou um pequeno sorriso de deboche aparecer em seu rosto. Reação que fez Inu Yasha arregalar os olhos. Isso não era um bom sinal…
- Já fiz, irmãozinho. – respondeu divertidamente, vendo Kagome tentar segurar a vontade de rir da cara que Inu Yasha fizera no momento. – Bankotsu. – disse Sesshoumaru para quem estava do outro lado da linha, agora já mais sério.
- Sesshoumaru! – brandiu alegremente o rapaz. – E então? Já chegaram? Já falaram com Naraku? Já descobriram tudo?
- Bankotsu, não sei se você percebeu, mas somos três e existe apenas um quarto. – Sesshoumaru o cortou, sendo bastante direto.
- Ah! É que o Inu Yasha não ia nesta viagem. – explicou-se.
- Mas a Kagome vinha. – Sesshoumaru replicou.
- Mas existe um sofá-cama em algum lugar daí. – disse Bankotsu entendido. - Eu julguei que vocês trabalhariam o tempo inteiro, assim, precisaria bastante da Kagome. Você não a interromperia em outro quarto, ne?
- Bankotsu, espero que da próxima vez faça as coisas da maneira certa. – Sesshoumaru explicou massageando as têmporas.
- É cla-
Sesshoumaru não ouviu mais nada do que Bankotsu pretendia dizer. Será que ele não conseguia pensar nas coisas mais nitidamente?
- E então? – perguntou Inu Yasha, sentado no sofá-cama.
- A solução está abaixo de você. – disse Sesshoumaru, abrindo sua maleta e tirando de lá seu notebook e mais algumas pastas.
Inu Yasha olhou para baixo, vendo o sofá, virando-se com uma expressão assassina no rosto para Sesshoumaru. Ele não estava falando sério!
- Está querendo dizer que eu terei que dormir no sofá?! – perguntou irritado.
- Isto não é um sofá, Inu Yasha. – respondeu Sesshoumaru calmamente, mais preocupado em descobrir mais informações sobre o Sanatório. – É um sofá-cama.
- Sofá-cama? – perguntou Kagome. – E eu? Onde eu fico? – perguntou Kagome ao perceber que até o exato momento, suas colocações foram temporariamente esquecidas.
- Durma com o Inu Yasha. – respondeu Sesshoumaru olhando para algo bem mais interessante em seu notebook, não vendo o salto que Inu Yasha dera.
- Co-co-comigo? – Inu Yasha indagou envergonhado.
- E qual o problema? – Sesshoumaru pesquisou sossegadamente. – Estão namorando, ne?
Até dado momento, as coisas ainda não estavam decididamente feitas. O Hospital, com certeza por intermédio de Bankotsu, ficava bem ao lado daquele hotel. Todas as fichas, de absolutamente todos os pacientes, estavam lá, além de informações preciosas sobre o lugar.
Por mais que tentasse, Sesshoumaru não conseguia encontrar ligações ou até mesmo um motivo para aquilo. As coisas não pareciam ter ligações diretas, mas era improvável que não tivessem. Precisava apenas de calma para tudo se encaixar perfeitamente.
- Nós não temos nada! – disse Kagome nervosamente. – Somos apenas amigos.
- É… - respondeu Inu Yasha num tom sinistro, virando-se para a garota. – Como foi sua conversa com o lobinho?
- Nani? – perguntou Kagome sem entender aquela conversa estranha. Que lobinho? Existiam lobos por ali? Lobos falavam?
- O recepcionista! – Inu Yasha esbravejou.
- Ah, eu não acredito que você vai passar o dia inteiro com essa história! – brandiu Kagome.
- Decidam logo como as coisas ficarão, eu estou de saída. – informou Sesshoumaru, colocando tudo de volta na pasta.
- Aonde vai, Sesshoumaru-sama? – Kagome perguntou tentando tirar a atenção de Inu Yasha sobre ela.
- Vou ao Hospital. – guardou novamente o celular no bolso da calça social.
- Você não disse que não iria agora? – bufou Inu Yasha sem dar crédito ao falatório do irmão.
- Preciso ir. Isso é angustiante. – Sesshoumaru respondeu no mesmo tom frio de sempre, virando-se rapidamente para Kagome. – Você vem comigo?
- Ah, eu queria. – ela falou buscando a pasta que deixara em cima da mesinha.
- Eu não quero! – avisou Inu Yasha, jogando-se na poltrona que antes abrigava Sesshoumaru.
- Ninguém lhe chamou. – advertiu Sesshoumaru friamente, recebendo um dos olhares frios de Inu Yasha. Se por algum acaso o irmão queria tentar imitá-lo, ainda estava muito longe.
