OIII PESSOAS(to tentando parar de escrever 'gente')! Voltei com mais um cap.! (Atrasado... desculpem...)
Quero agradecer aos reviews que deixaram!
Ivy Visinho 2: Brigada pelos reviews !(Eu sei que foram em todos os caps fofa!) Quero agradecer suas dicas! E principalmente o fato de vc apontar meus erros XD! Já deu pra perceber que eu sou péssima em matemática, né? Lol Fazer o q... Não tenho salvação... Mas falando sobre vc n acreditar que a masturbação deixa os lábios vermelhos... Bem eu acho que deixa sim, pois a nossa circulação sanguinea aumenta... mas sei la depende da pessoa... XD bjs
Lala-Aquarius: Que bom que gostou da idéia! Eu sou meio louca assim mesmo! Kkk Outro dia msm sonhei que o mundo foi invadido por ETs e que o Camus era o chefe deles...XD (preciso dizer que amei o sonho?kkkkk)bjs
MM lovely: Brigadaaaaa! Pois é né... Eu tenho isso de em quase todas as minhas fics colocar o Dite se agarrando com o Milucho... XD mas sobre o Kanon cortando os cabelos eu quase nem fiz essa cena de tanto dó que me deu! Eu amo os fios loiros dos gêmeos! bjs
Luna de Chimera: Brigada Pelos reviews! Já te respondi em MP maS to agradecendo geral aki! Como já disse antes, se eu matar o Camyu pode me internar em um hospício pois eu fiquei louca! \O/ KKK bjs
: EEEEEEEEE! Adoro quando gente nova deixa reviews! Brigada pelo elogios apesar de que eu acho que eles não fazem jus a minha pessoa afinal as minhas experiências são produções de texto escolares e poucas fics! XD To dando continuidade agora! Espero que goste do cap.! XD ps: brigada por favoritar! XD bjs
Shakinha: Shakinha minha filha ! Q q isso! Deixou um review para cada charpter postado! (AMEI ISSOOO! Grande consideração da sua parte!) pois é... todo autor (ou tentativas*aponta para si*) sabe como é não receber reviews! Aki vai mais um cap.! E o fato de cortar os pulsos eu tinha pensado em fazer mas achei que ia ficar muito melodramático ainda mais depois do que o Saga disse sobre se o kanonzinho morresse ele ia ficar desesperado... Pois é... O Camus vai sofrer um pouquinho mas nada muito forte! Espero que goste do cap! E continue mandando reviews! bjs
Depois de reler os agradecimentos decidi que a outra mania a perder é o 'XD' e a linguagem msnlinguistica... 8D
Uma frase que peguei da minha agenda capricho: "O problema de morar sozinho é que é sempre nossa vez de lavar a louça" Albert Einsten.
Milo: Vc mora sozinha?
Eu: Não...
Milo: Isso tem haver com a fic?
Eu: Não...
Milo: ¬¬' mereço...
Bem vamos a fic:
Problemas
"Não importa se ele esta ou não acordado, ele não vai sair vivo daqui de qualquer maneira!" Falou Aiacos cínico.
Camus sentiu um frio percorrer a espinha ao escutar a voz do jovem soldado. Por algum motivo tinha certeza de que o moreno estava errado, talvez ele ainda estivesse esperança de mais ou talvez fosse apenas um iludido que acabaria morto como a maioria das pessoas capturadas em guerra. Voltou seu olhar na direção dos seus sequestrados ou o que quer que fossem, mas não se moveu um milímetro sequer. Se os dois soldados o quisessem fora do carro, eles mesmos teriam que tira-lo de lá a força. Pelo menos foi o que o ruivo pensou até que o loiro tirou uma arma e apontou para sua cabeça.
"Venha para cá!" Ordenou Radamanthys friamente. "E é melhor não tentar nenhuma gracinha, francês!"
Com essa ordem o ruivo levantou-se vagarosamente apoiando a mão na lateral no mini ônibus se forçando a ficar de pé mesmo com a dor lacerante nas costelas, que tinha certeza de estarem quebradas. Fez uma careta olhando para o chão enquanto abraçava o próprio corpo com o outro braço, piscou recuperando a energia e lançou um olhar cheio de ódio contido na direção do general loiro.
Radamanthys sorriu ao ver a indignação do o mesmo enquanto era arrastado para fora do transporte de maneira violenta. Assim que saíram do mesmo, o loiro já andava a frente na direção da outra base, que era quase ruivo que mesmo no estado em que se encontrava não se deixava abater. Olhou para Valentine que agora estava ao seu lado e fez um pequeno gesto com a cabeça para que o menor lhe compreendesse. Valentine entrou no compartimento onde Camus se encontrava, agarrou-o pelo braço e saiu arrastando duas vezes maior que a anterior. Do lado de fora da construção vários carros movidos a energia se encontravam estacionados sob as estrelas.
Logo a frente dos ruivos, Aiacos passava informações sobre o francês para o general que acenava positivamente com a cabeça a todo instante, sabiam que Camus estava escondendo algo que lhes podiam ser muito útil. Radamanthys digitou rapidamente a senha fazendo assim com que a porta de metal se abrisse e em questão de instantes estavam todos do lado de dentro da base.
"Número seis." Disse o loiro apontando para o ruivo.
Minos que estava sentado atrás da mesa com os pés na mesma levantou-se rapidamente na direção de Valentine e agarrou o braço do prisioneiro ruivo que soltou um gemido baixo de dor fazendo Aiacos sorrir de orelha a orelha. Com certeza o francês ia passar por alguns sustos nas mãos do major de cabelos acinzentados.
O major deixou a sala onde os outros três ficaram e andou praticamente arrastando o ruivo na direção das celas. Camus tinha certeza que pelo sorriso de Aiacos que ele pode presenciar sua situação não era lá muito 'confortável'. Soltou um suspiro baixo que acabou desencadeando uma serie de fisgadas na lateral de seu tórax fazendo-o encolher com a dor aguda, que se espalhava por seu tronco antes branco e agora com grandes marcas roxas quase negras. Sentiu um dos braços de Minos passar em volta de seu corpo, impedindo-o de ir ao chão como uma fruta podre, obrigando-o a manter-se de pé.
Andaram até uma cela que já se encontrava com a porta aberta. A mesma tinha suas paredes na cor grafite, alguns objetos como alicates, sacos plásticos, tonéis de água, facas e outros os quais Camus nem sabia identificar. O ruivo prendeu a respiração ao sentir-se jogado sobre uma única cadeira que se encontrava no meio do cômodo. Pensou em gritar e sair correndo, mas logo se lembrou das armas que o major carregava consigo. O francês teve seus braços puxados com brutalidade para trás e amarrados logo atrás do assento.
"Diga-me Camus." Disse Minos se afastando da cadeira e ficando de frente para o ruivo que tinha as sobrancelhas quase juntas de tão odiosa sua expressão. "Vai me contar o que eu quero saber?"
Camus sorriu de lado. "Primeiro preciso que me diga o que você quer saber..." Comentou percebendo o major mudando instantaneamente aquele jeito sarcástico de olhar para algo mais serio.
Minos não se agradou nem um pouco com o comentário tecido pelo ruivo afinal, ele sabia que o mesmo escondia algo, o que o francês praticamente confirmara a pouco, mas não fazia idéia do que poderia ser.
"Pelo visto senhor Camus vocês gosta de brincar!" Falou o major indo na direção esquerda do ruivo e pegando um taco de beisebol.
O francês arregalou os olhos ao ver o objeto que Minos balançava de um lado para o outro como se fosse um brinquedo muito interessante.
"Sabe Camus Chevalier eu adoro beisebol, mas pelo seu olhar vejo que você não aprecia muito desse esporte não é mesmo? Que pena." Disse ironicamente o major.
Minos andava lentamente na direção do francês deixando mais ansioso a cada segundo, andou até chegar bem próximo a cadeira para então circular em torno da mesma parando atrás do ruivo olhando para as mãos cerradas do mesmo. O major abaixou-se e pegou os fios vermelhos escarlates do mais novo jogando-os para frente do corpo do mesmo. Colocou o taco de madeira clara no chão e apertou o pulso de Camus com uma das mãos enquanto subia com a outra levemente pelo outro braço. Sorriu ao notar os batimentos cardíacos do ruivo aumentar gradativamente mostrando todo o seu nervosismo.