- Podemos ir. - lembrou Kagome, já com a pasta em mãos.
- E lembre-se, Inu Yasha. – começou Sesshoumaru, olhando normalmente para o rapaz estirado na poltrona. – Fique longe do meu quarto. – ele terminou, saindo do lugar da mesma maneira que Kagome.
- Você não vai estar aqui pra saber. – murmurou maldosamente Inu Yasha.
- Mas vou descobrir. – gritou Sesshoumaru do corredor, ao que Inu Yasha pulou da poltrona.
- Que cara estranho… - murmurou novamente, desta vez até ter certeza de que ele não estava mais lá para escutar.
Dentro do elevador, Sesshoumaru e Kagome permaneciam calados. Sesshoumaru preocupado com o trabalho e Kagome preocupada com as insinuações idiotas de Inu Yasha. E ainda mais, onde dormiria.
Não poderia ser possível que aquilo acontecesse com ela. Fora de tão boa vontade para aquela viagem, sempre trabalhando o mais esforçadamente possível, tendo que dormir agora no chão? Quanto à proposta de Sesshoumaru… Só seu chefe mesmo…
Viram o elevador descer vagarosamente, chegando finalmente na recepção e abrindo as portas, mostrando todo o espaço antes escondido.
Sesshoumaru, como sempre, saiu altivo de lá, correndo os olhos por todo o local. Já Kagome travara rapidamente, tendo uma boa idéia. Esperava que desse certo.
- Ah, Sesshoumaru-sama… Poderia me esperar? – perguntou ela ao rapaz, que acenou afirmativamente.
Kagome andou até o mesmo lugar do início, ao balcão de recepção, sendo seguida pelos olhos de Sesshoumaru. Se Inu Yasha estivesse lá naquele momento, Sesshoumaru teria certa idéia dos gritos que seria obrigado a escutar. Obrigado pelo menos até os seguranças serem chamados.
- Yo, novamente. – Kagome disse sorridente ao rapaz.
- Yo. – rebateu Kouga, também sorrindo.
- Eu queria saber se existe algum quarto vago. – ela começou a por em prática a idéia.
- Alguma preferência? – perguntou o rapaz, digitando algo no computador.
- Iie, qualquer coisa está boa. – respondeu a garota.
Alguns instantes se passaram e Kagome pôde ver Sesshoumaru sentado em uma das várias cadeiras dali. Estava bastante ansiosa com tudo e francamente, queria que tudo desse certo.
- Gomen na, está tudo ocupado. – respondeu Kouga, tirando Kagome de seus pensamentos.
- Hontou? – perguntou decepcionada. – Arigatou. – despediu-se com um sorriso um tanto triste e encaminhou-se ao local onde seu chefe permanecia.
Ao vê-la, Sesshoumaru se levantou novamente, sem deixar de notar na face tristonha da secretária.
- Não conseguiu o que queria? – perguntou já saindo do hotel.
- Ah, hai. – Kagome respondeu já voltando ao normal. – Eu queria procurar um outro quarto, demo, todos estão ocupados.
- Daremos um jeito. – respondeu compreensivamente, ao que Kagome arqueou a sobrancelha.
Já fora do hotel onde Inu Yasha permanecera, Sesshoumaru e Kagome olhavam demoradamente para o prédio em obras. Várias pessoas trabalhavam lá, tanto pintando como rebocando algumas paredes.
Sesshoumaru pegou o mesmo papel que pegara na Estação, o mesmo que Inu Yasha tentara ver. Uma lista, era o que se via. Uma lista com todos os nomes de absolutamente todos os representantes dos hospitais de Bankotsu. E até agora, o que mais chamava sua atenção era exatamente o inicial, aquele que esperava estar dentro do local. Aoki Naraku.
Ele começou a andar na direção do recinto, sedo habilmente seguido por Kagome, que ainda olhava boquiaberta para o Hospital Psiquiátrico. E pensar que tamanhas atrocidades poderiam estar sendo cometidas lá dentro.
Passaram rapidamente pela porta de entrada, vendo ao longo do elegante corredor um único balcão, junto com mais algumas mesas e cadeiras. Acomodações que, no momento, estavam bastante desusadas. Não se via ninguém por ali, talvez por causa da reforma.
Sesshoumaru continuou seu caminho em frente, parando no balcão e encarando a recepcionista, que parou rapidamente de digitar algo e virou-se para ele.
- Posso ajudar em algo? – perguntou educadamente.
- "Se não pudesse, não estaria aqui." – pensou Sesshoumaru, ao ver o sentido óbvio da frase. - Sou Taisho Sesshoumaru, médico psiquiatra. – ele iniciou a explicação. - Não sei se Bankotsu avisou, mas estou analisando todos os hospitais de sua franquia.
- Ah, é claro! – disse ela alegremente. – Ele disse sim, apena não nos informou o dia em que viria.
- … - Sesshoumaru permaneceu calado, apenas esperando a continuação. Se é que viria alguma.
- Bom, o que o vai querer ver primeiro? – perguntou a mulher solicitadamente.
- Queria ver os pacientes. Todos. – fez questão de acrescentar.
- Claro. Primeiro andar, terceira sala à esquerda. – disse educadamente, olhando depois o tão famoso médico se retirar até o elevador, subindo então para o local requerido.
Logo que pôde ver Sesshoumaru e a garota que o acompanhava sumindo pelas portas metálicas, a mulher pegou rápida e discretamente o telefone que se encontrava encima de sua mesa. Apertou em um dos números e esperou até que fosse atendida.
- O que quer? – escutou alguém falar do outro lado da linha.
- Hakudoushi. – ela falou no tom mais baixo possível. Sabia que ele não estava mais lá, mas não poderia deixar que ninguém soubesse daquela conversa.
- O que quer, Koharu? – ele perguntou impaciente. Pelo visto, estava trabalhando, e como nunca gostava de ser perturbado atendeu grosseiramente. – Estou ocupado. É bom que seja bastante importante.
- Avise à Aoki-sama que ele chegou. – percebeu que a linha ficara muda, e resolveu continuar. – Ele foi ver os pacientes.
- … - a linha permaneceu quieta por algum tempo, até que pôde-se finalmente escutar algo aproveitável. – Vou avisá-lo imediatamente.
E assim o telefone foi desligado, com certeza sabendo-se que os planos traçados ali continuariam. Sem a interrupção de ninguém.
Já dentro do elevador, Kagome olhava curiosamente para o chefe. Olhar que ele percebeu imediatamente e não pôde deixar de comentar.
- O que foi? – perguntou ele no seu habitual tom frio.
- Não seria melhor conversar primeiro com o representante daqui? – explicou Kagome o que a atormentava.
- Iie. – disse Sesshoumaru secamente. – Eu conheço esse tipo de gente.
- Acha que ele pode querer enganá-lo? – perguntou ainda mais curiosa.
- Hai. – Sesshoumaru olhou para seu relógio de pulso. Já passara do horário de almoço e não sentia fome alguma. – Ele pode querer ocultar alguma coisa.
- Há essa hora, a recepcionista já deve tê-lo avisado. – advertiu Kagome, vendo as portas metálicas do elevador se abrirem novamente, desta vez expondo uma nova paisagem. Mais um longo corredor, ainda mais vazio que o primeiro.
- Não me importa. – informou Sesshoumaru, saindo do elevador e caminhando até a porta escolhida. – Ele não terá tempo de fazer nada.
Kagome acenou com um leve movimento de sua cabeça, seguindo-o para dentro da sala além da porta. Ela arregalou os olhos ao ver a cena à sua frente, cena que não via tão nitidamente, afinal, nunca entrara em um Sanatório.
Sesshoumaru permanecia com sua habitual expressão, já estava acostumado com aquilo, afinal, ele era médico. Não haveria motivo algum para ficar horrorizado com o que estava vendo. Ainda.
- O que o senhor verá primeiro? – perguntou Kagome, lembrado-se que a recepcionista falara algo parecido.
- O principal motivo por ter vindo primeiramente para cá. – respondeu Sesshoumaru, procurando algo ao seu redor. Seria bem difícil com toda aquela agitação.
Mas não foi, já que pôde ver ao fundo, no meio de uma multidão inteira de pessoas vestidas da mesma maneira, uma enfermeira com algo em mãos. Objetos que ele reconheceu imediatamente. Uma seringa e um pequeno vidro com alguma substância.
No pequeno tempo que passara estudando as fichas dos pacientes dali, descobrira que a única pessoa que recebia injeções por algum motivo qualquer, era justamente a que estava procurando no momento. Não pôde deixar de dar um meio sorriso com tal descoberta, as coisas sairiam bem mais fáceis agora.
Caminhou na direção da mulher, vendo Kagome olhar para todos os lados antes de atravessar o longo corredor. Ele era absolutamente branco, com inúmeros enfermeiros andando para todos os lados e inúmeras portas, todas fechadas, mas um barulho insuportável poderia ser ouvido. Com certeza os pacientes gritavam, já que os enfermeiros não mexiam um músculo sequer da face. Coisas sem nexo, pelo que podia entender.