"Está com medo ruivo?" Sussurrou o major na orelha de Camus que ficou com os fios da nuca arrepiados.
"Desistiu de treinar suas rebatidas comigo Major?" Disse baixo o ruivo em resposta à provocação do jovem de fios acinzentados.
Minos mordeu o maxilar com força, o francês seria realmente difícil de lidar, era orgulhoso e atrevido, escondia muito bem suas reações. Subiu um pouco mais a mão passando na nuca e pescoço do ruivo.
"Você é um homem muito bonito, sabia Camus?" Disse Minos. "Acho que esse seria o motivo do interesse de Radamanthys em você, francês..."
"Você não sabe o que fala!" Respondeu ríspido o ruivo sem mover um músculo para sair do lugar.
"Bem... Se você diz. Ele me deu ordens expressas para não deixar nenhuma marquinha sequer nessa sua pele pálida e nem te tocar de uma maneira, como podemos dizes... 'intima'!" Disse Minos levantando com o taco de beisebol e devolvendo-o para o lugar de onde nunca deveria ter saído.
Camus acompanhava os movimentos do major com os olhos, o mesmo parecia buscar algo perdido em cima daquela mesa cheia de objetos estranhos. Quando o homem pareceu finalmente achar o que procurava andou até outro canto da sala catando um saco plástico transparente. Por mais que tentasse conter-se, sua respiração estava descompassada e mantinha inconscientemente as mãos fechadas fincando as unhas na carne. Olhou de maneira fria quando Minos voltou-se na sua direção com um objeto pequeno e quadro e a sacola.
O major andou com calma na direção do francês, parecia querer prolongar seu sofrimento o máximo possível. Colocou o saco com o quadradinho de metal por cima no chão e tirou uma faixa negra do bolso da calça marrom desbotada que usava. Estendeu o pedaço de pano na frente do rosto do ruivo para em seguida vendar seus olhos castanhos avermelhados.
"Não precisa fica com medo, Camus..." Disse Minos. "É só falar o que você sabe que eu paro..."
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Faltavam ainda duas horas paro dia amanhecer, mas Mu já se encontrava de pé acabando de organizar os itens de primeiros socorros na mochila. Eles provavelmente seriam úteis, pois invadiriam uma base não só para pegar alimentos, mas também para libertar prisioneiros. O jovem tibetano dividia um quarto pequeno com Shaka que nesse instante se encontrava dormindo largado por cima do colchão de casal que estava no chão de pedra branca e enrolado em um edredom azul marinho. Assim que o jovem de cabelos lilás acabou de fechar sua mochila andou na direção do loiro arrancando de cima do mesmo o cobertor e deixando a mostra o corpo alvo que vestia apenas uma cueca boxer vermelha.
Shaka que ainda dormia soltou uma reclamação que mais pareceu um gemido de tão 'sonado' que o indiano estava. Mu vendo que o amante não iria levantar tão facilmente foi até a cama improvisada se ajoelhando sobre o lençol branco com azul e sacudiu o corpo do loiro de um lado para o outro incessantemente, mas mesmo assim nada, nem um piscar de olhos da parte do loiro. O ariano que já estava quase desistindo resolveu apelar para seu ultimo e mais poderoso golpe. Pegou as pontas de algumas mechas de seus fios coloridos e passou no ouvido do que dormia causando um arrepio no loiro que no mesmo instante passou a mão na região, mas ainda sem acordar. O tibetano repetiu o processo mais algumas vezes, todas sem sucesso.
Cansado do trabalho que o loiro estava lhe dando, Mu levantou até o pequeno móvel que tinha um copo com água até a metade. Pegou o objeto e voltou-se na direção de Shaka que permanecia no sétimo sono e virou o conteúdo sem dó em cima do mesmo. O choque que o loiro levou foi tão grande que ficou sentado de olhos arregalados na cama por mais ou menos vintes segundos até se tocar do que tinha acontecido. Em seguida o indiano lançou um olhar fulminante na direção de Mu que ria descontroladamente ajoelhado no chão.
O indiano levantou-se e parou em pé ao lado do tibetano que parou de rir em encarou a face o mesmo com suas bochechas coradas.
"Isso terá volta, amor!" Aviso Shaka abrindo a porta do amarinho e trocando de roupa.
Quando Shaka finalmente terminou de arrumar seus cabelos úmidos catou a mochila de Mu e saiu do quarto seguido pelo mesmo. Ambos andavam juntos na direção da sala de armas.
"Shaka..." Chamou o ariano olhando o loiro com seus olhos pedintes.
"Hum..."
"Há Shakinha, por favor... Desculpado?" Pediu Mu agarrando a mão do loiro.
"Tudo bem..." Disse Shaka. "Mas eu quero o X570 para essa e as duas próximas missões!"
"Mas..." Mu tentou reclamar falhando terrivelmente por conta do olhar do loiro sobre si e abaixou a cabeça. "Deixa... Pode usar..."
Shaka sorriu contente afinal desde a primeira vez que aquela arma chegara à resistência o tibetano fora o único a usá-la. Com certeza uma surpresa para todos quando virem o loiro carregando aquela coisa enorme e super potente. Entraram na sala briga dos gêmeos e menos de cinco minutos depois vieram Afrodite e Milo abraçados o que não causou espanto em ninguém, visto a amizade colorida que os dois tinham. Shaka e Mu acabaram por ficar na sala de armas mesmo esperando os outros integrantes do grupo de armas e começaram a escolher cada uma detalhadamente, entre armas brancas até a X570 do tamanho de uma bazuca, mas com um poder de destruição de quase um kiloton¹. Já estavam quase acabando quando Saga entrou na sala na companhia de Mask, pelo visto dividiram o quarto depois da aparecerem para então irem aos carros.
O ultimo a chegar ao cômodo foi Kanon que causou espanto em todos com seus fios dourados curtos e sua expressão seria. O gêmeo mais novo passou reto por Saga deixando a discussão deles ainda mais visível para quem estivesse presente. Logo um clima tenso se espalhava pelo lugar.
"É melhor que o desempenho de nenhum de vocês caia por causa dessas brigas!" Disse Mu mais especificadamente para os gêmeos, Afrodite e Mascara. "As tarefas pelo visto iram continuar as mesmas e é melhor não haver discussão!"
Saga acenou positivamente com a cabeça aprovando a fala do tibetano e saiu da sala já carregando suas armas e munições. O grupo foi logo atrás seguindo o líder que andava rapidamente enquanto prendia seus fios loiros em um coque e colocava seu capacete negro com a visera de acrílico resistente e escuro deixando a mostra apenas a parte inferior da face.
Foram juntos na direção da garagem. Levariam dois carros sendo um, uma versão moderna e altamente tecnológica de um jipe e o outro um tipo de esportivo além de uma moto. Chegando ao local e já guardando suas respectivas mochilas Saga distribuiu um aparelho que preto que de longe parecia um band-aid, mas que na verdade era um comunicador que captava as menores vibrações fazendo com que a pessoa praticamente nem precisasse emitir som para a mensagem ser enviada.
Colocaram seus micro-comunicadores na garganta e entraram no jipe Afrodite, Kanon, Aioria. No esportivo de cor prata foram Mask e Milo. Saga foi até o portão abrindo-o e dando passagem para que os carros subissem uma rampa saindo assim do esconderijo da resistência. Monto sua moto e saiu logo atrás dos dois automóveis em alta velocidade.
A partir desse instante, suas rivalidades eram deixadas de lado e seus únicos objetivos eram atingir a meta ajudando as pessoas que precisavam deles.
N/A :Acaboooooo ! Esse cap.! (XD nulo)! : p ou 8D ! *-*
Gostaria de dedicar esse cap a todas as pessoas que se identificam com o ato de escrever! E tbm a todos os leitores!
Deixem reviews!
Eu sou uma pessoas que como reviews! Sem reviews eu fico com fome! Com fome eu ñ escrevo! Sabe pq? Pq meus dedos ficam desmaiando com hipoglicemia!
ME ALIMENTE! (olinhos de gato de botas do sherek)
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BJOS até o próximo! Ou não... nunca se sabe, né?
P.S.: Eu to começando a ficar louca! Já é a terceira vez que reposto esse cap pq toda vez o site corta alguma coisa ! Vou entrar em colapso! Além disso meu e-mail ñ abre ai nem posso ver se o charpter foi ou não substituído!