Sesshoumaru estancou na frente da mulher, que tentou a todo custo passar, sem ao menos olhar para cima para ver de quem se tratava. Apenas quando estava cansada, ela decidiu descobrir quem era ao engraçadinho, arregalando os olhos ao reconhecer tal pessoa.
- Taisho-sama… - murmurou ela, fazendo uma longa reverência de desculpa e abrindo uma enorme passagem para ele. – Gomen na, não sabia que era o senhor.
- Para quem está levando isto? – ele perguntou sem ao menos se importar com todo aquele sentimentalismo.
Ela levantou a cabeça, vendo que ele a olhava friamente. Fizera ago errado?
- Para uma paciente. É um calmante. – explicou ela.
- Vou com você. – Sesshoumaru disse, seguindo com a mulher até onde a suposta paciente estaria.
Os três pararam em frente a uma porta branca, assim como todas as outras. A diferença era que, ao abri-la, era possível se ver lá dentro duas pessoas. Uma vestida exatamente como a mulher, sendo um homem. E outra, sendo amparada de cair no chão. Uma mulher.
- Nossa, Sango! Você demorou. – reclamou o rapaz que segurava a garota, cuja parecia ter acabado de acordar.
Kagome pôs a mão na boca e arregalou os olhos ao ver a situação da outrora. Olheiras enormes, pele pálida, estava suando frio. Parecia agonizar.
- Estava procurando o calmante, Miroku. – disse ela irritada. Talvez com a presença de outras pessoas ali, presença logo percebida pelo jovem enfermeiro.
A garota abriu os olhos vagarosamente, vendo tudo girar ao seu redor. As coisas estavam absolutamente embaçadas, não conseguia distinguir quem era quem. No fundo, sabia quem era aquelas duas pessoas vestidas de branco. Eles sempre estavam lá, depois de acordar e antes de dormir novamente, tudo num curtíssimo espaço de tempo. Mas não conseguia se lembrar quem eram aquelas outras duas manchas paradas perto da porta.
- Vamos. – Sango disse delicadamente à garota, vendo que ela não queria ser sedada. Isso acontecia basicamente todos os dias, mas eram ordens e infelizmente não poderia descumprir.
Sesshoumaru observava tudo calado. A situação era ainda pior do que imaginava, não esperava que tudo saísse tão rapidamente do controle de Bankotsu. Que tipo de monstro poderia fazer aquilo com alguém?
No momento, um pequeno murmúrio saiu de seus lábios. Palavras que chegaram ao ouvido da garota amparada pelo enfermeiro. Palavras que fizeram por um momento ela voltar ao normal e poder focalizar aquela mancha que estava parada na porta. Palavras que fizeram olhos dourados se encontrarem com outros olhos castanhos.
- Matsubara Rin. – foi o que ele murmurou.
Próximo capítulo:
– Não quero que toquem nela.
- Por algum acaso você está insinuando que eu sou gay?!
- Preciso conversar com vocês.
Agora, respondendo aos reviews!!
Luh: Yo, Luh, que bom saber que está gostando. Arigatou pelo review, e continua ligada, hein? Kissus!
Pammy-sama: Que bom que 'tá tão eufórica. Tentarei atualizar mais cedo, prometo. Arigatou pelo review e continua lendo, 'tá? Kissus!
Pequena Rin: Agradeço a critica, 'tá? Bem, pra falar a verdade, eu já deveria ter dito uma coisa, mas me esqueci e contarei agora. Cof, cof. Bem, eu postarei (leiam "tentarei") toda primeira semana de cada mês, ou seja, todo mês terá um capítulo novinho em cada fic. Vocês podem até achar que eu 'tô demorando, mas já são três fanfics aqui (com hipótese de aparecerem mais duas ou três), além de mais um fanfic no meu outro profile (Lin-chan e Tuka-chan) e um novo fic também nesse aí. Aí fica muito pesado, beleza? Por isso que demorarei todo esse tempo. Arigatou pelo review e Kissus!
Rukia-hime: Bem, gostei da sua sugestão, e posso dizer que em breve vocês descobrirão o que aconteceu com a Rin, mas já posso adiantar uma coisa. O Naraku é bem malvado, 'tá? Arigatou pelo review, kissus!
Yo! E então, gostaram?
Se gostaram, mandem reviews.
Não gostaram?
Também mandem reviews!
Até o próximo capítulo, e não esqueçam, mais duas fics novinhas!
Kissus,
Ja ne...
